Comunicação interna: o que é

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Comunicação interna: o que é

Tempos velozes, home office, incertezas e altos níveis de ansiedade. Nossa realidade nos surpreende a cada novo dia e no universo das empresas e do mercado, não poderia ser diferente. A comunicação interna ganha maior pressão por entregas cada vez mais urgentes. O tempo se acelera e tudo parece ser igualmente importante. Tudo ao mesmo tempo agora.

A comunicação interna, é uma ferramenta estratégica que as empresas utilizam para comunicar aos funcionários, mas não só isso, é também a forma mais completa de ter um alinhamento entre como a empresa quer ser vista e como o colaborador ajuda nesse cenário. É por meio dela que a empresa chega a todas as pessoas que atuam numa empresa. É com ela que as informações circulam e faz com que evite a famosa rádio-corredor.

Contudo, para ter uma boa comunicação interna, deve-se começar com um diagnóstico e fazer com que toda essa comunicação ajude no planejamento estratégico da empresa, leve propósito aos funcionários e efetivamente sane as dores de comunicação dentro da empresa.

COMO FAZER UM BRIEFING DE COMUNICAÇÃO INTERNA

Nesse contexto, a importância de um bom briefing se faz relevante. O briefing é um documento que facilita a entrega certeira dos pedidos de comunicação dos clientes por parte das agências de comunicação. Mas nem todo mundo sabe o que deve ter o briefing ou pior não considera essa etapa uma parte importante do trabalho da comunicação interna.

Atropelados pela pressa e por cobranças muitas vezes exigem peças sem sentido e sem prazo exequível. Justificativas à parte, quero aqui orientar minimamente os interessados em construir uma relação saudável e prática entre agência, comunicadores e áreas clientes.

Na comunicação interna, percebo que há maior confusão e repetitivas mudanças nos trabalhos, nos textos e nas imagens produzidas. Tal fato acontece porque múltiplas áreas se envolvem nas ações de comunicação com os empregados tendo um emaranhado de aprovações dentro da hierarquia que prejudica a criatividade e a celeridade eficiente da comunicação. Claro, quando o trabalho sai errado a culpa sempre será da equipe de comunicação ou da própria agência prestadora do serviço.

O design é uma parte muito importante dentro da comunicação. Veja nossas soluções em diagramação, infográficos, press kits e materiais gráficos! 

Para reduzir esses ruídos e organizar esse meio de campo, sugiro algumas perguntas básicas sobre os trabalhos, mesmo que sejam pedidos aparentemente simples como um banner para a parede do refeitório da fábrica ou uma post a ser enviado pelo WhatsApp corporativo.

Veja 7 perguntas básicas a serem respondidas em um briefing de comunicação interna:

1: Qual o projeto, evento ou ação a ser realizada?

Neste campo é ideal termos o nome do projeto, o nome do evento a ser realizado ou a ação específica de forma detalhada.

2: Qual a área responsável pela demanda e qual a área que vai aprovar o material?

Neste campo é ideal termos a área cliente ou solicitante e também o aprovador do material a fim de evitar que diferentes pessoas, na ânsia de contribuir, façam alterações ao longo do processo, alterando o briefing inicial. A permanente alteração de textos, imagens, logos, cores e até formatos impacta na qualidade do serviço prestado.

 3: Qual o prazo e a verba disponível?

É ideal termos aqui a verba disponível e o prazo de entrega de forma clara a fim de direcionar tempo e investimento de comunicação de forma clara., evitando expectativas altas com verbas reduzidas. Nesse item podemos já inserir o tipo de material a ser usado ou mesmo formatos de arquivos.

4: Qual o objetivo da comunicação?

Pergunta simples, resposta difícil. Mas é necessário que a área solicitante aponte um objetivo a ser alcançado.

 5: O que as pessoas deverão fazer ou perceber após essa comunicação?

Essa pergunta complementa a anterior e demanda do solicitante uma ação prática ou uma percepção valiosa a respeito daquilo que se quer comunicar.

 6: Qual a mensagem-informação principal que que não pode faltar no material?

Aqui podemos inserir e-mail de contato, telefone, logomarcas ou mesmo algum dado específico sobre aquilo que se comunica.

