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Uma década de comunicação e a construção de tendências digitais

O ano é 2010. Você precisa enviar uma mensagem rápida a um amigo então pega seu BlackBerry e manda um SMS (o WhatsApp, apesar de ter sido lançado em 2009, ainda não era muito popular – foi ganhar força apenas em 2012).

Você gostaria de já ter um iPhone 4, mas ainda está receoso com o fato de não ter nenhuma tecla para escrever. Ou ainda gostaria de entender o que faz esse tal de iPad. Liga a televisão e tenta compreender as mudanças que estão por vir com a instalação da TV Digital. Ainda em busca do seu amigo, checa se ele já tem uma conta no Facebook – em 2012, essa viria a se tornar a rede social mais popular do mundo, com um bilhão de usuários. Também poderia buscar um grupo no Orkut, pois essa era a maior rede social daquele momento. 


Há quantos milênios foi 2010? 


Na última década, vimos nascer conceitos importantes e evoluções tecnológicas que nos obrigaram a adaptar a forma como nos  comunicamos. Também foi nesse período que a Geração Z, nascida nos anos 90, passou sua infância já imersa nos avanços de formas digitais e tecnológicas de se comunicar com o mundo, o que representou estreitamento de fronteiras, mas também criou barreiras e novos limites a serem compreendidos.

Um reflexo desse processo foi a aprovação, , em 2014, do Marco Civíl da Internet – que regula o uso da internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. Essa geração, dentro dessa conjuntura, está ingressando no mercado de trabalho e moldando o futuro da comunicação.


Ao fim de tudo isso, o último ano da década trouxe mudanças interessantes para as formas de transmitir mensagens (sobre marcas ou pessoas). Testamos novos formatos, solidificamos e lapidamos os caminhos certeiros e, agora, podemos arriscar alguns palpites sobre o que há por vir em 2020. Já de cara trago um spoiler sobre este balanço do universo da comunicação: saber ouvir é a chave para seu negócio


1. Não adianta mais ser expectador. As pessoas querem participação!

No começo deste milênio, as pessoas se comportavam muito mais como receptoras passivas de informações vindas de uma tela fria na sala, ou de um papel impresso, nos quais a mínima interação caminhava na velocidade de uma carta postada nos Correios. Começamos os anos 2010 conhecendo a TV Digital e tateando o funcionamento das SmartTVs e aparelhos celulares mais responsivos, que nos colocariam em contato direto com o emissor das mensagens. 


A explosão das redes sociais, Facebook, WhatsApp, Instagram e tantos outros, colocaram esse mesmo espectador desta vez no centro da mensagem, no papel de emissor, comunicando o que bem entendesse para seu público cativo. No papel de detentor dos próprios canais, compartilhando seus gostos e estilos de vida, começaram então a influenciar uma legião de seguidores sobre seus gostos e estilos de vida.

As marcas paulatinamente compreenderam a importância (e a oportunidade) de estarem presentes nesses novos ambientes virtuais e criaram contas oficiais em todos os canais possíveis para também compartilhar com seus clientes (e possíveis novos clientes) seus produtos e serviços.


Neste fim de década, ver uma publicação compartilhada por outros ou uma simples propaganda s bombardeando a timeline não é suficiente.

As pessoas querem ser protagonistas e viver experiências que as façam tirar as próprias conclusões. Este ano, pudemos acompanhar a criação de campanhas criativas em formatos diversos, por empresas que compreenderam bem esse processo. Só neste último semestre, grandes marcas como Globo, iFood e McDonald’s quebraram a cabeça para criar intimidade com o público e vender seus conceitos e experiências. 

Interação. É essa a palavra pra esse tipo de ação: colocar o receptor da mensagem como ponto focal e gerar nele experiências e memórias que serão mais efetivas que uma publicidade “fria”, focada apenas na venda, na imperatividade do “compre já”.


2. Assertividade

“Menos é mais” é a máxima das novas interações. No começo dos anos 2010, ao escavar a internet e descobrir as inúmeras possibilidades de presença digital, muitas marcas optaram por espalhar conteúdo por todos os lados. Em 2019 já temos um receptor mais seletivo e exigente sobre os conteúdos que consome, por isso não é mais importante estar presente em todos os canais, é preciso estar nos canais certos, falar com as pessoas certas e ouvir as demandas deste público que a marca conversa. 


Um exemplo disso é o case “No passo da diversidade” da Evidence Ballet, construído pela Race e finalista do Troféu Jatobá de 2019 na categoria Digital. 

