A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

Por Lívia Caixeta

Estratégia ou planejamento estratégico são, praticamente, o primeiro passo para uma empresa de sucesso. É este, inclusive, o ponto de partida para que todos os outros planos de uma equipe ou empresa funcionem e alcancem o objetivo pretendido. Tudo e todos os aspectos de um negócio giram em torno desta definição, que é essencialmente definida pela Missão, Visão e Valores da pequena, média e/ou grande empresa.

Essas três palavras, que, raramente, são consideradas pelos públicos de interesse, e muitas vezes causam arrepios nos colaboradores de uma companhia dizem exatamente qual é a posição do negócio em seu segmento e no mercado geral. Mas, o que exatamente elas definem?

MISSÃO: mostra a razão da empresa existir. Delimita que setor, que clientes e que segmento social a empresa pretende impactar. Geralmente, a missão é a que tem mais foco no produto ou serviço oferecido pela empresa.

VISÃO: é onde a empresa quer chegar, que objetivos quer atingir, em que setor quer ser líder ou em que negócio ela quer ser referência. De acordo com grandes líderes de empresas mundiais, como Steve Jobs, a Visão de uma empresa é mais importante do que a Missão, pois explica o que o negócio pretende ser e o que pretende realizar. VALORES: podem ser considerados “padrões de comportamentos institucionais da empresa”. Eles representam um conjunto de prioridades corporativas a partir do planejamento de procedimentos e objetivos sustentáveis que beneficiem uma comunidade ou sociedade na qual a empresa atua.

E a comunicação? O que os processos comunicacionais têm a ver com tudo isso?

Estão intimamente ligados. Principalmente, com a visão. É responsabilidade dos planejamentos de comunicação e marketing divulgar como uma empresa “enxerga” o mercado. Isso acontece por meio de ações de divulgação de informações, seja, pelo conteúdo institucional ou pelas ações de marketing. A visão também vai determinar e planejar os investimentos futuros. O resultado será um crescimento consciente da empresa, ações bem planejadas e o engajamento de públicos de interesse.

Ou seja, uma empresa sem planejamento, dificilmente, terá sucesso. Assim como um atendimento em comunicação sem plano também não funcionará. E estes dois aspectos dependem, fundamentalmente, do posicionamento do assessorado em seu segmento e no mercado. Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria.

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O perfil de um assessor de imprensa

Por Lívia Caixeta

A diversificação dos canais de comunicação exige profissionais versáteis e proativos

Em uma breve busca na internet encontrei algumas definições para o termo “Assessor de Imprensa”. Vejam um dos mais completos que replico do site Infojobs:

“O Assessor de Imprensa é o profissional responsável por realizar a intermediação da comunicação entre uma empresa, entidade, pessoas e os meios de comunicação.

Um Assessor de Imprensa divulga as atividades de uma determinada pessoa, empresa, produto ou serviço, despertando o interesse da mídia para os assuntos relacionados ao cliente. (…)

Para que o profissional tenha um bom desempenho como Assessor de Imprensa além da graduação é necessário ser altamente capacitado, conhecer muito bem as estruturas de funcionamento de cada um dos veículos de comunicação e o perfil de seus respectivos profissionais.”
http://www.infojobs.com.br/artigos/Assessor_de_Imprensa__3714.aspx

Talvez esta definição não esteja assim tão completa. Com a diversificação dos tipos de mídias e a invasão das redes sociais, fortalecendo a comunicação interativa/participativa, as informações passam a circular muito mais rápido. Com isso, o assessor de imprensa também precisou se atualizar.

O que no início limitava-se a, praticamente, produzir um texto informativo e contextualizado hoje pede globalização, estratégia, foco e conhecimento multi plataforma. Ou seja, o trabalho do assessor de imprensa não pode mais estar limitado ao contato com o jornalista dos veículos da grande mídia. Também temos de perceber o potencial de divulgação de notícias que blogs, perfis do Facebook, Twitter, etc. possuem.

Ou seja, o assessor de imprensa além de proativo e pesquisador precisa ter noções de gestão estratégica para alcançar seus objetivos. Com tantas publicações é necessário, acima de tudo, versatilidade para enxergar, entender e conseguir se comunicar com a gama de canais em que o cliente pode ser exposto.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

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O que é gerenciamento de crise?

