O que é uma nota de esclarecimento?

O que é uma nota de esclarecimento?

Por Marianne Mitsui

Quando organizações ou figuras públicas ficam expostas a escândalos, cenários de crise ou acusações, a imprensa é ágil no compartilhamento da notícia. Por isso, o gerenciamento de crise é importante na definição da imagem da empresa ou entidade.

Visando amenizar os impactos negativos na mídia, a primeira atitude a ser feita pela assessoria de imprensa é a elaboração da nota de esclarecimento. Trata-se de um documento que pretende explicar a situação em pauta, desculpar-se por falhas ou responder a acusações, a fim de amenizar o retrato desfavorável da organização na mídia.

Quanto mais humilde é a conduta de uma nota de esclarecimento, maior será a consideração do público como resposta. Portanto, o teor de simplicidade é importante no momento da formação da nota. A nota de esclarecimento pode ser veiculada em qualquer meio de comunicação.

* Marianne Mitsui é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Conheça os erros que devem ser evitados na comunicação interna

Por Núbia Neves

A imagem interna de uma companhia pode não ser tratada ainda com a prioridade que merece, porém, a comunicação entre empresa e funcionários é tão importante quanto a comunicação com qualquer outro stakeholder. Se você se perguntou “stakeholder?”, sim, você entendeu certo. Os empregados são, com certeza, um dos principais targets que uma companhia deve ter.

Quando os funcionários da empresa são bem informados eles entendem que são peça-chave para o bom funcionamento da companhia, e ser reconhecido como um profissional importante ajuda na melhora da produção do colaborador.

O que não fazer no trabalho de comunicação interna:

Não informar: o primeiro a saber o que se passa dentro de uma empresa é, com certeza, o funcionário. Se as coisas vão mal, informe, explique, faça com que ele se sinta seguro no seu emprego. Esclarecer as informações é muito melhor do que deixar as pessoas imaginarem o que está acontecendo. Se a notícia for boa a mesma regra se aplica, faça com que o funcionário entenda que ele deve saber tudo o que for possível sobre a companhia que ele faz parte, isso o torna um funcionário engajado a alavancar o negócio.

Teoria diferente da prática: todo funcionário é porta-voz da companhia. Pesquisas afirmam que uma pessoa pode atingir, em média, cinco pessoas. Um funcionário que não confia em sua empresa transmitirá essa insegurança e não se preocupará com a informação. É crucial que quando houver o contato com o colaborador ele seja feito de forma sincera e transparente;

Não escutar opiniões: regularmente encoraje o funcionário a falar e sugerir. Obviamente a empresa não poderá colocar em prática todos os pedidos, porém, é crucial escutar a opinião de quem entende da área em que trabalha. Essa é uma forma de aperfeiçoar todos os campos da empresa;

Não informar estratégias: sempre transmita ao trabalhador a estratégia da empresa. A sinergia entre as expectativas e a prática é essencial para que a empresa alcance de forma mais rápida e assertiva o sucesso que almeja;

Comunicação não necessita de estratégia: a comunicação da companhia deve sempre pensar na estratégia para informar o colaborador. Muitas vezes, a melhor forma de comunicar a fábrica, por exemplo, não é a mesma de comunicar a gerência. Entender como as áreas trabalham é a melhor forma de produzir uma comunicação estratégica.

Essas são apenas cinco dicas do que não pode acontecer em um trabalho de comunicação interna. Outros erros são comuns dentro das empresas e, por isso, é importantíssimo sempre prestar atenção ao funcionário, afinal de contas, eles são peça-chave para criar uma empresa de sucesso.

Se quiser saber mais sobre comunicação interna, acesse: Quando eu preciso de comunicação interna?

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

Por Lívia Caixeta

Estratégia ou planejamento estratégico são, praticamente, o primeiro passo para uma empresa de sucesso. É este, inclusive, o ponto de partida para que todos os outros planos de uma equipe ou empresa funcionem e alcancem o objetivo pretendido. Tudo e todos os aspectos de um negócio giram em torno desta definição, que é essencialmente definida pela Missão, Visão e Valores da pequena, média e/ou grande empresa.

