Race Comunicação fecha contrato com Arup, gigante da engenharia e do design

Race Comunicação fecha contrato com Arup, gigante da engenharia e do design

Empresa global é a terceira conta internacional da agência

Race Comunicação, agência de comunicação corporativa com atuação nacional, foi a empresa escolhida pela Arup para ser sua assessoria de imprensa no Brasil. A companhia, uma das maiores empresas de engenharia e design do mundo, presente em cerca de 40 países e que conta com mais de 11 mil funcionários, é o terceiro cliente internacional conquistado pela Race Comunicação nos últimos dois anos.

“Estamos muito felizes em trabalhar com a Race Comunicação”, disse Ricardo Pitella, diretor da Arup no Brasil. “Estamos orgulhosos do nosso trabalho no Brasil e estamos felizes de ter a Race do nosso lado para ajudar na divulgação dessas histórias”.

Com 14 anos de atuação e dois escritórios, um em São Paulo e outro em Goiânia, a Race Comunicação está buscando aumentar a sua base de clientes internacionais. “Foi um grande privilégio sermos escolhidos pela Arup para realizar a comunicação corporativa deles no Brasil. Eles são uma das empresas de engenharia e design mais emblemáticas do mundo, com obras extremamente relevantes, como a Ópera de Sidney, na Austrália, e o Ninho do Pássaro, na China. Eles estão investindo fortemente no mercado brasileiro e nosso objetivo é justamente esse, conquistar cada vez mais clientes multinacionais que tenham essa estratégia”, explica Rogério Artoni, diretor executivo da Race Comunicação.

O atendimento da conta da Arup no Brasil ficará a cargo de Alan Mariasch, gerente de contas internacionais, André Ranieri, coordenador de contas, Gabriel Pedreschi, assistente, além da direção de Rogério Artoni.

Race Comunicação

Fundada em 1999, a Race Comunicação é uma agência de comunicação corporativa que atua com assessoria de imprensa, comunicação interna, gerenciamento de redes sociais e treinamentos de porta-vozes. A empresa atende clientes dos mais diversos setores como: alimentação, farmacêutico, engenharia, construção, shopping center, esporte, saúde, tecnologia, que estão localizados em diversas regiões do Brasil e também do mundo. Além da sede em São Paulo, a empresa possui filial em Goiás e está entre as 50 maiores agências do Brasil, segundo o Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2013.

Sobre a Arup

A Arup é uma empresa multidisciplinar de engenharia e consultoria, reconhecida mundialmente por seus projetos inovadores e sustentáveis. Entre suas obras, realizadas em mais de 160 países, as mais famosas são a Sydney Opera House (Austrália), o trem bala Londres-Paris High Speed 1 (Inglaterra), o centro aquático Cubo D´água (China) e as arenas esportivas Ninho do Pássaro (China) e a Allianz Arena (Alemanha). No Brasil, em São Paulo, a empresa está atuando na revitalização do Porto de Santos e no projeto do Centro Cultural Luz; no Rio de Janeiro, a Arup vem trabalhando em projetos relacionados à Olimpíada de 2016, como a expansão do metrô da cidade, a Vila Olímpica e as arenas dos jogos. Fundada em 1946, a empresa tem 11.000 funcionários, em seus 90 escritórios espalhados por 38 países, sendo dois no Brasil: Rio de Janeiro e São Paulo.

Informações para a imprensa

Race Comunicação
Tel: (11) 2894-5607 / 2548-0720
Alan Mariasch – alan@agenciarace.com.br
André Ranieri – andreranieri@agenciarace.com.br
www.RaceComunicacao.com.br

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O que é um press release?

Por André Ranieri

O press release é uma das principais ferramentas de uma assessoria de imprensa quando o assunto é comunicação externa. Ele consiste basicamente em um texto, de cunho jornalístico, sobre um cliente específico ou sobre o tema do cliente. O press release não é enviado ao público em geral, mas, sim, diretamente ao jornalista, via e-mail. Justamente por isso, o material deve ser pensado para chamar a atenção logo no título, entre outras ações para otimizar essa ferramenta.