Por Alan Mariasch

Todas as organizações estão sujeitas a passar por situações de anormalidade e tensão, de maior ou menor intensidade. Sendo assim, o gerenciamento de crise é uma atividade que visa minimizar, reduzir ou se possível eliminar os impactos causados por essas adversidades, para que a empresa tenha o menor prejuízo financeiro e reputacional possível.

A gestão de crises é um processo amplo e que envolve todas as áreas da empresa e seus respectivos gestores. Em situações como essa, cria-se um comitê e indica-se um líder, que irá coordenar a equipe durante a emergência. Esse grupo irá definir quais os próximos passos que serão tomados consultando o manual de crise previamente elaborado, seja na área jurídica, segurança do trabalho, suprimentos, operações etc. Caso a crise seja diretamente ligada à comunicação, o manual de crise foi elaborado pela equipe interna de comunicação ou pela agência de assessoria de imprensa ou relações públicas.

No caso específico do papel da comunicação empresarial ou corporativa, em momentos de crise, é importante ressaltar que a empresa deve, na medida do possível, ser o mais transparente que puder com a imprensa. Isso significa divulgar o ponto de vista da organização sobre determinado assunto da forma ágil e objetiva, visando eliminar possíveis polêmicas. Em geral, o silêncio é a pior atitude nesses momentos. E cuidado ao tocar em pontos delicados da empresa.

O media training, que é o treinamento de porta-vozes para lidar com a imprensa, é fundamental em situações de crises. Com executivos treinados, a comunicação com os jornalistas se dará de forma mais efetiva, o que pode ser o grande diferencial em períodos delicados como esse. A Race já disponibiliza treinamentos voltados exclusivamente para crises, com simulações de acidentes, sala de crise, gerenciamento de contato com a imprensa, simulação de entrevistas, simulação de coletivas de imprensa etc.

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O que é um presskit?

Por Núbia Neves

Alguns pontos são cruciais para que o assessor de imprensa e seu cliente consigam espaço na mídia. A oferta de boas pautas, com novidades e atrativos, é um ponto crucial; bons porta-vozes com disponibilidade e bem treinados são também muito importantes, porém, há um ponto ainda tão essencial quanto os anteriores: manter um bom relacionamento com o jornalista, e o presskit pode ajudar.

Mesmo podendo ajudar, alguns cuidados com essa ferramenta são importantes:

 1. Presskit não é jabá: é muito comum empresas enviarem para jornalistas presentes e exemplares de materiais que comercializam com o intuito de agradar o jornalista. Porém, a intenção do presskit é auxiliar na notícia e não presentear. Por isso, sempre envie algo que deixe clara essa intenção;

 2. Informação em primeiro lugar: presskits devem ser ligados a notícias. Sempre que enviar um tenha em mente que a informação deve chegar ao jornalista. Se o lançamento de um site é o foco, informe isso, se o importante for o lançamento de um produto, envie o material explicando seus benefícios, entregue para o jornalista as ferramentas necessárias para que ele produza uma boa notícia;

 3. O que enviar em um presskit: como dito anteriormente, ele deve possuir informações claras e importantes. Inclua ao kit escolhido, um release explicativo, com informações da empresa e do produto que pretende divulgar.   Além disso, independente do que for enviado, pense que a real intenção é que o jornalista receba todas as informações de forma fácil e clara. Não se apegue à necessidade de enviar algo chamativo, o importante é agir de forma estratégica. De que adianta chamarmos a atenção com o brinde, se o jornalista não prestar atenção à marca ou à notícia que enviou?

Além desses pontos, é importante que os assessores de imprensa se certifiquem que o conteúdo chegou às mãos dos jornalistas certos e que o intuito do kit foi alcançado. Por isso, confirme, através de follow up, se quem o recebeu ficou com alguma dúvida, e não se esqueça de usar o presskit no futuro a seu favor, facilitando seu acesso ao jornalista.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

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Quem é o seu público, empresário?

Por Lívia Caixeta

Ou melhor, com quem se deseja falar ao contratar uma assessoria de comunicação.

Entre os serviços que uma empresa pode contratar, dentro da comunicação interna, está o house organ, revista empresarial ou revista interna, que é o veículo de comunicação que circula dentro da companhia. É por este caminho que será possível divulgar informações importantes, muitas vezes até estratégicas e que, na maioria das vezes, não dizem respeito ao público externo.

