Real x virtual: agilidade e transparência em situações de crise

Real x virtual: agilidade e transparência em situações de crise

Por Ana Carolina

Mais do que informações, graças ao advento e popularização da internet, temos acesso rápido a qualquer conteúdo. Basta colocar algumas palavras e “voilà”, tudo que alguma vez passou pelo olhar atento de um profissional da comunicação ou usuário ativo da internet está bem na sua frente. Com a evolução do mundo digital, os usuários passam a ser sujeitos ativos, e a possibilidade de diálogo não só entre organização e público, mas também – e principalmente – entre usuários, promove uma nova forma de relacionamento com inúmeras possibilidades.

Ter uma página na internet, divulgar conteúdo sobre a sua organização e comentar assuntos da atualidade é ótimo para imagem de uma empresa. Essas atividades contribuem na prospecção de público, fideliza clientes e populariza sua marca. A questão é, com a mesma velocidade que usuários da internet recebem informações eles também reagem e comentam sobre o assunto, e um simples post pode virar uma crise de imagem.

Analisando alguns cases importantes sobre gerenciamento de crise, podemos perceber que a principal medida para evitar possíveis danos é a transparência e a agilidade para apresentar uma solução. Recentemente, a Brastemp enfrentou um caso em que o vídeo de um consumidor reclamando de um produto ficou entre os trend topics (temas mais comentados) nas redes sociais. A resposta: resolver o problema do cliente e mostrar-se aberta a pedir desculpas e esclarecer o transtorno. Rapidamente as críticas nas redes sociais deram espaço a elogios.

A Twix também foi alvo dos consumidores na web. Uma ação que prometia uma ‘chuva de Twix’, não deu muito certo e grande parte do público que compareceu voltou para casa sem nenhum chocolate. Resultado: ‘chuva de reclamações’ nas redes sociais. Um pedido de desculpas e um posicionamento sincero que deixava claro a atenção da empresa em investir em ações para proporcionar bem-estar e diversão para os consumidores amenizou a situação.

Uma denúncia no Facebook, além de muitos comentários, também rendeu dor de cabeça para Arezzo. Uma consumidora comprou uma sandália que depois de usada duas vezes teve a palmilha descolada, e para a surpresa dela havia a marca de outra empresa de calçados na sandália. Resultado: milhões de consumidores questionamento a autenticidade dos produtos da empresa. Depois de um pronunciamento pedindo desculpas e alegando que haveriam investigações para apurar as informações, o caso aos poucos perdeu força.

Todas as empresas citadas acima foram ágeis e transparentes em suas respostas, com destaque para a Brastemp, que não somente resolveu o problema, mas reverteu a situação. É importante, mais do que solucionar uma crise, deixar uma impressão positiva no público é essencial. Saber como se portar, organizar as informações divulgadas e ações a serem realizadas no ambiente online faz toda a diferença – evidentemente, a reputação da marca não deve ser desconsiderada nessa análise.

A efemeridade da internet pode ser um aliado para abafar grandes crises, mas lembre-se que tudo que uma vez foi postado normalmente fica para sempre perdido no universo da web e pode ser facilmente ressuscitado. Esteja atento não só às ações digitais, mas também ao que os seus consumidores falam no mundo real. Tenha uma equipe de comunicação pronta para tomar a melhor decisão, como a Race Comunicação, e boa sorte com seu público.

Comunicação corporativa - Race Comunicação

A importância da comunicação corporativa

Por Filipe Andrade

A comunicação corporativa, ou também comunicação empresarial, lida com informações em suas diferentes nuances dentro de uma organização, empresa ou instituição. Em termos práticos, é a comunicação trabalhada para todos os públicos da instituição – internos e externos, incluindo as suas subdivisões. Abrange, portanto, a comunicação organizacional ou institucional, e a interna.

