Alinhamento entre assessoria de imprensa e público-alvo

Alinhamento entre assessoria de imprensa e público-alvo

Por Núbia Neves

Antes de se iniciar o trabalho de assessoria de imprensa, diversas estratégias devem ser traçadas, incluindo a identificação do público-alvo que a empresa deseja atingir. O primeiro passo para isso é entender o que é público-alvo, e que muitas vezes se trata de mais de um. Por esse motivo, muito cuidado e atenção são necessários para o alinhamento de cada ação.

Detectado o público-alvo de uma empresa, o próximo passo é alinhá-lo com os melhores veículos para se trabalhar. Por isso, a estratégia de mídia é essencial nesse ponto do trabalho. Cronogramas devem ser estruturados e aprovados com, no mínimo, dois meses de antecedência para cada ação, dessa forma será possível trabalhar com todos os tipos de veículos, desde revistas (que precisam de mais tempo para a elaboração de uma matéria e que têm fechamento mais antecipado) até portais, que são mais imediatistas.

O importante é perceber que é essencial para o início de qualquer trabalho com a mídia a estruturação entre o público e a empresa. O alinhamento das ações partindo daí trará direção e mais assertividade às divulgações.

Dentre os serviços de assessoria de imprensa, identificar a melhor forma de trabalhar a empresa na mídia (dentro do espaço editorial), direcionado ao seu público-alvo é uma responsabilidade específica dessa área e não de uma consultoria de marketing, que muitas vezes é contratada para esse trabalho, no qual não são especializados.

* Núbia Neves é assessora de imprensa na Race Comunicação

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A importância do alinhamento da assessoria de imprensa com o cliente

Por Cristiane Felix

Atualmente, o cenário das agências de comunicação tem passado por mudanças, principalmente em questões associadas ao relacionamento entre assessorias e clientes, que passaram a ser mais exigentes com temas como modernização e processos internos. Para que essa parceria resulte em bons resultados, o assessor de imprensa tem sido inserido cada vez mais no planejamento estratégico e tem aumentado sua participação na gestão dos negócios da empresa com o cliente.

O trabalho de execução de um planejamento de assessoria de imprensa hoje é muito mais integrado, unindo as áreas internas de marketing, gestão da empresa, departamento de comunicação e agência de RP. Isso tem sido fundamental para o assessor entender qual é o foco do cliente e quais são suas necessidades e objetivos dentro de uma visão mais macro.

Manter a assessoria munida de informações dentro dos assuntos da empresa e alinhar toda a sua gestão são fatores essenciais, e que podem alavancar os resultados de mídia e ampliar o posicionamento e reforço de uma marca/empresa no mercado.

Esse atendimento personalizado e alinhado, com foco no cliente, facilita também na elaboração da proposta de assessoria de imprensa e definição de metas e estratégia da empresa.

* Cristiane Felix é assessora de imprensa na Race Comunicação

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Content marketing ou produção de conteúdo

Por Rogério Artoni

Content marketing é, na verdade, a geração de conteúdo que traz resultados efetivos para uma empresa através de suas plataformas digitais. Imagine que as pessoas estão cada vez mais evitando a publicidade e buscando informações que elas consideram relevantes. Pensando dessa forma, ter produção de conteúdo digital customizado e direcionado para o seu público dentro do seu site ou blog pode trazer novos visitantes e, dessa forma, potenciais clientes para a sua empresa. Este post é um exemplo disso, e se você leu esse texto até aqui é porque provavelmente encontrou esse conteúdo num buscador como o Google e está visitando o site da Race Comunicação.

Para realizar uma produção de conteúdo online relevante, deve-se ter sempre em mente quem é o seu público, que informação ele procura e o que é interessante para ele, tudo alinhado com as estratégias da sua empresa. Contudo, esse trabalho de marketing digital exige uma equipe disponível para fazer a avaliação, a pesquisa e principalmente para produzir esse material e gerenciá-lo nas suas plataformas digitais, sejam elas o seu site ou suas redes sociais.