Essas três palavras, que, raramente, são consideradas pelos públicos de interesse, e muitas vezes causam arrepios nos colaboradores de uma companhia dizem exatamente qual é a posição do negócio em seu segmento e no mercado geral. Mas, o que exatamente elas definem?

MISSÃO: mostra a razão da empresa existir. Delimita que setor, que clientes e que segmento social a empresa pretende impactar. Geralmente, a missão é a que tem mais foco no produto ou serviço oferecido pela empresa.

VISÃO: é onde a empresa quer chegar, que objetivos quer atingir, em que setor quer ser líder ou em que negócio ela quer ser referência. De acordo com grandes líderes de empresas mundiais, como Steve Jobs, a Visão de uma empresa é mais importante do que a Missão, pois explica o que o negócio pretende ser e o que pretende realizar. VALORES: podem ser considerados “padrões de comportamentos institucionais da empresa”. Eles representam um conjunto de prioridades corporativas a partir do planejamento de procedimentos e objetivos sustentáveis que beneficiem uma comunidade ou sociedade na qual a empresa atua.

E a comunicação? O que os processos comunicacionais têm a ver com tudo isso?

Estão intimamente ligados. Principalmente, com a visão. É responsabilidade dos planejamentos de comunicação e marketing divulgar como uma empresa “enxerga” o mercado. Isso acontece por meio de ações de divulgação de informações, seja, pelo conteúdo institucional ou pelas ações de marketing. A visão também vai determinar e planejar os investimentos futuros. O resultado será um crescimento consciente da empresa, ações bem planejadas e o engajamento de públicos de interesse.

Ou seja, uma empresa sem planejamento, dificilmente, terá sucesso. Assim como um atendimento em comunicação sem plano também não funcionará. E estes dois aspectos dependem, fundamentalmente, do posicionamento do assessorado em seu segmento e no mercado. Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria.

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Redes sociais podem ser grandes aliadas para empresas que estão chegando ao Brasil

Por Alan Mariasch

Somos um dos povos mais apaixonados pelo mundo online. De acordo com um recente estudo do Conecta sobre nossos hábitos virtuais, os jovens brasileiros conectados à internet possuem em média conta em sete redes sociais, sendo que 96% deles estão no Facebook, cujo aplicativo está presente em 88% dos seus celulares e em 61% dos tablets. E isso num universo de mais de 86 milhões de pessoas com acesso à internet no país, das quais 52,5 milhões o fazem por meio do celular.

Por outro lado, uma pesquisa do Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), após analisar o uso das redes sociais por 6,4 mil empresas brasileiras, constatou que apenas 36% delas tinham presença nessas mídias. Isso nos leva a concluir que ainda trata-se de uma área ainda pouco explorada pelas organizações e com um grande potencial para atingir diversos públicos, pois é lá onde os brasileiros gastam várias horas dos seus dias, em busca de entretenimento e informação. Essa tendência explica em parte porque a televisão e outras mídias tradicionais estão aos poucos perdendo audiência.

Portanto, se você é um executivo de uma empresa que deseja investir no mercado brasileiro, minha sugestão é que dedique parte da sua verba de comunicação e marketing nas redes sociais. Dependendo dos objetivos da sua organização, pode valer a pena criar apenas uma fan page com conteúdo exclusivo no Facebook, um canal de atendimento aos clientes pelo Twitter ou até uma página corporativa no LinkedIn. Ou, quem sabe, estar presente em todos eles ao mesmo tempo.

Seja como for, não há como fugir das redes sociais se você quer se relacionar com o público brasileiro. Mas, para entrar nesse mundo, é vital que sua empresa seja assessorada por profissionais da área, com experiência em novas tendências tecnológicas e em produção de conteúdo, e que sejam capazes de mensurar o retorno do seu investimento. Fundamental também é que parte do orçamento seja direcionado para o patrocínio dos posts, o que vai auxiliar na disseminação e viralização do conteúdo.

Separei um vídeo sobre o assunto:

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é follow-up?

Por Maira Manesco

Follow-up é uma expressão americana para o termo ‘fazer o acompanhamento’. Quando alguém realiza o follow-up significa que está estimando respostas de um contato pré-estabelecido. Muito comum nas áreas de compra e venda de uma empresa, a ferramenta também apresenta grande importância à assessoria de imprensa.

