O que é uma nota de esclarecimento?

O que é uma nota de esclarecimento?

Por Marianne Mitsui

Quando organizações ou figuras públicas ficam expostas a escândalos, cenários de crise ou acusações, a imprensa é ágil no compartilhamento da notícia. Por isso, o gerenciamento de crise é importante na definição da imagem da empresa ou entidade.

Visando amenizar os impactos negativos na mídia, a primeira atitude a ser feita pela assessoria de imprensa é a elaboração da nota de esclarecimento. Trata-se de um documento que pretende explicar a situação em pauta, desculpar-se por falhas ou responder a acusações, a fim de amenizar o retrato desfavorável da organização na mídia.

Quanto mais humilde é a conduta de uma nota de esclarecimento, maior será a consideração do público como resposta. Portanto, o teor de simplicidade é importante no momento da formação da nota. A nota de esclarecimento pode ser veiculada em qualquer meio de comunicação.

* Marianne Mitsui é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Conheça os erros que devem ser evitados na comunicação interna

Por Núbia Neves

A imagem interna de uma companhia pode não ser tratada ainda com a prioridade que merece, porém, a comunicação entre empresa e funcionários é tão importante quanto a comunicação com qualquer outro stakeholder. Se você se perguntou “stakeholder?”, sim, você entendeu certo. Os empregados são, com certeza, um dos principais targets que uma companhia deve ter.

Quando os funcionários da empresa são bem informados eles entendem que são peça-chave para o bom funcionamento da companhia, e ser reconhecido como um profissional importante ajuda na melhora da produção do colaborador.

O que não fazer no trabalho de comunicação interna:

Não informar: o primeiro a saber o que se passa dentro de uma empresa é, com certeza, o funcionário. Se as coisas vão mal, informe, explique, faça com que ele se sinta seguro no seu emprego. Esclarecer as informações é muito melhor do que deixar as pessoas imaginarem o que está acontecendo. Se a notícia for boa a mesma regra se aplica, faça com que o funcionário entenda que ele deve saber tudo o que for possível sobre a companhia que ele faz parte, isso o torna um funcionário engajado a alavancar o negócio.

Teoria diferente da prática: todo funcionário é porta-voz da companhia. Pesquisas afirmam que uma pessoa pode atingir, em média, cinco pessoas. Um funcionário que não confia em sua empresa transmitirá essa insegurança e não se preocupará com a informação. É crucial que quando houver o contato com o colaborador ele seja feito de forma sincera e transparente;

Não escutar opiniões: regularmente encoraje o funcionário a falar e sugerir. Obviamente a empresa não poderá colocar em prática todos os pedidos, porém, é crucial escutar a opinião de quem entende da área em que trabalha. Essa é uma forma de aperfeiçoar todos os campos da empresa;

Não informar estratégias: sempre transmita ao trabalhador a estratégia da empresa. A sinergia entre as expectativas e a prática é essencial para que a empresa alcance de forma mais rápida e assertiva o sucesso que almeja;

Comunicação não necessita de estratégia: a comunicação da companhia deve sempre pensar na estratégia para informar o colaborador. Muitas vezes, a melhor forma de comunicar a fábrica, por exemplo, não é a mesma de comunicar a gerência. Entender como as áreas trabalham é a melhor forma de produzir uma comunicação estratégica.

Essas são apenas cinco dicas do que não pode acontecer em um trabalho de comunicação interna. Outros erros são comuns dentro das empresas e, por isso, é importantíssimo sempre prestar atenção ao funcionário, afinal de contas, eles são peça-chave para criar uma empresa de sucesso.

Se quiser saber mais sobre comunicação interna, acesse: Quando eu preciso de comunicação interna?

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

Por Lívia Caixeta

Estratégia ou planejamento estratégico são, praticamente, o primeiro passo para uma empresa de sucesso. É este, inclusive, o ponto de partida para que todos os outros planos de uma equipe ou empresa funcionem e alcancem o objetivo pretendido. Tudo e todos os aspectos de um negócio giram em torno desta definição, que é essencialmente definida pela Missão, Visão e Valores da pequena, média e/ou grande empresa.

