A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

A importância da Missão, Visão e Valor de uma empresa

Por Lívia Caixeta

Estratégia ou planejamento estratégico são, praticamente, o primeiro passo para uma empresa de sucesso. É este, inclusive, o ponto de partida para que todos os outros planos de uma equipe ou empresa funcionem e alcancem o objetivo pretendido. Tudo e todos os aspectos de um negócio giram em torno desta definição, que é essencialmente definida pela Missão, Visão e Valores da pequena, média e/ou grande empresa.

Essas três palavras, que, raramente, são consideradas pelos públicos de interesse, e muitas vezes causam arrepios nos colaboradores de uma companhia dizem exatamente qual é a posição do negócio em seu segmento e no mercado geral. Mas, o que exatamente elas definem?

MISSÃO: mostra a razão da empresa existir. Delimita que setor, que clientes e que segmento social a empresa pretende impactar. Geralmente, a missão é a que tem mais foco no produto ou serviço oferecido pela empresa.

VISÃO: é onde a empresa quer chegar, que objetivos quer atingir, em que setor quer ser líder ou em que negócio ela quer ser referência. De acordo com grandes líderes de empresas mundiais, como Steve Jobs, a Visão de uma empresa é mais importante do que a Missão, pois explica o que o negócio pretende ser e o que pretende realizar. VALORES: podem ser considerados “padrões de comportamentos institucionais da empresa”. Eles representam um conjunto de prioridades corporativas a partir do planejamento de procedimentos e objetivos sustentáveis que beneficiem uma comunidade ou sociedade na qual a empresa atua.

E a comunicação? O que os processos comunicacionais têm a ver com tudo isso?

Estão intimamente ligados. Principalmente, com a visão. É responsabilidade dos planejamentos de comunicação e marketing divulgar como uma empresa “enxerga” o mercado. Isso acontece por meio de ações de divulgação de informações, seja, pelo conteúdo institucional ou pelas ações de marketing. A visão também vai determinar e planejar os investimentos futuros. O resultado será um crescimento consciente da empresa, ações bem planejadas e o engajamento de públicos de interesse.

Ou seja, uma empresa sem planejamento, dificilmente, terá sucesso. Assim como um atendimento em comunicação sem plano também não funcionará. E estes dois aspectos dependem, fundamentalmente, do posicionamento do assessorado em seu segmento e no mercado. Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

Glossário de assessoria de imprensa

Por Rodolfo Zanchin

Alcance: área geográfica da audiência e do número de leitores, ouvintes ou telespectadores que a mídia naquela região pode atingir.

Artigo: publicado normalmente em revista, internet ou jornal de grande circulação. Este tipo de texto discute, analisa ou interpreta um problema, assunto ou tendência. Uma das características do artigo é que leva mais tempo para pesquisar e produzir do que uma notícia. Os artigos geralmente são opinativos e refletem a ideia de uma pessoa, empresa ou entidade.

Assessoria de imprensa: sua principal tarefa é tratar da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa ou órgão público e a imprensa.

Boilerplate: breve parágrafo apresentando quem você é, o que e como você faz, normalmente usado como o primeiro parágrafo em uma biografia ou o último parágrafo em um comunicado à imprensa.

Briefing: documento contendo a descrição da situação de uma marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos, metas e recursos para atingi-los. Pode ser em formato de perguntas e respostas ou em tópicos ou ainda apenas um texto com direcionamentos sobre o produto ou serviço.

Centimetragem: Forma de medir e mensurar resultados de anúncios publicitários ou matérias em jornais e revistas. A medida usada é centímetros/coluna.

Clipadora: empresa especializada em buscar e relatar os resultados de uma assessoria de imprensa obtidos em jornais, revistas e sites.

Coletiva de imprensa: evento para disseminação de dados e notícias por uma fonte, empresa ou entidade para vários jornalistas de uma só vez. O formato é geralmente uma apresentação de informações realizado pelo porta-voz da organização, seguido de uma sessão de perguntas e respostas. Em muitos casos, ela ocorre em situações de crise ou lançamentos e tem um tempo pré-determinado para acabar.

