Profissionalização das redes sociais: tenha uma página feita por quem entende do assunto

Profissionalização das redes sociais: tenha uma página feita por quem entende do assunto

Por Évelin Karen

Com a popularização das redes sociais, as empresas passaram a ver estas mídias como uma forte ferramenta de marketing. Porém, para conduzir um trabalho de sucesso é muito importante a contratação de profissionais capacitados para planejar, executar e monitorar as ações. Algumas empresas deixam as redes sociais nas mãos de profissionais de outras áreas, porém, quais são as vantagens de contar com um especialista em social mídia conduzindo os trabalhos destes canais?

Quando se contrata um profissional de redes sociais a empresa passa a ter não só um conhecedor do assunto, mas também alguém que realiza o planejamento prévio das ações, cuidando da presença da marca. Ter uma agência para realizar essa ação facilita mais ainda, pois tem toda a expertise de vários profissionais e de áreas distintas, que vão facilitar questões como: que atitudes tomar em algumas situações, quais as melhores formas de se posicionar, etc.

Neste trabalho, são realizados cronogramas pensando em textos que chamem a atenção do leitor do princípio ao fim, garantindo que ele seja curtido, compartilhado, retweetado e que gere um feedback neste leitor. Por outro lado, essa equipe ou esse profissional também se atenta às imagens, que precisam ser muito bem pensadas. Muitas vezes a arte fala mais que 140 caracteres, portanto, os layouts pensados por toda a equipe de criação, e elaborados para as publicações, precisam trazer não só a identidade da marca, como também uma mensagem-chave, ou também conhecida como key messages, que chame a atenção. Um post bem construído pode gerar uma aproximação do cliente com a marca, promovendo engajamento e construção de valores.

Um único post fará parte de todo um planejamento semanal, que faz parte de um cronograma pensado para seguir diretrizes de uma marca e para atingir determinados públicos. Estes profissionais vivem sempre antenados e acompanhando as principais datas, para que conteúdos relevantes não passem despercebidos. Elaborando publicações mostrando que a marca está por dentro do que acontece no momento é possível fazer posts utilizando sacadas da atualidade. Este conteúdo, quando bem arquitetado, pode se tornar viral positivo em questão de minutos, mas sempre alinhado com essas diretrizes e públicos de interesse das marcas.

Uma das habilidades mais desejadas nestes profissionais tem sido “ser heavy user em redes sociais”. Porém, além de ter presença digital, o profissional precisa atuar constantemente nos diversos canais. Esta vivência efetiva no meio é sempre um diferencial, pois promovendo e participando de ações, o profissional sabe de fato como cada uma das ferramentas funciona.

Por fim, é necessário que esse profissional ou essa equipe consiga mensurar os resultados. Saber interpretar dados são requisitos essenciais para localizar os erros e acertos das ações. A partir daí, a tarefa principal é criar relatórios, monitorar metas e objetivos, realizando uma análise crítica. Medindo os resultados é possível saber a eficácia das estratégias adotadas, buscando uma melhoria contínua dos processos e deixando claro a importância de ter um profissional realizando este trabalho para a sua empresa.

Sua empresa precisa profissionalizar e investir nas medias sociais? Conte com a Race Comunicação para isso.

Gostou do artigo?

Facebook, investir ou não investir em publicidade?

Por Ana Carolina

É fato mundial que o povo brasileiro é conhecido pela sua receptividade e participação, o cenário nas redes sociais não poderia ser diferente. A presença tão forte de brasileiros no Facebook é uma ótima oportunidade para você empresário, orientado por uma assessoria de comunicação competente, mostrar o seu negócio a quem realmente importa.

De acordo com pesquisa realizada pelo próprio Facebook direcionada para empresas, atualmente mais 2,1 milhões de pequenas e médias empresas anunciam produtos e serviços na plataforma para impulsionar seus resultados de negócios. Por que não se juntar a eles? Ou melhor, quais as vantagens de se juntar a eles?

Bom, você tem uma página da sua empresa, as artes são interessantes, o avatar é bonito, a foto da capa e conteúdo estão bem alinhados conforme a imagem da sua organização, tudo certo. No entanto, como chamar mais público além daqueles amigos, funcionários e parentes que já curtem a sua página? Existem basicamente dois jeitos de se fazer isso Post Patrocinados ou Patrocinar sua página para angariar curtidores alinhados com o perfil do seu público de interesse.

