Gerenciamento de crise em comunicação

Gerenciamento de crise em comunicação

Por Rogério Artoni

Antes que uma grande crise se inicie na sua empresa, pense no que você pode fazer para se antecipar a ela. Uma das formas de se começar é estruturar a sua comunicação corporativa antes de algo acontecer. Comunicar-se da forma correta em uma crise pode ser o diferencial entre sair dela com o mínimo de prejuízo ou a falência total da empresa e talvez até a falta de emprego no mercado, apenas para você e por anos. Portanto, se você ainda não tem um plano de comunicação para gerenciamento de crise, você e sua empresa poderão ter problemas.

Alguns passos básicos podem ajudar a mitigar o problema ou mesmo a se preparar para algo que nunca venha a acontecer, mas que pelo menos você se preveniu. Antes de mais nada, inclua ações de comunicação interna, assessoria de imprensa, redes sociais, ou seja, pense de forma abrangente a comunicação corporativa de sua empresa. Mapear tudo que for possível vai te ajudar a se preparar melhor. Esses mapeamentos são como pesquisas de campo que, analisando da forma certa, te mostrarão onde pode ocorrer uma crise, quem são os públicos envolvidos, quem serão as pessoas envolvidas em cada situação de crise, o que fazer, quem contatar, além de outros fatores.

Uma das primeiras sugestões é treinar os porta-vozes da empresa para se preparar para falar com a imprensa, fazendo um media training com simulação de crise. Outra sugestão para se prevenir é começar fazendo um mapeamento dos stakeholders da empresa. Mas não se atenha apenas ao velho e básico modelo de público interno, parceiros comerciais e imprensa. Pense fora da caixa e imagine cada um dos públicos que podem estar envolvidos e se prepare para como irá se comunicar com eles, como eles podem afetar (de forma positiva ou negativa n) a sua crise, como eles podem ser impactados pela sua crise e todas as outras possibilidades que você pode imaginar.

Depois de mapear todos os stakeholders, esmiúce cada uma das possibilidades de crise de sua companhia. Separe-as em uma matriz de materialidade e coloque-as em uma ordem de prioridade e importância. Por exemplo, a morte de um funcionário pode nunca ter ocorrido, mas se ocorrer será algo grave e grande de se resolver, certo? Então é importante ter esse tipo de ocorrência na sua lista e aí você pode desdobrar em morte por causa natural, acidente, acidente com erro humano… e por aí vai.

Após isso, imagine quais serão as pessoas da sua empresa que ajudarão a resolver ou mitigar o problema. Coloque-as em uma ordem de importância e de uma forma em que uma acione outra e assim por diante. Pense em quem vai aprovar os materiais, quem irá falar em público, quem é responsável por o que, etc.

Para cada uma das situações mapeadas pode haver um nível de ação. Por exemplo, existem situações em que apenas um comunicado de imprensa será o suficiente, mas em outas ocasiões talvez seja preciso paralisar toda a empresa ou apenas fazer uma coletiva de imprensa. Imagine todas essas situações e já deixe preparado um material dizendo quais os possíveis públicos envolvidos, que atitudes básicas a tomar, quais pessoas devem ser acionadas, etc. Isso, de forma abrangente, seria um manual de gerenciamento de crise.

Lembrando que não existe receita pronta para um manual de gerenciamento de crise e cada companhia deve ter o seu modelo feito de forma customizada e alinhada com todos os principais departamentos: jurídico, administrativo, recursos humanos, comunicação, operação, etc. Caso sua empresa precise de um manual de gerenciamento de crise, entre em contato com a Race Comunicação. Além disso, podemos treinar os seus porta-vozes através de media training com simulação de crise.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação

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Em uma crise, por que falar primeiro com o seu funcionário?

Por Maira Manesco

Como vimos no post sobre ‘O que é gerenciamento de crise?’ a comunicação com a imprensa deve ser certeira e transparente. No entanto, não podemos esquecer o principal stakeholder de todas as empresas: os funcionários.

Imagine que aconteceu um acidente não fatal na fábrica da sua empresa, algo superficial, mas que está recebendo muita atenção da imprensa. Então, sua agência de comunicação foi acionada imediatamente, assim como o conselho de crise. Trabalharam em parceria, levantando todas as informações e selecionando pontos fortes sobre o ocorrido para futuras discussões e pronunciamentos.