 

CASE EVIDENCE BALLET

 

 

A Evidence Ballet é uma empresa que fabrica e comercializa produtos para dança através de e-commerce. Em 2017, a Race Comunicação foi procurada pela marca para estruturar as redes sociais e trabalhar ações com influenciadores. Em disputa com outras três grandes marcas do segmento a pergunta da Race durante o projeto foi: como se comunicar de forma inovadora e buscar a diversidade dentro de um ambiente clássico e tradicional? 


A resposta é tão simples quanto precisa: ouvindo os clientes. Além da produção de conteúdo e marketing de influência, um dos pilares da estratégia foi o Social Listening para identificar as necessidades dos consumidores por meio das interações, tanto de consumo quanto de conteúdo. E, a partir da escuta das demandas, a marca desenvolveu um produto inédito no Brasil: a sapatilha de ponta para bailarinas negras, Pirouette Misty. Com essa nova forma de se comunicar com os consumidores e transformando suas expectativas em produtos reais, as redes sociais da marca tiveram um aumento de 166% no número de seguidores e de 837% no número de comentários. 

A escuta constante das demandas dos consumidores deve incentivar que as marcas tomem posturas mais inclusivas e, com isso, atinjam e fidelizem públicos estratégicos que ainda não se viam identificados nas campanhas publicitárias.


Mas atenção: esse novo consumidor não quer apenas se ver identificado nas campanhas, mas também está atento se o discurso das empresas está alinhado às suas práticas. Essa é mais uma característica fundamental   nesta virada de década – nada passa despercebido e os consumidores cobram cada vez mais uma postura condizente entre mensagens e ações. Você pode ler um pouco mais sobre isso neste texto


Ainda sobre inclusão, o estudo Oldversity, que conversou com mais de duas mil pessoas pelo Brasil, identificou que 37% delas acreditam que a publicidade brasileira é racista. Além disso, 70% acreditam que as propagandas ainda não são genuínas quando abordam temas como diversidade.


Como é o caso da Empiricus (lembra da Betina?), do Extra, do Carrefour, Facebook, Uber entre outras marcas que batalharam para reverter a má reputação construída com  falhas de narrativa ou até condutas judiciais. 


3. Influenciar x evidenciar: qual o papel do influenciador do jogo da comunicação? 

Em 2012, quando Zuckerberg comprou o Instagram, esta era conhecida como uma simples rede social para fotógrafos amadores. Fechando a década, hoje é quase um bilhão de usuários ativos que desfrutam das diversas ferramentas da plataforma (stories, IGTV, feed), que vão muito além do gosto pela fotografia.


Quando falamos de Instagram, logo vêm à mente perfis compartilhando seus estilos de vida e #publiposts vendendo produtos e ideias. Mas nomear como “influenciador”, tomando o real sentido da palavra, o dono de uma conta com milhares de seguidores talvez não seja um termo tão exato. Segundo o estudo “O Futuro da Influência”, produzido pela consultoria YouPix, em parceria com a empresa de pesquisa de comportamento Box1824, “influência é a mudança de comportamento”.

A influência é antes era apenas pelo alcance instantâneo. A perspectiva agora é traçar métricas sobre frequência de conteúdos, atenção às mensagens enviadas pelas marcas, engajamento do consumidor e impactos comerciais e de comportamento.


Em geral, personagens de grande número de followers têm pouca intimidade e potencial de alcance. Portanto, são mais “evidenciadores” da marca. Quem influencia realmente é aquele seu amigo, com mil seguidores, mas em quem você confia e tem intimidade. Você pode ler mais sobre neste outro artigo


O estudo traça ainda um panorama do que estamos vivendo, mas também dá algumas dicas do que podemos esperar nos próximos anos:


1. O consumidor cobrará cada vez mais consistência e frequência de conteúdos;
2. Mix entre as marcas terão cada vez mais sentido (como iFood e Globo, citados acima);
3. Inteligência Artificial estará cada vez mais presente customizando o conteúdo recebido (como fazem hoje Netflix e Spotify, por exemplo);
4. Influência Híbrida, isto é: se nessa década entramos de cabeça no mundo virtual, a tendência agora é trazer cada vez mais para o offline em uma ressaca do uso excessivo da internet e fim do deslumbre de seus poderes;
5. Backlash digital: recuo também dos evidenciadores e procura por um contato de influência mais “one to one”.

