Os desafios da comunicação interna no modelo híbrido de trabalho

Os desafios da comunicação interna no modelo híbrido de trabalho

Os desafios da comunicação interna no modelo híbrido de trabalho

A comunicação interna das empresas sofreu grandes mudanças durante a fase mais crítica e no pós-pandemia. Como ela se organizará daqui para frente?

Por Claudia Lawisch

Que a comunicação é mais rápida e até mais eficaz quando é feita cara a cara é consenso, não vamos discutir. Mas também faz parte do senso comum dizer que, no contexto pós-pandemia de COVID-19, esse contato mais próximo deixa de ser viável com a frequência à qual estávamos habituados, e isso não deve mudar.

O modelo de home office total se transformou em híbrido, em um movimento acompanhado por boa parte das empresas no tão falado “novo normal” – agora já nem mais tão novo. É chegada a hora de olhar para dentro dessas companhias e analisar de que forma alcançaremos os funcionários em seus diferentes ambientes de trabalho e com as diferentes ferramentas que lhes são oferecidas. E o mais importante: como os manteremos engajados.

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comunicação interna

Comunicação interna: 7 perguntas a serem respondidas

Tempos velozes, home office, incertezas e altos níveis de ansiedade. Nossa realidade nos surpreende a cada novo dia e no universo das empresas e do mercado, não poderia ser diferente. A comunicação interna ganha maior pressão por entregas cada vez mais urgentes. O tempo se acelera e tudo parece ser igualmente importante. Tudo ao mesmo tempo agora.

A comunicação interna, é uma ferramenta estratégica que as empresas utilizam para comunicar aos funcionários, mas não só isso, é também a forma mais completa de ter um alinhamento entre como a empresa quer ser vista e como o colaborador ajuda nesse cenário. É por meio dela que a empresa chega a todas as pessoas que atuam numa empresa. É com ela que as informações circulam e faz com que evite a famosa rádio-corredor.

Contudo, para ter uma boa comunicação interna, deve-se começar com um diagnóstico e fazer com que toda essa comunicação ajude no planejamento estratégico da empresa, leve propósito aos funcionários e efetivamente sane as dores de comunicação dentro da empresa.

COMO FAZER UM BRIEFING DE COMUNICAÇÃO INTERNA

Nesse contexto, a importância de um bom briefing se faz relevante. O briefing é um documento que facilita a entrega certeira dos pedidos de comunicação dos clientes por parte das agências de comunicação. Mas nem todo mundo sabe o que deve ter o briefing ou pior não considera essa etapa uma parte importante do trabalho da comunicação interna.

Atropelados pela pressa e por cobranças muitas vezes exigem peças sem sentido e sem prazo exequível. Justificativas à parte, quero aqui orientar minimamente os interessados em construir uma relação saudável e prática entre agência, comunicadores e áreas clientes.

Na comunicação interna, percebo que há maior confusão e repetitivas mudanças nos trabalhos, nos textos e nas imagens produzidas. Tal fato acontece porque múltiplas áreas se envolvem nas ações de comunicação com os empregados tendo um emaranhado de aprovações dentro da hierarquia que prejudica a criatividade e a celeridade eficiente da comunicação. Claro, quando o trabalho sai errado a culpa sempre será da equipe de comunicação ou da própria agência prestadora do serviço.

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Para reduzir esses ruídos e organizar esse meio de campo, sugiro algumas perguntas básicas sobre os trabalhos, mesmo que sejam pedidos aparentemente simples como um banner para a parede do refeitório da fábrica ou uma post a ser enviado pelo WhatsApp corporativo.

Veja 7 perguntas básicas a serem respondidas em um briefing de comunicação interna:

1: Qual o projeto, evento ou ação a ser realizada?

Neste campo é ideal termos o nome do projeto, o nome do evento a ser realizado ou a ação específica de forma detalhada.

2: Qual a área responsável pela demanda e qual a área que vai aprovar o material?

Neste campo é ideal termos a área cliente ou solicitante e também o aprovador do material a fim de evitar que diferentes pessoas, na ânsia de contribuir, façam alterações ao longo do processo, alterando o briefing inicial. A permanente alteração de textos, imagens, logos, cores e até formatos impacta na qualidade do serviço prestado.

 3: Qual o prazo e a verba disponível?

É ideal termos aqui a verba disponível e o prazo de entrega de forma clara a fim de direcionar tempo e investimento de comunicação de forma clara., evitando expectativas altas com verbas reduzidas. Nesse item podemos já inserir o tipo de material a ser usado ou mesmo formatos de arquivos.

4: Qual o objetivo da comunicação?

Pergunta simples, resposta difícil. Mas é necessário que a área solicitante aponte um objetivo a ser alcançado.