Essas três palavras, que, raramente, são consideradas pelos públicos de interesse, e muitas vezes causam arrepios nos colaboradores de uma companhia dizem exatamente qual é a posição do negócio em seu segmento e no mercado geral. Mas, o que exatamente elas definem?

MISSÃO: mostra a razão da empresa existir. Delimita que setor, que clientes e que segmento social a empresa pretende impactar. Geralmente, a missão é a que tem mais foco no produto ou serviço oferecido pela empresa.

VISÃO: é onde a empresa quer chegar, que objetivos quer atingir, em que setor quer ser líder ou em que negócio ela quer ser referência. De acordo com grandes líderes de empresas mundiais, como Steve Jobs, a Visão de uma empresa é mais importante do que a Missão, pois explica o que o negócio pretende ser e o que pretende realizar. VALORES: podem ser considerados “padrões de comportamentos institucionais da empresa”. Eles representam um conjunto de prioridades corporativas a partir do planejamento de procedimentos e objetivos sustentáveis que beneficiem uma comunidade ou sociedade na qual a empresa atua.

E a comunicação? O que os processos comunicacionais têm a ver com tudo isso?

Estão intimamente ligados. Principalmente, com a visão. É responsabilidade dos planejamentos de comunicação e marketing divulgar como uma empresa “enxerga” o mercado. Isso acontece por meio de ações de divulgação de informações, seja, pelo conteúdo institucional ou pelas ações de marketing. A visão também vai determinar e planejar os investimentos futuros. O resultado será um crescimento consciente da empresa, ações bem planejadas e o engajamento de públicos de interesse.

Ou seja, uma empresa sem planejamento, dificilmente, terá sucesso. Assim como um atendimento em comunicação sem plano também não funcionará. E estes dois aspectos dependem, fundamentalmente, do posicionamento do assessorado em seu segmento e no mercado. Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria.

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Redes sociais podem ser grandes aliadas para empresas que estão chegando ao Brasil

Por Alan Mariasch

Somos um dos povos mais apaixonados pelo mundo online. De acordo com um recente estudo do Conecta sobre nossos hábitos virtuais, os jovens brasileiros conectados à internet possuem em média conta em sete redes sociais, sendo que 96% deles estão no Facebook, cujo aplicativo está presente em 88% dos seus celulares e em 61% dos tablets. E isso num universo de mais de 86 milhões de pessoas com acesso à internet no país, das quais 52,5 milhões o fazem por meio do celular.

Por outro lado, uma pesquisa do Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), após analisar o uso das redes sociais por 6,4 mil empresas brasileiras, constatou que apenas 36% delas tinham presença nessas mídias. Isso nos leva a concluir que ainda trata-se de uma área ainda pouco explorada pelas organizações e com um grande potencial para atingir diversos públicos, pois é lá onde os brasileiros gastam várias horas dos seus dias, em busca de entretenimento e informação. Essa tendência explica em parte porque a televisão e outras mídias tradicionais estão aos poucos perdendo audiência.

Portanto, se você é um executivo de uma empresa que deseja investir no mercado brasileiro, minha sugestão é que dedique parte da sua verba de comunicação e marketing nas redes sociais. Dependendo dos objetivos da sua organização, pode valer a pena criar apenas uma fan page com conteúdo exclusivo no Facebook, um canal de atendimento aos clientes pelo Twitter ou até uma página corporativa no LinkedIn. Ou, quem sabe, estar presente em todos eles ao mesmo tempo.

Seja como for, não há como fugir das redes sociais se você quer se relacionar com o público brasileiro. Mas, para entrar nesse mundo, é vital que sua empresa seja assessorada por profissionais da área, com experiência em novas tendências tecnológicas e em produção de conteúdo, e que sejam capazes de mensurar o retorno do seu investimento. Fundamental também é que parte do orçamento seja direcionado para o patrocínio dos posts, o que vai auxiliar na disseminação e viralização do conteúdo.

Separei um vídeo sobre o assunto:

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é follow-up?

