A assessoria de imprensa inserida no planejamento estratégico da empresa

A assessoria de imprensa inserida no planejamento estratégico da empresa 1

A assessoria de imprensa inserida no planejamento estratégico da empresa

Por Alan Mariasch

Investir em de assessoria de imprensa não significa apenas conseguir boas publicações em veículos relevantes ou desenvolver ações de relacionamento com jornalistas importantes. O que justifica então todos os esforços e investimentos nesse tipo de comunicação externa? A resposta para essa questão está no planejamento estratégico de cada empresa, e onde a assessoria de imprensa pode contribuir com ele.

O planejamento estratégico é um processo que facilita a gestão de uma empresa, auxiliando na definição de metas e de quais serão as estratégias para alcança-las. Em primeiro lugar determina-se a visão e a missão de determinada organização. Em seguida é realizado um diagnóstico, com a análise das fraquezas, ameaças, oportunidades e forças nos ambientes interno e externo. Por fim, são definidos os objetivos e metas que a empresa deseja alcançar, e quais serão as métricas usadas para verificar os resultados.

A assessoria de imprensa atua em áreas como divulgação externa e gestão da imagem e reputação de uma empresa. Sendo assim, seu papel é vital dentro do planejamento estratégico da maioria das organizações na atualidade, ainda mais numa época de alta competitividade e em que a transparência e o bom relacionamento são fundamentais. Empresas que não gostam de dar satisfações sobre suas atividades e que não dialogam com seus stakeholders estão provavelmente condenadas ao fracasso.

Engana-se quem pensa que a assessoria de imprensa é uma atividade meramente operacional, que se resume ao envio de releases. Trata-se de uma área muito importante, inserida no planejamento estratégico e que ajuda a empresa a atingir suas metas de crescimento, lucratividade e retenção de talentos. Será que alguém consegue imaginar alguma empresa moderna que não se preocupe em ter um bom relacionamento com a mídia?

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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10 benefícios da comunicação interna 2

10 benefícios da comunicação interna

Por Filipe Andrade

Assim como as possibilidades e ferramentas de comunicação interna são diversas, seus benefícios dentro de uma organização também são inúmeros, tanto para a organização em si quanto para as pessoas que a compõem.

Confira alguns dos (muitos) benefícios da comunicação interna para uma empresa:

1- Credibilidade e Transparência:

No contexto da comunicação interna, veículos oficiais dão maior credibilidade à mensagem e o desenvolvimento de canais de informação com a equipe proporciona mais transparência à organização. Pesquisas apontam que, para se criar uma cultura de qualidade em determinada empresa, independente do segmento em que atua, um dos fatores levados em conta pelos colaboradores é a credibilidade da mensagem, ou seja, quanto mais respeitável a fonte, mais valorizada a mensagem (Harvard Business Review, Abril, 2014).

2- Informação rápida e precisa:

Uma nova vaga, com início imediato, precisa ser anunciada! Nada melhor que aproveitar as inúmeras ferramentas para atingir o maior número de pessoas em menos tempo. Em um veículo de comunicação interno, a comunicação é alinhada com o que a empresa pretende comunicar. Então, tudo é publicado de forma muito mais precisa.

3- Conhecimento da organização:

Assim como acontece com o público externo por meio de outros canais de informação (também conhecidos como veículos de comunicação), uma comunicação interna eficiente apresenta aos colaboradores as principais ações e projetos daquela organização. Dessa forma, os colaboradores sabem tudo o que está acontecendo na empresa. Isso é mais funcional ainda quando uma companhia tem mais de uma planta/filial e aí, a comunicação interna é fator preponderante para aumentar a integração das informações.

4- Pertencimento da equipe:

Informar ao colaborador, em primeira mão, o posicionamento, as políticas e novidades da organização geram o engajamento da equipe, que se sente “parte integrante do negócio” (ABRACOM – Caderno de Comunicação Organizacional)

5- Oportunidades de destaque profissional:

Por meio de ações de comunicação interna, a empresa conhece (e reconhece) os colaboradores que mais se destacam em determinadas áreas. Premiações, promoções, mensagens de boas-vindas a novos colaboradores e histórias de vida inspiram e incentivam os demais membros da equipe. Além disso, é possível mostrar “quem faz o quê” dentro da empresa, dando maior integração no trabalho das equipes.