Clipping ou Clipe: recorte de jornal ou revista, pode ser também uma captura da tela do computador quando é uma publicação online ou ainda um corte de segmento de um vídeo ou áudio, para mensurar os resultados obtidos.

Comunicado Oficial: texto objetivo que relata o posicionamento oficial da empresa, pessoa ou entidade sobre determinado assunto.

Comunicação integrada: abordagem multidisciplinar, que utiliza uma série de técnicas e ferramentas de comunicação, a fim de entregar um conjunto consistente de mensagens. O objetivo é conseguir uma comunicação direta com o público. E independente da forma como será feita, as mensagens e a comunicação estarão alinhadas com as estratégias da companhia.

Corporate fact sheet: conhecido também como Fact Sheet, é um documento com apenas uma página que descreve os princípios de uma empresa, serviços, números gerais e faturamento (quando público). Inclui endereço, telefone, e-mail e mapa para permitir que os clientes potenciais ou repórteres encontrem facilmente o negócio.

Coluna: artigo escrito por um especialista, normalmente publicado em jornais ou revista, no qual o colunista escreve semanalmente ou todos os dias.

Cronograma de ações: instrumento de planejamento e controle semelhante a um diagrama, em que são definidas e detalhadas minuciosamente as atividades a serem executadas durante um período estimado.

Deadline: o prazo final para enviar materiais, fechar reportagens, entrevistas, etc.

Editorial: declaração de opinião de um editor sobre você e seu negócio. Além disso, um termo para a cobertura da mídia gerada pela equipe de notícia. Editorial é também um texto, feito pelo editor, que resume e comenta as matérias de uma publicação (normalmente em revistas).

Entrevista: conversa entre duas ou mais pessoas (o entrevistador e o entrevistado) em que perguntas são feitas pelo entrevistador de modo a obter informações necessárias por parte do entrevistado.

Exclusiva: notícia, entrevista ou artigo de destaque que apenas um jornal, revista, rádio, site ou televisão pode publicar/apresentar. Normalmente, esse tipo de destaque é negociado previamente pela agência assessoria de imprensa do entrevistado.

Exposição: a medida que o público-alvo torna-se consciente de uma pessoa, mensagem, atividade, tema ou organização através dos esforços da agência de relações públicas/assessoria de imprensa.

Follow up: trata-se da comunicação que envolve o monitoramento de objetivos e metas, após um contato pré-estabelecido.

Fotolegenda: texto explicativo sobre a foto que o acompanha, enviada para determinado mailing list de jornalistas.

Ghostwriter: pessoa que escreve artigos ou discursos para uma outra pessoa que reivindica a autoria.

Hard news: história que é verdadeiramente interessante, factual e objetiva. Algo que aconteceu naquele dia ou mesmo naquele momento.

Key Message: palavra-chave ou frase que a assessoria de imprensa, a própria empresa ou o departamento de comunicação têm a intenção que seja retida pelo público.

Mailing list: lista de editores e jornalistas de cada publicação em circulação. Inclui número de telefone, endereço, cargo, editoria e e-mail.

Media relations: a prática de lidar com jornalistas / blogueiros / membros dos meios de comunicação para construir boas relações de trabalho e gerar cobertura de mídia e editoriais favoráveis. É a base de trabalho de uma agência de relações públicas ou de assessoria de imprensa.

Media training: simulações realizadas com o profissional, que é um porta-voz, para que tenha efetividade como um gestor de comunicação, embora seja líder em outra área. Diz respeito sobre como funciona a mídia e informações que os jornalistas buscam e quem são estes profissionais.

Meet and greet: conhecido também por alguns profissionais como goodwill, é uma espécie de reunião realizada, geralmente de forma rápida entre fonte, assessor de imprensa e jornalista para propor pautas, conversar sobre a fonte e apresentar ideias ou pontos de vistas sobre possíveis matérias.

