Perfis nas redes sociais, as novas mídias

Perfis nas redes sociais, as novas mídias

Por Rogério Artoni

Com a popularização das redes sociais, cada pessoa que possui um perfil nessas redes se torna, praticamente, um novo veículo de comunicação, com sua audiência e seu alcance específicos. São várias as pessoas que geram bastante influência em seus amigos nas redes sociais. Uma reclamação, um elogio, um comentário… Tudo pode gerar impacto, positivo ou negativo, sobre pessoas, marcas, instituições, empresas, produtos, serviços, tudo!

Se imaginarmos que cada pessoa nas redes sociais são pequenos veículos de comunicação, mas com muita influência sobre seus amigos, podemos pensar no tamanho do impacto de um post negativo sobre uma marca ou produto. Se esse comentário negativo for feito por um funcionário de uma empresa o impacto é ainda maior. Por conta disso, existe o Social Media Training, que é um treinamento para funcionários aprenderem como usar as redes sociais da forma mais adequada para a empresa e também para a carreira deles.

Mensurar o impacto dessas postagens nas redes sociais, ou pequenas mídias, é um trabalho árduo e que nem sempre é preciso, justamente por conta do nível de privacidade desses perfis. O alcance dessas micromídias muitas vezes é limitado pelo número de pessoas que este usuário tem no seu círculo de amizades. Mesmo assim, muitas vezes as postagens podem ultrapassar a barreira dos amigos e ir para um nível de compartilhamento muito extremo. Se um post negativo se tornar viral, pode levar muitos problemas para as empresas. Inclusive crises de imagem e financeira.

Ter uma gestão profissional das redes sociais não é só importante para as empresas, como também essencial. Justamente por conta dessa massa de usuários que podem compartilhar informações positivas, mas também negativas.

Funcionários podem, mesmo em seu círculo de amigos, fazer comentários ou compartilhar informações sobre as empresas em que trabalham. Se orientados da forma correta, eles se tornam embaixadores e ajudam a transformar a imagem da empresa. Comentando, postando e compartilhando apenas informações relevantes e positivas.

Se você busca um treinamento para que seus funcionários usem melhor as redes sociais em favor da empresa e deles próprios, conheça o Social Media Training realizado pela equipe da Race Comunicação ou entre em contato com nossos especialistas.

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Como criar personas para sua estratégia de comunicação

Por Carlos Massarico

Todo planejamento de marketing e publicidade eficiente deve estar vinculado a um objetivo. E quando se fala em um trabalho que exija uma estratégia direcionada a um público mais específico, é fundamental saber como transmitir uma mensagem clara e convincente. Este desafio pode ser atenuado caso você já conheça o perfil do cliente a ser atingido. Porém, mesmo que este não seja o caso, é possível traçar características, necessidades e comportamentos deste potencial consumidor, ainda que você não o conheça: esta é a meta ao criar uma persona.

Diferentemente do conceito de público-alvo; no qual clientes são divididos de forma mais genérica e divididos em grupos abrangentes, tais como faixa etária, idade, sexo e escolaridade; a persona é um personagem fictício, com um nome, características e reações próprias, ideologias e costumes. Desta forma, ele é, tratado de uma maneira muito mais pessoal, o mais próximo possível de uma pessoa real. Vejamos um exemplo:

Alessandro tem 36 anos, é solteiro e professor universitário na área de Tecnologia da Informação. Até então não demonstrou preocupações quanto ao seu aspecto físico. Por conta de recentes problemas de saúde, tem pensado em frequentar uma academia, ao menos uma vez por semana, para criar o hábito de se exercitar. Não deseja comprometer muito sua renda com essa mudança por acreditar que não necessita mudar seu estilo de vida. Tem muito tempo livre no período da tarde.

Seguindo esta persona, uma academia pode, por exemplo, desenvolver campanhas focadas neste personagem, trazendo mais clientes, sem sobrecarregar sua estrutura em horários de pico, além de cobrir eventuais “vazios” em sua grade no horário da tarde. Quanto à eficácia do marketing, ter esta persona como seu alvo é fundamental para que campanhas sejam mais direcionadas e prendam a atenção do consumidor em potencial de forma eficiente e orgânica.

