O perfil de um assessor de imprensa

O perfil de um assessor de imprensa

Por Lívia Caixeta

A diversificação dos canais de comunicação exige profissionais versáteis e proativos

Em uma breve busca na internet encontrei algumas definições para o termo “Assessor de Imprensa”. Vejam um dos mais completos que replico do site Infojobs:

“O Assessor de Imprensa é o profissional responsável por realizar a intermediação da comunicação entre uma empresa, entidade, pessoas e os meios de comunicação.

Um Assessor de Imprensa divulga as atividades de uma determinada pessoa, empresa, produto ou serviço, despertando o interesse da mídia para os assuntos relacionados ao cliente. (…)

Para que o profissional tenha um bom desempenho como Assessor de Imprensa além da graduação é necessário ser altamente capacitado, conhecer muito bem as estruturas de funcionamento de cada um dos veículos de comunicação e o perfil de seus respectivos profissionais.”
http://www.infojobs.com.br/artigos/Assessor_de_Imprensa__3714.aspx

Talvez esta definição não esteja assim tão completa. Com a diversificação dos tipos de mídias e a invasão das redes sociais, fortalecendo a comunicação interativa/participativa, as informações passam a circular muito mais rápido. Com isso, o assessor de imprensa também precisou se atualizar.

O que no início limitava-se a, praticamente, produzir um texto informativo e contextualizado hoje pede globalização, estratégia, foco e conhecimento multi plataforma. Ou seja, o trabalho do assessor de imprensa não pode mais estar limitado ao contato com o jornalista dos veículos da grande mídia. Também temos de perceber o potencial de divulgação de notícias que blogs, perfis do Facebook, Twitter, etc. possuem.

Ou seja, o assessor de imprensa além de proativo e pesquisador precisa ter noções de gestão estratégica para alcançar seus objetivos. Com tantas publicações é necessário, acima de tudo, versatilidade para enxergar, entender e conseguir se comunicar com a gama de canais em que o cliente pode ser exposto.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

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Quando eu preciso de comunicação interna?

Por Filipe Andrade

Apesar de possuir uma relevância ainda maior em momentos de crise, a comunicação interna é indispensável no dia a dia de uma organização, sempre.

Conforme argumenta Camilla Stivelberg, em sua tese ‘Comunicação Interna: Gestão e Prevenção de Crises’, “todas as organizações estão sujeitas a possíveis crises, sejam elas de pequenas proporções a grandes catástrofes”.

E, apesar do risco, essas situações adversas não estão, necessariamente, ligadas ao uso ou não de uma comunicação interna efetiva. A aplicação de ferramentas dinâmicas de comunicação e relacionamento com o público, por outro lado, será determinante para minimizar os efeitos da crise. Ou seja, quanto mais dinâmica a comunicação, menor os efeitos da crise e vice-versa.

Mais que isso, em todos os níveis de uma organização, a comunicação interna é indispensável para o alinhamento da equipe em torno de objetivos comuns, qualquer que seja o momento. Assim, a empresa estará preparada para eventuais momentos de crises, além de manter um time de profissionais motivados e focados.

A forma de se fazer comunicação interna, no entanto, varia de organização para organização, afinal, as ferramentas são inúmeras – jornais murais, house organs, TV’s e rádios corporativas, email marketing, informativos via intranet e os sites de redes sociais, cada vez mais importantes e mais valorizados dentro das estratégias de comunicação.

Se sua empresa tem muitos funcionários, muitas informações acontecendo e os colaboradores não estão acompanhando. Você está precisando de comunicação interna. Para uma comunicação interna eficaz é necessário ter gente disposta em saber das informações, pessoas gabaritadas para escrevê-las, apurá-las e também em publicá-las. Periodicidade também é fundamental. Mas não existe milagre na comunicação com os seus colaboradores se a empresa está totalmente desorganizada em outros aspectos. Faça uma autoanálise e se tiver dúvidas, consulte um especialista na área.

*Filipe Andrade é assessor de imprensa na Race Comunicação

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Assessoria de imprensa reativa

Por Núbia Neves

Nem só de notícias positivas vive uma empresa. Verdades ou mentiras são usadas contra empresas, produtos e serviços todo o tempo na mídia. Esse é mais um dos motivos que comprovam a importância de ter uma assessoria de imprensa. Quando trabalhamos com empresas ou assuntos polêmicos, é muito importante que estejamos sempre preparados para lermos matérias que coloquem em cheque a confiabilidade das marcas.

