Scrollytelling: o dinamismo por trás da narração de histórias

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Scrollytelling: o dinamismo por trás da narração de histórias

Assim como quase tudo que existe, a comunicação também tem suas fases e trago aqui uma nova tendência: o  scrollytelling.

Passamos anos entendendo que a maneira correta de comunicar acontecimentos era por meio de longas e minuciosa matérias, seja em veículos impressos ou na TV e no rádio. Com a chegada da internet, e o aumento de veículos on-line, as notícias ganharam um novo rumo, o tempo começou a ser mais escasso, havia pressa para informar os fatos, então, as matérias passaram a ser mais diretas.

E, as mudanças não pararam por aí. O Twitter, considerado hoje a rede social mais valiosa para jornalistas de todo o mundo – segundo a State of Journalism 2021, fez com que tralhássemos nosso poder de síntese: era preciso comunicar em apenas 140 caracteres (e depois em 280), pois ao postar muitos tweets sobre o mesma assunto, sua linha de raciocínio poderia ser perdida no feed dos usuários.

Hoje, muito por conta do aumento do uso de smartphones, ganha força uma nova maneira de publicar conteúdos no mundo virtual, o scrollytelling.

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dia internacional da mulher

No Dia Internacional da Mulher ofereça valorização

Flores são lindas e iluminam o coração. Bombons adoçam a vida. No Dia Internacional da Mulher, que tal substituir as tradicionais rosas, ramalhetes, bombons e similares nas celebrações por um “buquê” imenso de valorização?

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável na agenda 2030 das Nações Unidas, a igualdade de gênero é um assunto que precisa estar sempre na pauta de qualquer empresa, seja na comunicação interna ou externa. Aliás, melhor. Mais do que pauta de comunicação, igualdade de gênero deve integrar o projeto de geração de valor de qualquer empresa e estar inserida nos processos do dia a dia.

Porém, não basta garantir uma estatística positiva para constar em dados de relatórios de sustentabilidade ou para ostentar em uma postagem nas redes sociais. Incentivar a valorização feminina e a igualdade entre gêneros nas empresas é um avanço rumo ao desenvolvimento social que não deve se limitar às reflexões pelo Dia Internacional da Mulher.

Lançado no fim do último mês de fevereiro, o relatório Mulheres, Empresas e o Direito realizado pelo Banco Mundial reúne dados de 190 países e avalia como a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus afetou as mulheres no trabalho e em casa. Pelo sistema de classificação do estudo, o Brasil soma 85 pontos de 100 possíveis no levantamento. Não está no fim da lista, mas ainda há muito a ser feito, e as mudanças mais importantes começam sempre com situações da vida cotidiana.

Segundo a ONU, a média mundial de diferença salarial entre homens e mulheres é de 16%, ou seja, em geral, as mulheres ganham apenas 84% do valor pago a um homem para ocupar o mesmo cargo, desempenhando funções iguais. No atual ritmo, serão necessários 257 anos para alcançar a igualdade econômica de gênero.

Mas, afinal, por que essa tal equidade é importante para o mundo? Estudo realizado pela Organização Mundial do Trabalho (OMT) indicou que, se houvesse uma redução de 25% da diferença de participação entre homens e mulheres no mercado de trabalho até 2025, seriam injetados US$ 5,8 trilhões no PIB mundial.

O levantamento corresponde a dados de 2018, mas projetando para um futuro pós-pandemia, esses números tendem a ser ainda mais expressivos. Considerando os aspectos de uma agenda ESG (Ambiental, Social e Governança em português), a participação das empresas na reconstrução do equilíbrio social nesta próxima fase fará toda a diferença.

Mais do que somente salário

Além da questão econômica evidente, é fundamental considerar o papel social que as empresas desempenham na contribuição para mudanças positivas da sociedade. Neste aspecto, ações simples podem fazer muita diferença.

A Race Comunicação, por exemplo, tem como tradição a valorização feminina independentemente do Dia Internacional da Mulher.

No quadro atual de funcionários, 60% da equipe é composta por mulheres, sendo 55% em cargos de chefia. O time de atendimento é formado 62% por mulheres.

No último ano, para marcar o Dia Internacional da Mulher, a empresa promoveu um encontro com Maíra da Rosa, vocalista da banda Samba de Dandara e batalhadora incansável pelos direitos das mulheres, e distribuiu a seus funcionários um exemplar do livro “Sejamos Todos Feministas”, de Chimamanda Ngozi Adiche (aliás, leitura altamente recomendada para começar a pensar as questões de gênero na sociedade).

E a Race não está sozinha nesta caminhada. Nos últimos anos, estimuladas pelas demandas de ESG ou não, as empresas assumiram uma postura muito mais ativa nas ações relacionadas à questão de gênero.

O ativismo empresarial é cada vez mais presente nas gestões com responsabilidade e compromisso social e abarca diversos temas fundamentais, incluindo entre eles a igualdade de gênero. O resultado é o enriquecimento do debate em múltiplos níveis e uma soma de esforços pela transformação de realidades.

