10 dicas para contratar uma agência de comunicação interna

10 dicas para contratar uma agência de comunicação interna

Por Rogério Artoni

Cliente interno ou consumidor interno. É assim que muitas empresas chamam os seus funcionários ou colaboradores. Por ser considerado um cliente ou consumidor, esse público interno é de extrema importância para as empresas e elas precisam de uma comunicação eficaz e eficiente, que traga resultados e que principalmente esses resultados sejam mensuráveis. Então, preparamos algumas dicas de como escolher a melhor agência de comunicação interna para a sua empresa:

Monte um Briefing: Faça um breve briefing onde inclui informações sobre a sua empresa, os objetivos de comunicação interna, quais são os veículos de comunicação que vocês têm, números da empresa, metas em contratar uma nova empresa e outras informações que você ache necessário. No exterior é muito comum que as empresas enviem uma “Request for proposal” (em português Solicitação de proposta) que nada mais é que isso tudo que colocamos acima. Ajuda bastante na padronização das propostas recebidas. Por falar em padronizar…

Padronize propostas: assim como sugerimos nas dicas de como contratar uma agência de assessoria de imprensa, cada agência elabora e manda propostas da forma como convir. Então, peça para que todas mandem do mesmo jeito, ou por horas contratadas por tipo de profissional ou por volume de matérias escritas ou por volume de páginas diagramadas ou mesmo por texto para a intranet, laudas escritas, minutos de programas de tv corporativa etc. Tenha propostas que ofereçam exatamente as mesmas coisas para poder comparar da forma certa.

Confira quem fará o atendimento: Você tem certeza se a pessoa que vai te atender conhece mesmo de comunicação interna? Ela já prestou esse serviço antes? Essas são algumas das questões a serem respondidas. Mas é importante também ver o currículo desses profissionais. O ideal é que quem vá escrever seja jornalista ou relações-públicas. Importante também entender o nível de conhecimento do prestador de serviços. Várias empresas prometem manter uma pessoa sênior no atendimento, mas no dia a dia quem faz o trabalho é um estagiário. Nada contra estagiários, mas se prometeu um profissional formado, ele é quem deve fazer o trabalho.

Procure empresas sérias: Peça certidões, veja se a empresa paga os impostos em dia, se paga o FGTS dos funcionários etc. Tudo isso deve ser avaliado. Se um escândalo trabalhista ocorre num fornecedor da sua empresa, isso pode respingar na imagem do local onde você trabalha.

Defina o tipo de agência: Existem empresas de vários tamanhos e com várias estruturas. Agências menores costumam dar um atendimento mais próximo, ser mais flexíveis e cobrar um preço mais em conta. Empresas maiores têm muito expertise e uma estrutura mais robusta.

Conheça a agência: visite o escritório da empresa e conheça a estrutura de quem vai te atender. Nesse ponto você saberá como a nova parceira comercial que irá trabalhar com sua companhia está estabelecida.  Converse em particular com um dos funcionários e pergunte como é a gestão. É importante que tenha uma gestão de qualidade, afinal é uma terceirização de serviços e essa agência será um braço da sua empresa ou departamento.

Analise cases: peça para ver cases de comunicação interna. Peça para apresentarem o case, explicarem o que foi feito, como foi feito. Uma dica é desconstruir o case e perguntar partes dele, assim você descobre mesmo se a pessoa conhece do assunto e o caso da empresa.

Peça referências: solicite cartas de referências e contatos para tirar informações. Fale com as pessoas que já foram atendidas e pergunte como foi o trabalho, que tipo de problema a empresa apresenta, que tipo de diferencial eles têm e como é o dia a dia.

Compare preços e benefícios: como em todo e qualquer contrato, preço é um grande diferencial, mas os benefícios e o profissionalismo de quem está sendo contratado também deve ser pesado.

Se você está procurando uma agência de comunicação interna para contratar, entre em contato conosco e veja de que forma podemos ajuda-lo.