A comunicação interna está relacionada, como a própria expressão já sugere, ao fluxo interno de informações e tem como alvo os colaboradores da empresa e, algumas vezes os terceirizados. Entre as ferramentas utilizadas na comunicação organizacional estão jornais murais, redes sociais internas, informativos enviados via e-mail, revistas internas, comunicados, memorandos, TV’s e rádios corporativas. Cada uma delas definida para atender a uma necessidade e periodicidade específica.

O objetivo desta comunicação é melhorar ou criar uma cultura organizacional positiva, com discursos e estratégias alinhadas em todos os níveis da companhia. Neste contexto, está inserido também o endomarketing. Por meio dele, a instituição promove uma série de ações direcionadas de marketing ao público interno que visam disseminar determinado valor ou política do negócio. Essas ações são pensadas e executadas, em geral, como forma de motivar o público interno a estar de acordo com determinada iniciativa da e deve ser executada em sintonia com aquilo que é veiculado por meio dos produtos de comunicação interna. Devem, portanto, se completar.

A comunicação corporativa, por outro lado, tem como objetivo a inserção organizacional da empresa no meio externo. Resumindo: fazê-la conhecida e visível junto aos stakeholders, criando, assim, um relacionamento com esse público de interesse. Este pode ser composto por clientes, fornecedores, parceiros de negócios, imprensa, influenciadores, consumidores e até instituições mais complexas como bancos etc. Sendo assim, dentro da comunicação corporativa devem ser consideradas as características de cada público.

Por exemplo, consumidores de determinada marca têm à disposição, como canal de relacionamento com aquela organização, páginas em redes sociais na internet (Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, TikTok, entre outros). Uma forma acessível em razão do alto número de usuários dessas ferramentas é fazer a instituição estar sempre visível junto a seus clientes ou potenciais consumidores através da gestão das redes sociais de forma estratégica. Nesses casos, a aposta é em ações que podem gerar engajamento do público, seja por meio de campanhas, posts patrocinados, etc. Entre os canais mais tradicionais, as instituições mantêm ainda os Serviços de Atendimento do Consumidor. Podem haver ações com foco em gerar awarness ou gerar leads e esta última tem como foco maior gerar leads, ou seja, potenciais consumidores.

Para o relacionamento com profissionais da mídia, a assessoria de imprensa, ou também conhecida como relacionamento com imprensa, é responsável por planejar e desenvolver produtos e ações que gerem espaço nos veículos noticiosos. Esta é a estratégia proativa. De forma reativa, a assessoria de imprensa atua na prevenção ou na contenção de determinadas crises (já tratadas por aqui em outros posts), que poderão gerar algum dano à imagem da organização. Entre os produtos utilizados na assessoria de imprensa estão os press releases, áudio releases e newletters, além de ações de relacionamento, como eventos, entrega de press kits, promoção de prêmios direcionados aos profissionais de imprensa, etc. Contudo, com a abrangência da comunicação, o trabalho de assessoria de imprensa invariavelmente terá como foco também os influenciadores digitais (aqui na Race nosso trabalho de assessoria de imprensa sempre tem incluso o trabalho com influenciadores).

A comunicação corporativa com todas as suas características é, portanto, a responsável por, em primeiro lugar, alinhar discursos dentro do ambiente empresarial, engajar a equipe e criar relacionamento com seus stakeholders, mantendo sempre sua imagem positiva junto a seus públicos, sejam eles internos ou externos.

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Confira qual é a importância da produção de conteúdo no site da sua empresa

Por Kátia Silva

Uma boa estratégia e um bom planejamento são fundamentais para alcançar resultados positivos em qualquer atividade. Nas ações de comunicação não é diferente. Diretamente relacionada a isso está a geração de conteúdo relevante para o público–alvo, que estará disponível nos sites das empresas, em diferentes formatos (a produção de textos para blogs, por exemplo, é apenas uma das plataformas para produção de conteúdo online). Ainda há muito para ser explorado.