Mídia Espontânea: publicações veiculadas em qualquer meio de comunicação de forma espontânea, ou seja, sem plano de ações por parte da assessoria de imprensa.

Mídia Provocada: Publicações veiculadas em qualquer meio de comunicação estimuladas pela assessoria de imprensa, através de disparos de releases, sugestões de pauta, ou outras ações de relações públicas realizadas.

Off-the-record: ou apenas Off são informações fornecidas por uma fonte para um repórter e que, quando previamente acordado com o jornalistas, não pode ser publicada ou usada de qualquer forma.

Pauta: orientação que os repórteres recebem descrevendo que tipo de reportagem será feita, com quem deverão falar, onde e como. Pode ser também o enfoque sobre algum fato.

Pesquisa de opinião: levantamento que mensura a resposta de uma pergunta sobre um tema.

Plano de comunicação: a estratégia que é elaborada para alcançar um público-alvo usando canais de comunicação corporativa como: publicidade, relações públicas, experiências, eventos, ações, etc.

Porta-voz: representante de uma organização e que é uma fonte especializada disposta a comentar com a imprensa sobre uma questão pontual.

Position Paper: nota que apresenta a opinião, normalmente do autor ou de outra entidade especifica, sobre um assunto e que é enviada para a imprensa.

Press kit: kit com informações específicas entregue aos meios de comunicação por uma empresa. Normalmente contém material base, fotografias, ilustrações, comunicados de imprensa e em alguns casos, brindes da empresa que está divulgando.

Press release: ou News Release, ou ainda, apenas Release é a forma escrita mais comum, usada em relações públicas, para anunciar notícias e informações sobre produtos, serviços, empresas, etc.

Pronunciamento oficial: comentário escrito ou falado preparado para efeitos de resposta consistente a determinadas questões e que dizem respeito a um grupo grande de pessoas. Em muitos casos usados apenas por chefes de estado ou ministros.

Q&A: este documento, muitas vezes sigiloso, contém possíveis perguntas e também prováveis respostas para muitos assuntos de uma empresa, serviço ou produto. Nele o porta-voz se baseia para saber como responder determinadas questões.

Solicitação de imprensa: pedido que o jornalista faz a empresa por meio da assessoria de imprensa. Podendo ser: uma entrevista, cobertura de pauta, etc.

Sugestão de Fonte: é uma ferramenta de assessoria de imprensa na qual você oferece seu porta-voz para determinando mailing list de jornalistas.

Sugestão de Pauta: mensagem escrita para introduzir uma fonte ou ideia da história para um ou mais jornalistas.

Stakeholder: conhecido também como público de interesse, é a parte que afeta, ou que podem ser afetadas pelas ações de uma organização.

Talking Point: declarações sucintas que abordam pontos cruciais sobre determinado tema.

Se você se interessou pelo Glossário de assessoria de imprensa, confira o Glossário de comunicação interna que a Race preparou para você.

* Rodolfo Zanchin é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O perfil de um assessor de imprensa

Por Lívia Caixeta

A diversificação dos canais de comunicação exige profissionais versáteis e proativos

Em uma breve busca na internet encontrei algumas definições para o termo “Assessor de Imprensa”. Vejam um dos mais completos que replico do site Infojobs:

“O Assessor de Imprensa é o profissional responsável por realizar a intermediação da comunicação entre uma empresa, entidade, pessoas e os meios de comunicação.

Um Assessor de Imprensa divulga as atividades de uma determinada pessoa, empresa, produto ou serviço, despertando o interesse da mídia para os assuntos relacionados ao cliente. (…)

Para que o profissional tenha um bom desempenho como Assessor de Imprensa além da graduação é necessário ser altamente capacitado, conhecer muito bem as estruturas de funcionamento de cada um dos veículos de comunicação e o perfil de seus respectivos profissionais.”
http://www.infojobs.com.br/artigos/Assessor_de_Imprensa__3714.aspx

Talvez esta definição não esteja assim tão completa. Com a diversificação dos tipos de mídias e a invasão das redes sociais, fortalecendo a comunicação interativa/participativa, as informações passam a circular muito mais rápido. Com isso, o assessor de imprensa também precisou se atualizar.