O que é postado em uma fanpage é limitado ao número de pessoas que curtem a página, quando o post é promovido, ele é sinalizado e aparece no feed de notícias. Ao optar por este modelo de anúncio, o anunciante investe de acordo com o número de pessoas que serão impactadas pela postagem, podendo escolher o valor que melhor se encaixa no seu orçamento e objetivos.

A grande vantagem dos Posts Patrocinados é que quando os amigos de uma pessoa curtem, comentam ou compartilham esses posts os amigos delas também verão essa postagem, sendo uma maneira fácil e rápida de atingir a maioria das pessoas que curtem uma página como também os amigos delas.

No caso do Patrocínio da página é importante lembrar que estas pessoas estarão conectadas à sua página e receberão a maioria dos posts que você fizer. O ideal é a junção dos dois formatos: posts patrocinados e patrocínio de página.  O Facebook ainda oferece outros tipos de publicidade, mas aí já é assunto para outro post.

Procure uma assessoria de comunicação (ou a equipe da Race Comunicação), receba uma orientação qualificada e invista na publicidade no Facebook para o crescimento do seu negócio e público.

Gostou do artigo?

Reclamações do Público Interno

Por Maira Manesco

Num primeiro momento, algumas críticas podem ser encaradas de forma negativa – vivemos em uma sociedade que não nos prepara para ouvir sobre nossos pontos fracos. Com muitas empresas, isso não é diferente. Muitos diretores e gerentes tendem a pensar que funcionários que reclamam estão insatisfeitos com o trabalho e com a companhia.

Hoje, algumas organizações já percebem que a opinião do público interno é muito valiosa, pois traz consigo informações que podem ajudar a sanar problemas e diminuir conflitos. Usar as críticas a favor do bem da empresa é sábio… E desenvolver uma estratégia que integre os canais de comunicação é a chave para uma ação bem-sucedida.

O ideal é estreitar o relacionamento entre a base e o topo da pirâmide, fazendo com que todos se sintam à vontade e em uma hierarquia com fluxo de comunicação horizontal. Alguns canais podem ser úteis nesta situação, como:

– Encontro com Presidente/Diretores: pode ser um café da manhã ou um almoço com os principais executivos da empresa e alguns funcionários-chave, nos quais serão discutidos pontos de atenção e de melhorias.

– Telefone/E-mail Direto: nesta opção, os funcionários possuem um canal direto com a diretoria. Podem ligar ou escrever um e-mail com suas reclamações e ideias. Muitas vezes, os funcionários podem se reunir previamente e escolher um representante para levar as críticas à diante.

Urna de Reclamação: neste caso, os funcionários podem escrever suas sugestões em um papel e inseri-lo em uma urna, sem que haja a necessidade de identificação.

Qualquer que seja o canal de comunicação com o público interno, é preciso que haja retorno rápido por parte da empresa, com sua posição com relação ao que foi reclamado. E, mais importante, ainda, é informar todos os funcionários, independente de suas funções, da existência destes canais de comunicação.

Lembre-se que os funcionários são o cartão de visitas de onde trabalham, por isso, precisam se sentir importantes e saber que a opinião deles faz a diferença.

Gostou do artigo?

O que deve conter um Manual de Crise em Comunicação

Por Filipe Andrade

Crises podem ocorrer em qualquer organização, independentemente da atuação ou dimensão. As consequências dessas situações, por outro lado, resultam do planejamento e da atuação, reativa e proativa, da empresa.

É importante destacar que essas crises podem resultar de fatores externos ou internos e os impactos, se não houver uma atuação efetiva por parte da organização, podem ser devastadores.

Como forma de se antecipar a essas situações, muitas organizações desenvolvem o Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação, que nada mais é que um plano de ação para esses casos. Nele, estão as principais iniciativas a serem tomadas no momento de uma crise e após essa situação, com o objetivo de salvaguardar ou ainda de resgatar a imagem da organização junto a seus públicos.

