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O papel da assessoria de imprensa durante o lançamento de produtos

Por Maira Manesco

Já sabemos que o papel da assessoria de imprensa para que as organizações conquistem seu espaço no mundo é de extrema importância. Assim, podem ser vistas de forma positiva por seus clientes, fornecedores, distribuidores etc.

Há pouco falamos também sobre como o trabalho bem executado de relações com a mídia pode ser favorável para o desenvolvimento e ascensão dos negócios.

Se para o crescimento de uma empresa a comunicação já é importante, para o lançamento de um produto não seria diferente, ou melhor, seria. Durante a divulgação de uma novidade, o trabalho de relações públicas deve ser mais estratégico e extremamente alinhado com os desejos do cliente.

Primeiramente é preciso saber quais são os públicos-alvo do produto e também os da divulgação. Pois o trabalho de assessoria de imprensa terá que abordar os consumidores finais e os distribuidores, por exemplo, no caso de uma indústria alimentícia.

Após, deverão ser elaborados a estratégia de divulgação e o mailing, que guiarão as análises dos possíveis veículos que se interessem pelo lançamento. Normalmente, seguindo o exemplo citado, trabalharemos veículos direcionados aos consumidores finais, aos distribuidores e supermercadistas, além dos veículos de negócios que poderão falar sobre os investimentos do novo produto.

Caso a novidade seja um diferencial no setor, o trabalho com entrevista exclusiva é muito bem-vindo. Sendo possível fazer a divulgação do novo produto, além de estreitar o relacionamento com o jornalista e o veículo de imprensa. Em alguns casos também é interessante trabalhar com eventos de lançamento para formadores de opinião, como blogueiro do setor.

Com os trabalhos de assessoria de imprensa alinhados com a publicidade, é possível perceber o interesse de consumidores no novo produto, estimulando a experimentação e as vendas.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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A importância da TV corporativa

Por Cristiane Felix

A TV corporativa é usada pelas organizações como uma ferramenta de comunicação interna que informa seus colaboradores sobre ações que a empresa desenvolve para o público externo, clientes, consumidores e parceiros. O canal de mídia indoor oferece muitas vantagens, já que está mais próximo dos funcionários e traz o mesmo conteúdo que o jornal mural, mas com informações menos “estáticas” como por exemplo campanhas publicitárias, além de informações como tempo, clima, esportes, cotação do dólar, entre outras.

O canal corporativo é uma opção dentro do planejamento de comunicação para incrementar a comunicação interna da empresa. A mídia digital une características positivas que não são encontradas em outros meios, como jornais internos, por exemplo. Uma das principais vantagens da tv indoor são a proximidade e a versatilidade, já que divulga as informações com maior eficácia e rapidez.

Outro bom motivo para implementar um canal digital é a possibilidade de ter uma boa programação fixa, com conteúdo relevante e que atinja seu público-alvo. A rede corporativa é também uma eficiente ferramenta de integração.

* Cristiane Felix é assessora de imprensa na Race Comunicação

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Como fazer a comunicação interna e externa de forma integrada?

Por Filipe Andrade

Fazer comunicação corporativa, seja interna ou externa, é, por si só, um enorme desafio; quando bem executadas, representam um diferencial para qualquer que seja a organização.

Por outro lado, integrar ambas, formando uma sinergia entre comunicação interna e externa, é um desafio à parte. O resultado de uma comunicação integrada, contudo, é substancialmente superior.

Para entendermos ‘Como fazer a comunicação interna e externa de forma integrada?’, precisamos, em primeiro lugar, entender as especificidades de cada uma destas formas de se comunicar em uma instituição.

A comunicação interna é comumente entendida como um processo de trocas entre os colaboradores de uma organização, envolvendo toda a equipe no processo comunicativo e pulverizando os conteúdos informativos, seja de forma vertical e horizontal. Existem várias ferramentas de comunicação interna e vários jeitos de se utilizar esse tipo de comunicação de forma realmente estratégica. O importante é que muitas vezes essa comunicação precisa ser levada a sério, mas antes disso precisa se mostrar estratégica para os gestores.