Por Maira Manesco

Follow-up é uma expressão americana para o termo ‘fazer o acompanhamento’. Quando alguém realiza o follow-up significa que está estimando respostas de um contato pré-estabelecido. Muito comum nas áreas de compra e venda de uma empresa, a ferramenta também apresenta grande importância à assessoria de imprensa.

Assim como na área comercial, na comunicação o follow-up completa o processo satisfatório de vendas, mas no caso é a negociação da ideia de uma pauta para um veículo da mídia. Ou seja, o assessor de imprensa utiliza esta ferramenta para criar e manter um relacionamento favorável com os canais de comunicação.

O follow-up pode ser realizado antes ou depois de uma sugestão de pauta. Quando feito antes tem o intuito de apresentar um assunto aos jornalistas a fim de gerar interesse para uma matéria ou entrevista exclusiva. Já o follow-up pós-envio do press release é realizado para saber se os jornalistas ficaram satisfeitos com o material que receberam ou se precisam de mais informações.

Por fim, é importante lembrar que o follow-up é indispensável para o trabalho das agências de comunicação, pois com o auxílio desta ferramenta é possível conseguir ótimos resultados na imprensa para os seus assessorados, mantendo o relacionamento positivo com os veículos de comunicação.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é pauta?

Por Beatriz Carvalho

Normalmente, nossa vida é cheia de compromissos. Para dar conta de tudo em 24 horas precisamos nos organizar e planejar o nosso dia por ordem de relevância. Temos compromissos inadiáveis e aqueles que não são tão urgentes assim. Nesse sentido o jornalista ou assessor de imprensa precisa se organizar diante da “chuva” de assuntos, informações e sugestões de pautas que possuem levando em conta o que é mais importante e adequado naquele momento para o jornal e para o seu cliente.

Para ajudá-los nessa dura missão utiliza-se um recurso chamado pauta. A pauta funciona para o jornalista ou assessor de imprensa como uma bússola para um navegador. Ela é responsável por dar as direções e os comandos para a construção da matéria, por dar o start na apuração para uma reportagem.  Para isso, ela precisa ser recheada de instruções básicas que orientem o jornalista na sua tarefa.

Antigamente, era comum nas redações dos jornais ter uma pessoa que tinha a única função de redigir a pauta que era conhecida como “pauteiro”. Hoje, a pauta é feita pelos editores e subeditores das redações e assessorias.

Uma boa pauta precisa ser rica em detalhes. Deve conter o resumo do fato, qual será a abordagem (o que marca a individualidade da matéria), o posicionamento adotado, se terá entrevistas (qual o horário e local), quem são as fontes (cargo ou função do entrevistado). É muito importante que o jornalista ou assessor possua um grande leque de fontes, pois são essas pessoas que possuem informações capazes de enriquecer e legitimar a reportagem.

Apesar de ser detalhada, a pauta não é rígida. Ela pode ser alterada em todos os seus aspectos levando em conta os acontecimentos factuais que podem ocorrer depois da pauta pronta.

Se quiser entender melhor sobre a pauta no jornalismo, recomendo o vídeo “Como fazer uma pauta?”. De forma bem dinâmica, o vídeo dá dicas preciosas para a construção de uma boa pauta e você pode conferi-lo logo abaixo.

* Beatriz Carvalho é assessora de imprensa na Race Comunicação

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Glossário de Comunicação Interna

Por Marianne Mitsui

Blog corporativo: é uma forma de interação tanto com o público interno como o externo. É um espaço colaborativo que permite troca de informações e envio de comentários.

Box: recurso utilizado para delimitar o espaço de um texto complementar. Pode conter uma informação extra, uma observação ou uma nota.

Café com o presidente: encontro promovido entre funcionários e presidente para a troca de ideias, reclamações e sugestões, a fim de um melhor relacionamento entre as pessoas.

Canal de escuta de empregado (ouvidoria interna, ombudsman, linha direta): espaço nas entidades que recebe críticas, reclamações e sugestões de funcionários. É um importante meio de comunicação para interceder entre as partes envolvidas, a fim de evitar conflitos.

Circular: é uma mensagem dirigida a um determinado departamento ou setor, visando repassar avisos e determinar regras e ordens.