Para ajudar nessa tarefa, preparamos uma lista de diferentes ferramentas online que poderão te ajudar a conquistar resultados expressivos em seu negócio. Confira abaixo:

E-books: os livros eletrônicos, conhecidos também como e–books, são conteúdos mais aprofundados – na maioria das vezes, mais técnicos – sobre determinado tema, que pode ser explorado em um nível que provavelmente não faria sentido em um post no blog. Com esse formato, é possível gerar leads – ou seja, registrar o cadastro de pessoas e empresas interessadas em seus conteúdos, produtos ou até mesmo em conhecer a sua marca.

Infográficos: o infográfico é formado por imagem e textos bastante objetivos. Quando bem elaborado, baseado em um roteiro e em uma mensagem alinhada aos objetivos da campanha, pode gerar resultados excelentes e aumentar o nível de compreensão do leitor.

Newsletter: conhecida também como e-mail marketing, a newsletter é enviada apenas para pessoas que tenham aceitado o recebimento de e-mails de determinada empresa. Por meio desta ferramenta, é possível estreitar o relacionamento com clientes e prospects, enviando e-mails com promoções, notícias, lançamentos, entre outras.

Redes Socias: essa é uma das principais formas de divulgação para as empresas, mas é importante sinalizar que ela não pode ser feita de qualquer maneira. Mensagens, palavras-chaves e imagens relevantes para o negócio são apenas alguns dos itens que darão mais ou menos destaque para o seu post, podendo atrair ou afastar o seu público. Neste formato, é preciso adaptar a linguagem, escrever posts que chamem de alguma forma a atenção do leitor e que influenciem as pessoas a interagir com a empresa, por meio dos comentários, likes, compartilhamentos etc.

Vídeos: é possível gerar conteúdo em formato de vídeo, com entrevistas sobre temas de interesse do público que você quer atingir, demonstrações práticas dos serviços que a sua empresa oferece, entre outros. Lembre-se que esse tipo de material deve sempre contar com roteiros direcionados e alinhados à estratégia de comunicação da empresa.

Essas são apenas algumas formas de geração de conteúdo em diferentes plataformas de comunicação. Quer saber quais delas trará o diferencial para o seu negócio? Clique aqui e entre em contato conosco!

Entenda o perfil e o modo de trabalho em redes sociais

Pro Rodolfo Zanchin

Estar presente nas redes – e de maneira adequada – nem sempre é fácil.  Além de aceitar os termos e condições de cada serviço, é preciso se adequar ao perfil da mídia, considerando, por exemplo, linguagem, conteúdo, abrangência, condições de privacidade etc. Para auxiliar nesse universo virtual, a Race fez um breve perfil das redes sociais mais influentes no Brasil. Confira:

 

Facebook

A rede social com maior número de usuários e, consequentemente, muitos acessos diários. Sem dúvidas, é a primeira opção para empresas que pretendem criar uma página corporativa em redes sociais relevantes e influentes. Adequar-se à linguagem do Facebook, porém, exige muito cuidado. É necessário formular estratégias para gerar engajamento! Apresentar temas relevantes para o seu público-alvo, lembrar de datas comemorativas e compartilhar informações sucintas da empresa é uma ótima maneira de iniciar o trabalho e fomentar comentários positivos. Ah, evite entrar em temas polêmicos! Dica: posts com imagens são mais compartilhados do que os que contém somente textos.

Instagram

Ao lado do Facebook, é uma das principais redes sociais, cresceu muito nos últimos anos e vem se tornando cada vez mais influente no meio corporativo. Imagens que apresentem o dia a dia da empresa, promoções, eventos e datas comemorativas são o segredo para conseguir seguidores no Instagram. Capriche nas fotos: quanto mais bonita, maiores são as chances de ganhar aquele like. Portanto, antes do clique, tenha em mente que imagens com jeitão de amadoras (tremidas, fora de foco, mal enquadradas etc) podem afetar negativamente a imagem da empresa, literalmente.

