Scrollytelling: o dinamismo por trás da narração de histórias

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Scrollytelling: o dinamismo por trás da narração de histórias

Assim como quase tudo que existe, a comunicação também tem suas fases e trago aqui uma nova tendência: o  scrollytelling.

Passamos anos entendendo que a maneira correta de comunicar acontecimentos era por meio de longas e minuciosa matérias, seja em veículos impressos ou na TV e no rádio. Com a chegada da internet, e o aumento de veículos on-line, as notícias ganharam um novo rumo, o tempo começou a ser mais escasso, havia pressa para informar os fatos, então, as matérias passaram a ser mais diretas.

E, as mudanças não pararam por aí. O Twitter, considerado hoje a rede social mais valiosa para jornalistas de todo o mundo – segundo a State of Journalism 2021, fez com que tralhássemos nosso poder de síntese: era preciso comunicar em apenas 140 caracteres (e depois em 280), pois ao postar muitos tweets sobre o mesma assunto, sua linha de raciocínio poderia ser perdida no feed dos usuários.

Hoje, muito por conta do aumento do uso de smartphones, ganha força uma nova maneira de publicar conteúdos no mundo virtual, o scrollytelling.

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crise de imagem

Crise de imagem: ter uma visão holística nunca é demais

Entenda como o episódio Aberfan, de The Crown, vai além da ficção e contribui para o repensar ou a reformulação das estratégias de comunicação de crise de imagem

A crise de imagem não tem dia e nem horário para hora para acontecer, tão pouco, também não avisa quando deve percorrer os campos das lembranças e das citações. Segundo João José Forni, professor e autor do livro Gestão de Crises e Comunicação, “a crise quase sempre representa também um passivo de imagem, um arranhão na reputação. Esse passivo significa uma mancha na imagem das empresas, dos governos ou das pessoas.

Dependendo da dimensão, mesmo em crises bem gerenciadas, o impacto negativo pode ser tão forte que afeta definitivamente a reputação”.

A correta definição de Forni retrata precisamente o que as crises de imagem têm a possibilidade de causar a uma instituição, marca ou empresa. Mesmo tendo passado mais de 50 anos, após o desastre de Aberfan, a tomada de decisão da coroa britânica é contestada na série, causando uma certa repulsa para quem assiste o episódio, além de colocar em xeque a já desgastada reputação da família real britânica e da monarquia.

O impacto negativo da produção de streaming na realeza é tamanho, principalmente a 4ª temporada, que segundo informações do jornal The Times, o príncipe William considerou a série “profundamente intrusiva” e que dá uma “visão perversa e nojenta dos membros mais importantes da família real britânica”.

O desastre de Aberfan aparece no episódio intitulado com o mesmo nome do vilarejo, na 3ª temporada de The Crown, na Netflix. Ele é baseado na história verídica que ocorreu em 1966, no País de Gales.

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o que é doomscrolling

Descubra o que é doomscrolling, uma das palavras do ano de 2020

Doomscrolling é uma destas palavras que nos mostram o quanto a linguagem é um reflexo vivo da sociedade: o termo, usado pela primeira vez em março de 2020 pelo jornalista Kevin Roose, faz referência à compulsão por ler más notícias em redes sociais ou sites de notícias. Doomscrolling foi eleita uma das Palavras do Ano em 2020 pelo Dicionário Oxford, junto com expressões como lockdown e “distanciamento social”. Uma tradução livre poderia ser a expressão “rolagem da desgraça”, um comportamento que muitas pessoas têm manifestado nestes tempos sem precedentes.

Com boa parte do mundo fechada em suas casas, convivendo com medos, incertezas, ansiedades, tédio e mais tempo disponível, procurar por informações e navegar mais nas redes ou sites de notícias pelo celular se tornou, naturalmente, uma válvula de escape.

A princípio, buscávamos notícias porque havia algo grandioso e assustador acontecendo sobre o qual não sabíamos quase nada. Procurar informações era uma forma de nos sentirmos mais seguros. O mecanismo psíquico é: “se eu souber o que está acontecendo, talvez consiga proteger melhor a mim e à minha família.” À medida em que fomos entendendo o tamanho do problema com o qual estávamos (e ainda estamos) lidando, a busca por informações que nos apontassem um caminho seguro para fora do caos foi se transformando em hábito e, depois, em compulsão. Se você se identificou com isso, é importante refletir sobre como isso pode estar impactando a sua saúde psíquica.

O ato de buscar informações é positivo e saudável, mas no doomscrolling este comportamento vai além do ponto em que podemos tirar valor das notícias.