7: Existe algum material anexo, como fotos e textos?

Item importantíssimo, uma vez que muitas áreas ou gestores já possuem uma ideia na cabeça e que gostariam de implantar (na verdade copiar e diminuir risco de erro). Fotos e imagens de referência devem ser vistos e aprovados antes da apresentação de lay outs e drafts de criação. É o cliente quem deveria apontar o que deseja e como deseja. Mas caso ele não saiba e permita a criação livre de opções e propostas

De uma maneira a prevenir mal-entendidos e alinhar expectativas, ao se elaborar um briefing – que funciona como espécie de roteiro do trabalho – se organiza melhor o pedido e coloca o cliente e a área solicitante como responsável pelo material a ser apresentado. O documento serve também como um guia, um minicontrato entre comunicadores e clientes.

Assim, evitamos riscos e retrabalhos, reduzimos stress e também custos. Fica a dica.

Por Luiz Antônio Gaulia 

Se você está buscando uma agência de comunicação interna para a sua empresa, entre em contato com o nosso time comercial e veja como podemos te ajudar. 

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Guia rápido: como criar um diagnóstico de comunicação interna

Comunicação interna: guia rápido para criar um diagnóstico

Quando se pensa em comunicação corporativa, um erro grave é dar importância apenas com o público externo. O diálogo com o colaborador, através de comunicação interna, é fundamental para a saúde administrativa e até mesmo para o crescimento das empresas. Ficou para trás o tempo em que bastava um alerta no quadro de aviso para dar conta da situação. Por isso, hoje a Race traz um guia rápido de como criar um diagnóstico de comunicação interna para entender em que etapa a sua empresa está nesta área e elaborar um plano de ação.

Vem com a gente!


Hoje, uma comunicação interna eficiente exige que o colaborar receba a mesma atenção do cliente externo. Afinal, o funcionário também é um cliente e tem poder para construir ou destruir a reputação de uma empresa no mercado.

Negligenciar esse fato pode acarretar problemas graves desde o surgimento de disse-me-disse, a famosa rádio corredor, conflitos internos e até a queda na qualidade da produção ou do atendimento a clientes. Mas como assegurar que o diálogo com os colaboradores atenda às necessidades da empresa?

O primeiro passo é definir qual o objetivo desejado com a comunicação interna

Saber o que se deseja atingir é fundamental para a elaboração de um plano de comunicação eficiente. A empresa pode querer reforçar as suas key messages, elevar o nível de engajamento dos colaboradores, dar fim a uma crise interna ou muitas outras que têm esbarrado em falhas comunicativas.

Siga com um diagnóstico imparcial

Definido o objetivo a ser atingido, o próximo passo é lógico: fazer um diagnóstico de comunicação interna real e imparcial da situação. Basicamente, as perguntas que deve responder são as seguintes:

1. Como seu colaborador se sente em relação à empresa?

2. Quais canais ele dispõe para se manifestar e receber informações confiáveis?

3. As informações chegam aos funcionários em volume adequado e de maneira clara?

4. A relação entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico é marcada pelo respeito ou pela intimidação?

5. O vínculo do seu colaborador com a empresa é apenas financeiro ou ele é estimulado a se sentir parte de um projeto?

As respostas a essas perguntas vão revelar os pontos fortes e fracos da estrutura de comunicação interna e permitir a escolha mais adequada das ferramentas e ações que podem ser adotadas para aperfeiçoar o sistema existente. Campanhas pontuais, jornais, folhetos internos, TV ou rádio corporativa, intranet, e-mails, newsletter, redes sociais corporativas e até o bom e velho mural são opções igualmente válidas. O fundamental é que a linguagem seja adequada e acessível ao interlocutor que se procura atingir.

Este diagnóstico realizado dentro da empresa, pela equipe de RH ou Comunicação Interna, é o ponto de partida para a elaboração e implementação de um bom plano de comunicação interna. Depois desse briefing o ideal é ter uma equipe especializada para realizar uma imersão, fazer um diagnóstico aprofundado, pesquisa e análise de dados, um planejamento estratégico e entrar em ação! Esta equipe vai começar o trabalho através de uma análise aprofundada do cenário em questão.