Os jornalistas estavam calmos, pois foram respondidos com rapidez e honestidade. Nas redes sociais estava tudo sob controle. Até que um dos funcionários publicou uma foto do momento do incidente com o comentário de que os gestores não deram a devida importância ao caso. Com isso, alguns jornalistas começaram a abordar os funcionários que saíam da fábrica e fazer diversas perguntas, e a cada resposta a situação da empresa ficava mais desfavorável. E, assim, iniciou-se uma nova crise.

Por isso, não devemos nos concentrar exclusivamente no público externo. Antes de qualquer comunicado à mídia e aos clientes, os funcionários devem ser avisados da situação, da solução e orientados na forma de como agir. Deixar o público interno de lado, mesmo em caso de pequenos acidentes, é um dos maiores erros, mas que podem ser evitados com uma simples mensagem que alivie a preocupação.

Vale lembrar que a comunicação interna deve estar alinhada e ser prioridade em todos os momentos, tanto nos bons, como um lançamento de produto, como nos ruins, como no caso citado acima. Os funcionários precisam estar presentes em todas as estratégias da companhia, pois são as pessoas que fazem o negócio ter sucesso.

Fonte: PRDaily

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Como tratar com os diferentes públicos de uma mesma empresa

Por Filipe Andrade

Uma organização, diferentes públicos: estratégias distintas baseadas no conhecimento prévio do público ou, melhor, dos públicos. Esta deve ser a máxima quando se trata de comunicação corporativa, em seus diferentes segmentos.

Por menor que seja uma empresa, ao se pensar uma estratégia de comunicação deve-se levar em conta os diferentes públicos, suas características e especificidades. E, por mais diversificados e heterogêneos que sejam, cabe ao comunicador identificá-los e conhecê-los.

Em primeiro lugar, o ideal é realizar um mapeamento da organização – nesses casos, as pesquisas são ferramentas bastante úteis – para identificar os públicos e suas necessidades.

Feito isto, qualquer projeto ou planejamento deve ser executado a partir desse resultado, adaptando-o ao cotidiano de determinado público, considerando, inclusive, as ferramentas disponíveis para cada público e os assuntos de seu interesse. Afinal, nem tudo o que é relevante para colaboradores do setor de RH, por exemplo, é para profissionais da área de vendas e vice-versa.

Por outro lado, em determinadas organizações, os meios de comunicação dependem do setor em que o funcionário está inserido. Em uma fábrica, por exemplo, pode ser que nem todos tenham acesso a e-mails. O conteúdo informativo, portanto, deve levar em conta essa característica. Ou seja, o conhecimento de diferentes públicos é fundamental e determinante tanto para a definição do conteúdo quanto para as formas, as ferramentas utilizadas para a propagação daquela informação.

* Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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Como atrair acessos em sites e blogs

Por Bruno Uehara

Produzir conteúdo para a web parece fácil. Ao contrário de revistas e jornais, na internet não existe restrição de espaço, nem limitação de caracteres. Além de atingir um público muito mais amplo e variado, também existe a vantagem do texto ser acessível a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo. A grande questão é: como conseguir acessos e tornar uma publicação relevante em meio a tantas informações?

Por trás de matérias produzidas para sites e blogs existe uma escolha criteriosa de termos, da escolha do título até a utilização da Ferramenta de Palavras-chave do Google, para alcançar posições de destaque em sites como Google e Yahoo. Essa técnica é conhecida como SEO, sigla originada do termo em inglês Search Engine Optimization, que pode ser traduzida como ‘otimização de busca’. No WordPress, que é uma das plataformas mais utilizadas no mundo, são colocadas à disposição diversas ferramentas gratuitas, a exemplo do All in One SEO Pack e Yoast SEO, que facilitam essa gestão de conteúdo.

Além do SEO, muitos portais também utilizam aplicativos de estatísticas como o Google Trends, que apresenta as tendências e os termos mais buscados na internet. Com eles é possível gerar gráficos, históricos e relatórios com informações que auxiliam na escolha de pautas ligadas aos atuais interesses dos internautas. Por serem consideradas automaticamente mais relevantes, as matérias se destacam nas primeiras posições dos sites de pesquisa.