6- Alinhamento e Motivação:

Em qualquer organização, quanto mais bem informados forem os colaboradores sobre as principais ações, objetivos e estratégias daquela empresa, mais motivados ficarão no desempenho de suas tarefas e mais forças serão somadas para a superação desses objetivos.

7- Troca de conhecimento:

Uma das premissas de qualquer ação comunicativa é a interação e, mais que levar informação aos colaboradores, a comunicação interna  possibilita um feedback da equipe, que, por sua vez, auxilia no direcionamento de outras ações no futuro.

8- Minimização dos efeitos de crises:

Quanto mais efetiva e dinâmica a comunicação interna, menos impacto negativo haverá em casos de crises – que, inclusive, podem ocorrer em qualquer organização. Se comunicar da maneira correta em uma crise pode ser o grande diferencial entre sair com o mínimo de prejuízo ou a falência total de uma empresa . Saiba mais sobre gerenciamento de crise aqui.

9- Potencialização de resultados positivos:

Se por um lado a comunicação interna, quando bem estruturada, reduz efeitos negativos de uma crise, ela pode, por outro, impulsionar e fomentar os ganhos para a organização. Acreditamos que a comunicação seja a chave para o sucesso de sua empresa.

10- Clima organizacional positivo:

A troca de informação não se dá apenas no âmbito colaborador-empresa. A comunicação interna contribui para ampliar as relações interpessoais, criando um clima de cooperação e interatividade. Um bom clima organizacional define como as pessoas se relacionam umas com as outras dentro do ambiente de trabalho e isso pode até incentivar o trabalho em equipe e a participação ativa dos funcionários.

Para que todos esses benefícios aconteçam de verdade é preciso ter em mente que a comunicação interna é estratégica e realmente traz resultados. Importante também manter, sazonalmente, pesquisas de clima para avaliar os caminhos que essa comunicação interna deve seguir.

Se você precisa de uma comunicação interna integrada ou avaliar como esse trabalho pode ajudar nos resultados da sua empresa, entre em contato com nossa equipe e peça uma avaliação detalhada de como os seus colaboradores podem ter uma comunicação interna eficaz, eficiente e integrada.

10 benefícios da comunicação interna

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O que é uma entrevista? 3

O que é uma entrevista?

 

Por Marianne Mitsui

A entrevista é a principal atividade realizada no meio jornalístico para que se obtenham as informações necessárias na concretização de uma pauta. Ela não só é uma das práticas mais importantes, como também implica cautela e responsabilidade por parte do entrevistado.

Tanto no caso de uma figura pública, quanto no caso de um porta-voz de uma empresa, é imprescindível a realização do media training, pois assim o entrevistado adquire experiência para se comportar adequadamente nos diversos meios em que a entrevista pode ocorrer, seja ao vivo na televisão, no rádio ou em uma coletiva de imprensa. O importante é ter em mente as respostas apropriadas para cada pergunta e destacar as key messages.

Em alguns casos, a entrevista pode ser por telefone ou até mesmo por e-mail (em portais online esses métodos são comuns devido à demanda constante de notícias). De todo modo, é por meio da entrevista que se conquista credibilidade na mídia, fortalecendo a imagem positiva e transparente da empresa.

Algumas dicas para dar uma boa entrevista, além de fazer um media training (também conhecido como treinamento de imprensa), são:

  1. Preparação é a palavra chave
  2. Faça uma lista com as principais informações que quer passar
  3. Nunca peça para ler o que o jornalista anotou
  4. Nunca segure o microfone do jornalista (de TV)
  5. Não fique em silêncio durante muito tempo em uma entrevista de rádio (isso pode demonstrar insegurança)
  6. Fale com entusiasmo
  7. Tente transmitir uma informação por frase
  8. Seja gentil não só com o jornalista, mas com os cinegrafistas, fotógrafos, auxiliares e com o motorista (aliás, isso deve ser regra para a vida!)
  9. Seja objetivo
  10. Tenha certeza de que o jornalista entendeu o que você quis dizer

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Crises de imagem e reputação na internet 4

Crises de imagem e reputação na internet

Por Beatriz Carvalho

Quando as empresas preocupam-se com o lucro imediato e deixam para segundo plano à qualidade de seus produtos e processos, desprezando a capacidade crítica de seus consumidores, crises empresariais podem ser desencadeadas.