A respeito disso, o Manual de Gerenciamento de Crise da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), pontua o seguinte: “Gerenciar crise é trabalhá-la em seu conjunto. O ponto principal da gestão de crise é a prevenção, por meio da identificação de sinais internos ou externos que anunciam a sua chegada e da preparação de estrutura para enfrentá-la. A gestão da crise não é porta de saída, mas de entrada para a terceira fase: a reconquista da confiança na instituição para manter a atividade presente e perpetuá-la no futuro”.

Pensando em ajudar nossos leitores, a equipe da Race Comunicação listou alguns dos principais pontos para um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação. Nossa intenção não é criar um modelo fechado de manual, já que esse tipo de material deve ser elaborado de acordo com as necessidades de cada empresa, mas nossa ideia aqui é dar uma visão geral do que não pode faltar. Sendo assim, esse manual deve então orientar, ao menos, quanto as seguintes questões:

  • Mapeamento dos fatores que levaram à crise e elaboração de uma matriz de risco;
  • Mapeamento de stakeholders que podem ser impactados em uma possível crise;
  • Quais os requisitos para a criação de um comitê de crise (responsável por definir as ações para cada caso);
  • Atuação do comitê de crise;
  • Quem deve ser e quais os critérios para a definição de um porta-voz (o responsável por falar à imprensa nesses casos);
  • Preparação do público interno;
  • Restauração da imagem da organização.

Se sua empresa precisa criar um Manual de Gerenciamento de Crise em Comunicação entre em contato com a nossa equipe para que possamos te ajudar.

Gostou do artigo?

Ritos de comunicação no engajamento de funcionários

Por Maira Manesco

Rito é um conjunto de atos formalizados, expressivos, portadores de uma dimensão simbólica, explica a antropóloga francesa Martine Segalen em seu livro Ritos e Rituais Contemporâneos. O rito acontece em um momento particular com ações únicas que beneficiam e motivam um grupo de pessoas.

Sendo assim, os ritos podem ser importantes ferramentas de integração entre as pessoas. No mundo corporativo, incentivam o engajamento dos funcionários – especialmente quando usados como peça-chave na comunicação interna – fazendo-os se sentirem parte da organização.

Alguns dos ritos mais comuns e que podem ser aplicados para estimular o público interno são:

Rito de Comemoração: pode acontecer no início ou no final de um projeto, no aniversário da empresa, quando uma meta é alcançada, quando há uma conquista etc. Este rito pode ser, por exemplo, um brunch especial para os funcionários.

Rito de Integração: tradicional em muitas empresas, acontece em formato de reunião com os novos colaboradores, que passam o primeiro dia de trabalho conhecendo a empresa, seus produtos e serviços.

Rito de Reforço: serve para estimular, aumentar o “pique” dos funcionários. Geralmente usado quando é preciso uma dose a mais de motivação para alcançar metas e aumentar os esforços da equipe para completar projetos. A empresa pode, por exemplo, propor uma ação externa que mostre aos funcionários como o trabalho em equipe pode ampliar os resultados. Escape games, como o Puzzle Room, são ótimas alternativas.

Rito de Passagem: ajudam na transição de status dentro da organização, por exemplo, quando um estagiário é efetivado e toda equipe sai para almoçar junta para celebrar esta conquista.

Estes são alguns exemplos de atividades planejadas que têm consequências práticas e expressivas, tornando a comunicação organizacional mais sensível. Independentemente da forma, uma coisa é certa: é importante que as empresas invistam tempo e esforços para agradar e engajar o público interno.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e acompanhe os posts do blog Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Entre o planejamento e o conteúdo: o timing de cada veículo

Por Filipe Andrade

Em assessoria de imprensa, além da necessidade de se oferecer conteúdo relevante dentro da linha editorial de cada meio de comunicação, conhecer as rotinas e dinâmicas  dos veículos é essencial. O motivo pode parecer óbvio, mas é fundamental reforçá-lo sempre: uma informação só é importante – e, portanto, publicável – se for relevante ao leitor/telespectador/ouvinte do veículo no qual se deseja publicar e esteja dento do seu prazo.