O content marketing, ou gestão de conteúdo, não substitui a publicidade, mas sim a complementa, assim como faz com outros serviços, como a assessoria de imprensa. Essa produção de conteúdo para sites e blogs deve ter sempre como aliada o trabalho de SEO marketing. Ou seja, mesmo que você tenha um conteúdo digital relevante, deve ter um trabalho de manutenção do conteúdo interno do seu site ou blog para poder melhorar a visibilidade frente aos buscadores.

Esse trabalho de produção e gestão de conteúdo, realizado por uma equipe de jornalistas, deve ser direcionado com palavras-chaves relevantes para o seu negócio, tudo alinhado com as demandas dos buscadores e também com o trabalho de SEO.

Para fazer uma comparação simples, se o seu site não tem conteúdo, é como se ele fosse uma biblioteca com poucos livros. Por que as pessoas vão a uma biblioteca que possui apenas 10 livros? Não seria melhor ir à melhor biblioteca da cidade, onde estão disponíveis dezenas de milhares de obras?

Por isso, se o seu site ainda não tem um trabalho de content marketing, pense nele também como uma loja vazia, com poucos produtos à venda. Se você precisa de alguém especializado em produção de conteúdo, entre em contato com a nossa equipe e poderemos ajudá-lo a melhorar o tráfego do seu site.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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As diferentes pautas que um mesmo cliente pode ter

Por Marianne Mitsui

A pauta é a ferramenta utilizada pelos jornalistas para listar os diferentes assuntos a serem publicados em um veículo de comunicação. Trata-se do pontapé inicial para o desenvolvimento de uma matéria.

Na rotina das redações, são realizadas reuniões de pauta, e a frequência depende do tipo de veículo. Assim, em veículos diários (jornais, por exemplo) as reuniões também são diárias, e o mesmo raciocínio é aplicado para veículos semanais e mensais. Já na internet, como o fluxo de informações é constante, as reuniões de pauta podem ocorrer mais de uma vez num dia.

Em uma assessoria de imprensa, a dinâmica das reuniões de pauta segue a lógica das redações. Porém, é a partir do setor em que o cliente trabalha que serão listados os assuntos para o material de divulgação. Portanto, é com base na área do cliente que as pautas são formuladas e as editorias identificadas.

São inúmeras as possibilidades de pautas que podem ser elaboradas a partir de um único cliente. Seja uma indústria alimentícia, uma empresa de engenharia ou uma exposição de design, por exemplo, é possível ter pautas de negócios, marketing ou do mercado particular que a área engloba. Se o objetivo é emplacar pautas online, ainda é possível criar galerias de fotos-legenda, muito comuns em portais da internet.

Outro modelo de pauta utilizado tanto em portais quanto em jornais e revistas é aquele acompanhado de um infográfico, muitas vezes elaborado pelo cliente da agência de comunicação. Seja como for, o assessor deve ter habilidade para extrair diferentes temas que sirvam para os interesses de todos os veículos.

* Marianne Mitsui é assessora de imprensa na Race Comunicação

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6 coisas que não devem faltar no seu press release

Por Filipe Andrade

Em assessoria de imprensa é fundamental sempre lembrarmos de um ponto: um bom release de imprensa, bem direcionado, atingirá em cheio seus principais objetivos – atrair a atenção de jornalistas para divulgação de determinada informação e trazer maior visibilidade para sua organização. Entretanto, um press release mal estruturado e com direcionamento falho resulta em perda de tempo de quem o elaborou e aversão de quem o recebeu; e o destino do material será a lixeira do e-mail.

Por isso, preparamos algumas dicas a serem consideradas na hora de se preparar um release para imprensa.

1 – Seja objetivo:

Um bom press release sempre será aquele que, em poucas palavras, consegue sintetizar todo o conteúdo, ou seja, apresenta os fatos mais importantes em um texto conciso e de fácil leitura. Portanto, nada de procrastinação em um release para imprensa. Use frases curtas e diretas.