Um exemplo disso seria, por exemplo, ler uma matéria ou post e depois seguir lendo os comentários, que em geral não agregam valor nenhum à discussão, pelo contrário – ativam nossos próprios gatilhos de emoções negativas, aumentando o mal-estar emocional. Além disso, existe um fator temporal: hoje as informações são atualizadas 24 horas por dia. Ou seja, sem autocontrole, podemos seguir nos abastecendo delas indefinidamente.

Contra o discurso do ódio, ativismo empresarial

A propósito, estudos conduzidos durante a pandemia mostraram uma clara correlação entre o aumento da ansiedade e da depressão ligadas ao consumo de notícias relacionadas à Covid-19 e maior tempo gasto em smartphones. As questões que se colocam são: se sabemos que isso não faz bem, porque fazemos isso? E como podemos quebrar este hábito?

Segundo Dean McKay, professor da Universidade de Fordham especializado em comportamentos compulsivos e transtornos de ansiedade, existe um componente evolucionário nisso. Os seres humanos se desenvolveram ao se adaptar aos desafios do ambiente, e isso pode explicar biologicamente a compulsão por informações.

Na verdade, o doomscrolling acontece com tanta força nestes tempos porque ele é uma resposta e uma tentativa não só de controlar o medo, mas também de tentar prever o que está por vir. Junto com as más notícias – que, infelizmente, são maioria neste momento -, nas redes e nos portais também está a esperança de encontrar algum alento: talvez alguma nova vacina esteja chegando, talvez tenham descoberto algum medicamento, talvez o número de óbitos e internações já esteja diminuindo… a tentativa de manter o otimismo e conseguir prever o futuro também ajuda a explicar este comportamento.

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dia internacional da mulher

No Dia Internacional da Mulher ofereça valorização

Flores são lindas e iluminam o coração. Bombons adoçam a vida. No Dia Internacional da Mulher, que tal substituir as tradicionais rosas, ramalhetes, bombons e similares nas celebrações por um “buquê” imenso de valorização?

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável na agenda 2030 das Nações Unidas, a igualdade de gênero é um assunto que precisa estar sempre na pauta de qualquer empresa, seja na comunicação interna ou externa. Aliás, melhor. Mais do que pauta de comunicação, igualdade de gênero deve integrar o projeto de geração de valor de qualquer empresa e estar inserida nos processos do dia a dia.

Porém, não basta garantir uma estatística positiva para constar em dados de relatórios de sustentabilidade ou para ostentar em uma postagem nas redes sociais. Incentivar a valorização feminina e a igualdade entre gêneros nas empresas é um avanço rumo ao desenvolvimento social que não deve se limitar às reflexões pelo Dia Internacional da Mulher.

Lançado no fim do último mês de fevereiro, o relatório Mulheres, Empresas e o Direito realizado pelo Banco Mundial reúne dados de 190 países e avalia como a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus afetou as mulheres no trabalho e em casa. Pelo sistema de classificação do estudo, o Brasil soma 85 pontos de 100 possíveis no levantamento. Não está no fim da lista, mas ainda há muito a ser feito, e as mudanças mais importantes começam sempre com situações da vida cotidiana.

Segundo a ONU, a média mundial de diferença salarial entre homens e mulheres é de 16%, ou seja, em geral, as mulheres ganham apenas 84% do valor pago a um homem para ocupar o mesmo cargo, desempenhando funções iguais. No atual ritmo, serão necessários 257 anos para alcançar a igualdade econômica de gênero.

Mas, afinal, por que essa tal equidade é importante para o mundo? Estudo realizado pela Organização Mundial do Trabalho (OMT) indicou que, se houvesse uma redução de 25% da diferença de participação entre homens e mulheres no mercado de trabalho até 2025, seriam injetados US$ 5,8 trilhões no PIB mundial.

O levantamento corresponde a dados de 2018, mas projetando para um futuro pós-pandemia, esses números tendem a ser ainda mais expressivos. Considerando os aspectos de uma agenda ESG (Ambiental, Social e Governança em português), a participação das empresas na reconstrução do equilíbrio social nesta próxima fase fará toda a diferença.

Mais do que somente salário

Além da questão econômica evidente, é fundamental considerar o papel social que as empresas desempenham na contribuição para mudanças positivas da sociedade. Neste aspecto, ações simples podem fazer muita diferença.

A Race Comunicação, por exemplo, tem como tradição a valorização feminina independentemente do Dia Internacional da Mulher.

No quadro atual de funcionários, 60% da equipe é composta por mulheres, sendo 55% em cargos de chefia. O time de atendimento é formado 62% por mulheres.