É impossível controlar a mídia. Blogueiros, sites, formadores de opinião, publicam a toda hora informações que podem ser opiniões pessoais ou possuírem embasamentos e comprovações. Essas matérias são difíceis de serem previstas. Por isso, manter o monitoramento em todos os tipos de mídia é a melhor forma para estar preparado.

Através da checagem diária, assim que uma matéria negativa é publicada é possível entrar em contato com o jornalista ou com o especialista usado como fonte para a notícia. É muito importante que a empresa, juntamente com a assessoria de imprensa, prepare um Q&A (Questions and Answers) que preveja perguntas e respostas com informações negativas e positivas que podem ser ditas. Com esse material em mãos, o contato com quem disseminou a informação é muito mais ágil e eficaz.

É importante ter em mente que nem sempre as informações negativas geradas por um veículo jornalístico são culpa do jornalista. Os repórteres e editores têm como obrigação consultar especialistas sobre os assuntos que vão tratar, e esses especialistas, normalmente, têm embasamento para tratar desses assuntos. Portanto, tenha sempre que possível preparadas suas “provas” de que o que estão dizendo está errado.

Pode ser que a matéria não seja modificada, principalmente quando se trata de um material impresso, porém, se conseguirmos mostrar para o jornalista que a informação não era correta, a chance dela se repetir é muito pequena. Além disso, no melhor dos casos, a empresa ou produto, pode entrar na lista de porta-vozes do jornalista, fazendo com que sejam procurados para uma próxima matéria.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

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O que é um Q&A?

Por Rogério Artoni

Q&A, ou Questions and Answers, (do português: perguntas e respostas) é uma ferramenta bastante utilizada em assessoria de imprensa. Este documento, muitas vezes sigiloso, contém possíveis perguntas e também prováveis respostas para muitos assuntos de uma empresa, serviço ou produto.

Para cada ação com a imprensa é possível preparar um Q&A que preveja as prováveis perguntas de um jornalista. Desta forma, o porta-voz se prepara melhor para uma entrevista e não é pego de surpresa na hora daquela pergunta mais complicada de se responder.

Para preparar um Q&A é muito importante ter em mente o que um jornalista pode perguntar em torno daquele assunto. Imagine que uma empresa pegou fogo e haverá uma coletiva de imprensa. No momento que a coletiva é aberta para perguntas, pode haver questionamentos que o porta-voz não saiba responder e neste momento o Q&A será útil, pois terá uma reposta pensada, para que ele não fale algo que comprometa a empresa.

Cada companhia pode ter diversos Q&As preparados para situações específicas: um institucional, um para crises, um para cada produto ou serviço, um apenas para questões de recursos humanos, entre outros casos que surgirem e que necessitem de um contato com a imprensa.

Para ser o mais estratégico possível, este documento deve ser respondido em conjunto com a assessoria de imprensa, departamento de comunicação da empresa e muitas vezes até mesmo com o departamento jurídico. É importante também que o porta-voz tenha em mente todas as respostas previstas no Q&A para que as informações estejam alinhadas com as estratégias da companhia.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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A importância da assessoria de imprensa para empresas internacionais

Por Alan Mariasch

O Brasil nunca esteve tão em evidência no mundo e cada vez atrai mais a atenção de organizações multinacionais. E não apenas por causa da Copa do Mundo ou Olimpíadas, mas graças ao grande potencial de sua economia, que apesar de muitos desafios burocráticos, sociais e gargalos logísticos, cresce num ritmo mais acelerado do que tradicionais potências como Itália e Espanha. Mas em termos de comunicação e relacionamento com a imprensa, como as empresas estrangeiras devem se planejar quando desejarem se estabelecer no Brasil?

Para Alice Bonasio, gerente de comunicação do Mendeley, rede social para pesquisadores acadêmicos com sede em Londres e atuação mundial, há inúmeras vantagens em uma empresa multinacional contratar uma agência de comunicação brasileira, quando desejar abrir um escritório ou expandir suas operações por aqui: “Além do lado logístico, para mim a vantagem mais importante é ter uma presença local que entenda como funciona o mercado, saiba quem são as pessoas influentes, e que já cultive relacionamentos com essas pessoas. Isso te dá a habilidade de construir seus planos com muito mais confiança, pois sabemos que, tendo uma boa ideia, essa ideia vai chegar aos ouvidos certos”.

Algumas empresas optam por realizar o trabalho de assessoria de imprensa a partir da matriz, localizada no exterior, mas sem obter os mesmos resultados. “Relações públicas, no final das contas, são sobre relacionamentos, e o elemento de estar perto, fisicamente, acaba contando. E-mail e telefone são ferramentas úteis e eu mantenho contato direto com muitos jornalistas no mundo inteiro, mas no final das contas, muitas ideias só rolam mesmo num almoço ou com um cafezinho. Tendo uma assessoria de imprensa que entenda a sua empresa e trabalha como uma extensão dela, você tem muito mais opções”, afirma Alice.