Assim como na área comercial, na comunicação o follow-up completa o processo satisfatório de vendas, mas no caso é a negociação da ideia de uma pauta para um veículo da mídia. Ou seja, o assessor de imprensa utiliza esta ferramenta para criar e manter um relacionamento favorável com os canais de comunicação.

O follow-up pode ser realizado antes ou depois de uma sugestão de pauta. Quando feito antes tem o intuito de apresentar um assunto aos jornalistas a fim de gerar interesse para uma matéria ou entrevista exclusiva. Já o follow-up pós-envio do press release é realizado para saber se os jornalistas ficaram satisfeitos com o material que receberam ou se precisam de mais informações.

Por fim, é importante lembrar que o follow-up é indispensável para o trabalho das agências de comunicação, pois com o auxílio desta ferramenta é possível conseguir ótimos resultados na imprensa para os seus assessorados, mantendo o relacionamento positivo com os veículos de comunicação.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é pauta?

Por Beatriz Carvalho

Normalmente, nossa vida é cheia de compromissos. Para dar conta de tudo em 24 horas precisamos nos organizar e planejar o nosso dia por ordem de relevância. Temos compromissos inadiáveis e aqueles que não são tão urgentes assim. Nesse sentido o jornalista ou assessor de imprensa precisa se organizar diante da “chuva” de assuntos, informações e sugestões de pautas que possuem levando em conta o que é mais importante e adequado naquele momento para o jornal e para o seu cliente.

Para ajudá-los nessa dura missão utiliza-se um recurso chamado pauta. A pauta funciona para o jornalista ou assessor de imprensa como uma bússola para um navegador. Ela é responsável por dar as direções e os comandos para a construção da matéria, por dar o start na apuração para uma reportagem.  Para isso, ela precisa ser recheada de instruções básicas que orientem o jornalista na sua tarefa.

Antigamente, era comum nas redações dos jornais ter uma pessoa que tinha a única função de redigir a pauta que era conhecida como “pauteiro”. Hoje, a pauta é feita pelos editores e subeditores das redações e assessorias.

Uma boa pauta precisa ser rica em detalhes. Deve conter o resumo do fato, qual será a abordagem (o que marca a individualidade da matéria), o posicionamento adotado, se terá entrevistas (qual o horário e local), quem são as fontes (cargo ou função do entrevistado). É muito importante que o jornalista ou assessor possua um grande leque de fontes, pois são essas pessoas que possuem informações capazes de enriquecer e legitimar a reportagem.

Apesar de ser detalhada, a pauta não é rígida. Ela pode ser alterada em todos os seus aspectos levando em conta os acontecimentos factuais que podem ocorrer depois da pauta pronta.

Se quiser entender melhor sobre a pauta no jornalismo, recomendo o vídeo “Como fazer uma pauta?”. De forma bem dinâmica, o vídeo dá dicas preciosas para a construção de uma boa pauta e você pode conferi-lo logo abaixo.

* Beatriz Carvalho é assessora de imprensa na Race Comunicação

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Glossário de Comunicação Interna

Por Marianne Mitsui

Blog corporativo: é uma forma de interação tanto com o público interno como o externo. É um espaço colaborativo que permite troca de informações e envio de comentários.

Box: recurso utilizado para delimitar o espaço de um texto complementar. Pode conter uma informação extra, uma observação ou uma nota.

Café com o presidente: encontro promovido entre funcionários e presidente para a troca de ideias, reclamações e sugestões, a fim de um melhor relacionamento entre as pessoas.

Canal de escuta de empregado (ouvidoria interna, ombudsman, linha direta): espaço nas entidades que recebe críticas, reclamações e sugestões de funcionários. É um importante meio de comunicação para interceder entre as partes envolvidas, a fim de evitar conflitos.

Circular: é uma mensagem dirigida a um determinado departamento ou setor, visando repassar avisos e determinar regras e ordens.

Comunicação em cascata: é um processo de comunicação hierárquico, em que as informações são repassadas de um segmento a outro e de cima para baixo.