Analisar uma empresa não é tarefa simples. São necessárias várias horas de trabalho entendendo o que a empresa faz, como ela faz, para quem, quem são os públicos de interesse. Muitas perguntas devem ser respondidas antes de qualquer ação. Isso tudo faz parte do trabalho inicial de imersão na cultura, nos processos e nos produtos e serviços das empresas.

Com esta análise será possível criar uma versão mais aprofundada do diagnóstico, que busca diminuir a diferença entre como a empresa quer ser vista e como as pessoas realmente a enxergam. Essa diferença deve ser a menor possível e neste momento é importante dar um diagnóstico que aponte quais atividades de comunicação devem ser tomadas para estreitar essa distância, além de propor ações que impactam diretamente no planejamento estratégico da empresa.

A partir daí o leque de opções para revigorar o relacionamento com seus colaboradores é vasto mas a recompensa é incrível! Entre em contato com a Race Comunicação e descubra quais soluções podem incrementar sua comunicação corporativa!

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Perfis nas redes sociais, as novas mídias

Por Rogério Artoni

Com a popularização das redes sociais, cada pessoa que possui um perfil nessas redes se torna, praticamente, um novo veículo de comunicação, com sua audiência e seu alcance específicos. São várias as pessoas que geram bastante influência em seus amigos nas redes sociais. Uma reclamação, um elogio, um comentário… Tudo pode gerar impacto, positivo ou negativo, sobre pessoas, marcas, instituições, empresas, produtos, serviços, tudo!

Se imaginarmos que cada pessoa nas redes sociais são pequenos veículos de comunicação, mas com muita influência sobre seus amigos, podemos pensar no tamanho do impacto de um post negativo sobre uma marca ou produto. Se esse comentário negativo for feito por um funcionário de uma empresa o impacto é ainda maior. Por conta disso, existe o Social Media Training, que é um treinamento para funcionários aprenderem como usar as redes sociais da forma mais adequada para a empresa e também para a carreira deles.

Mensurar o impacto dessas postagens nas redes sociais, ou pequenas mídias, é um trabalho árduo e que nem sempre é preciso, justamente por conta do nível de privacidade desses perfis. O alcance dessas micromídias muitas vezes é limitado pelo número de pessoas que este usuário tem no seu círculo de amizades. Mesmo assim, muitas vezes as postagens podem ultrapassar a barreira dos amigos e ir para um nível de compartilhamento muito extremo. Se um post negativo se tornar viral, pode levar muitos problemas para as empresas. Inclusive crises de imagem e financeira.

Ter uma gestão profissional das redes sociais não é só importante para as empresas, como também essencial. Justamente por conta dessa massa de usuários que podem compartilhar informações positivas, mas também negativas.

Funcionários podem, mesmo em seu círculo de amigos, fazer comentários ou compartilhar informações sobre as empresas em que trabalham. Se orientados da forma correta, eles se tornam embaixadores e ajudam a transformar a imagem da empresa. Comentando, postando e compartilhando apenas informações relevantes e positivas.

Se você busca um treinamento para que seus funcionários usem melhor as redes sociais em favor da empresa e deles próprios, conheça o Social Media Training realizado pela equipe da Race Comunicação ou entre em contato com nossos especialistas.

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Como criar personas para sua estratégia de comunicação

Por Carlos Massarico

Todo planejamento de marketing e publicidade eficiente deve estar vinculado a um objetivo. E quando se fala em um trabalho que exija uma estratégia direcionada a um público mais específico, é fundamental saber como transmitir uma mensagem clara e convincente. Este desafio pode ser atenuado caso você já conheça o perfil do cliente a ser atingido. Porém, mesmo que este não seja o caso, é possível traçar características, necessidades e comportamentos deste potencial consumidor, ainda que você não o conheça: esta é a meta ao criar uma persona.

