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Como promover uma empresa nas redes sociais

Por Lívia Caixeta

Marcar presença, ser visto e ser lembrado.

Esses três aspectos, extremamente importantes para uma empresa – pequena, média ou grande -, são a base para promover sua marca nas redes sociais. Essas ferramentas, se bem utilizadas, avançam e crescem em um ritmo intenso e são capazes de gerar alto impacto. Falando em impacto, há alguns anos já falávamos sobre isso por aqui no post que comenta a respeito dessas novas mídias.

Dados estatísticos do statista, por exemplo, apontam que, até julho deste ano o Facebook é o líder no segmento com 63,76% dos acessos, seguido pelo Twitter com 14,89% dos acessos. Completam as primeiras posições o Pinterest, com 10,38% dos acessos, em quarto lugar o Instagram (também do Facebook) com 3,23%, em quinto o Tumblr com 1,81%.

Outro aspecto, desta vez levantado pelo Sebrae SP por meio da pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, mostram que micro e pequenas empresas investem em informatização e que o Whatsapp e o Facebook são as redes sociais mais utilizadas por esta fatia de mercado. Essas duas ferramentas cumprem funções operacionais importantes semelhantes a um SAC e ainda geram conteúdo que pode ser compartilhado por seus clientes.

Como promover uma empresa nas redes sociais

Conteúdo x Engajamento

Mas qual será o segredo para se destacar nas redes sociais, esse mundo tão vasto?

  1. Identifique o perfil do seu público: as redes sociais podem ser utilizadas tanto como suporte na comunicação interna quanto para conversar com seus consumidores/clientes;
  2. Utilize as redes sociais adequadas para o perfil da sua empresa e para o conteúdo que deseja divulgar;
  3. Gere conteúdo e não apenas “anúncios”: quanto mais informações relevantes você produzir nas suas redes sociais maior será seu alcance. Entenda um pouco mais sobre isso no post que escrevi sobre o Negative SEO;
  4. Faça impulsionamentos e promoções quando necessário;
  5. Planeje e monitore: uma rede social “abandonada” pode ser um tiro no pé!
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Comunicação integrada: redundância do século XXI

Por Filipe Andrade

Certo dia ouvi de um professor de comunicação que “comunicação integrada é redundância”. Por incrível que pareça, a afirmação reflete a atual dinâmica do mercado e a forma de se fazer comunicação.

Em pleno século XXI, era da informação e da ascensão das redes sociais na internet, uma organização não faz (ou menos pelo menos não pode fazer) apenas comunicação interna ou somente assessoria de imprensa, por exemplo. As empresas, do presente e do futuro, precisam desenvolver, acima de tudo, comunicação no sentido mais abrangente do termo.

Ou seja, a comunicação integrada deve fazer parte do dia a dia de qualquer organização na atualidade. E, conforme aponta Marcelia Lupetti, autora do livro “Gestão estratégica de comunicação mercadológica”, “planejar a comunicação [integrada] exige interação, unificação de mensagem, instruções, boa vontade e envolvimento de todos os colaboradores”.

É importante ressaltar ainda que não se trata apenas de replicar um conteúdo para diferentes públicos e em diversos meios, mas trabalhar uma única mensagem através de ferramentas diversas, utilizando linguagens adequadas à cada meio.

Vamos partir do pressuposto que, em uma empresa, todos os indivíduos que a compõem são também seus porta-vozes. Nesse sentido, se uma empresa direciona seus esforços apenas à comunicação interna, ela ainda terá sua imagem repercutida externamente, seja nas redes sociais ou em rodas de amigos no dia a dia. Um exemplo é a Campanha da Always, “Like a girl”, de 2015.

Por outro lado, se ela resolve trabalhar apenas com assessoria de imprensa, ela corre o sério risco de não ter sua imagem referendada pelos seus colaboradores, por exemplo, pelo simples fato de eles não conhecerem as estratégicas e objetivos daquela empresa, pois esse cenário não foi trabalhado internamente.

Não faz sentido também investir em marketing digital, ações com influenciadores digitais, se sua imagem interna, seu clima organizacional, não reflete aquilo que é trabalhado externamente.