No último ano, para marcar o Dia Internacional da Mulher, a empresa promoveu um encontro com Maíra da Rosa, vocalista da banda Samba de Dandara e batalhadora incansável pelos direitos das mulheres, e distribuiu a seus funcionários um exemplar do livro “Sejamos Todos Feministas”, de Chimamanda Ngozi Adiche (aliás, leitura altamente recomendada para começar a pensar as questões de gênero na sociedade).

E a Race não está sozinha nesta caminhada. Nos últimos anos, estimuladas pelas demandas de ESG ou não, as empresas assumiram uma postura muito mais ativa nas ações relacionadas à questão de gênero.

O ativismo empresarial é cada vez mais presente nas gestões com responsabilidade e compromisso social e abarca diversos temas fundamentais, incluindo entre eles a igualdade de gênero. O resultado é o enriquecimento do debate em múltiplos níveis e uma soma de esforços pela transformação de realidades.

Você já pensou como a comunicação interna e externa da sua empresa – seja com assessoria de imprensa, relações públicas ou gestão de mídias sociais – pode contribuir para mudanças positivas neste sentido?

Por Marta Teixeira

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pandemia

5 pontos de atenção que a pandemia trouxe para seu negócio

Para além de todas as sérias preocupações em relação a saúde, a pandemia gerou uma revisão de muitos processos e até modelos de negócio. O isolamento social acelerou e ampliou tendências como o home office e o delivery e influenciou na construção de uma nova relação entre a empresa, seus colaboradores e seu público-alvo.

Listamos abaixo 5 pontos de comunicação para seu negócio, ainda mais importantes em tempos de pandemia.

1: Comunicação Interna

Com muitas empresas trabalhando integralmente remota, a cultura organizacional foi posta a prova – principalmente quando não feita de forma estruturada. Sem a dinâmica presencial do dia a dia, como conversas de corredor, encontros frequentes, comunicados e até happy hours, o isolamento físico tende a criar um distanciamento da relação dos profissionais com as empresas.

Assim, uma comunicação interna é essencial para manter a identidade da empresa e engajar as equipes para trabalharem como se tivessem um ao lado do outro.

2: RP Digital

Com a diminuição de circulação de pessoas por conta da pandemia, a presença no Digital se fez ainda mais necessária para “ser visto” e entregar as mensagens-chave do seu produto ou serviço. Aí entra o Relações Públicas Digital e todo seu portfólio de soluções, para criar novas estratégias para que as empresas se relacionem da forma mais adequada com o seu público-alvo e que não necessariamente envolvam apenas a imprensa.

Aqui entram estratégias como Marketing de Conteúdo, SEO e o uso de Influenciadores digitais

3: Omnichannel

Explorar novos canais é uma ótima solução para ampliar seu contato com o público-alvo. Isso não significa sair criando perfis em tudo quanto é rede social, mas pensar estrategicamente em uma comunicação 360º integrada.

Aqui na Race, usamos a metodologia PESO, desenvolvida pela Associação Internacional para Medição e Avaliação da Comunicação (AMEC), maior organização de inteligência e insights de mídia do mundo. É um avançado sistema para alinhar estratégias de comunicação às metas das organizações de forma clara e objetiva. Seu nome vem das iniciais dos quatro tipo de mídia: Paid (paga), Earned (conquistada), Shared (compartilhada) e Owned (própria).

4: Growth Hacking

Mais do que uma técnica com uma metodologia própria, o growth hacking é uma maneira ágil e eficaz de pensar e agir para aprimorar o crescimento da sua empresa. A partir da identificação do elo frágil de uma operação, os profissionais se debruçam sobre ele, propondo e testando processos ágeis. Vale lembrar que para ser considerada uma growth hacking, o sistema deve ser repetível e rentável.

Saiba mais abaixo:

Já ouviu falar em growth hacking?

5: SAC 2.0

A ampliação da presença da marca no digital e o e-commerce se tornaram necessidades básicas durante a pandemia, obrigando muitas empresas a acelerarem o processo de transformação digital. Atendimento via WhatsApp e vendas por Instagram salvaram muitos negócios de fechar. 

E nesse contexto entra o atendimento ao consumidor voltado para o digital, chamado de SAC 2.0. O grande desafio está em criar um fluxo viável e eficaz que consiga respeitar a agilidade dos canais digitais e manter uma experiência amigável com o consumidor, além de tangibilizar a persona da marca para essas pessoas.