O trabalho de produção de uma revista empresarial é muito parecido com o que acontece em uma revista de grande circulação, por exemplo. Existe um Conselho Editorial, formado por pessoas que sugerem as pautas (assuntos), ajudam a produzir as fotos e dão o direcionamento dos textos daquela edição. Cada número tem um tema central que, geralmente, compõe a chamada de capa da revista e é a partir dele que será definido o enfoque das reportagens de toda a publicação.

É interessante ainda estabelecer uma quantidade de páginas e algumas editorias (espaços ou colunas) fixas. Geralmente, estas editorias são destinadas às ações permanentes da companhia. A partir daí inicia-se a produção das reportagens e das imagens, que preferencialmente, devem ser feitas por um fotógrafo profissional para que tenham boa qualidade. Todo o planejamento também deve levar em conta os eventos estratégicos da empresa, para que a distribuição e leitura da revista seja eficiente.

A fase final, na produção de uma revista empresarial, é feita pela revisão, diagramação e edição. As páginas são “desenhadas” por um designer que garante a harmonia dos elementos título, subtítulo, texto principal, texto secundário (se houver) e imagens (fotos ou artes). A última etapa é a edição e, em seguida, aprovação pelo conselho editorial. Tudo isso, antes de ir para a gráfica e ser impressa.

É muito importante, em todo esse processo, estar atento aos prazos. Isso implica observar o calendário de eventos da companhia para que as expectativas da publicação sejam atendidas. Em média, uma revista de boa qualidade e com uma quantidade razoável de páginas, entre 24 e 32, precisa de 2 meses para ser produzida, aprovada e distribuída.

Outra dica interessante é fazer desta publicação um meio de comunicação que seja o mais próximo possível dos colaboradores e parceiros, para que haja uma boa aceitação da ferramenta. E, além disso, é fundamental, que todo esse processo seja supervisionado e tenha a participação direta de profissionais capacitados como os de uma agência de comunicação.

*Lívia Caixeta é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

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O que é um jornal mural?

Por Filipe Andrande

Dentro de uma empresa, os jornais murais são importantes ferramentas de comunicação interna, geralmente direcionadas a um maior número de colaboradores. Este veículo de comunicação é afixado em locais de grande movimentação de pessoas e leva, de forma dinâmica e eficiente, conteúdos de relevância para todos dentro de uma organização.

O jornal mural possui uma maior periodicidade em relação a outros meios de comunicação interna, como informativos via intranet e newsletters, mas pode ser adaptado de acordo com as necessidades da empresa. A publicação possui textos curtos, linguagem clara e adaptada ao público leitor e ainda um grande volume de fotos.

Considerado o mais tradicional veículo de comunicação interna, o jornal mural deve também estar atrativo aos olhares do público e, para isso, é fundamental um planejamento minucioso, que leve em conta aspectos como o perfil editorial e gráfico da publicação.

Mesmo sendo um veículo de comunicação tão tradicional, ele ainda é muito funcional e traz resultados bastante relevantes para a empresa, assim como também seus colaboradores. Para determinadas informações, ele ainda é a melhor opção para comunicação interna de companhia.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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O que é media training?

Alan Mariasch

O media training, também conhecido como treinamento de imprensa, é um processo de treinamento dos porta-vozes de determinada organização, com o objetivo de aperfeiçoar sua capacidade de se relacionar com os jornalistas, seja na hora das entrevistas, em eventos ou em encontros de relacionamento. O media training é essencial em qualquer estratégia de assessoria de imprensa, ou de relações públicas, planejada pela agência para seus clientes, antes que quaisquer ações proativas sejam executadas.

O media training pode ser ministrado durante um dia, parte de um dia ou media trainings mais completos duram idealmente três dias. O roteiro é basicamente: apresentação da equipe que irá aplicar o treinamento, entrevista surpresa com o porta-voz, feita por um jornalista experiente ou que esteja atuando em algum veículo, para uma avaliação inicial; palestras e dinâmicas com um assessor de comunicação experiente, que irá explicar sobre o funcionamento da imprensa e qual o caminho ideal para se relacionar com os jornalistas, além de focar nas key messages da empresa que deverão sempre ser mencionadas; por último, é feita uma segunda simulação de entrevista com o mesmo profissional de imprensa.