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O poder dos influenciadores online além da internet

Por Bruno Uehara

Você já ouviu falar em influenciadores online? Talvez o termo ‘blogueiros’ soe mais comum, mas eles são apenas parte desse grupo que abrange usuários influentes em redes sociais como YouTube, Twitter, Instagram e – agora o mais recente – Snapchat. Mais do que pessoas comuns que fazem posts e opinam sobre determinados assuntos, os influenciadores online são um público extremamente estratégico em planejamentos de comunicação e com forte potencial de engajamento que ultrapassa os limites da internet.

Um estudo feito em mais de 50 países pela Nielsen, em 2013, mostrou que 68% das pessoas confiam em opiniões postadas online sobre marcas e produtos. Ou seja, assim como ocorre na vida real, os consumidores na web se sentem mais seguros em comprar algo de acordo com a avaliação de outros internautas. Por isso, os influenciadores online são conhecidos também como ‘formadores de opinião’, já que possuem o poder de disseminar conteúdo e atingir uma grande quantidade de pessoas.

Ao contrário do que parece, para identificar um influenciador não se deve analisar apenas o seu número de seguidores. Mais importante que a quantidade é a capacidade de engajamento. Em outras palavras, quanto mais compartilhamento de conteúdo e interação dos internautas, maior é a capacidade de influenciar. Esses dados estratégicos podem ser acessados com o auxílio de diversas ferramentas de monitoramento, como Klout e Twitalyzer – ambos com foco no Twitter.

Mais do que ‘webcelebridades’, muitos influenciadores também conquistaram fama fora do mundo virtual. Pesquisa encomendada pelo Google e o site Meio & Mensagem apontou que, entre as 20 personalidades mais admiradas por adolescentes do Brasil, metade era youtuber, como Kéfera Buchmann, Felipe Neto e Christian Figueiredo. Talvez você não os reconheça, mas eles são alguns dos nomes mais requisitados por grandes empresas e, inclusive, autores de livros best-sellers.

A abrangência dos influenciadores online cresceu na mesma velocidade em que se compartilha conteúdo na internet. Com a evolução das redes sociais, eles se tornaram poderosos impulsionadores de vendas, que geram exposição rápida e eficaz. Seja por meio de foto no Instagram ou rápida aparição em vídeo do YouTube, todo minuto de fama se torna uma valiosa conquista para qualquer marca. E isso realmente amplia o alcance dos produtos e tem se mostrado bastante eficaz.

A sua empresa precisa se relacionar com esse público estratégico? Clique aqui entre em contato com a Race Comunicação

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Entrevista Race – Glaucia Alves coordenadora de comunicação interna do Banco Santander

Entrevista Race - Glaucia Alves coordenadora de comunicação interna do Banco SantanderGlaucia Alves é formada em Jornalismo e atua como especialista em comunicação há mais de 10 anos no Banco Santander, sua experiência envolve interface com diversas áreas da organização: planejamento e execução de ações institucionais e comerciais, lançamentos de produtos, RH, sustentabilidade e investimento social.

 

  1. Você considera que comunicação interna para um banco é diferente de outros segmentos? Quais são as prioridades?

Não considero que é diferente porque o objetivo de informar e engajar funcionários deve ser o mesmo em qualquer organização. Claro que o tamanho da empresa, a quantidade de funcionários e a distribuição geográfica regem grande parte da estratégia. Num banco, que geralmente é muito grande, há de se considerar tudo isso, além do modelo de negócio. Falar sobre banco é difícil para dentro e para fora, gerar admiração sobre um serviço, algo que é intangível, é também um desafio na comunicação interna. Perseguimos diariamente o objetivo de despertar paixão dos funcionários pela marca, porque quem admira e tem orgulho exerce o mais importante papel de ajudar a conquistar satisfação de clientes.

