O que deve conter um Manual de Crise em Comunicação

O que deve conter um Manual de Crise em Comunicação

Por Filipe Andrade

Crises podem ocorrer em qualquer organização, independentemente da atuação ou dimensão. As consequências dessas situações, por outro lado, resultam do planejamento e da atuação, reativa e proativa, da empresa.

É importante destacar que essas crises podem resultar de fatores externos ou internos e os impactos, se não houver uma atuação efetiva por parte da organização, podem ser devastadores.

Como forma de se antecipar a essas situações, muitas organizações desenvolvem o Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação, que nada mais é que um plano de ação para esses casos. Nele, estão as principais iniciativas a serem tomadas no momento de uma crise e após essa situação, com o objetivo de salvaguardar ou ainda de resgatar a imagem da organização junto a seus públicos.

A respeito disso, o Manual de Gerenciamento de Crise da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), pontua o seguinte: “Gerenciar crise é trabalhá-la em seu conjunto. O ponto principal da gestão de crise é a prevenção, por meio da identificação de sinais internos ou externos que anunciam a sua chegada e da preparação de estrutura para enfrentá-la. A gestão da crise não é porta de saída, mas de entrada para a terceira fase: a reconquista da confiança na instituição para manter a atividade presente e perpetuá-la no futuro”.

Pensando em ajudar nossos leitores, a equipe da Race Comunicação listou alguns dos principais pontos para um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação. Nossa intenção não é criar um modelo fechado de manual, já que esse tipo de material deve ser elaborado de acordo com as necessidades de cada empresa, mas nossa ideia aqui é dar uma visão geral do que não pode faltar. Sendo assim, esse manual deve então orientar, ao menos, quanto as seguintes questões:

  • Mapeamento dos fatores que levaram à crise e elaboração de uma matriz de risco;
  • Mapeamento de stakeholders que podem ser impactados em uma possível crise;
  • Quais os requisitos para a criação de um comitê de crise (responsável por definir as ações para cada caso);
  • Atuação do comitê de crise;
  • Quem deve ser e quais os critérios para a definição de um porta-voz (o responsável por falar à imprensa nesses casos);
  • Preparação do público interno;
  • Restauração da imagem da organização.

Se sua empresa precisa criar um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação entre em contato com a nossa equipe para que possamos te ajudar.

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Ritos de comunicação no engajamento de funcionários

Por Maira Manesco

Rito é um conjunto de atos formalizados, expressivos, portadores de uma dimensão simbólica, explica a antropóloga francesa Martine Segalen em seu livro Ritos e Rituais Contemporâneos. O rito acontece em um momento particular com ações únicas que beneficiam e motivam um grupo de pessoas.

Sendo assim, os ritos podem ser importantes ferramentas de integração entre as pessoas. No mundo corporativo, incentivam o engajamento dos funcionários – especialmente quando usados como peça-chave na comunicação interna – fazendo-os se sentirem parte da organização.

Alguns dos ritos mais comuns e que podem ser aplicados para estimular o público interno são:

Rito de Comemoração: pode acontecer no início ou no final de um projeto, no aniversário da empresa, quando uma meta é alcançada, quando há uma conquista etc. Este rito pode ser, por exemplo, um brunch especial para os funcionários.

Rito de Integração: tradicional em muitas empresas, acontece em formato de reunião com os novos colaboradores, que passam o primeiro dia de trabalho conhecendo a empresa, seus produtos e serviços.

Rito de Reforço: serve para estimular, aumentar o “pique” dos funcionários. Geralmente usado quando é preciso uma dose a mais de motivação para alcançar metas e aumentar os esforços da equipe para completar projetos. A empresa pode, por exemplo, propor uma ação externa que mostre aos funcionários como o trabalho em equipe pode ampliar os resultados. Escape games, como o Puzzle Room, são ótimas alternativas.

Rito de Passagem: ajudam na transição de status dentro da organização, por exemplo, quando um estagiário é efetivado e toda equipe sai para almoçar junta para celebrar esta conquista.