Desta forma, mais que um diferencial, a comunicação integrada torna-se um dever de qualquer organização cujo objetivo é transmitir de forma eficiente sua mensagem a diferentes públicos e reforçar sua imagem junto à sociedade.

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Como medir resultados da produção de conteúdo em comunicação interna

Por Amanda Lima

Mensurar resultados é sempre uma tarefa desafiadora quando se trata de objetivos muitas vezes intangíveis, comuns ao universo da comunicação. A satisfação dos colaboradores de uma empresa, por exemplo, é uma das “métricas” que buscamos avaliar como resultado de um plano de comunicação interna. Parece uma tarefa ingrata, mas existem alguns métodos eficazes para materializar o impacto de ações de comunicação voltadas ao público interno.

Já reunimos por aqui algumas orientações de como introduzir estratégias de comunicação interna em uma organização e de como aplicá-la de modo eficaz. Portanto, vou me limitar a pontuar que investir nessa ferramenta representa uma forte e indispensável maneira de criar um relacionamento aberto, acolhedor e intimista com um dos elementos mais valiosos de qualquer negócio: os funcionários.

Avaliar o impacto dos conteúdos produzidos para o público interno das empresas – newsletters, jornais murais, house organs (revistas, boletins ou jornais internos) – permite estruturar planos de comunicação de maneira estratégica. Com isso, potencializa-se a motivação e o sentimento de pertencimento dos colaboradores. Vale lembrar que, imersos em uma realidade digital e de ampla utilização de redes sociais, cada empregado é também um produtor de conteúdo e porta-voz da empresa em que trabalha.

De maneira geral, dois métodos permitem qualificar os resultados de ações em comunicação interna: pesquisas internas e ferramentas de gestão e análise. As primeiras são válidas nos casos em que se pretende alcançar objetivos quantitativos – se a intenção é reduzir a rotatividade de funcionários no período de um ano, por exemplo, pode-se medir o turnover nesse período. As segundas permitem analisar o impacto das ações de forma mais quantitativa e subjetiva, ligada à satisfação dos funcionários, por exemplo.

Veja abaixo quatro ferramentas práticas para medir a qualidade e eficiência de ações de comunicação interna:

  • Pesquisas de clima organizacional

Bastante comuns entre as equipes de Recursos Humanos, as pesquisas internas podem auxiliar a mensurar o quanto as estratégias desenvolvidas na comunicação interna de uma empresa são efetivas. Um bom questionário deve levar em consideração o planejamento que motivou a ação, bem como seus objetivos. Elabore questões dissertativas ou de múltipla escolha que qualifiquem a receptividade das informações divulgadas.

  • Índices de engajamento

Qualquer estratégia de comunicação interna não deve parar na finalização do evento ou no disparo de uma newsletter, por exemplo. Investigar como os funcionários estão se envolvendo com esse conteúdo ou ação é também essencial. Reúna os dados de acesso aos conteúdos divulgados digitalmente, estruture canais de interatividade, como prêmios, concursos ou um quiz, por exemplo.

  • Análise de produtividade

Profissionais motivados certamente serão mais produtivos. Examinar os números da empresa após a implementação de estratégias de comunicação interna pode ajudar a traçar algumas conclusões sobre a efetividade das ações para uma equipe mais engajada, com uma forte cultura organizacional para consolidação de uma empresa competitiva.

  • Feedback

Muitas organizações pecam em não fornecer ao público interno a possibilidade de dividir suas opiniões. Por isso, criar canais de feedback permitem que o funcionário se sinta mais valorizado pela empresa e, ainda, fornece à equipe de comunicação mais uma fonte de dados.

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Meu carro falha – A falta que uma assessoria faz

Por Vanessa Assis

Polêmicas, problemas e crises são fatos que causam medo na maioria das empresas, mas que com uma boa assessoria, podem ser contidos de maneira eficaz. Mas e quando as empresas optam por não consultar uma assessoria, ou fazem o contrário do que se espera em um gerenciamento de crise? Sim, possivelmente, um desastre acontece.

