Quando eu preciso de comunicação interna?

Quando eu preciso de comunicação interna?

Por Filipe Andrade

Apesar de possuir uma relevância ainda maior em momentos de crise, a comunicação interna é indispensável no dia a dia de uma organização, sempre.

Conforme argumenta Camilla Stivelberg, em sua tese ‘Comunicação Interna: Gestão e Prevenção de Crises’, “todas as organizações estão sujeitas a possíveis crises, sejam elas de pequenas proporções a grandes catástrofes”.

E, apesar do risco, essas situações adversas não estão, necessariamente, ligadas ao uso ou não de uma comunicação interna efetiva. A aplicação de ferramentas dinâmicas de comunicação e relacionamento com o público, por outro lado, será determinante para minimizar os efeitos da crise. Ou seja, quanto mais dinâmica a comunicação, menor os efeitos da crise e vice-versa.

Mais que isso, em todos os níveis de uma organização, a comunicação interna é indispensável para o alinhamento da equipe em torno de objetivos comuns, qualquer que seja o momento. Assim, a empresa estará preparada para eventuais momentos de crises, além de manter um time de profissionais motivados e focados.

A forma de se fazer comunicação interna, no entanto, varia de organização para organização, afinal, as ferramentas são inúmeras – jornais murais, house organs, TV’s e rádios corporativas, email marketing, informativos via intranet e os sites de redes sociais, cada vez mais importantes e mais valorizados dentro das estratégias de comunicação.

Se sua empresa tem muitos funcionários, muitas informações acontecendo e os colaboradores não estão acompanhando. Você está precisando de comunicação interna. Para uma comunicação interna eficaz é necessário ter gente disposta em saber das informações, pessoas gabaritadas para escrevê-las, apurá-las e também em publicá-las. Periodicidade também é fundamental. Mas não existe milagre na comunicação com os seus colaboradores se a empresa está totalmente desorganizada em outros aspectos. Faça uma autoanálise e se tiver dúvidas, consulte um especialista na área.

*Filipe Andrade é assessor de imprensa na Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Assessoria de imprensa reativa

Por Núbia Neves

Nem só de notícias positivas vive uma empresa. Verdades ou mentiras são usadas contra empresas, produtos e serviços todo o tempo na mídia. Esse é mais um dos motivos que comprovam a importância de ter uma assessoria de imprensa. Quando trabalhamos com empresas ou assuntos polêmicos, é muito importante que estejamos sempre preparados para lermos matérias que coloquem em cheque a confiabilidade das marcas.

É impossível controlar a mídia. Blogueiros, sites, formadores de opinião, publicam a toda hora informações que podem ser opiniões pessoais ou possuírem embasamentos e comprovações. Essas matérias são difíceis de serem previstas. Por isso, manter o monitoramento em todos os tipos de mídia é a melhor forma para estar preparado.

Através da checagem diária, assim que uma matéria negativa é publicada é possível entrar em contato com o jornalista ou com o especialista usado como fonte para a notícia. É muito importante que a empresa, juntamente com a assessoria de imprensa, prepare um Q&A (Questions and Answers) que preveja perguntas e respostas com informações negativas e positivas que podem ser ditas. Com esse material em mãos, o contato com quem disseminou a informação é muito mais ágil e eficaz.

É importante ter em mente que nem sempre as informações negativas geradas por um veículo jornalístico são culpa do jornalista. Os repórteres e editores têm como obrigação consultar especialistas sobre os assuntos que vão tratar, e esses especialistas, normalmente, têm embasamento para tratar desses assuntos. Portanto, tenha sempre que possível preparadas suas “provas” de que o que estão dizendo está errado.

Pode ser que a matéria não seja modificada, principalmente quando se trata de um material impresso, porém, se conseguirmos mostrar para o jornalista que a informação não era correta, a chance dela se repetir é muito pequena. Além disso, no melhor dos casos, a empresa ou produto, pode entrar na lista de porta-vozes do jornalista, fazendo com que sejam procurados para uma próxima matéria.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é um Q&A?

Por Rogério Artoni

Q&A, ou Questions and Answers, (do português: perguntas e respostas) é uma ferramenta bastante utilizada em assessoria de imprensa. Este documento, muitas vezes sigiloso, contém possíveis perguntas e também prováveis respostas para muitos assuntos de uma empresa, serviço ou produto.

Para cada ação com a imprensa é possível preparar um Q&A que preveja as prováveis perguntas de um jornalista. Desta forma, o porta-voz se prepara melhor para uma entrevista e não é pego de surpresa na hora daquela pergunta mais complicada de se responder.