A comunicação externa por outro lado, possui um caráter ainda mais institucionalizado e hierarquizado. Isto acontece porque, nesses casos, há um segundo filtro dentro da organização – nem tudo que é relevante para o público interno é para o externo. E, ao contrário da comunicação interna, que visa integrar a equipe, a externa visa levar a organização ao conhecimento público, a ser vista e reconhecida como tal. Essa comunicação se dá muitas vezes através do trabalho de assessoria de imprensa.

A comunicação integrada vai além.  “[…] Pressupõe não apenas um diálogo produtivo, mas um planejamento conjunto. O processo de tomada de decisões, que deve incluir outras instâncias da empresa ou entidade que não as vinculadas especificamente à comunicação/marketing, deve ser compartilhado, ainda que haja um chefe, um superintendente ou diretor geral a que todos se reportam”, conforme argumentam os autores Cláudio Silva, Flávia Schroeder, Luciana Costa, Mariana Cumming e Ticiana Diniz, no artigo ‘Comunicação Integrada como Ferramenta de Gestão’.

O resultado da comunicação integrada é uma imagem institucionalizada bem mais alinhada, mais global – como apontam autores já citados -, evidenciado cada setor da corporação, suas atividades e especificidades. E, ainda que seja algo novo no mercado, esta não é apenas uma opção, mas uma necessidade e um diferencial em uma organização. Uma tendência que aponta para o futuro.

Se sua empresa precisa trabalhar a comunicação de forma integrada entre a comunicação externa e a comunicação interna, entre em contato com os especialistas da Race Comunicação.

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Quantos porta-vozes uma empresa precisa ter?

Por Lívia Caixeta

Algum tempo atrás já falamos sobre o tema Porta-Vozes aqui no blog. No post da Núbia Neves (clique aqui para ler o texto) ela explicou sobre como é importante ter um porta-voz bem preparado.

O assunto agora vai um pouco mais adiante. Afinal de contas, quantos porta-vozes uma companhia pode ou deve ter? Considerando que um porta-voz é a pessoa que vai responder pelos assuntos da empresa, podemos partir da premissa que de acordo com o porte, pode-se ter vários, cada um responsável por um setor ou por determinado assunto.

A estratégia de não concentrar os pronunciamentos em uma única pessoa tem prós e contras. O principal ponto positivo é que você terá sempre alguém à disposição para atender à imprensa ou para responder aos outros públicos de interesse.

Mas, é importante atentar-se para o alinhamento do discurso. Independente da quantidade de porta-vozes, é fundamental que todos eles saibam como agir tanto em pronunciamentos comuns informando novidades da empresa, quanto em situações de crise; sejam bem atualizados sobre os assuntos pertinentes ao seu segmento de atuação e que conheçam os veículos e profissionais mais importantes da imprensa em geral e os que fazem a cobertura do seu setor.

A partir dessas análises é definido quem será, ou quem serão, o(s) porta-voz(es). Podemos apontar algumas dicas:

  • Presidentes: é o principal porta-voz em qualquer companhia. Por isso, devem estar sempre prontos para se pronunciar. Contudo, deve ser acionado apenas em momentos criteriosamente definidos;
  • Diretores: assim como o presidente, são porta-vozes naturais e devem estar preparados para falar aos diferentes públicos;
  • Gerentes, Coordenadores e Supervisores: devem ser escolhidos pela direção para demandas de rotina. Preferencialmente, devem ser pessoas bem articuladas e seguras.

No momento da escolha é importante observar também que o porta-voz ideal esteja consciente da importância dessa função, que não é remunerada, mas exige tempo, atenção e experiência.

* Lívia Caixeta é Diretora da Race Comunicação

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4 razões para uma assessoria trabalhar pautas com o rádio

Por Ana Carolina Lima

Criado em 1896 pelo italiano Guglielmo Marconi, o rádio revolucionou a comunicação à distância. Por ser um veículo comunicacional tão antigo a ideia de utilizá-lo atualmente em mundo repleto de tecnologias de ponta pode parecer um tanto quanto antiquada, entretanto vale a pena repensar a eficiência desse recurso tão utilizado no início do século 20 para a construção bem como o posicionamento de uma figura pública ou organização.