Comunicação face a face: é o contato direto entre os funcionários e o chefe de uma empresa,

Comunicação integrada: busca aliar questões de diferentes divisões em uma empresa, com o propósito de estruturar um planejamento eficaz de comunicação integrando jornalistas, publicitários, relações públicas, entre outros setores.

Comunicados internos: são realizados para divulgar qualquer informação importante e específica que diz respeito a todos os funcionários ou apenas a um grupo. Podem ser enviados por e-mail, publicados na Intranet ou até mesmo serem colocados em cartazes.

Convenção anual: festas realizadas com a intenção de reunir todos os envolvidos com a empresa fora do ambiente de trabalho, em uma atmosfera descontraída para melhor relacionamento entre todos.

Endomarketing: trata-se de uma estratégia de marketing voltada para o público interno. Seu planejamento, na maioria dos casos, é feito pelos Recursos Humanos da empresa.

Endpoint: ícone que representa uma organização ou entidade, utilizado normalmente em revistas para indicar o fim de uma matéria.

Evento interno: são eventos regulares para reunir todos os funcionários de uma empresa ou grupos específicos. Visa à integração e um melhor relacionamento entre todos os setores.

Foto legenda: matéria com predominância de fotos que acompanham pequenos textos descritivos.

House Organ: é o canal de comunicação interna em uma empresa. Seja um jornal ou uma revista, o veículo é importante para que o público interno da entidade saiba de tudo o que acontece em seu local de trabalho. As matérias são mais frias já que normalmente é bimestral.

Intertítulo: títulos menores inseridos ao longo do texto, permitindo que a matéria fique menos carregada e fácil para a leitura.

Intranet: é um sistema de redes privadas de uma empresa. Todos os funcionários possuem um cadastro e podem acessar notícias institucionais, contatos específicos, telefones úteis, entre outros.

Jornal muralperiódico de comunicação interna, normalmente fixado em áreas de grande circulação de pessoas. Conta com diversos colaboradores, trazendo informações relevantes e em destaque na empresa. Nele as matérias são factuais, pois normalmente é quinzenal.

Layout: combinação de componentes gráficos que, diagramados, deve formar um conjunto harmonioso tanto numa revista, jornal, cartaz, ou newsletter. É importante que o layout de todo comunicado seja visualmente adequado, pois carrega consigo uma boa impressão diante dos funcionários.

Linha fina: complemento do título que resume a matéria em poucas frases.

Newsletter: é um boletim eletrônico informativo, enviado regularmente para setores específicos na empresa como forma de divulgação das últimas notícias importantes, ações, concursos ou festas.

Olho: citação ou frase do texto que é destacada na diagramação da página.

Programa de recompensa: uma ação de endomarketing realizada com o objetivo de aumentar a produtividade dos funcionários através recompensas.

Projeto social: promovido pelas empresas para estimular a integração entre os funcionários participantes e reforçar o auxílio a uma causa social.

Ponto focal: é o funcionário que atua dentro de um setor específico da empresa e na maioria das vezes não é do departamento de comunicação. Por ser uma pessoa ativa com os companheiros de departamento, ele que leva as informações relevantes para o departamento de comunicação da empresa e que muitas vezes viram matérias interessantes no house organ.

Rádio peão: é um meio de comunicação não-oficial, que gera informações incertas e sem confirmação.

Rede Social Corporativa: são plataformas exclusivas, voltadas para profissionais trocarem informações de forma mais prática e rápida.

Retranca: nome dado ao texto/palavra menor localizado acima do título em um layout, identificando o assunto da matéria.

Reunião de resultados: acontece regularmente com o intuito de alinhar resultados positivos e negativos produzidos pela empresa. É importante para reforçar o relacionamento entre cliente e equipe.

Subtítulo: pequena frase colocada abaixo do título para complementá-lo com mais informações.

TV / Rádio Corporativa: veículos exclusivos para a comunicação interna. São canais atrativos para a divulgação da empresa, pois permitem o uso de aparatos audiovisuais.

Se você se interessou pelo Glossário de comunicação interna, confira o Glossário de assessoria de imprensa que a Race preparou para você.

*Marianne Mitsui é assessora de imprensa na Race Comunicação

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O que é e qual a importância do Clipping?

