A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

Por André Ranieri

Um trabalho de comunicação corporativa (assessoria de imprensa, comunicação interna ou gerenciamento de redes sociais) pode ter sido bem feito, colhido bons resultados e atingido as metas desejadas, mas ao mesmo tempo pode não ser reconhecido como deveria. Como? Simples! Com um relatório de resultados deficiente.

A partir do momento em que a parceria entre a agência de comunicação e o cliente é firmada, uma série de etapas se inicia. Começam as reuniões para entender melhor os objetivos da empresa, para demarcar as estratégias que serão usadas, os veículos que serão visados, os porta-vozes que serão utilizados, qual será a linha editorial do jornal interno, o público-alvo nas redes sociais, etc. Todo esse processo é variável, às vezes dura apenas um dia, outras vezes dura anos. Mas independente de sua validade, um elemento irá comprovar, ou não, se o trabalho foi bem feito: o relatório final de resultados – que normalmente é entregue periodicamente.

Esse balanço deve apresentar, através de técnicas de mensuração, tudo que foi obtido na parceria e se as metas desejadas foram alcançadas. O cliente sempre busca resultados palpáveis, ele não quer simplesmente a quantidade de matérias publicadas, de newsletters enviados ou de publicações no Facebook. Ele quer mais. Ele quer saber quantas pessoas foram atingidas, o perfil delas, o que isso representa monetariamente, a repercussão, os pontos positivos, negativos. Quanto melhor e mais completo for o relatório, melhor será a impressão sobre o trabalho da agência de comunicação.

Um relatório de resultados bem feito, por exemplo, não é capaz de alavancar um trabalho mal feito. Por outro lado, um relatório mal feito consegue arruinar um trabalho bem feito. Por isso, é fundamental para a agência entender realmente o que o cliente está buscando, desenvolver uma estratégia de acordo com estes objetivos, e, ao final de tudo isso, conseguir MOSTRAR ao cliente que as metas foram alcançadas (ou – por que não? – superadas!).

* André Ranieri é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é comunicação interna?

Por Lívia Caixeta

O nome é autoexplicativo. Mas, os processos pelo qual este tipo de comunicação acontece são inúmeros e muito importantes para uma empresa. O raciocínio que se deve ter é que tão importante quanto gerar mídia espontânea nos veículos de comunicação, uma companhia deve garantir que seus colaboradores também estejam informados e alinhados com o que é divulgado sobre o local em que trabalham.

Assim, é por meio da Comunicação Interna que circulam as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados e vice-versa; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Desta forma, e, em muitos casos, é esta ferramenta que vai evitar o aparecimento de uma situação de crise num caso de negociações ou outros remanejamentos em uma grande empresa, por exemplo.

Para a doutora em Ciências da Comunicação, Marlene Marchiori, que também é Membro do corpo de palestrantes da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), “a busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização. (..) É por meio da comunicação que uma organização recebe, oferece, canaliza informação e constrói conhecimento, tomando decisões mais acertadas”.

Um estudo recente, realizado pela Aberje, em parceria com o instituto DMR Consulting, para a pesquisa “Comunicação Interna 2012”, aponta que foi o tempo do jornal-mural, do boletim ou da revista impressa. Hoje, 50% das grandes empresas brasileiras apostam na intranet e no e-mail como as principais ferramentas de comunicação com seus colaboradores.  Em apenas cinco anos, a queda dos veículos tradicionais foi de espantosos 26%, em um segmento que tradicionalmente resiste a modismos. O estudo ainda mostra que 39% das companhias já contam com veículos de comunicação de periodicidade diária para seus colaboradores.

O compartilhamento e a circulação de informação, portanto, são atualmente aspectos importantes para o desenvolvimento de uma empresa. Por isso, o empresário precisa ter em mente que o principal foco gerador de riqueza não é mais o trabalho manual, e sim o intelectual.