Contudo, para conseguir resultados eficientes, não basta apenas o auxílio dessas ferramentas. Um dos maiores empecilhos encontrados por quem produz conteúdo para a internet é o de escrever textos de qualidade alinhados à estratégia de SEO. A utilização de títulos simples e repetição constante de palavras-chave são essenciais para alcançar um grande número de internautas, mas nem sempre são escolhas que agradam o autor. A cada um, fica o desafio de produzir matérias bem escritas e que sejam relevantes ao mesmo tempo.

* Bruno Uehara é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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Rede global de gerenciamento de crise para o setor marítimo estabelece parceria no Brasil

Agência Race Comunicação agora faz parte da Navigate Response, rede mundial de comunicação de crise com 35 escritórios em 25 países

A Navigate Response, grupo internacional de agências especializadas em gerenciamento de crises de empresas do setor marítimo com a mídia, firmou uma parceria com a Race Comunicação, agência brasileira de comunicação corporativa. O objetivo é ampliar o atendimento ao mercado brasileiro, fortalecendo a atuação junto a companhias dos segmentos de navegação, petróleo e gás.

A Race Comunicação é uma agência brasileira com 15 anos de experiência em comunicação corporativa. A empresa é especializada em assessoria de imprensa, gerenciamento de crise, media training e gerenciamento de redes sociais, e está entre as 40 maiores agências de comunicação do Brasil. A Race trabalha com clientes de todos os portes e segmentos, incluindo grandes empresas internacionais.

A Navigate Response, com sede na Baltic Exchange de Londres e em Cingapura, no coração da indústria marítima da atualidade, opera uma rede global de 35 escritórios em 25 países, especializada no fornecimento de serviços emergenciais de resposta a crises com a mídia, 24 horas por dia e 7 dias por semana, para empresas de transporte marítimo global, offshore e portos. A inclusão da Race Comunicação na rede aumenta sua capacidade de resposta no setor marítimo do Brasil.

A equipe da Race Comunicação inclui jornalistas, profissionais de relações públicas e designers gráficos com vasta experiência em atuar durante situações de crise. Rogério Artoni, o diretor da agência, tornou-se seu sócio em 2005. Desde então, a empresa tem se expandido e passou a prestar serviços em diversas áreas da comunicação corporativa, tendo aberto dois novos escritórios para melhor atender todas as regiões do Brasil.

De acordo com Mark Clark, diretor da Navigate Response, “nossa parceria com a experiente equipe da Race Comunicação nos fornece o conhecimento e as conexões locais para responder imediatamente a incidentes marítimos no Brasil e incidentes ao redor do mundo que possam afetar empresas brasileiras. A inclusão da Race Comunicação à nossa rede, que está em rápida expansão, representa nosso compromisso de manter a maior rede de comunicação para empresas dos setores marítimo e offshore, e proporciona maior garantia aos nossos clientes globais”.

Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, afirma que “somos uma agência que trabalha não apenas com empresas brasileiras, mas também com companhias internacionais que têm escritórios e operações no Brasil e na América Latina. Já temos parcerias com agências em todo o mundo, e é uma grande honra agora ser parte da rede de comunicação de crise Navigate Response, especializada no segmento marítimo. Expandir nossas conexões globais é uma parte importante de nossa estratégia de crescimento”.

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O que faz um estagiário em uma agência de comunicação?

Por Thaís Muniz

No post da diretora executiva da Race, Lívia Caixeta, ela explica que para uma companhia funcionar, depende do empenho e esforço de vários grupos. Isso pode incluir o papel de um estagiário. Mas, quando perguntamos qual a função de um estagiário, as respostas são amplas. Ele geralmente, não segue uma função específica, e sim auxilia nas demais atividades da empresa.

O auxílio com a produção de textos e conteúdo, gestão em redes sociais, releases, clippings, mailings, dentre outros, fazem parte da rotina de um estagiário na agência. É no desenvolver destas atividades que o estagiário adquire o conhecimento almejado. Na produção de textos e releases, o conteúdo passa pela edição e revisão, e é neste momento que o estagiário começa a enxergar melhor a realidade da profissão e expande seus conhecimentos.

