Race Comunicação

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Race Comunicação: 21 anos de sucesso

A Race Comunicação surgiu inicialmente com o propósito de ser uma agência de notícias voltada para o automobilismo. Desse projeto embrionário de empresa, formada ainda no período de faculdade em parceria com o jornalista Carlos Lima, comecei a fazer coberturas jornalísticas de provas do automobilismo brasileiro. Stock Car e as antigas Fórmula 3 e Fórmula Truck, eram o foco desse início e do que se tornaria futuramente uma agência de comunicação.

O acrônimo era uma mistura de Rogério Artoni, Antonio Carlos (Lima) e o E poderia ser interpretado como esporte. Depois de alguns meses, notamos que o formato não seria rentável e nada promissor, pois ninguém estaria interessado em comprar notícias de uma agência que cobriria apenas o automobilismo nacional. A sociedade com Carlos Lima foi desfeita, mas o nome se manteve.

Então, já em 2005, surgiu a oportunidade de trabalhar como assessor de imprensa do piloto goiano José Maria Reis, que competia na Fórmula Truck. Logo nesse início, veio a necessidade de formalizar o negócio com empresa aberta e tudo funcionando corretamente. Nesse período, minha vida se dividia entre as provas de automobilismo nos finais de semana, um trabalho, durante horário comercial, de balconista numa empresa da família e a música, cantando numa banda de Disco, Funk e Soul, em algumas noites da semana. Foi justamente da vida noturna na música que veio a oportunidade de oficializar a empresa.

Um dos colegas de palco, o jornalista (e saxofonista de mão cheia) Igor Thomaz, estava migrando do jornalismo para trabalhar apenas com música, caminho oposto ao meu. Ele gostaria de fechar sua empresa, a Em Pauta Comunicação, que havia fundado em 1999. Numa conversa veio a sugestão: “ao invés de abrir um novo CNPJ, porque não transferimos a minha empresa para você e dividimos essa despesa?”, sugeriu o Igor, ex-repórter do Jornal do Carro.

Assim, em 2005, transferimos a empresa e mudei o nome para Agência Race de Comunicação. A ideia então nesse momento, seria modificar o sentido do acrônimo para Rogério Artoni Comunicação para o Esporte. Dessa forma, segui atuando como assessor de imprensa no automobilismo, sozinho, no velho modelo de freelancer, mas com contratos interessantes, expandindo os clientes para categorias como Stock Car, Rally dos Sertões e outras competições para além da Fórmula Truck.

Tudo ia bem até o ano de 2008, quando minha filha Isabela nasceu e no afã de parar de trabalhar aos finais de semana, abri mão de atuar como assessor de imprensa e abracei outro projeto: o de editor-chefe da Editora M3, uma pequena empresa com projetos de revistas incríveis, todos voltados ao mercado automotivos e no automobilismo. A empresa, após cerca de seis meses de existência, quebrou, deixando todos os funcionários sem receber.

Sem clientes no automobilismo e sem emprego de editor pensei em formas de migrar oficialmente para o mercado corporativo e comecei com um ex-colega da falida editora, Marcelo Poyares, um projeto de ter uma agência voltada para o mercado corporativo oferecendo assessoria de imprensa e marketing esportivo.

Nesse momento, novembro de 2008, começava oficialmente o que viria a ser a Race Comunicação.

Em 2009, veio o primeiro grande cliente, o Laboratório Teuto, uma das maiores indústrias de medicamento genérico do país. Após dois anos atuando nas duas frentes, marketing esportivo e assessoria de imprensa, poucos projetos com viés esportivo vingaram. No ano de 2011, a parceria com Marcelo Poyares (que também era meu cunhado) foi desfeita e o foco total era em atuar com clientes corporativos.