Estes são alguns exemplos de atividades planejadas que têm consequências práticas e expressivas, tornando a comunicação organizacional mais sensível. Independentemente da forma, uma coisa é certa: é importante que as empresas invistam tempo e esforços para agradar e engajar o público interno.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e acompanhe os posts do blog Race Comunicação.

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Entre o planejamento e o conteúdo: o timing de cada veículo

Por Filipe Andrade

Em assessoria de imprensa, além da necessidade de se oferecer conteúdo relevante dentro da linha editorial de cada meio de comunicação, conhecer as rotinas e dinâmicas  dos veículos é essencial. O motivo pode parecer óbvio, mas é fundamental reforçá-lo sempre: uma informação só é importante – e, portanto, publicável – se for relevante ao leitor/telespectador/ouvinte do veículo no qual se deseja publicar e esteja dento do seu prazo.

Por exemplo, em jornais impressos diários, tudo acontece com uma enorme rapidez. Nesses casos, as edições costumam ser fechadas no dia anterior. Já em emissoras de televisão, o timing é mais curto, ainda mais quando são veiculadas mais de uma edição do jornal por dia. Para esses casos, os conteúdos são fechados no período anterior: se o jornal é à noite, o fechamento acontece à tarde, por exemplo. Contudo, para os dois casos, tanto para a mídia impressa quanto para as redações de TV, cabe à assessoria de imprensa um bom planejamento, antecipando-se a esses prazos para, assim, obter melhores resultados nas publicações.

Já nas revistas especializadas, a periodicidade costuma ser maior, e os conteúdos, necessariamente, precisam ser mais elaborados. Por isso, o contato com esses veículos deve ser iniciado o quanto antes. Se uma revista bimestral será publicada em julho, isto significa que os conteúdos serão fechados entre maio e junho. Sendo assim, o ideal é que o relacionamento assessoria/redação seja iniciado em abril.

A publicação em todos casos é, portanto, resultado de dois fatores principais: o planejamento e o conteúdo relevante. Assim, conhecer o timing de cada veículo e ter um bom relacionamento com a redação são indispensáveis para o êxito desse planejamento.

A sua empresa precisa de um planejamento atrelado a produção de conteúdo? A Race Comunicação pode fazer isso para você. 

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Criatividade: uma aliada na hora de pensar em uma pauta

Por Évelin Karen

Para se tornar relevante na geração de conteúdo online – ou content marketing –, é preciso escrever muitos textos, seja para um blog corporativo ou mesmo para um site da empresa. Escolher um bom tema para escrever nem sempre é uma tarefa simples. Se você produz conteúdo com frequência, é bem provável que, em algum momento da carreira, você tenha enfrentado um bloqueio criativo e passado “horas” na frente da tela do computador, sem escrever uma única linha.

Bom, o que fazer nesta hora? O ideal é agir antes que essa trava aconteça. Para ajudar, separamos sete dicas que vão te ajudar a pensar em uma história criativa:

1 – Expanda seus horizontes: Não se prenda apenas ao ambiente de trabalho. Muitas vezes, boas ideias surgem quando menos se espera, como quando se está no transporte a caminho de casa ou até mesmo numa reunião com amigos. Novas pessoas podem gerar novas ideias. Anote toda e qualquer sugestão que tiver: vale no bloquinho de notas, no celular, arquivos no computador, rascunho de e-mail. Crie um banco de ideias para que você possa lapidá-las de acordo com a sua necessidade.

2 – Aprenda a reconstruir temas: Nem sempre você terá ideias mirabolantes. Geralmente, falar sobre um assunto simples, mas com uma abordagem inovadora, é uma boa saída para te render bons resultados.

3 – Não se reprima: Escreva tudo o que vem à cabeça e depois brinque de ligar os pontos. Trabalhe e reflita sobre os assuntos que você propõe. Nem sempre a primeira ideia é a melhor. Mesmo que você esteja escrevendo sobre coisas aleatórias, o cérebro é estimulado, aumentando as chances de se gerar conteúdo criativo. Pense, analise e filtre para saber se algo pode ser melhorado. Arrisque-se, inove e saia da caixa para ter resultados surpreendentes.