Twitter

A característica principal do Twitter é a velocidade de replicação de conteúdo. Com um texto de até 140 caracteres, a leitura tende a ser rápida e dinâmica. Empresas se aventurarem nessa rede precisam exercitar seu poder de síntese e não economizar na criatividade para criar frases curtas e atrativas, destacando promoções, dicas gerais e novas tendências do setor. Deixe de lado o balanço financeiro do ano, artigos científicos complexos etc – a não ser que o curto texto traga link para um material muito mais completo, disponível em outro ambiente.

LinkedIn

Se o principal intuito da empresa ao entrar nas redes sociais é gerar negócio, é indispensável a criação de uma página corporativa no LinkedIn. O universo empresarial é destaque nessa rede, sem distinção de porte ou segmento de atuação. Por isso, aposte em temas relacionados a sua empresa, compartilhe novos métodos, trate de assuntos específicos da área de atuação e aproveite para estreitar relacionamento com possíveis futuros clientes. Resumindo: faça contatos e aprimore seu network!

Youtube

O Youtube é um canal extremamente relevante para manter o diálogo com o público-alvo da empresa – especialmente em um período em que imagens falam muito mais que palavras. Apostar em vídeos bem estruturados, como ensinamos em outro post aqui do blog, é essencial para que os usuários frequentem seu canal. Além de apresentar cada segmento de trabalho, dicas gerais para solução de problemas são sempre bem-vindas.

Google +

Embora o Google Plus não seja muito conhecido no Brasil, estar presente nessa rede é uma boa alavanca para o posicionamento estratégico no mecanismo de buscas do Google. Conteúdos similares aos do Facebook são as melhores opções.

Dica geral: Não se esqueça, para o bom funcionamento das redes sociais, é necessário sempre mantê-las atualizadas! Para isso, planejamento estratégico e atenção periódica são essenciais. Caso você necessite de gerenciamento de redes sociais, entre em contato com a Race Comunicação.

A cultura da convergência: Como se aplica na comunicação?

Por Mariana Morena

A cada dia que passa, a internet conquista mais e mais espaço na rotina diária das pessoas. A popularização dos dispositivos móveis tem mudado diversos hábitos coletivos e individuais, tornando a web essencial e indispensável para as relações interpessoais.

No ponto de vista da comunicação, uma das características que fazem com que a internet seja cada vez mais utilizada é a possibilidade de “enriquecer” a notícia, apresentando o mesmo conteúdo por diferentes formas. Uma reportagem sobre música popular brasileira, por exemplo, será muito melhor absorvida se o conteúdo mesclar imagens dos principais artistas do gênero, vídeos históricos, podcasts das músicas ou declarações dos astros, infográficos contextualizando o movimento – e outra ferramenta qualquer que atinja um dos cinco sentidos.

O estudioso americano Henry Jenkins, um dos principais pesquisadores de mídia, denominou situações como a descrita acima como “convergência de mídia”, que tem aparecido cada vez mais em discussões acadêmicas e nas práticas da comunicação. Não é à toa: além de gerar interação em diversos níveis (curtidas, comentários, colaboração na geração de conteúdo etc), Estudos mostram que 90% de toda a informação transmitida ao cérebro é visual.

Com a convergência cada vez maior entre os meios, plataformas e conteúdos, é indispensável que os profissionais de comunicação entendam como atender às expectativas nesse “novo” consumidor/leitor. Marcar presença nas redes sociais, por exemplo, é uma ótima dica, pois esse ambiente possibilita a inserção de informação nos mais diferentes formatos – ampliando o impacto nos stakeholders.

Não há dúvidas de que a convergência de mídia é algo consolidado e seu uso deve ser sempre considerado no desenvolvimento de planos estratégicos de comunicação. Essa é uma discussão ampla e ainda em construção – afinal, a geração de conteúdo colaborativo é um dos pilares da comunicação moderna – e que certamente ganhará novos capítulos. Vamos aguardar.