Esses são apenas cinco exemplos de como se pode aprimorar a comunicação para tornar seu negócio mais rentável e conectar com seu público, interno ou externo, da melhor maneira possível. Existem outras frentes que podem ser exploradas para garantir uma comunicação saudável e rentável para seu negócio.

Aqui na Race, o processo com nossos clientes começa com um diagnóstico detalhado para mapearmos os principais pontos sensíveis e indicar a melhor estratégia.

Quer saber mais? Entre em contato com a gente! 

Por Pedro Couto

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O que é uma sugestão de pauta?

Por Marianne Mitsui

Uma das principais metas do assessor de imprensa é divulgar o cliente na mídia. Isso porque a exposição nos meios de comunicação é fundamental para o crescimento de um profissional ou de uma empresa. Desse modo, a sugestão de pauta é o principal caminho para se alcançar a divulgação do assessorado.

Com o press release pronto, a sugestão de pauta pode ser realizada antes do disparo geral, sendo oferecida com exclusividade para um veículo específico, ou mesmo depois, como forma de monitoramento do material enviado (follow up). O importante é que a pauta seja direcionada para a editoria adequada e, em certos casos, é necessário ter um gancho para despertar a atenção do jornalista.

Ao sugerir a pauta é preciso ter em mente a relevância do assunto para a mídia para que, assim, a pauta tenha destaque na redação, que recebe milhares de sugestões diárias.

* Marianne Mitsui é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

 

Assessoria de imprensa vs assessoria de comunicação

Assessoria de Imprensa versus Assessoria de Comunicação

Por Maira Manesco

Antes de qualquer outra informação… Sim, Assessoria de Imprensa e Assessoria de Comunicação são dois termos usados para diferentes atividades.

Apesar de possuírem denominação parecida, definem atividades distintas, por isso, costumam causar certa confusão aos leigos e também aos iniciantes profissionais da área. Em linhas gerais todos os assessores atuam administrando a informação entre empresa/cliente/produto e os seus stakeholders. Genericamente, tanto uma assessoria quanto a outra desempenham mais do que o simples papel de cuidar da imagem do seu assessorado.

A assessoria de imprensa é composta por jornalistas e relações-públicas, que têm como principal função ser o elo entre as organizações e os veículos de comunicação. Os assessores de imprensa devem conhecer as atividades, os projetos, as propostas e as ideias do cliente para, assim, elaborar estratégias de comunicação e sugerir pautas noticiáveis para a mídia. Devem ainda assessorar e divulgar eventos, montar os clippings de notícias com matérias sobre temas relevantes ao assessorado, e orientar sobre como executivos e colaboradores devem se relacionar com a imprensa, o famoso media training. O principal papel desempenhado por esta atividade é a divulgação.

Por outro lado, a assessoria de comunicação é formada por, pelo menos, um profissional de cada área da comunicação social, ou seja, jornalistas, publicitários e relações-públicas. O trabalho exercido por essa assessoria de comunicação é mais completo e aprofundado, por isso, o grupo de profissionais tende a formar o Departamento de Comunicação da empresa. Dentre outros itens, devem saber quais são os pontos negativos da organização e tentar apresentar meios para solucioná-los, além de criar um ambiente harmônico entre os colaboradores, desde o chão de fábrica até a alta administração.

Os assessores de comunicação precisam ainda ter conhecimento sobre as ações do Departamento de Recursos Humanos, saber direcionar as informações para os diversos públicos que abrange na comunicação interna e externa e ainda desenvolver campanhas e propagandas publicitárias.

Para estreitar o relacionamento com a mídia, em especial com os veículos-chave para a empresa, é importante contar sempre com o auxílio de uma agência de comunicação especializada em assessoria de imprensa.

Enfim, todas as organizações e profissionais devem estar cientes das diferenças entre as assessorias de imprensa e de comunicação, devem também saber da importância de ambas para o desenvolvimento da empresa em prol do sucesso.

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Quem são os stakeholders?

Por Maira Manesco

Os stakeholders são os públicos de interesse de uma organização. São as partes interessadas e envolvidas voluntária ou involuntariamente com a mesma, onde há um objetivo específico de relacionamento, trazendo benefícios para ambas as partes.

Os públicos representam o objetivo maior no trabalho dos comunicadores, sejam eles relações-públicas, jornalistas ou publicitários, mas poucos desses profissionais dedicam-se à sua precisa categorização, explica Fábio França em seu livro Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica.

Para auxiliar no mapeamento dos públicos e no reconhecimento de cada um deles, do ponto de vista da área de comunicação, os stakeholders são divididos em três graus de influência sobre a empresa: grau de dependência, grau de participação e grau de interferência.