Confira algumas das principais ferramentas de  comunicação interna:

– Comunicado: Pode ser impresso ou enviado por e-mail, sendo um recurso essencial para divulgações importantes

Jornal mural: Localizado em áreas estratégicas, o mural pode ser muito interessante para funcionários sem acesso a e-mails e que não tiveram tempo de ler os comunicados

– Revista: De periodicidade a ser definida pela empresa, é um dos meios de comunicação interna mais consagrados. É o espaço de divulgação de notícias da companhia e de valorização dos próprios colaboradores, que muitas vezes são as fontes das matérias

 – Intranet: Sistema online interno da empresa, com conteúdo multimídia e muito importante no engajamento dos colaboradores, que cada vez passam mais tempo trabalhando em computadores. Muitas empresas também contam com redes socias internas.

– Newsletter: Geralmente enviados por e-mail, os newsletters trazem as últimas novidades e anúncios da empresa aos colaboradores, além de informações externas relevantes.

* Lívia Caixeta é diretora da Race Comunicação

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A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

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Assessoria de imprensa: o que é isso?

Por Treicy Keller

O que faz o assessor de imprensa? Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade? Se eu contratar os serviços de uma agência de comunicação, minha empresa conseguirá sair nos principais jornais do país? Muitas são as dúvidas em torno desta área e a nossa proposta é esclarecê-las.

Em linhas gerais, a principal função da assessoria de imprensa é servir como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação. Com isso, o assessorado (que pode ser uma pessoa física, empresa, ou instituição pública) conquista uma visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade. Ou, nas palavras de um profissional da comunicação: conquista um fortalecimento da sua imagem.

Então, você se pergunta: “E como isso acontece na prática?”.

O trabalho do assessor de imprensa, que geralmente tem formação em jornalismo ou relações públicas, será conseguir que sejam divulgadas na imprensa notícias sobre o assessorado.

O assessor deve conhecer a fundo o cliente: histórico, fraquezas, pontos fortes, quais são seus concorrentes e como está o mercado de atuação. A partir disto, o profissional irá encontrar o potencial noticioso do assessorado, que gere interesse da mídia em publicar algo. Conheça algumas das ferramentas de trabalho que o assessor de imprensa utiliza para construir este relacionamento com a mídia:

  • Estratégias de comunicação: é a elaboração de um planejamento de trabalho que, dentre outras coisas, inclui quais serão os veículos-alvo, quais serão as editorias escolhidas (moda, gastronomia, economia, saúde etc) e quais assuntos poderão ser enviados para a imprensa. 
  • Press release, ou somente release: envio de informações em formato de texto, ou áudio quando enviado para rádio. Caso algum jornalista se interesse pelo assunto, ele utilizará o texto da assessoria em sua reportagem, ou irá agendar entrevista com a empresa.
  • Acompanhamento de entrevista: o assessor acompanha a conversa entre jornalista e cliente.
  • Follow up: trata-se de ligar para repórteres e editores com o objetivo de oferecer uma pauta (assunto); estabelecer contato com os jornalistas; confirmar se o jornalista recebeu um e-mail enviado.

Assessoria de imprensa não garante que qualquer instituição ou pessoa física aparecerá nos veículos de comunicação. Isso acontece porque a assessoria não compra espaços no jornal, este trabalho é o da publicidade.  A assessoria de imprensa conquista o espaço na mídia, sem envolver pagamentos ao jornal. Este alcance é muito mais influente e de mais credibilidade para o leitor e, portanto, pode trazer melhores resultados ao assessorado.

Com a vinda e fortalecimento do meio digital, as atividades do assessor de imprensa se expandiram. “Trabalhar a gestão de relacionamento com jornalistas ainda é importantíssimo! Mas atualmente, este profissional ainda deve ter em mente a força que o meio digital pode ter sobre a imagem de uma empresa ou personalidade. Hoje, nas agências de comunicação todos pensam como atingir também aquele blog ou rede social que está mais em alta”, alerta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa.

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Um prêmio merecido

Por Rogério Artoni

Uma agência de assessoria de imprensa com 14 anos de muitos resultados não poderia ganhar melhor presente do que estar também entre as 50 maiores agências de comunicação corporativa do país. O mês de maio teve comemoração dupla para a Race Comunicação, que atua com assessoria de imprensa, gerenciamento de redes sociais, comunicação interna e media training: fizemos aniversário e fomos eleitos uma das 50 maiores agências do país pelo Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2013.

Atualmente o Brasil conta com mais de 3.000 agências de comunicação de vários portes, desde aquelas que possuem apenas o proprietário, até empresas com mais de 200 funcionários. No curso da história da Race Comunicação conseguimos um feito impressionante, subir cem posições em apenas um ano e hoje estamos na posição de número 44.