  1. Como é fazer comunicação interna para uma empresa com aproximadamente 50.000 funcionários?

Somos pouco mais de 42 mil funcionários no Brasil. Fazer comunicação para uma empresa grande assim é carregar o desafio de sempre reinventar a forma. Temos uma estratégia muito bem estruturada que reflete os direcionamentos de negócios e institucionais do comitê executivo, os objetivos estão sempre alinhados, a comunicação também transporta o que o discurso de gestão leva às equipes, cada vez mais pessoal, com uma linguagem que considera simplicidade na informação e no formato.

  1. Como a comunicação interna é gerenciada? Existe uma divisão interna por veículo ou mídia?

Estamos estruturados em frentes de negócios: varejo, institucional e atacado. Existem veículos de comunicação específicos pra cada público, várias mídias. Tudo quase sempre digital: boletins diários, intranet, TV Corporativa, WhatsApp, revista, aplicativo, rede social interna.

  1. É possível comparar a Comunicação Interna de uma grande corporação com uma estrutura de um grande grupo de mídia, pensando que existem vários veículos de comunicação?

Não acho possível comparar. A comunicação interna de uma grande corporação vai além do volume de conteúdo como num grupo de mídia. Costurar os objetivos estratégicos, alinhamentos entre áreas de negócios, e tudo isso com velocidade, faz da comunicação corporativa um processo mais complexo. Não estamos falando só de pluralidade de informação, mas de muita estratégia que precisa ser transformada em notícia, engajamento e resultado.

  1. Em tempos de crise econômica, como é feita a comunicação para o público interno?

Há um cuidado constante em cruzar realidade de mercado com objetivos de negócios e mais do que isso, de manter as pessoas no “jogo” porque os resultados continuam sendo cobrados e o cenário deixa claro o quanto está mais difícil entregar. Falamos todos os dias sobre a mesma coisa de maneiras diferentes, reinventando o discurso sem perder a direção.

  1. Como você avalia o cenário atual de comunicação empresarial?

A comunicação empresarial é a engrenagem para as empresas, é por meio dela que estratégia e objetivos se tangibilizam. Comunicação inteligente é a que ajuda a promover o discurso na prática, que alcança o espírito e modelo de trabalho dos funcionários, que ajuda a deixar claro o que se espera e aonde se quer chegar. Mas a comunicação tem que se provar importante, deve ajudar a entregar resultado tanto quanto uma área de negócio. Se não houver estratégia também no modo de comunicar, não há comunicação de qualidade capaz de gerar orgulho e admiração. Poucas empresas já caminharam nessa direção, ainda precisam dar o espaço e a importância que a comunicação deve ter. No Santander, comunicação é engrenagem pura.

  1. Como uma empresa global pode fazer para gerenciar o relacionamento com diversos públicos ao mesmo tempo?

No Santander, os países têm autonomia de negócios e, consequentemente, de comunicação. Alinhar a informação local à global é algo que permeia muito o discurso e mensagens principais, mas não estamos presos a um modelo único. Consideramos as diferenças, evolução de cada país e muita autonomia de execução. O fio condutor está no conceitual e na mensagem residual, mas com a dose que cada divisão entende que precisar calibrar.

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O que você precisa saber sobre vídeo institucional

Por Maira Manesco

Já sabemos que o vídeo institucional é uma das melhores ferramentas para contar a história, os serviços e outras informações relevantes da empresa para seu público.

O vídeo institucional não pode ser simples e sem graça. Ele precisa transmitir toda a energia da empresa, precisa prender a atenção de quem está do outro lado da tela, assistindo. Para isso, listamos abaixo um passo a passo que pode auxiliar na criação desta ferramenta.

