As principais redes sociais ao longo do tempo

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As principais redes sociais ao longo do tempo

Já parou para pensar que, mesmo com tantas inovações, todo ano surgem novas tendências para as redes sociais?

Por Danilo Nascimento

Como não se lembrar dos icônicos depoimentos do Orkut, participações em comunidades com títulos muitas vezes sem sentido algum? Sentir saudade da ferramenta de chamar atenção no MSN – seria ótimo essa função no WhatsApp para aquelas pessoas que nos deixam falando sozinhos, não é?

E só de imaginar que para conversarmos um com o outro tínhamos que mandar SMS, apertar três vezes uma única tecla para conseguirmos uma letra – fora o número máximo de caracteres, pois, caso contrário, teríamos de pagar a mais pela mensagem, que se tornaria um MMS. Até mesmo para acessar essas plataformas, os únicos meios viáveis para isso eram lan houses ou computadores residenciais e celulares, que ainda não eram smartphones.

Por incrível que pareça, já se passaram 18 anos dessas invenções e, mesmo assim, pensar em uma evolução naquela época ainda era muito difícil!

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Como encontrar influenciadores digitais que combinem com sua marca

Como encontrar influenciadores digitais que combinem com sua marca

Por Vanessa Assis

Espaços digitais são democráticos. É possível elaborar estratégias para comunicar variados tipos de público, através dos mais diversos perfis de porta-vozes. O marketing de influência, definitivamente, é abrangente, mas não significa que seja simples de ser explorado. Encontrar influenciadores digitais que comuniquem o que a marca deseja, para o target apropriado, demanda estudos, análise, maturação e revisão, para que a campanha não se perca num mar de pessoas que talvez não se interesse pelo que está sendo dito.

Por isso, é importante que pessoas especializadas façam o planejamento de uma campanha de marketing de influência, que deve seguir os seguintes critérios.

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Contra o discurso do ódio, ativismo empresarial

Na obra clássica de gestão “Feitas para durar”, Jim Collins descreve como as empresas visionárias existem para algo além de apenas dar lucros. Estas empresas são regidas por um sistema de ideias e valores que lhes serve de força impulsionadora, um ativismo capaz de inspirar as pessoas que trabalham nela. Ou seja: para estas empresas, o lucro não é um fim em si mesmo, mas um meio de atingir objetivos mais importantes. 

Ao lado dos governos, as empresas continuam a ser um dos maiores agentes de mudança na sociedade. Elas são responsáveis por uma parte muito significativa do bem estar que podemos alcançar – seja por criarem e comercializarem produtos e serviços que melhoram vida das pessoas de alguma forma, seja por gerarem empregos e renda que possibilitam o consumo destes produtos e serviços. 

Algo óbvio, mas que nem sempre é lembrado quando pensamos em uma empresa, é que elas são formadas por pessoas. Uma empresa assume seus contornos visíveis pelo conjunto de ações tomadas a partir das decisões de seus líderes e membros – muitas vezes munidos de dados de mercado e planos de crescimento ambiciosos, sim – mas fundamentalmente “gente como a gente”, pessoas que querem uma vida saudável, segura e cheia de realizações para si e para aqueles que amam. 

Recentemente, grandes empresas (e as pessoas por trás delas) se uniram em alguns movimentos que nos lembraram de que sua capacidade de promover mudanças positivas vai além de seus produtos: sua atuação e poder como anunciantes também pode se traduzir como uma ferramenta de ativismo social. 

O crescimento da influência do Sleeping Giants, uma plataforma que alerta empresas de que anúncios adquiridos por meio de mídia programática estavam financiando conteúdos falsos e sites extremistas, foi uma “sacudida” recente para todo o mercado de veículos de comunicação e anunciantes. 

Quer saber mais sobre gerenciamento nas mídias sociais? Confira as nossas soluções:

Gerenciamento de Redes Sociais

Em seguida, grandes anunciantes voltaram sua atenção para o Facebook e suas plataformas, como o Instagram. Hoje, o Facebook é o segundo maior veículo global de mídia, perdendo apenas para o Google. Há tempos, a rede social vinha sendo advertida de que seus esforços para excluir de suas plataformas conteúdos ligados a fake news e discurso do ódio contra minorias estavam sendo ineficazes.

Para pressioná-lo para um maior comprometimento com este objetivo, empresas como Unilever, Coca-Cola e Starbucks suspenderam temporariamente contratos de publicidade com a rede.

Outras grandes empresas, como Heineken e Adidas, foram se unindo ao movimento. Ao todo, o mercado estima que cerca de 400 empresas aderiram à causa, suspendendo ou cancelando investimentos na plataforma durante o mês de julho/2020.

Ativismo contra fake news

Embora um pouco resistente, o Facebook anunciou que irá tomar novas medidas para combater a disseminação de notícias falsas e ataques a minorias em suas plataformas. Os impactos deste gesto tiveram impacto financeiro sobre o Facebook – a empresa perdeu 8% de seu valor de mercado em apenas um dia – e embora já tenha recuperado uma parte deste valor, a repercussão simbólica deste boicote terá longa duração.