Sua empresa precisa se conectar? A Race Comunicação possui profissionais capacitados nos meios online. Entre em contato.

Profissionalização das redes sociais: tenha uma página feita por quem entende do assunto

Por Évelin Karen

Com a popularização das redes sociais, as empresas passaram a ver estas mídias como uma forte ferramenta de marketing. Porém, para conduzir um trabalho de sucesso é muito importante a contratação de profissionais capacitados para planejar, executar e monitorar as ações. Algumas empresas deixam as redes sociais nas mãos de profissionais de outras áreas, porém, quais são as vantagens de contar com um especialista em social mídia conduzindo os trabalhos destes canais?

Quando se contrata um profissional de redes sociais a empresa passa a ter não só um conhecedor do assunto, mas também alguém que realiza o planejamento prévio das ações, cuidando da presença da marca. Ter uma agência para realizar essa ação facilita mais ainda, pois tem toda a expertise de vários profissionais e de áreas distintas, que vão facilitar questões como: que atitudes tomar em algumas situações, quais as melhores formas de se posicionar, etc.

Neste trabalho, são realizados cronogramas pensando em textos que chamem a atenção do leitor do princípio ao fim, garantindo que ele seja curtido, compartilhado, retweetado e que gere um feedback neste leitor. Por outro lado, essa equipe ou esse profissional também se atenta às imagens, que precisam ser muito bem pensadas. Muitas vezes a arte fala mais que 140 caracteres, portanto, os layouts pensados por toda a equipe de criação, e elaborados para as publicações, precisam trazer não só a identidade da marca, como também uma mensagem-chave, ou também conhecida como key messages, que chame a atenção. Um post bem construído pode gerar uma aproximação do cliente com a marca, promovendo engajamento e construção de valores.

Um único post fará parte de todo um planejamento semanal, que faz parte de um cronograma pensado para seguir diretrizes de uma marca e para atingir determinados públicos. Estes profissionais vivem sempre antenados e acompanhando as principais datas, para que conteúdos relevantes não passem despercebidos. Elaborando publicações mostrando que a marca está por dentro do que acontece no momento é possível fazer posts utilizando sacadas da atualidade. Este conteúdo, quando bem arquitetado, pode se tornar viral positivo em questão de minutos, mas sempre alinhado com essas diretrizes e públicos de interesse das marcas.

Uma das habilidades mais desejadas nestes profissionais tem sido “ser heavy user em redes sociais”. Porém, além de ter presença digital, o profissional precisa atuar constantemente nos diversos canais. Esta vivência efetiva no meio é sempre um diferencial, pois promovendo e participando de ações, o profissional sabe de fato como cada uma das ferramentas funciona.

Por fim, é necessário que esse profissional ou essa equipe consiga mensurar os resultados. Saber interpretar dados são requisitos essenciais para localizar os erros e acertos das ações. A partir daí, a tarefa principal é criar relatórios, monitorar metas e objetivos, realizando uma análise crítica. Medindo os resultados é possível saber a eficácia das estratégias adotadas, buscando uma melhoria contínua dos processos e deixando claro a importância de ter um profissional realizando este trabalho para a sua empresa.

Sua empresa precisa profissionalizar e investir nas medias sociais? Conte com a Race Comunicação para isso.

Facebook, investir ou não investir em publicidade?

Por Ana Carolina

É fato mundial que o povo brasileiro é conhecido pela sua receptividade e participação, o cenário nas redes sociais não poderia ser diferente. A presença tão forte de brasileiros no Facebook é uma ótima oportunidade para você empresário, orientado por uma assessoria de comunicação competente, mostrar o seu negócio a quem realmente importa.

De acordo com pesquisa realizada pelo próprio Facebook direcionada para empresas, atualmente mais 2,1 milhões de pequenas e médias empresas anunciam produtos e serviços na plataforma para impulsionar seus resultados de negócios. Por que não se juntar a eles? Ou melhor, quais as vantagens de se juntar a eles?