Aqui na Race Comunicação, também funciona da mesma forma. Os estagiários iniciam as atividades profissionais, com trabalhos operacionais até conseguir experiência suficiente para assumir trabalhos mais complexos. Como desenvolver planilhas e métodos estratégicos de comunicação, por exemplo.

O estágio faz parte do processo de formação profissional, pois proporciona a aplicação prática dos conhecimentos teóricos do estagiário. Como ele está em processo de aprendizagem, é preciso tratá-lo de forma diferenciada, mas deixando claro a importância da responsabilidade que um emprego exige.

É essencial que um estagiário seja curioso e proativo. Ele é uma pessoa que está entrando para o mercado com poucos conhecimentos práticos. A empresa é que vai orientá-lo e desenvolvê-lo para um melhor futuro profissional. A mais recente estagiária da Race, Ana Carolina, conta que o papel do estagiário aqui é aprender. ‘’Sempre brinco com meus colegas dizendo que, os estagiários não estão aqui para servir o cafézinho, e sim para aprender!’’

Se você quiser se candidatar para as futuras vagas de estagiário na Race, mande seu currículo para rh@agenciarace.com.br. Mas aguarde abrir vagas, porque agora todas estão completas.

* Thaís Muniz é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Ferramentas de comunicação interna

Por Ana Carolina Lima

Jornal, revista e newsletter são algumas das principais ferramentas de divulgação disponíveis. Para uma empresa, todas elas também são importantes mecanismos da comunicação interna. Entretanto, é necessário primeiramente um conhecimento do seu público-alvo, ou seja, é preciso verificar de quais plataformas seus funcionários são mais adeptos. Afinal de contas, a comunicação é uma via de mão dupla e, mais do que fornecer informações, é necessário assegurar que o público entenda, aprove e se possível aceite as mensagens divulgadas.

O jornal pode ser entendido de duas formas na comunicação interna, como jornal-mural ou informativo impresso. Seu foco é divulgar informações, manter todos os funcionários cientes do que está acontecendo dentro da companhia, gerar um sentimento de pertencimento e criar uma política de transparência.

A newsletter, diferentemente da mala direta que oferece promoções, apresenta um conteúdo sobre um assunto específico e reforça a transparência da empresa com os funcionários. Além de informações organizacionais, também pode ser usada para trabalhar assuntos relacionados ao crescimento profissional dos colaboradores.

Segundo Corrado (1994) “O novo modelo de administração é participativo, onde os funcionários recebem informação em tempo real, ajudam a solucionar problemas e opinam sobre novas ideias”.

* Ana Carolina é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Sua assessoria de imprensa não dá resultados? O que fazer?

Por Rogério Artoni

Antes de responder a essas perguntas, faça uma avaliação e veja se o que sua empresa realmente precisa é de uma assessoria de imprensa. Muitas vezes as empresas precisam de outros serviços de comunicação ou mesmo de uma consultoria de comunicação. Por exemplo, uma empresa com um produto tão específico e pouco usual não terá muito espaço na mídia. Mesmo trabalhando da forma mais criativa possível o assunto do cliente, talvez uma assessoria de imprensa consiga conquistar bons resultados por um tempo determinado. Então, chegará o momento em que o assunto vai acabar ou o cliente não terá tanta coisa para falar todos os meses. Talvez, após uma consultoria, um contrato curto seja uma melhor opção ou mesmo um trabalho de comunicação integrada focando de forma mais intensa no site, com produção de conteúdo, SEO e campanha nos sites de busca.

Muitas vezes a contratação de uma assessoria de imprensa pode ser uma ótima solução para uma empresa, mas deve haver um alinhamento das expectativas, pois assessoria de imprensa não é apenas envio de release para jornalistas. Outro exemplo: algumas empresas de assessorias de imprensa “garantem” X publicações por mês. CUIDADO! Qualquer assessoria pode garantir um número mínimo de publicações em veículos de baixíssima relevância para o cliente. Então, na avaliação do cliente, o número garantido veio, mas o resultado esperado não. Por quê? Simples, falta um alinhamento entre o seu público de interesse e onde as matérias sobre o seu produto devem sair.