As empresas são parte e fruto da sociedade, e por isso é justo que utilizem sua enorme influência, financeira e no âmbito das ideias, para dar voz e promover mudanças positivas, que venham ao encontro dos desejos e necessidades das pessoas que as fazem existir.

É muito natural que empresas que gastam milhões de dólares no gerenciamento de sua imagem e reputação não queiram aparecer associadas a postagens e conteúdo que, por exemplo, pregam valores ligados à ideologia de extrema direita e ao preconceito contra minorias.

O papel social das empresas vai além de ter uma área dedicada a projetos sociais ou preocupação com causas. Esse ativismo vai além, também, de ter boas políticas de recursos humanos para quem trabalha nela. Empresas que pretendam estar em pé e lucrativas pelas próximas décadas precisam se atentar ao amadurecimento de conceitos de justiça social entre seus consumidores, e evoluir com eles.

Por Michele Colombo 

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5 dicas de diagramação para feed do Instagram

5 dicas de diagramação para o feed do Instagram

Por Lívia Caixeta 

O Instagram é a rede social que mais cresce no mundo, contanto com mais de 1 bilhão de usuários ativos por mês. Destes usuários, 80% seguem o perfil de alguma marca na plataforma, segundo dados divulgados pelo próprio Instagram. Mas será que a sua marca sabe se destacar nessa rede social e evitar o overview do posicionamento?

Pensando nisso, separamos nesse post 5 dicas de diagramação para feed do Instagram que farão seu negócio se destacar na rede social queridinha do momento.

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O advento das redes sociais corporativas e o novo ser S/A

Por Rodrigo Freitas

As novas formas de interações sociais, relacionais e midiáticas, a quebra de paradigmas e a inovação fizeram com que a sociedade, principalmente a brasileira, assumisse uma nova configuração de mundo.

Cada vez mais presente, a palavra “reconfigurar”, entrelaça o espaço físico e o virtual, incorporando-se no contexto da sociedade em todas as esferas. Nas organizações não é diferente.

A era da padronização do ser S/A findou. Embora ainda existam adeptos fundamentalistas, o todo imposto tem dissipado a cada dia. Como retratou Zygmun Bauman, sociólogo e filósofo polonês na “modernidade líquida”, tudo é volátil, as relações humanas não são mais tangíveis.

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Quem é a sua empresa nas redes sociais?

Você sabe exatamente quem a sua empresa é nas redes sociais – como ela fala, age e se relaciona com o público? Isso é muito importante para a relevância da sua marca.

Por Evelyn Spada

Cada pessoa, um universo. Existem aquelas mais agitadas, as que gostam de dar conselhos, as que sonham, enfim, são inúmeras características que diferenciam as pessoas. E com a marca não é diferente. Criar a personalidade e individualidade da empresa nas redes sociais pode revelar um lado mais humano e até bem-humorado da marca.

Diante dos canais de atendimento online, como as redes sociais, as marcas ganham tom de voz e até hobbys. Isso possibilita que os clientes se aproximem daquelas com características e valores pelos quais sentem mais afinidade.

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Em tempos de tragédias, saiba como uma empresa deve se comportar nas redes sociais

Por Thamyris Barbosa

Não tem sido fácil abrir os portais de notícias ultimamente. O ano mal começou e o Brasil já acumula uma sequência de tragédias de todos os tipos. Seja por negligência das empresas, do governo ou mesmo verdadeiras fatalidades. Os tempos tem sido difíceis. E, já que não há como não nos abalarmos diante desses acontecimentos, é preciso aprender a lidar com eles não apenas na vida, mas nas redes sociais também.

É claro que, se sua empresa estiver diretamente ligada a esses desastres, o presente texto não irá ajudar muito. Para as instituições que estão do lado de dentro, o ideal é adotar uma agenda voltada ao gerenciamento de crise.

Mas, mesmo para quem está acompanhando de fora os episódios dramáticos desse início de ano, é importante estar em sintonia com o momento e evitar gafes. Nessas horas de comoção coletiva em torno de tragédias, qualquer passo em falso pode deixar sua empresa no foco das atenções. E para não colocá-la no centro das críticas, é importante ter cautela em qualquer ação.

Por isso, confira abaixo algumas dicas de etiqueta das redes sociais para esses momentos:

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automação no instagram

Automação no Instagram: todo cuidado é pouco

Nos últimos tempos os usuários perderam a automação de diversas funcionalidades do Instagram. Saiba mais sobre isso nesse post!

Por Bárbara Christan

Estamos vivendo o boom do Instagram, rede social que começou com fotos, se expandiu para carrossel de imagens, transmissões ao vivo, vídeos curtos… O aplicativo vem ganhando força nos últimos anos, aumentando sua base e chegando a outras faixas etárias que não conheciam a plataforma – agora pais, tios e avós estão migrando para a rede.

De repente, todos exercem o papel de fotógrafos, buscando o melhor clique, e de influenciadores, compartilhando hábitos de consumo, livros que gostaram, filmes que assistiram e outras preferências. Nesse canal, cada pessoa é um criador de conteúdo único, divulgando também opiniões sobre assuntos políticos e governamentais com curtidas e novos perfis a seguir.