Laboratório Teuto | Assessoria de Imprensa

Novamente veio a questão do acrônimo: “se alguém me perguntar por que Race, o que eu vou dizer?” – eu pensava. Então, Race virou Rogério Artoni Comunicação Empresarial. Após, algum tempo, a Race Comunicação já estava atendendo empresas de todos os tipos, áreas, mercados, clientes estrangeiros (sem nem escritórios no Brasil), expandimos os serviços para atuar também no mercado digital, gestão de redes sociais, comunicação interna e media training. Era também o momento de criar alguns pilares da cultura da empresa: ótimo clima de trabalho, diversidade e equidade.

Neste mesmo ano de 2011, conquistamos um cliente importantíssimo: parte da conta de assessoria de imprensa da Ajinomoto do Brasil. A partir daí abrimos o primeiro escritório fora de São Paulo, com a jornalista Lívia Caixeta, assumindo não só o Laboratório Teuto, mas outros clientes que havíamos conquistado na região de Goiás, estado do primeiro cliente de automobilismo da minha carreira de freelancer.

Clientes

Em novembro de 2013 conquistamos outro importante cliente, a Arup, uma das maiores empresas de engenharia do mundo. No princípio do ano de 2015, fechamos uma parceria super importante com a Navigate Response, rede global de agências focadas em gerenciamento de crise.

Mas um dos pontos culminantes daquele período foi que o trabalho árduo com a multinacional japonesa Ajinomoto nos rendeu a oportunidade participar de uma concorrência ainda maior, a conta toda, que chegou na agência em 2015. Neste mesmo ano, ainda com oito funcionários, contratamos o jornalista Wilson Barros, que depois de pouco menos de um ano se tornou diretor de atendimento.

O ano de 2016 ficou marcado também pela inclusão do meu nome pela PRWeek, principal revista do mercado de relações-públicas do mundo, no PRWeek Global Power Book, que elencava os 350 mais influentes e importantes profissionais do mercado de comunicação do mundo. O feito se repetiu em 2017, colocando o meu nome e o nome da Race Comunicação em evidência para o mercado nacional.

O ano de 2017 foi marcado também pelo primeiro prêmio da agência, o Prêmio Aberje, na categoria relacionamento com a imprensa, justamente com a Ajinomoto do Brasil. Em 2018, outro troféu, o Prêmio Jatobá PR na categoria digital e redes sociais, com o cliente ABPM – Associação Brasileira dos Produtores de Maçã. Ainda neste ano ficamos entre os finalistas do PRWeek Global Awards, na categoria LATAM, com o mesmo case vencedor do Aberje de 2017. Para fechar o ano de 2018, abrimos no Rio de Janeiro a segunda filial da agência, em parceria com o jornalista Luiz Gaulia.

Em 2019 foi a vez de mudarmos a sede em São Paulo para uma estrutura maior que comportasse a franca expansão da agência que já ocupava a 19ª posição no ranking das agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa. Neste mesmo ano, além de ficarmos novamente entre os finalistas do PRWeek Global Awards, com o cliente Zurich Seguros, vencemos o Prêmio Jatobá PR, na categoria relacionamento com imprensa, com o cliente Global Teacher Prize, cliente conduzido com nossos parceiros da Apollo Strategic Communication, de Londres.

A Race Comunicação dobrava de tamanho a cada dois anos, desde 2014, e no ano de 2020, quando completa oficialmente 21 anos, conseguiu o feito de subir para a nona posição do ranking de agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa, com um crescimento de faturamento de quase 70%.

Mesmo num ano difícil, com pandemia, crise de saúde, política e econômica a previsão é de fecharmos 2020 com a meta de sempre crescer acima de 10%. Contudo, a história da agência não é feita apenas de números e crescimento. É feita de pessoas, colegas de profissão que com um empenho incrível e muita parceria conseguiu trazer a agência até aqui e vai levá-la ainda mais longe.

A agência não é feita apenas de diretores. É feita de clientes, jornalistas, influenciadores, comunicólogos, estagiários, relações-públicas, profissionais de marketing, publicitários, administradores, parceiros e sobretudo de gente que ama o que faz, de gente que quer fazer o melhor, entregar o melhor e ter o melhor lugar para trabalhar. Essa é a história da Race Comunicação que segue sendo escrita a cada dia.