 5: O que as pessoas deverão fazer ou perceber após essa comunicação?

Essa pergunta complementa a anterior e demanda do solicitante uma ação prática ou uma percepção valiosa a respeito daquilo que se quer comunicar.

 6: Qual a mensagem-informação principal que que não pode faltar no material?

Aqui podemos inserir e-mail de contato, telefone, logomarcas ou mesmo algum dado específico sobre aquilo que se comunica.

7: Existe algum material anexo, como fotos e textos?

Item importantíssimo, uma vez que muitas áreas ou gestores já possuem uma ideia na cabeça e que gostariam de implantar (na verdade copiar e diminuir risco de erro). Fotos e imagens de referência devem ser vistos e aprovados antes da apresentação de lay outs e drafts de criação. É o cliente quem deveria apontar o que deseja e como deseja. Mas caso ele não saiba e permita a criação livre de opções e propostas

De uma maneira a prevenir mal-entendidos e alinhar expectativas, ao se elaborar um briefing – que funciona como espécie de roteiro do trabalho – se organiza melhor o pedido e coloca o cliente e a área solicitante como responsável pelo material a ser apresentado. O documento serve também como um guia, um minicontrato entre comunicadores e clientes.

Assim, evitamos riscos e retrabalhos, reduzimos stress e também custos. Fica a dica.

Por Luiz Antônio Gaulia 

Se você está buscando uma agência de comunicação interna para a sua empresa, entre em contato com o nosso time comercial e veja como podemos te ajudar. 

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Guia rápido: como criar um diagnóstico de comunicação interna

Comunicação interna: guia rápido para criar um diagnóstico

Quando se pensa em comunicação corporativa, um erro grave é dar importância apenas com o público externo. O diálogo com o colaborador, através de comunicação interna, é fundamental para a saúde administrativa e até mesmo para o crescimento das empresas. Ficou para trás o tempo em que bastava um alerta no quadro de aviso para dar conta da situação. Por isso, hoje a Race traz um guia rápido de como criar um diagnóstico de comunicação interna para entender em que etapa a sua empresa está nesta área e elaborar um plano de ação.

Vem com a gente!


Hoje, uma comunicação interna eficiente exige que o colaborar receba a mesma atenção do cliente externo. Afinal, o funcionário também é um cliente e tem poder para construir ou destruir a reputação de uma empresa no mercado.

Negligenciar esse fato pode acarretar problemas graves desde o surgimento de disse-me-disse, a famosa rádio corredor, conflitos internos e até a queda na qualidade da produção ou do atendimento a clientes. Mas como assegurar que o diálogo com os colaboradores atenda às necessidades da empresa?

O primeiro passo é definir qual o objetivo desejado com a comunicação interna

Saber o que se deseja atingir é fundamental para a elaboração de um plano de comunicação eficiente. A empresa pode querer reforçar as suas key messages, elevar o nível de engajamento dos colaboradores, dar fim a uma crise interna ou muitas outras que têm esbarrado em falhas comunicativas.

Siga com um diagnóstico imparcial

Definido o objetivo a ser atingido, o próximo passo é lógico: fazer um diagnóstico de comunicação interna real e imparcial da situação. Basicamente, as perguntas que deve responder são as seguintes:

1. Como seu colaborador se sente em relação à empresa?

2. Quais canais ele dispõe para se manifestar e receber informações confiáveis?

3. As informações chegam aos funcionários em volume adequado e de maneira clara?

4. A relação entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico é marcada pelo respeito ou pela intimidação?

5. O vínculo do seu colaborador com a empresa é apenas financeiro ou ele é estimulado a se sentir parte de um projeto?

As respostas a essas perguntas vão revelar os pontos fortes e fracos da estrutura de comunicação interna e permitir a escolha mais adequada das ferramentas e ações que podem ser adotadas para aperfeiçoar o sistema existente. Campanhas pontuais, jornais, folhetos internos, TV ou rádio corporativa, intranet, e-mails, newsletter, redes sociais corporativas e até o bom e velho mural são opções igualmente válidas. O fundamental é que a linguagem seja adequada e acessível ao interlocutor que se procura atingir.

Este diagnóstico realizado dentro da empresa, pela equipe de RH ou Comunicação Interna, é o ponto de partida para a elaboração e implementação de um bom plano de comunicação interna. Depois desse briefing o ideal é ter uma equipe especializada para realizar uma imersão, fazer um diagnóstico aprofundado, pesquisa e análise de dados, um planejamento estratégico e entrar em ação! Esta equipe vai começar o trabalho através de uma análise aprofundada do cenário em questão.