Há uma característica imprescindível associado às crises: sua inevitabilidade. Nesse contexto, qualquer organização está suscetível a passar por um momento de crise. As consequências que uma crise traz à organização podem ir da perda de credibilidade e de confiança, abalos na reputação, diminuição de lucros, demissões, processos judiciais, exposição excessiva negativa na mídia até o encerramento de suas atividades.

Entretanto, muitas organizações não se preocupam em elaborar e manter um plano de gerenciamento de crises devido ao seu elevado custo e optam por agir de improviso, “apagando incêndios” o que muitas vezes pode causar danos irreversíveis a imagem da empresa.

O acesso cada vez maior as informações, fez com que as pessoas obtivessem conhecimento dos seus direitos e dessa forma, exigissem uma postura correta por parte das organizações. Quando isso não acontece, é certo o interesse em divulgar para o maior número de pessoas a má conduta daquela instituição, instaurando processos de crise que podem abalar a reputação organizacional. Neste cenário, a comunicação, e em alguns casos a assessoria de imprensa, se apresenta como peças-chave para o gerenciamento dessas crises.

Se as crises já são tidas como inevitáveis há muito tempo, que dirá nos dias atuais, em que a informação ganha alcance mundial em questão de minutos e as pessoas, com cada vez mais acesso à internet e a celulares aptos a registrar flagras em qualquer canto, entre outras tecnologias, constituem potenciais geradores de conteúdo.

Durante toda a história do comércio, os consumidores/clientes de uma organização tinham acesso limitado a poucos canais de feedback e comunicação. Mas a internet veio para quebrar paradigmas quanto à comunicação. Não é apenas uma nova tecnologia, mas sim uma ferramenta que tem constituído novas formas de relacionamento.

A mídia gerada pelo consumidor, ou CGM, na sigla em inglês, termo criado pelo americano Pete Blackshaw, coloca em pauta nomes de marcas ou produtos. É cada vez mais comum que os consumidores/clientes utilizem a internet para expor suas opiniões e experiências comerciais. Essa exposição pode trazer benefícios uma vez que a experiência é positiva, ou situações de crise quando negativa.

Assim, a imagem da organização é colocada em risco, já que a internet simplesmente cria mais exposição para as organizações e marcas. Com essa premissa, é fácil compreender que crises na internet podem se instaurar com facilidade e alcançar um número incontável de pessoas.

A reputação é o bem mais valioso de uma organização e pode ser profundamente abalada por processos de crise não geridos corretamente. Nesses momentos caóticos, onde a opinião pública sobre determinada instituição sofre abalos, é preciso que profissionais habilitados gerem a crise de forma que ela tenha o menor impacto possível sobre a imagem e a reputação de uma organização.

* Beatriz Carvalho é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é LINK BUILDING? 5

O que é LINK BUILDING?

Por Rodolfo Zanchin

Link building é a prática de conseguir o máximo de publicações de links que remetam a um site. Este tipo de publicação influencia e melhora o posicionamento na busca orgânica do Google, Bing e outros buscadores, consequentemente, isso acarretará no aumento do número de acessos do site.

Este processo de estruturamento do total de links externos para um determinado site pode se dar de duas formas: NATURAL, que são links de outros sites e webmasters que gostaram do conteúdo e o divulgam. Há outra forma, chamada ARTIFICIAL, onde você consegue a divulgação do seu site pela troca de links ou cadastro em diretórios e social bookmarkings.

Com o trabalho de uma agência de assessoria de imprensa, a construção do release pode ser associada a técnicas do SEO, além de ser especializada em conseguir publicações relevantes em sites com grande acesso, favorecendo o link building do seu site. Vale lembrar que os buscadores também interpretam a relevância do site. Portanto, vale mais a pena o link estar em um portal de grande acesso ao invés de pequenos blogs e isso a assessoria de imprensa ajuda muito as empresas.

* Rodolfo Zanchin é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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Você sabe o que faz uma agência de comunicação corporativa? 6

Você sabe o que faz uma agência de comunicação corporativa?

Por Maira Manesco

As agências se dividem em vários nichos do mercado de comunicação, existem as agências digitais – especialistas em redes sociais, as agências de publicidade e marketing – focadas em campanhas publicitárias nos meios de comunicação, as agências de assessoria de imprensa – conhecedoras do relacionamento com as mídias, entre muitas outras. Há também as agências integradas, conhecidas como agências de comunicação corporativa ou empresarial, ou ainda como agências de relações públicas.