Por exemplo, em jornais impressos diários, tudo acontece com uma enorme rapidez. Nesses casos, as edições costumam ser fechadas no dia anterior. Já em emissoras de televisão, o timing é mais curto, ainda mais quando são veiculadas mais de uma edição do jornal por dia. Para esses casos, os conteúdos são fechados no período anterior: se o jornal é à noite, o fechamento acontece à tarde, por exemplo. Contudo, para os dois casos, tanto para a mídia impressa quanto para as redações de TV, cabe à assessoria de imprensa um bom planejamento, antecipando-se a esses prazos para, assim, obter melhores resultados nas publicações.

Já nas revistas especializadas, a periodicidade costuma ser maior, e os conteúdos, necessariamente, precisam ser mais elaborados. Por isso, o contato com esses veículos deve ser iniciado o quanto antes. Se uma revista bimestral será publicada em julho, isto significa que os conteúdos serão fechados entre maio e junho. Sendo assim, o ideal é que o relacionamento assessoria/redação seja iniciado em abril.

A publicação em todos casos é, portanto, resultado de dois fatores principais: o planejamento e o conteúdo relevante. Assim, conhecer o timing de cada veículo e ter um bom relacionamento com a redação são indispensáveis para o êxito desse planejamento.

A sua empresa precisa de um planejamento atrelado a produção de conteúdo? A Race Comunicação pode fazer isso para você. 

Gostou do artigo?

Criatividade: uma aliada na hora de pensar em uma pauta

Por Évelin Karen

Para se tornar relevante na geração de conteúdo online – ou content marketing –, é preciso escrever muitos textos, seja para um blog corporativo ou mesmo para um site da empresa. Escolher um bom tema para escrever nem sempre é uma tarefa simples. Se você produz conteúdo com frequência, é bem provável que, em algum momento da carreira, você tenha enfrentado um bloqueio criativo e passado “horas” na frente da tela do computador, sem escrever uma única linha.

Bom, o que fazer nesta hora? O ideal é agir antes que essa trava aconteça. Para ajudar, separamos sete dicas que vão te ajudar a pensar em uma história criativa:

1 – Expanda seus horizontes: Não se prenda apenas ao ambiente de trabalho. Muitas vezes, boas ideias surgem quando menos se espera, como quando se está no transporte a caminho de casa ou até mesmo numa reunião com amigos. Novas pessoas podem gerar novas ideias. Anote toda e qualquer sugestão que tiver: vale no bloquinho de notas, no celular, arquivos no computador, rascunho de e-mail. Crie um banco de ideias para que você possa lapidá-las de acordo com a sua necessidade.

2 – Aprenda a reconstruir temas: Nem sempre você terá ideias mirabolantes. Geralmente, falar sobre um assunto simples, mas com uma abordagem inovadora, é uma boa saída para te render bons resultados.

3 – Não se reprima: Escreva tudo o que vem à cabeça e depois brinque de ligar os pontos. Trabalhe e reflita sobre os assuntos que você propõe. Nem sempre a primeira ideia é a melhor. Mesmo que você esteja escrevendo sobre coisas aleatórias, o cérebro é estimulado, aumentando as chances de se gerar conteúdo criativo. Pense, analise e filtre para saber se algo pode ser melhorado. Arrisque-se, inove e saia da caixa para ter resultados surpreendentes.

4 – Convoque reuniões de brainstorm: Todos sabem que várias cabeças pensam melhor que uma só. A boa e velha reunião de brainstorm sempre é uma boa pedida. Na chuva de ideias, uma sugestão pode acabar complementando a outra, acendendo uma luz para a criação de algo inovador.

5 – Esteja presente nas redes sociais: Monitore e siga diversas páginas, grupos de discussão e fóruns. Nestes canais são divulgadas uma grande quantidade de conteúdos novos que podem te inspirar. Ali também você pode filtrar sua busca pelos assuntos que te parecem mais relevantes. No final das contas, um simples “meme” pode se tornar uma boa oportunidade de pauta.

6 – Leia muito: Fique sempre de olho num bom livro, nas notícias e saiba sobre os principais assuntos do momento. Esta constante atualização das informações pode ajudar – e muito – na hora de se pensar em temas. Mas lembre se: escolha sempre fontes confiáveis.

7 – Cuide se! Pense um pouco mais em você e no seu bem estar: ouça música, medite, relaxe, durma. Seu corpo e mente precisam estar em boas condições para que as ideias possam fluir naturalmente e melhor.