O processo de coleta de dados para gerar uma persona varia de caso a caso, mas há caminhos certeiros:

  1. Caso você já conheça seus clientes: É necessário entrar em contato com eles e identificar suas satisfações e insatisfações com os serviços já ofertados. Este primeiro passo é importantíssimo, pois definirá os objetivos que cada cliente já tem ao contratar determinados serviços ou produtos, e evidenciará muito bem os gargalos e demandas de seu negócio. Esta prática é capaz de mostrar o que está certo e o que deve melhorar. Entrevistas e contato frequente com clientes nas mídias sociais são bons caminhos para montar a sua persona.
  2.  Caso você seja novo no mercado: Analisar seus concorrentes sempre é uma fonte interessante para conseguir montar as suas personas – e já saiba de antemão que seus concorrentes farão o mesmo. Veja o perfil destes clientes para saber onde você dever focar sua estratégia de marketing e comunicação. Saiba que o ideal é desenvolver várias personas dependendo de seu segmento de negócio ou do produto que será divulgado.

Independente da situação, jamais esqueça que nunca se deve criar uma persona com base em “achismos”. Os dados gerados e as informações garimpadas são essenciais para que você, no final do processo de divulgação, encontre as pessoas reais, que de fato serão impactadas por todo este planejamento.

Lembre também que além de melhorar a qualidade da divulgação, a identificação de personas a serem atingidas também é fundamental em um momento anterior ao da venda: o da criação de serviços e produtos. Gerar soluções ou mercadorias que não tenham um mercado que as sustentem é um erro mais comum do que se imagina – e que poderia ser muito bem evitado através da elaboração de personas.

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A importância dos encontros de relacionamento

Por Maira Manesco

A comunicação está passando por momento de transformações. Seja como é vista, ou como é praticada. Os veículos de imprensa estão com redações enxutas, enquanto agências de comunicação estão produzindo ainda mais conteúdo. E aí, como ser relevante neste momento?

Empresas já perceberam a importância de serem citadas positivas e espontaneamente em grandes meios de comunicação, como revistas e portais de notícia. Por isso, as agências de assessoria de imprensa estão competindo constantemente por espaço para seus clientes nesses canais.

Hoje, o que tem estreitado essa relação são os encontros de relacionamento entre empresas e jornalistas, chamados também de good will meeting ou meet and greet. Os encontros não garantem a publicação de matérias, mas aumentam o reconhecimento e as possibilidades de contato com o cliente.

Os encontros de relacionamento costumam ser fora do local de trabalho, em espaço reservado em algum café ou restaurante tranquilo, para que a conversa possa fluir naturalmente passando por informações sobre a empresa, o profissional e, até mesmo, assuntos do cotidiano.

Para jornalistas e executivos o encontro é uma forma de conectar os dois mundos. O que surge como um almoço despretensioso pode ser tão interessante a ponto de se prolongar por um dia todo.

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O que é um media audit?

Por Mariana Morena

Identificar o grau de conhecimento da imprensa generalista e especializada sobre sua empresa – e os produtos/serviços oferecidos por ela – é um ótimo ponto de partida para a elaboração de plano de comunicação que tem nos jornalistas seus stakeholders fundamentais. Para isso, antes de mais nada, é importante utilizar o media audit.

Com base em um questionário rápido – geralmente aplicado em contato telefônico –, o jornalista responde a uma lista de perguntas relacionadas à empresa: você já ouviu falar? Sabe qual é a área de atuação? Conhece os concorrentes?

Em muitos casos, meia dúzia de perguntas bem escolhidas e cinco minutos da atenção do jornalista serão suficientes para identificar gaps na comunicação com a imprensa. Os resultados do media audit servirão como uma “bússola” para determinar que tipo de ação pode ser desenvolvida com este público-alvo.

O media audit pode ajudar, ainda, na medição do trabalho desenvolvido pela assessoria de comunicação. Quando realizado periodicamente, permite que seja observada a evolução do nível de conhecimento e engajamento dos jornalistas após um ciclo de ações pré-estabelecidos. Gerou resultado? A empresa se tornou mais conhecida? Em caso positivo, o media audit identificou que as atividades foram eficientes para ampliar o awareness da empresa entre os profissionais da imprensa – que, na prática, são os formadores de opinião que levarão as informações da empresa aos demais públicos de interesse da companhia.