  1. Objetivo: Antes de pensar no roteiro do seu vídeo, comece definindo quem são os stakeholders, quais são as key messages da empresa e para que o vídeo será utilizado, por exemplo, para apresentar ou para vender um produto. Estes direcionamentos são a peça-chave para iniciar um projeto de qualidade que externe o que a empresa quer transmitir.
  1. Formato: Com o objetivo definido, é hora de escolher o formato. Se terá locução, infográficos, imagens etc. Assim como mostramos aqui. Este é o momento de saber onde se quer chegar com o vídeo institucional.
  1. Roteiro e produção: Para criação do roteiro é preciso reunir todas as informações que deverão aparecer no vídeo institucional, já pensando nos objetivos e no formato escolhidos anteriormente. Com tudo definido começa-se a produção, que abrange a locação do espaço e dos equipamentos, gravação com os apresentadores/locutores e também as produções que envolvem animação e demais artes gráficas.
  1. Edição: Durante todo este processo são captadas diversas imagens, este é o momento para selecionar as melhores cenas que farão parte do vídeo. A edição resultará na versão final do vídeo institucional.

Como o vídeo institucional tem se tornado mais comum, é preciso utilizar técnicas para se destacar dentre os concorrentes. Listamos abaixo algumas ideias que podem ser úteis durante a criação.

  • Animação 2D – vídeos produzidos com desenhos, imagens e textos, não possui profundidade. Neste estilo deve ser considerado que o tempo de execução é mais rápido.
  • Animação 3D – vídeos produzidos com controladores virtuais, é um processo mais demorado, mas que envolve a realidade virtual dos elementos.
  • Gravação – vídeos com captação de cenas reais, são normalmente produzidos em estúdios ou cenários, com um cinegrafista filmando o apresentador e demais personagens que compõem o vídeo.

O desenvolvimento de um vídeo institucional é um processo trabalhosos, por isso, é preciso contar com a ajuda de profissionais, para que o resultado final não seja amador e transmita pouca profissionalidade. Já que a intenção desta ferramenta é passar credibilidade à empresa.

A sua empresa precisa alinhar e integrar a comunicação corporativa? Entre em contato com a Race Comunicação e peça uma consultoria de comunicação.

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Social Media Training: a pluralidade de porta-vozes

Por Rodolfo Zanchin

Por meio de posts anteriores aqui do blog da Race, você já deve estar por dentro da importância de um porta-voz. O porta-voz é o principal interlocutor da empresa, responsável pela comunicação externa com os veículos de mídia. Mas quantos porta-vozes uma empresa precisa ter? Tudo depende, uma grande organização pode ter porta-vozes responsáveis por cada segmento da empresa e um, na maioria das vezes o presidente, que posiciona a empresa como um todo.

Porém, podemos classificar os porta-vozes em um nível maior de abrangência, ou seja, todos os colaboradores, independentemente do grau de hierarquia, formam a imagem externa da empresa, seja por meio de redes sociais, veículos de comunicação ou até em uma conversa informal com parentes, amigos ou conhecidos. Portanto, ações internas que visam à transparência, importância ou qualquer outro tipo de reconhecimento é necessário e eficaz para fortalecer e posicionar a empresa para o público externo (stakeholders). Com a ascensão das redes sociais, há uma pulverização extrema de notícias. O que eu quero dizer, é que cada pessoa inserida em uma rede social é um replicador de conteúdo e influencia diretamente um grupo seleto e fiel, ou seja, os amigos e seguidores.

Para ajudar com esse ponto, uma ação que vem sendo popularizada é o social media training. Esse tipo de trabalho consiste na organização de palestras para os colaboradores sobre como se portar em redes sociais. O benefício serve particularmente para o funcionário – que pode se prejudicar em uma nova oportunidade de emprego devido à repercussão de temas polêmicos em sua própria rede social – e também para a empresa, que evita a disseminação de conteúdos negativos por meio do seu público interno. Aposte nisso!

A Race já está colocando em prática esse novo trabalho! Caso você se interesse por social media training, entre em contato conosco.

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Como marcar presença nas Redes Sociais

Por Ana Carolina Lima

Para quem tem uma estratégia de comunicação integrada e que visa trabalhar todas as frentes possíveis de comunicação, ou seja, ter uma assessoria de imprensa, publicidade e comunicação interna, é fundamental ter presença nas redes socais.

