Redes sociais podem ser grandes aliadas para empresas que estão chegando ao Brasil

Redes sociais podem ser grandes aliadas para empresas que estão chegando ao Brasil

Por Alan Mariasch

Somos um dos povos mais apaixonados pelo mundo online. De acordo com um recente estudo do Conecta sobre nossos hábitos virtuais, os jovens brasileiros conectados à internet possuem em média conta em sete redes sociais, sendo que 96% deles estão no Facebook, cujo aplicativo está presente em 88% dos seus celulares e em 61% dos tablets. E isso num universo de mais de 86 milhões de pessoas com acesso à internet no país, das quais 52,5 milhões o fazem por meio do celular.

Por outro lado, uma pesquisa do Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), após analisar o uso das redes sociais por 6,4 mil empresas brasileiras, constatou que apenas 36% delas tinham presença nessas mídias. Isso nos leva a concluir que ainda trata-se de uma área ainda pouco explorada pelas organizações e com um grande potencial para atingir diversos públicos, pois é lá onde os brasileiros gastam várias horas dos seus dias, em busca de entretenimento e informação. Essa tendência explica em parte porque a televisão e outras mídias tradicionais estão aos poucos perdendo audiência.

Portanto, se você é um executivo de uma empresa que deseja investir no mercado brasileiro, minha sugestão é que dedique parte da sua verba de comunicação e marketing nas redes sociais. Dependendo dos objetivos da sua organização, pode valer a pena criar apenas uma fan page com conteúdo exclusivo no Facebook, um canal de atendimento aos clientes pelo Twitter ou até uma página corporativa no LinkedIn. Ou, quem sabe, estar presente em todos eles ao mesmo tempo.

Seja como for, não há como fugir das redes sociais se você quer se relacionar com o público brasileiro. Mas, para entrar nesse mundo, é vital que sua empresa seja assessorada por profissionais da área, com experiência em novas tendências tecnológicas e em produção de conteúdo, e que sejam capazes de mensurar o retorno do seu investimento. Fundamental também é que parte do orçamento seja direcionado para o patrocínio dos posts, o que vai auxiliar na disseminação e viralização do conteúdo.

Separei um vídeo sobre o assunto:

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é follow-up?

Por Maira Manesco

Follow-up é uma expressão americana para o termo ‘fazer o acompanhamento’. Quando alguém realiza o follow-up significa que está estimando respostas de um contato pré-estabelecido. Muito comum nas áreas de compra e venda de uma empresa, a ferramenta também apresenta grande importância à assessoria de imprensa.

Assim como na área comercial, na comunicação o follow-up completa o processo satisfatório de vendas, mas no caso é a negociação da ideia de uma pauta para um veículo da mídia. Ou seja, o assessor de imprensa utiliza esta ferramenta para criar e manter um relacionamento favorável com os canais de comunicação.

O follow-up pode ser realizado antes ou depois de uma sugestão de pauta. Quando feito antes tem o intuito de apresentar um assunto aos jornalistas a fim de gerar interesse para uma matéria ou entrevista exclusiva. Já o follow-up pós-envio do press release é realizado para saber se os jornalistas ficaram satisfeitos com o material que receberam ou se precisam de mais informações.

Por fim, é importante lembrar que o follow-up é indispensável para o trabalho das agências de comunicação, pois com o auxílio desta ferramenta é possível conseguir ótimos resultados na imprensa para os seus assessorados, mantendo o relacionamento positivo com os veículos de comunicação.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é um position paper?

Por Núbia Neves

Muitas vezes na assessoria de imprensa, um trabalho proativo e reativo caminham lado a lado. É sempre muito importante esperarmos o melhor, mas nos prepararmos para o pior. O jornalista, na maioria dos casos, sempre procura mais de um porta-voz para suas matérias e, por esse motivo, opiniões controversas ou até informações erradas sobre seu cliente ou área podem surgir. Gerenciar a comunicação de forma estratégica e estar pronto para responder em casos de crises, é muito importante. Mas como fazer isso?

O Position Paper (PP), ou carta de posicionamento na tradução em português, pode ser uma ótima ferramenta para entrar em contato com o jornalista.

Através do PP é possível nos posicionarmos a respeito de uma matéria, solicitando uma mudança ou, somente, apresentando outras informações para o jornalista se basear em uma próxima publicação sobre o tema. Algumas vezes, principalmente quando a matéria for publicada em veículos impressos, a mudança é difícil de ser feita, porém, com um bom material seguido de um bom follow-up, a efetividade é comprovada quando, simplesmente, o erro não volta a acontecer.