Por Rogério Artoni

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comunicação interna

Comunicação interna: 7 perguntas de um bom briefing

Tempos velozes, home office, incertezas e altos níveis de ansiedade. Nossa realidade nos surpreende a cada novo dia e no universo das empresas e do mercado, não poderia ser diferente. A comunicação interna ganha maior pressão por entregas cada vez mais urgentes. O tempo se acelera e tudo parece ser igualmente importante. Tudo ao mesmo tempo agora.

Nesse contexto, a importância de um bom briefing se faz relevante. O briefing é um documento que facilita a entrega certeira dos pedidos de comunicação dos clientes por parte das agências de comunicação. Mas nem todo mundo sabe o que deve ter o briefing ou pior não considera essa etapa uma parte importante do trabalho da comunicação interna.

Atropelados pela pressa e por cobranças muitas vezes exigem peças sem sentido e sem prazo exequível. Justificativas à parte, quero aqui orientar minimamente os interessados em construir uma relação saudável e prática entre agência, comunicadores e áreas clientes.

Na comunicação interna, percebo que há maior confusão e repetitivas mudanças nos trabalhos, nos textos e nas imagens produzidas. Tal fato acontece porque múltiplas áreas se envolvem nas ações de comunicação com os empregados tendo um emaranhado de aprovações dentro da hierarquia que prejudica a criatividade e a celeridade eficiente da comunicação. Claro, quando o trabalho sai errado a culpa sempre será da equipe de comunicação ou da própria agência prestadora do serviço.

O design é uma parte muito importante dentro da comunicação. Veja nossas soluções em diagramação, infográficos, press kits e materiais gráficos! 

Para reduzir esses ruídos e organizar esse meio de campo, sugiro algumas perguntas básicas sobre os trabalhos, mesmo que sejam pedidos aparentemente simples como um banner para a parede do refeitório da fábrica ou uma post a ser enviado pelo WhatsApp corporativo.

Veja 7 perguntas básicas a serem respondidas em um briefing de comunicação interna:

1: Qual o projeto, evento ou ação a ser realizada?

Neste campo é ideal termos o nome do projeto, o nome do evento a ser realizado ou a ação específica de forma detalhada.

2: Qual a área responsável pela demanda e qual a área que vai aprovar o material?

Neste campo é ideal termos a área cliente ou solicitante e também o aprovador do material a fim de evitar que diferentes pessoas, na ânsia de contribuir, façam alterações ao longo do processo, alterando o briefing inicial. A permanente alteração de textos, imagens, logos, cores e até formatos impacta na qualidade do serviço prestado.

 3: Qual o prazo e a verba disponível?

É ideal termos aqui a verba disponível e o prazo de entrega de forma clara a fim de direcionar tempo e investimento de comunicação de forma clara., evitando expectativas altas com verbas reduzidas. Nesse item podemos já inserir o tipo de material a ser usado ou mesmo formatos de arquivos.

4: Qual o objetivo da comunicação?

Pergunta simples, resposta difícil. Mas é necessário que a área solicitante aponte um objetivo a ser alcançado.

 5: O que as pessoas deverão fazer ou perceber após essa comunicação?

Essa pergunta complementa a anterior e demanda do solicitante uma ação prática ou uma percepção valiosa a respeito daquilo que se quer comunicar.

 6: Qual a mensagem-informação principal que que não pode faltar no material?

Aqui podemos inserir e-mail de contato, telefone, logomarcas ou mesmo algum dado específico sobre aquilo que se comunica.

7: Existe algum material anexo, como fotos e textos?