Analisar uma empresa não é tarefa simples. São necessárias várias horas de trabalho entendendo o que a empresa faz, como ela faz, para quem, quem são os públicos de interesse. Muitas perguntas devem ser respondidas antes de qualquer ação. Isso tudo faz parte do trabalho inicial de imersão na cultura, nos processos e nos produtos e serviços das empresas.

Com esta análise será possível criar uma versão mais aprofundada do diagnóstico, que busca diminuir a diferença entre como a empresa quer ser vista e como as pessoas realmente a enxergam. Essa diferença deve ser a menor possível e neste momento é importante dar um diagnóstico que aponte quais atividades de comunicação devem ser tomadas para estreitar essa distância, além de propor ações que impactam diretamente no planejamento estratégico da empresa.

A partir daí o leque de opções para revigorar o relacionamento com seus colaboradores é vasto mas a recompensa é incrível! Entre em contato com a Race Comunicação e descubra quais soluções podem incrementar sua comunicação corporativa!

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Race Entrevista Kelly Fusteros, relações-públicas e coordenadora de Comunicação da Allianz Partners Brasil

A comunicação interna é um departamento planejado e com escopos determinados para que haja a interação entre a empresa e seus colaboradores. Com ela, é possível aprimorar os relacionamentos e aumentar a produtividade, o engajamento e, até mesmo, os resultados financeiros de uma organização.

E por isso, o post de hoje traz uma entrevista exclusiva com a relações-públicas e coordenadora de Comunicação da Allianz Partners Brasil, Kelly Fusteros. Com mais de oito anos de experiência profissional, Kelly acompanhou as mudanças no comportamento das empresas, principalmente a preocupação com o bem-estar e o bom convívio dos colaboradores.

A comunicação interna assume um importante papel nas empresas que prezam por um ambiente profissional agradável.

Nessa entrevista, você entenderá o importante papel da comunicação interna nas empresas. Confira como foi!

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A importância de uma comunicação interna bem estruturada

Uma boa rede de comunicação interna pode auxiliar em colaboração, feedback e na aplicação de um relacionamento transparente na empresa.

Por João Pedro Andrade

Não importa o quão bons, progressistas e vanguardistas os seus planos para o crescimento da sua empresa sejam. Eles correm sérios riscos de falhar caso você não seja bem sucedido ao comunicá-los para seus funcionários. É aqui que entra uma ferramenta fundamental da comunicação corporativa: a comunicação interna.

Uma boa rede de comunicação interna pode auxiliar em colaboração, feedback e na aplicação de um relacionamento transparente na empresa. Por esses e outros motivos é que ela é uma ferramenta tão importante de relacionamento em empresas de qualquer tamanho, porte ou segmento.

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Comunicação interna: 4 dicas para falar com millennials

Saiba como a comunicação interna das empresas pode ser mais eficiente na era dos millenials

Por Bárbara Christan

A comunicação interna exerce papeis fundamentais para o dia a dia das empresas. Através dela, é possível estabelecer um canal de conversa entre a diretoria e os funcionários e promover a colaboração e o espírito de equipe entre os colaboradores. Mas, nos dias de hoje, a comunicação interna tem alguns desafios na era digital, na qual as redes sociais são protagonistas da disseminação de notícias e a geração dos millenials é a nova força de trabalho.

A geração Y, mais conhecida como millennial, representa 8,3 milhões de consumidores brasileiros, segundo dados do Serasa Experian com o Geofusion. Os millenials envolvem pessoas nascidas de 1980 a 1994, que desde muito cedo têm contato com a internet e a tecnologia digital.

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Comunicação interna offline: 3 dicas para uma estratégia segura e eficaz

Por Thamyris Barbosa

Em tempos de Whatsapp, Instagram, Skype, Facebook e e-mails, a comunicação tem se tornado cada vez mais conectada. E, embora esses meios sejam efetivos para se transmitir uma mensagem, essas plataformas nem sempre são as mais indicadas para a comunicação interna, ou seja, no momento de passar recados aos funcionários da empresa.

Mesmo que pareça estranho recorrer ao papel e caneta, muitas vezes essas ferramentas são muito mais eficazes para a comunicação interna do que as alternativas online. Caso você more em um condomínio, qual é o lugar em que os avisos sobre reuniões e assembleias são divulgados? A resposta provavelmente é em elevadores e murais de avisos. Isso porque esses métodos são sempre funcionais na hora de dar avisos rápidos para quem está passando.

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Comunicação interna: 5 passos para começar

Por Vanessa Assis

A eficácia da comunicação interna para uma empresa pode resultar em diversos ganhos, como aumento de produtividade, fidelização dos funcionários (ou, em bom português, pode fazer com que os colaboradores “vistam a camisa” da empresa), e, consequentemente, melhora no atendimento ao cliente.