4 – Convoque reuniões de brainstorm: Todos sabem que várias cabeças pensam melhor que uma só. A boa e velha reunião de brainstorm sempre é uma boa pedida. Na chuva de ideias, uma sugestão pode acabar complementando a outra, acendendo uma luz para a criação de algo inovador.

5 – Esteja presente nas redes sociais: Monitore e siga diversas páginas, grupos de discussão e fóruns. Nestes canais são divulgadas uma grande quantidade de conteúdos novos que podem te inspirar. Ali também você pode filtrar sua busca pelos assuntos que te parecem mais relevantes. No final das contas, um simples “meme” pode se tornar uma boa oportunidade de pauta.

6 – Leia muito: Fique sempre de olho num bom livro, nas notícias e saiba sobre os principais assuntos do momento. Esta constante atualização das informações pode ajudar – e muito – na hora de se pensar em temas. Mas lembre se: escolha sempre fontes confiáveis.

7 – Cuide se! Pense um pouco mais em você e no seu bem estar: ouça música, medite, relaxe, durma. Seu corpo e mente precisam estar em boas condições para que as ideias possam fluir naturalmente e melhor.

A Race é uma agência especializada em produção de conteúdo. Provavelmente você nos achou por um buscador e chegou até aqui. Se está buscando uma agência de produção de conteúdo, entre em contato com os nossos especialistas e veja como podemos te auxiliar.

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Comunicação no atendimento ao cliente

Por Ana Carolina

Mais do que oferecer serviços ou produtos, uma empresa precisa estar atenta às necessidades do mercado consumidor. Cada cliente tem suas peculiaridades e para que a comunicação aconteça de forma eficiente, adaptar a linguagem e o conteúdo dos materiais de divulgação da sua organização é fundamental.

O primeiro passo para um atendimento eficiente é conhecer o público. Fazer um mapeamento de stakeholders pode ajudar muito. Esteja atento a linguagem utilizada no meio em que a sua organização está inserida. Lembre-se sempre que a comunicação é uma via de mão dupla, é preciso estabelecer um diálogo, e para isso, é necessário que as duas partes falem a mesma “língua”. Um vocabulário muito formal pode dificultar a compreensão da mensagem que você deseja transmitir, assim como uma linguagem muito informal pode causar certa aversão em meio mais conservador, conheça bem o perfil do seu público antes de enviar um material.

Esteja atento a aspectos culturais. Algumas empresas lidam com clientes de outros estados e até mesmo internacionais. Além da preocupação em produzir material em outro idioma, é importante ter em vista alguns costumes regionais e internacionais para evitar possíveis desconfortos. Cuidado com expressões ou brincadeiras que podem ser ofensivas em diferentes regiões e até mesmo países. Datas comemorativas, atividades especiais, tudo deve ser planejado e bem elaborado, para que a comunicação aconteça de forma adequada e contribua para o bom relacionamento da organização.

Ron Willinghan, pesquisador na área de administração de empresas em um de seus livros mais vendidos: “O que você faz que agrada seus clientes? ”discorre sobre a importância do valor emocional para o relacionamento entre empresa e cliente. É muito comum que organizações do mesmo segmento tenham produtos e serviços parecidos, porém é impossível copiar pessoas, a criatividade no atendimento é decisiva para o sucesso da marca. Segundo o autor, “…os clientes querem se sentir valorizados pelas pessoas que prestam serviços a elas”.

Criar um material de comunicação adequado para cada público é mais do que tradução, é criar uma ligação com o púbico. Uma agência de comunicação corporativa ou empresarial está apta a estudar e entender o cliente e dessa forma criar materiais que sejam coerentes e eficazes na solidificação de um relacionamento entre a empresa e seu público.