Foi o que ocorreu com a Renault no caso “Meu carro falha”. Em 2011, uma consumidora da marca, indignada com o atendimento prestado pela empresa, fez o site www.meucarrofalha.com.br. Nele, contava a história de seu Renault Mégane, que, desde que adquirido (quatro anos antes), apresentava falhas. Após idas e vindas infrutíferas do conserto e pedidos de troca do carro negados pela empresa, a consumidora acionou judicialmente a Renault e denunciou em redes sociais e através do seu site o atendimento prestado.

A Renault, que por sua vez não havia solucionado o problema antes de chegar a este ponto, optou por processar a consumidora e requerer uma liminar para que ela tirasse o site do ar e as postagens em redes sociais em 48 horas. O resultado? Um desastre. A cliente publicou no site a liminar e o caso foi considerado pelo público uma censura. Diversos veículos publicaram matérias sobre o caso, como Exame, Carta Capital e Uol. O www.meucarrofalha.com.br recebeu 700 mil visitas em um mês. A crise enfrentada pela montadora se tornou uma crise de caráter.

Após toda essa repercussão negativa, a Renault fez um acordo com a consumidora e devolveu o dinheiro gasto com o carro, além de doar um carro para uma instituição de caridade. O acordo foi publicado no www.meucarrofalha.com.br e o site só foi retirado do ar anos depois.

Onde a Renault falhou?

O caso “Meu carro falha” se transformou em exemplo do que não deve ser feito por uma empresa para conter uma crise. Em tempos de SAC 2.0, ter uma relação de respeito e atenção com o consumidor é fundamental para manter a boa reputação da companhia.

A Renault falhou em seu atendimento à consumidora, o que se tornou uma crise séria para a empresa, e falhou na estratégia de conter essa crise. Tentar “abafar” o caso se mostrou um “tiro que saiu pela culatra”. Mesmo o acordo celebrado tardiamente com a cliente foi visto com maus olhos.

Uma assessoria de comunicação com um bom plano estratégico poderia ter impedido tantos danos. Profissionais poderiam ter feito um gerenciamento de crise desde o início do problema, o que reduziria o impacto negativo sobre a marca. Bastava à empresa buscar esta solução.

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Marketing digital: como medir resultados de produção de conteúdo em redes sociais

Por: Filipe Andrade

A mensuração de resultados é o Tendão de Aquiles de qualquer estratégia de Marketing Digital. Sem ela, a organização não tem condições de verificar o quanto seus conteúdos são aceitos (ou não) nas redes sociais.

A boa notícia é que os principais sites de redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter, por exemplo) oferecem sistemas próprios de métricas de conteúdo. Para isso, são contabilizados os números de curtidas/reações a uma publicação, número de visualizações (seja em postagens ou em Stories, no caso do Facebook e Instagram), índice de curtidas na página e compartilhamento de postagens. Aqui você tem acesso ao guia do Facebook e Instagram e aqui você encontra o guia de mensuração do Twitter.

Por outro lado, é importante avaliar os investimentos feitos nas plataformas, comparando-os com os resultados de conteúdo. Uma das métricas, e talvez a mais conhecida, é o ROI (Return of Investment).

Segundo a Associação Brasileira de Marketing (ABEMD) de dados, “o ROI define a relação entre quanto a empresa ganhou ou perdeu em relação a um determinado investimento”. Clique aqui e conheças as fórmulas de mensuração.

Os motivos para calcular o ROI, de acordo com a ABEMD, são:

  1. Avaliar como as iniciativas de marketing contribuem para os resultados da empresa;
  2. Planejar as metas comerciais com base em resultados mais atingíveis;
  3. Identificar o prazo de retorno dos investimentos de marketing (cada canal tem uma curva de resposta específica);
  4. Contribuir com o comprometimento dos executivos com metas de longo prazo, não somente o resultado imediato;
  5. Viabilizar um processo mais objetivo de aprendizagem, fundamentado em números;
  6. Proporcionar aumento nas vendas e nos lucros.

Quer saber mais sobre mensuração de resultados em redes sociais? Então pergunte pra gente!

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4 formas de destacar sua empresa em eventos

Por Thamyris Barbosa

Feiras, congressos, festivais e convenções são excelentes oportunidades de destacar sua empresa e apresentar as novidades ao mercado. Não é à toa que muitos empresários se preparam durante meses. Não dá pra fazer feio nessas aparições. Mas, mesmo que sua empresa já tenha um bom desempenho nos eventos, a concorrência exige participações sempre melhores. E, quer saber? A comunicação pode ajudar muito nessa tarefa.