Diferentemente do conceito de público-alvo; no qual clientes são divididos de forma mais genérica e divididos em grupos abrangentes, tais como faixa etária, idade, sexo e escolaridade; a persona é um personagem fictício, com um nome, características e reações próprias, ideologias e costumes. Desta forma, ele é, tratado de uma maneira muito mais pessoal, o mais próximo possível de uma pessoa real. Vejamos um exemplo:

Alessandro tem 36 anos, é solteiro e professor universitário na área de Tecnologia da Informação. Até então não demonstrou preocupações quanto ao seu aspecto físico. Por conta de recentes problemas de saúde, tem pensado em frequentar uma academia, ao menos uma vez por semana, para criar o hábito de se exercitar. Não deseja comprometer muito sua renda com essa mudança por acreditar que não necessita mudar seu estilo de vida. Tem muito tempo livre no período da tarde.

Seguindo esta persona, uma academia pode, por exemplo, desenvolver campanhas focadas neste personagem, trazendo mais clientes, sem sobrecarregar sua estrutura em horários de pico, além de cobrir eventuais “vazios” em sua grade no horário da tarde. Quanto à eficácia do marketing, ter esta persona como seu alvo é fundamental para que campanhas sejam mais direcionadas e prendam a atenção do consumidor em potencial de forma eficiente e orgânica.

O processo de coleta de dados para gerar uma persona varia de caso a caso, mas há caminhos certeiros:

  1. Caso você já conheça seus clientes: É necessário entrar em contato com eles e identificar suas satisfações e insatisfações com os serviços já ofertados. Este primeiro passo é importantíssimo, pois definirá os objetivos que cada cliente já tem ao contratar determinados serviços ou produtos, e evidenciará muito bem os gargalos e demandas de seu negócio. Esta prática é capaz de mostrar o que está certo e o que deve melhorar. Entrevistas e contato frequente com clientes nas mídias sociais são bons caminhos para montar a sua persona.
  2.  Caso você seja novo no mercado: Analisar seus concorrentes sempre é uma fonte interessante para conseguir montar as suas personas – e já saiba de antemão que seus concorrentes farão o mesmo. Veja o perfil destes clientes para saber onde você dever focar sua estratégia de marketing e comunicação. Saiba que o ideal é desenvolver várias personas dependendo de seu segmento de negócio ou do produto que será divulgado.

Independente da situação, jamais esqueça que nunca se deve criar uma persona com base em “achismos”. Os dados gerados e as informações garimpadas são essenciais para que você, no final do processo de divulgação, encontre as pessoas reais, que de fato serão impactadas por todo este planejamento.

Lembre também que além de melhorar a qualidade da divulgação, a identificação de personas a serem atingidas também é fundamental em um momento anterior ao da venda: o da criação de serviços e produtos. Gerar soluções ou mercadorias que não tenham um mercado que as sustentem é um erro mais comum do que se imagina – e que poderia ser muito bem evitado através da elaboração de personas.

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A importância dos encontros de relacionamento

Por Maira Manesco

A comunicação está passando por momento de transformações. Seja como é vista, ou como é praticada. Os veículos de imprensa estão com redações enxutas, enquanto agências de comunicação estão produzindo ainda mais conteúdo. E aí, como ser relevante neste momento?

Empresas já perceberam a importância de serem citadas positivas e espontaneamente em grandes meios de comunicação, como revistas e portais de notícia. Por isso, as agências de assessoria de imprensa estão competindo constantemente por espaço para seus clientes nesses canais.

Hoje, o que tem estreitado essa relação são os encontros de relacionamento entre empresas e jornalistas, chamados também de good will meeting ou meet and greet. Os encontros não garantem a publicação de matérias, mas aumentam o reconhecimento e as possibilidades de contato com o cliente.

Os encontros de relacionamento costumam ser fora do local de trabalho, em espaço reservado em algum café ou restaurante tranquilo, para que a conversa possa fluir naturalmente passando por informações sobre a empresa, o profissional e, até mesmo, assuntos do cotidiano.

Para jornalistas e executivos o encontro é uma forma de conectar os dois mundos. O que surge como um almoço despretensioso pode ser tão interessante a ponto de se prolongar por um dia todo.

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O que é um media audit?

Por Mariana Morena

Identificar o grau de conhecimento da imprensa generalista e especializada sobre sua empresa – e os produtos/serviços oferecidos por ela – é um ótimo ponto de partida para a elaboração de plano de comunicação que tem nos jornalistas seus stakeholders fundamentais. Para isso, antes de mais nada, é importante utilizar o media audit.

