Assessoria de Imprensa e Content Marketing: como as redes sociais podem pautar a imprensa

Assessoria de Imprensa e Content Marketing: como as redes sociais podem pautar a imprensa

Por Lívia Caixeta

A internet deixou as relações comunicacionais mais velozes. Tanto no que se refere à veiculação de conteúdo quanto ao acesso à informação. Isso gerou nos indivíduos novos hábitos e permitiu ainda que cada um seja um agente comunicacional. A tecnologia criou novos interesses, que rapidamente se tornaram necessidades, ampliando as opções do público e derrubando barreiras como o poder de produção de informação que se limitava aos profissionais da comunicação.

Outro passo nos processos de comunicação via web, ou online, foi a WEB 3.0 que se caracteriza pela ação cooperativa entre o homem e o computador. As interações são produzidas e controladas pelo indivíduo, com uma autonomia muito ampla, que dispensa progressivamente a ação mediadora ou a função de filtro exercida antes pelas empresas tradicionais de comunicação.

Desta forma, a mídia tradicional se desloca para uma posição marginal e se torna um dos agentes – e não o agente único ou principal – desse sistema e os usuários com habilidades para a comunicação podem se tornar muito mais relevantes nessas redes de relacionamento.

O jornalismo, semeado nessas nuvens de informações, deixa de ser uma linha de montagem que começa com a suposição de um fato – a pauta –, sua verificação – a reportagem – e sua apresentação a um determinado público – a edição e publicação. A notícia pode nascer de um clique num celular, que colhe imagens, grava o som de quem descreve a cena, e com outro clique coloca o conteúdo numa rede digital, onde a informação primária será enriquecida com outras contribuições.

O futuro pertence ao jornalismo, não necessariamente à imprensa.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

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Profissional de redação pode se tornar assessor de imprensa

Por Bruno Uehara

Com a atual crise dentro das redações, que passam por cortes drásticos e frequentes reformulações, muitos jornalistas estão se reencontrando em novas áreas. Uma delas é a assessoria de imprensa, que possibilita o desenvolvimento de outras atividades relacionadas à comunicação. Para atuar nesse ramo, o profissional precisa se adequar a uma nova rotina com tarefas antes inexploradas, como elaboração de relatórios e realização de treinamentos, que exigem experiência e amplo conhecimento do mercado.

Para o jornalista se tornar assessor de imprensa é importante procurar cursos que englobem os princípios básicos do segmento. Por isso, se faz necessário entender, além de mailings e clippings, como são preparados planejamentos e análises estratégicas, por exemplo. Especializações em temas como gestão de crise também merecem atenção especial para lidar com imprevistos que possam envolver futuros clientes.

Adquirido o conhecimento sobre assessoria de imprensa, restam diversas vantagens para o jornalista que está mudando de área.  Com a experiência prévia em redação e uma boa rede de contatos, o profissional pode manter relacionamento mais próximo à imprensa, emplacando matérias com mais facilidade. Além disso, a divulgação de materiais como releases torna-se mais certeira ao incluir informações consideradas essenciais às publicações – como a inclusão de números em pautas de negócios e o reforço de especialistas em questões relacionadas à saúde.

Jornalistas com experiência em rádio e televisão também podem agregar conhecimento a media trainings, voltados a porta-vozes em simulações de entrevistas. O treinamento consiste em orientar desde gerentes a diretores de empresas a se comportar da forma mais adequada em frente às câmeras, transmitindo suas key messages da forma mais clara possível.

Independente do ramo de atuação, o profissional de comunicação deve contar com uma grande habilidade: a de se tornar especialista em qualquer tema e se adaptar a diferentes ambientes de trabalho, seja ele uma corporação ou uma redação de jornal.

* Bruno Uehara é assessor de imprensa na Race Comunicação

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Infográficos e comunicação corporativa, um novo caminho

Por Rogério Artoni

Muitas empresas já aprenderam que são vários os caminhos para atingir os seus stakeholders. Sejam eles internos ou externos. Contudo, um caminho ainda pouco explorado para a comunicação corporativa ou comunicação empresarial é trabalhar com os infográficos. Muitas vezes são diversas informações que precisam ser passadas para o público de interesse, mas um texto pode ser o caminho mais longo e menos claro. Por exemplo, este post poderia ser transformado em um infográfico e você o leria/interpretaria de uma forma muito rápida. Contudo, sem esse texto, sites de buscas não o trariam até aqui, pois a indexação de imagens ainda é falha por esses robôs de buscas.