Pontos positivos

Muitas vezes o release é publicado integralmente pelos veículos de comunicação, isso geralmente acontece com mídias de pequena e média relevância. Nos veículos de grande relevância, o principal objetivo é chamar a atenção dos jornalistas ao tema em questão e despertar o interesse deles em falar sobre o assunto. Nestes casos, o redator entra em contato com a assessoria de imprensa buscando um  porta-voz da empresa ou mais informações.

Pontos negativos

O press release é uma ferramenta utilizada por praticamente todas as assessorias de imprensa, o que torna a concorrência grande. Vale lembrar que todos os dias, as caixas de e-mail dos jornalistas são bombardeadas por textos neste formato. Por isso, é fundamental enviar releases apenas quando os temas forem realmente relevantes, pois desta forma as chances de eles serem enviados para as caixas de spam dos jornalistas é reduzida.

Disparo de release

Ao invés de disparar o release para um mailing geral, com vários jornalistas, uma boa alternativa é oferecer o material com exclusividade para veículos estratégicos. Enviar um release para um mailing gigantesco é considerado não efetivo e a chance dos veículos mais importantes perderem o interesse, depois de saberem que ele foi enviado para outros jornalistas, é grande.

*André Ranieri é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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Quando a minha empresa necessita de comunicação interna?

Por Filipe Andrade

Independente do tamanho, toda empresa precisa de uma boa comunicação interna. Esta ação, dinâmica e dialógica, permite que diretores e gestores estejam mais próximos da equipe em torno de um objetivo comum, ou, nesse caso, o negócio de uma organização.

A comunicação interna é, antes de tudo, uma atividade informacional e nas pequenas empresas pode ser realizada pelos próprios diretores, ao transmitirem à equipe as atividades da instituição. Isso acontece porque nessas organizações o contato gestor-colaborador é bem mais próximo.

Por outro lado, nas médias e grandes empresas, essa proximidade é impossibilitada pelo próprio tamanho da companhia e por uma maior hierarquização. Nesses casos, a comunicação interna é levada a outro nível e, com o auxílio de profissionais de comunicação, como relações públicas ou jornalistas, a empresa utiliza de diversas plataformas que atuarão como mediadoras dentro da organização.

Entre os meios de comunicação interna estão os informativos via intranet, como boletins e newsletters, os jornais murais, as revistas ou house organ e as rádios e tevês corporativas. O uso de cada plataforma é definido de acordo com o conteúdo, o público, e a periodicidade. Por exemplo, um treinamento que vai acontecer em um mês pode ser divulgado em um jornal mural que é fechado quinzenalmente. No entanto, quando esse mesmo evento acontece em dois dias, o melhor meio de divulgação é o informativo via intranet, por sua instantaneidade. Após sua realização, esse fato pode ser noticiado na revista, que possui uma maior periodicidade, e, como uma ação contínua da empresa, apresentada nas rádios e tevês corporativas com o intuito de divulgar o programa de treinamentos daquela organização.

Os veículos também são definidos ao se levar em conta o público receptor da mensagem. Em uma grande indústria, por exemplo, o número de pessoas que tem acesso aos conteúdos via intranet em geral é bem inferior à quantidade de colaboradores que, diariamente, podem ler os jornais murais.  As rádios e tevês corporativas e revistas, por outro lado, abrangem um número ainda maior de pessoas e seu conteúdo deve atender toda a equipe.

Como qualquer outra forma de comunicação, a interna pressupõe uma interação com seu público e a empresa deve também estar aberta e atenta a esse retorno. Para isso, são fundamentais as ações de relacionamento com a equipe, que visam uma maior aproximação entre os gestores e colaboradores, além de promover um maior envolvimento na filosofia da organização.

A comunicação interna é, portanto, essencial para o desenvolvimento de uma empresa dinâmica, independente do tamanho, com uma equipe focada, atenta e, consequentemente, empenhada quanto aos objetivos da organização, possibilitando resultados cada vez mais positivos.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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Quando eu preciso de um media training?