Item importantíssimo, uma vez que muitas áreas ou gestores já possuem uma ideia na cabeça e que gostariam de implantar (na verdade copiar e diminuir risco de erro). Fotos e imagens de referência devem ser vistos e aprovados antes da apresentação de lay outs e drafts de criação. É o cliente quem deveria apontar o que deseja e como deseja. Mas caso ele não saiba e permita a criação livre de opções e propostas

De uma maneira a prevenir mal-entendidos e alinhar expectativas, ao se elaborar um briefing – que funciona como espécie de roteiro do trabalho – se organiza melhor o pedido e coloca o cliente e a área solicitante como responsável pelo material a ser apresentado. O documento serve também como um guia, um minicontrato entre comunicadores e clientes.

Assim, evitamos riscos e retrabalhos, reduzimos stress e também custos. Fica a dica.

Por Luiz Antônio Gaulia 

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relações públicas

Relações Públicas: 5 dicas para montar uma boa estratégia

Destacar a marca e fazer com que ela seja reconhecida no mercado em que atua exige que diferentes processos estratégicos sejam elaborados, incluindo a área de relações públicas. Tal prática decorre de um planejamento minucioso que precisa contemplar diferentes canais, ferramentas e abordagens, especialmente em um momento que o marketing de branding demanda que se tenha conhecimento sobre os mais variados formatos de comunicação e métricas de engajamento.

A fim de ajudar neste processo, a Race Comunicação conversou com alguns de seus profissionais para descobrir  como qualquer marca pode alcançar uma reputação de sucesso.

Veja abaixo 5 dicas de estratégias em relações públicas:

  1. Tenha clareza sobre o seu negócio: a importância do estudo de mercado

Um dos primeiros passos para o engajamento da marca é identificar quais são as melhores formas de trabalhar a imagem da empresa dentro do mercado. Dessa forma, fica mais fácil identificar o diferencial da marca, bem como a melhor maneira de impactar o seu público-alvo.

“Ao desenvolver um plano estratégico é preciso analisar primeiramente o mercado em que a marca ou a empresa está inserida”, destaca Bruno Uehara, assessor de imprensa da Race Comunicação. E complementa sobre a necessidade de identificar quais as características do público-alvo. “A partir dessas informações, é possível planejar as ações de comunicação de forma segmentada e com linguagem adaptada para cada um”.

  1. Identificando stakeholders: a base para uma reputação de sucesso

Os stakeholders nada mais são do que os principais públicos de interesse do negócio. São eles que irão fazer com que sua marca seja reconhecida e tenha ainda mais engajamento dentro do mercado. Para saber quem são eles, é preciso conhecer os principais objetivos do negócio e qual o perfil desse público que se deseja alcançar.

“É muito importante fazer uma imersão para que você consiga ver com as principais áreas do negócio quais as metas de comunicação e quais públicos atingir com isso”, pontua Thiago Eid, assessor de imprensa da Race Comunicação, ao afirmar que dessa forma, é possível definir também quais serão os formatos dos conteúdos, a linguagem a ser utilizada e as principais ferramentas.

“Ferramentas como assessoria de imprensa, encontros com entidades, mapeamento de eventos com participação de algum porta-voz, promover a aproximação de formadores de opinião e empresários por exemplo. São várias formas de trabalhar as relações públicas para fazer com que a empresa conheça seus stakeholders”, complementa.

  1. Assessoria de imprensa: uma ferramenta que aproxima

Uma das ferramentas estratégicas para um bom engajamento da marca é investir na assessoria de imprensa, afinal, é ela que irá levar aos veículos de comunicação os principais diferenciais do seu negócio para a sociedade.

Um desses caminhos, segundo Amanda Lima, assessora de imprensa da Race Comunicação, é investir na história do cliente, pois a imprensa é cativada pela narrativa e pela força das palavras. “Nem sempre a melhor estratégia é fazer um press release e divulgar para todo mundo. Dentro de cada história é preciso identificar como contar isso de maneira interessante. Seja por meio de um release, uma sugestão de pauta exclusiva, um encontro de relacionamento, uma entrevista para um podcast ou um programa de TV, ou até uma ação com influenciadores”, exemplifica. “Esse seria o passo mais importante para atingir o público com a melhor estratégia”, conclui.

