O que é vídeo institucional?

O que é vídeo institucional?

Por Ana Carolina

O vídeo institucional – também chamado de vídeo corporativo, empresarial ou marketing – é uma das ferramentas de comunicação mais eficientes para apresentação da infraestrutura, história, produtos, serviços e outros pontos de uma empresa para o mercado em que está inserida.

Normalmente divulgado no site da empresa ou eventos corporativos, este tipo de material tem como foco a apresentação da organização por meio de uma narrativa que conta desde a fundação até os dias atuais, ressaltando a missão e os valores da companhia. O relacionamento com os públicos interno e externo também recebe atenção especial, bem como as ações de responsabilidade socioambiental.

É importante também se atentar ao tempo do vídeo. A sociedade moderna não se dedica a materiais muito longos, se eles não forem chamativos. Um roteiro bem escrito permite que a história da instituição seja contada em poucos minutos, ressaltando todos os pontos desejados de uma maneira interessante.

Quando o vídeo institucional é bem elaborado desde o roteiro até a edição, ele consegue, ainda, aumentar a credibilidade da marca de uma organização perante seus clientes e ampliar a capitação de novos públicos, além de potencializar a realização de negócios.

Estudo feito pelo instituto de pesquisa americano Forrester aponta que com a produção de vídeos uma empresa tem 53 vezes mais chance de aparecer nas pesquisas do Google. E mais: daqui aproximadamente 3 anos, 90% do conteúdo na internet será nesse formato.

* Ana Carolina é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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7 dicas para um canal de qualidade no Youtube

 

Por Rodolfo Zanchin

No mundo contemporâneo, a quantidade de vlogs cresceu bastante e eles têm se tornado fonte de renda para muitas pessoas. A nova geração está acostumada a decidir o que irá assistir, fato que deixa a TV um pouco de lado e o Youtube em ascendência. Para mergulhar nesse universo, há alguns passos básicos. A Race fez uma lista para ajudar os novos vlogueiros:

1. Layout A imagem é a porta de entrada do canal. Por meio delas, o telespectador terá um panorama sobre o engajamento do autor e a “seriedade” do conteúdo. Imagens bem selecionadas ou montagens próprias do canal são ótimas opções para conquistar seguidores.

 

2. Qualidade Com a nova tecnologia HD, tornou-se necessário uma ótima qualidade de imagem e som, aposte nisso. Além disso, técnicas de filmagem como, por exemplo foco, exposição, ângulos e câmera estática (muito balanço enjoa) precisam ter prioridade para o conteúdo ganhar destaque na rede. Confira aqui no blog da Race dicas sobre enquadramento.

 

3. Conteúdo Além de uma qualidade de imagem e som aprimorada, o conteúdo é o carro-chefe do canal, certo? Ser fiel a um único conteúdo e apresentar fatos e dados relevantes são grandes passos para engajar seguidores e tornar-se referência no assunto. Além disso, elaborar uma “abertura” para todos os vídeos faz o canal ter uma marca própria (slogan). Arrisque nos bordões para criar uma identidade visual.

 

4. Público Conhecer o público é uma tarefa fundamental para produção de conteúdo. Saber a faixa etária, assuntos de interesse ou motivos que os fazem acessar o seu canal é ótimo para direcionar ou repensar o conteúdo que será veiculado. Gírias ou palavrões, por exemplo, só se encaixam para um público específico, pense nisso.

 

5. Descrição e tags A descrição e as tags são ótimas para “aparecer” nos mecanismos de busca. Tente encontrar algumas palavras-chave e utilize isso para uma completa descrição do vídeo e na elaboração do maior número de tags. Dessa forma, você poderá impactar novos fãs.

 

6. Legenda O conteúdo transcrito é uma ótima forma para oferecer acessibilidade. Além de melhorar a visibilidade nos mecanismos de busca, a legenda auxilia principalmente em momentos que existe restrição de som.