Ainda é possível impactar melhor os seus funcionários ou colaboradores com a comunicação interna usando infográficos. Por exemplo, é possível tratar sobre a redução de acidentes mostrando em um infográfico os percentuais de acidentes podem ser reduzidos com uso de EPIs. Para isso, não é necessário pensar nos buscadores, já que esse recurso seria usado na sua intranet, no seu jornal mural ou na sua revista interna.

Pensando em comunicação externa, é possível trabalhar infográficos em assessoria de imprensa para mostrar para os jornalistas todas as áreas de atuação da sua empresa. Ou ainda dá para criar um infográfico sobre um tema da sua empresa e trabalhar ele com exclusividade com um veículo de comunicação. Depois de publicado, muitos serão os compartilhamentos e o seu infográfico ainda pode virar um viral.

Infográficos têm uma infinidade de utilizações e podem ser trabalhados de várias formas. Consulte-nos e veja como podemos ajudar a sua empresa com infográficos, sejam em comunicação interna ou externa.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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A história da Comunicação Corporativa no Brasil

Por Thaís Muniz

A Comunicação Corporativa é o termo que se refere tanto a comunicação que é realizada dentro da empresa, quanto externamente, entre público, parceiros e diferentes instituições. E é um aspecto essencial da comunicação que precisa ser colocado em prática em toda organização para aperfeiçoar a eficiência do trabalho corporativo. Mas antes de entender o que significa Comunicação Corporativa, é necessário conhecer como ela surgiu no Brasil.

Inicialmente, a Comunicação Corporativa surgiu nos Estados Unidos em 1906, quando o jornalista Ivy Lee decidiu recuperar a credibilidade perdida pelo poderoso John Rockfeller (que na época era o empresário mais odiado do país). O trabalho de Lee para seu cliente fez tanto sucesso junto à imprensa e a opinião pública, que Rockfeller passou de ‘’patrão sanguinário’’ a ‘’benfeitor da humanidade’’.

Consequentemente, as atividades da Comunicação Corporativa vieram para o Brasil nos anos de 1950, atraídas pelas vantagens oferecidas pelo governo do presidente Juscelino Kubitscheck. Mas foi por volta dos anos de 1960, quando Antônio de Salvo (um dos profissionais de comunicação mais conhecido do Brasil) começou a visitar as redações de jornais de São Paulo. Ele fazia o trabalho de convencer os editores a publicarem notícias a respeito das atividades e produtos da empresa onde trabalhava.

Desde então, a atividade da Comunicação Corporativa foi ganhando força no país. E foi assim que surgiram as entrevistas coletivas e os tradicionais almoços de fim de ano, quando as empresas reúnem repórteres, pauteiros, editores e diretores de redação para anunciar os resultados do ano que termina, os planos para o ano novo e, de quebra, os brindes distribuídos para cada um.

A Comunicação Corporativa é até hoje uma ferramenta essencial como valor estratégico. Os principais objetivos atribuídos a ela são motivar, convencer e informar os públicos internos e externos à organização. Portanto, segue ocupando-se da análise do ambiente em que a empresa se insere, identificando e conhecendo as especificidades dos diversos públicos com os quais se relaciona.

* Thaís Muniz é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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O problema da falta de comunicação interna

Por Núbia Neves

Não é nenhum segredo que as relações humanas precisam da comunicação para viver em paz. Na vida pessoal ou profissional, a comunicação talvez seja a chave para o sucesso. Conversar, apontar problemas, sugerir soluções, apresentar novas ideias, são cruciais para que o dia a dia no trabalho ou em qualquer outro ambiente seja agradável e leve.

Um ranking disponibilizado pelo portal InfoMoney, com base em uma pesquisa feita pelo site Love Mondays – que reúne avaliações de funcionários sobre as empresas que trabalham – apontou os pontos que mais incomodam os brasileiros na vida profissional, e adivinhem: a falta de comunicação interna está na lista.

Junto com esse ponto, benefícios, salários, falta de liderança, falta de reconhecimento, falta de treinamento, estrutura organizacional ruim, também estão listados. Agora, vamos analisar: será que não conseguiríamos minimizar a maior parte desses pontos através da comunicação?

Hoje, grandes, médias e pequenas empresas conseguem ampliar o diálogo com seus colaboradores através de ferramentas de comunicação. Além disso, da mesma forma que é importante ouvir seus funcionários, a empresa também precisa falar com eles e em nos dois casos a comunicação deve ser tida como prioridade. Jornais murais, televisões corporativas, intranet, um canal de contato direto com os líderes (reclamações, sugestões) são apenas algumas das opções.