O que no início limitava-se a, praticamente, produzir um texto informativo e contextualizado hoje pede globalização, estratégia, foco e conhecimento multi plataforma. Ou seja, o trabalho do assessor de imprensa não pode mais estar limitado ao contato com o jornalista dos veículos da grande mídia. Também temos de perceber o potencial de divulgação de notícias que blogs, perfis do Facebook, Twitter, etc. possuem.

Ou seja, o assessor de imprensa além de proativo e pesquisador precisa ter noções de gestão estratégica para alcançar seus objetivos. Com tantas publicações é necessário, acima de tudo, versatilidade para enxergar, entender e conseguir se comunicar com a gama de canais em que o cliente pode ser exposto.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é um position paper?

Por Núbia Neves

Muitas vezes na assessoria de imprensa, um trabalho proativo e reativo caminham lado a lado. É sempre muito importante esperarmos o melhor, mas nos prepararmos para o pior. O jornalista, na maioria dos casos, sempre procura mais de um porta-voz para suas matérias e, por esse motivo, opiniões controversas ou até informações erradas sobre seu cliente ou área podem surgir. Gerenciar a comunicação de forma estratégica e estar pronto para responder em casos de crises, é muito importante. Mas como fazer isso?

O Position Paper (PP), ou carta de posicionamento na tradução em português, pode ser uma ótima ferramenta para entrar em contato com o jornalista.

Através do PP é possível nos posicionarmos a respeito de uma matéria, solicitando uma mudança ou, somente, apresentando outras informações para o jornalista se basear em uma próxima publicação sobre o tema. Algumas vezes, principalmente quando a matéria for publicada em veículos impressos, a mudança é difícil de ser feita, porém, com um bom material seguido de um bom follow-up, a efetividade é comprovada quando, simplesmente, o erro não volta a acontecer.

Como fazer um bom Position Paper:

  • Deve-se explicar o motivo do contato. Muitos jornalistas escrevem muito mais de uma matéria por dia e podem não se lembrar da matéria em questão, sempre deixe claro o nome, o dia e a editoria da publicação;
  • Ofereça informações básicas sobre o tema. Sempre introduza o assunto explicando, mesmo que novamente, a pauta que foi trabalhada, é uma forma de ajudar o jornalista a lembrar;
  • Demonstre a importância do tema à sociedade e para sua empresa, desta forma o jornalista dará ainda mais atenção ao seu pedido;
  • Seja direto. Não precisa ficar “floreando” e apresentando muito mais argumentos além dos necessários, mantenha o foco no que você deseja mudança sem medo de ser sucinto demais, jornalistas possuem pouco tempo e quanto mais denso for o texto, menos atenção ele dará a ele;
  • Inclua bibliografia. Dependendo do assunto é importante que haja fundamentação. Se puder colocar algum artigo, estudo ou a opinião de alguma pessoa referência no assunto, melhor.

Todos esses pontos são importantes, porém, o follow-up após o envio é o ponto que deve ser levado mais a sério. Por receberem muitos e-mails todos os dias, o seu pode passar batido. Faça uma simples ligação para confirmar o recebimento, isso pode ser decisivo na efetividade do Position Paper.

Se você busca uma empresa para gerenciar este tipo de situação com a imprensa, entre em contato com a Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é gerenciamento de crise?

Por Alan Mariasch

Todas as organizações estão sujeitas a passar por situações de anormalidade e tensão, de maior ou menor intensidade. Sendo assim, o gerenciamento de crise é uma atividade que visa minimizar, reduzir ou se possível eliminar os impactos causados por essas adversidades, para que a empresa tenha o menor prejuízo financeiro e reputacional possível.