Falar sobre toda uma década e tecer comentários sobre as expectativas da próxima pode se estender por linhas e linhas a fio. Aqui a tentativa foi trazer um panorama geral sobre o que vem se moldando no universo da comunicação e, como dito no começo, é essencial trazer para dentro do negócio o que se ouve fora. A grande tendência para a próxima década é ouvir e criar para quem está se comunicando com você tanto quanto para quem ainda não está. 


Reserve um tempo do seu planejamento de comunicação de 2020 para realizar essa escuta. As respostas estratégicas para alavancar seu negócio podem estar nesse pilar da comunicação.


Por Nathalie Portela

 

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Em tempos de marketing digital, por que investir em assessoria de imprensa?  

Um dos pilares de maior importância dentro de uma empresa, que acelera a sua marca na frente das concorrentes é, certamente, a comunicação. Porém, em tempos de digital, o que importa hoje não é somente quem se comunica primeiro, mas o que e como se comunica. Não basta apenas marcar presença nas redes sociais ou na imprensa, é preciso ter uma boa história para contar.

Para vender mais no digital, é preciso ser visto por seu público de uma maneira positiva.

Hoje pessoas compram porque se identificam com o produto, sua origem, seu processo de produção e a marca. No digital isso não é diferente. Todas as métricas que são importantes e que levam à conversão do usuário envolvem conteúdo relevante e de qualidade, disponível nas redes sociais ou materiais ricos como e-books e webinars.

No entanto, o trabalho de assessoria de imprensa vai muito além de alavancar números da noite para o dia. Aliás, é fundamental tirar essa ideia da cabeça ao buscar esse tipo de serviço, ou tentar medir os resultados obtidos com a assessoria de imprensa com a mesma régua do marketing digital – ambos os serviços são essenciais para uma comunicação e marketing estruturados e alinhados com os propósitos do negócio, mas contribuem de maneiras diferentes para os resultados da empresa.

A assessoria vai além de leads e conversões; ela busca solidificar a comunicação institucional do cliente, fazendo com que seja visto pela mídia e estabelecendo relacionamento com jornalistas para que seja criada uma reputação e imagem positiva. Para isso, é necessário conhecer a companhia a fundo, pontos fortes e fracos, histórico, concorrentes, objetivos e ideias, e principalmente, entender qual a real situação do mercado de atuação do negócio.

Além disso, a gestão de crise é uma das ferramentas que a assessoria de imprensa usa para controlar ao máximo, e em alguns casos, reverter situações delicadas a favor do cliente. Para isso existe o media training, elaborados especialmente que gestores e porta-vozes saibam quando e como se posicionar frente à imprensa em casos extremos.

Todos esses esforços exigem tempo, conhecimento e experiência dos profissionais, por isso, os resultados de assessoria de imprensa vêm à médio-longo prazo. É um trabalho minucioso, que precisa de tempo, jogo de cintura e resiliência em épocas de instabilidade e visão estratégica para aproveitar os bons ventos a favor do seu cliente.

Agora que você entendeu a importância do serviço de assessoria de imprensa para sua empresa, confira outros conteúdos sobre comunicação corporativa e a atuação da Race Comunicação!

Por Bárbara Christan

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Como melhorar os resultados na comunicação em 2020?

O Ano Novo já bate à porta e, dentro das corporações, as resoluções de 2020 também começam a tomar forma. Vendas, aquisições, investimentos: seja qual for o objetivo da empresa, a comunicação precisa estar bem estruturada e alinhada às tendências do mercado. Isso poderá garantir que essas metas saiam do papel e sejam bem-sucedidas.

Antes de tudo, é importante estudar os resultados do ano anterior e estabelecer um planejamento consistente para o próximo ano. É fundamental fazer uma análise do que deu certo e o que precisa ser melhorado. Além disso, é necessário verificar se as metas de 2019 ainda fazem sentido para o negócio.

Feito esse diagnóstico na comunicação, vale a pena observar com atenção os pontos abaixo:

Burocracia nos processos

Aprovação da direção interna, do gerente da filial, visto do representante na matriz, três orçamentos, parecer financeiro… Ao final desse processo, a ação já estará, no mínimo, atrasada (quando não ultrapassada). Sabemos que é importante respeitar o passo-a-passo de cada área, mas também não podemos ignorar o dinamismo da comunicação. Se possível, reveja os processos e diminua ao máximo esse vaivém de coisas.

Planejamento orçamentário

Um dos pontos que podem contribuir para a otimização de tempo e energia da equipe de comunicação é o planejamento de gastos para todo o ano. Com os valores já pré-estabelecidos, fica mais fácil propor ações viáveis para cada projeto. Principalmente quando se refere a produção de press kits e eventos.