Estas últimas possuem a missão de atender os clientes da forma mais completa possível. Para isso oferecem serviços de assessoria de imprensa, comunicação interna, gerenciamento de crises, gestão de redes sociais, etc. Trabalhando desta forma é possível agregar valor à marca do cliente e estreitar seu relacionamento com os principais stakeholders.

As agências de comunicação corporativa transitam por todos os caminhos que uma organização precisa passar para ser reconhecida por seus públicos. Trabalham as ações, as estratégias e as ferramentas de comunicação de forma planejada e integrada, respeitando as características de cada cliente. Além disso, estas agências possuem uma equipe multidisciplinar formada por profissionais de jornalismo, relações públicas e publicidade, o que torna a dinâmica dos processos e o trabalho ainda mais enriquecedor.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Assessoria de imprensa antes e depois da internet 7

Assessoria de imprensa antes e depois da internet

Por Rogério Artoni

O trabalho de assessoria de imprensa nasceu no início do século 20 com a atuação de Ivy Lee. Ele foi um jornalista consagrado e que assinou contrato com o milionário John D. Rockefeller Jr para melhorar a sua imagem e de suas empresas, que naquele período tinha vários problemas de reputação junto aos mais diversos stakeholders.

Esta história é conhecida por muita gente e de lá para cá muitas coisas mudaram, principalmente com a chegada da internet. Mas como era o dia a dia das empresas de assessoria de imprensa antes da popularização da internet, e-mail e até mesmo das redes sociais?

Imagine um tempo onde não existiam os computadores… então tudo era feito em máquina de escrever. Algumas assessorias mais modernas já tinham telex e transmitiam seus press releases por esse dispositivo. Um grande amigo, Dinho Leme, me disse certa vez que em seu escritório tinha essa tecnologia. Com algumas máquinas destas funcionando a todo vapor era possível enviar o mesmo release para até 10 redações quase que simultaneamente. Algo inimaginável para a época e bastante obsoleto para os dias de hoje.

O envio de release, algo usado até demais pelas assessorias de hoje, era feito de forma impressa, ou melhor, datilografada e muitas vezes mimeografado e enviado um a um para as redações pelos office boys das empresas. Nesse período, por volta da década de 80, as assessorias de imprensa ainda eram muito mal vistas pelos jornalistas. Ainda hoje, há aqueles que consideram este trabalho como algo de um ‘subprofissional’.

Desta forma, o trabalho de conseguir uma boa publicação em estados distantes era feito apenas por telefone. Então feche os olhos e imagine uma redação com centenas de máquinas de escrever funcionando ao mesmo tempo, dezenas de telefones tocando, pautas importantes para serem fechadas e cheiro de cigarro no ar (sim, era muito comum as pessoas fumarem dentro das redações e em ambientes fechados).

Com o advento da internet, muitas coisas mudaram, para melhor e para pior. O lado bom foi a agilidade na comunicação entre os jornalistas, assessorias e seus assessorados. É possível fazer uma entrevista exclusiva por e-mail, ou por videoconferência; enviar as fotos que o jornalista necessita, mandar uma ótima sugestão de pauta e até mesmo enviar esclarecimentos praticamente em tempo real.

Contudo, o lado ruim é, sem dúvida, o volume de material que os jornalistas recebem. É impressionante. Desta forma, uma boa pauta enviada por e-mail, pode se perder na caixa de entrada e nunca ser publicada. Há também o número de assessorias que cresceu de forma exponencial.

Mas o trabalho de assessoria de imprensa, no fundo, não mudou. Desde seu início tem a função de levar informações relevantes e que realmente podem ser úteis para a população e assim ajudando os jornalistas com matérias mais completas, e também, auxiliando os clientes a terem suas informações divulgadas na imprensa.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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O que é uma sugestão de pauta? 8

O que é uma sugestão de pauta?

Por Marianne Mitsui

Uma das principais metas do assessor de imprensa é divulgar o cliente na mídia. Isso porque a exposição nos meios de comunicação é fundamental para o crescimento de um profissional ou de uma empresa. Desse modo, a sugestão de pauta é o principal caminho para se alcançar a divulgação do assessorado.

Com o press release pronto, a sugestão de pauta pode ser realizada antes do disparo geral, sendo oferecida com exclusividade para um veículo específico, ou mesmo depois, como forma de monitoramento do material enviado (follow up). O importante é que a pauta seja direcionada para a editoria adequada e, em certos casos, é necessário ter um gancho para despertar a atenção do jornalista.