Além de uma preparação cuidadosa, um planejamento cirúrgico e uma execução impecável, acontecimentos tão marcantes como esses exigem estratégias certeiras de divulgação e gerenciamento de informações. Afinal, você não vai querer que sua empresa seja apenas mais uma no meio de tantas outras, não é mesmo? Então, veja abaixo quatro formas de se destacar em eventos por meio da comunicação:

Vamos falar de divulgação? Essa é uma das primeiras e mais importantes estratégias para atingir o público alvo e levá-lo ao seu estande. E, acredite, ter uma assessoria de imprensa encarregada de cuidar dessa parte fará realmente diferença. E o relacionamento com a mídia é fundamental para colocar sua marca em evidencia antes, durante e depois do evento.

Não dá pra fugir, redes sociais são um meio prático de manter seu cliente por dentro do que te interessa. Assim como é fundamental divulgar sua participação no evento por meio da mídia, da mesma forma, é preciso reforçar essas informações junto aos seus seguidores. Datas, horários e locais devem ser lembrados e relembrados periodicamente. Além disso, monitorar postagens durante esse período faz toda a diferença no balanço final.

Não é todo dia que dá para participar de uma entrevista e apresentar aos seus clientes os atributos da empresa. Mas quando isso acontece, é melhor estar preparado. E esse treinamento, chamado de mídia training, é o que garante boas performances em momentos cruciais. Por meio desse recurso é possível saber de que maneira será mais adequado se portar, como empostar a voz, para onde olhar e até o que dizer.

Quando o assunto é aparência, não dá pra escorregar: o estande precisa chamar atenção. Mas também não dá pra transformar a exposição dos produtos em um carnaval de cores e formas. A comunicação visual tem de ser precisa e eficaz. Ela poderá atrair ou afastar as pessoas da sua marca.

Para resumir, a comunicação como um todo é peça chave no planejamento de eventos. Tanto na divulgação quanto na condução de todo o processo. Vale a pena investir em ações específicas para distinguir sua empresas entre as outras. Faça o teste, os resultados falarão por si só.

Quer saber sobre como utilizar eventos corporativos para networking? Clique aqui e veja mais! Mas se a ideia é promover um evento, temos outras dicas que podem te ajudar. Confira aqui.

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Elon Musk: visionário ou um grande case de marketing?

Por Amanda Lima

Em uma terça-feira de fevereiro deste ano, a imprensa internacional foi tomada pela notícia de que um carro elétrico havia sido lançado ao espaço por um foguete. O veículo era um Tesla Roadster, usado como carga do Falcon Heavy, foguete da empresa SpaceX. O CEO das duas empresas, Tesla e SpaceX, é Elon Musk, um empresário digno de estudos em diversas áreas: tecnologia, inovação, economia e, claro, comunicação.

Parei para pensar na construção da imagem deste homem que, logo após o feito, declarou: “É bobo e engraçado. Mas as coisas bobas e engraçadas são importantes”. Não sou mestre na arte dos foguetes, mas não me parece nada bobo, engraçado ou sem importância lançar ao espaço um veículo que, em seis meses, deve chegar à órbita de Marte e permanecer por aí durante milhões de anos.

Um pouco de contextualização não faz mal a ninguém

Há quem considere Musk um desses gênios visionários meio malucos e excêntricos que nos ajudam a traduzir e construir o futuro. Faz sentido: além da Tesla, montadora especializada em carros elétricos, e da SpaceX, empresa de transporte espacial, o bilionário é criador também do PayPal e da Boring Company, que planeja conquistar o subsolo.

Nos últimos cinco anos, o empresário estipulou planos e um cronograma com um objetivo: enviar humanos para colonizar Marte. No fim do ano passado, Musk afirmou que, em 2022, a SpaceX deve enviar uma missão de carregamento para estabelecer bases, seguido de uma missão tripulada em 2024. É aí que entra o storytelling de Musk: tudo nele vende o sonho de que será possível ao homem chegar a outro planeta!

