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De que forma a comunicação interna pode ajudar no engajamento de funcionários

Por Filipe Andrade

Planejar a comunicação de uma organização não pode e nem deve ser pensar em algo apenas externo, direcionado apenas ao público final (consumidores), por exemplo. O público interno importa. E muito!

Afinal, de que adianta ter uma imagem positiva junto ao público externo, se ela não pode ser referendada pelos funcionários da organização? É esforço sem resultado.

O público interno é fundamental para a imagem da organização, pois eles são, de certa forma, porta-vozes da instituição que fazem parte. E a percepção deles tem muito a dizer.

Assim, para garantir que essa imagem seja positiva, a comunicação interna é imprescindível para, no primeiro momento, informar o colaborador. Lembre-se: ele PRECISA ser o primeiro a saber de qualquer novidade.

A comunicação interna tem, também, a função de engajar o colaborador. Funciona mais ou menos assim: ao informar, em primeira mão, algum novo produto, por exemplo, a organização valoriza o público interno e reforça nele o sentimento de pertencimento à organização. Precisa, portanto, ser estabelecida uma relação de confiança.

As ferramentas para uma comunicação interna efetiva são inúmeras: jornal mural, house organs, TV’s corporativas, informativos diários enviados por rede interna, programas de interação, etc.

Cabe ao gestor pensar em uma estratégia que seja mais adequada ao seu negócio, e com maior alcance, e desenvolver uma mensagem que vá ao encontro das necessidades do público.

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Produção de conteúdo customizado e inbound marketing

Por Alan Mariasch

Foi-se o tempo em que os grandes veículos detinham o monopólio da comunicação. Além disso, a tradicional publicidade, em que as empresas que desejavam aparecer para seus consumidores pagavam quantias fabulosas para veicular seus anúncios, começa a perder sua eficácia. Precisamos estar atentos para uma das principais tendências da comunicação corporativa para os próximos anos – a produção de conteúdo customizado.

Paulo Nassar, presidente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), fala sobre o conceito da “guerra de narrativas”, que nos ajuda a compreender essa nova etapa da comunicação entre as organizações e seus públicos. Essa guerra, em suas palavras, é “como uma disputa contínua pela atenção das pessoas numa época de abundância de informação”. Isso eleva a comunicação empresarial a um patamar ainda mais estratégico: se num primeiro momento ela era usada com o objetivo de dar ordens aos funcionários e depois como maneira de ampliar as vendas, agora ela tem a missão de constantemente divulgar as narrativas com os valores da organização, dialogar com os diversos atores sociais e de legitimar o posicionamento da empresa, num mundo cada vez mais digital, interligado e complexo.

Nesse contexto, o inbound marketing ganha cada vez mais espaço, em detrimento do tradicional outbound marketing, muito mais caro e unilateral. O inbound marketing é uma forma de atrair clientes através da produção de conteúdo customizado e relevante, geralmente em formato de artigos para blogs, vídeos, newsletters, ebooks, newsletters, posts em redes sociais, etc – bem diferente da tradicional publicidade, que quase sempre buscou a venda imediata de produtos de forma invasiva. Afinal, compramos uma revista para ler suas reportagens ou ver seus anúncios?

O princípio do inbound marketing é atrair novos clientes aos poucos, primeiro oferecendo conteúdo original e de qualidade e dialogando com eles, para depois apresentar a empresa e seus serviços. O roteiro é atrair tráfego para o site da empresa (através de diversos mecanismos, em especial o SEO – search engine optimization), converter esses visitantes em leads, o que futuramente irá gerar vendas. Após conquistar o cliente, o trabalho continua, e ele mesmo pode transformar-se num divulgador da marca, compartilhando esse material interessante e dando continuidade a esse círculo virtuoso.

Para o trabalho de comunicação corporativa ser cada vez mais estratégico, precisamos estar sempre atentos às mais recentes tendências da sociedade e da tecnologia. Produzir conteúdo original, transformando as empresas em fontes de informação e entretenimento aos consumidores, é um dos caminhos para destacar-se num mundo complexo, dinâmico e cada vez mais competitivo.

* Alan Mariasch é executivo de contas na Race Comunicação.

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