Race Comunicação: 21 anos de sucesso

race comunicação

A Race Comunicação surgiu inicialmente com o propósito de ser uma agência de notícias voltada para o automobilismo. Desse projeto embrionário de empresa, formada ainda no período de faculdade em parceria com o jornalista Carlos Lima, comecei a fazer coberturas jornalísticas de provas do automobilismo brasileiro. Stock Car e as antigas Fórmula 3 e Fórmula Truck, eram o foco desse início e do que se tornaria futuramente uma agência de comunicação.

O acrônimo era uma mistura de Rogério Artoni, Antonio Carlos (Lima) e o E poderia ser interpretado como esporte. Depois de alguns meses, notamos que o formato não seria rentável e nada promissor, pois ninguém estaria interessado em comprar notícias de uma agência que cobriria apenas o automobilismo nacional. A sociedade com Carlos Lima foi desfeita, mas o nome se manteve.

Então, já em 2005, surgiu a oportunidade de trabalhar como assessor de imprensa do piloto goiano José Maria Reis, que competia na Fórmula Truck. Logo nesse início, veio a necessidade de formalizar o negócio com empresa aberta e tudo funcionando corretamente. Nesse período, minha vida se dividia entre as provas de automobilismo nos finais de semana, um trabalho, durante horário comercial, de balconista numa empresa da família e a música, cantando numa banda de Disco, Funk e Soul, em algumas noites da semana. Foi justamente da vida noturna na música que veio a oportunidade de oficializar a empresa.

Um dos colegas de palco, o jornalista (e saxofonista de mão cheia) Igor Thomaz, estava migrando do jornalismo para trabalhar apenas com música, caminho oposto ao meu. Ele gostaria de fechar sua empresa, a Em Pauta Comunicação, que havia fundado em 1999. Numa conversa veio a sugestão: “ao invés de abrir um novo CNPJ, porque não transferimos a minha empresa para você e dividimos essa despesa?”, sugeriu o Igor, ex-repórter do Jornal do Carro.

Assim, em 2005, transferimos a empresa e mudei o nome para Agência Race de Comunicação. A ideia então nesse momento, seria modificar o sentido do acrônimo para Rogério Artoni Comunicação para o Esporte. Dessa forma, segui atuando como assessor de imprensa no automobilismo, sozinho, no velho modelo de freelancer, mas com contratos interessantes, expandindo os clientes para categorias como Stock Car, Rally dos Sertões e outras competições para além da Fórmula Truck.

Tudo ia bem até o ano de 2008, quando minha filha Isabela nasceu e no afã de parar de trabalhar aos finais de semana, abri mão de atuar como assessor de imprensa e abracei outro projeto: o de editor-chefe da Editora M3, uma pequena empresa com projetos de revistas incríveis, todos voltados ao mercado automotivos e no automobilismo. A empresa, após cerca de seis meses de existência, quebrou, deixando todos os funcionários sem receber.

Sem clientes no automobilismo e sem emprego de editor pensei em formas de migrar oficialmente para o mercado corporativo e comecei com um ex-colega da falida editora, Marcelo Poyares, um projeto de ter uma agência voltada para o mercado corporativo oferecendo assessoria de imprensa e marketing esportivo.

Nesse momento, novembro de 2008, começava oficialmente o que viria a ser a Race Comunicação.

Em 2009, veio o primeiro grande cliente, o Laboratório Teuto, uma das maiores indústrias de medicamento genérico do país. Após dois anos atuando nas duas frentes, marketing esportivo e assessoria de imprensa, poucos projetos com viés esportivo vingaram. No ano de 2011, a parceria com Marcelo Poyares (que também era meu cunhado) foi desfeita e o foco total era em atuar com clientes corporativos.

Laboratório Teuto | Assessoria de Imprensa

Novamente veio a questão do acrônimo: “se alguém me perguntar por que Race, o que eu vou dizer?” – eu pensava. Então, Race virou Rogério Artoni Comunicação Empresarial. Após, algum tempo, a Race Comunicação já estava atendendo empresas de todos os tipos, áreas, mercados, clientes estrangeiros (sem nem escritórios no Brasil), expandimos os serviços para atuar também no mercado digital, gestão de redes sociais, comunicação interna e media training. Era também o momento de criar alguns pilares da cultura da empresa: ótimo clima de trabalho, diversidade e equidade.