Se sua empresa está buscando uma agência para ajudar na comunicação com o cliente, entre em contato com a Race Comunicação e veja como podemos ajuda-lo 

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Como marcar presença nas Redes Sociais

Por Ana Carolina Lima

Para quem tem uma estratégia de comunicação integrada e que visa trabalhar todas as frentes possíveis de comunicação, ou seja, ter uma assessoria de imprensa, publicidade e comunicação interna, é fundamental ter presença nas redes socais.

Estar nas redes sociais é muito importante para visibilidade de pessoas públicas e/ou de uma organização, porém mais do que ter uma fan page no Facebook, um perfil no Instagram, Twitter ou Pinterest é importante utilizar de forma correta essas ferramentas. A internet pode ser um ótimo espaço para estreitar o relacionamento, entretanto, páginas desatualizadas, conteúdos não atrativos e informações desnecessárias podem prejudicar uma imagem.

Gerenciar as redes sociais é uma tarefa trabalhosa e requer muita dedicação. Atualizar múltiplas plataformas, publicar conteúdo original, desenvolver um planejamento que gere leads, engajamento e receita não é nada fácil.

Aqui temos sete dicas para auxiliar no gerenciamento das suas redes sociais:

  • Escolha suas plataformas: esteja nos locais certos! A internet é dividida em vários espaços e é necessário saber onde seu público está. O Instagram é a rede social mais popular no momento, mas as pessoas com quem você quer compartilhar suas informações utilizam a ferramenta?
  • Uma dica importante para iniciantes: tenha um perfil no Google+. O site de procura mais utilizado no mundo, Google, oferece uma prioridade na busca para empresas que utilizam a rede social deles, assim, quando as pessoas pesquisarem a sua marca no Google, as chances do seu nome aparecer logo nos primeiros resultados aumentam consideravelmente.
  • Dedique-se às redes sociais: o termo correto seria dizer, invista! Contrate uma agência para a criação de novos conteúdos e que vá além das datas comemorativas importantes para o seu público. Esta agência de comunicação (como nós aqui da Race!) deve criar publicações periódicas que tenham a ver com a sua marca e que sejam interessantes para seus seguidores e para os seus Stakeholders. Caso não consiga terceirizar o serviço, tente fazer você mesmo, mas ter alguém especializado para fazer, sobrará mais tempo para você cuidar do seu negócio. Lembre-se é um investimento no relacionamento externo da organização.
  • Gerenciamento: é fundamental saber o resultado das atividades nas redes sociais. Algumas ferramentas podem auxiliar nesta difícil tarefa como o Hootsuite, Sendible, Scup e Oktopost. Elas são capazes de monitorar páginas e grupos fornecendo um feedback sobre as publicações feitas.
  • Conteúdo visual: as publicações com mais visualizações são as que possuem imagens. Recentemente, o Twitter apresentou uma atualização que permite imagens maiores. Segundo estudo da Buffer, imagens podem aumentar a taxa de retuítes em 150%. O Instagram liberou, há alguns meses, a publicação de imagens sem cortes assim como o Pinterest, que desde a sua criação permite a postagem de figuras no tamanho original. Fique atento as tendências do mundo das redes sociais.
  • Geolocalização: se o seu negócio é um comércio ou uma empresa que depende de um endereço específico, pense em tudo que está ligado à geolocalização. Ou seja, a localização geográfica, contudo, virtual. Dessa forma, será necessário que o seu endereço esteja registrado em sites como o Google Maps, TripAdvisor, Yelp! ou aplicativos como Waze e ainda o mapa do iPhone (gerenciado pelo TomTom).
  • SAC 2.0: se você ainda não ouviu falar nisso, é importante saber que se você estará online, estará também ‘aberto’ ao contato com esses públicos com os quais irá interagir. Dessa forma, precisará de pessoas prontas para atender às demandas dessas pessoas, sejam positivas ou negativas. O SAC 2.0 é uma ferramenta essencial para quem está online e uma empresa terceirizada pode ser a solução para este trabalho também.