Para preparar um Q&A é muito importante ter em mente o que um jornalista pode perguntar em torno daquele assunto. Imagine que uma empresa pegou fogo e haverá uma coletiva de imprensa. No momento que a coletiva é aberta para perguntas, pode haver questionamentos que o porta-voz não saiba responder e neste momento o Q&A será útil, pois terá uma reposta pensada, para que ele não fale algo que comprometa a empresa.

Cada companhia pode ter diversos Q&As preparados para situações específicas: um institucional, um para crises, um para cada produto ou serviço, um apenas para questões de recursos humanos, entre outros casos que surgirem e que necessitem de um contato com a imprensa.

Para ser o mais estratégico possível, este documento deve ser respondido em conjunto com a assessoria de imprensa, departamento de comunicação da empresa e muitas vezes até mesmo com o departamento jurídico. É importante também que o porta-voz tenha em mente todas as respostas previstas no Q&A para que as informações estejam alinhadas com as estratégias da companhia.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

A importância da assessoria de imprensa para empresas internacionais

Por Alan Mariasch

O Brasil nunca esteve tão em evidência no mundo e cada vez atrai mais a atenção de organizações multinacionais. E não apenas por causa da Copa do Mundo, mas graças ao grande potencial de sua economia, que apesar de muitos desafios burocráticos, sociais e gargalos logísticos, cresce num ritmo mais acelerado do que tradicionais potências como Itália e Espanha. Mas em termos de comunicação e relacionamento com a imprensa, como as empresas estrangeiras devem se planejar quando desejarem se estabelecer no Brasil?

Para Alice Bonasio, gerente de comunicação do Mendeley, rede social para pesquisadores acadêmicos com sede em Londres e atuação mundial, há inúmeras vantagens em uma empresa multinacional contratar uma agência de comunicação brasileira, quando desejar abrir um escritório ou expandir suas operações por aqui: “Além do lado logístico, para mim a vantagem mais importante é ter uma presença local que entenda como funciona o mercado, saiba quem são as pessoas influentes, e que já cultive relacionamentos com essas pessoas. Isso te dá a habilidade de construir seus planos com muito mais confiança, pois sabemos que, tendo uma boa ideia, essa ideia vai chegar aos ouvidos certos”.

Algumas empresas optam por realizar o trabalho de assessoria de imprensa a partir da matriz, localizada no exterior, mas sem obter os mesmos resultados. “Relações públicas, no final das contas, são sobre relacionamentos, e o elemento de estar perto, fisicamente, acaba contando. E-mail e telefone são ferramentas úteis e eu mantenho contato direto com muitos jornalistas no mundo inteiro, mas no final das contas, muitas ideias só rolam mesmo num almoço ou com um cafezinho. Tendo uma assessoria de imprensa que entenda a sua empresa e trabalha como uma extensão dela, você tem muito mais opções”, afirma Alice.

A escolha da agência deve ser um processo bem criterioso. A empresa necessita explicar exatamente quais são suas expectativas no país e a agência precisa ser realista e alinhar a demanda do cliente com aquilo que é possível de ser realizado. Alice acredita que “a seleção deve ser feita com cuidado e com honestidade dos dois lados. O cliente tem que ser muito honesto quanto às expectativas (resultados esperados, dentro de quanto tempo, etc) e a agência tem que ser transparente sobre o número de pessoas que vão trabalhar diretamente com ela, quantas horas serão dedicadas ao atendimento, quais os meios de comunicação e como será medido o sucesso desse trabalho”.

Por fim, não basta apenas contratar a melhor agência, mas é necessário fornecer a ela as condições para que desempenhe o melhor trabalho. “Um porta-voz que fale português é muito útil, pois dá aquele senso de conexão com o mercado brasileiro, mas o mais importante é ter uma história boa para contar, através da qual você possa promover a empresa e tudo aquilo que ela representa. Mas eu acredito que uma boa assessoria de imprensa te ajuda não só a chegar nas pessoas, mas por entender o mercado e as necessidades de cada jornalista e veículo, ela vai te ajudar a criar campanhas e histórias relevantes e de alto impacto para promover a sua empresa”, conclui Alice.

* Alan Mariasch é Executivo de Contas na Race Comunicação.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Quando a minha empresa necessita de comunicação interna?

Por Filipe Andrade

Independente do tamanho, toda empresa precisa de uma boa comunicação interna. Esta ação, dinâmica e dialógica, permite que diretores e gestores estejam mais próximos da equipe em torno de um objetivo comum, ou, nesse caso, o negócio de uma organização.