A gestão de crises é um processo amplo e que envolve todas as áreas da empresa e seus respectivos gestores. Em situações como essa, cria-se um comitê e indica-se um líder, que irá coordenar a equipe durante a emergência. Esse grupo irá definir quais os próximos passos que serão tomados consultando o manual de crise previamente elaborado, seja na área jurídica, segurança do trabalho, suprimentos, operações etc. Caso a crise seja diretamente ligada à comunicação, o manual de crise foi elaborado pela equipe interna de comunicação ou pela agência de assessoria de imprensa ou relações públicas.

No caso específico do papel da comunicação empresarial ou corporativa, em momentos de crise, é importante ressaltar que a empresa deve, na medida do possível, ser o mais transparente que puder com a imprensa. Isso significa divulgar o ponto de vista da organização sobre determinado assunto da forma ágil e objetiva, visando eliminar possíveis polêmicas. Em geral, o silêncio é a pior atitude nesses momentos. E cuidado ao tocar em pontos delicados da empresa.

O media training, que é o treinamento de porta-vozes para lidar com a imprensa, é fundamental em situações de crises. Com executivos treinados, a comunicação com os jornalistas se dará de forma mais efetiva, o que pode ser o grande diferencial em períodos delicados como esse. A Race já disponibiliza treinamentos voltados exclusivamente para crises, com simulações de acidentes, sala de crise, gerenciamento de contato com a imprensa, simulação de entrevistas, simulação de coletivas de imprensa etc.

Se sua empresa quer ter o mínimo de problemas em um momento de crise e sair com os menores danos possíveis, clique aqui e peça mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

 

Gostou do artigo?

10 dicas para otimizar o seu release

Por Rodolfo Zanchin

O release ou press release ainda é um dos principais métodos de divulgação utilizados por uma assessoria de imprensa, e é por meio dele que os grandes veículos de comunicação conseguem informações sobre a empresa, seus produtos, eventos, entre outros. Para atrair a atenção dos jornalistas e também dos internautas, são necessárias algumas técnicas específicas. Confira algumas dicas para otimizar o seu release, deixando-o mais objetivo e melhorando sua classificação em sites de busca como o Google ou Bing:

 1 – Planejamento: É imprescindível pesquisar dados, imagens, infográficos e o público-alvo do assunto que você irá abordar. Não basta apenas escrever um simples texto, leve em consideração a estratégia que você vai adotar e o resultado final que deseja alcançar.

 2 – Conteúdo: Faça a opção por assuntos relevantes e exclusivos relacionados às atividades da empresa. Textos que relatam apenas o trabalho cotidiano da empresa geralmente não são lidos pelos jornalistas, que buscam informações atualizadas e com bom conteúdo para seus leitores. Além disso, esses releases, mesmo se publicados, correm o risco de ter uma alta taxa de rejeição, o que prejudicará seu ranking nas buscas.

 3 – Título: O título é a parte primordial de um release, é através dele que você precisa conquistar o jornalista em questão. Não se esqueça que ele recebe vários releases diariamente, então crie um título chamativo que desperte o interesse do jornalista logo de imediato.

 4 – Objetividade: Faça uma boa seleção do mailing de jornalistas que você pretende enviar o material. Seja breve e vá direto ao assunto principal, inclua elementos estatísticos e declarações oficiais, pois isso aumentará a notoriedade do release.

 5 – Palavras chaves/ tags: Utilize palavras chaves (keywords) para que seu texto seja facilmente encontrado, aproveite para inserir no final tags relacionadas ao texto, pois essa técnica irá elevar a visibilidade do seu release, aumentando a chance que ele apareça entre os primeiros links em um site de busca. Vale a pena conferir também a ferramenta do Google chamada Adwords, através dela você consegue identificar quais palavras chaves os internautas procuram sobre determinado assunto. Incluí-las em seu texto para facilitar a busca aumentará a quantidade de acessos. Acesse o Google Adwords aqui.

 6 – Descrição da Empresa: Lembre-se de colocar uma breve descrição de sua empresa, também conhecido como boilerplate, inclua todas as formas de contato e fique à disposição para eventuais ligações.