Em resumo, podem ser destacados esses pontos principais para o gerenciamento das redes sociais. Procure profissionais da comunicação e invista neste segmento. Ter profissionais especializados neste serviço é uma necessidade e sua empresa estará bem posicionada no mundo virtual e consequentemente terá mais vendas para o seu negócio.

Se sua empresa precisa investir nas redes sociais, clique aqui e entre em contato com a Race Comunicação e peça um orçamento para esse e outros serviços oferecidos.

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Treinamento customizado de porta-voz

Por Filipe Andrade

Já abordamos por aqui, em outros momentos, o que é e quais os benefícios do media training dentro da estratégia de comunicação corporativa ou empresarial de uma empresa.

Dentro desta ferramenta, essencial para o relacionamento entre organização e imprensa, a customização do treinamento de um porta-voz possui uma grande relevância também. Ou seja, o media training trabalhado de acordo com as especificidades de cada organização e sua área de atuação.

Pensemos o seguinte: de forma resumida, o media training tem por finalidade principal preparar um profissional para lidar com a imprensa em nome de determinada organização, seja em entrevistas, eventos ou ações de relacionamento.

Contudo, é fundamental ir além. Não se trata apenas de preparar o porta-voz para transmitir a mensagem, mas, sim, transmiti-la de acordo com o negócio da organização. Também é importante adequar o discurso conforme o público para o qual aquela comunicação está sendo direcionada.

Para isso, as agências de comunicação corporativa ou empresarial investem em treinamentos customizados para preparar porta-vozes. Por exemplo, um laboratório farmacêutico e uma indústria alimentícia possuem características e especificidades bem diferentes. Logo, a preparação do porta-voz precisa considerar essas características. Também existem empresas que têm vários porta-vozes cada um falando de um determinado assunto, então cada um ou cada grupo desses representantes da empresa devem ter um treinamento específico (confira aqui um artigo específico sobre quais ou quantos porta-vozes uma empresa precisa).

Devem ser levados em conta, neste caso, além do negócio e a filosofia da organização, sua inserção no mercado, de uma forma geral, e, de maneira específica, no segmento em que atua. Também é importante considerar os aspectos técnicos da organização, principais produtos, stakeholders e demandas daquele mercado específico.

É, sobretudo, um exercício de conhecimento da organização e sua área de atuação aliada ao domínio das ferramentas de comunicação para se transmitir, de forma clara e objetiva, a mensagem da empresa.

Se sua empresa está precisando de um media training sob medida, entre em contato conosco e conheça os nossos treinamentos. Eles são pensados de forma conjunta com o cliente para gerar o melhor resultado e estar alinhado com a estratégia de comunicação corporativa da empresa.

 

 

Treinamento customizado de porta-voz

 

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Os novos botões do Facebook

Por Évelin Karen

Empresas que possuem uma gestão de redes sociais, normalmente, utilizam e sabem da importância de ter uma fan page no Facebook como principal meio de planejamento de comunicação pelas redes sociais. Uma novidade lançada no último dia 24 de março sacudiu os gestores de mídias sociais. O Facebook disponibilizou aos usuários novas maneiras para se expressar diante dos conteúdos postados na rede. Agora, além do famoso “jóinha” (Curtir), você pode clicar nos emojis para amar (Amei), rir (Haha), se impressionar (Uau), ficar triste (Triste) e se irritar (Grr). Trata-se de respostas emocionais que deixam clara a humanização do relacionamento entre o homem e a internet.

Antes desta novidade chegar ao Brasil, estes novos botões passaram por quatro meses de testes em sete países.  Um dos objetos de estudos foram as figurinhas e emojis que os usuários utilizavam para comentar, reagindo sobre determinados assuntos. Espanha, Irlanda, Chile, Portugal, Filipinas, Japão e Colômbia foram os locais escolhidos para experimentar esta novidade que, inicialmente, contava com mais seis novos botões. Porém, durante os estudos foi decidido excluir o emoji  “Yay” por ser bastante parecido com o “Haha”.