  1. Alcance

Segundo algumas pesquisas realizadas a respeito pela rádio BBC no Reino Unido, se você tem uma mensagem divulgada em três canais diferentes de rádio pela manhã, você pode alcançar cerca de um terço da população do Reino Unido antes do fim do café da manhã. Analisando a rotina da sociedade brasileira, que acorda cedo e enfrentam congestionamentos diários dentro de carros e metrôs, esse mesmo dado pode inclusive ser maior.

  1. Múltiplas plataformas significam múltiplos resultados

Com novas tecnologias sendo desenvolvidas diariamente, o rádio alcança audiências tradicionais e gera visualizações. Algumas emissoras de rádio, além de transmitir uma notícia, gravam em seu canal no YouTube, que tem um número impressionante de 1,8 milhões de inscritos. Imagine então ter a sua mensagem em um podcast? Ele é como um programa de rádio, porém sua diferença é a vantagem do conteúdo sob demanda. Milhares de jovens brasileiros se inscrevem para receber atualizações diárias de podcasts dos líderes de opinião.

  1. Controle

Ao vivo no rádio, a palavra de um cliente não pode ser tirada do contexto. Não vamos ignorar os riscos do programa ao vivo, sem edições, contudo com uma excelente preparação, os resultados de uma boa entrevista podem ser imediatos.

  1. Mostre suas habilidades

 Algumas emissoras de rádio sempre procuram profissionais sobre determinados assuntos recorrentes na mídia para darem sua opinião e comentarem o assunto em programas ou jornais. Isso permitirá que você coloque seu cliente no ar para mostrar conhecimentos e habilidades, criando uma fantástica e gratuita oportunidade de marketing.

* Ana Carolina Lima é assessora de imprensa na Race Comunicação

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O que é uma coluna?

Por Thais Muniz

Os gêneros jornalísticos são representados por manifestações culturais e estão diretamente ligados a fatos que alteram as decisões sociais. Classificar os gêneros jornalísticos é um grande desafio, pois estão sempre em transformação e se alteram de acordo com cada país e cultura. Dentre inúmeros tipos de textos que definem o jornalismo (seja ele noticioso, opinativo ou literário) existe a Coluna.

A Coluna surgiu em virtude da diagramação original de textos não noticiosos publicados em espaços predeterminados, principalmente em jornais, onde é escrito regularmente. Embora pareça simples, não se trata apenas sobre a própria escrita. Para escrever uma coluna é necessário a solidariedade com as fontes, investigar os fatos diretamente e não se envolver com conflitos de interesse.

Abaixo, algumas dicas podem ajudar a escrever uma boa coluna:

  • Bom uso do português, e não apenas gramaticalmente
    É importante estar confortável com o uso da linguagem para transmitir emoções, gerar confiança, persuadir, e tornar o que você escreve interessante. Aprenda a escrever no estilo ‘’pirâmide invertida’’ para ir direto ao ponto.
  • Conhecer os princípios básicos
    Colunas são destinadas a fornecer informação suficiente para um leitor sem arrastá-los em uma leitura. Acostume-se a reduzir seus rascunhos, encurte as frases e encontre maneiras de chegar ao ponto sem insistir nele. Evite repetições, a menos que isso realmente adicione a ênfase que a história exige.
  • Apresente os dois lados de uma história
    Forneça uma solução, não basta levantar uma questão. Colunas que criticam certas questões e não oferecem soluções não tem grande utilidade. O bom jornalismo é objetivo e não toma parte, mas oferece equilíbrio para garantir que não apenas um lado seja apresentado.
  • Encontre assuntos interessantes para atrair o leitor
    Mesmo que tenha liberdade, o melhor é oferecer o que as pessoas queiram ler. Foque no que está atual.
  • Precisão no topo da lista
    Lembrar de que a escrita, a curiosidade e a comunicação formam suas habilidades. Esteja preparado para pesquisar e aprender tanto quanto puder, para obter as informações corretas antes de escrevê-las.
  • Evite conflitos de interesse
    Em qualquer caso que haja um real ou mesmo aparente conflito de interesses, não escreva ou deixe extremamente claro que você não tem nenhuma ligação de qualquer tipo. Sempre converse com colegas para ajudá-lo a chegar numa decisão objetiva.