Por Rodolfo Zanchin

Quando uma agência de assessoria de imprensa ou relações públicas trabalha o relacionamento com a imprensa e influenciadores para uma empresa, organização, pessoa pública ou produto, é necessária uma avaliação de resultados, isto se dá através do clipping.

Para entender a importância do clipping é essencialmente saber que ele se trata de algo básico: o recorte de publicações, seja na imprensa ou nas redes sociais. Esse recorte se dá em matérias impressas, publicações online, veiculações em rádios ou TV. O clipping pode ser feito sobre um tema específico, sobre uma empresa, organização ou mesmo sobre um setor. Para as empresas que trabalham com uma agência de assessoria de imprensa, ou agência de relações públicas, é importante que se faça a mensuração de resultados conquistados por meio desse trabalho, aparentemente básico, mas muito estratégico.

Dessa forma, com todos esses recortes de matérias, é realizada a compilação dessas veiculações que remetem a imagem da empresa, produto, organização  etc. e que são enviadas de forma diária, semanal e mensal. Através desta listagem que conseguimos ter uma real noção do trabalho executado. Baseado nessas publicações, a agência de assessoria de imprensa ou relações públicas faz a mensuração de resultados e consegue dimensionar se o trabalho está sendo executado de forma estratégica e alinhada com os interesses da empresa. Essas mensurações podem ser feitas de diversas formas, desde quantidade de pessoas possivelmente impactadas, tipo de veículo, região, centimetragem e uma série de outras maneiras de medições.

Confira alguns pontos sobre a importância do clipping:

  • Imagem / Reputação

Como sabemos, a reputação é frágil e através do clipping podemos mensurar como a empresa, organização ou pessoa pública é vista no mercado.

  • Estratégias no plano de comunicação

Através da análise dos resultados, podemos identificar falhas no processo de comunicação, avaliar os objetivos cumpridos e até mesmo possíveis retornos financeiros.

  • Decisões futuras

Identificar tendências do mercado auxilia a equipe de comunicação a antecipar crises e enxergar novas oportunidades.

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5 benefícios de se fazer um media training

Por Alan Mariasch

As vantagens do media training vão muito além de simplesmente treinar porta-vozes sobre como eles devem agir durante entrevistas. Por meio dessa ferramenta, esses executivos passam a compreender melhor o papel fundamental da assessoria de imprensa dentro da estratégia empresarial. Confira abaixo os principais benefícios de se realizar um media training.

1- Simulação

Permite que os porta-vozes treinem vários tipos de entrevistas, para diversos meios (televisão, rádio, etc), inclusive aquelas que os coloquem numa situação de maior pressão. Vários cenários são testados, e o treinamento pode incluir a participação de jornalistas consagrados.

2- Key messages

De maneira didática, os executivos aprendem o que são as key messages (mensagens estratégicas de determinada organização) e a importância delas serem destacadas durante a entrevista.

3- Gerenciamento de crise

Um dos principais objetivos do media training é ensinar aos porta-vozes como agir em situações de adversidades, e também como fazer para evitá-las. Muitas crises começam por causa de declarações equivocadas à imprensa, ou pelo fato da empresa se negar a atender os jornalistas.

4- O que fazer e o que não fazer

Dicas práticas como orientações sobre postura corporal, gestual e não-verbal, que palavras nunca usar, além de quais roupas evitar são fundamentais no treinamento dos porta-vozes, para que dessa forma eles consigam ganhar mais credibilidade na mídia. Assim passem a ser reconhecidos pelos jornalistas como referências em suas áreas, sempre sendo convidados para entrevistas.

5- Papel estratégico da comunicação corporativa

Os executivos têm aulas sobre o funcionamento da imprensa, com detalhes sobre o cotidiano dos jornalistas. Além disso, estudam sobre como é o trabalho da assessoria de imprensa. Dessa forma, eles têm um panorama geral sobre a comunicação corporativa, e podem colaborar de forma mais efetiva tanto na hora de propor uma pauta, como em estratégias mais elaboradas.

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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Glossário de assessoria de imprensa

Por Rodolfo Zanchin

Alcance: área geográfica da audiência e do número de leitores, ouvintes ou telespectadores que a mídia naquela região pode atingir.