O lançamento “bobo e engraçado” do Tesla Roadster recebeu cobertura massiva da mídia e tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Além do feito em si, alguns requintes de publicidade também permearam o evento:

  1. O tripulante do carro era um boneco vestido de astronauta apelidado de Starman, referência à música de David Bowie, que estaria tocando no rádio do carro se o som pudesse se propagar no espaço.
  2. Na tela do painel, aparecia uma mensagem de O Guia do Mochileiro das Galáxias: “Don’t panic” (não se desespere).
  3. Na placa de circuitos do Tesla Roadster, constava a mensagem: “Feito na Terra por humanos”.

“O arquiteto do amanhã” ou o marqueteiro espacial?

A jogada de Elon Musk mostrou a força da SpaceX e promoveu a Tesla, mas representou acima de tudo uma ação que nenhuma verba de mídia poderia adquirir, como analisou Fernando Murad no Meio & Mensagem. Na manchete de The New York Times, Musk seria “o empreendedor mais bem-sucedido e importante do mundo”. Pela Rolling Stone americana, “o arquiteto do amanhã”.

Que há nisso uma baita construção de imagem, não é uma novidade. Todos nós a praticamos – nossa conta pessoal no Instagram é um exemplo disso. A questão é que temos muito a aprender ao analisar o marketing em torno de Elon Musk. Trata-se de uma construção muito mais sofisticada e complexa.

  1. O “beabá” do storytelling: Musk cria nas pessoas um sonho excêntrico difícil de ser alcançado e até pouco tempo intangível, o de levar o homem a outro planeta. Isso cria uma fantasia em torno de sua imagem, o que naturalmente desperta grande interesse.
  2. Primeira pessoa: apesar de contar com uma grande equipe de profissionais certamente excepcionais, Musk é sempre a cara à frente das inovações empregadas por suas empresas. Esse é mais um fator com cheiro de estratégia de marketing. Ele representa um “herói”, o bilionário genial que se envolve em ações sociais. Esse tipo de figura pública é construído passo a passo, aproveitando oportunidades de mercado.
  3. Interesses mercadológicos: Musk é projetado como um visionário e certamente conta com uma equipe de PR para isso também por interesses de mercado. As empresas de Musk trabalham com riscos altíssimos e precisam sempre contar com investidores – depois do lançamento do carro ao espaço, a Tesla divulgou um prejuízo recorde no 4º trimestre de 2017.

Louco ou visionário, o fato é que, por trás do empresário, existe uma estratégia de marketing tão inovadora quanto os produtos das empresas Tesla e SpaceX. Vale ficarmos atentos!

Foto: Aaron P. Bernstein/Reuters

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Assessoria de imprensa para o mercado de turismo

Por Rogerio Artoni

Imagine um local paradisíaco, um hotel incrível, com várias piscinas, atendimento impecável, café da manhã cheio de opções, uma cama super confortável, lençóis cheirosos. Tudo isso em uma cidade com muitos pontos turísticos, muitos museus. Poderíamos estar em Sevilha, Nova York, Londres, Paris, São Luiz do Paraitinga (SP), Patary (RJ), Salvador (BA) ou Fortaleza (CE). Quando se pensa em comunicação e em divulgação, como podemos fazer com que as pessoas se interessem por determinados pontos turísticos? Como fazer com que elas se hospedem neste ou naquele hotel? Por que elas optam por visitar este ou aquele ponto turístico?

O trabalho de assessoria de imprensa para turismo ou para empresas no mercado turístico é uma forma imprescindível de chegar ao público de interesse. Muitas vezes as pessoas buscam por um determinado tipo de hotel, por um apartamento alugado ou um hostel através de ferramentas como Airbnb, Hoteis.com ou Booking. Mas, por várias vezes, estas mesmas pessoas leram artigos nos veículos de comunicação que tratam do assunto e, na maioria das vezes, decidem primeiro pelo destino e depois pela hospedagem.

Aparecer em um blog de relevância, estar numa revista importante, numa matéria de televisão, rádio ou site ajuda – e muito – a fazer o ponto turístico ou o hotel a conquistar mais clientes, e essa é a função da assessoria de imprensa para o setor turístico: fazer com que os turistas leiam matérias e se interessem em viajar para aquele local.