Estas novas formas de se comunicar reformularam nossa perspectiva de análise. Agora, se você tem uma gestão de redes sociais realizada por profissionais, essa mensuração do engajamento com a marca terá de ser feita distribuindo pesos diferentes a cada reação clicada e, assim, calcular a aceitação ou descontentamento do público com o conteúdo.

Inicialmente estes botões podem até ser bastante utilizados devido à curiosidade do público. Porém, com o passar do tempo será possível perceber a aceitação ou não destas reações. Deve ser por isso que o Facebook não descartou a hipótese de incluir novos botões.

Segundo Mark Zuckerberg, presidente-executivo da rede social, “É importante dar às pessoas mais opções do que apenas o ‘curtir’ para ajudá-las a expressar empatia”, mesmo porque “nem todos os momentos são bons”.

Aqui na Race Comunicação, por exemplo, vamos adequar os relatórios com as mensurações de resultados conforme a necessidade dos nossos clientes, adaptando para cada empresa a melhor forma de apresentar os resultados.

E você? Curtiu, amou ou se irritou com esta novidade?

* Évelin Karen é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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O que é um storyboard?

Por Filipe Andrade

Todos aqueles que, no dia a dia, utilizam produtos audiovisuais como ferramenta de comunicação já utilizaram o storyboard em determinado momento. No entanto, nem todos sabem exatamente o que é e qual a sua finalidade.

O storyboard é um guia visual que traz as principais cenas de um produto audiovisual de forma rápida e objetiva. Ou seja, uma espécie de histórias em quadrinhos que retrata, na íntegra, o conteúdo de um material audiovisual. A intenção dessa ferramenta é oferecer uma ‘prévia’ daquilo que será produzido, dando uma noção mais exata possível do produto final.

Depende dele, portanto, o resultado do produto desde o início de sua execução, pois é a partir dele que se saberá o que será empreendido no projeto em desenvolvimento.

A roteirista Bruna Cataldi, ao escrever para o blog do Anima Mundi, explica que o storyboard é o “responsável pelo planejamento dos cenários, podendo reaproveitá-los e assim economizar tempo e energia dos profissionais envolvidos”.

Trata-se, portanto, de uma ferramenta indispensável no desenvolvimento de um produto audiovisual. Essa importância é evidenciada pela especificidade deste meio de comunicação. Um processo caro, exaustivo e essencialmente coletivo. Sendo assim, o storyboard é o responsável por possibilitar mais controle sobre o resultado de um produto audiovisual.

Veja aqui um exemplo de Storyboard.

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O que é vídeo institucional?

Por Ana Carolina

O vídeo institucional – também chamado de vídeo corporativo, empresarial ou marketing – é uma das ferramentas de comunicação mais eficientes para apresentação da infraestrutura, história, produtos, serviços e outros pontos de uma empresa para o mercado em que está inserida.

Normalmente divulgado no site da empresa ou eventos corporativos, este tipo de material tem como foco a apresentação da organização por meio de uma narrativa que conta desde a fundação até os dias atuais, ressaltando a missão e os valores da companhia. O relacionamento com os públicos interno e externo também recebe atenção especial, bem como as ações de responsabilidade socioambiental.

É importante também se atentar ao tempo do vídeo. A sociedade moderna não se dedica a materiais muito longos, se eles não forem chamativos. Um roteiro bem escrito permite que a história da instituição seja contada em poucos minutos, ressaltando todos os pontos desejados de uma maneira interessante.

Quando o vídeo institucional é bem elaborado desde o roteiro até a edição, ele consegue, ainda, aumentar a credibilidade da marca de uma organização perante seus clientes e ampliar a capitação de novos públicos, além de potencializar a realização de negócios.

Estudo feito pelo instituto de pesquisa americano Forrester aponta que com a produção de vídeos uma empresa tem 53 vezes mais chance de aparecer nas pesquisas do Google. E mais: daqui aproximadamente 3 anos, 90% do conteúdo na internet será nesse formato.

* Ana Carolina é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

Quer entender mais sobre esse assuntos? Clique aqui e veja mais informações sobre alguns serviços oferecidos pela Race Comunicação.

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