Comunicação em cascata: é um processo de comunicação hierárquico, em que as informações são repassadas de um segmento a outro e de cima para baixo.

Comunicação face a face: é o contato direto entre os funcionários e o chefe de uma empresa,

Comunicação integrada: busca aliar questões de diferentes divisões em uma empresa, com o propósito de estruturar um planejamento eficaz de comunicação integrando jornalistas, publicitários, relações públicas, entre outros setores.

Comunicados internos: são realizados para divulgar qualquer informação importante e específica que diz respeito a todos os funcionários ou apenas a um grupo. Podem ser enviados por e-mail, publicados na Intranet ou até mesmo serem colocados em cartazes.

Convenção anual: festas realizadas com a intenção de reunir todos os envolvidos com a empresa fora do ambiente de trabalho, em uma atmosfera descontraída para melhor relacionamento entre todos.

Endomarketing: trata-se de uma estratégia de marketing voltada para o público interno. Seu planejamento, na maioria dos casos, é feito pelos Recursos Humanos da empresa.

Endpoint: ícone que representa uma organização ou entidade, utilizado normalmente em revistas para indicar o fim de uma matéria.

Evento interno: são eventos regulares para reunir todos os funcionários de uma empresa ou grupos específicos. Visa à integração e um melhor relacionamento entre todos os setores.

Foto legenda: matéria com predominância de fotos que acompanham pequenos textos descritivos.

House Organ: é o canal de comunicação interna em uma empresa. Seja um jornal ou uma revista, o veículo é importante para que o público interno da entidade saiba de tudo o que acontece em seu local de trabalho. As matérias são mais frias já que normalmente é bimestral.

Intertítulo: títulos menores inseridos ao longo do texto, permitindo que a matéria fique menos carregada e fácil para a leitura.

Intranet: é um sistema de redes privadas de uma empresa. Todos os funcionários possuem um cadastro e podem acessar notícias institucionais, contatos específicos, telefones úteis, entre outros.

Jornal muralperiódico de comunicação interna, normalmente fixado em áreas de grande circulação de pessoas. Conta com diversos colaboradores, trazendo informações relevantes e em destaque na empresa. Nele as matérias são factuais, pois normalmente é quinzenal.

Layout: combinação de componentes gráficos que, diagramados, deve formar um conjunto harmonioso tanto numa revista, jornal, cartaz, ou newsletter. É importante que o layout de todo comunicado seja visualmente adequado, pois carrega consigo uma boa impressão diante dos funcionários.

Linha fina: complemento do título que resume a matéria em poucas frases.

Newsletter: é um boletim eletrônico informativo, enviado regularmente para setores específicos na empresa como forma de divulgação das últimas notícias importantes, ações, concursos ou festas.

Olho: citação ou frase do texto que é destacada na diagramação da página.

Programa de recompensa: uma ação de endomarketing realizada com o objetivo de aumentar a produtividade dos funcionários através recompensas.

Projeto social: promovido pelas empresas para estimular a integração entre os funcionários participantes e reforçar o auxílio a uma causa social.

Ponto focal: é o funcionário que atua dentro de um setor específico da empresa e na maioria das vezes não é do departamento de comunicação. Por ser uma pessoa ativa com os companheiros de departamento, ele que leva as informações relevantes para o departamento de comunicação da empresa e que muitas vezes viram matérias interessantes no house organ.

Rádio peão: é um meio de comunicação não-oficial, que gera informações incertas e sem confirmação.

Rede Social Corporativa: são plataformas exclusivas, voltadas para profissionais trocarem informações de forma mais prática e rápida.

Retranca: nome dado ao texto/palavra menor localizado acima do título em um layout, identificando o assunto da matéria.

Reunião de resultados: acontece regularmente com o intuito de alinhar resultados positivos e negativos produzidos pela empresa. É importante para reforçar o relacionamento entre cliente e equipe.

Subtítulo: pequena frase colocada abaixo do título para complementá-lo com mais informações.

TV / Rádio Corporativa: veículos exclusivos para a comunicação interna. São canais atrativos para a divulgação da empresa, pois permitem o uso de aparatos audiovisuais.