Gostaríamos de ter usado publicidade ou propaganda para conseguir subir ainda mais, mas nosso empenho neste momento é ainda em fazer a melhor comunicação possível para nossos clientes e essa estratégia de marketing é o que tem nos trazido mais clientes e também tem aberto mais portas.

Assim, agradecemos a todos aqueles que ajudaram a escrever esta história de sucesso. Desde aqueles que não estão mais por aqui, até aqueles que ainda virão à nossa agência, seja para uma consultoria, um café ou para trabalhar conosco.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Um prêmio merecido

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Race Comunicação é a assessoria de imprensa da Power3 Esportes

Parceria tem como objetivo potencializar o apoio ao esporte por meio do patrocínio de triatletas de ponta e, popularizar a prática esportiva como meio de desenvolvimento da cidadania

Goiânia, 20 de Maio de 2013 – A Power3 Esportes, empresa que importa e distribui produtos exclusivos para natação, corrida e ciclismo, inicia suas atividades de assessoria de imprensa em parceria firmada com a Race Comunicação. O objetivo da união das duas empresas é ampliar a divulgação das ações da Power3 Esportes em sua missão de apoiar o esporte em geral.

A Power3 foi fundada em 2008, mas iniciou suas operações em 2010, durante a maior prova de triatlo do Brasil, o Ironman Brasil. Os objetivos do negócio são importar e distribuir produtos de alta qualidade com preços competitivos para o mercado brasileiro e fomentar a prática esportiva como fator de mudança social.

“Acreditamos que o esporte fomenta e desenvolve a cidadania plena. A Power3 acredita que a educação, a prática esportiva e o meio ambiente (ecologia) estão intimamente ligados no desenvolvimento de uma sociedade avançada. Nossa idéia é fortalecer esse conceito com ações práticas em essas três disciplinas”, afirma um dos sócios da empresa, e triatleta amador, André Maule.

Race Comunicação 
A Race é uma agência de jornalismo, que atua no mercado de comunicação corporativa e de eventos, em todo o Brasil. A empresa dos sócios Rogério Artoni (fundador) e Lívia Caixeta tem escritórios em São Paulo e Goiânia, prima pela agilidade, exclusividade e credibilidade das informações e excelência no atendimento aos jornalistas, parceiros, colaboradores e fornecedores de seus assessorados.

Site da Race Comunicação
Site da Power3 Esportes
Facebook da Race Comunicação

Informações para a Imprensa: 
Race Comunicação
(62) 3085-2923

Lívia Caixeta – liviacaixeta@agenciarace.com.br

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O bom relacionamento profissional e a assessoria de imprensa em Goiás

Por Lívia Caixeta

Foi-se o tempo em que bastava ter um bom contato e relacionamento pessoal com os jornalistas das redações para facilitar a “venda” da pauta. Esta foi uma característica muito marcante no mercado de assessoria de imprensa em Goiânia, há até bem pouco tempo. O fato de existirem poucos veículos de imprensa na capital goiana viabilizava ainda mais esta prática.

Contudo, a profissionalização e a expansão do mercado fizeram com que muito mudasse. O assessor de imprensa assumiu uma função estratégica dentro de algumas empresas. Ao mesmo tempo em que os veículos de comunicação também cresceram e passaram a observar outros aspectos da sociedade. A prática do jornalismo também mudou devido, principalmente, à visibilidade que Goiás passou a ter no âmbito nacional.

A cordialidade de um grande empresário, ou socialite, ou de qualquer outra pessoa com algum destaque social já não era suficiente para que o assunto divulgado ganhasse relevância. Agora, a sugestão de pauta deve conter os preceitos básicos que são estudados nas aulas de Teorias da Comunicação e Produção de Texto Jornalístico, nos tempos da faculdade. A relevância social do assunto sugerido tornou-se aspecto primordial nesta relação.

Hoje, temos telejornais e jornais bastante preocupados em denunciar os deslizes e falhas das políticas sociais e econômicas. Por todos os cantos do Brasil, existem revistas especializadas em temas diferentes. A internet fez com que a informação circulasse mais rápido. E, tudo isso, exige que o profissional da assessoria de comunicação, e não mais apenas “imprensa”, se inteirasse dos assuntos da atualidade e que seja capaz de relacioná-los, em seus diversos aspectos, com temas de seu assessorado.