  1. Ambiente digital a favor da marca: seja o resultado que você quer para a sua empresa

A conexão entre interatividade e relações públicas pode gerar resultados ainda mais potentes para a sua marca. O auxílio do ambiente digital no trabalho de relações públicas é apenas um dos pilares que seguram uma estrutura de comunicação estratégica. Portanto, é preciso saber quais as vantagens do seu uso e como aproveitar essa praticidade de maneira correta e eficiente.

“As redes sociais têm a função de mostrar os valores e posicionamentos da marca, além de vender. Trabalhar conteúdos que mostrem como a marca ajuda a sociedade e o que ela oferece aos seus consumidores é uma saída para trabalhar um planejamento eficaz de relações públicas”, destaca Bárbara Christan, criadora de conteúdo digital da Race Comunicação.

Segundo ela, o ideal é sempre trabalhar as estratégias em conjunto, tendo como principal objetivo a criação de ações que mostrem que o produto é capaz de ajudar o público a solucionar seus problemas, suas dúvidas e suas dores. “É preciso fazer um diagnóstico da marca e definir não só branding persona, que seria a cara da marca, mas os buyers personas, que vão realmente comprar o produtor ou o serviço, sempre mostrando os valores da marca”, aconselha.

  1. Identidade visual: faça sua marca ser lembrada

Quando pensamos em uma marca, pensamos diretamente na sua imagem e nos valores que ela nos remete. Para que a imagem cause um impacto positivo no público-alvo é necessário gerenciamento. Um dos pilares da gestão de imagem e estratégia de conteúdo é a comunicação visual, essencial para se destacar perante a concorrência.

Para que sua empresa se destaque diante do mercado, sua comunicação precisa ser eficaz, atualizada e compatível às atuais demandas sociais. A vantagem em apostar na comunicação visual é saber que ela possui um grande potencial de recepção e atinge um número maior de pessoas do que a comunicação escrita.

Por isso, estabelecer uma gestão eficiente sobre a sua organização é crucial para criar uma reputação marcante e assumir um posicionamento claro diante de seus clientes.

Por Ana Luiza Antunes

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10 Benefícios de ter uma assessoria de imprensa

10 benefícios de ter assessoria de imprensa

Por Rogério Artoni

Você já deve saber como é importante a comunicação nas empresas, mas como ela pode ser uma aliada aos seus negócios? Nós já explicamos aqui no Blog da Race, o que é uma assessoria de imprensa  e quando uma empresa precisa desse serviço. Mas é importante frisar que através da assessoria de imprensa, uma das ferramentas da área da comunicação, é possível obter diversos benefícios.

1.       Ter sua marca nos veículos de comunicação

Mesmo sem publicidade é possível aparecer nos veículos de comunicação. Através da assessoria de imprensa , de um planejamento bem alinhado e estratégias eficazes, sua empresa ou seus produtos podem virar notícias.  De forma positiva, você pode ter publicações nas páginas de revistas, jornais, rádios, tevês e sites de várias editorias. (Entenda a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade aqui)

2.       Fortalecimento de marca

Com estratégias alinhadas às diretrizes de sua empresa, é possível fortalecer sua marca ou seus produtos com consumidores potenciais. Sua empresa aparecendo de forma positiva nos veículos de comunicação, impacta stakeholders, conhecidos também por públicos de interesse . Desta forma, fortalece sua marca ou produto com formadores de opinião e aumenta sua reputação com eles.

3.       Produtos e serviços viram notícia

Imagine que seu produto tem alguns diferenciais importantes em relação aos concorrentes, mas o que adianta se seus consumidores não sabem disso? É exatamente neste ponto que a assessoria de imprensa trabalha, buscando transformar esses diferenciais em notícias, sempre com informações positivas. Com estratégias bem feitas é possível mostrar para a imprensa esses pontos relevantes e colocar seu produto ou serviço em destaque na mídia.