Com isso, a comunicação e o marketing digital pegam carona nesse crescimento e desenvolvem formas de obter e mensurar resultados para as empresas. E é aí que entram as ferramentas de automação, ajudando influenciadores e vendedores a trilharem seu caminho na rede com mais comodidade e segurança.

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redes sociais

Como agravar uma crise por meio das redes sociais

Por Thamyris Barbosa

Saiba o que NÃO fazer nas redes sociais, usando como exemplo o caso da rede de hipermercados Carrefour.

Em um dia, o post da promoção no setor de hortifrúti nas redes sociais mostra pouco engajamento. No outro, esse mesmo conteúdo ultrapassa os 300 mil comentários. A crise estourou!

Foi assim que o Carrefour viu que o caso do cachorro morto por um segurança da rede estava indo longe demais: seria preciso se pronunciar. A grande comoção ganhou notoriedade após um relato nas redes sociais, que motivou a ida de uma ativista e protetora dos animais até o local, onde gravou o vídeo das agressões.

No total, estima-se que o caso tenha chegado a cerca de 60 milhões de pessoas (30% da população nacional). Mas, apesar do trágico episódio, o movimento que chegou a pedir boicote ao mercado poderia não ter tomado uma proporção tão grande. E se você é do tipo que acredita na máxima do “nada é tão ruim que não possa piorar”, verá nesse caso um prato cheio para comprovar sua tese.

Assim, apresentamos abaixo três das medidas que transformaram a marca em uma das mais odiadas do país nas últimas semanas e um dos assuntos mais comentados no mundo digital e de comunicação. Siga esse passo a passo, caso queira agravar uma crise com a ajuda das redes sociais:

Terceirize a culpa

Segundo nota emitida pelo hipermercado de Osasco, o Centro de Controle de Zoonozes foi o responsável pela morte do cãozinho. Em nota, eles afirmaram que “o cachorro desfaleceu em razão do uso de um “enforcador”, tipo de equipamento de contenção”.

Se quiser piorar a situação para ao seu lado ao não assumir a responsabilidade que lhe cabe, copie essa dica infalível: culpe outras instituições/pessoas pelos seus erros, apontando o dedo descaradamente. Isso mostrará que sua empresa não entendeu o mal que causou e potencialmente persistirá na conduta em situações similares.

Subestime o poder das redes sociais

Foi necessário apenas uma postagem nas redes sociais para iniciar a mobilização de milhares de pessoas. Em uma consulta ao Instagram do Carrefour, vemos que não apenas pessoas comuns, mas famosos também passaram a cobrar explicações. Uma onda de revolta virou rapidamente um tsunami, a medida em que os compartilhamentos foram se multiplicando. A incredulidade em relação ao poder das redes sociais fez com que a empresa demorasse para se pronunciar. A demora nas respostas é um ingrediente muito poderoso para afundar qualquer instituição em um momento de crise. Abuse desse item.

Use respostas prontas

Quando finalmente resolveu se pronunciar, depois de perder um tempo precioso, o Carrefour elegeu uma resposta pronta e colou em todas as perguntas. Não importa se a pergunta nas redes sociais era relacionada ao estado de saúde do cachorro ou se era sobre o preço do óleo de soja naquele dia: todas eram respondidas da mesma forma!

Isso gerou mais indignação ainda, afinal mostrou o despreparo e a indiferença da instituição quanto ao ocorrido e em relação aos próprios consumidores. Muitas pessoas ficaram tão irritadas com essa medida que passaram a rechaçar a empresa em todos os posts, voltando anos até publicações de 2015.

Passei por isso… o que fazer?

Mesmo que já sua empresa ou negócio tenha enfrentado uma crise assim e, infelizmente, tenha colocado em prática todas essas “dicas”, saiba que não é impossível resgatar a reputação da sua empresa.

Contudo, isso exigirá uma estratégia de comunicação firme e, principalmente, uma mudança radical nos processos e valores postos em prática pelos colaboradores ao lidar com uma situação assim. Na verdade, uma crise traz oportunidades para revisão de processos e transformações. Cabe à empresa aproveitar ou não para melhorar.

Quer contar com consultoria especializada para gestão de crises, seja on ou offline? A Race Comunicação pode apoiar esse negócio e oferecer treinamentos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais.

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marketing digital

Marketing digital: como medir resultados de produção de conteúdo em redes sociais

Por Filipe Andrade

A mensuração de resultados é o Tendão de Aquiles de qualquer estratégia de Marketing Digital. Sem ela, a organização não tem condições de verificar o quanto seus conteúdos são aceitos (ou não) nas redes sociais.

A boa notícia é que os principais sites de redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter, por exemplo) oferecem sistemas próprios de métricas de conteúdo. Para isso, são contabilizados os números de curtidas/reações a uma publicação, número de visualizações (seja em postagens ou em Stories, no caso do Facebook e Instagram), índice de curtidas na página e compartilhamento de postagens. Aqui você tem acesso ao guia do Facebook e Instagram e aqui você encontra o guia de mensuração do Twitter.

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