O coleguismo e a amizade ainda valem. Mas, já não são mais decisivos neste processo. É bom estarmos sempre alerta e por dentro do que acontece a nossa volta para não sermos pegos de “calças curtas”.

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Afinal, o que é agenciar?

Por Rogério Artoni

Atualmente, no país, qualquer mercado tem suas grandes empresas que atuam de forma completa. Essas grandes companhias têm seus nomes tatuados nas mentes de seus potenciais consumidores. Já para empresas menores, que querem também um lugar na memória destes aspirantes a clientes, algumas atitudes são essenciais, como por exemplo, o relacionamento e a união de forças. Manter um bom relacionamento é de extrema importância e encontrar parceiros de negócios que queiram andar juntos pode ser um atalho para a conquista de novos clientes.

Não existe fórmula mágica, mas buscar parcerias com empresas que complementam o seu trabalho pode ser um ótimo caminho. Muitas vezes em reuniões com clientes vemos que aquilo que ele precisa, uma agência parceira pode executar. Nosso trabalho é apontar soluções para nossos clientes, mesmo que elas não sejam da nossa área. Então, o que fazer? Indicar um parceiro de negócios.

Muitas vezes o cliente pode precisar de um novo site, um fornecedor de brindes ou até de uma reforma arquitetônica no escritório. Já houve casos de indicarmos um cliente para o outro e aí agradar dois clientes encontrando solução para ambos. Acredito que este é um dos papéis de uma agência. Não só prestar assessoria de imprensa, comunicação interna ou redes sociais, mas sim achar soluções para os clientes. Segundo o dicionário Houaiss, o verbo agenciar significa “servir de agente ou intermediário de (algo)”. Sendo assim, intermediamos o contato entre cliente e imprensa, cliente e stakeholders, cliente e cliente e, portanto, problema e solução.

Obviamente que cada empresa tem seu core business, mas a indicação leva à retribuição de outra indicação que pode trazer mais clientes. Na pirâmide corporativa, apenas pouquíssimas empresas figuram no topo, e é uma escalada difícil. Então, porque não dar as mãos a uma empresa parceira e um ajudar o outro?

Assim, através destas parcerias entre empresas, nascem grupos, entidades colaborativas, cooperativas e outras instituições que agregam empresas e seus pares, juntando forças para crescer. No mercado de assessoria de imprensa, por exemplo, existem várias entidades como estas onde as empresas se afiliam e buscam ampliar mercado.

Confira algumas instituições nacionais e internacionais que agregam agências de assessoria de imprensa:

Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

www.aberje.com.br

Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação

www.abracom.org.br

Public Relations Society of America (PRSA)

www.prsa.org

International Public Relations Association (IPRA)

www.ipra.org

Public Relations Consultants Association (PRCA)

www.prca.org.uk

GlobalCom PR-Network

www.gcpr.net

Public Relations Global Network (PRGN)

www.prgn.com

The Network One

www.thenetworkone.com

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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Apresentando o funcionamento da assessoria ao novo cliente

Por André Ranieri

O entrosamento entre a agência de comunicação e o cliente é fundamental na hora de conquistar bons resultados. E para isso é imprescindível, logo que a parceria é fechada, que a empresa contratante entenda alguns pontos sobre uma assessoria. Dentre eles, a relação entre o assessor e o jornalista; como uma matéria é publicada; a importância da agilidade na aprovação dos materiais; e como tornar uma pauta interessante ao jornalista. Essa apresentação deve ser feita logo no início do trabalho, pois ela será determinante durante todo o processo.

Acompanhe a seguir alguns pontos fundamentais que devem ser apresentados ao cliente logo que a parceria é firmada:

 1.      Assessor x Jornalista

A relação entre o assessor de imprensa e o jornalista deve ser a melhor possível. O cliente precisa entender que na maioria das vezes o caminho para um bom relacionamento assessor x jornalista não é a insistência. A relação tem que ser construída aos poucos. Muitas vezes o assessor negocia por meses até conseguir emplacar uma única matéria.