Neste mesmo ano de 2011, conquistamos um cliente importantíssimo: parte da conta de assessoria de imprensa da Ajinomoto do Brasil. A partir daí abrimos o primeiro escritório fora de São Paulo, com a jornalista Lívia Caixeta, assumindo não só o Laboratório Teuto, mas outros clientes que havíamos conquistado na região de Goiás, estado do primeiro cliente de automobilismo da minha carreira de freelancer.

Clientes

Em novembro de 2013 conquistamos outro importante cliente, a Arup, uma das maiores empresas de engenharia do mundo. No princípio do ano de 2015, fechamos uma parceria super importante com a Navigate Response, rede global de agências focadas em gerenciamento de crise.

Mas um dos pontos culminantes daquele período foi que o trabalho árduo com a multinacional japonesa Ajinomoto nos rendeu a oportunidade participar de uma concorrência ainda maior, a conta toda, que chegou na agência em 2015. Neste mesmo ano, ainda com oito funcionários, contratamos o jornalista Wilson Barros, que depois de pouco menos de um ano se tornou diretor de atendimento.

O ano de 2016 ficou marcado também pela inclusão do meu nome pela PRWeek, principal revista do mercado de relações-públicas do mundo, no PRWeek Global Power Book, que elencava os 350 mais influentes e importantes profissionais do mercado de comunicação do mundo. O feito se repetiu em 2017, colocando o meu nome e o nome da Race Comunicação em evidência para o mercado nacional.

O ano de 2017 foi marcado também pelo primeiro prêmio da agência, o Prêmio Aberje, na categoria relacionamento com a imprensa, justamente com a Ajinomoto do Brasil. Em 2018, outro troféu, o Prêmio Jatobá PR na categoria digital e redes sociais, com o cliente ABPM – Associação Brasileira dos Produtores de Maçã. Ainda neste ano ficamos entre os finalistas do PRWeek Global Awards, na categoria LATAM, com o mesmo case vencedor do Aberje de 2017. Para fechar o ano de 2018, abrimos no Rio de Janeiro a segunda filial da agência, em parceria com o jornalista Luiz Gaulia.

Em 2019 foi a vez de mudarmos a sede em São Paulo para uma estrutura maior que comportasse a franca expansão da agência que já ocupava a 19ª posição no ranking das agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa. Neste mesmo ano, além de ficarmos novamente entre os finalistas do PRWeek Global Awards, com o cliente Zurich Seguros, vencemos o Prêmio Jatobá PR, na categoria relacionamento com imprensa, com o cliente Global Teacher Prize, cliente conduzido com nossos parceiros da Apollo Strategic Communication, de Londres.

A Race Comunicação dobrava de tamanho a cada dois anos, desde 2014, e no ano de 2020, quando completa oficialmente 21 anos, conseguiu o feito de subir para a nona posição do ranking de agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa, com um crescimento de faturamento de quase 70%.

Mesmo num ano difícil, com pandemia, crise de saúde, política e econômica a previsão é de fecharmos 2020 com a meta de sempre crescer acima de 10%. Contudo, a história da agência não é feita apenas de números e crescimento. É feita de pessoas, colegas de profissão que com um empenho incrível e muita parceria conseguiu trazer a agência até aqui e vai levá-la ainda mais longe.

A agência não é feita apenas de diretores. É feita de clientes, jornalistas, influenciadores, comunicólogos, estagiários, relações-públicas, profissionais de marketing, publicitários, administradores, parceiros e sobretudo de gente que ama o que faz, de gente que quer fazer o melhor, entregar o melhor e ter o melhor lugar para trabalhar. Essa é a história da Race Comunicação que segue sendo escrita a cada dia.

Por Rogério Artoni

Gostou do artigo?