 

7. Link de vídeos Outra ferramenta muito interessante é a possibilidade de colocar links no próprio vídeo. É necessário utilizar isso com cautela, pois corre o risco de se tornar enjoativo. Mas, é uma ótima opção para fidelizar o telespectador, fazendo com que ele permaneça mais tempo no seu canal e, consequentemente, acesse o conteúdo.

 

* Rodolfo Zanchin é Assessor de imprensa na Race Comunicação.

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Dicas essenciais para um vídeo institucional

Por Léo Lucas

O objetivo primordial de um vídeo institucional, conhecido também como vídeo empresarial, é divulgar a empresa, suas qualidades, pontos fortes, competitivos e diferenciais por meio da ferramenta de comunicação mais completa e por isso eficiente, o vídeo.

Mas a decisão de encomendar um institucional é complexa, afinal o investimento não é baixo. Um bom filme, assinado por uma produtora com experiência no mercado, não sai por menos de alguns milhares de Reais e em determinados casos, esses vídeos podem chegar às cifras que passam da casa do milhão, dependendo da sofisticação. Então, conhecer alguns elementos essenciais empregados na produção é fundamental à medida que cada detalhe negociado pode fazer a diferença no orçamento.

Começamos pelo formato e linguagem empregados no vídeo empresarial ou institucional. A pergunta primordial a se fazer é: como eu quero que os meus atuais e futuros clientes enxerguem a minha organização? No setor varejista, por exemplo, se faz necessário que o cliente em potencial enxergue o produto como ele realmente é. Então, o mais indicado é um vídeo que envolva a gravação de imagens ou a produção de fotos em alta definição. No caso de serviços, por exemplo, o impacto é maior quando se opta por animações ou infográficos, e dessa forma remetendo à tecnologia. A linguagem também difere, para vídeos com imagens originais, gravadas na linha de produção de uma indústria, por exemplo, o tom é mais sério, explicativo, com uma locução grave. A linguagem em animações é ao mesmo tempo coloquial e objetiva, muitas vezes apenas uma trilha sonora de fundo, sem locução, já é o suficiente para passar a mensagem.

A partir da definição do formato e linguagem é o momento de se envolver nos detalhes. E a base para um planejamento eficaz de um vídeo institucional, além de um cronograma rígido, é um roteiro detalhado. É por meio desta ferramenta que teremos um controle e poderemos vislumbrar como será o produto final. Cenas, informações em texto, key messages, explicações por meio de depoimentos, detalhes fundamentais dos produtos e serviços, enfim, quanto mais detalhado for o roteiro maior a chance de não se surpreender negativamente ao termino da produção.

E o que torna o vídeo institucional mais caro ou mais barato? Em tempos de crise econômica, investir em custo-benefício é a ordem extrema. A primeira dica é entender o que a empresa realmente necessita para atender as necessidades do roteiro. A gravação de imagens poderia ser realizada em 4K, uma tecnologia excepcional de resolução de 3840×2160 pixels, mas que certamente vai encarecer o custo, ou em Full HD, 1920×1080 pixels, mais usual nas câmeras do mercado audiovisual e por isso mais em conta. Número de atores necessários, número de cenas, locação (lugares aonde serão efetuadas as gravações), imagens aéreas, emprego de helicóptero, drones, gruas, equipe técnica, criação de imagens em 3D, animações, todos os detalhes são levados em consideração.

O que faz grande diferença também é a trilha sonora, que pode ser original, encomendada especificamente para o vídeo ou comprada em sites especializados. É necessário cuidado com este item já que a utilização indevida de trilha sonora pode acarretar desde a retirada do vídeo de uma mídia social até um processo por uso indevido.

A pós-produção e finalização, ou seja, efeitos audiovisuais empregados no vídeo institucional ou empresarial também contam muito na formação do custo. Quanto mais sofisticado e mais original, maior é o tempo de pós-produção e consequentemente o valor do orçamento.

Para os vídeos em animação, principalmente, a recomendação é por ter um storyboard, uma ferramenta que encarece, por isso em muitos casos é ignorada, mas que vai oferecer a real impressão do trabalho finalizado. Trata-se de uma ilustração no papel das cenas do filme.

