Afinal, o que é agenciar?

Afinal, o que é agenciar?

Por Rogério Artoni

Atualmente, no país, qualquer mercado tem suas grandes empresas que atuam de forma completa. Essas grandes companhias têm seus nomes tatuados nas mentes de seus potenciais consumidores. Já para empresas menores, que querem também um lugar na memória destes aspirantes a clientes, algumas atitudes são essenciais, como por exemplo, o relacionamento e a união de forças. Manter um bom relacionamento é de extrema importância e encontrar parceiros de negócios que queiram andar juntos pode ser um atalho para a conquista de novos clientes.

Não existe fórmula mágica, mas buscar parcerias com empresas que complementam o seu trabalho pode ser um ótimo caminho. Muitas vezes em reuniões com clientes vemos que aquilo que ele precisa, uma agência parceira pode executar. Nosso trabalho é apontar soluções para nossos clientes, mesmo que elas não sejam da nossa área. Então, o que fazer? Indicar um parceiro de negócios.

Muitas vezes o cliente pode precisar de um novo site, um fornecedor de brindes ou até de uma reforma arquitetônica no escritório. Já houve casos de indicarmos um cliente para o outro e aí agradar dois clientes encontrando solução para ambos. Acredito que este é um dos papéis de uma agência. Não só prestar assessoria de imprensa, comunicação interna ou redes sociais, mas sim achar soluções para os clientes. Segundo o dicionário Houaiss, o verbo agenciar significa “servir de agente ou intermediário de (algo)”. Sendo assim, intermediamos o contato entre cliente e imprensa, cliente e stakeholders, cliente e cliente e, portanto, problema e solução.

Obviamente que cada empresa tem seu core business, mas a indicação leva à retribuição de outra indicação que pode trazer mais clientes. Na pirâmide corporativa, apenas pouquíssimas empresas figuram no topo, e é uma escalada difícil. Então, porque não dar as mãos a uma empresa parceira e um ajudar o outro?

Assim, através destas parcerias entre empresas, nascem grupos, entidades colaborativas, cooperativas e outras instituições que agregam empresas e seus pares, juntando forças para crescer. No mercado de assessoria de imprensa, por exemplo, existem várias entidades como estas onde as empresas se afiliam e buscam ampliar mercado.

Confira algumas instituições nacionais e internacionais que agregam agências de assessoria de imprensa:

Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

www.aberje.com.br

Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação

www.abracom.org.br

Public Relations Society of America (PRSA)

www.prsa.org

International Public Relations Association (IPRA)

www.ipra.org

Public Relations Consultants Association (PRCA)

www.prca.org.uk

GlobalCom PR-Network

www.gcpr.net

Public Relations Global Network (PRGN)

www.prgn.com

The Network One

www.thenetworkone.com

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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Apresentando o funcionamento da assessoria ao novo cliente

Por André Ranieri

O entrosamento entre a agência de comunicação e o cliente é fundamental na hora de conquistar bons resultados. E para isso é imprescindível, logo que a parceria é fechada, que a empresa contratante entenda alguns pontos sobre uma assessoria. Dentre eles, a relação entre o assessor e o jornalista; como uma matéria é publicada; a importância da agilidade na aprovação dos materiais; e como tornar uma pauta interessante ao jornalista. Essa apresentação deve ser feita logo no início do trabalho, pois ela será determinante durante todo o processo.

Acompanhe a seguir alguns pontos fundamentais que devem ser apresentados ao cliente logo que a parceria é firmada:

 1.      Assessor x Jornalista

A relação entre o assessor de imprensa e o jornalista deve ser a melhor possível. O cliente precisa entender que na maioria das vezes o caminho para um bom relacionamento assessor x jornalista não é a insistência. A relação tem que ser construída aos poucos. Muitas vezes o assessor negocia por meses até conseguir emplacar uma única matéria.