Tendências

Busque se antecipar às práticas que serão tendência nos próximos meses. Leia, informe-se e peça ajuda a sua equipe. O importante é estar sempre em sintonia com o que existe de mais inovador em marketing, RP, publicidade e jornalismo. Se não puder se antecipar, garanta que, ao menos, poderá acompanhar as novidades. Só assim é possível impactar sua rede e alcançar os melhores resultados.

Oportunidades

Uma dica para aproveitar ao máximo as oportunidades de destacar a empresa em 2020 é mapear o calendário. Verifique as datas comemorativas mais significativas para seu negócio, os feriados e afins. Assim será possível planejar com antecedência ações específicas para cada momento. Além disso, atente-se às chances de pegar carona em assuntos que surgem inesperadamente. Um meme que bombou na internet, um desafio de influenciadores ou mesmo um assunto que estourou na imprensa.

Comunicação interna

Mesmo que o foco das empresas seja a comunicação externa, não se pode deixar de lado o público interno. Por mais simples que seja, invista em projetos para se comunicar com os colaboradores. Garanta que eles sejam os primeiros a saber dos objetivos de Ano Novo, das dificuldades a serem enfrentadas e das conquistas do ano passado. Se eles estiverem em sintonia com a direção, qualquer trabalho de comunicação externa será mais consistente.

Por Thamyris Barbosa

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A importância da gestão no plano de comunicação

A importância da gestão no plano de comunicação

Ter um plano estratégico de comunicação é fundamental para que as empresas estabeleçam vínculos efetivos com os stakeholders, certo? Certíssimo. Isso é fundamental para assegurar que sua missão, visão e valores estejam presentes de maneira clara em suas ações comunicativas, aumentando, por exemplo, a possibilidade de engajamento com suas key messages.

A questão é que tão fundamental quanto ter um plano de comunicação é fazer uma gestão eficiente do mesmo.

Afinal, boas ideias se esvaem no vento na ausência de boas ações.

Qual o significado disso? Isso quer dizer que depois da elaboração daquele super planejamento para atingir objetivos verdadeiramente significativos, é fundamental que os envolvidos no processo estejam suficientemente comprometidos com as responsabilidades e atribuições que lhes cabem. Caso contrário, cada um desses personagens pode impactar de maneira negativa no planejamento.

Em outras palavras, uma vez aprovado o plano de comunicação, não se pode travar seu andamento a cada etapa seja pela ausência de condições técnicas, despreparo das equipes envolvidas ou mudanças de opinião sem embasamento real.  Afinal, antes da elaboração de um planejamento sério foi feito um diagnóstico realista, foram identificados os cenários interno e externo no qual o plano será implementado e levadas em consideração as condições concretas para sua execução. A partir desse contexto foram estabelecidas as metas a serem atingidas.

Isso não significa que esses planos são inalteráveis. Afinal, os processos comunicativos são dinâmicos. Sendo assim, se uma conjuntura macro se altera de tal forma que o projeto inicialmente idealizado não dá mais conta da realidade, é preciso fazer ajustes.

Ajustar, porém, é diferente de passar por cima de todo o trabalho previamente elaborado, adotando linhas e ações aleatórias. Fazer isso equivale a jogar tempo e dinheiro fora.

Mas perceber a necessidade ou não de correção de rotas nem sempre é fácil. Por vezes, corre-se o risco de tomar um simples contratempo como questão estrutural ou o contrário.

Ter a percepção clara dessa situação evita que um bom plano de comunicação deixe de surtir os efeitos desejados e expertise é fundamental para isso.

Entre em contato com a Race para saber como fazer uma gestão eficiente da sua comunicação.

Por Marta Teixeira

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6 ações para ajudar no engajamento interno

6 ações para ajudar no engajamento interno

“Quem não comunica, se trumbica”. A frase dita por Chacrinha, um dos ícones da televisão brasileira, há décadas, permanece mais atual que nunca. A comunicação é o ponto chave das relações humanas, sejam em âmbito social ou profissional. Expressar de maneira clara pensamentos e sentimentos pode amenizar ou até evitar aborrecimentos futuros, principalmente no trabalho. Por isso separamos hoje para você 6 ações que refletem como a comunicação pode ajudar no engajamento interno.

É comum que existam períodos de desmotivação entre profissionais de uma empresa, que podem não estar relacionados ao ambiente profissional em si, mas por questões pessoais. Em ambos os casos, é importante existir um canal de comunicação sincero e direto entre gestores e colaboradores, pois a comunicação precisa ser uma ferramenta de engajamento e de solução de problemas dentro das empresas.