Você já pensou como a comunicação interna e externa da sua empresa – seja com assessoria de imprensa, relações públicas ou gestão de mídias sociais – pode contribuir para mudanças positivas neste sentido?

Por Marta Teixeira

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O bom relacionamento profissional e a assessoria de imprensa em Goiás

Por Lívia Caixeta

Foi-se o tempo em que bastava ter um bom contato e relacionamento pessoal com os jornalistas das redações para facilitar a “venda” da pauta. Esta foi uma característica muito marcante no mercado de assessoria de imprensa em Goiânia, há até bem pouco tempo. O fato de existirem poucos veículos de imprensa na capital goiana viabilizava ainda mais esta prática.

Contudo, a profissionalização e a expansão do mercado fizeram com que muito mudasse. O assessor de imprensa assumiu uma função estratégica dentro de algumas empresas. Ao mesmo tempo em que os veículos de comunicação também cresceram e passaram a observar outros aspectos da sociedade. A prática do jornalismo também mudou devido, principalmente, à visibilidade que Goiás passou a ter no âmbito nacional.

A cordialidade de um grande empresário, ou socialite, ou de qualquer outra pessoa com algum destaque social já não era suficiente para que o assunto divulgado ganhasse relevância. Agora, a sugestão de pauta deve conter os preceitos básicos que são estudados nas aulas de Teorias da Comunicação e Produção de Texto Jornalístico, nos tempos da faculdade. A relevância social do assunto sugerido tornou-se aspecto primordial nesta relação.

Hoje, temos telejornais e jornais bastante preocupados em denunciar os deslizes e falhas das políticas sociais e econômicas. Por todos os cantos do Brasil, existem revistas especializadas em temas diferentes. A internet fez com que a informação circulasse mais rápido. E, tudo isso, exige que o profissional da assessoria de comunicação, e não mais apenas “imprensa”, se inteirasse dos assuntos da atualidade e que seja capaz de relacioná-los, em seus diversos aspectos, com temas de seu assessorado.

O coleguismo e a amizade ainda valem. Mas, já não são mais decisivos neste processo. É bom estarmos sempre alerta e por dentro do que acontece a nossa volta para não sermos pegos de “calças curtas”.

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Afinal, o que é agenciar?

Por Rogério Artoni

Atualmente, no país, qualquer mercado tem suas grandes empresas que atuam de forma completa. Essas grandes companhias têm seus nomes tatuados nas mentes de seus potenciais consumidores. Já para empresas menores, que querem também um lugar na memória destes aspirantes a clientes, algumas atitudes são essenciais, como por exemplo, o relacionamento e a união de forças. Manter um bom relacionamento é de extrema importância e encontrar parceiros de negócios que queiram andar juntos pode ser um atalho para a conquista de novos clientes.

Não existe fórmula mágica, mas buscar parcerias com empresas que complementam o seu trabalho pode ser um ótimo caminho. Muitas vezes em reuniões com clientes vemos que aquilo que ele precisa, uma agência parceira pode executar. Nosso trabalho é apontar soluções para nossos clientes, mesmo que elas não sejam da nossa área. Então, o que fazer? Indicar um parceiro de negócios.

Muitas vezes o cliente pode precisar de um novo site, um fornecedor de brindes ou até de uma reforma arquitetônica no escritório. Já houve casos de indicarmos um cliente para o outro e aí agradar dois clientes encontrando solução para ambos. Acredito que este é um dos papéis de uma agência. Não só prestar assessoria de imprensa, comunicação interna ou redes sociais, mas sim achar soluções para os clientes. Segundo o dicionário Houaiss, o verbo agenciar significa “servir de agente ou intermediário de (algo)”. Sendo assim, intermediamos o contato entre cliente e imprensa, cliente e stakeholders, cliente e cliente e, portanto, problema e solução.

Obviamente que cada empresa tem seu core business, mas a indicação leva à retribuição de outra indicação que pode trazer mais clientes. Na pirâmide corporativa, apenas pouquíssimas empresas figuram no topo, e é uma escalada difícil. Então, porque não dar as mãos a uma empresa parceira e um ajudar o outro?

Assim, através destas parcerias entre empresas, nascem grupos, entidades colaborativas, cooperativas e outras instituições que agregam empresas e seus pares, juntando forças para crescer. No mercado de assessoria de imprensa, por exemplo, existem várias entidades como estas onde as empresas se afiliam e buscam ampliar mercado.

Confira algumas instituições nacionais e internacionais que agregam agências de assessoria de imprensa:

Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

www.aberje.com.br

Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação

www.abracom.org.br

Public Relations Society of America (PRSA)

www.prsa.org

International Public Relations Association (IPRA)

www.ipra.org

Public Relations Consultants Association (PRCA)

www.prca.org.uk

GlobalCom PR-Network

www.gcpr.net

Public Relations Global Network (PRGN)

www.prgn.com

The Network One

www.thenetworkone.com

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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