Com base em um questionário rápido – geralmente aplicado em contato telefônico –, o jornalista responde a uma lista de perguntas relacionadas à empresa: você já ouviu falar? Sabe qual é a área de atuação? Conhece os concorrentes?

Em muitos casos, meia dúzia de perguntas bem escolhidas e cinco minutos da atenção do jornalista serão suficientes para identificar gaps na comunicação com a imprensa. Os resultados do media audit servirão como uma “bússola” para determinar que tipo de ação pode ser desenvolvida com este público-alvo.

O media audit pode ajudar, ainda, na medição do trabalho desenvolvido pela assessoria de comunicação. Quando realizado periodicamente, permite que seja observada a evolução do nível de conhecimento e engajamento dos jornalistas após um ciclo de ações pré-estabelecidos. Gerou resultado? A empresa se tornou mais conhecida? Em caso positivo, o media audit identificou que as atividades foram eficientes para ampliar o awareness da empresa entre os profissionais da imprensa – que, na prática, são os formadores de opinião que levarão as informações da empresa aos demais públicos de interesse da companhia.

Caso a sua empresa precise de um diagnóstico de comunicação, entre em contato com a Race Comunicação.

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O que é uma newsletter?

Por Bruno Uehara

Entre diversas ferramentas de comunicação, uma das mais tradicionais e utilizadas no mundo corporativo é a newsletter, que tem como função oferecer as principais notícias de uma empresa em formato de boletim informativo.

Com formato e periodicidade variáveis, a newsletter pode destacar diversos assuntos ao mesmo tempo. Para despertar interesse dos leitores e evitar que se torne spam na caixa de entrada, é importante que as informações sejam relevantes e enxutas ao mesmo tempo, com foco em linguagem menos formal.

Devido a sua capacidade de divulgação espontânea, a newsletter também se mostra eficiente no envio de comunicados urgentes, como no anúncio de fusões e aquisições ou quando é necessário o esclarecimento de assuntos mais delicados no controle de crises, por exemplo.

Tão importante quanto conteúdo é o layout da newsletter, que precisa oferecer além de tudo um visual atraente. O destaque para imagens gera comprovadamente mais resultados, e essas estatísticas podem inclusive ser acompanhadas com o auxílio de ferramentas de mensuração.

Flexível, a newsletter pode se adaptar às necessidades de qualquer empresa. Por isso, continua sendo um veículo relevante de comunicação interna ou externa. Além de engajar colaboradores, é uma ferramenta de fácil acesso e com grande capacidade de alcance.

Se a sua empresa precisa elaborar ferramentas de comunicação, contate a Race Comunicação.

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Real x virtual: agilidade e transparência em situações de crise

Por Ana Carolina

Mais do que informações, graças ao advento e popularização da internet, temos acesso rápido a qualquer conteúdo. Basta colocar algumas palavras e “voilà”, tudo que alguma vez passou pelo olhar atento de um profissional da comunicação ou usuário ativo da internet está bem na sua frente. Com a evolução do mundo digital, os usuários passam a ser sujeitos ativos, e a possibilidade de diálogo não só entre organização e público, mas também – e principalmente – entre usuários, promove uma nova forma de relacionamento com inúmeras possibilidades.

Ter uma página na internet, divulgar conteúdo sobre a sua organização e comentar assuntos da atualidade é ótimo para imagem de uma empresa. Essas atividades contribuem na prospecção de público, fideliza clientes e populariza sua marca. A questão é, com a mesma velocidade que usuários da internet recebem informações eles também reagem e comentam sobre o assunto, e um simples post pode virar uma crise de imagem.

Analisando alguns cases importantes sobre gerenciamento de crise, podemos perceber que a principal medida para evitar possíveis danos é a transparência e a agilidade para apresentar uma solução. Recentemente, a Brastemp enfrentou um caso em que o vídeo de um consumidor reclamando de um produto ficou entre os trend topics (temas mais comentados) nas redes sociais. A resposta: resolver o problema do cliente e mostrar-se aberta a pedir desculpas e esclarecer o transtorno. Rapidamente as críticas nas redes sociais deram espaço a elogios.