 7 – Revisão: Revise o seu texto prestando atenção aos erros, e se possível, peça para outra pessoa fazer o mesmo, aumentando a garantia de que não ocorram equívocos gramaticais, conceituais ou factuais.

8 – Dúvidas: Esteja convicto que as informações são claras e precisas. A pessoa que irá ler o release nem sempre tem conhecimento suficiente sobre o assunto. Esteja preparado para esclarecer dúvidas e responder perguntas.

 9 – Qualidade x Quantidade: É preferível que seu release seja publicado em apenas um portal com muitos acessos ao invés de muitos blogs ou pequenos sites. Os principais sites de busca enxergam de forma positiva quando seu texto é replicado num site conhecido, e ele naturalmente irá subir de posição na busca orgânica.

 10 – Releases seguidos: Aguarde algum tempo para disparar outro release, dois por mês é um número bastante razoável. Releases seguidos incomodam os jornalistas e podem acabar direto na caixa de spam ou lixo eletrônico.

* Rodolfo Zanchin é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é um plano de comunicação?

Por Maira Manesco

O plano de comunicação é uma das ferramentas-base para o trabalho de assessoria de imprensa. É nele que a agência de comunicação estabelece qual o caminho que a comunicação organizacional irá percorrer, por meio de análises e estudos sobre a empresa, e pesquisas sobre o mercado e as tendências.

O planejamento é realizado para suprir as necessidades da empresa perante seus stakeholders, conhecidos também como públicos de interesse. Ele também é essencial para reforçar suas ações positivas, preocupando-se com qual mensagem será transmitida e como.

Para elaborar um plano de comunicação é importante incluir os seguintes itens:

– Objetivo: o que se pretende atingir com tal comunicação;
– Mensagem: o quê e como se pretende divulgar;
– Público: quem se pretende atingir com a mensagem (colaboradores, clientes, fornecedores, imprensa etc.);
– Estratégia: quais serão as ferramentas de comunicação eficazes para transmitir a mensagem e qual deverá ser o momento para isto;
– Avaliação: de que forma a mensagem foi recebida pelo público, se o alvo atingido foi o definido.

Além destes itens, é importante criar e incluir um cronograma das ações estabelecidas para, desta forma, conseguir cumprir os prazos. Em alguns casos, é necessário acrescentar neste plano de comunicação o orçamento, que estabelece os custos para cada ação.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é um presskit?

Por Núbia Neves

Alguns pontos são cruciais para que o assessor de imprensa e seu cliente consigam espaço na mídia. A oferta de boas pautas, com novidades e atrativos, é um ponto crucial; bons porta-vozes com disponibilidade e bem treinados são também muito importantes, porém, há um ponto ainda tão essencial quanto os anteriores: manter um bom relacionamento com o jornalista, e o presskit pode ajudar.

Mesmo podendo ajudar, alguns cuidados com essa ferramenta são importantes:

 1. Presskit não é jabá: é muito comum empresas enviarem para jornalistas presentes e exemplares de materiais que comercializam com o intuito de agradar o jornalista. Porém, a intenção do presskit é auxiliar na notícia e não presentear. Por isso, sempre envie algo que deixe clara essa intenção;

 2. Informação em primeiro lugar: presskits devem ser ligados a notícias. Sempre que enviar um tenha em mente que a informação deve chegar ao jornalista. Se o lançamento de um site é o foco, informe isso, se o importante for o lançamento de um produto, envie o material explicando seus benefícios, entregue para o jornalista as ferramentas necessárias para que ele produza uma boa notícia;

 3. O que enviar em um presskit: como dito anteriormente, ele deve possuir informações claras e importantes. Inclua ao kit escolhido, um release explicativo, com informações da empresa e do produto que pretende divulgar.   Além disso, independente do que for enviado, pense que a real intenção é que o jornalista receba todas as informações de forma fácil e clara. Não se apegue à necessidade de enviar algo chamativo, o importante é agir de forma estratégica. De que adianta chamarmos a atenção com o brinde, se o jornalista não prestar atenção à marca ou à notícia que enviou?