 2.      Como uma matéria é publicada

O caminho até uma matéria ser publicada é longo. A assessoria de imprensa precisa conhecer muito bem o cliente, e saber qual é o foco que a empresa quer dar ao trabalho. Por isso, uma imersão deve ser feita logo no início da parceria. A partir daí, o caminho até a notícia chegar às bancas pode ser variado. Follow ups, press-releases e press-kits são as formas mais convencionais, e é importante que o cliente entenda estes processos, mesmo que de forma superficial. Também é fundamental destacar que o trabalho da assessoria é conquistar espaço nos veículos como notícia, e não como publicidade. Muitas empresas acreditam que é possível comprar espaço editorial nos meios de comunicação, mas esta prática, além de ilegal, não é adotada por agências de comunicação sérias.

 3.      Agilidade na aprovação

 A agilidade entre a elaboração do material, que será enviado à imprensa, e a aprovação junto ao cliente é fundamental para que a pauta em questão seja bem sucedida. Quanto mais rápido o material é aprovado (principalmente as pautas quentes), mais chances de repercutir. É fundamente que o cliente e a assessoria encontrem o “timing” certo para as aprovações.

 4.      O que é interessante ao jornalista

Qualquer tema pode ser trabalhado por uma assessoria de imprensa. Porém, cada assunto possui um potencial diferente do outro. O grande segredo para uma pauta ser bem sucedida é que ela tenha algo interessante e atrativo aos olhos do jornalista. É fundamental que o cliente entenda bem essa necessidade. Por exemplo, caso uma empresa automotiva queira aparecer em revistas de negócios, uma pauta abordando o crescimento da montadora no último ano é muito mais atraente ao jornalista do que uma pauta falando sobre o novo carro que será lançamento no próximo mês. Por outro lado, se o foco da empresa são as revistas automotivas, o lançamento do novo carro tem um potencial muito maior.

*André Ranieri é Assessor de imprensa na Race Comunicação

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Thanks!

É um grande prazer escrever o primeiro post do Blog da Race. Por aqui você vai encontrar um pouco dos bastidores da agência, muita informação, entrevistas, artigos, dicas de cursos, calendário de eventos importantes e “unas cositas mas”.

Muita gente para agradecer, começando pela família: Angela, Isa, João, Dulce, irmãos, cunhados e Dna Filó (claro, sempre!!!). Aos amigos: Israel, Marcelão (lá de cima tá vendo tudo!!), Pri, Cáren, Dani, Dynamo Sucata, Agência Tribo, ufa a lista é sem fim….

Quero agradecer também minha parceira, amiga, colega de trabalho e sócia, Lívia Caixeta. Da filial da Race em Goiânia ela acompanhou (e acompanha) de perto cada momento desse crescimento. Agradeço também a cada um dos colaboradores que passaram e que trabalham da Race, pelo empenho constante em fazer com que tudo dê sempre certo. Acho que esse é um dos nossos grandes diferenciais, a nossa equipe. Ultra empenhada em fazer com que as matérias de nossos clientes sejam sempre positivas, que a foto que o jornalista publique seja sempre a melhor, que o entrevistado esteja sempre muito bem preparado, que a verdade prevaleça, que a revista interna saia com o melhor layout…. Com tudo isso, quem ganha são nossos clientes, que estão sempre na mídia da melhor forma possível, no melhor veículo, na melhor matéria, com a melhor comunicação interna e com os melhores resultados.

Foi com todo o empenho desta turma que conseguimos o feito de ficar entre as 150 (144º para ser mais exato) maiores assessorias de imprensa do país, segundo o Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2012. Aí você me pergunta: “Tá, mas 150 não representa muita coisa, certo?” Errado, meu caro leitor… no Brasil são mais de 1500 agências de assessoria de imprensa, segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. E esse número é uma estimativa baixíssima. Algumas pessoas da área falam em oito mil, considerando aquelas empresas que possuem apenas o próprio jornalista.

Eu e a Lívia Caixeta só temos a agradecer: a nossa turma de colaboradores, aos nossos clientes, antigos clientes, parceiros, jornalistas, futuros clientes e a você nosso, agora, assíduo leitor do Blog da Race.

Seja bem-vindo!

Rogério Artoni

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