4.       Vire especialista para um jornalista

Jornalistas que atuam nos veículos de comunicação precisam de fontes, também conhecidos como porta-vozes, para elaborar uma matéria. Assim sendo, você pode virar esse especialista para este repórter e ser consultado sempre que ele tiver uma matéria relacionada com o seu tema e, por consequência, ter exposição na mídia.

5.       Aparecer para quem interessa

O trabalho de assessoria de imprensa está sempre buscando publicações de seus assessorados em veículos de comunicação que são relevantes para o cliente. Então, o ponto principal aqui é aparecer para quem interessa gerando mais negócios e até, possivelmente, abrindo novos mercados. Tudo alinhado com as estratégias da empresa.

6.       Melhora o posicionamento do seu site no Google e outros buscadores

Com diversas matérias publicadas em vários sites de notícias, em alguns casos com link para o seu site, sua visibilidade perante o Google e outros buscadores melhora muito. Desta forma, o trabalho de assessoria de imprensa ajuda também no seu posicionamento no ranking desses buscadores.

7.       Ajuda na contratação de novos funcionários

Parece não ter muita relação, mas uma empresa que está na mídia gera interesse de potenciais novos empregados. Imagine que você está procurando um emprego e uma empresa da sua área aparece em um veículo de comunicação muito relevante, você não vai mandar o seu currículo para lá?

8.       Potencializa ações de marketing

Muitas vezes, ações de marketing têm despesas já orçadas para publicidade, eventos, contratação de stand, mas nem sempre contempla assessoria de imprensa. Porém, em muitos momentos a assessoria de imprensa pode ser tão essencial quanto o próprio evento, para alcançar os resultados esperados. Ela pode ser crucial para conseguir participantes, gerar buzz na mídia ou mesmo para mostrar para o seu consumidor a ação promocional que você fez.

9.       Treinamento de porta-voz para falar com jornalistas

Apesar de o diretor ou presidente ser sempre uma pessoa muito qualificada em vários aspectos, muitas vezes eles nunca tiveram contato com a mídia. Neste caso um media training, também conhecido como treinamento de imprensa, pode ser essencial para obter os melhores resultados. Através desse treinamento, com simulações de entrevistas, eles entendem a importância de falar com jornalistas, mesmo em caso de crise. Estes porta-vozes aprendem também como passar uma mensagem da forma correta, como lidar com esses profissionais, entre outros benefícios importantes.

10.   Gerencia crises

Nem só de boas notícias vive uma assessoria de imprensa. Em momentos de crise, este serviço pode ajudar a mitigar o problema e em alguns casos reverter a situação. Com transparência e proatividade com a imprensa, é possível mostrar o seu lado da história e não deixar uma crise ficar pior ainda. Lembre-se que é melhor você falar do que os outros falarem por você.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

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O que é um plano de comunicação?

Por Maira Manesco

O plano de comunicação é uma das ferramentas-base para o trabalho de assessoria de imprensa. É nele que a agência de comunicação estabelece qual o caminho que a comunicação organizacional irá percorrer, por meio de análises e estudos sobre a empresa, e pesquisas sobre o mercado e as tendências.

O planejamento é realizado para suprir as necessidades da empresa perante seus stakeholders, conhecidos também como públicos de interesse. Ele também é essencial para reforçar suas ações positivas, preocupando-se com qual mensagem será transmitida e como.

Para elaborar um plano de comunicação é importante incluir os seguintes itens:

– Objetivo: o que se pretende atingir com tal comunicação;
– Mensagem: o quê e como se pretende divulgar;
– Público: quem se pretende atingir com a mensagem (colaboradores, clientes, fornecedores, imprensa etc.);
– Estratégia: quais serão as ferramentas de comunicação eficazes para transmitir a mensagem e qual deverá ser o momento para isto;
– Avaliação: de que forma a mensagem foi recebida pelo público, se o alvo atingido foi o definido.