Estar nas redes sociais é muito importante para visibilidade de pessoas públicas e/ou de uma organização, porém mais do que ter uma fan page no Facebook, um perfil no Instagram, Twitter ou Pinterest é importante utilizar de forma correta essas ferramentas. A internet pode ser um ótimo espaço para estreitar o relacionamento, entretanto, páginas desatualizadas, conteúdos não atrativos e informações desnecessárias podem prejudicar uma imagem.

Gerenciar as redes sociais é uma tarefa trabalhosa e requer muita dedicação. Atualizar múltiplas plataformas, publicar conteúdo original, desenvolver um planejamento que gere leads, engajamento e receita não é nada fácil.

Aqui temos sete dicas para auxiliar no gerenciamento das suas redes sociais:

  • Escolha suas plataformas: esteja nos locais certos! A internet é dividida em vários espaços e é necessário saber onde seu público está. O Instagram é a rede social mais popular no momento, mas as pessoas com quem você quer compartilhar suas informações utilizam a ferramenta?
  • Uma dica importante para iniciantes: tenha um perfil no Google+. O site de procura mais utilizado no mundo, Google, oferece uma prioridade na busca para empresas que utilizam a rede social deles, assim, quando as pessoas pesquisarem a sua marca no Google, as chances do seu nome aparecer logo nos primeiros resultados aumentam consideravelmente.
  • Dedique-se às redes sociais: o termo correto seria dizer, invista! Contrate uma agência para a criação de novos conteúdos e que vá além das datas comemorativas importantes para o seu público. Esta agência de comunicação (como nós aqui da Race!) deve criar publicações periódicas que tenham a ver com a sua marca e que sejam interessantes para seus seguidores e para os seus Stakeholders. Caso não consiga terceirizar o serviço, tente fazer você mesmo, mas ter alguém especializado para fazer, sobrará mais tempo para você cuidar do seu negócio. Lembre-se é um investimento no relacionamento externo da organização.
  • Gerenciamento: é fundamental saber o resultado das atividades nas redes sociais. Algumas ferramentas podem auxiliar nesta difícil tarefa como o Hootsuite, Sendible, Scup e Oktopost. Elas são capazes de monitorar páginas e grupos fornecendo um feedback sobre as publicações feitas.
  • Conteúdo visual: as publicações com mais visualizações são as que possuem imagens. Recentemente, o Twitter apresentou uma atualização que permite imagens maiores. Segundo estudo da Buffer, imagens podem aumentar a taxa de retuítes em 150%. O Instagram liberou, há alguns meses, a publicação de imagens sem cortes assim como o Pinterest, que desde a sua criação permite a postagem de figuras no tamanho original. Fique atento as tendências do mundo das redes sociais.
  • Geolocalização: se o seu negócio é um comércio ou uma empresa que depende de um endereço específico, pense em tudo que está ligado à geolocalização. Ou seja, a localização geográfica, contudo, virtual. Dessa forma, será necessário que o seu endereço esteja registrado em sites como o Google Maps, TripAdvisor, Yelp! ou aplicativos como Waze e ainda o mapa do iPhone (gerenciado pelo TomTom).
  • SAC 2.0: se você ainda não ouviu falar nisso, é importante saber que se você estará online, estará também ‘aberto’ ao contato com esses públicos com os quais irá interagir. Dessa forma, precisará de pessoas prontas para atender às demandas dessas pessoas, sejam positivas ou negativas. O SAC 2.0 é uma ferramenta essencial para quem está online e uma empresa terceirizada pode ser a solução para este trabalho também.

Em resumo, podem ser destacados esses pontos principais para o gerenciamento das redes sociais. Procure profissionais da comunicação e invista neste segmento. Ter profissionais especializados neste serviço é uma necessidade e sua empresa estará bem posicionada no mundo virtual e consequentemente terá mais vendas para o seu negócio.