Em paralelo, a falta ou a falha na comunicação interna pode acarretar diversos problemas. Citando apenas um exemplo, de acordo com estudo publicado pela PMI (Project Management Institute), 56% dos projetos que falham dentro de uma empresa são mal sucedidos em consequência de problemas na comunicação.

Trabalhar a comunicação interna da empresa é crucial. Por isso, listamos nesse post cinco passos para dar o pontapé inicial e implementar esse relacionamento com o público interno na sua empresa, trazendo ferramentas e dicas para a colocar em prática essas ações.

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Comunicação Interna e o efeito cascata de um mundo instável

Por Rogério Artoni

Nos últimos anos, o mundo tem observado grandes mudanças políticas, além de uma ascensão de nacionalismo e dos extremos, sejam de direita ou de esquerda. Vimos de tudo, desde uma Europa desestabilizada após o resultado do referendo Brexit, até um mundo abismado quando o Donald Trump (autoproclamado “gênio estável”) ganhou as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Além disso, aqui no Brasil, houve o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e o país viu uma queda de confiança no governo. Os efeitos da instabilidade política não se restringem só a efeitos na economia ou nas relações diplomáticas, mas chegam também a afetar várias áreas dentro das organizações, como por exemplo a comunicação.

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Como criar personas para sua estratégia de comunicação

Por Carlos Massarico

Todo planejamento de marketing e publicidade eficiente deve estar vinculado a um objetivo. E quando se fala em um trabalho que exija uma estratégia direcionada a um público mais específico, é fundamental saber como transmitir uma mensagem clara e convincente. Este desafio pode ser atenuado caso você já conheça o perfil do cliente a ser atingido. Porém, mesmo que este não seja o caso, é possível traçar características, necessidades e comportamentos deste potencial consumidor, ainda que você não o conheça: esta é a meta ao criar uma persona.

Diferentemente do conceito de público-alvo; no qual clientes são divididos de forma mais genérica e divididos em grupos abrangentes, tais como faixa etária, idade, sexo e escolaridade; a persona é um personagem fictício, com um nome, características e reações próprias, ideologias e costumes. Desta forma, ele é, tratado de uma maneira muito mais pessoal, o mais próximo possível de uma pessoa real. Vejamos um exemplo:

Alessandro tem 36 anos, é solteiro e professor universitário na área de Tecnologia da Informação. Até então não demonstrou preocupações quanto ao seu aspecto físico. Por conta de recentes problemas de saúde, tem pensado em frequentar uma academia, ao menos uma vez por semana, para criar o hábito de se exercitar. Não deseja comprometer muito sua renda com essa mudança por acreditar que não necessita mudar seu estilo de vida. Tem muito tempo livre no período da tarde.

Seguindo esta persona, uma academia pode, por exemplo, desenvolver campanhas focadas neste personagem, trazendo mais clientes, sem sobrecarregar sua estrutura em horários de pico, além de cobrir eventuais “vazios” em sua grade no horário da tarde. Quanto à eficácia do marketing, ter esta persona como seu alvo é fundamental para que campanhas sejam mais direcionadas e prendam a atenção do consumidor em potencial de forma eficiente e orgânica.

O processo de coleta de dados para gerar uma persona varia de caso a caso, mas há caminhos certeiros:

  1. Caso você já conheça seus clientes: É necessário entrar em contato com eles e identificar suas satisfações e insatisfações com os serviços já ofertados. Este primeiro passo é importantíssimo, pois definirá os objetivos que cada cliente já tem ao contratar determinados serviços ou produtos, e evidenciará muito bem os gargalos e demandas de seu negócio. Esta prática é capaz de mostrar o que está certo e o que deve melhorar. Entrevistas e contato frequente com clientes nas mídias sociais são bons caminhos para montar a sua persona.
  2.  Caso você seja novo no mercado: Analisar seus concorrentes sempre é uma fonte interessante para conseguir montar as suas personas – e já saiba de antemão que seus concorrentes farão o mesmo. Veja o perfil destes clientes para saber onde você dever focar sua estratégia de marketing e comunicação. Saiba que o ideal é desenvolver várias personas dependendo de seu segmento de negócio ou do produto que será divulgado.

Independente da situação, jamais esqueça que nunca se deve criar uma persona com base em “achismos”. Os dados gerados e as informações garimpadas são essenciais para que você, no final do processo de divulgação, encontre as pessoas reais, que de fato serão impactadas por todo este planejamento.

Lembre também que além de melhorar a qualidade da divulgação, a identificação de personas a serem atingidas também é fundamental em um momento anterior ao da venda: o da criação de serviços e produtos. Gerar soluções ou mercadorias que não tenham um mercado que as sustentem é um erro mais comum do que se imagina – e que poderia ser muito bem evitado através da elaboração de personas.

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