A Twix também foi alvo dos consumidores na web. Uma ação que prometia uma ‘chuva de Twix’, não deu muito certo e grande parte do público que compareceu voltou para casa sem nenhum chocolate. Resultado: ‘chuva de reclamações’ nas redes sociais. Um pedido de desculpas e um posicionamento sincero que deixava claro a atenção da empresa em investir em ações para proporcionar bem-estar e diversão para os consumidores amenizou a situação.

Uma denúncia no Facebook, além de muitos comentários, também rendeu dor de cabeça para Arezzo. Uma consumidora comprou uma sandália que depois de usada duas vezes teve a palmilha descolada, e para a surpresa dela havia a marca de outra empresa de calçados na sandália. Resultado: milhões de consumidores questionamento a autenticidade dos produtos da empresa. Depois de um pronunciamento pedindo desculpas e alegando que haveriam investigações para apurar as informações, o caso aos poucos perdeu força.

Todas as empresas citadas acima foram ágeis e transparentes em suas respostas, com destaque para a Brastemp, que não somente resolveu o problema, mas reverteu a situação. É importante, mais do que solucionar uma crise, deixar uma impressão positiva no público é essencial. Saber como se portar, organizar as informações divulgadas e ações a serem realizadas no ambiente online faz toda a diferença – evidentemente, a reputação da marca não deve ser desconsiderada nessa análise.

A efemeridade da internet pode ser um aliado para abafar grandes crises, mas lembre-se que tudo que uma vez foi postado normalmente fica para sempre perdido no universo da web e pode ser facilmente ressuscitado. Esteja atento não só às ações digitais, mas também ao que os seus consumidores falam no mundo real. Tenha uma equipe de comunicação pronta para tomar a melhor decisão, como a Race Comunicação, e boa sorte com seu público.

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Comunicação corporativa - Race Comunicação

A importância da comunicação corporativa

Por Filipe Andrade

A comunicação corporativa, ou também comunicação empresarial, lida com informações em suas diferentes nuances dentro de uma organização, empresa ou instituição. Em termos práticos, é a comunicação trabalhada para todos os públicos da instituição – internos e externos, incluindo as suas subdivisões. Abrange, portanto, a comunicação organizacional ou institucional, e a interna.

A comunicação interna está relacionada, como a própria expressão já sugere, ao fluxo interno de informações e tem como alvo os colaboradores da empresa e, algumas vezes os terceirizados. Entre as ferramentas utilizadas na comunicação organizacional estão jornais murais, redes sociais internas, informativos enviados via e-mail, revistas internas, comunicados, memorandos, TV’s e rádios corporativas. Cada uma delas definida para atender a uma necessidade e periodicidade específica.

O objetivo desta comunicação é melhorar ou criar uma cultura organizacional positiva, com discursos e estratégias alinhadas em todos os níveis da companhia. Neste contexto, está inserido também o endomarketing. Por meio dele, a instituição promove uma série de ações direcionadas de marketing ao público interno que visam disseminar determinado valor ou política do negócio. Essas ações são pensadas e executadas, em geral, como forma de motivar o público interno a estar de acordo com determinada iniciativa da e deve ser executada em sintonia com aquilo que é veiculado por meio dos produtos de comunicação interna. Devem, portanto, se completar.

A comunicação corporativa, por outro lado, tem como objetivo a inserção organizacional da empresa no meio externo. Resumindo: fazê-la conhecida e visível junto aos stakeholders, criando, assim, um relacionamento com esse público de interesse. Este pode ser composto por clientes, fornecedores, parceiros de negócios, imprensa, influenciadores, consumidores e até instituições mais complexas como bancos etc. Sendo assim, dentro da comunicação corporativa devem ser consideradas as características de cada público.

Por exemplo, consumidores de determinada marca têm à disposição, como canal de relacionamento com aquela organização, páginas em redes sociais na internet (Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, TikTok, entre outros). Uma forma acessível em razão do alto número de usuários dessas ferramentas é fazer a instituição estar sempre visível junto a seus clientes ou potenciais consumidores através da gestão das redes sociais de forma estratégica. Nesses casos, a aposta é em ações que podem gerar engajamento do público, seja por meio de campanhas, posts patrocinados, etc. Entre os canais mais tradicionais, as instituições mantêm ainda os Serviços de Atendimento do Consumidor. Podem haver ações com foco em gerar awarness ou gerar leads e esta última tem como foco maior gerar leads, ou seja, potenciais consumidores.