Se sua empresa precisa investir nas redes sociais, clique aqui e entre em contato com a Race Comunicação e peça um orçamento para esse e outros serviços oferecidos.

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Treinamento customizado de porta-voz

Por Filipe Andrade

Já abordamos por aqui, em outros momentos, o que é e quais os benefícios do media training dentro da estratégia de comunicação corporativa ou empresarial de uma empresa.

Dentro desta ferramenta, essencial para o relacionamento entre organização e imprensa, a customização do treinamento de um porta-voz possui uma grande relevância também. Ou seja, o media training trabalhado de acordo com as especificidades de cada organização e sua área de atuação.

Pensemos o seguinte: de forma resumida, o media training tem por finalidade principal preparar um profissional para lidar com a imprensa em nome de determinada organização, seja em entrevistas, eventos ou ações de relacionamento.

Contudo, é fundamental ir além. Não se trata apenas de preparar o porta-voz para transmitir a mensagem, mas, sim, transmiti-la de acordo com o negócio da organização. Também é importante adequar o discurso conforme o público para o qual aquela comunicação está sendo direcionada.

Para isso, as agências de comunicação corporativa ou empresarial investem em treinamentos customizados para preparar porta-vozes. Por exemplo, um laboratório farmacêutico e uma indústria alimentícia possuem características e especificidades bem diferentes. Logo, a preparação do porta-voz precisa considerar essas características. Também existem empresas que têm vários porta-vozes cada um falando de um determinado assunto, então cada um ou cada grupo desses representantes da empresa devem ter um treinamento específico (confira aqui um artigo específico sobre quais ou quantos porta-vozes uma empresa precisa).

Devem ser levados em conta, neste caso, além do negócio e a filosofia da organização, sua inserção no mercado, de uma forma geral, e, de maneira específica, no segmento em que atua. Também é importante considerar os aspectos técnicos da organização, principais produtos, stakeholders e demandas daquele mercado específico.

É, sobretudo, um exercício de conhecimento da organização e sua área de atuação aliada ao domínio das ferramentas de comunicação para se transmitir, de forma clara e objetiva, a mensagem da empresa.

Se sua empresa está precisando de um media training sob medida, entre em contato conosco e conheça os nossos treinamentos. Eles são pensados de forma conjunta com o cliente para gerar o melhor resultado e estar alinhado com a estratégia de comunicação corporativa da empresa.

 

 

Treinamento customizado de porta-voz

 

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Os novos botões do Facebook

Por Évelin Karen

Empresas que possuem uma gestão de redes sociais, normalmente, utilizam e sabem da importância de ter uma fan page no Facebook como principal meio de planejamento de comunicação pelas redes sociais. Uma novidade lançada no último dia 24 de março sacudiu os gestores de mídias sociais. O Facebook disponibilizou aos usuários novas maneiras para se expressar diante dos conteúdos postados na rede. Agora, além do famoso “jóinha” (Curtir), você pode clicar nos emojis para amar (Amei), rir (Haha), se impressionar (Uau), ficar triste (Triste) e se irritar (Grr). Trata-se de respostas emocionais que deixam clara a humanização do relacionamento entre o homem e a internet.

Antes desta novidade chegar ao Brasil, estes novos botões passaram por quatro meses de testes em sete países.  Um dos objetos de estudos foram as figurinhas e emojis que os usuários utilizavam para comentar, reagindo sobre determinados assuntos. Espanha, Irlanda, Chile, Portugal, Filipinas, Japão e Colômbia foram os locais escolhidos para experimentar esta novidade que, inicialmente, contava com mais seis novos botões. Porém, durante os estudos foi decidido excluir o emoji  “Yay” por ser bastante parecido com o “Haha”.

Estas novas formas de se comunicar reformularam nossa perspectiva de análise. Agora, se você tem uma gestão de redes sociais realizada por profissionais, essa mensuração do engajamento com a marca terá de ser feita distribuindo pesos diferentes a cada reação clicada e, assim, calcular a aceitação ou descontentamento do público com o conteúdo.