“Você deve partir do pressuposto que a pessoa que lerá seu release não tem tempo para gastar com textos longos e desnecessários. Quanto mais objetivo você for, mais chances tem de lerem seu texto. Então, quando seu release estiver pronto, leia-o de novo e corte palavras. Com certeza há algumas que não precisam estar ali”, escreve Rubens Moraes ao Portal Comunique-se.

 2 – Elabore títulos e subtítulos impactantes (e objetivos também):

A máxima de que ‘a primeira impressão é a que fica’ é evidente quando se trata de releases. Título pobre ou sem objetividade não atrairá a atenção do público leitor e o press release, consequentemente, não trará o retorno desejado.

 3 – Informação relevante:

“Se alguém ligar para lhe pedir alguma informação sobre seu release, você o escreveu errado”, escreve Rubens Moraes. Um dos maiores erros na hora de escrever o release para imprensa é a falta de informação. Para evitar esse problema, a dica é ler e revisar com atenção o release, conferindo se as principais informações estão ali.

O mesmo vale para imagens. Bons exemplos de releases relevantes são aqueles que oferecem todos os dados que o jornalista precisa, inclusive fotos.

4 – Contato:

‘Faça-se conhecido’ por seu público. Um dos principais equívocos em um press release é a ausência de um contato. O motivo é simples: um press release visa chamar a atenção de um veículo noticioso para determinado assunto. E sem contato, sem retorno.

5 – Mais do que um press release, ‘ofereça uma pauta’:

Mais do que informações, um bom release para imprensa pode contribuir para a construção e desenvolvimento de uma pauta. Isto se dá quando o autor do texto procura contextualizar seu tema, ampliando a visão sobre determinado assunto e possibilitando a veiculação da informação desejada. Informações adicionais, dados do mercado em que sua organização atua, por exemplo, são sempre relevantes. Mas, nunca é demais lembrar, contextualize sem se esquecer da objetividade.

6 – Conheça seu leitor e direcione para o público certo:

Saiba para quem seus press releases são enviados. Neste quesito, quantidade nunca será sinônimo de qualidade. Defina bem seu público de acordo com o conteúdo que for mais relevante para aquele veículo. Releases que não agregam para o repórter serão automaticamente descartados. Por isso, vá direto ao ponto!

*Filipe Andrade é assessor de imprensa na Race Comunicação

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SEO integrado com assessoria de imprensa ou relações públicas

Por Rogério Artoni

O trabalho de assessoria de imprensa, por muitas vezes foi considerado um parceiro distante do SEO (search engine optimization). Atualmente o trabalho de SEO e assessoria de imprensa devem ser pensados de forma integrada, pois um serviço complementa o outro. O SEO, ou otimização de dos mecanismos de pesquisa, visa melhorar os conteúdos de um site frente aos buscadores como o Google. Para que esse trabalho ocorra da melhor forma, palavras-chaves devem ser pensadas na produção de conteúdo e deve haver publicação de links dentro de outros portais, de preferência em sites relevantes, e que apontem para o seu site.

Desta forma, o trabalho da assessoria de imprensa, ou de relações públicas, deve estar integrado com o SEO da empresa. Pensando sempre em publicações em sites relevantes e, quando possível, ter o link para o site da empresa. Uma agência de relações públicas em São Paulo ou em Goiânia ou até mesmo em New York, e que atua desta forma, pode colaborar para elevar os acessos ao site da empresa, independente de sua localização. O importante nesse caso é a adequação à linguagem, idioma, público, publicações relevantes e palavras-chave.

Sendo assim, não é interessante ter um volume grande de links publicados em sites de baixa relevância, algo que os robôs do Google reprovam. Vale mais a agência de relações públicas tentar uma publicação relevante em um grande site, mas que contenha o link para a empresa. Muitas vezes a equipe de SEO pode dar, inclusive, insights sobre os tipos de pautas que são mais interessantes para o site do cliente. Outro ponto, é a agência de assessoria de imprensa ou relações públicas trabalhe na produção de conteúdo, ou content marketing. Escrevendo conteúdos otimizados e direcionados para o site da companhia ou para o blog. Se tiver dúvidas sobre isso, acesse esse link.