Os itens apontados são alguns entre diversos outros elementos para se ter um vídeo institucional sob medida, que atenda a expectativa pelo investimento disposto. Utilização de atores e locutores consagrados, gravações em estúdio, deslocamento para fazer cenas em outras cidades ou estados, também pesa na hora de fechar o valor final. No final, o que importa é ter um vídeo institucional que realmente atenda o objetivo de evidenciar a organização, ser um ótimo argumento para vendas e um sofisticado cartão visitas.

Se você está interessado em fazer um vídeo empresarial ou vídeo institucional, entre em contato com a nossa equipe e peça um orçamento. Teremos prazer em entender as suas necessidades e em fazer o seu vídeo sob medida.

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Comunicação interna e as TVs corporativas

Por Filipe Andrade

Considerado, ainda hoje, um dos principais veículos de comunicação de massa a TV pode ser também uma grande ferramenta de comunicação interna em organizações de diferentes segmentos. E não é difícil vê-las nessa função em diferentes locais do mundo corporativo.

Este “é um dos produtos mais tradicionais de mídia indoor digital (digital signage) onde chega para ser um moderno canal de comunicação institucional e/ou mercadológico utilizado para otimizar o ciclo da comunicação interna e estreitar relacionamentos entre a empresa e seus públicos. E tudo funciona de forma muito simples e rápida!” (Portal Comunique-se).

O que falar e a quem falar depende, obviamente, do perfil da organização. Há empresas que preferem oferecer um conteúdo mais interno nos locais de convívio comum à equipe – refeitório, sala de descanso, etc. – reduzindo apenas a conteúdos institucionais. Outras preferem trabalhar conteúdos de uma forma mais geral, intercalando a comunicação institucional com entretenimento e informação. Neste caso, o resultado pode ser mais positivo por despertar ainda mais o interesse do colaborador.

Independente disso, a implantação de uma TV corporativa para a comunicação interna exige investimentos e produção de qualidade. Para isso, o ideal é a contratação de agências especializadas nesse tipo de serviço e, principalmente, o conhecimento do público, fundamental a qualquer planejamento de comunicação.

 

* Filipe Andrade é Assessor de imprensa na Race Comunicação.

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Assessoria de Comunicação em Eventos

Por Ana Carolina

A realização de eventos é mais uma ferramenta do mix de comunicação que as organizações podem usar para aprimorar o relacionamento com seus públicos. O papel da assessoria de comunicação é bastante extenso e como principal podemos destacar o planejamento que é responsável pelo sucesso da ação.

Planejar um evento inclui desde a escolha da decoração até o roteiro e recepção. É preciso criar um ambiente adequado e agradável para que os convidados entendam a mensagem que a organização quer transmitir. Diferente de uma festa, um evento tem uma finalidade e ele só alcança seus objetivos se planejado corretamente.

“Trabalhar com eventos é muito gratificante e desafiador. É uma ferramenta estratégica de relações públicas importantíssima para promover a imagem favorável de uma marca e aprimorar o relacionamento com os públicos de interesse. Cada evento tem suas particularidades, e exige, em primeiro lugar, o planejamento. É preciso conhecer bem o público e criar um momento para conquistá-lo e aproximá-lo do negócio”, comenta Kristielle Nunes, relações-públicas, analista de marketing do Laboratório Teuto/Pfizer.

A assessoria de comunicação consegue, através do evento, gerar ou confirmar  uma imagem positiva da organização. É um ambiente fora da empresa, montado especialmente para vender produtos, serviços ou ideias estabelecendo um relacionamento duradouro entre a empresa e seu público.

* Ana Carolina é assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Produção de conteúdo customizado e inbound marketing

Por Alan Mariasch

Foi-se o tempo em que os grandes veículos detinham o monopólio da comunicação. Além disso, a tradicional publicidade, em que as empresas que desejavam aparecer para seus consumidores pagavam quantias fabulosas para veicular seus anúncios, começa a perder sua eficácia. Precisamos estar atentos para uma das principais tendências da comunicação corporativa para os próximos anos – a produção de conteúdo customizado.