* Thais Muniz é assessora de imprensa na Race Comunicação

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O impacto das ações de assessoria de imprensa nos negócios do cliente

Por Alan Mariasch

Sempre que falamos sobre o conceito de assessoria de imprensa e como ela pode colaborar com a estratégia do negócio do cliente, surge uma dúvida interessante. Como podemos relacionar matérias positivas publicadas na mídia com resultados efetivos para determinada organização, como o aumento nas suas vendas?

Quando elaboramos uma proposta de assessoria de imprensa, é fundamental termos em mente um foco no cliente, em seus objetivos organizacionais e na realidade do mercado. Não adianta propormos estratégias genéricas, pois cada empresa tem sua realidade específica, seu público-alvo e suas metas. E é função do assessor de imprensa analisar todo esse cenário antes de fazer um orçamento ou um planejamento de comunicação, avaliando quais ações com jornalistas podem trazer não apenas boas reportagens, mas futuramente resultados efetivos como a conquista de clientes e ampliação de market share daquele cliente.

Isso significa que precisamos relacionar e alinhar os objetivos estratégicos do cliente, como por exemplo crescer em determinado mercado e ampliar seu número de consumidores, com as ações práticas de assessoria de imprensa (divulgação de releases, reunião com jornalistas, etc). E, na medida do possível, buscar métricas para mensurar o impacto do trabalho de comunicação externa nos resultados da empresa.

De acordo com o jornalista Wilson da Costa Bueno, especialista em comunicação corporativa, “sempre é possível dispor de indicadores que apontam para a eficácia/eficiência ou não de um trabalho realizado. Com a comunicação, não pode ser diferente e dá para avaliar. Não fosse assim, estaríamos nós, comunicadores, em maus lençóis porque, numa sociedade que prega e pratica a chamada relação custo x benefício, não é razoável investir em coisa alguma que não pode ser avaliada”.

O tema é extenso, mas gostaria de propor algumas dicas práticas. Procure elaborar relatórios comparativos e cruzar informações. Se você trabalha para uma empresa há algum tempo e já conquistou diversos artigos positivos, tente compreender como os clientes dessa organização estão chegando até ela. Se a assessoria de imprensa for a única ferramenta de divulgação, aí está um indicativo do sucesso do seu trabalho.

Analisar o impacto das ações de assessoria de imprensa nos resultados do cliente é algo complexo, porém cada vez mais fundamental. Caso os resultados não estejam satisfatórios, será possível modificar a estratégia a tempo. E, por outro lado, se comprovarmos o sucesso das ações de comunicação, estaremos em melhores condições para negociar o aumento do nosso budget, ampliar nossas atividades e desenvolver novos projetos.

* Alan Mariasch é assessor de imprensa na Race Comunicação

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Alinhamento entre assessoria de imprensa e público-alvo

Por Núbia Neves

Antes de se iniciar o trabalho de assessoria de imprensa, diversas estratégias devem ser traçadas, incluindo a identificação do público-alvo que a empresa deseja atingir. O primeiro passo para isso é entender o que é público-alvo, e que muitas vezes se trata de mais de um. Por esse motivo, muito cuidado e atenção são necessários para o alinhamento de cada ação.

Detectado o público-alvo de uma empresa, o próximo passo é alinhá-lo com os melhores veículos para se trabalhar. Por isso, a estratégia de mídia é essencial nesse ponto do trabalho. Cronogramas devem ser estruturados e aprovados com, no mínimo, dois meses de antecedência para cada ação, dessa forma será possível trabalhar com todos os tipos de veículos, desde revistas (que precisam de mais tempo para a elaboração de uma matéria e que têm fechamento mais antecipado) até portais, que são mais imediatistas.

O importante é perceber que é essencial para o início de qualquer trabalho com a mídia a estruturação entre o público e a empresa. O alinhamento das ações partindo daí trará direção e mais assertividade às divulgações.