Contudo, não é só através do release que esse resultado acontecerá. Também não será através de publicações em qualquer lugar, com ferramentas automáticas que publica textos em vários sites ao mesmo tempo, mas que ninguém acessa. O correto, e o que trará mais turistas é ter resultados na imprensa, mas nos veículos de comunicação que façam sentido com o tipo de local, de assunto e, principalmente, com o tipo de público. Se o assunto é surf, não faz muito sentido sair em veículos de comunicação que falam de mercado farmacêutico e assim por diante.

O trabalho do assessor de imprensa deve ser sob medida para o cliente, com foco nos resultados de qualidade. Além disso, ter em mente que levar jornalistas e blogueiros para press trips e fam press pode trazer resultados muito bons, mas isso tem custos. Além disso, nem sempre uma boa fam press será suficiente para que esse resultado aconteça. Muitas vezes o atendimento a este jornalista não é o mais adequado, o local não tem atrativos suficientes para gerar publicações, etc.

Para se obter resultados melhores deve-se sempre ter em mente algumas perguntas:

– Qual o público-alvo que se quer atingir?
– Quais pautas podemos propor com o local ou os locais?
– Os porta-vozes estão preparados para falar com a imprensa?
– O local está adequado ao público que irá visitar?
– A equipe está preparada para atender jornalistas e blogueiros?
– A avaliação nas plataformas online está positiva?

Se as respostas a estas perguntas não são as melhores ou não estão muito claras, talvez ainda não seja a hora de contratar uma assessoria de imprensa e sim de investir em treinamento dos funcionários, melhorar a estrutura, preparar porta-vozes. É importante se colocar no lugar do jornalista e do blogueiro e se perguntar questões básicas sobre o seu próprio local.

Além disso, é importante ter sempre um planejamento de médio a longo prazo com esses públicos. Montar um cronograma de atividades de imprensa, criar um plano de comunicação com esses públicos e que esteja alinhado com o marketing, com o site, com as redes sociais, com tudo! Vale lembrar que um trabalho de curto prazo não é muito efetivo e, talvez, não consiga obter os melhores resultados.

Se você precisa de assessoria de imprensa para um hotel ou um ponto turístico, entre em contato com a nossa equipe e peça um orçamento.

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Gerenciamento de crises nas redes sociais

Por Luiz Gaulia

É melhor prevenir do que remediar.

A sedução das mídias sociais é avassaladora. Muitos profissionais navegam e compartilham fatos, fotos e opiniões nesse universo em expansão, participando de diferentes comunidades, assim como muitas empresas e marcas de diferentes serviços e produtos. Para os gestores de verbas curtas e budgets enxutos, o universo das redes sociais parece campo perfeito para gerar resultados no curto prazo, alavancar vendas e ativar potenciais consumidores. O fato é que muitas cabeças ainda pensam de forma totalmente analógica sem perceber que a dinâmica interativa é outra. Principalmente quando o modelo mental carrega a falsa ideia de garantir o comando e o controle de mensagens.

A web é um ambiente caótico para quem não tem um planejamento ou não sabe direito o que deseja. Ela cresce em milhares de terabytes de informação, conexão e cada post ganha múltiplas percepções. Para o comunicador empresarial dedicado a defender a reputação da empresa e da marca para qual trabalha, o desafio é hercúleo. Neste ambiente ninguém dorme, pois ele palpita 24 horas, sete dias por semana sem descanso nos domingos ou nos feriados.

Gerenciar as redes sociais de uma organização demanda dessa forma uma estratégia alinhada aos objetivos da comunicação corporativa e esta, aos objetivos do negócio. Ou seja, precisamos saber exatamente o que a empresa pensa fazer ao participar de uma rede social e como essa interatividade se alinha ao planejamento de comunicação institucional, ao plano de marketing e mais, ao jeito de ser da organização. Essa missão exige também o monitoramento permanente de discussões e de trending topics além de muita sensibilidade ao conversar com as pessoas. Sim, as redes sociais são redes de conversas antes de serem ferramentas de captação de lead ou alavanca de vendas. Vamos lembrar sempre que estamos nos relacionando com clientes, admiradores, prospects, ex-clientes magoados com alguma quebra de promessa ou insatisfeitos com erros, funcionários do governo, profissionais da imprensa, professores fazendo pesquisas, nossos empregados e nossos concorrentes numa vasta galeria de stakeholders que misturam seus perfis pois um jornalista pode, por exemplo, ser um cliente feliz com a marca ou ser um ex-consumidor insatisfeito. Portanto, atenção gestores! Para todos que desejam “blindar” suas marcas contra crises e buscam controlar opiniões, lembro que as crises acontecem no mundo real, no off line, mas é nas redes sociais, no on line, all the time, que a batalha pela influência acontece. Muitas vezes sem regras, sem limites. Isso assusta, mas é o mercado funcionando em alto e bom som, gritaria e paixão. Oportunidades…