A comunicação interna é, antes de tudo, uma atividade informacional e nas pequenas empresas pode ser realizada pelos próprios diretores, ao transmitirem à equipe as atividades da instituição. Isso acontece porque nessas organizações o contato gestor-colaborador é bem mais próximo.

Por outro lado, nas médias e grandes empresas, essa proximidade é impossibilitada pelo próprio tamanho da companhia e por uma maior hierarquização. Nesses casos, a comunicação interna é levada a outro nível e, com o auxílio de profissionais de comunicação, como relações públicas ou jornalistas, a empresa utiliza de diversas plataformas que atuarão como mediadoras dentro da organização.

Entre os meios de comunicação interna estão os informativos via intranet, como boletins e newsletters, os jornais murais, as revistas ou house organ e as rádios e tevês corporativas. O uso de cada plataforma é definido de acordo com o conteúdo, o público, e a periodicidade. Por exemplo, um treinamento que vai acontecer em um mês pode ser divulgado em um jornal mural que é fechado quinzenalmente. No entanto, quando esse mesmo evento acontece em dois dias, o melhor meio de divulgação é o informativo via intranet, por sua instantaneidade. Após sua realização, esse fato pode ser noticiado na revista, que possui uma maior periodicidade, e, como uma ação contínua da empresa, apresentada nas rádios e tevês corporativas com o intuito de divulgar o programa de treinamentos daquela organização.

Os veículos também são definidos ao se levar em conta o público receptor da mensagem. Em uma grande indústria, por exemplo, o número de pessoas que tem acesso aos conteúdos via intranet em geral é bem inferior à quantidade de colaboradores que, diariamente, podem ler os jornais murais.  As rádios e tevês corporativas e revistas, por outro lado, abrangem um número ainda maior de pessoas e seu conteúdo deve atender toda a equipe.

Como qualquer outra forma de comunicação, a interna pressupõe uma interação com seu público e a empresa deve também estar aberta e atenta a esse retorno. Para isso, são fundamentais as ações de relacionamento com a equipe, que visam uma maior aproximação entre os gestores e colaboradores, além de promover um maior envolvimento na filosofia da organização.

A comunicação interna é, portanto, essencial para o desenvolvimento de uma empresa dinâmica, independente do tamanho, com uma equipe focada, atenta e, consequentemente, empenhada quanto aos objetivos da organização, possibilitando resultados cada vez mais positivos.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

Por André Ranieri

Um trabalho de comunicação corporativa (assessoria de imprensa, comunicação interna ou gerenciamento de redes sociais) pode ter sido bem feito, colhido bons resultados e atingido as metas desejadas, mas ao mesmo tempo pode não ser reconhecido como deveria. Como? Simples! Com um relatório de resultados deficiente.

A partir do momento em que a parceria entre a agência de comunicação e o cliente é firmada, uma série de etapas se inicia. Começam as reuniões para entender melhor os objetivos da empresa, para demarcar as estratégias que serão usadas, os veículos que serão visados, os porta-vozes que serão utilizados, qual será a linha editorial do jornal interno, o público-alvo nas redes sociais, etc. Todo esse processo é variável, às vezes dura apenas um dia, outras vezes dura anos. Mas independente de sua validade, um elemento irá comprovar, ou não, se o trabalho foi bem feito: o relatório final de resultados – que normalmente é entregue periodicamente.

Esse balanço deve apresentar, através de técnicas de mensuração, tudo que foi obtido na parceria e se as metas desejadas foram alcançadas. O cliente sempre busca resultados palpáveis, ele não quer simplesmente a quantidade de matérias publicadas, de newsletters enviados ou de publicações no Facebook. Ele quer mais. Ele quer saber quantas pessoas foram atingidas, o perfil delas, o que isso representa monetariamente, a repercussão, os pontos positivos, negativos. Quanto melhor e mais completo for o relatório, melhor será a impressão sobre o trabalho da agência de comunicação.

Um relatório de resultados bem feito, por exemplo, não é capaz de alavancar um trabalho mal feito. Por outro lado, um relatório mal feito consegue arruinar um trabalho bem feito. Por isso, é fundamental para a agência entender realmente o que o cliente está buscando, desenvolver uma estratégia de acordo com estes objetivos, e, ao final de tudo isso, conseguir MOSTRAR ao cliente que as metas foram alcançadas (ou – por que não? – superadas!).

* André Ranieri é assessor de imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é comunicação interna?

Por Lívia Caixeta

O nome é autoexplicativo. Mas, os processos pelo qual este tipo de comunicação acontece são inúmeros e muito importantes para uma empresa. O raciocínio que se deve ter é que tão importante quanto gerar mídia espontânea nos veículos de comunicação, uma companhia deve garantir que seus colaboradores também estejam informados e alinhados com o que é divulgado sobre o local em que trabalham.