Além destes itens, é importante criar e incluir um cronograma das ações estabelecidas para, desta forma, conseguir cumprir os prazos. Em alguns casos, é necessário acrescentar neste plano de comunicação o orçamento, que estabelece os custos para cada ação.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é um presskit?

Por Núbia Neves

Alguns pontos são cruciais para que o assessor de imprensa e seu cliente consigam espaço na mídia. A oferta de boas pautas, com novidades e atrativos, é um ponto crucial; bons porta-vozes com disponibilidade e bem treinados são também muito importantes, porém, há um ponto ainda tão essencial quanto os anteriores: manter um bom relacionamento com o jornalista, e o presskit pode ajudar.

Mesmo podendo ajudar, alguns cuidados com essa ferramenta são importantes:

 1. Presskit não é jabá: é muito comum empresas enviarem para jornalistas presentes e exemplares de materiais que comercializam com o intuito de agradar o jornalista. Porém, a intenção do presskit é auxiliar na notícia e não presentear. Por isso, sempre envie algo que deixe clara essa intenção;

 2. Informação em primeiro lugar: presskits devem ser ligados a notícias. Sempre que enviar um tenha em mente que a informação deve chegar ao jornalista. Se o lançamento de um site é o foco, informe isso, se o importante for o lançamento de um produto, envie o material explicando seus benefícios, entregue para o jornalista as ferramentas necessárias para que ele produza uma boa notícia;

 3. O que enviar em um presskit: como dito anteriormente, ele deve possuir informações claras e importantes. Inclua ao kit escolhido, um release explicativo, com informações da empresa e do produto que pretende divulgar.   Além disso, independente do que for enviado, pense que a real intenção é que o jornalista receba todas as informações de forma fácil e clara. Não se apegue à necessidade de enviar algo chamativo, o importante é agir de forma estratégica. De que adianta chamarmos a atenção com o brinde, se o jornalista não prestar atenção à marca ou à notícia que enviou?

Além desses pontos, é importante que os assessores de imprensa se certifiquem que o conteúdo chegou às mãos dos jornalistas certos e que o intuito do kit foi alcançado. Por isso, confirme, através de follow up, se quem o recebeu ficou com alguma dúvida, e não se esqueça de usar o presskit no futuro a seu favor, facilitando seu acesso ao jornalista.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

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Quem é o seu público-alvo, empresário?

Por Lívia Caixeta

Ou melhor, com quem se deseja falar ao contratar uma assessoria de comunicação.

Entre os serviços que uma empresa pode contratar, dentro da comunicação interna, está o house organ, revista empresarial ou revista interna, que é o veículo de comunicação que circula dentro da companhia. É por este caminho que será possível divulgar informações importantes, muitas vezes até estratégicas e que, na maioria das vezes, não dizem respeito ao público externo.

O trabalho de produção de uma revista empresarial é muito parecido com o que acontece em uma revista de grande circulação, por exemplo. Existe um Conselho Editorial, formado por pessoas que sugerem as pautas (assuntos), ajudam a produzir as fotos e dão o direcionamento dos textos daquela edição. Cada número tem um tema central que, geralmente, compõe a chamada de capa da revista e é a partir dele que será definido o enfoque das reportagens de toda a publicação.

É interessante ainda estabelecer uma quantidade de páginas e algumas editorias (espaços ou colunas) fixas. Geralmente, estas editorias são destinadas às ações permanentes da companhia. A partir daí inicia-se a produção das reportagens e das imagens, que preferencialmente, devem ser feitas por um fotógrafo profissional para que tenham boa qualidade. Todo o planejamento também deve levar em conta os eventos estratégicos da empresa, para que a distribuição e leitura da revista seja eficiente.

A fase final, na produção de uma revista empresarial, é feita pela revisão, diagramação e edição. As páginas são “desenhadas” por um designer que garante a harmonia dos elementos título, subtítulo, texto principal, texto secundário (se houver) e imagens (fotos ou artes). A última etapa é a edição e, em seguida, aprovação pelo conselho editorial. Tudo isso, antes de ir para a gráfica e ser impressa.