Caso a sua empresa precise de um diagnóstico de comunicação, entre em contato com a Race Comunicação.

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O que é uma newsletter?

Por Bruno Uehara

Entre diversas ferramentas de comunicação, uma das mais tradicionais e utilizadas no mundo corporativo é a newsletter, que tem como função oferecer as principais notícias de uma empresa em formato de boletim informativo.

Com formato e periodicidade variáveis, a newsletter pode destacar diversos assuntos ao mesmo tempo. Para despertar interesse dos leitores e evitar que se torne spam na caixa de entrada, é importante que as informações sejam relevantes e enxutas ao mesmo tempo, com foco em linguagem menos formal.

Devido a sua capacidade de divulgação espontânea, a newsletter também se mostra eficiente no envio de comunicados urgentes, como no anúncio de fusões e aquisições ou quando é necessário o esclarecimento de assuntos mais delicados no controle de crises, por exemplo.

Tão importante quanto conteúdo é o layout da newsletter, que precisa oferecer além de tudo um visual atraente. O destaque para imagens gera comprovadamente mais resultados, e essas estatísticas podem inclusive ser acompanhadas com o auxílio de ferramentas de mensuração.

Flexível, a newsletter pode se adaptar às necessidades de qualquer empresa. Por isso, continua sendo um veículo relevante de comunicação interna ou externa. Além de engajar colaboradores, é uma ferramenta de fácil acesso e com grande capacidade de alcance.

Se a sua empresa precisa elaborar ferramentas de comunicação, contate a Race Comunicação.

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Real x virtual: agilidade e transparência em situações de crise

Por Ana Carolina

Mais do que informações, graças ao advento e popularização da internet, temos acesso rápido a qualquer conteúdo. Basta colocar algumas palavras e “voilà”, tudo que alguma vez passou pelo olhar atento de um profissional da comunicação ou usuário ativo da internet está bem na sua frente. Com a evolução do mundo digital, os usuários passam a ser sujeitos ativos, e a possibilidade de diálogo não só entre organização e público, mas também – e principalmente – entre usuários, promove uma nova forma de relacionamento com inúmeras possibilidades.

Ter uma página na internet, divulgar conteúdo sobre a sua organização e comentar assuntos da atualidade é ótimo para imagem de uma empresa. Essas atividades contribuem na prospecção de público, fideliza clientes e populariza sua marca. A questão é, com a mesma velocidade que usuários da internet recebem informações eles também reagem e comentam sobre o assunto, e um simples post pode virar uma crise de imagem.

Analisando alguns cases importantes sobre gerenciamento de crise, podemos perceber que a principal medida para evitar possíveis danos é a transparência e a agilidade para apresentar uma solução. Recentemente, a Brastemp enfrentou um caso em que o vídeo de um consumidor reclamando de um produto ficou entre os trend topics (temas mais comentados) nas redes sociais. A resposta: resolver o problema do cliente e mostrar-se aberta a pedir desculpas e esclarecer o transtorno. Rapidamente as críticas nas redes sociais deram espaço a elogios.

A Twix também foi alvo dos consumidores na web. Uma ação que prometia uma ‘chuva de Twix’, não deu muito certo e grande parte do público que compareceu voltou para casa sem nenhum chocolate. Resultado: ‘chuva de reclamações’ nas redes sociais. Um pedido de desculpas e um posicionamento sincero que deixava claro a atenção da empresa em investir em ações para proporcionar bem-estar e diversão para os consumidores amenizou a situação.

Uma denúncia no Facebook, além de muitos comentários, também rendeu dor de cabeça para Arezzo. Uma consumidora comprou uma sandália que depois de usada duas vezes teve a palmilha descolada, e para a surpresa dela havia a marca de outra empresa de calçados na sandália. Resultado: milhões de consumidores questionamento a autenticidade dos produtos da empresa. Depois de um pronunciamento pedindo desculpas e alegando que haveriam investigações para apurar as informações, o caso aos poucos perdeu força.