Paulo Nassar, presidente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), fala sobre o conceito da “guerra de narrativas”, que nos ajuda a compreender essa nova etapa da comunicação entre as organizações e seus públicos. Essa guerra, em suas palavras, é “como uma disputa contínua pela atenção das pessoas numa época de abundância de informação”. Isso eleva a comunicação empresarial a um patamar ainda mais estratégico: se num primeiro momento ela era usada com o objetivo de dar ordens aos funcionários e depois como maneira de ampliar as vendas, agora ela tem a missão de constantemente divulgar as narrativas com os valores da organização, dialogar com os diversos atores sociais e de legitimar o posicionamento da empresa, num mundo cada vez mais digital, interligado e complexo.

Nesse contexto, o inbound marketing ganha cada vez mais espaço, em detrimento do tradicional outbound marketing, muito mais caro e unilateral. O inbound marketing é uma forma de atrair clientes através da produção de conteúdo customizado e relevante, geralmente em formato de artigos para blogs, vídeos, newsletters, ebooks, newsletters, posts em redes sociais, etc – bem diferente da tradicional publicidade, que quase sempre buscou a venda imediata de produtos de forma invasiva. Afinal, compramos uma revista para ler suas reportagens ou ver seus anúncios?

O princípio do inbound marketing é atrair novos clientes aos poucos, primeiro oferecendo conteúdo original e de qualidade e dialogando com eles, para depois apresentar a empresa e seus serviços. O roteiro é atrair tráfego para o site da empresa (através de diversos mecanismos, em especial o SEO – search engine optimization), converter esses visitantes em leads, o que futuramente irá gerar vendas. Após conquistar o cliente, o trabalho continua, e ele mesmo pode transformar-se num divulgador da marca, compartilhando esse material interessante e dando continuidade a esse círculo virtuoso.

Para o trabalho de comunicação corporativa ser cada vez mais estratégico, precisamos estar sempre atentos às mais recentes tendências da sociedade e da tecnologia. Produzir conteúdo original, transformando as empresas em fontes de informação e entretenimento aos consumidores, é um dos caminhos para destacar-se num mundo complexo, dinâmico e cada vez mais competitivo.

* Alan Mariasch é executivo de contas na Race Comunicação.

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O que é TV Corporativa?

Por Bruno Uehara

Moderna e arrojada, a TV Corporativa é uma ferramenta de comunicação interna bastante eficiente. Diferente da TV indoor – que destaca notícias, horóscopo e previsão do tempo, por exemplo -, ela oferece outras funções além do mero entretenimento, sendo um importante canal de informação voltado aos funcionários de uma empresa.

Conhecida como ‘mural digital’, a TV Corporativa pode ser considerada a versão 2.0 dos painéis informativos, que estão se tornando cada vez mais obsoletos. Diferente de um jornal mural, ela é uma opção mais dinâmica e visualmente atraente. Além de ser uma alternativa sustentável – já que dispensa a impressão de pilhas de papéis -, é um meio de comunicação que desperta o interesse dos colaboradores com apresentação de animações, fotos e vídeos. Por isso, também gera maior interatividade por meio de campanhas com a criação de hashtags e participação nas redes sociais.

Uma das grandes vantagens da TV Corporativa é a de aproximar mais a empresa de seus funcionários. A ferramenta funciona como um canal direto para divulgar comunicados, possibilitando que porta-vozes como o próprio presidente da companhia gravem depoimentos, seja ao parabenizar conquistas ou acalmar ânimos em momentos delicados. Além disso, pode ser utilizada para transmitir eventos e palestras em tempo real.

Na atual era digital, a TV Corporativa se destaca como uma ferramenta versátil e perfeitamente alinhada aos tempos de conteúdo compartilhável. Resta imaginar qual será sua relevância no futuro da comunicação interna, que exige cada vez mais criatividade e sincronia com a evolução tecnológica.