Por Rogério Artoni

Media training ou treinamento de mídia é uma preparação de profissionais para saber como lidar com a imprensa e se tornarem porta-vozes de suas respectivas empresas. Este treinamento tem como finalidade, de uma forma geral, fazer com que o porta-voz evite erros durante entrevistas, entenda como funciona a mídia, os interesses dos jornalistas e como se aproveitar, de forma ética, desse contato com os profissionais de imprensa.

Um porta-voz precisa de um media training quando…

1- …ele conhece muito o assunto, mas não sabe como falar de forma clara e simples sobre o tema.

2- …uma empresa precisa de alguém para atender a imprensa, mas esse profissional nunca teve contato com a mídia.

3- …ele deu entrevista e a matéria foi publicada com várias informações equivocadas.

4- …o profissional concedeu uma entrevista e pediu para olhar o que o jornalista anotou.

5- …ele é muito técnico e não sabe explicar de forma simples o que ele faz.

6- …ele não quer atender a imprensa, porque acha que isso não é importante.

7- …ele não sabe a diferença entre publicidade e assessoria de imprensa.

8- …o profissional dá uma entrevista olhando para a câmera e quer segurar no microfone do repórter.

9- …numa situação de crise, ele e a empresa, acham que o melhor mesmo é dizer “nada a declarar”.

10- …ele acha que dar “off” é um bom negócio sempre.

11- …ele acredita que as matérias são compradas e que se pagar para o jornalista a publicação vai falar bem dele.

12- …ele acha que o cinegrafista ou o fotógrafo são profissionais de segundo escalão e não merecem a mínima atenção.

13- …ele acha que a assessoria de imprensa tem que blindar a empresa e não responder nada do que foi perguntado.

14- …ele acredita que pode revisar uma matéria antes dela ser publicada.

15- …ele acha que sabe como funciona a imprensa, mas não sabe a diferença entre artigo, coluna e matéria.

* Rogério Artoni é Diretor da Race Comunicação

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10 dicas para divulgar sua empresa no Facebook

Por Alan Mariasch

Uma plataforma online com mais de 1,5 bilhão de usuários de todas as idades e classes sociais, sendo 99 milhões de brasileiros (2º país do mundo em número de cadastrados). Índices crescentes de inclusão digital no Brasil, com 61% da população já possuindo smartphones e 105 milhões de pessoas que já tem acesso à internet.

Sabendo de tudo isso, é possível dizer que o potencial de comunicação e marketing do Facebook talvez não seja bem aproveitado pelo mundo corporativo. Mas como fazer para divulgar minha empresa nessa poderosa ferramenta chamada Facebook, e como me relacionar da forma mais adequada com meus stakeholders que estão por lá?

1- Fazer-se presente: Você compraria algo de uma empresa que não tem site? Pois algo parecido acontece com o Facebook, especialmente para organizações B2C (business-to-consumer, empresas que vendem diretamente ao consumidor final). Todas as grandes empresas, e aquelas que querem ser grandes, já têm suas fan pages. O que está esperando para criar a sua?

2- Agregar conteúdo: Com a overdose de informação a que somos expostos diariamente, fica difícil se destacar no Facebook com postagens meramente publicitárias, do tipo “Compre nosso produto, ele é ótimo!”. Elas provavelmente serão ignoradas ou ocultadas do feed dos usuários. Chegou a hora de oferecer algo a mais: um banner engraçado, um viral positivo, uma curiosidade, uma promoção, uma novidade, uma dica, um conteúdo mais interessante ou educativo etc…

3- Velocidade nas respostas: Esqueça a seção “Carta do leitor” dos jornais. Você não tem muito tempo para responder seus fãs no Facebook, ainda mais se for uma crítica ou reclamação. Caso você demore, ele pode compartilhá-la para seus amigos, o que pode fazer a bola de neve crescer exponencialmente, e você não quer que isso aconteça, não é?