Em qualquer um dos casos uma assessoria de comunicação pode ajudar. Se a sua empresa está passando por algum problema como esse ou se você gostaria de identificar se isso está acontecendo, procure um especialista. Implementar uma comunicação interna estruturada pode ajudar a sua empresa a reter funcionários, melhorar e, caso ainda não tenha, criar um canal de diálogo com eles através da comunicação.

* Núbia Neves é assessora de imprensa na Race Comunicação

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10 regras para contratar uma agência de assessoria de imprensa

Por Rogério Artoni

Empresas estão sempre buscando novos fornecedores de comunicação corporativa, contudo, muitas vezes não sabem exatamente que tipo de informações precisam para contratar e o que é realmente relevante para se avaliar bem uma agência. Confira abaixo algumas dicas de que pontos precisam ser levados em conta para se contratar uma assessoria de imprensa:

Briefing: faça uma lista com as suas necessidades e o que você espera de uma agência de comunicação corporativa. Se você precisa contratar uma empresa de assessoria de imprensa vale pensar em um briefing mais elaborado (leia este texto sobre PR Plan, pode ser um caminho para montar um bom briefing). Essencialmente o briefing deverá ter o que você espera. Ou seja, quais são os objetivos com esse trabalho de assessoria de imprensa, que tipos de veículos você pretende atingir, qual é o seu público-alvo, quanto tempo deverá durar o contrato e outras informações que você achar relevantes.

Padronize propostas: cada agência manda proposta de uma forma. Peça para que todas mandem do mesmo jeito, ou por horas contratadas por tipo de profissional ou por volume de releases ou por volume de ações. Tenha propostas que ofereçam exatamente as mesmas coisas para poder comparar da forma certa.

Confira quem fará o atendimento: Tenha certeza de qual é o profissional vai te atender. Pode ser um relações-públicas ou mesmo um jornalista, mas eles são formados ou têm experiência em assessoria de imprensa? Vale pedir um currículo de quem vai estar em contato com você o tempo todo. Muitas empresas prometem profissionais sêniores, mas na hora do atendimento o cliente tem um estagiário ou mesmo um profissional recém-formado. Nada contra quem acabou de se formar ou ainda não se formou, mas se o contrato diz que é um profissional sênior, precisa ser um profissional sênior (com pelo menos 10 anos de experiência).

Procure empresas sérias: fuja de empresas que garantam resultados como, por exemplo: “garantimos a publicação em três veículos de comunicação”. Nenhuma empresa de comunicação corporativa que trabalha com assessoria de imprensa vai garantir um número de publicações. Até porque, publicar em três sites sem relevância alguma não vale muito para quem está contratando. Com certeza haverá muitas e muitas publicações ao se contratar uma empresa séria, mas não existe garantia de quantas matérias sairão, em quais veículos, que tamanho ou mesmo o que sairá.

Defina o tipo de agência: depois de fazer o briefing, você já terá uma ideia de que tipo de agência está procurando. Contudo, muitas vezes o que a empresa precisa não é necessariamente um trabalho de assessoria de imprensa. Pode ser que a necessidade seja criar um vídeo institucional, gerenciar as redes sociais ou mesmo criação e design de material online ou off-line.

Conheça a agência: visite o escritório da empresa e conheça a estrutura de quem vai te atender. Nesse ponto você saberá como a nova parceira comercial que irá trabalhar com sua companhia está estabelecida. Converse em particular com um dos funcionários e pergunte como é a gestão. É importante que tenha uma gestão de qualidade, afinal é uma terceirização de serviços e essa agência será um braço da sua empresa ou departamento.

Analise cases: peça cases que sejam na sua área de atuação. Em vários casos as empresas não terão cases na sua área e aí vale pensar se aquela é uma agência apta a atender a comunicação da sua companhia.

Peça referências: solicite cartas de referências e contatos para tirar informações. Fale com as pessoas que já foram atendidas e pergunte como foi o trabalho, que tipo de problema a empresa apresenta, que tipo de diferencial eles têm e como é o dia a dia.

Analise o tamanho da agência: empresas de comunicação de pequeno porte podem dar muito mais atenção ao cliente. Elas estão cada vez mais aptas a atender clientes muito grandes, trazendo resultados expressivos com valores mais acessíveis.

Compare preços e benefícios: como em todo e qualquer contrato, preço é um grande diferencial, mas os benefícios e o profissionalismo de quem está sendo contratado também deve ser pesado.