Inicialmente estes botões podem até ser bastante utilizados devido à curiosidade do público. Porém, com o passar do tempo será possível perceber a aceitação ou não destas reações. Deve ser por isso que o Facebook não descartou a hipótese de incluir novos botões.

Segundo Mark Zuckerberg, presidente-executivo da rede social, “É importante dar às pessoas mais opções do que apenas o ‘curtir’ para ajudá-las a expressar empatia”, mesmo porque “nem todos os momentos são bons”.

Aqui na Race Comunicação, por exemplo, vamos adequar os relatórios com as mensurações de resultados conforme a necessidade dos nossos clientes, adaptando para cada empresa a melhor forma de apresentar os resultados.

E você? Curtiu, amou ou se irritou com esta novidade?

* Évelin Karen é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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O que é um storyboard?

Por Filipe Andrade

Todos aqueles que, no dia a dia, utilizam produtos audiovisuais como ferramenta de comunicação já utilizaram o storyboard em determinado momento. No entanto, nem todos sabem exatamente o que é e qual a sua finalidade.

O storyboard é um guia visual que traz as principais cenas de um produto audiovisual de forma rápida e objetiva. Ou seja, uma espécie de histórias em quadrinhos que retrata, na íntegra, o conteúdo de um material audiovisual. A intenção dessa ferramenta é oferecer uma ‘prévia’ daquilo que será produzido, dando uma noção mais exata possível do produto final.

Depende dele, portanto, o resultado do produto desde o início de sua execução, pois é a partir dele que se saberá o que será empreendido no projeto em desenvolvimento.

A roteirista Bruna Cataldi, ao escrever para o blog do Anima Mundi, explica que o storyboard é o “responsável pelo planejamento dos cenários, podendo reaproveitá-los e assim economizar tempo e energia dos profissionais envolvidos”.

Trata-se, portanto, de uma ferramenta indispensável no desenvolvimento de um produto audiovisual. Essa importância é evidenciada pela especificidade deste meio de comunicação. Um processo caro, exaustivo e essencialmente coletivo. Sendo assim, o storyboard é o responsável por possibilitar mais controle sobre o resultado de um produto audiovisual.

Veja aqui um exemplo de Storyboard.

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O que é vídeo institucional?

Por Ana Carolina

O vídeo institucional – também chamado de vídeo corporativo, empresarial ou marketing – é uma das ferramentas de comunicação mais eficientes para apresentação da infraestrutura, história, produtos, serviços e outros pontos de uma empresa para o mercado em que está inserida.

Normalmente divulgado no site da empresa ou eventos corporativos, este tipo de material tem como foco a apresentação da organização por meio de uma narrativa que conta desde a fundação até os dias atuais, ressaltando a missão e os valores da companhia. O relacionamento com os públicos interno e externo também recebe atenção especial, bem como as ações de responsabilidade socioambiental.

É importante também se atentar ao tempo do vídeo. A sociedade moderna não se dedica a materiais muito longos, se eles não forem chamativos. Um roteiro bem escrito permite que a história da instituição seja contada em poucos minutos, ressaltando todos os pontos desejados de uma maneira interessante.

Quando o vídeo institucional é bem elaborado desde o roteiro até a edição, ele consegue, ainda, aumentar a credibilidade da marca de uma organização perante seus clientes e ampliar a capitação de novos públicos, além de potencializar a realização de negócios.

Estudo feito pelo instituto de pesquisa americano Forrester aponta que com a produção de vídeos uma empresa tem 53 vezes mais chance de aparecer nas pesquisas do Google. E mais: daqui aproximadamente 3 anos, 90% do conteúdo na internet será nesse formato.

* Ana Carolina é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

Quer entender mais sobre esse assuntos? Clique aqui e veja mais informações sobre alguns serviços oferecidos pela Race Comunicação.

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