* Bruno Uehara é Assessor de imprensa na Race Comunicação.

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O trabalho dos veículos de comunicação na construção da imagem: figuras públicas

Por Thaís Muniz

Desde os primórdios, a percepção da sociedade sobre os padres e reis medievais já formavam uma base onde a população enxergava força e poder, e o clero representava sabedoria e conhecimento. E hoje, quem são as pessoas públicas na nossa sociedade? Como é construída a imagem delas? Como o profissional de comunicação tem importância nessa construção?

Artistas, desportistas, políticos e grandes empresários. Eles têm uma representação importante, alcançam muitas pessoas e fazem parte do cotidiano da população, ainda que indiretamente. Um jogador de futebol como Neymar, por exemplo, precisa ter sua imagem de bom atleta vinculado à boa pessoa, já que muitas crianças e adultos irão se inspirar nele e admirar o seu trabalho. Um cantor famoso precisa demonstrar carinho aos fãs, que tanto propagam e se sentem tocados pela sua música aos quatro cantos do mundo. E o político precisa passar confiança aos eleitores, para que depositem seus anseios de uma vida melhor a ele. Sendo assim, o trabalho dos profissionais de comunicação se torna valorizado a partir do momento em que essa construção de imagem é feita de maneira profissional.

É preciso existir uma sincronia entre a imagem posicionada da figura pública com a imagem percebida pelo público.Como é feito esse trabalho? Assessoria de Imprensa, Relações Públicas e Marketing possuem papéis essenciais nessa trajetória. Os dois primeiros trabalham participando e atraindo a representação da figura aos diversos públicos que precisarão interagir com o meio, cuidarão da organização e do planejamento, da imprensa e da equipe de base que sustenta a rotina da pessoa pública, além de ser porta voz e ficar de prontidão para agir rapidamente diante das crises de imagem. Já o Marketing exerce o papel final, age diretamente com o público naquilo que se almeja conquistar. É o vendedor do cantor sensacional, bonito e que encanta a todos, o craque jogador de futebol que as crianças se espelham ou o prefeito que é tocado pelo povo e faz de tudo para que tenham uma vida melhor.

Construir uma imagem de figura pública envolve um trabalho de desenvolvimento e de liderança com ferramentas adequadas para o público-alvo correto. E isso é só o começo, já que manter-se durante os anos lidando com as interferências e crises, é um trabalho de retroalimentação constante da Comunicação.

* Thaís Muniz é Assessora de imprensa na Race Comunicação.

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Sua majestade, o consumidor… interno

Por Wilson Barros

Informar e integrar de forma eficaz funcionários localizados em diferentes plantas e escritórios é um dos grandes desafios da área de comunicação interna de empresas. Se em um país de extensões continentais – como nos 8.516.000 km² do Brasil – a complexidade do processo de comunicar é proporcional ao número de operações espalhadas pelo território nacional, essa tarefa se torna ainda mais desafiadora quando a companhia decide atravessar as fronteiras de seu país de origem.

Em se tratando de comunicação, quando a empresa expande seus horizontes internacionais, geralmente as atenções se voltam majoritariamente para os consumidores (Quais são os hábitos e costumes que devem ser levados em conta? Como e em que idioma devemos nos comunicar com eles? Quais são as qualidades que nosso idioma confere a produtos em mercados estrangeiros). Porém, existe outro público igualmente importante que, em momentos como esse, nem sempre é tratado como estratégico: os próprios colaboradores.

Como já foi discutido nesse blog, uma comunicação interna bem planejada, com ferramentas e linguagem adequadas, pode fazer a diferença na hora de motivar e engajar o público interno. Em casos de internacionalização, embora o “meio” também possa variar (jornal mural, newsletter, vídeos, intranet etc), o “conteúdo” e a “forma” crescem em importância. Em empresas cuja língua oficial falada no país de suas sedes é o inglês, por exemplo, a comunicação interna global tende a ser feita neste idioma, independentemente de onde elas passem a atuar. Mas, na prática, o funcionário é como qualquer consumidor e prefere – sente-se mais confortável – ler materiais disponíveis em seu próprio idioma.