Bom, você tem uma página da sua empresa, as artes são interessantes, o avatar é bonito, a foto da capa e conteúdo estão bem alinhados conforme a imagem da sua organização, tudo certo. No entanto, como chamar mais público além daqueles amigos, funcionários e parentes que já curtem a sua página? Existem basicamente dois jeitos de se fazer isso Post Patrocinados ou Patrocinar sua página para angariar curtidores alinhados com o perfil do seu público de interesse.

O que é postado em uma fanpage é limitado ao número de pessoas que curtem a página, quando o post é promovido, ele é sinalizado e aparece no feed de notícias. Ao optar por este modelo de anúncio, o anunciante investe de acordo com o número de pessoas que serão impactadas pela postagem, podendo escolher o valor que melhor se encaixa no seu orçamento e objetivos.

A grande vantagem dos Posts Patrocinados é que quando os amigos de uma pessoa curtem, comentam ou compartilham esses posts os amigos delas também verão essa postagem, sendo uma maneira fácil e rápida de atingir a maioria das pessoas que curtem uma página como também os amigos delas.

No caso do Patrocínio da página é importante lembrar que estas pessoas estarão conectadas à sua página e receberão a maioria dos posts que você fizer. O ideal é a junção dos dois formatos: posts patrocinados e patrocínio de página.  O Facebook ainda oferece outros tipos de publicidade, mas aí já é assunto para outro post.

Procure uma assessoria de comunicação (ou a equipe da Race Comunicação), receba uma orientação qualificada e invista na publicidade no Facebook para o crescimento do seu negócio e público.

Reclamações do Público Interno

Por Maira Manesco

Num primeiro momento, algumas críticas podem ser encaradas de forma negativa – vivemos em uma sociedade que não nos prepara para ouvir sobre nossos pontos fracos. Com muitas empresas, isso não é diferente. Muitos diretores e gerentes tendem a pensar que funcionários que reclamam estão insatisfeitos com o trabalho e com a companhia.

Hoje, algumas organizações já percebem que a opinião do público interno é muito valiosa, pois traz consigo informações que podem ajudar a sanar problemas e diminuir conflitos. Usar as críticas a favor do bem da empresa é sábio… E desenvolver uma estratégia que integre os canais de comunicação é a chave para uma ação bem-sucedida.

O ideal é estreitar o relacionamento entre a base e o topo da pirâmide, fazendo com que todos se sintam à vontade e em uma hierarquia com fluxo de comunicação horizontal. Alguns canais podem ser úteis nesta situação, como:

– Encontro com Presidente/Diretores: pode ser um café da manhã ou um almoço com os principais executivos da empresa e alguns funcionários-chave, nos quais serão discutidos pontos de atenção e de melhorias.

– Telefone/E-mail Direto: nesta opção, os funcionários possuem um canal direto com a diretoria. Podem ligar ou escrever um e-mail com suas reclamações e ideias. Muitas vezes, os funcionários podem se reunir previamente e escolher um representante para levar as críticas à diante.

Urna de Reclamação: neste caso, os funcionários podem escrever suas sugestões em um papel e inseri-lo em uma urna, sem que haja a necessidade de identificação.

Qualquer que seja o canal de comunicação com o público interno, é preciso que haja retorno rápido por parte da empresa, com sua posição com relação ao que foi reclamado. E, mais importante, ainda, é informar todos os funcionários, independente de suas funções, da existência destes canais de comunicação.

Lembre-se que os funcionários são o cartão de visitas de onde trabalham, por isso, precisam se sentir importantes e saber que a opinião deles faz a diferença.

O que deve conter um Manual de Crise em Comunicação

Por Filipe Andrade

Crises podem ocorrer em qualquer organização, independentemente da atuação ou dimensão. As consequências dessas situações, por outro lado, resultam do planejamento e da atuação, reativa e proativa, da empresa.