A escolha da agência de assessoria de imprensa deve ser um processo bem criterioso. A empresa necessita explicar exatamente quais são suas expectativas no país e a agência precisa ser realista e alinhar a demanda do cliente com aquilo que é possível de ser realizado. Alice acredita que “a seleção deve ser feita com cuidado e com honestidade dos dois lados. O cliente tem que ser muito honesto quanto às expectativas (resultados esperados, dentro de quanto tempo, etc) e a agência tem que ser transparente sobre o número de pessoas que vão trabalhar diretamente com ela, quantas horas serão dedicadas ao atendimento, quais os meios de comunicação e como será medido o sucesso desse trabalho”.

Por fim, não basta apenas contratar a melhor agência, mas é necessário fornecer a ela as condições para que desempenhe o melhor trabalho. “Um porta-voz que fale português é muito útil, pois dá aquele senso de conexão com o mercado brasileiro, mas o mais importante é ter uma história boa para contar, através da qual você possa promover a empresa e tudo aquilo que ela representa. Mas eu acredito que uma boa assessoria de imprensa te ajuda não só a chegar nas pessoas, mas por entender o mercado e as necessidades de cada jornalista e veículo, ela vai te ajudar a criar campanhas e histórias relevantes e de alto impacto para promover a sua empresa”, conclui Alice.

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O que é assessoria de imprensa

Assessoria de imprensa: o que é isso?

Por Treicy Keller

O que é assessoria de imprensa? O que faz o assessor de imprensa? Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade? Assessoria de imprensa trabalha com influenciadores? Se eu contratar os serviços de uma agência de comunicação, minha empresa conseguirá sair nos principais jornais do país? Muitas são as dúvidas em torno desta área e a nossa proposta é esclarecê-las.

O que é assessoria de imprensa?

Em linhas gerais, a principal função da assessoria de imprensa é servir como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação ou também influenciadores. Com isso, o assessorado (que pode ser uma pessoa física, empresa, ou instituição pública) conquista uma visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade. Ou, nas palavras de um profissional da comunicação: conquista um fortalecimento da sua imagem.

Qual é o perfil de um profissional da assessoria de imprensa?

O trabalho do assessor de imprensa, que geralmente tem formação em jornalismo ou relações públicas, de uma forma simplificada, será conseguir que sejam divulgadas na imprensa notícias positivas sobre o assessorado.

O assessor deve conhecer a fundo o cliente: histórico, fraquezas, pontos fortes, quais são seus concorrentes, missão, visão, valores e como está o mercado de atuação. A partir disto, o profissional irá encontrar o potencial noticioso do assessorado, que gere interesse da mídia ou com um influenciador em publicar algo.

Conheça abaixo 8 de alguns dos recursos que o assessor de imprensa pode utilizar para construir este relacionamento com a mídia:

  1. Estratégias de comunicação

    É a elaboração de um planejamento de trabalho que, dentre outras coisas, inclui quais serão os veículos-alvo, influenciadores-alvo, quais serão as editorias escolhidas (moda, gastronomia, economia, saúde etc) e quais assuntos poderão ser enviados para esse público.

    Dentro desse planejamento, o ideal é que estejam contidas todas as informações para o desenvolvimento do trabalho, de preferência hierarquizando as pautas e ações de acordo com a estratégia do cliente naquele momento. Além disso, é fundamental manter um contato próximo entre a assessoria de imprensa e o assessorado, pois assim será possível verificar se determinada estratégia está alinhada com os objetivos e consequentemente a definição dos próximos passos a serem tomados se torna mais fácil.

  2. Press release

    Geralmente chamado apenas de release, esse é o meio mais comum para o envio de informações em formato de texto, ou áudio quando enviado para rádio. O release é estruturado no chamado lead principal, onde deve responder informações básicas como: o que? quem? quando? como? onde?

    Além disso, geralmente o release também deve conter aspas do porta-voz da empresa ou da pessoa assessorada, assim também servirá como fonte em possíveis solicitações de entrevista. Caso algum jornalista se interesse pelo assunto, ele utilizará o texto da assessoria como base para escrever a matéria ou reportagem e agendar agendar entrevista com a empresa para obter mais informações.