Com as duas áreas trabalhando de forma integrada é bem possível que o volume de visitas ao site do cliente tenha um crescimento exponencial e suas vendas cresçam, impactando efetivamente nos resultados da empresa que contrata uma agência de relações públicas ou assessoria de imprensa que trabalha com SEO de forma integrada. A Race Comunicação trabalha desta forma, se você tem interesse nesse serviço clique aqui e saiba mais.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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Como fazer o mapeamento de stakeholders?

Por Maira Manesco

Os stakeholders são grupos de interesse de uma organização, que interferem direta ou indiretamente em seu andamento. Por isso, manter um bom relacionamento, mapeá-los e gerenciá-los é um processo crucial para que as partes interessadas estejam envolvidas em todas as ações para o sucesso da companhia.

Os públicos-alvo, como também são conhecidos os stakeholders, podem ser considerados internos ou externos. Os internos são compostos especialmente por funcionários, enquanto os externos podem ser sobretudo clientes, consumidores, concorrentes, fornecedores e órgãos reguladores.

Para iniciar o processo de mapeamento dos stakeholders é preciso levantar quais são as pessoas e entidades que impactam a companhia, e depois classificá-las como: grau de dependência, grau de participação e grau de interferência. Como explicamos aqui.

Em seguida, faça um gráfico onde serão representados os públicos. Do lado esquerdo coloque a influência e na parte de baixo a importância. E distribua os stakeholders neste mapa. Feito isso, separe seus públicos em três camadas horizontais, pois você irá trabalhar com eles de acordo com a sua representatividade.

Com os stakeholders da camada superior, mantenha contato constante. Deixe-os envolvidos em praticamente todas as ações da organização. Os da camada do centro não precisam de tanta atenção, mas também devem ser informados sobre ações relevantes, pois podem ser influentes o bastante para ajudar no que for preciso. Por fim, com os da terceira camada, a comunicação pode ser mais genérica apenas com o intuito de informar.

Seguindo estas etapas, o mapeamento de públicos-alvo estará completo. No entanto, é importante mantê-lo atualizado, pois um stakeholder da camada inferior pode brevemente merecer mais atenção.

Mapeamento de stakeholders - Race Comunicação

 

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Como é feito o media training

Por Núbia Neves

Depois de entender o que é um media training e qual sua importância, é hora de entender como ele é aplicado. É comum que um jornalista convidado, algumas vezes famoso, seja contratado para o treinamento de mídia, porém, não existe uma regra para isso. Quando este tipo de participação ocorre, a ação se torna mais interessante, já que um jornalista tem sempre diversas experiências e muitos exemplos de entrevistas, boas e ruim, para passar para os executivos. Porém, essa não é uma opção crucial para o bom desempenho da ação e sim, uma ferramenta a mais que pode ser utilizada.

Basicamente, o treinamento de imprensa, ou media training, deve ser dividido em três partes:

Parte teórica:

Nessa primeira fase o personal coach explica aos executivos escolhidos para serem porta-vozes, a importância da mídia para a criação de uma boa reputação de marca ou produto; a história da imprensa e a evolução de cada canal (televisão, rádio, mídia impressa e online); a importância de cada um desses canais; como se comportar em uma entrevista; o que o jornalista, normalmente, espera de um porta-voz; a importância no alinhamento de informações, exemplos de erros e acertos, estratégias para um bom relacionamento com os jornalistas etc.

Treinamento:

Na segunda fase do media training o porta-voz vai colocar em prática tudo o que foi passado para ele na fase teórica e terá o desafio de aplicar tudo o que foi explicado da forma mais eficaz possível. O ideal é que nessa fase todos os tipos de mídia e de entrevista sejam simulados. Ou seja, deve ser analisada a postura do executivo tanto em uma entrevista televisiva, como em uma matéria para um portal online, por exemplo. Da mesma forma, uma entrevista positiva, como o lançamento de um novo produto, deve ser posta a prova, porém, uma simulação de crise também deve ser avaliada.