Para o relacionamento com profissionais da mídia, a assessoria de imprensa, ou também conhecida como relacionamento com imprensa, é responsável por planejar e desenvolver produtos e ações que gerem espaço nos veículos noticiosos. Esta é a estratégia proativa. De forma reativa, a assessoria de imprensa atua na prevenção ou na contenção de determinadas crises (já tratadas por aqui em outros posts), que poderão gerar algum dano à imagem da organização. Entre os produtos utilizados na assessoria de imprensa estão os press releases, áudio releases e newletters, além de ações de relacionamento, como eventos, entrega de press kits, promoção de prêmios direcionados aos profissionais de imprensa, etc. Contudo, com a abrangência da comunicação, o trabalho de assessoria de imprensa invariavelmente terá como foco também os influenciadores digitais (aqui na Race nosso trabalho de assessoria de imprensa sempre tem incluso o trabalho com influenciadores).

A comunicação corporativa com todas as suas características é, portanto, a responsável por, em primeiro lugar, alinhar discursos dentro do ambiente empresarial, engajar a equipe e criar relacionamento com seus stakeholders, mantendo sempre sua imagem positiva junto a seus públicos, sejam eles internos ou externos.

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Confira qual é a importância da produção de conteúdo no site da sua empresa

Por Kátia Silva

Uma boa estratégia e um bom planejamento são fundamentais para alcançar resultados positivos em qualquer atividade. Nas ações de comunicação não é diferente. Diretamente relacionada a isso está a geração de conteúdo relevante para o público–alvo, que estará disponível nos sites das empresas, em diferentes formatos (a produção de textos para blogs, por exemplo, é apenas uma das plataformas para produção de conteúdo online). Ainda há muito para ser explorado.

Para ajudar nessa tarefa, preparamos uma lista de diferentes ferramentas online que poderão te ajudar a conquistar resultados expressivos em seu negócio. Confira abaixo:

E-books: os livros eletrônicos, conhecidos também como e–books, são conteúdos mais aprofundados – na maioria das vezes, mais técnicos – sobre determinado tema, que pode ser explorado em um nível que provavelmente não faria sentido em um post no blog. Com esse formato, é possível gerar leads – ou seja, registrar o cadastro de pessoas e empresas interessadas em seus conteúdos, produtos ou até mesmo em conhecer a sua marca.

Infográficos: o infográfico é formado por imagem e textos bastante objetivos. Quando bem elaborado, baseado em um roteiro e em uma mensagem alinhada aos objetivos da campanha, pode gerar resultados excelentes e aumentar o nível de compreensão do leitor.

Newsletter: conhecida também como e-mail marketing, a newsletter é enviada apenas para pessoas que tenham aceitado o recebimento de e-mails de determinada empresa. Por meio desta ferramenta, é possível estreitar o relacionamento com clientes e prospects, enviando e-mails com promoções, notícias, lançamentos, entre outras.

Redes Socias: essa é uma das principais formas de divulgação para as empresas, mas é importante sinalizar que ela não pode ser feita de qualquer maneira. Mensagens, palavras-chaves e imagens relevantes para o negócio são apenas alguns dos itens que darão mais ou menos destaque para o seu post, podendo atrair ou afastar o seu público. Neste formato, é preciso adaptar a linguagem, escrever posts que chamem de alguma forma a atenção do leitor e que influenciem as pessoas a interagir com a empresa, por meio dos comentários, likes, compartilhamentos etc.

Vídeos: é possível gerar conteúdo em formato de vídeo, com entrevistas sobre temas de interesse do público que você quer atingir, demonstrações práticas dos serviços que a sua empresa oferece, entre outros. Lembre-se que esse tipo de material deve sempre contar com roteiros direcionados e alinhados à estratégia de comunicação da empresa.

Essas são apenas algumas formas de geração de conteúdo em diferentes plataformas de comunicação. Quer saber quais delas trará o diferencial para o seu negócio? Clique aqui e entre em contato conosco!

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