Se você está procurando uma agência para contratar, entre em contato conosco e veja de que forma podemos ajudar.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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A comunicação das empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que a ação de comunicar é inerente a todo ser humano. Desde a pré-história, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C., quando a humanidade começou a viver em sociedade, compreendemos o poder e a importância da comunicação, então desenvolvemos a linguagem a partir de diferentes formas – sons, gestos, cores, desenhos,  sempre com o mesmo motivo: transmitir a mensagem e ser compreendido.

Nos dias atuais, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de uma mensagem, pois ela representa muito mais. É a criação de um ambiente comum entre dois lados que provem e extraem informação dele.

Com as muitas mudanças da sociedade, saber como comunicar tornou-se essencial para todos os indivíduos. E não apenas a estes, as companhias também devem se preocupar com a comunicação, especialmente com a informação que é provida por elas próprias.

De acordo com Kasper Ulf Nielsen, sócio da Reputation Institute, “Se você deseja criar valor de mercado de sua comunicação, no ambiente presente, você precisa dominar ambos: a arte e a ciência envolvida na comunicação corporativa. Com ações de comunicação corporativa de ‘Nice to have’ a ‘Business Critical’, as expectativas e demandas têm crescido muito”.

As companhias podem falar com seus públicos de diferentes formas e utilizando algumas ferramentas, mas é indispensável ter o suporte de um profissional de comunicação ou uma assessoria especializada.

As principais formas de se manter uma relação saudável e duradoura entre empresas e seu público são:

Agências de assessoria de imprensa: São a ponte entre a companhia e a mídia. Com seu trabalho é possível ganhar boa visibilidade e confiança da sociedade, fortalecendo a imagem da companhia e tornando-a referência em sua área de negócios.

Comunicação interna: Seu efetivo gerenciamento melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os profissionais que passam a confiar mais na empresa, além de reduzir custos e aumentar o rendimento de trabalho.

Social media: Companhias engajadas em trabalhos online tendem a ter um melhor relacionamento com seus clientes e fornecedores, transmitem uma melhor imagem e mostram-se preocupadas com a opinião pública.

Faz-se importante que a companhia veja a comunicação como uma aliada para o negócio, pois o bom relacionamento com o público, interno e externo, garante o reconhecimento da sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus profissionais, e ajuda a solidificar sua reputação.

* Maira Manesco é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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7 dicas para o jornalista se interessar pela sua pauta

Por Mariana Morena

Nem toda pauta sugerida por uma assessoria de imprensa é realmente uma pauta ou mesmo chamará a atenção dos jornalistas. A maior parte desses profissionais recebem centenas de e-mails com releases por dia e outra centena deles vão direto para o SPAM ou para a lixeira. Então, preparamos algumas dicas uteis de como fazer o jornalista se interessar pela sua pauta.

 

  • Você tem oito segundos

 

Com o aumento das demandas, os jornalistas estão sempre ocupados. Você tem cerca de oito segundos antes de o jornalista clique no botão delete. Faça valer esses segundos e pense em cada uma das informações que você vai colocar na sugestão de pauta ou mesmo no release.

 

  • O assunto é muito importante

 

Seis desses oito segundos serão gastos lendo o assunto, então é lógico que você deve se concentrar a maior parte de seus esforços criativos. Oito em cada 10 disparos de releases que se tem na caixa de entrada não foram abertos porque o assunto não chamou atenção. Pense nas tentadoras manchetes do Buzzfeed que nos faz clicar, sem mesmo pensar se aquilo vale mesmo o nosso tempo. Faça disso o seu assunto. O título é o maior atrativo para prender a atenção do jornalista.

 

  • Se mantenha casual.

 

Não use “Sr.” ou “Sra”. Não use “a quem possa interessar.” Use “Oi” ou “Olá” e o primeiro nome do repórter. Mas cuidado para não ultrapassar os limites da informalidade. Escrever “E aí fulano, beleza?” não vai fazer o menor sentido. Lembre-se que o jornalista não é seu amigo (a não ser que ele seja mesmo!).

 

  • Faça a sua lição de casa.

 

Invista alguns minutos do seu dia e leia o que jornalista cobre. É interessante mostrar para o jornalista que você conhece o trabalho dele dizendo algo como: “Eu vi o seu artigo sobre X, e eu pensei que essa história Y seria perfeita para você e seu público”.

 

  •  Por que deveria me importar com a audiência do jornalista?

 

Se você não pode responder a essa pergunta para o jornalista, em duas frases ou menos, então eles não poderão vender a história para seus editores. Arme o jornalista com a munição de que necessita para lutar por sua história em uma reunião editorial. Este é o porquê!

 

  •  O que você está oferecendo?