E, além de servir como um termômetro de conflitos, mas também para buscar soluções. Para isso, a comunicação interna e o endomarketing (marketing interno) são tão valorizado: eles são pontes entre a gestão e a operação, uma ligação essencial para clima organizacional e os resultados, afinal, funcionários engajados têm mais motivação para novos desafios e metas.

Abaixo, veja 6 ações que podem ajudar na motivação dos colaboradores usando a comunicação interna e o endomarketing:

Veículos internos

Manter a equipe atualizada dos acontecimentos da empresa é o primeiro passo para a comunicação interna. Jornais, murais, newsletter ou revistas internas cumprem bem esse papel. Além de anunciar novas regras, listas de aniversários e feriados ao longo do ano, é possível investir em conteúdos ricos com dicas de saúdes, eventos na cidade e notícias importantes que impactem no negócio.

Eventos internos

Quem não adora aquele happy hour depois de um dia cansativo de trabalho? Esses eventos e confraternizações são ótimas oportunidades de sair da rotina e conhecer os colegas de trabalho de uma nova perspectiva. Todos estão mais descontraídos e dispostos a mostrar um lado que muitas vezes fica escondido pela rotina e demandas de trabalho. Também vale trazer a família dos funcionários em datas especiais como Dia das Mães, dos Pais ou das Crianças, promovendo um clima de integração.

Comunicação corporativa na era digital

Integração

A integração entre a equipe não precisa acontecer somente em ambiente de festa e comemoração: é possível promover ações internas para aproximar as pessoas, com projetos especiais, desafios e dinâmicas em grupo. Assim, gestores e colaboradores podem se conhecer melhor, entender os desafios e papel de cada um na empresa.

Cursos de capacitação

Oferecer a possibilidade de cursos e especializações é uma ótima maneira de melhorar habilidades técnicas, estratégicas, a confiança e autoestima dos profissionais. Conhecimento nunca é demais, e sempre será usado a favor do negócio, capacitando colaboradores e estimulando resultados positivos.

Sorteios e concursos

Quem não gosta de um brinde? Presentes são uma das maneiras de demonstrar afeto e carinho para as pessoas, desde um day off até uma viagem de fim de semana para os ganhadores. Sorteios e concursos podem ser oferecidos como prêmio para novas ideias e projetos importantes dentro da organização, motivando o funcionário a se engajar e propor coisas novas em sua área de atuação.

Retenção e motivação de talentos

A etapa de contratar um novo talento não acaba na admissão. Após a entrada e período de experiência, é imprescindível manter os profissionais motivados.

Estabeleça um plano de carreira para eles, deixando claro as oportunidades de crescimento e oferecendo ferramentas para que adquiram as habilidades e conhecimento necessário nessa ascensão profissional. Além de deixar sempre claro expectativas, pontos fortes e pontos a serem melhorados de tempos em tempos.

Com essas ideias, o clima organizacional pode melhorar muito. Aposte na comunicação para virar a chave e estabelecer um ambiente cada vez mais agradável e condizente com as expectativas de gestores e colaboradores.

Por Bárbara Christan

 

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Comunicação corporativa na era digital

Comunicação corporativa na era digital

O ambiente corporativo atual passou por intensas rupturas nas últimas décadas devido ao boom da era digital e das novas possibilidades de criação e de relacionamento empresarial que foram desenvolvidas. Novas maneiras de comunicação foram estabelecidas e, agora, o que rege o fluxo de trabalho de uma instituição é a forma como nos adaptamos e nos comunicamos diante deste novo ecossistema. Os olhos corporativos estão agora voltados para a mais diversas perspectivas que o ambiente virtual pode proporcionar.

Com o desenvolvimento de novas ferramentas e a apresentação deste novo cenário de era digital, a comunicação corporativa recebeu um destaque ainda maior no planejamento estratégico de negócio.  O motivo dessa ênfase é a inovação no modo de se relacionar, prospectando audiência e fazendo com que futuros clientes tenham interesse em conhecer aquele mercado que se destacou e arriscou apostar em uma tecnologia diferenciada.

Comunicação digital

Além disso, manter uma comunicação corporativa de qualidade é uma das principais maneiras de fazer com que sua marca cresça no mercado empresarial e se destaque pela sua boa reputação. Para isso, as redes sociais – tanto pessoais quanto corporativas – são peças chave para que a sua identidade seja trabalhada de acordo com determinado aplicativo, atinja um público focal e seja lembrada da maneira correta.