4- Publicidade direcionada: O Facebook é uma das principais ferramentas online onde você pode fazer publicidade segmentando seu público por local, idade, sexo, interesses, etc, atingindo nichos específicos para captar curtidores para sua fan page e/ou patrocinar posts, aumentando sua viralização.

5- Use com moderação: OK, você entendeu a enorme importância do Facebook para sua empresa e vai começar a postar frequentemente. Ótimo! Só tome cuidado para não se tornar uma fan page com postagens a cada 10 minutos. Isso pode incomodar os usuários e corre-se o risco das informações importantes passarem batidas ou até mesmo de se tornar chatos demais. Acredito que você também não gosta de ver seu feed poluído com um único assunto!

6- Planejamento é obrigatório: Antecipe-se. Faça cronogramas mensais, com programação especial em datas comemorativas e distribuindo as postagens de forma equilibrada durante cada semana, de modo que não fique muito tempo sem se comunicar com os usuários ou não abuse de postagens frequentes ou de postagens que falem apenas de datas comemorativas.

7- Invista em qualidade: Pesquisas do próprio Facebook indicam que o conteúdo visual é o que mais se destaca na rede, quando comparado àqueles com apenas texto. Portanto, se você não domina ferramentas de design, como Photoshop, Indesign, Illustrator, Corel não se aventure no Paint ou no Power Point: contrate um profissional para fazer seus banners e você verá os resultados (a Race pode fazer isso para você!). Também é possível criar vídeos para as redes e isso trará mais acessos ainda.

8- Estimule a viralização: Entenda seu público-alvo, isso é essencial para a produção de conteúdo. Ele gosta de um conteúdo mais complexo ou procura apenas diversão? Qual é sua faixa etária? A equação do post viral é complexa, mas passa por alguns fatores fundamentais: horário da postagem, originalidade, humor e sensibilização. Além do que, vídeos virais positivos são aqueles que trazem algo original ou de um forma diferente. Para se criar um conteúdo inovador é necessário muito mais preparação e estudo de mercado.

9- Benchmark: Estude como seus concorrentes usam o Facebook. Também é importante estar atento aos cases de sucesso da rede, mesmo aqueles que são de outros segmentos. É vital estar sempre atento às novas tendências da internet e às mudanças frequentes do Facebook, que constantemente agrega (e retira) ferramentas, muda layouts, atualiza regras, etc.

10- Meça os resultados: Todo esse trabalho só terá sentindo se você medir sua eficiência. Analise seus posts, excluindo do próximo cronograma aqueles com baixo retorno e investindo naqueles que tiveram sucesso. Estude atentamente as estatísticas fornecidas pelo Facebook: horários que os fãs que estão mais online, taxa de envolvimento dos posts, evolução do número de curtidores, etc. Estudos apontam que a comunicação deixou de ser subjetiva e que, sim, é possível estabelecer metas capazes de comprovar o planejamento estratégico.

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Assessoria de Imprensa versus Assessoria de Comunicação

Por Maira Manesco

Antes de qualquer outra informação… Sim, Assessoria de Imprensa e Assessoria de Comunicação são dois termos usados para diferentes atividades.

Apesar de possuírem denominação parecida, definem atividades distintas, por isso, costumam causar certa confusão aos leigos e também aos iniciantes profissionais da área. Em linhas gerais todos os assessores atuam administrando a informação entre empresa/cliente/produto e os seus stakeholders. Genericamente, tanto uma assessoria quanto a outra desempenham mais do que o simples papel de cuidar da imagem do seu assessorado.

A assessoria de imprensa é composta por jornalistas e relações-públicas, que têm como principal função ser o elo entre as organizações e os veículos de comunicação. Os assessores de imprensa devem conhecer as atividades, os projetos, as propostas e as ideias do cliente para, assim, elaborar estratégias de comunicação e sugerir pautas noticiáveis para a mídia. Devem ainda assessorar e divulgar eventos, montar os clippings de notícias com matérias sobre temas relevantes ao assessorado, e orientar sobre como executivos e colaboradores devem se relacionar com a imprensa, o famoso media training. O principal papel desempenhado por esta atividade é a divulgação.