Artigo: publicado normalmente em revista, internet ou jornal de grande circulação. Este tipo de texto discute, analisa ou interpreta um problema, assunto ou tendência. Uma das características do artigo é que leva mais tempo para pesquisar e produzir do que uma notícia. Os artigos geralmente são opinativos e refletem a ideia de uma pessoa, empresa ou entidade.

Assessoria de imprensa: sua principal tarefa é tratar da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa ou órgão público e a imprensa.

Boilerplate: breve parágrafo apresentando quem você é, o que e como você faz, normalmente usado como o primeiro parágrafo em uma biografia ou o último parágrafo em um comunicado à imprensa.

Briefing: documento contendo a descrição da situação de uma marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos, metas e recursos para atingi-los. Pode ser em formato de perguntas e respostas ou em tópicos ou ainda apenas um texto com direcionamentos sobre o produto ou serviço.

Centimetragem: Forma de medir e mensurar resultados de anúncios publicitários ou matérias em jornais e revistas. A medida usada é centímetros/coluna.

Clipadora: empresa especializada em buscar e relatar os resultados de uma assessoria de imprensa obtidos em jornais, revistas e sites.

Coletiva de imprensa: evento para disseminação de dados e notícias por uma fonte, empresa ou entidade para vários jornalistas de uma só vez. O formato é geralmente uma apresentação de informações realizado pelo porta-voz da organização, seguido de uma sessão de perguntas e respostas. Em muitos casos, ela ocorre em situações de crise ou lançamentos e tem um tempo pré-determinado para acabar.

Clipping ou Clipe: recorte de jornal ou revista, pode ser também uma captura da tela do computador quando é uma publicação online ou ainda um corte de segmento de um vídeo ou áudio, para mensurar os resultados obtidos.

Comunicado Oficial: texto objetivo que relata o posicionamento oficial da empresa, pessoa ou entidade sobre determinado assunto.

Comunicação integrada: abordagem multidisciplinar, que utiliza uma série de técnicas e ferramentas de comunicação, a fim de entregar um conjunto consistente de mensagens. O objetivo é conseguir uma comunicação direta com o público. E independente da forma como será feita, as mensagens e a comunicação estarão alinhadas com as estratégias da companhia.

Corporate fact sheet: conhecido também como Fact Sheet, é um documento com apenas uma página que descreve os princípios de uma empresa, serviços, números gerais e faturamento (quando público). Inclui endereço, telefone, e-mail e mapa para permitir que os clientes potenciais ou repórteres encontrem facilmente o negócio.

Coluna: artigo escrito por um especialista, normalmente publicado em jornais ou revista, no qual o colunista escreve semanalmente ou todos os dias.

Cronograma de ações: instrumento de planejamento e controle semelhante a um diagrama, em que são definidas e detalhadas minuciosamente as atividades a serem executadas durante um período estimado.

Deadline: o prazo final para enviar materiais, fechar reportagens, entrevistas, etc.

Editorial: declaração de opinião de um editor sobre você e seu negócio. Além disso, um termo para a cobertura da mídia gerada pela equipe de notícia. Editorial é também um texto, feito pelo editor, que resume e comenta as matérias de uma publicação (normalmente em revistas).

Entrevista: conversa entre duas ou mais pessoas (o entrevistador e o entrevistado) em que perguntas são feitas pelo entrevistador de modo a obter informações necessárias por parte do entrevistado.

Exclusiva: notícia, entrevista ou artigo de destaque que apenas um jornal, revista, rádio, site ou televisão pode publicar/apresentar. Normalmente, esse tipo de destaque é negociado previamente pela agência assessoria de imprensa do entrevistado.

Exposição: a medida que o público-alvo torna-se consciente de uma pessoa, mensagem, atividade, tema ou organização através dos esforços da agência de relações públicas/assessoria de imprensa.

Follow up: trata-se da comunicação que envolve o monitoramento de objetivos e metas, após um contato pré-estabelecido.

Fotolegenda: texto explicativo sobre a foto que o acompanha, enviada para determinado mailing list de jornalistas.

Ghostwriter: pessoa que escreve artigos ou discursos para uma outra pessoa que reivindica a autoria.