Se você se interessou pelo Glossário de comunicação interna, confira o Glossário de assessoria de imprensa que a Race preparou para você.

*Marianne Mitsui é assessora de imprensa na Race Comunicação

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A assessoria de imprensa inserida no planejamento estratégico da empresa

Por Alan Mariasch

Investir em de assessoria de imprensa não significa apenas conseguir boas publicações em veículos relevantes ou desenvolver ações de relacionamento com jornalistas importantes. O que justifica então todos os esforços e investimentos nesse tipo de comunicação externa? A resposta para essa questão está no planejamento estratégico de cada empresa, e onde a assessoria de imprensa pode contribuir com ele.

O planejamento estratégico é um processo que facilita a gestão de uma empresa, auxiliando na definição de metas e de quais serão as estratégias para alcança-las. Em primeiro lugar determina-se a visão e a missão de determinada organização. Em seguida é realizado um diagnóstico, com a análise das fraquezas, ameaças, oportunidades e forças nos ambientes interno e externo. Por fim, são definidos os objetivos e metas que a empresa deseja alcançar, e quais serão as métricas usadas para verificar os resultados.

A assessoria de imprensa atua em áreas como divulgação externa e gestão da imagem e reputação de uma empresa. Sendo assim, seu papel é vital dentro do planejamento estratégico da maioria das organizações na atualidade, ainda mais numa época de alta competitividade e em que a transparência e o bom relacionamento são fundamentais. Empresas que não gostam de dar satisfações sobre suas atividades e que não dialogam com seus stakeholders estão provavelmente condenadas ao fracasso.

Engana-se quem pensa que a assessoria de imprensa é uma atividade meramente operacional, que se resume ao envio de releases. Trata-se de uma área muito importante, inserida no planejamento estratégico e que ajuda a empresa a atingir suas metas de crescimento, lucratividade e retenção de talentos. Será que alguém consegue imaginar alguma empresa moderna que não se preocupe em ter um bom relacionamento com a mídia?

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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10 benefícios da comunicação interna

Por Filipe Andrade

Assim como as possibilidades e ferramentas de comunicação interna são diversas, seus benefícios dentro de uma organização também são inúmeros, tanto para a organização em si quanto para as pessoas que a compõem.

Confira alguns dos (muitos) benefícios da comunicação interna para uma empresa:

1- Credibilidade e Transparência:

No contexto da comunicação interna, veículos oficiais dão maior credibilidade à mensagem e o desenvolvimento de canais de informação com a equipe proporciona mais transparência à organização. Pesquisas apontam que, para se criar uma cultura de qualidade em determinada empresa, independente do segmento em que atua, um dos fatores levados em conta pelos colaboradores é a credibilidade da mensagem, ou seja, quanto mais respeitável a fonte, mais valorizada a mensagem (Harvard Business Review, Abril, 2014).

2- Informação rápida e precisa:

Uma nova vaga, com início imediato, precisa ser anunciada! Nada melhor que aproveitar as inúmeras ferramentas para atingir o maior número de pessoas em menos tempo. Em um veículo de comunicação interno, a comunicação é alinhada com o que a empresa pretende comunicar. Então, tudo é publicado de forma muito mais precisa.

3- Conhecimento da organização:

Assim como acontece com o público externo por meio de outros canais de informação (também conhecidos como veículos de comunicação), uma comunicação interna eficiente apresenta aos colaboradores as principais ações e projetos daquela organização. Dessa forma, os colaboradores sabem tudo o que está acontecendo na empresa. Isso é mais funcional ainda quando uma companhia tem mais de uma planta/filial e aí, a comunicação interna é fator preponderante para aumentar a integração das informações.

4- Pertencimento da equipe:

Informar ao colaborador, em primeira mão, o posicionamento, as políticas e novidades da organização geram o engajamento da equipe, que se sente “parte integrante do negócio” (ABRACOM – Caderno de Comunicação Organizacional)

5- Oportunidades de destaque profissional:

Por meio de ações de comunicação interna, a empresa conhece (e reconhece) os colaboradores que mais se destacam em determinadas áreas. Premiações, promoções, mensagens de boas-vindas a novos colaboradores e histórias de vida inspiram e incentivam os demais membros da equipe. Além disso, é possível mostrar “quem faz o quê” dentro da empresa, dando maior integração no trabalho das equipes.