Todas as empresas citadas acima foram ágeis e transparentes em suas respostas, com destaque para a Brastemp, que não somente resolveu o problema, mas reverteu a situação. É importante, mais do que solucionar uma crise, deixar uma impressão positiva no público é essencial. Saber como se portar, organizar as informações divulgadas e ações a serem realizadas no ambiente online faz toda a diferença – evidentemente, a reputação da marca não deve ser desconsiderada nessa análise.

A efemeridade da internet pode ser um aliado para abafar grandes crises, mas lembre-se que tudo que uma vez foi postado normalmente fica para sempre perdido no universo da web e pode ser facilmente ressuscitado. Esteja atento não só às ações digitais, mas também ao que os seus consumidores falam no mundo real. Tenha uma equipe de comunicação pronta para tomar a melhor decisão, como a Race Comunicação, e boa sorte com seu público.

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Tudo sobre comunicação empresarial

Por Filipe Andrade

A comunicação empresarial lida com informações em suas diferentes nuances dentro da organização. Em termos práticos, é a comunicação trabalhada para todos os públicos da instituição – internos e externos, incluindo as suas subdivisões. Abrange, portanto, a comunicação organizacional ou institucional, e a interna.

A comunicação interna está relacionada, como a própria expressão já sugere, ao fluxo interno de informações e tem como alvo os colaboradores da empresa . Entre as ferramentas utilizadas na comunicação organizacional estão jornais murais, informativos enviados via email, revistas internas, comunicados, memorandos, TV’s e rádios corporativas. Cada uma delas definida para atender a uma necessidade e periodicidade específica.

O objetivo desta comunicação é melhorar ou criar uma cultura organizacional positiva, com discursos e estratégias alinhadas em todos os níveis da companhia. Neste contexto, está inserido também o endomarketing. Por meio dele, a instituição promove uma série de ações direcionadas ao público interno que visam disseminar determinado valor ou política do negócio. Essas ações são pensadas e executadas, em geral, como forma de motivar o público interno a estar de acordo com determinada iniciativa da e deve ser executada em sintonia com aquilo que é veiculado por meio dos produtos de comunicação interna. Devem, portanto, se completar.

A comunicação institucional, ou organizacional, por outro lado, tem como objetivo a inserção organizacional da empresa no meio externo. Resumindo: fazê-la conhecida e visível junto aos stakeholders, criando, assim, um relacionamento com esse público de interesse. Este pode ser composto por clientes, fornecedores, imprensa, etc. Sendo assim, dentro da comunicação institucional devem ser consideradas as características de cada público.

Por exemplo, consumidores de determinada marca têm à disposição, como canal de relacionamento com aquela organização, páginas em redes sociais na internet (Facebook, Twitter, LinkedIn, Google +, Instagram, Snapchat, entre outros). Uma forma acessível em razão do alto número de usuários dessas ferramentas é fazer a instituição estar sempre visível junto a seus clientes ou potenciais consumidores. Nesses casos, a aposta é em ações que podem gerar engajamento do público, seja por meio de campanhas, posts patrocinados, etc. Entre os canais mais tradicionais, as instituições mantêm ainda os Serviços de Atendimento do Consumidor.

Para o relacionamento com profissionais da mídia, a assessoria de imprensa é responsável por planejar e desenvolver produtos e ações que gerem espaço nos veículos noticiosos. Esta é a estratégia proativa. De forma reativa, a assessoria de imprensa atua na prevenção ou na contenção de determinadas crises (já tratadas por aqui em outros posts), que poderão gerar algum dano à imagem da organização. Entre os produtos utilizados na assessoria de imprensa estão os press releases, áudio releases e newletters, além de ações de relacionamento, como eventos, entrega de press kits, promoção de prêmios direcionados aos profissionais de imprensa, etc.

A comunicação empresarial com todas as suas características é, portanto, a responsável por, em primeiro lugar, alinhar discursos dentro do ambiente corporativo, engajar a equipe e criar relacionamento com seus stakeholders, mantendo sempre sua imagem positiva junto a seus públicos.