É preciso também sempre estar atento às mudanças sociais que podem afetar o fluxo de trabalho da instituição e se manter alerta diante dos comportamentos de seus clientes, pois são eles que irão ditar qual a tecnologia da vez e o que eles estão esperando dela para que seja usada com mais frequência.

Storytelling: a grande ferramenta estratégica

O que o seu público espera de você na era digital? Mais ousadia? Mais criatividade? Mais atitude? Qual a reputação que você deseja passar para quem acompanha as redes no qual você alimenta?

Essas são perguntas iniciais para se fazer ao iniciar uma carreira digital, pois a comunicação corporativa quando bem trabalhada virtualmente, pode fazer muito barulho na imprensa – ou mesmo no ambiente corporativo -, mas quando mal planejada, pode ser fatal para alavancar sua marca.

Diante disso, é importante saber que as histórias também vendem. Ao estabelecer um formato de comunicação, a narrativa precisa ser bem elaborada para cativar o público que se deseja alcançar. Criar um conteúdo relevante é o que dá força para as estratégias digitais.  Atrair a audiência por meio de palavras que façam sentido e causem empatia é a tática para chamar atenção. Portanto, relacionamento de vendas neste momento de intenso fluxo de informações correndo pela internet é indispensável para alavancar sua marca e sua empresa.

Por Ana Luiza Antunes

 

 

 

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7 piores erros de quem não tem um media training

7 piores erros de quem não tem media training

Toca o telefone. Do outro lado da linha o jornalista pergunta se poderia agendar uma entrevista e a sua empresa não fez um media training. E agora? 

Esta pode ser a oportunidade de ouro para “crescer e aparecer” no mercado ou até para reforçar uma mensagem estratégica. Mas, o que é um sonho pode virar um grande pesadelo em questão de minutos. Isso porque, caso o porta-voz da empresa não esteja preparado para atender a esta demanda de imprensa, o efeito pode ser reverso e fazer os negócios despencarem.

Mas não há motivo para pânico. A palavra de ordem para que os resultados de uma entrevista sejam positivos é preparação. Com um media training, é possível saber o que fazer e, principalmente, o que NÃO fazer diante de um repórter.

Veja abaixo os 7 piores (e mais comuns) erros cometidos por quem não tem um media training

  • Não levar em conta a aparência

É muito importante cuidar da forma como irá se apresentar em uma entrevista, especialmente se for para programas de TV. Mas, mais do que investir em um vestuário chique, é preciso que a aparência acompanhe a pauta. Se for falar sobre solidez e tradição, invista em peças que transpareçam essa ideia. Mas se o assunto abordado for inovação, vale apostar em um visual mais moderno.

  • Falta de expressividade

Não existe nada pior do que conversar com uma pessoa monótona, que não demonstra emoções e nem muda a expressão facial na hora da conversa. Os gestos e as oscilações na voz são imprescindíveis na hora de passar uma mensagem. Lembre-se que apenas 7% da comunicação são as palavras.

  • Levantar assuntos polêmicos

Todos temos opiniões sobre questões políticas, religiosas, comportamentos sociais, futebol etc. Mas isso não significa que elas precisem ser expressas, especialmente fora de contexto e diante de um jornalista. Por isso, evite assuntos polêmicos, pois eles podem virar o tema principal da conversa e estampar a manchete do jornal.

  • Esconder o problema

Algo deu errado nas operações da empresa? É melhor não tentar esconder ou minimizar o problema. Além de demonstrar falta de sensibilidade, o jornalista irá perceber que este é um ponto fraco e explorar ao máximo. Enfrente a situação da forma mais clara e estratégica possível.

  • Entrar em um batalha com o repórter

Embora seja necessário tomar cuidado com o que se fala diante das câmeras ou de um gravador, isso não significa que o repórter seja seu inimigo. Um entrevista não é uma batalha e não existe a necessidade de se armar para isso. O recomendado é que o porta-voz seja gentil e forneça as informações necessárias, sem expor confidencialidades e incluindo as mensagens-chave.

  • Ser prolixo

Seja claro e objetivo. Além de ser enfadonho conversar com uma pessoa que se repete muito, isso transparece despreparo e falta de informação.