É importante destacar que essas crises podem resultar de fatores externos ou internos e os impactos, se não houver uma atuação efetiva por parte da organização, podem ser devastadores.

Como forma de se antecipar a essas situações, muitas organizações desenvolvem o Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação, que nada mais é que um plano de ação para esses casos. Nele, estão as principais iniciativas a serem tomadas no momento de uma crise e após essa situação, com o objetivo de salvaguardar ou ainda de resgatar a imagem da organização junto a seus públicos.

A respeito disso, o Manual de Gerenciamento de Crise da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), pontua o seguinte: “Gerenciar crise é trabalhá-la em seu conjunto. O ponto principal da gestão de crise é a prevenção, por meio da identificação de sinais internos ou externos que anunciam a sua chegada e da preparação de estrutura para enfrentá-la. A gestão da crise não é porta de saída, mas de entrada para a terceira fase: a reconquista da confiança na instituição para manter a atividade presente e perpetuá-la no futuro”.

Pensando em ajudar nossos leitores, a equipe da Race Comunicação listou alguns dos principais pontos para um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação. Nossa intenção não é criar um modelo fechado de manual, já que esse tipo de material deve ser elaborado de acordo com as necessidades de cada empresa, mas nossa ideia aqui é dar uma visão geral do que não pode faltar. Sendo assim, esse manual deve então orientar, ao menos, quanto as seguintes questões:

  • Mapeamento dos fatores que levaram à crise e elaboração de uma matriz de risco;
  • Mapeamento de stakeholders que podem ser impactados em uma possível crise;
  • Quais os requisitos para a criação de um comitê de crise (responsável por definir as ações para cada caso);
  • Atuação do comitê de crise;
  • Quem deve ser e quais os critérios para a definição de um porta-voz (o responsável por falar à imprensa nesses casos);
  • Preparação do público interno;
  • Restauração da imagem da organização.

Se sua empresa precisa criar um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação entre em contato com a nossa equipe para que possamos te ajudar.

Ritos de comunicação no engajamento de funcionários

Por Maira Manesco

Rito é um conjunto de atos formalizados, expressivos, portadores de uma dimensão simbólica, explica a antropóloga francesa Martine Segalen em seu livro Ritos e Rituais Contemporâneos. O rito acontece em um momento particular com ações únicas que beneficiam e motivam um grupo de pessoas.

Sendo assim, os ritos podem ser importantes ferramentas de integração entre as pessoas. No mundo corporativo, incentivam o engajamento dos funcionários – especialmente quando usados como peça-chave na comunicação interna – fazendo-os se sentirem parte da organização.

Alguns dos ritos mais comuns e que podem ser aplicados para estimular o público interno são:

Rito de Comemoração: pode acontecer no início ou no final de um projeto, no aniversário da empresa, quando uma meta é alcançada, quando há uma conquista etc. Este rito pode ser, por exemplo, um brunch especial para os funcionários.

Rito de Integração: tradicional em muitas empresas, acontece em formato de reunião com os novos colaboradores, que passam o primeiro dia de trabalho conhecendo a empresa, seus produtos e serviços.

Rito de Reforço: serve para estimular, aumentar o “pique” dos funcionários. Geralmente usado quando é preciso uma dose a mais de motivação para alcançar metas e aumentar os esforços da equipe para completar projetos. A empresa pode, por exemplo, propor uma ação externa que mostre aos funcionários como o trabalho em equipe pode ampliar os resultados. Escape games, como o Puzzle Room, são ótimas alternativas.

Rito de Passagem: ajudam na transição de status dentro da organização, por exemplo, quando um estagiário é efetivado e toda equipe sai para almoçar junta para celebrar esta conquista.

Estes são alguns exemplos de atividades planejadas que têm consequências práticas e expressivas, tornando a comunicação organizacional mais sensível. Independentemente da forma, uma coisa é certa: é importante que as empresas invistam tempo e esforços para agradar e engajar o público interno.

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