Além desses pontos, é importante que os assessores de imprensa se certifiquem que o conteúdo chegou às mãos dos jornalistas certos e que o intuito do kit foi alcançado. Por isso, confirme, através de follow up, se quem o recebeu ficou com alguma dúvida, e não se esqueça de usar o presskit no futuro a seu favor, facilitando seu acesso ao jornalista.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Quem é o seu público, empresário?

Por Lívia Caixeta

Ou melhor, com quem se deseja falar ao contratar uma assessoria de comunicação.

Entre os serviços que uma empresa pode contratar, dentro da comunicação interna, está o house organ, revista empresarial ou revista interna, que é o veículo de comunicação que circula dentro da companhia. É por este caminho que será possível divulgar informações importantes, muitas vezes até estratégicas e que, na maioria das vezes, não dizem respeito ao público externo.

O trabalho de produção de uma revista empresarial é muito parecido com o que acontece em uma revista de grande circulação, por exemplo. Existe um Conselho Editorial, formado por pessoas que sugerem as pautas (assuntos), ajudam a produzir as fotos e dão o direcionamento dos textos daquela edição. Cada número tem um tema central que, geralmente, compõe a chamada de capa da revista e é a partir dele que será definido o enfoque das reportagens de toda a publicação.

É interessante ainda estabelecer uma quantidade de páginas e algumas editorias (espaços ou colunas) fixas. Geralmente, estas editorias são destinadas às ações permanentes da companhia. A partir daí inicia-se a produção das reportagens e das imagens, que preferencialmente, devem ser feitas por um fotógrafo profissional para que tenham boa qualidade. Todo o planejamento também deve levar em conta os eventos estratégicos da empresa, para que a distribuição e leitura da revista seja eficiente.

A fase final, na produção de uma revista empresarial, é feita pela revisão, diagramação e edição. As páginas são “desenhadas” por um designer que garante a harmonia dos elementos título, subtítulo, texto principal, texto secundário (se houver) e imagens (fotos ou artes). A última etapa é a edição e, em seguida, aprovação pelo conselho editorial. Tudo isso, antes de ir para a gráfica e ser impressa.

É muito importante, em todo esse processo, estar atento aos prazos. Isso implica observar o calendário de eventos da companhia para que as expectativas da publicação sejam atendidas. Em média, uma revista de boa qualidade e com uma quantidade razoável de páginas, entre 24 e 32, precisa de 2 meses para ser produzida, aprovada e distribuída.

Outra dica interessante é fazer desta publicação um meio de comunicação que seja o mais próximo possível dos colaboradores e parceiros, para que haja uma boa aceitação da ferramenta. E, além disso, é fundamental, que todo esse processo seja supervisionado e tenha a participação direta de profissionais capacitados como os de uma agência de comunicação.

*Lívia Caixeta é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é um jornal mural?

Por Filipe Andrande

Dentro de uma empresa, os jornais murais são importantes ferramentas de comunicação interna, geralmente direcionadas a um maior número de colaboradores. Este veículo de comunicação é afixado em locais de grande movimentação de pessoas e leva, de forma dinâmica e eficiente, conteúdos de relevância para todos dentro de uma organização.

O jornal mural possui uma maior periodicidade em relação a outros meios de comunicação interna, como informativos via intranet e newsletters, mas pode ser adaptado de acordo com as necessidades da empresa. A publicação possui textos curtos, linguagem clara e adaptada ao público leitor e ainda um grande volume de fotos.

Considerado o mais tradicional veículo de comunicação interna, o jornal mural deve também estar atrativo aos olhares do público e, para isso, é fundamental um planejamento minucioso, que leve em conta aspectos como o perfil editorial e gráfico da publicação.

Mesmo sendo um veículo de comunicação tão tradicional, ele ainda é muito funcional e traz resultados bastante relevantes para a empresa, assim como também seus colaboradores. Para determinadas informações, ele ainda é a melhor opção para comunicação interna de companhia.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?