Dentre os serviços de assessoria de imprensa, identificar a melhor forma de trabalhar a empresa na mídia (dentro do espaço editorial), direcionado ao seu público-alvo é uma responsabilidade específica dessa área e não de uma consultoria de marketing, que muitas vezes é contratada para esse trabalho, no qual não são especializados.

* Núbia Neves é assessora de imprensa na Race Comunicação

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A importância do alinhamento da assessoria de imprensa com o cliente

Por Cristiane Felix

Atualmente, o cenário das agências de comunicação tem passado por mudanças, principalmente em questões associadas ao relacionamento entre assessorias e clientes, que passaram a ser mais exigentes com temas como modernização e processos internos. Para que essa parceria resulte em bons resultados, o assessor de imprensa tem sido inserido cada vez mais no planejamento estratégico e tem aumentado sua participação na gestão dos negócios da empresa com o cliente.

O trabalho de execução de um planejamento de assessoria de imprensa hoje é muito mais integrado, unindo as áreas internas de marketing, gestão da empresa, departamento de comunicação e agência de RP. Isso tem sido fundamental para o assessor entender qual é o foco do cliente e quais são suas necessidades e objetivos dentro de uma visão mais macro.

Manter a assessoria munida de informações dentro dos assuntos da empresa e alinhar toda a sua gestão são fatores essenciais, e que podem alavancar os resultados de mídia e ampliar o posicionamento e reforço de uma marca/empresa no mercado.

Esse atendimento personalizado e alinhado, com foco no cliente, facilita também na elaboração da proposta de assessoria de imprensa e definição de metas e estratégia da empresa.

* Cristiane Felix é assessora de imprensa na Race Comunicação

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Content marketing ou produção de conteúdo

Por Rogério Artoni

Content marketing é, na verdade, a geração de conteúdo que traz resultados efetivos para uma empresa através de suas plataformas digitais. Imagine que as pessoas estão cada vez mais evitando a publicidade e buscando informações que elas consideram relevantes. Pensando dessa forma, ter produção de conteúdo digital customizado e direcionado para o seu público dentro do seu site ou blog pode trazer novos visitantes e, dessa forma, potenciais clientes para a sua empresa. Este post é um exemplo disso, e se você leu esse texto até aqui é porque provavelmente encontrou esse conteúdo num buscador como o Google e está visitando o site da Race Comunicação.

Para realizar uma produção de conteúdo online relevante, deve-se ter sempre em mente quem é o seu público, que informação ele procura e o que é interessante para ele, tudo alinhado com as estratégias da sua empresa. Contudo, esse trabalho de marketing digital exige uma equipe disponível para fazer a avaliação, a pesquisa e principalmente para produzir esse material e gerenciá-lo nas suas plataformas digitais, sejam elas o seu site ou suas redes sociais.

O content marketing, ou gestão de conteúdo, não substitui a publicidade, mas sim a complementa, assim como faz com outros serviços, como a assessoria de imprensa. Essa produção de conteúdo para sites e blogs deve ter sempre como aliada o trabalho de SEO marketing. Ou seja, mesmo que você tenha um conteúdo digital relevante, deve ter um trabalho de manutenção do conteúdo interno do seu site ou blog para poder melhorar a visibilidade frente aos buscadores.

Esse trabalho de produção e gestão de conteúdo, realizado por uma equipe de jornalistas, deve ser direcionado com palavras-chaves relevantes para o seu negócio, tudo alinhado com as demandas dos buscadores e também com o trabalho de SEO.

Para fazer uma comparação simples, se o seu site não tem conteúdo, é como se ele fosse uma biblioteca com poucos livros. Por que as pessoas vão a uma biblioteca que possui apenas 10 livros? Não seria melhor ir à melhor biblioteca da cidade, onde estão disponíveis dezenas de milhares de obras?

Por isso, se o seu site ainda não tem um trabalho de content marketing, pense nele também como uma loja vazia, com poucos produtos à venda. Se você precisa de alguém especializado em produção de conteúdo, entre em contato com a nossa equipe e poderemos ajudá-lo a melhorar o tráfego do seu site.

* Rogério Artoni é Diretor na Race Comunicação.

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