Certa vez, desenvolvi trabalho para uma grande multinacional norte-americana, que contava com mais de dois mil funcionários espalhados por diversos países da América Latina. A empresa mantinha um site interno específico para os colaboradores da região, com notícias ligadas aos objetivos e conquistas da companhia, informativos de Recursos Humanos etc. Embora os idiomas nativos dos empregados fossem o português (no Brasil) e o espanhol (nos demais países), todo o conteúdo da página era apresentado em inglês. Por um longo período, os números de acesso haviam estagnado – ou apresentavam crescimento pouco expressivo –, mesmo com frequentes novidades na linha editorial do site, como a cobertura de eventos corporativos e inserção de vídeos. Após algumas tentativas, a equipe de comunicação interna aceitou a sugestão da agência de serem oferecidos conteúdos em três idiomas (além do inglês, as matérias também estariam disponíveis em português e espanhol). Três meses mais tarde, o resultado confirmou que a estratégia estava correta: o aumento no volume de acesso ao site foi superior a 150%, considerando a mesma média de posts.

Um dos principais aprendizados é que a produção do conteúdo – ou eventuais traduções – deve seguir o mais alto nível de excelência, sendo feita por profissional nativo nos idiomas escolhidos, para que não sejam utilizados termos em desuso, incomuns ou estereotipados. Além disso, para garantir uma comunicação eficaz com colaboradores durante processo de internacionalização, três perguntas prévias podem ajudar a dar o pontapé inicial: em que países ou região estarão meus funcionários? Qual é o idioma que eles falam em casa? Quantos deles ocuparão posições “globais” e qual o número dos que desempenharão papeis “operacionais”?

Experiências como essa mostram que, por mais que boa parte dos colaboradores de uma multinacional seja “fluente” em inglês, não se pode ignorar a força do idioma nativo também na relação com o público interno – afinal, ele é um dos mais importantes pilares da comunicação entre as pessoas.

* Wilson Barros é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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TV Indoor versus TV Corporativa

Por Maira Manesco

Sabemos que a comunicação com os stakeholders é fundamental. E que todos os públicos, sejam internos ou externos, são peças-chave para o desenvolvimento saudável das organizações. Já vimos também que para atingir e estreitar o relacionamento com eles há diversas ferramentas disponíveis.

Com o dia a dia cada vez mais atarefado, as pessoas estão com o tempo contado para parar e ler uma revista ou jornal, e por isso tudo tem que estar na palma das mãos ou ao alcance dos olhos.

Para que nos poucos segundos de tranquilidade seja possível transmitir a mensagem ao receptor de forma rápida e clara, as organizações estão começando a apostar nas televisões, onde é possível utilizar o conjunto de imagem e texto para transmitir as principais informações.

Seguindo esta tendência, temos a TV indoor e a TV corporativa, ambas em expansão nas médias e grandes empresas, que precisam se comunicar com grande número de pessoas.

A TV corporativa melhora os processos de comunicação interna. Com ela é possível transmitir recados, informes, avisos de segurança, homenagens em datas especiais, festividades, avisos de férias coletivas e outras inúmeras informações pertinentes aos funcionários. Por meio de imagens, vídeos e textos, toda informação é distribuída aos colaboradores de qualquer nível hierárquico.

Já a TV indoor auxilia no relacionamento com os clientes ao mesmo tempo em que moderniza as empresas. Com esta comunicação é possível transmitir promoções, avisos de segurança, notícias e outras informações que são repassadas de forma simples e dinâmica.

Ambas soluções atingem os públicos-alvo, mas a empresa precisa definir com quem quer estreitar o relacionamento para direcionar a sua televisão. Se for para melhorar a comunicação com os funcionários, a TV corporativa é melhor. Agora, se for para atingir os clientes, o ideal são as televisões indoor.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

 

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