• Grau de dependência: onde são identificados os públicos pelos quais a organização possui necessidade e que interferem diretamente na sua sobrevivência. Neste grau estão o governo, os funcionários, os clientes e os fornecedores.

• Grau de participação: onde são identificados os públicos pelos quais não há dependência por parte da organização, porém colaboram para a melhoria e o crescimento da mesma. São eles: redes de consultoria, prestação de serviços promocionais, redes sindicais, redes setoriais de comunidade, comunidades nas proximidades da empresa, entre outros.

• Grau de interferência: onde são identificados os públicos que podem interferir positiva ou negativamente na imagem da organização, que podem ser classificados em dois subconjuntos: rede de concorrência – empresas que trabalham no mesmo segmento da organização, e rede de comunicação de massa – veículos de comunicação que podem influenciar os públicos a respeito da organização.

O mapeamento dos stakeholders permite reconhecer com quais públicos a empresa se relaciona, qual o tipo de relação e expectativas geradas permitindo identificar quais merecem uma aproximação estratégica. É muito importante conhecer os stakeholders, pois quando bem trabalhados podem ser a chave para o reconhecimento positivo de uma organização.

Se a sua empresa precisa mapear os públicos de interesse? Clique aqui e peça uma consultoria de comunicação para sua empresa

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A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Antes de tratar sobre a importância da comunicação para as empresas, é fundamental dizer que todos nós sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial– Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

Para entender mais a importância da comunicação para as empresas, saiba quais são as principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação e influenciadores. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

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Apresentando o funcionamento da assessoria ao novo cliente

Por André Ranieri

O entrosamento entre a agência de comunicação e o cliente é fundamental na hora de conquistar bons resultados. E para isso é imprescindível, logo que a parceria é fechada, que a empresa contratante entenda alguns pontos sobre uma assessoria. Dentre eles, a relação entre o assessor e o jornalista; como uma matéria é publicada; a importância da agilidade na aprovação dos materiais; e como tornar uma pauta interessante ao jornalista. Essa apresentação deve ser feita logo no início do trabalho, pois ela será determinante durante todo o processo.

Acompanhe a seguir alguns pontos fundamentais que devem ser apresentados ao cliente logo que a parceria é firmada:

 1.      Assessor x Jornalista

A relação entre o assessor de imprensa e o jornalista deve ser a melhor possível. O cliente precisa entender que na maioria das vezes o caminho para um bom relacionamento assessor x jornalista não é a insistência. A relação tem que ser construída aos poucos. Muitas vezes o assessor negocia por meses até conseguir emplacar uma única matéria.

 2.      Como uma matéria é publicada

O caminho até uma matéria ser publicada é longo. A assessoria de imprensa precisa conhecer muito bem o cliente, e saber qual é o foco que a empresa quer dar ao trabalho. Por isso, uma imersão deve ser feita logo no início da parceria. A partir daí, o caminho até a notícia chegar às bancas pode ser variado. Follow ups, press-releases e press-kits são as formas mais convencionais, e é importante que o cliente entenda estes processos, mesmo que de forma superficial. Também é fundamental destacar que o trabalho da assessoria é conquistar espaço nos veículos como notícia, e não como publicidade. Muitas empresas acreditam que é possível comprar espaço editorial nos meios de comunicação, mas esta prática, além de ilegal, não é adotada por agências de comunicação sérias.

 3.      Agilidade na aprovação

 A agilidade entre a elaboração do material, que será enviado à imprensa, e a aprovação junto ao cliente é fundamental para que a pauta em questão seja bem sucedida. Quanto mais rápido o material é aprovado (principalmente as pautas quentes), mais chances de repercutir. É fundamente que o cliente e a assessoria encontrem o “timing” certo para as aprovações.

 4.      O que é interessante ao jornalista

Qualquer tema pode ser trabalhado por uma assessoria de imprensa. Porém, cada assunto possui um potencial diferente do outro. O grande segredo para uma pauta ser bem sucedida é que ela tenha algo interessante e atrativo aos olhos do jornalista. É fundamental que o cliente entenda bem essa necessidade. Por exemplo, caso uma empresa automotiva queira aparecer em revistas de negócios, uma pauta abordando o crescimento da montadora no último ano é muito mais atraente ao jornalista do que uma pauta falando sobre o novo carro que será lançamento no próximo mês. Por outro lado, se o foco da empresa são as revistas automotivas, o lançamento do novo carro tem um potencial muito maior.

*André Ranieri é Assessor de imprensa na Race Comunicação

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