É muito importante, em todo esse processo, estar atento aos prazos. Isso implica observar o calendário de eventos da companhia para que as expectativas da publicação sejam atendidas. Em média, uma revista de boa qualidade e com uma quantidade razoável de páginas, entre 24 e 32, precisa de 2 meses para ser produzida, aprovada e distribuída.

Outra dica interessante é fazer desta publicação um meio de comunicação que seja o mais próximo possível dos colaboradores e parceiros, para que haja uma boa aceitação da ferramenta. E, além disso, é fundamental, que todo esse processo seja supervisionado e tenha a participação direta de profissionais capacitados como os de uma agência de comunicação.

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O que é um jornal mural?

Por Filipe Andrande

Dentro de uma empresa, os jornais murais são importantes ferramentas de comunicação interna, geralmente direcionadas a um maior número de colaboradores. Este veículo de comunicação é afixado em locais de grande movimentação de pessoas e leva, de forma dinâmica e eficiente, conteúdos de relevância para todos dentro de uma organização.

O jornal mural possui uma maior periodicidade em relação a outros meios de comunicação interna, como informativos via intranet e newsletters, mas pode ser adaptado de acordo com as necessidades da empresa. A publicação possui textos curtos, linguagem clara e adaptada ao público leitor e ainda um grande volume de fotos.

Considerado o mais tradicional veículo de comunicação interna, o jornal mural deve também estar atrativo aos olhares do público e, para isso, é fundamental um planejamento minucioso, que leve em conta aspectos como o perfil editorial e gráfico da publicação.

Mesmo sendo um veículo de comunicação tão tradicional, ele ainda é muito funcional e traz resultados bastante relevantes para a empresa, assim como também seus colaboradores. Para determinadas informações, ele ainda é a melhor opção para comunicação interna de companhia.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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O que é mailing de imprensa?

Por Núbia Neves

Tão importante quanto o release, o mailing de imprensa é uma ferramenta indispensável para o trabalho de assessoria de imprensa. Nele contém os dados dos jornalistas que desejamos atingir, como, por exemplo: nome, veículo, editoria, telefone, e-mail e etc. Com um mailing apurado e selecionado é possível obter resultados de forma muito mais efetiva.

Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, explica que o mailing é essencial na hora de trabalhar um release. “Selecionando os jornalistas, entendemos bem sobre o nosso target e direcionamos nossos trabalhos de forma muito mais eficiente”, explica.

De nada adianta preencher um material de informações interessantes e porta-vozes significativos, se não enviarmos essas informações para os jornalistas certos. Por isso, é importante dedicar-se para adaptar os mailings para cada cliente e necessidade. Além disso, estude os jornalistas, nem sempre os editores ou chefes de redação são as melhores soluções. Um bom mailing deixará sua notícia sempre na frente.

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O que é uma entrevista exclusiva?

Por Alan Mariasch

A assessoria de imprensa é responsável por gerenciar o relacionamento entre a fonte (empresas ou pessoas) e o jornalista. Sendo assim, ela dispõe de inúmeras ferramentas na hora de apresentar seu cliente para uma possível entrevista: convocar uma coletiva de imprensa, enviar uma sugestão de fonte para o seu mailing de contatos ou sugerir uma entrevista exclusiva.

A entrevista exclusiva é melhor opção quando o porta-voz tem uma informação relevante e exclusiva. Sendo assim, negocia-se com os principais veículos quem teria interesse em entrevista-lo e dar a notícia em primeira mão.

É essencial alinhar essa estratégia com o porta-voz, para que a informação exclusiva não vaze antes de ser publicada. Caso a fonte não cumpra o acordo de exclusividade, ela pode comprometer seu relacionamento com esse jornalista estratégico, prejudicando futuras iniciativas de assessoria de imprensa com ele.

* Alan Mariasch é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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