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Confira qual é a importância da produção de conteúdo no site da sua empresa

Por Kátia Silva

Uma boa estratégia e um bom planejamento são fundamentais para alcançar resultados positivos em qualquer atividade. Nas ações de comunicação não é diferente. Diretamente relacionada a isso está a geração de conteúdo relevante para o público–alvo, que estará disponível nos sites das empresas, em diferentes formatos (a produção de textos para blogs, por exemplo, é apenas uma das plataformas para produção de conteúdo online). Ainda há muito para ser explorado.

Para ajudar nessa tarefa, preparamos uma lista de diferentes ferramentas online que poderão te ajudar a conquistar resultados expressivos em seu negócio. Confira abaixo:

E-books: os livros eletrônicos, conhecidos também como e–books, são conteúdos mais aprofundados – na maioria das vezes, mais técnicos – sobre determinado tema, que pode ser explorado em um nível que provavelmente não faria sentido em um post no blog. Com esse formato, é possível gerar leads – ou seja, registrar o cadastro de pessoas e empresas interessadas em seus conteúdos, produtos ou até mesmo em conhecer a sua marca.

Infográficos: o infográfico é formado por imagem e textos bastante objetivos. Quando bem elaborado, baseado em um roteiro e em uma mensagem alinhada aos objetivos da campanha, pode gerar resultados excelentes e aumentar o nível de compreensão do leitor.

Newsletter: conhecida também como e-mail marketing, a newsletter é enviada apenas para pessoas que tenham aceitado o recebimento de e-mails de determinada empresa. Por meio desta ferramenta, é possível estreitar o relacionamento com clientes e prospects, enviando e-mails com promoções, notícias, lançamentos, entre outras.

Redes Socias: essa é uma das principais formas de divulgação para as empresas, mas é importante sinalizar que ela não pode ser feita de qualquer maneira. Mensagens, palavras-chaves e imagens relevantes para o negócio são apenas alguns dos itens que darão mais ou menos destaque para o seu post, podendo atrair ou afastar o seu público. Neste formato, é preciso adaptar a linguagem, escrever posts que chamem de alguma forma a atenção do leitor e que influenciem as pessoas a interagir com a empresa, por meio dos comentários, likes, compartilhamentos etc.

Vídeos: é possível gerar conteúdo em formato de vídeo, com entrevistas sobre temas de interesse do público que você quer atingir, demonstrações práticas dos serviços que a sua empresa oferece, entre outros. Lembre-se que esse tipo de material deve sempre contar com roteiros direcionados e alinhados à estratégia de comunicação da empresa.

Essas são apenas algumas formas de geração de conteúdo em diferentes plataformas de comunicação. Quer saber quais delas trará o diferencial para o seu negócio? Clique aqui e entre em contato conosco!

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Entenda o perfil e o modo de trabalho em redes sociais

Pro Rodolfo Zanchin

Estar presente nas redes – e de maneira adequada – nem sempre é fácil.  Além de aceitar os termos e condições de cada serviço, é preciso se adequar ao perfil da mídia, considerando, por exemplo, linguagem, conteúdo, abrangência, condições de privacidade etc. Para auxiliar nesse universo virtual, a Race fez um breve perfil das redes sociais mais influentes no Brasil. Confira:

 

Facebook

A rede social com maior número de usuários e, consequentemente, muitos acessos diários. Sem dúvidas, é a primeira opção para empresas que pretendem criar uma página corporativa em redes sociais relevantes e influentes. Adequar-se à linguagem do Facebook, porém, exige muito cuidado. É necessário formular estratégias para gerar engajamento! Apresentar temas relevantes para o seu público-alvo, lembrar de datas comemorativas e compartilhar informações sucintas da empresa é uma ótima maneira de iniciar o trabalho e fomentar comentários positivos. Ah, evite entrar em temas polêmicos! Dica: posts com imagens são mais compartilhados do que os que contém somente textos.

Instagram

Ao lado do Facebook, é uma das principais redes sociais, cresceu muito nos últimos anos e vem se tornando cada vez mais influente no meio corporativo. Imagens que apresentem o dia a dia da empresa, promoções, eventos e datas comemorativas são o segredo para conseguir seguidores no Instagram. Capriche nas fotos: quanto mais bonita, maiores são as chances de ganhar aquele like. Portanto, antes do clique, tenha em mente que imagens com jeitão de amadoras (tremidas, fora de foco, mal enquadradas etc) podem afetar negativamente a imagem da empresa, literalmente.