Hard news: história que é verdadeiramente interessante, factual e objetiva. Algo que aconteceu naquele dia ou mesmo naquele momento.

Key Message: palavra-chave ou frase que a assessoria de imprensa, a própria empresa ou o departamento de comunicação têm a intenção que seja retida pelo público.

Mailing list: lista de editores e jornalistas de cada publicação em circulação. Inclui número de telefone, endereço, cargo, editoria e e-mail.

Media relations: a prática de lidar com jornalistas / blogueiros / membros dos meios de comunicação para construir boas relações de trabalho e gerar cobertura de mídia e editoriais favoráveis. É a base de trabalho de uma agência de relações públicas ou de assessoria de imprensa.

Media training: simulações realizadas com o profissional, que é um porta-voz, para que tenha efetividade como um gestor de comunicação, embora seja líder em outra área. Diz respeito sobre como funciona a mídia e informações que os jornalistas buscam e quem são estes profissionais.

Meet and greet: conhecido também por alguns profissionais como goodwill, é uma espécie de reunião realizada, geralmente de forma rápida entre fonte, assessor de imprensa e jornalista para propor pautas, conversar sobre a fonte e apresentar ideias ou pontos de vistas sobre possíveis matérias.

Mídia Espontânea: publicações veiculadas em qualquer meio de comunicação de forma espontânea, ou seja, sem plano de ações por parte da assessoria de imprensa.

Mídia Provocada: Publicações veiculadas em qualquer meio de comunicação estimuladas pela assessoria de imprensa, através de disparos de releases, sugestões de pauta, ou outras ações de relações públicas realizadas.

Off-the-record: ou apenas Off são informações fornecidas por uma fonte para um repórter e que, quando previamente acordado com o jornalistas, não pode ser publicada ou usada de qualquer forma.

Pauta: orientação que os repórteres recebem descrevendo que tipo de reportagem será feita, com quem deverão falar, onde e como. Pode ser também o enfoque sobre algum fato.

Pesquisa de opinião: levantamento que mensura a resposta de uma pergunta sobre um tema.

Plano de comunicação: a estratégia que é elaborada para alcançar um público-alvo usando canais de comunicação corporativa como: publicidade, relações públicas, experiências, eventos, ações, etc.

Porta-voz: representante de uma organização e que é uma fonte especializada disposta a comentar com a imprensa sobre uma questão pontual.

Position Paper: nota que apresenta a opinião, normalmente do autor ou de outra entidade especifica, sobre um assunto e que é enviada para a imprensa.

Press kit: kit com informações específicas entregue aos meios de comunicação por uma empresa. Normalmente contém material base, fotografias, ilustrações, comunicados de imprensa e em alguns casos, brindes da empresa que está divulgando.

Press release: ou News Release, ou ainda, apenas Release é a forma escrita mais comum, usada em relações públicas, para anunciar notícias e informações sobre produtos, serviços, empresas, etc.

Pronunciamento oficial: comentário escrito ou falado preparado para efeitos de resposta consistente a determinadas questões e que dizem respeito a um grupo grande de pessoas. Em muitos casos usados apenas por chefes de estado ou ministros.

Q&A: este documento, muitas vezes sigiloso, contém possíveis perguntas e também prováveis respostas para muitos assuntos de uma empresa, serviço ou produto. Nele o porta-voz se baseia para saber como responder determinadas questões.

Solicitação de imprensa: pedido que o jornalista faz a empresa por meio da assessoria de imprensa. Podendo ser: uma entrevista, cobertura de pauta, etc.

Sugestão de Fonte: é uma ferramenta de assessoria de imprensa na qual você oferece seu porta-voz para determinando mailing list de jornalistas.

Sugestão de Pauta: mensagem escrita para introduzir uma fonte ou ideia da história para um ou mais jornalistas.

Stakeholder: conhecido também como público de interesse, é a parte que afeta, ou que podem ser afetadas pelas ações de uma organização.

Talking Point: declarações sucintas que abordam pontos cruciais sobre determinado tema.

Se você se interessou pelo Glossário de assessoria de imprensa, confira o Glossário de comunicação interna que a Race preparou para você.

* Rodolfo Zanchin é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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