 2.      Como uma matéria é publicada

O caminho até uma matéria ser publicada é longo. A assessoria de imprensa precisa conhecer muito bem o cliente, e saber qual é o foco que a empresa quer dar ao trabalho. Por isso, uma imersão deve ser feita logo no início da parceria. A partir daí, o caminho até a notícia chegar às bancas pode ser variado. Follow ups, press-releases e press-kits são as formas mais convencionais, e é importante que o cliente entenda estes processos, mesmo que de forma superficial. Também é fundamental destacar que o trabalho da assessoria é conquistar espaço nos veículos como notícia, e não como publicidade. Muitas empresas acreditam que é possível comprar espaço editorial nos meios de comunicação, mas esta prática, além de ilegal, não é adotada por agências de comunicação sérias.

 3.      Agilidade na aprovação

 A agilidade entre a elaboração do material, que será enviado à imprensa, e a aprovação junto ao cliente é fundamental para que a pauta em questão seja bem sucedida. Quanto mais rápido o material é aprovado (principalmente as pautas quentes), mais chances de repercutir. É fundamente que o cliente e a assessoria encontrem o “timing” certo para as aprovações.

 4.      O que é interessante ao jornalista

Qualquer tema pode ser trabalhado por uma assessoria de imprensa. Porém, cada assunto possui um potencial diferente do outro. O grande segredo para uma pauta ser bem sucedida é que ela tenha algo interessante e atrativo aos olhos do jornalista. É fundamental que o cliente entenda bem essa necessidade. Por exemplo, caso uma empresa automotiva queira aparecer em revistas de negócios, uma pauta abordando o crescimento da montadora no último ano é muito mais atraente ao jornalista do que uma pauta falando sobre o novo carro que será lançamento no próximo mês. Por outro lado, se o foco da empresa são as revistas automotivas, o lançamento do novo carro tem um potencial muito maior.

*André Ranieri é Assessor de imprensa na Race Comunicação

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Thanks!

É um grande prazer escrever o primeiro post do Blog da Race. Por aqui você vai encontrar um pouco dos bastidores da agência, muita informação, entrevistas, artigos, dicas de cursos, calendário de eventos importantes e “unas cositas mas”.

Muita gente para agradecer, começando pela família: Angela, Isa, João, Dulce, irmãos, cunhados e Dna Filó (claro, sempre!!!). Aos amigos: Israel, Marcelão (lá de cima tá vendo tudo!!), Pri, Cáren, Dani, Dynamo Sucata, Agência Tribo, ufa a lista é sem fim….

Quero agradecer também minha parceira, amiga, colega de trabalho e sócia, Lívia Caixeta. Da filial da Race em Goiânia ela acompanhou (e acompanha) de perto cada momento desse crescimento. Agradeço também a cada um dos colaboradores que passaram e que trabalham da Race, pelo empenho constante em fazer com que tudo dê sempre certo. Acho que esse é um dos nossos grandes diferenciais, a nossa equipe. Ultra empenhada em fazer com que as matérias de nossos clientes sejam sempre positivas, que a foto que o jornalista publique seja sempre a melhor, que o entrevistado esteja sempre muito bem preparado, que a verdade prevaleça, que a revista interna saia com o melhor layout…. Com tudo isso, quem ganha são nossos clientes, que estão sempre na mídia da melhor forma possível, no melhor veículo, na melhor matéria, com a melhor comunicação interna e com os melhores resultados.

Foi com todo o empenho desta turma que conseguimos o feito de ficar entre as 150 (144º para ser mais exato) maiores assessorias de imprensa do país, segundo o Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2012. Aí você me pergunta: “Tá, mas 150 não representa muita coisa, certo?” Errado, meu caro leitor… no Brasil são mais de 1500 agências de assessoria de imprensa, segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. E esse número é uma estimativa baixíssima. Algumas pessoas da área falam em oito mil, considerando aquelas empresas que possuem apenas o próprio jornalista.

Eu e a Lívia Caixeta só temos a agradecer: a nossa turma de colaboradores, aos nossos clientes, antigos clientes, parceiros, jornalistas, futuros clientes e a você nosso, agora, assíduo leitor do Blog da Race.

Seja bem-vindo!

Rogério Artoni

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