Por outro lado, a assessoria de comunicação é formada por, pelo menos, um profissional de cada área da comunicação social, ou seja, jornalistas, publicitários e relações-públicas. O trabalho exercido por essa assessoria de comunicação é mais completo e aprofundado, por isso, o grupo de profissionais tende a formar o Departamento de Comunicação da empresa. Dentre outros itens, devem saber quais são os pontos negativos da organização e tentar apresentar meios para solucioná-los, além de criar um ambiente harmônico entre os colaboradores, desde o chão de fábrica até a alta administração.

Os assessores de comunicação precisam ainda ter conhecimento sobre as ações do Departamento de Recursos Humanos, saber direcionar as informações para os diversos públicos que abrange na comunicação interna e externa e ainda desenvolver campanhas e propagandas publicitárias.

Para estreitar o relacionamento com a mídia, em especial com os veículos-chave para a empresa, é importante contar sempre com o auxílio de uma agência de comunicação especializada em assessoria de imprensa.

Enfim, todas as organizações e profissionais devem estar cientes das diferenças entre as assessorias de imprensa e de comunicação, devem também saber da importância de ambas para o desenvolvimento da empresa em prol do sucesso.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Quem são os stakeholders?

Por Maira Manesco

Os stakeholders são os públicos de interesse de uma organização. São as partes interessadas e envolvidas voluntária ou involuntariamente com a mesma, onde há um objetivo específico de relacionamento, trazendo benefícios para ambas as partes.

Os públicos representam o objetivo maior no trabalho dos comunicadores, sejam eles relações-públicas, jornalistas ou publicitários, mas poucos desses profissionais dedicam-se à sua precisa categorização, explica Fábio França em seu livro Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica.

Para auxiliar no mapeamento dos públicos e no reconhecimento de cada um deles, do ponto de vista da área de comunicação, os stakeholders são divididos em três graus de influência sobre a empresa: grau de dependência, grau de participação e grau de interferência.

• Grau de dependência: onde são identificados os públicos pelos quais a organização possui necessidade e que interferem diretamente na sua sobrevivência. Neste grau estão o governo, os funcionários, os clientes e os fornecedores.

• Grau de participação: onde são identificados os públicos pelos quais não há dependência por parte da organização, porém colaboram para a melhoria e o crescimento da mesma. São eles: redes de consultoria, prestação de serviços promocionais, redes sindicais, redes setoriais de comunidade, comunidades nas proximidades da empresa, entre outros.

• Grau de interferência: onde são identificados os públicos que podem interferir positiva ou negativamente na imagem da organização, que podem ser classificados em dois subconjuntos: rede de concorrência – empresas que trabalham no mesmo segmento da organização, e rede de comunicação de massa – veículos de comunicação que podem influenciar os públicos a respeito da organização.

O mapeamento dos stakeholders permite reconhecer com quais públicos a empresa se relaciona, qual o tipo de relação e expectativas geradas permitindo identificar quais merecem uma aproximação estratégica. É muito importante conhecer os stakeholders, pois quando bem trabalhados podem ser a chave para o reconhecimento positivo de uma organização.

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Quem são os stakeholders?

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A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

Por André Ranieri

Um trabalho de comunicação corporativa (assessoria de imprensa, comunicação interna ou gerenciamento de redes sociais) pode ter sido bem feito, colhido bons resultados e atingido as metas desejadas, mas ao mesmo tempo pode não ser reconhecido como deveria. Como? Simples! Com um relatório de resultados deficiente.

A partir do momento em que a parceria entre a agência de comunicação e o cliente é firmada, uma série de etapas se inicia. Começam as reuniões para entender melhor os objetivos da empresa, para demarcar as estratégias que serão usadas, os veículos que serão visados, os porta-vozes que serão utilizados, qual será a linha editorial do jornal interno, o público-alvo nas redes sociais, etc. Todo esse processo é variável, às vezes dura apenas um dia, outras vezes dura anos. Mas independente de sua validade, um elemento irá comprovar, ou não, se o trabalho foi bem feito: o relatório final de resultados – que normalmente é entregue periodicamente.