Assim, é por meio da Comunicação Interna que circulam as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados e vice-versa; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Desta forma, e, em muitos casos, é esta ferramenta que vai evitar o aparecimento de uma situação de crise num caso de negociações ou outros remanejamentos em uma grande empresa, por exemplo.

Para a doutora em Ciências da Comunicação, Marlene Marchiori, que também é Membro do corpo de palestrantes da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), “a busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização. (..) É por meio da comunicação que uma organização recebe, oferece, canaliza informação e constrói conhecimento, tomando decisões mais acertadas”.

Um estudo recente, realizado pela Aberje, em parceria com o instituto DMR Consulting, para a pesquisa “Comunicação Interna 2012”, aponta que foi o tempo do jornal-mural, do boletim ou da revista impressa. Hoje, 50% das grandes empresas brasileiras apostam na intranet e no e-mail como as principais ferramentas de comunicação com seus colaboradores.  Em apenas cinco anos, a queda dos veículos tradicionais foi de espantosos 26%, em um segmento que tradicionalmente resiste a modismos. O estudo ainda mostra que 39% das companhias já contam com veículos de comunicação de periodicidade diária para seus colaboradores.

O compartilhamento e a circulação de informação, portanto, são atualmente aspectos importantes para o desenvolvimento de uma empresa. Por isso, o empresário precisa ter em mente que o principal foco gerador de riqueza não é mais o trabalho manual, e sim o intelectual.

Confira algumas das principais ferramentas de  comunicação interna:

– Comunicado: Pode ser impresso ou enviado por e-mail, sendo um recurso essencial para divulgações importantes

Jornal mural: Localizado em áreas estratégicas, o mural pode ser muito interessante para funcionários sem acesso a e-mails e que não tiveram tempo de ler os comunicados

– Revista: De periodicidade a ser definida pela empresa, é um dos meios de comunicação interna mais consagrados. É o espaço de divulgação de notícias da companhia e de valorização dos próprios colaboradores, que muitas vezes são as fontes das matérias

 – Intranet: Sistema online interno da empresa, com conteúdo multimídia e muito importante no engajamento dos colaboradores, que cada vez passam mais tempo trabalhando em computadores. Muitas empresas também contam com redes socias internas.

– Newsletter: Geralmente enviados por e-mail, os newsletters trazem as últimas novidades e anúncios da empresa aos colaboradores, além de informações externas relevantes.

* Lívia Caixeta é diretora da Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

Race Comunicação é a assessoria de imprensa da Power3 Esportes

Parceria tem como objetivo potencializar o apoio ao esporte por meio do patrocínio de triatletas de ponta e, popularizar a prática esportiva como meio de desenvolvimento da cidadania

Goiânia, 20 de Maio de 2013 – A Power3 Esportes, empresa que importa e distribui produtos exclusivos para natação, corrida e ciclismo, inicia suas atividades de assessoria de imprensa em parceria firmada com a Race Comunicação. O objetivo da união das duas empresas é ampliar a divulgação das ações da Power3 Esportes em sua missão de apoiar o esporte em geral.

A Power3 foi fundada em 2008, mas iniciou suas operações em 2010, durante a maior prova de triatlo do Brasil, o Ironman Brasil. Os objetivos do negócio são importar e distribuir produtos de alta qualidade com preços competitivos para o mercado brasileiro e fomentar a prática esportiva como fator de mudança social.

“Acreditamos que o esporte fomenta e desenvolve a cidadania plena. A Power3 acredita que a educação, a prática esportiva e o meio ambiente (ecologia) estão intimamente ligados no desenvolvimento de uma sociedade avançada. Nossa idéia é fortalecer esse conceito com ações práticas em essas três disciplinas”, afirma um dos sócios da empresa, e triatleta amador, André Maule.

Race Comunicação 
A Race é uma agência de jornalismo, que atua no mercado de comunicação corporativa e de eventos, em todo o Brasil. A empresa dos sócios Rogério Artoni (fundador) e Lívia Caixeta tem escritórios em São Paulo e Goiânia, prima pela agilidade, exclusividade e credibilidade das informações e excelência no atendimento aos jornalistas, parceiros, colaboradores e fornecedores de seus assessorados.

Site da Race Comunicação
Site da Power3 Esportes
Facebook da Race Comunicação

Informações para a Imprensa: 
Race Comunicação
(62) 3085-2923

Lívia Caixeta – liviacaixeta@agenciarace.com.br

Gostou do artigo?