A Race é uma agência especializada em produção de conteúdo. Provavelmente você nos achou por um buscador e chegou até aqui. Se está buscando uma agência de produção de conteúdo, entre em contato com os nossos especialistas e veja como podemos te auxiliar.

Gostou do artigo?

Comunicação no atendimento ao cliente

Por Ana Carolina

Mais do que oferecer serviços ou produtos, uma empresa precisa estar atenta às necessidades do mercado consumidor. Cada cliente tem suas peculiaridades e para que a comunicação aconteça de forma eficiente, adaptar a linguagem e o conteúdo dos materiais de divulgação da sua organização é fundamental.

O primeiro passo para um atendimento eficiente é conhecer o público. Fazer um mapeamento de stakeholders pode ajudar muito. Esteja atento a linguagem utilizada no meio em que a sua organização está inserida. Lembre-se sempre que a comunicação é uma via de mão dupla, é preciso estabelecer um diálogo, e para isso, é necessário que as duas partes falem a mesma “língua”. Um vocabulário muito formal pode dificultar a compreensão da mensagem que você deseja transmitir, assim como uma linguagem muito informal pode causar certa aversão em meio mais conservador, conheça bem o perfil do seu público antes de enviar um material.

Esteja atento a aspectos culturais. Algumas empresas lidam com clientes de outros estados e até mesmo internacionais. Além da preocupação em produzir material em outro idioma, é importante ter em vista alguns costumes regionais e internacionais para evitar possíveis desconfortos. Cuidado com expressões ou brincadeiras que podem ser ofensivas em diferentes regiões e até mesmo países. Datas comemorativas, atividades especiais, tudo deve ser planejado e bem elaborado, para que a comunicação aconteça de forma adequada e contribua para o bom relacionamento da organização.

Ron Willinghan, pesquisador na área de administração de empresas em um de seus livros mais vendidos: “O que você faz que agrada seus clientes? ”discorre sobre a importância do valor emocional para o relacionamento entre empresa e cliente. É muito comum que organizações do mesmo segmento tenham produtos e serviços parecidos, porém é impossível copiar pessoas, a criatividade no atendimento é decisiva para o sucesso da marca. Segundo o autor, “…os clientes querem se sentir valorizados pelas pessoas que prestam serviços a elas”.

Criar um material de comunicação adequado para cada público é mais do que tradução, é criar uma ligação com o púbico. Uma agência de comunicação corporativa ou empresarial está apta a estudar e entender o cliente e dessa forma criar materiais que sejam coerentes e eficazes na solidificação de um relacionamento entre a empresa e seu público.

Se sua empresa está buscando uma agência para ajudar na comunicação com o cliente, entre em contato com a Race Comunicação e veja como podemos ajuda-lo 

Gostou do artigo?

Cobertura televisiva em eventos

Por Kátia Silva

Alinhada a uma boa estratégia de comunicação empresarial, gerar cobertura televisiva em eventos é uma importante ferramenta para a divulgação da marca de uma empresa, podendo trazer excelentes resultados com apenas uma divulgação.

Já pensou em falar sobre um novo produto da sua empresa em uma das maiores emissoras de televisão do país ou em um reconhecido telejornal?  Essa pode ser a oportunidade para o porta-voz apresentar o produto/serviço, gerar resultar em repercussão espontânea positiva na imprensa e posteriormente, replicado nas redes sociais da empresa. Dessa forma, gerando impacto das ações de assessoria de imprensa nos negócios do cliente.

O ideal é o porta-voz fazer um media training antes de atender qualquer jornalista. De qualquer forma, para alcançar um resultado positivo nestas oportunidades, nós preparamos algumas dicas para atender a uma solicitação de entrevista de emissora de televisão:

  • Quando for possível, alinhe todas as perguntas com o jornalista antes de começar a gravação.
  • Seja breve e objetivo: lembre-se que o repórter sai da redação com uma missão específica e precisa de respostas objetivas, por isso responda apenas o que lhe for perguntado e seja preciso nas respostas, assim você se preserva e responde o que foi solicitado.
  • Quando estiver falando, cuidado com as gírias ou com o excesso de movimento nos braços, mãos e pernas.
  • Antes ou após a gravação, nunca peça para ler a pauta, ouvir ou rever a gravação.
  • Para as mulheres, cuidado com o excesso de maquiagem e de adereços.
  • Use roupas de estilo clássico, com tons sóbrios, preferencialmente lisos. Em empresas que adotam uniformes, é importante que o porta-voz faça o uso.
  • Mantenha uma postura cordial, atenta e profissional. Tudo isso pode estar “em jogo” durante a entrevista.
  • Sempre dê ao repórter o seu cartão de visita. Isso servirá para que o seu nome e cargo seja escrito corretamente.
  • A entrevista só acaba quando termina: é importante ter paciência e espere que o jornalista feche o caderno de anotações, desligue o gravador e demonstre que está satisfeito com as informações. Mesmo assim, isso não quer dizer que a entrevista acabou. As entrevistas só terminam quando o repórter deixa o local onde a conversa ocorreu.

Quer saber mais? A Race é especialista no assunto. Clique aqui e veja mais informações dos serviços que nós oferecemos.

Gostou do artigo?

O poder da imagem e do som na comunicação corporativa

Por Wilson Barros

Uma imagem vale mais que mil palavras. Esse ditado popular nunca fez tanto sentido quanto nos tempos atuais, em que somos inundados diariamente com vídeos e imagens, nos nossos universos online e offline. Não à toa, este é considerado por muitos o período em que o potencial da comunicação interpessoal tem sido utilizado próximo ao seu máximo. E por quê? Bom, basicamente porque somos seres visuais – 90% de toda a informação transmitida ao cérebro é visual.

Mas esta é apenas parte da resposta. Antes de mais nada, é importante lembrar que a comunicação se dá por códigos verbais (fala) e não verbais (gestual, expressões faciais etc) e que, segundo a Neurolinguística, as informações são absorvidas por meio de três canais: o Visual, que compreende a visão; o Auditivo; a audição; e o Cinestésico, que abrange sensações como paladar, olfato, tato etc. Embora todos nós usemos preferencialmente um desses três canais, os outros dois também são utilizados em menor proporção.

E o número de indivíduos com características do perfil Visual – os que realmente o são ou que desenvolveram essa característica – vem crescendo nos últimos anos. Seja pelo fascínio que a televisão exerce nas pessoas desde os anos 50, seja pelo consolidado hábito de compras online promovido pela recente massificação da internet. Em resumo, somos cada vez mais treinados a conhecer, analisar e ter opinião consolidada sobre as coisas com base em imagens e vídeos que são apresentados sobre elas.

Em um mundo em que prevalecem os seres visuais, encontrar novas formas de estimular este sentido é o que tem movido o mercado de comunicação corporativa, especialmente o de comunicação de massa, como o de entretenimento. Seria a busca pela perfeição das imagens tridimensionais equiparável ao antigo desejo humano de voar? Talvez, haja visto a holografia, que já “ressuscitou” ídolos da música, como Renato Russo, Cazuza e Tupac Shakur. E como não citar os filmes em 3D, que teve “boom” em 2009, após o lançamento do filme Avatar (de James Cameron), que faturou mundialmente cerca de US$ 2,8 bi e é, até hoje, a maior bilheteria do cinema. Para muitos, esta tecnologia salvaria o mercado. Verdade ou não, só o tempo vai dizer.

Já na comunicação diária, é impossível não destacar a importância do conteúdo visual. Graças às redes sociais, os infográficos ficaram mais populares, pois tornam os conteúdos muito mais “compartilháveis”, gerando 53% mais compartilhamentos no Facebook. Além disso, o termo infográfico já possui mais de 13 milhões de buscas no Google. No relacionamento com a imprensa, esta ferramenta também tem despertando maior interesse entre os jornalistas. Mas, qual será o próximo passo? Os infográficos já estão sendo utilizados de várias formas na comunicação empresarial, que vão desde o relacionamento com a imprensa, comunicação interna, apresentação em público, materiais de vendas e comunicação com clientes, até o mais usual nas redes sociais. Quem sabe, seja criada uma ferramenta de comunicação predominantemente visual, mas que estimule os outros canais (Auditivo e Cinestésico). Alguém arrisca um palpite?

Se você está buscando novas formas de se comunicar, entre em contato com nossa equipe e veja como podemos auxiliar nessa jornada.

Gostou do artigo?