Feedback:

Após serem treinados é a hora dos executivos conhecerem e entenderem seu desempenho. Durante a segunda fase, é importante que o jornalista analise todos os pontos fracos e fortes do entrevistado para que, assim que terminarem a simulação, possa ser passado para o entrevistado o que deve ser aperfeiçoado e o que deve ser mantido.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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8 tipos de comunicação empresarial

Por Cristiane Felix

Hoje em dia, para as empresas obterem sucesso nos seus resultados financeiros, ter uma equipe talentosa e motivada são fatores fundamentais? Obviamente que sim, mas não são os únicos componentes e os principais quesitos dentro uma organização que fazem a diferença. Há algo prioritário que deve merecer grande atenção: a comunicação interna. A disseminação da informação dentro de uma companhia também contempla a eficiência corporativa. A comunicação interna tem papel fundamental e é um fator essencial desse processo.

Mas o que informar? O que é notícia? A área de comunicação interna, gerenciada geralmente por um jornalista ou profissional de relações públicas, deve criar canais de comunicação, ou seja, meios que as empresas podem utilizar para implantar seu sistema de comunicação para os funcionários. Conheça alguns deles:

Jornal mural: veículo de informação corporativa dirigido ao público interno da empresa. Os temas estão ligados aos negócios da empresa, recursos humanos, saúde, responsabilidade social, cultura, lazer e entretenimento.

Boletim: publicação com conteúdo dirigido aos públicos interno e externo (clientes, fornecedores, governo, imprensa etc).

TV corporativa: canal que transmite mensagens corporativas por meio da transmissão ao vivo via satélite para todos os colaboradores. O objetivo é oferecer uma comunicação mais ágil, moderna e integrada.

Intranet: canal da web voltado para o relacionamento, disseminação de mensagens corporativas e realização de atividades operacionais com o público interno da empresa.

Jornal institucional: publicação com conteúdo informativo e de entretenimento dirigida a colaboradores e público externo.

Blog: o canal oferece a seu público informações segmentadas e diferenciadas, num contexto de comunicação informal.

Portal corporativo: plataforma institucional e digital unificada de relacionamento com o colaborador. Assim como a intranet, facilita as atividades operacionais e administrativas dos departamentos.

Newsletter: boletim informativo voltado aos diferentes públicos da organização com periodicidade regular.

* Cristiane Felix é assessora de imprensa da Race Comunicação

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Como fazer comunicação interna…

… e ter um relacionamento sustentável e saudável com seus colaboradores.

Por Lívia Caixeta

A saúde de uma empresa tem muito a ver com a saúde do corpo humano. Assim como no nosso organismo, para funcionar, uma companhia depende do empenho e esforço de vários grupos. E pensando por esta analogia, os colaboradores são como as células. São eles que farão com que o oxigênio e todos os nutrientes abasteçam os sistemas complexos (respiração, digestão, nervoso, etc.).

Quando nosso corpo adoece todas as partes do organismo sofrem com os reflexos da dor/doença. A partir daí há uma comoção geral para que aquele sintoma estranho seja revertido e a rotina volte ao normal. É como se cada célula recebesse a informação de que precisam fazer algo para reverter aquele quadro.

Dentro de uma companhia acontece o mesmo. Os colaboradores precisam ter ciência da rotina do trabalho, não só em seu departamento, mas nos outros também. O trabalho realizado de maneira integrada evita que os “limites de espaços” sejam invadidos e previne desgastes desnecessários. A cultura de time requer que todos tenham em mente que o trabalho do outro é tão importante quanto o seu. E que desta forma o caminho até o resultado pode ser mais harmônico e até mais rápido.

A comunicação interna, portanto, tem função estratégica nas corporações. Por meio de suas várias ferramentas é possível informar a todos o que se passa nos diversos departamentos da empresa e então, despertar essa visão global nos colaboradores. Retomando a analogia, é como se o modelo de gestão fosse o cérebro, a comunicação interna os fluidos e os colaboradores as células.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

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