A agência finalmente prepara um vídeo com as entrevistas, avalia detalhadamente os porta-vozes e envia um relatório analítico ao executivo, destacando quais são seus pontos positivos e analisando em que ele deve melhorar. É importante que o media training seja adequado a cada cliente, de acordo com a quantidade de porta-vozes, o segmento em que a empresa atua e a necessidade imediata.

Existem treinamentos mais específicos como media training de crise, speaker training ou até mesmo, social media training. Cada um desses para simular uma situação. O media training de crise, como o próprio nome já diz, simula situação de crise em que os executivos são colocados em uma sala e recebem algumas informações relativas a um suposto problema e tem que lidar com ele e ao mesmo tempo atender imprensa.

O speaker training é mais voltado para a preparação de um porta-voz para falar em público ou para melhorar sua apresentação com a imprensa. Normalmente é dado juntamente com o media training como sendo parte integrante do treinamento.

O social media training, algo bastante inovador, é um treinamento de como os funcionários devem lidar com as redes sociais, já que praticamente cada colaborador de uma empresa é um porta-voz nas redes sociais. Esse treinamento voltado para empresas que querem qualificar melhor seus colaboradores de forma a evitar problemas nas redes sociais.

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O que é media training?

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O que é mailing de imprensa?

Por Núbia Neves

Tão importante quanto o release, o mailing de imprensa é uma ferramenta indispensável para o trabalho de assessoria de imprensa. Nele contém os dados dos jornalistas que desejamos atingir, como, por exemplo: nome, veículo, editoria, telefone, e-mail e etc. Com um mailing apurado e selecionado é possível obter resultados de forma muito mais efetiva.

Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, explica que o mailing é essencial na hora de trabalhar um release. “Selecionando os jornalistas, entendemos bem sobre o nosso target e direcionamos nossos trabalhos de forma muito mais eficiente”, explica.

De nada adianta preencher um material de informações interessantes e porta-vozes significativos, se não enviarmos essas informações para os jornalistas certos. Por isso, é importante dedicar-se para adaptar os mailings para cada cliente e necessidade. Além disso, estude os jornalistas, nem sempre os editores ou chefes de redação são as melhores soluções. Um bom mailing deixará sua notícia sempre na frente.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é uma entrevista exclusiva?

Por Alan Mariasch

A assessoria de imprensa é responsável por gerenciar o relacionamento entre a fonte (empresas ou pessoas) e o jornalista. Sendo assim, ela dispõe de inúmeras ferramentas na hora de apresentar seu cliente para uma possível entrevista: convocar uma coletiva de imprensa, enviar uma sugestão de fonte para o seu mailing de contatos ou sugerir uma entrevista exclusiva.

A entrevista exclusiva é melhor opção quando o porta-voz tem uma informação relevante e exclusiva. Sendo assim, negocia-se com os principais veículos quem teria interesse em entrevista-lo e dar a notícia em primeira mão.

É essencial alinhar essa estratégia com o porta-voz, para que a informação exclusiva não vaze antes de ser publicada. Caso a fonte não cumpra o acordo de exclusividade, ela pode comprometer seu relacionamento com esse jornalista estratégico, prejudicando futuras iniciativas de assessoria de imprensa com ele.

* Alan Mariasch é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é boilerplate?

Por Maira Manesco

Os profissionais de comunicação costumam utilizar uma espécie de linguagem própria para tratar alguns termos da área, o que muitas vezes confunde os leigos no assunto. Um destes termos é o boilerplate, o tema do nosso post de hoje.

Criado no Século XVII, o termo fazia alusão às chapas de aço utilizadas na fabricação de caldeiras a vapor para navios e para a identificação da empresa que as havia produzido.

Hoje, o termo ficou conhecido como “sobre a empresa”, um parágrafo único que reúne as principais informações sobre determinada empresa, como informações sobre sua história, breve explicação do negócio, principais produtos e serviços, número de funcionários e conquista de prêmios e certificados.

O boilerplate é reproduzido sempre após um release ou uma notícia sobre a empresa, por isso, deve ser bem elaborado para apresentar a essência da organização sem rodeios.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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