6- Alinhamento e Motivação:

Em qualquer organização, quanto mais bem informados forem os colaboradores sobre as principais ações, objetivos e estratégias daquela empresa, mais motivados ficarão no desempenho de suas tarefas e mais forças serão somadas para a superação desses objetivos.

7- Troca de conhecimento:

Uma das premissas de qualquer ação comunicativa é a interação e, mais que levar informação aos colaboradores, a comunicação interna  possibilita um feedback da equipe, que, por sua vez, auxilia no direcionamento de outras ações no futuro.

8- Minimização dos efeitos de crises:

Quanto mais efetiva e dinâmica a comunicação interna, menos impacto negativo haverá em casos de crises – que, inclusive, podem ocorrer em qualquer organização. Se comunicar da maneira correta em uma crise pode ser o grande diferencial entre sair com o mínimo de prejuízo ou a falência total de uma empresa . Saiba mais sobre gerenciamento de crise aqui.

9- Potencialização de resultados positivos:

Se por um lado a comunicação interna, quando bem estruturada, reduz efeitos negativos de uma crise, ela pode, por outro, impulsionar e fomentar os ganhos para a organização. Acreditamos que a comunicação seja a chave para o sucesso de sua empresa.

10- Clima organizacional positivo:

A troca de informação não se dá apenas no âmbito colaborador-empresa. A comunicação interna contribui para ampliar as relações interpessoais, criando um clima de cooperação e interatividade. Um bom clima organizacional define como as pessoas se relacionam umas com as outras dentro do ambiente de trabalho e isso pode até incentivar o trabalho em equipe e a participação ativa dos funcionários.

Para que todos esses benefícios aconteçam de verdade é preciso ter em mente que a comunicação interna é estratégica e realmente traz resultados. Importante também manter, sazonalmente, pesquisas de clima para avaliar os caminhos que essa comunicação interna deve seguir.

Se você precisa de uma comunicação interna integrada ou avaliar como esse trabalho pode ajudar nos resultados da sua empresa, entre em contato com nossa equipe e peça uma avaliação detalhada de como os seus colaboradores podem ter uma comunicação interna eficaz, eficiente e integrada.

10 benefícios da comunicação interna

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O que é uma entrevista?

 

Por Marianne Mitsui

A entrevista é a principal atividade realizada no meio jornalístico para que se obtenham as informações necessárias na concretização de uma pauta. Ela não só é uma das práticas mais importantes, como também implica cautela e responsabilidade por parte do entrevistado.

Tanto no caso de uma figura pública, quanto no caso de um porta-voz de uma empresa, é imprescindível a realização do media training, pois assim o entrevistado adquire experiência para se comportar adequadamente nos diversos meios em que a entrevista pode ocorrer, seja ao vivo na televisão, no rádio ou em uma coletiva de imprensa. O importante é ter em mente as respostas apropriadas para cada pergunta e destacar as key messages.

Em alguns casos, a entrevista pode ser por telefone ou até mesmo por e-mail (em portais online esses métodos são comuns devido à demanda constante de notícias). De todo modo, é por meio da entrevista que se conquista credibilidade na mídia, fortalecendo a imagem positiva e transparente da empresa.

Algumas dicas para dar uma boa entrevista, além de fazer um media training (também conhecido como treinamento de imprensa), são:

  1. Preparação é a palavra chave
  2. Faça uma lista com as principais informações que quer passar
  3. Nunca peça para ler o que o jornalista anotou
  4. Nunca segure o microfone do jornalista (de TV)
  5. Não fique em silêncio durante muito tempo em uma entrevista de rádio (isso pode demonstrar insegurança)
  6. Fale com entusiasmo
  7. Tente transmitir uma informação por frase
  8. Seja gentil não só com o jornalista, mas com os cinegrafistas, fotógrafos, auxiliares e com o motorista (aliás, isso deve ser regra para a vida!)
  9. Seja objetivo
  10. Tenha certeza de que o jornalista entendeu o que você quis dizer

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