Assim, quando a crise chegar é bom que o time de comunicação esteja preparado e os empregados saibam como defender a marca para a qual trabalham e sua reputação bem como o futuro da empresa.

Então, deu para perceber que a gestão dos riscos de reputação nas redes sociais é uma atitude preventiva para quem estiver com os radares ligados? Por isso, treinar equipes é fundamental. Prevenir é muito melhor do que remediar.

Ligue agora para a RACE Comunicação e saiba mais como nós podemos capacitar seu pessoal para atuarem nas redes sociais em prol de sua marca.

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Comunicação B2B: a importância da imprensa na construção de uma marca forte

Por Wilson Barros

Entender as particularidades da comunicação entre empresas é o primeiro passo para fazê-la de forma mais eficiente. Quando o assunto é a elaboração de um planejamento específico de relacionamento com a mídia, o conhecimento aprofundado das relações B2B (business to business) torna-se ainda mais necessário, pois é ele quem pautará a definição dos veículos estratégicos e dos temas a serem trabalhados.

Como ponto de partida, é preciso ter em mente que, apesar de o negócio ser feito entre companhias, os contratos são assinados entre pessoas – profissionais em horário comercial, mas seres humanos em “carne e osso”, com sentimentos, emoções e dúvidas em tempo integral.

Este mix de sentimentos – que quase sempre tem como pano de fundo negociações que envolvem grandes investimentos e expectativas de retorno – geralmente faz com que compradores B2B sintam-se um tanto inseguros na hora de tomar decisões. As escolhas invariavelmente são feitas com base em algum tipo de razão, seja ela qual for – preço, atendimento pós-venda, qualidade percebida etc.

É neste momento que a força de uma marca faz toda a diferença, contribuindo para os bons resultados na relação B2B. Apostar na imparcialidade da imprensa é uma das formas mais eficazes de atingir esse objetivo aparentemente intangível. Aqui, vale a máxima: “em termos de credibilidade, é mais eficiente alguém falar coisas boas sobre minha marca, do que eu mesmo fazê-lo”.

Como aponta Philip Kotler, referência no mundo dos negócios, em “Gestão de Marcas em Mercados B2B”, livro escrito em parceria com professor Waldemar Pfoertsch, marcas são poderosos meios de diferenciação em mercados extremamente competitivos. Quando reconhecidamente fortes, criam uma relação de lealdade com o cliente, contribuem com aumento de vendas, possibilitam que preços mais altos sejam cobrados por produtos e serviços, dentre outros benefícios.

Quando tratamos do relacionamento com a imprensa, após definir o perfil de comunicação da empresa (como ela quer ser vista?), elencar as ações e oferecer conteúdo relevante aos veículos de imprensa estratégicos é fundamental. O jornalista, personificação da mídia, desempenha papel-chave nesse relacionamento, pois é este profissional quem fará as análises imparciais em seus respectivos jornais, rádios, revistas etc.

Entretanto, a mensuração das ações em assessoria de imprensa para o mercado B2B pode não ser uma tarefa fácil. Ao contrário do que ocorre nas atividades B2C (business to consumer), os resultados podem levar meses até serem percebidos. Porém, quando associados a outros pontos importante para os clientes – como qualidade, status ou outro atributo –, podem ser bastante consistentes e lucrativos.

E que atire a primeira pedra quem nunca escolheu um produto em detrimento a outro (mesmo pagando mais caro por isso), apenas por reconhecer na marca uma garantia de que você estará adquirindo exatamente o que procura.

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