  • Pedir para conferir a matéria antes da publicação

Esta é uma das dicas mais importantes. Em hipótese alguma peça para ver o que foi escrito ou produzido antes da matéria ir ao ar. Isso desrespeita o trabalho do jornalista e pode ser interpretado como uma tentativa de controlar o que será divulgado. O ideal é fazer o melhor possível durante a entrevista, pois quando ela terminar, nada mais poderá ser feito.

Por Thamyris Barbosa

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Para além da assessoria de imprensa

Para além da assessoria de imprensa: 5 ações para colocar em prática

Num contexto de transformações tão profundas e velozes no universo da comunicação, as estratégias cunhadas por empresas para dar voz às suas mensagens, produtos e serviços devem integrar uma ampla gama de soluções. A assessoria de imprensa é uma delas.

Alguns temas ou abordagens funcionam melhor em determinados canais e menos em outros. Uma análise profissional e aguçada é necessária para estabelecer o tipo de conteúdo, formato e em quais mídias devem ser veiculados.

A assessoria de imprensa, neste cenário, deve ser vista como um entre os tantos mecanismos disponíveis para realizar a tarefa. Há algum tempo, numa era pré-digital, posicionava-se como a principal estratégia para a comunicação corporativa, mas esta realidade mudou bastante. Junto com ela, é essencial modificar a forma de pensar e utilizar a ferramenta.

Nos últimos anos, tradicionais revistas e jornais deixaram de circular. Por um lado, o círculo de opções para oferecer e emplacar pautas fica cada vez mais apertado. Por outro, este movimento tem contribuído para a migração de jornalistas das redações para o mercado de relações públicas, alimentando novas perspectivas sobre o futuro do setor.

Isso posto, fica mais claro que as estratégias de relações públicas e assessoria de imprensa precisam estar cada vez mais abertas a abordagens criativas e inovadoras, que até pouco tempo não eram muito exploradas. Ao mesmo tempo, necessitam se integrar às ferramentas digitais para que a comunicação seja pensada em 360°.

Veja 5 ações além da assessoria de imprensa que podem ser úteis para se manter relevante no mercado, cada vez mais competitivo.

1- Consultoria

Em primeiro lugar, o profissional da área deve atuar como um consultor, identificando as necessidades de comunicação do cliente, e apontando os melhores caminhos para que consiga atingir seus objetivos. Neste sentido, é fundamental pensar em multiplataformas.

2- Relacionamento

O relacionamento deve permanecer como um dos principais aliados de um assessor: estar em contato com jornalistas, influenciadores (blogs, redes sociais, podcasts etc.) e outros assessores aumenta muito a credibilidade do profissional e as chances de contribuir com um conteúdo e novas oportunidades surjam, como troca de pautas, pautas conjuntas, indicação de personagens e cases.

3- Audiovisual

A utilização de elementos audiovisuais como imagens, infográficos, vídeos, podcasts, galerias de fotos etc., é uma tendência, com a capacidade de tornar pautas e conteúdos muito mais chamativos.

4- Branded Content

O branded content ganha cada vez mais força e espaço. De acordo com dados do Midia Lab do Estadão, 90% dos grupos de mídia americanos esperam que sua receita de branded content cresça mais do que qualquer outro fluxo de receita (assinaturas e anúncios em vídeo gráficos). Isto se deve ao fato de a estratégia ser muito mais atraente do que outros tipos de anúncio: a média de interação com conteúdo de marca escrito é 36 segundos, contra 1,6 segundo com anúncios num banner.

5- Podcasts

É bom ficar de olho nos podcasts. Estes formatos em áudio estão se tornando mais sofisticados, diversificados e vêm conquistando uma multidão de pessoas.

Segundo estudo recente realizado pela Associação Brasileira de Podcasters (Abpod) existem 2 mil podcasts ativos no país. Ou seja, aqueles que são exibidos com regularidade (em geral, semanais) e que podem ser acessados por meio de diferentes plataformas.

A pesquisa, feita em parceria com o Ibope Inteligência, concluiu que 40% dos 120 milhões de usuários da internet no Brasil já ouviram pelo menos uma vez um programa desse tipo. Além de amplo, o público é qualificado. De acordo com o levantamento, ele é mais escolarizado e tem renda superior à média da população.

Por Thiago Eid

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Digital PR: um novo olhar sobre o profissional de comunicação

Digital PR: um novo olhar sobre o profissional de comunicação

O advento da internet e o fenômeno das redes sociais trouxeram mudanças conjunturais à sociedade. No campo comunicacional, a maneira de consumirmos informação mudou drasticamente. Como reflexão, o Facebook existe apenas há 15 anos. A exemplo de outras transformações, o que conhecemos até então como “assessoria de imprensa” também foi alterado. Por isso hoje trazemos para debate um novo olhar sobre o profissional de comunicação: o Digital PR – comunicador que traz mais dinamicidade autenticidade e personificação de acordo com as exigências do momento.