Ao sugerir a pauta é preciso ter em mente a relevância do assunto para a mídia para que, assim, a pauta tenha destaque na redação, que recebe milhares de sugestões diárias.

* Marianne Mitsui é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é e qual a importância do Clipping? 9

O que é e qual a importância do Clipping?

Por Rodolfo Zanchin

Quando uma agência de assessoria de imprensa ou relações públicas trabalha o relacionamento com a imprensa e influenciadores para uma empresa, organização, pessoa pública ou produto, é necessária uma avaliação de resultados, isto se dá através do clipping.

Para entender a importância do clipping é essencialmente saber que ele se trata de algo básico: o recorte de publicações, seja na imprensa ou nas redes sociais. Esse recorte se dá em matérias impressas, publicações online, veiculações em rádios ou TV. O clipping pode ser feito sobre um tema específico, sobre uma empresa, organização ou mesmo sobre um setor. Para as empresas que trabalham com uma agência de assessoria de imprensa, ou agência de relações públicas, é importante que se faça a mensuração de resultados conquistados por meio desse trabalho, aparentemente básico, mas muito estratégico.

Dessa forma, com todos esses recortes de matérias, é realizada a compilação dessas veiculações que remetem a imagem da empresa, produto, organização  etc. e que são enviadas de forma diária, semanal e mensal. Através desta listagem que conseguimos ter uma real noção do trabalho executado. Baseado nessas publicações, a agência de assessoria de imprensa ou relações públicas faz a mensuração de resultados e consegue dimensionar se o trabalho está sendo executado de forma estratégica e alinhada com os interesses da empresa. Essas mensurações podem ser feitas de diversas formas, desde quantidade de pessoas possivelmente impactadas, tipo de veículo, região, centimetragem e uma série de outras maneiras de medições.

Confira alguns pontos sobre a importância do clipping:

  • Imagem / Reputação

Como sabemos, a reputação é frágil e através do clipping podemos mensurar como a empresa, organização ou pessoa pública é vista no mercado.

  • Estratégias no plano de comunicação

Através da análise dos resultados, podemos identificar falhas no processo de comunicação, avaliar os objetivos cumpridos e até mesmo possíveis retornos financeiros.

  • Decisões futuras

Identificar tendências do mercado auxilia a equipe de comunicação a antecipar crises e enxergar novas oportunidades.

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5 benefícios de se fazer um media training 10

5 benefícios de se fazer um media training

Por Alan Mariasch

As vantagens do media training vão muito além de simplesmente treinar porta-vozes sobre como eles devem agir durante entrevistas. Por meio dessa ferramenta, esses executivos passam a compreender melhor o papel fundamental da assessoria de imprensa dentro da estratégia empresarial. Confira abaixo os principais benefícios de se realizar um media training.

1- Simulação

Permite que os porta-vozes treinem vários tipos de entrevistas, para diversos meios (televisão, rádio, etc), inclusive aquelas que os coloquem numa situação de maior pressão. Vários cenários são testados, e o treinamento pode incluir a participação de jornalistas consagrados.

2- Key messages

De maneira didática, os executivos aprendem o que são as key messages (mensagens estratégicas de determinada organização) e a importância delas serem destacadas durante a entrevista.

3- Gerenciamento de crise

Um dos principais objetivos do media training é ensinar aos porta-vozes como agir em situações de adversidades, e também como fazer para evitá-las. Muitas crises começam por causa de declarações equivocadas à imprensa, ou pelo fato da empresa se negar a atender os jornalistas.

4- O que fazer e o que não fazer

Dicas práticas como orientações sobre postura corporal, gestual e não-verbal, que palavras nunca usar, além de quais roupas evitar são fundamentais no treinamento dos porta-vozes, para que dessa forma eles consigam ganhar mais credibilidade na mídia. Assim passem a ser reconhecidos pelos jornalistas como referências em suas áreas, sempre sendo convidados para entrevistas.

5- Papel estratégico da comunicação corporativa

Os executivos têm aulas sobre o funcionamento da imprensa, com detalhes sobre o cotidiano dos jornalistas. Além disso, estudam sobre como é o trabalho da assessoria de imprensa. Dessa forma, eles têm um panorama geral sobre a comunicação corporativa, e podem colaborar de forma mais efetiva tanto na hora de propor uma pauta, como em estratégias mais elaboradas.

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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