Esse balanço deve apresentar, através de técnicas de mensuração, tudo que foi obtido na parceria e se as metas desejadas foram alcançadas. O cliente sempre busca resultados palpáveis, ele não quer simplesmente a quantidade de matérias publicadas, de newsletters enviados ou de publicações no Facebook. Ele quer mais. Ele quer saber quantas pessoas foram atingidas, o perfil delas, o que isso representa monetariamente, a repercussão, os pontos positivos, negativos. Quanto melhor e mais completo for o relatório, melhor será a impressão sobre o trabalho da agência de comunicação.

Um relatório de resultados bem feito, por exemplo, não é capaz de alavancar um trabalho mal feito. Por outro lado, um relatório mal feito consegue arruinar um trabalho bem feito. Por isso, é fundamental para a agência entender realmente o que o cliente está buscando, desenvolver uma estratégia de acordo com estes objetivos, e, ao final de tudo isso, conseguir MOSTRAR ao cliente que as metas foram alcançadas (ou – por que não? – superadas!).

* André Ranieri é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é comunicação interna?

Por Lívia Caixeta

O nome é autoexplicativo. Mas, os processos pelo qual este tipo de comunicação acontece são inúmeros e muito importantes para uma empresa. O raciocínio que se deve ter é que tão importante quanto gerar mídia espontânea nos veículos de comunicação, uma companhia deve garantir que seus colaboradores também estejam informados e alinhados com o que é divulgado sobre o local em que trabalham.

Assim, é por meio da Comunicação Interna que circulam as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados e vice-versa; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Desta forma, e, em muitos casos, é esta ferramenta que vai evitar o aparecimento de uma situação de crise num caso de negociações ou outros remanejamentos em uma grande empresa, por exemplo.

Para a doutora em Ciências da Comunicação, Marlene Marchiori, que também é Membro do corpo de palestrantes da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), “a busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização. (..) É por meio da comunicação que uma organização recebe, oferece, canaliza informação e constrói conhecimento, tomando decisões mais acertadas”.

Um estudo recente, realizado pela Aberje, em parceria com o instituto DMR Consulting, para a pesquisa “Comunicação Interna 2012”, aponta que foi o tempo do jornal-mural, do boletim ou da revista impressa. Hoje, 50% das grandes empresas brasileiras apostam na intranet e no e-mail como as principais ferramentas de comunicação com seus colaboradores.  Em apenas cinco anos, a queda dos veículos tradicionais foi de espantosos 26%, em um segmento que tradicionalmente resiste a modismos. O estudo ainda mostra que 39% das companhias já contam com veículos de comunicação de periodicidade diária para seus colaboradores.

O compartilhamento e a circulação de informação, portanto, são atualmente aspectos importantes para o desenvolvimento de uma empresa. Por isso, o empresário precisa ter em mente que o principal foco gerador de riqueza não é mais o trabalho manual, e sim o intelectual.

Confira algumas das principais ferramentas de  comunicação interna:

– Comunicado: Pode ser impresso ou enviado por e-mail, sendo um recurso essencial para divulgações importantes

Jornal mural: Localizado em áreas estratégicas, o mural pode ser muito interessante para funcionários sem acesso a e-mails e que não tiveram tempo de ler os comunicados

– Revista: De periodicidade a ser definida pela empresa, é um dos meios de comunicação interna mais consagrados. É o espaço de divulgação de notícias da companhia e de valorização dos próprios colaboradores, que muitas vezes são as fontes das matérias

 – Intranet: Sistema online interno da empresa, com conteúdo multimídia e muito importante no engajamento dos colaboradores, que cada vez passam mais tempo trabalhando em computadores. Muitas empresas também contam com redes socias internas.

– Newsletter: Geralmente enviados por e-mail, os newsletters trazem as últimas novidades e anúncios da empresa aos colaboradores, além de informações externas relevantes.

* Lívia Caixeta é diretora da Race Comunicação

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A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

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