Imagine que você tem uma empresa de laticínios e a sua assessoria de imprensa conseguiu uma matéria no maior veículo farmacêutico do Brasil. É um bom resultado? Sem dúvida seria se o seu mercado fosse o farmacêutico, mas se não tem nenhuma relação com o seu setor, qual é a relevância dessa publicação? NENHUMA. Então, se a sua assessoria de imprensa não consegue resultados no seu setor, está na hora de você cobrá-la por mais resultados. Ou seja, a conta é simples. As publicações que sua assessoria de imprensa deve conseguir são aquelas voltadas para o seu público de interesse. Algumas vezes, para o seu negócio, uma pequena nota em um veículo segmentado pode ser uma publicação muito mais interessante do que uma página no maior jornal do Brasil.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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O perfil do profissional de comunicação

Por Marianne Mitsui

Cada vez mais os profissionais de comunicação precisam se reinventar para a melhor adequação a um mercado volátil e competitivo. Os nichos da comunicação social exigem profissionais proativos e com vasto conhecimento, em especial aquele que envolve seu segmento. Atualmente, pessoas de diferentes graduações e especializações trabalham na área. Entretanto, a formação universitária da maioria dos profissionais é em Comunicação Social, segundo recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).

De acordo com a pesquisa, que entrevistou 315 pessoas da área de comunicação, 96% dos participantes têm formação em nível superior, sendo 40% deles na área de Jornalismo, seguido de 23% em Relações Públicas e 15% em Publicidade e Propaganda. Mais da metade dos participantes era do sexo feminino (75%), sendo 44% residentes no estado de São Paulo e 61% com até 35 anos de idade.

Outro dado importante apontado pela pesquisa indica que a comunicação interna é o nicho onde mais se encontram profissionais da área de comunicação. Dos participantes da pesquisa, 74% atuavam nesse campo, seguidos de relações institucionais e relacionamento com a imprensa com 47%, e responsabilidade social com 38,7%.

Isso mostra que o profissional de comunicação está se concentrando, cada vez mais, no mercado de comunicação corporativa e principalmente na comunicação interna. Fazendo uma análise objetiva, é possível também concluir que o investimento em comunicação interna teve um grande crescimento nas empresas. Essa área tem tido cada vez mais espaço nas companhias e é um grande nicho a ser explorado pelos profissionais de comunicação.

É importante lembrar que o profissional de comunicação também é aquele que atua nas agências de publicidade, nos departamentos de marketing das empresas e muitas vezes também na área de eventos. Todos, sem exceção, buscam avaliar qual é a melhor comunicação a ser feita para se atingir da melhor forma determinado público de interesse.

E aí, você tem esse perfil? Entre em contato conosco e mande o seu currículo: rh@agenciarace.com.br

* Marianne Mitsui é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Como lançar um produto em comunicação interna

Por Filipe Andrade

Em primeiro lugar, qualquer produto de comunicação interna deve ter, além do objetivo amplo, que é o alinhamento do discurso daquela organização, um objetivo específico bem definido. E ele pode ser: motivar, treinar, rever alguma atividade, entre outras opções.

Em segundo lugar, o planejamento de um produto desse tipo deve visualizar o público a que se destina. Lembre-se: mesmo dentro das empresas, há públicos segmentados e diferentes entre si. Portanto, pensar no receptor é fundamental.

Terceiro, após identificar o público, a organização deve, então, planejar seu produto, que deve ser o mais adequado àquele perfil, e definir qual será a ferramenta para impulsionar a ação. E, quando se fala em produto de comunicação interna, tem-se uma gama de alternativas – campanha de conscientização, promoção com sorteio de brindes, ações de engajamento, eventos fora do local de trabalho, entre outros.

Os meios para se promover essas iniciativas também são vários. Redes sociais, ações de treinamento, comunicados internos, revistas e jornais institucionais, além de aplicativos, que se tornam cada vez mais populares.

A chave, portanto, para planejar e oferecer com sucesso um produto de comunicação interna está no conhecimento do público e, estrategicamente, na escolha adequada do produto alinhada ao meio (ferramenta) de realização.

* Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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