  3. Acompanhamento de entrevistas e organização de coletivas de imprensa

    É fundamental que o assessor acompanhe as entrevistas realizadas com o cliente, isso evita com que informações sigilosas ou equivocadas sejam transmitidas, o que pode causar problemas futuros. O acompanhamento também é uma boa maneira da assessoria de imprensa avaliar a desenvoltura do cliente diante de situações “adversas”, ou seja, o jornalista sempre irá buscar uma informação que pode não estar no script inicial da pauta, por isso também é importante realizar um trabalho de media training, fazendo simulações de entrevista com os porta-vozes em questão.Conheça aqui os nossos treinamentos customizados de comunicação corporativa 

    Já as coletivas de imprensa são eventos organizados pela assessoria para reunir o maior número de jornalistas relacionados a determinada pauta. Porém, é importante lembrar que o tempo dos jornalistas é precioso, portanto antes de convidá-lo para se deslocar da redação, o assessor deve ter em mente que as coletivas são utilizadas em casos muito específicos e até extraordinários, como em gestões de crise, por exemplo. Uma coletiva organizada na hora errada pode ter um efeito contrário e repercutir negativamente.

  4. Follow-up

    Repórteres e editores recebem uma quantidade gigantesca de sugestões de pauta todos os dias e nem sempre conseguem acompanhar essa demanda. Sendo assim, o follow-up trata-se de ligar para esses repórteres e editores com o objetivo de oferecer uma pauta (assunto); estabelecer contato com os jornalistas; confirmar se o jornalista recebeu um e-mail enviado. O follow-up é uma ferramenta fundamental dentro do trabalho de assessoria de imprensa, pois permite estreitar o relacionamento com os jornalistas-chave e, claro, reforçar determinada pauta, como já dito antes.

  5. Influenciadores e jornalistas

    Cada vez mais uma boa assessoria de imprensa também busca trabalhar com influenciadores digitais além dos jornalistas. São públicos muito similares, mas que podem ajudar de formas distintas na construção da imagem do cliente ou na geração de novos negócios.

  6. Mensuração de resultados

    Mensalmente ou semanalmente o assessor de imprensa acompanha todos os resultados gerados com o trabalho de assessoria. O clipping, como é chamado, nada mais que é que um compilado das notícias e atividades realizadas e serve principalmente para avaliar e servir de termômetro para melhorar os impactos positivos e ou negativos do cliente na mídia e redes sociais.

  7. Gestão de crise

    Sim, a assessoria de imprensa também trabalha muito em gestão de crises, principalmente alinhando informações, atendendo os contatos (negativos ou não), ajudando o cliente a se comunicar melhor e evitando mais impactos à marca.Veja como a Race pode te ajudar no gerenciamento de crises com a mídia!

     

  8. Press-kits 

    Os kits de imprensa ou press-kits são muito utilizados para divulgar o lançamento de um novo produto da empresa ou então alguma atividade importante que está sendo realizada no momento. É importante que o press-kit tenha um objetivo muito bem definido, ou seja, saber efetivamente a mensagem que ele quer passar, e para que isso aconteça, um briefing deve ser elaborado antes mesmo do levantamento de custos, que é o segundo passo para que o envio de um press-kit seja efetivo.A ideia aqui é causar um impacto positivo, uma boa lembrança, seja para o jornalista ou para algum influenciador digital, mas isso não significa que um press-kit necessariamente terá custos elevados. É possível fazer um press-kit de impacto utilizando a criatividade e sem gastar muito. O mais importante é que seja funcional e faça com que a empresa ou pessoa seja lembrada para oportunidades futuras, sendo também uma poderosa ferramenta de branded content.

    Outras atividades: claro que não são apenas essas atividades acima que competem a uma assessoria de imprensa. Para que tudo funcione bem, existem vários outros serviços que prestamos, mas que fica para um outro artigo.

É importante ressaltar que assessoria de imprensa não garante que qualquer instituição ou pessoa física aparecerá nos veículos de comunicação. Isso acontece porque a assessoria não compra espaços no jornal, este trabalho é o da publicidade ou do branded content. A assessoria de imprensa conquista o espaço na mídia, sem envolver pagamentos ao jornal. Este alcance é muito mais influente e de mais credibilidade para o leitor e, portanto, pode trazer melhores resultados ao assessorado.

Com a vinda e fortalecimento do meio digital, as atividades do assessor de imprensa se expandiram. “Trabalhar a gestão de relacionamento com jornalistas ou influenciadores é importantíssimo! Mas atualmente, este profissional ainda deve ter em mente a força que o meio digital pode ter sobre a imagem de uma empresa ou personalidade. Hoje, nas agências de comunicação todos pensam como atingir também aquele blog ou um microinfluenciador numa rede social que está mais em alta”, alerta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa.

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