Twitter

A característica principal do Twitter é a velocidade de replicação de conteúdo. Com um texto de até 140 caracteres, a leitura tende a ser rápida e dinâmica. Empresas se aventurarem nessa rede precisam exercitar seu poder de síntese e não economizar na criatividade para criar frases curtas e atrativas, destacando promoções, dicas gerais e novas tendências do setor. Deixe de lado o balanço financeiro do ano, artigos científicos complexos etc – a não ser que o curto texto traga link para um material muito mais completo, disponível em outro ambiente.

LinkedIn

Se o principal intuito da empresa ao entrar nas redes sociais é gerar negócio, é indispensável a criação de uma página corporativa no LinkedIn. O universo empresarial é destaque nessa rede, sem distinção de porte ou segmento de atuação. Por isso, aposte em temas relacionados a sua empresa, compartilhe novos métodos, trate de assuntos específicos da área de atuação e aproveite para estreitar relacionamento com possíveis futuros clientes. Resumindo: faça contatos e aprimore seu network!

Youtube

O Youtube é um canal extremamente relevante para manter o diálogo com o público-alvo da empresa – especialmente em um período em que imagens falam muito mais que palavras. Apostar em vídeos bem estruturados, como ensinamos em outro post aqui do blog, é essencial para que os usuários frequentem seu canal. Além de apresentar cada segmento de trabalho, dicas gerais para solução de problemas são sempre bem-vindas.

Google +

Embora o Google Plus não seja muito conhecido no Brasil, estar presente nessa rede é uma boa alavanca para o posicionamento estratégico no mecanismo de buscas do Google. Conteúdos similares aos do Facebook são as melhores opções.

Dica geral: Não se esqueça, para o bom funcionamento das redes sociais, é necessário sempre mantê-las atualizadas! Para isso, planejamento estratégico e atenção periódica são essenciais. Caso você necessite de gerenciamento de redes sociais, entre em contato com a Race Comunicação.

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A cultura da convergência: Como se aplica na comunicação?

Por Mariana Morena

A cada dia que passa, a internet conquista mais e mais espaço na rotina diária das pessoas. A popularização dos dispositivos móveis tem mudado diversos hábitos coletivos e individuais, tornando a web essencial e indispensável para as relações interpessoais.

No ponto de vista da comunicação, uma das características que fazem com que a internet seja cada vez mais utilizada é a possibilidade de “enriquecer” a notícia, apresentando o mesmo conteúdo por diferentes formas. Uma reportagem sobre música popular brasileira, por exemplo, será muito melhor absorvida se o conteúdo mesclar imagens dos principais artistas do gênero, vídeos históricos, podcasts das músicas ou declarações dos astros, infográficos contextualizando o movimento – e outra ferramenta qualquer que atinja um dos cinco sentidos.

O estudioso americano Henry Jenkins, um dos principais pesquisadores de mídia, denominou situações como a descrita acima como “convergência de mídia”, que tem aparecido cada vez mais em discussões acadêmicas e nas práticas da comunicação. Não é à toa: além de gerar interação em diversos níveis (curtidas, comentários, colaboração na geração de conteúdo etc), Estudos mostram que 90% de toda a informação transmitida ao cérebro é visual.

Com a convergência cada vez maior entre os meios, plataformas e conteúdos, é indispensável que os profissionais de comunicação entendam como atender às expectativas nesse “novo” consumidor/leitor. Marcar presença nas redes sociais, por exemplo, é uma ótima dica, pois esse ambiente possibilita a inserção de informação nos mais diferentes formatos – ampliando o impacto nos stakeholders.

Não há dúvidas de que a convergência de mídia é algo consolidado e seu uso deve ser sempre considerado no desenvolvimento de planos estratégicos de comunicação. Essa é uma discussão ampla e ainda em construção – afinal, a geração de conteúdo colaborativo é um dos pilares da comunicação moderna – e que certamente ganhará novos capítulos. Vamos aguardar.

Sua empresa precisa se conectar? A Race Comunicação possui profissionais capacitados nos meios online. Entre em contato.

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