Como fazer um bom Position Paper:

  • Deve-se explicar o motivo do contato. Muitos jornalistas escrevem muito mais de uma matéria por dia e podem não se lembrar da matéria em questão, sempre deixe claro o nome, o dia e a editoria da publicação;
  • Ofereça informações básicas sobre o tema. Sempre introduza o assunto explicando, mesmo que novamente, a pauta que foi trabalhada, é uma forma de ajudar o jornalista a lembrar;
  • Demonstre a importância do tema à sociedade e para sua empresa, desta forma o jornalista dará ainda mais atenção ao seu pedido;
  • Seja direto. Não precisa ficar “floreando” e apresentando muito mais argumentos além dos necessários, mantenha o foco no que você deseja mudança sem medo de ser sucinto demais, jornalistas possuem pouco tempo e quanto mais denso for o texto, menos atenção ele dará a ele;
  • Inclua bibliografia. Dependendo do assunto é importante que haja fundamentação. Se puder colocar algum artigo, estudo ou a opinião de alguma pessoa referência no assunto, melhor.

Todos esses pontos são importantes, porém, o follow-up após o envio é o ponto que deve ser levado mais a sério. Por receberem muitos e-mails todos os dias, o seu pode passar batido. Faça uma simples ligação para confirmar o recebimento, isso pode ser decisivo na efetividade do Position Paper.

Se você busca uma empresa para gerenciar este tipo de situação com a imprensa, entre em contato com a Race Comunicação.

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Assessoria de imprensa: o que é isso?

Por Treicy Keller

O que faz o assessor de imprensa? Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade? Se eu contratar os serviços de uma agência de comunicação, minha empresa conseguirá sair nos principais jornais do país? Muitas são as dúvidas em torno desta área e a nossa proposta é esclarecê-las.

Em linhas gerais, a principal função da assessoria de imprensa é servir como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação. Com isso, o assessorado (que pode ser uma pessoa física, empresa, ou instituição pública) conquista uma visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade. Ou, nas palavras de um profissional da comunicação: conquista um fortalecimento da sua imagem.

Então, você se pergunta: “E como isso acontece na prática?”.

O trabalho do assessor de imprensa, que geralmente tem formação em jornalismo ou relações públicas, será conseguir que sejam divulgadas na imprensa notícias sobre o assessorado.

O assessor deve conhecer a fundo o cliente: histórico, fraquezas, pontos fortes, quais são seus concorrentes e como está o mercado de atuação. A partir disto, o profissional irá encontrar o potencial noticioso do assessorado, que gere interesse da mídia em publicar algo. Conheça algumas das ferramentas de trabalho que o assessor de imprensa utiliza para construir este relacionamento com a mídia:

  • Estratégias de comunicação: é a elaboração de um planejamento de trabalho que, dentre outras coisas, inclui quais serão os veículos-alvo, quais serão as editorias escolhidas (moda, gastronomia, economia, saúde etc) e quais assuntos poderão ser enviados para a imprensa. 
  • Press release, ou somente release: envio de informações em formato de texto, ou áudio quando enviado para rádio. Caso algum jornalista se interesse pelo assunto, ele utilizará o texto da assessoria em sua reportagem, ou irá agendar entrevista com a empresa.
  • Acompanhamento de entrevista: o assessor acompanha a conversa entre jornalista e cliente.
  • Follow up: trata-se de ligar para repórteres e editores com o objetivo de oferecer uma pauta (assunto); estabelecer contato com os jornalistas; confirmar se o jornalista recebeu um e-mail enviado.

Assessoria de imprensa não garante que qualquer instituição ou pessoa física aparecerá nos veículos de comunicação. Isso acontece porque a assessoria não compra espaços no jornal, este trabalho é o da publicidade.  A assessoria de imprensa conquista o espaço na mídia, sem envolver pagamentos ao jornal. Este alcance é muito mais influente e de mais credibilidade para o leitor e, portanto, pode trazer melhores resultados ao assessorado.

Com a vinda e fortalecimento do meio digital, as atividades do assessor de imprensa se expandiram. “Trabalhar a gestão de relacionamento com jornalistas ainda é importantíssimo! Mas atualmente, este profissional ainda deve ter em mente a força que o meio digital pode ter sobre a imagem de uma empresa ou personalidade. Hoje, nas agências de comunicação todos pensam como atingir também aquele blog ou rede social que está mais em alta”, alerta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa.

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