 

Não se esqueça de ter o essencial: Quem, o quê, onde, quando e como. Ajude o jornalista a contar a sua história, tornando mais fácil para eles.

Seus contatos e seus clientes vão agradecer.

 

  • Você tem realmente uma pauta?        

 

Pense com a cabeça do jornalista. Você tem mesmo uma pauta nas mãos? Se você fosse jornalista daquele veículo, você publicaria algo sobre este assunto? Você falaria sobre aquele cliente ou empresa? Você falaria o nome do produto ou da empresa? Esta última questão pode ser essencial entre falar ou não com aquele veículo. Muitas vezes o cliente não quer sair em veículos que não falam o nome da empresa, então, não perca o seu tempo, o do jornalista e o do seu cliente. Fale com outros veículos que tenham mais a ver com essa pauta.

 

* Mariana Morena é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Construção de imagem corporativa

By Ana Carolina Lima

Primeiramente, é preciso entender o que a comunicação entende como imagem. O conceito, segundo Peirce (1978), juntamente com a semiótica explica que o termo diz respeito a uma representação visual de algo, porém não está ligado apenas ao visual. Logo pode-se entender que imagem corporativa, é a representação da empresa perante o seu público e que vai além de uma questão meramente visual.

Ao contrário do que se imagina, a imagem, diferentemente de identidade corporativa não precisa necessariamente ser fiel à realidade da empresa, porém depois de alguns estudos de caso, as organizações com imagens mais fortes são aquelas que se aproximam ao máximo de sua realidade, pois geram uma fidelização interna e externa.

O profissional de relações públicas – ou, abreviadamente, RP – muito mais que a aplicação de técnicas e instrumentos de comunicação, desenvolve estratégias criativas de comunicação que afetam diretamente a vida e a dinâmica negocial das organizações, colaborando para a criação da identidade, da reputação e da imagem corporativa.

A construção da imagem de uma empresa acontece de médio a longo prazo com ferramentas comunicacionais estrategicamente pensadas, aprimorando o relacionamento da organização com os diferentes setores da sociedade – acionistas, mídia, comunidades, governos, consumidores –, tanto em organizações privadas como nas públicas e do terceiro setor, sempre a partir dos interesses dos stakeholders.

O gerenciamento do relacionamento entre organização e público é o caminho principal para a construção da imagem, que gera conquista de público, fidelização da marca e crescimento da empresa.

* Ana Carolina é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Estabelecer objetivos para medir resultados em comunicação

Por Alan Mariasch

A mensuração de resultados é um dos maiores desafios da comunicação corporativa. Tratado como algo “intangível” ou até “impossível”, esse assunto se tornou um tabu para muitos profissionais da área. Mas, numa época de budgets limitados, é cada vez mais essencial que os comunicadores justifiquem o investimento no seu trabalho. Mas por onde devemos começar?

Para superarmos a fase em que a comunicação era operacional e chegarmos num momento em que ela passou a ser estratégica para as organizações, devemos estabelecer, em nosso planejamento de comunicação, quais são nossos objetivos e como eles podem impactar positivamente os negócios da empresa, para finalmente poder medi-los.  Por exemplo: estamos divulgando um press release sobre o lançamento de um produto. Afirmar genericamente que a meta “é geração de buzz e agregar valor à marca” não vai contribuir em nada e pode inclusive prejudicar sua ação, pela falta de foco. Como disse Peter Drucker, renomado intelectual da área de gestão, “If you can’t measure it, you can’t manage it” (Se você não consegue medir, você não consegue gerenciar).

O fundamental é termos em mente que nem todas as ações de comunicação podem ter seu retorno avaliado em termos financeiros e em número de vendas, já que trabalham com questões subjetivas e pessoais como sentimento e relacionamento. Retornando ao caso do produto que vamos divulgar na mídia, há inúmeras métricas que podemos adotar e que vão direcionar toda a nossa estratégia: número de publicações positivas na grande imprensa, em veículos de negócios e trade; número de jornalistas que compareceram à nossa coletiva de imprensa e escreveram matérias elogiando o produto; número de blogueiros impactados, que publicaram algo em suas redes sociais após receberem nosso press kit; entre outras.

As métricas de comunicação podem ser de eficácia (ligada ao resultado esperado da ação), eficiência (ligada ao processo para se chegar nesse resultado) e efetividade (que reúne os dois anteriores). Dessa forma, defina seu objetivo e o tipo de retorno esperado e busque as melhores opções para medi-lo.

* Alan Mariasch é executivo de contas na Race Comunicação.

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