Há pouco, quando se contratava uma assessoria de imprensa esperava-se que seus profissionais produzissem press releases, fizessem follow-up, organizassem encontros e ações de relacionamentos com jornalistas, coletivas de imprensa e press-trips, elaborassem press-kits, media trainings, finalmente salvaguardassem a imagem da organização ou marca, com intuito de gerar visibilidade e contribuir para construção de uma reputação positiva por meio do relacionamento efetivo com a imprensa.

Atualmente, embora tais ferramentas sejam usuais, tenham seu peso e não devam ser descartadas, novas formas de atuação foram inseridas no trabalho de Digital PR (Public Relations).

Para atender as novas demandas sociais e dialogar com o momento, é importante que a começar pela nomenclatura, que os comunicadores remodelem seu mindset e pensem a área como Assessoria de Comunicação, ou seja, um conceito holístico.

 Influenciadores e redes sociais

O profissional do momento não pode ser considerado apenas um assessor de imprensa, pois sua atuação não se restringe no relacionamento com jornalistas que estão nas redações tradicionais. Hoje é impossível pensar em uma estratégia efetiva de comunicação corporativa, que não contemple os chamados influenciadores, que propagam informações em diversas redes sociais (Facebook, YouTube, Linkedin, Twitter etc.), e conteúdos em blogs, além de disseminarem ideias e opiniões em ambientes offlines, como em palestras, reuniões, encontros, salas de aulas e consultórios médicos, programas radiofônicos e televisivos e diversos locais.

Em uma estratégia mais ampla, deve-se pensar o comunicador também como Digital PR, digo “do mesmo modo”, pois o termo é excludente. Citando o caso análogo da imprensa, em grande parte das empresas e agências de comunicação, as atividades do profissional de comunicação corporativa não se limitam no uso de ferramentas e relacionamento com formadores de opinião que estão no ambiente on-line. No entanto, vale a pena a inclusão e a aplicação de técnicas digitais e de relacionamento que buscam diversificar a atuação da empresa ou marca, pois impactam novos públicos.

Para sair-se bem, o comunicador contemporâneo ao invés de traçar um plano de comunicação que tenha somente como alvo os veículos tradicionais, por exemplo, deve buscar incluir em seu planejamento, as redes sociais dos órgãos de imprensa, que em alguns casos, tem até mais audiência do que a mídia propriamente dita; além de pautar podcasts e usar grupos sociais para divulgação de sugestões de porta-vozes e conteúdos.

Mapear influenciadores e suas variáveis, micros e nanos, que possivelmente podem ter interesse em informações da organização ou da marca, com intuito de tentar publicações espontâneas, envio de produtos e serviços para testes, participação em ativações, parcerias e outros, também é uma estratégia interessante e assertiva. No mundo atual, além de ditar tendências, esses formadores de opinião são altamente relevantes na construção de um ideal coletivo.

Press release digital  

Embora o famoso press release ainda seja relevante e funcione, redigi-lo pensando em otimizar o ranqueamento e posicionamento nas ferramentas de busca é fundamental. A construção do release efetivo leva em conta técnicas de SEO, como o uso de link building. Nesse contexto, além de auxiliar na divulgação dos valores e mensagens-chave, contribuindo para formação de imagem positiva do assessorado, também auxiliará a divulgação do negócio, gerando credibilidade e permitindo que seja encontrado por potenciais consumidores.

Além disso, quanto mais interativo o conteúdo, com imagens, vídeos, infográficos e outros elementos, maior será sua aceitação. É importante ressaltar que com o enxugamento e fechamento de alguns títulos e redações, a concorrência aumentou, e para se destacar “não basta fazer o mais do mesmo”.

Também é válido destacar que, o disparo de releases em massa, embora em alguns casos resultem em publicações, não deve ser considerado como assertivos. Hoje a palavra de ordem é personalização.

Monitoramento, crises de imagem e análise de dados

Outra estratégia que deve ser usada pelo Digital PR atual é a adoção de ferramentas como o Stilingue, em escala avançada e o Google Analytics, em uma escala menor, que  permitem analisar a estratégia adotada, com o objetivo de ter insights, coletar insumos e informações para mapeamento de pautas, prever tendências e crises de imagem e informações do que tem gerado buzz e até repensar o planejamento.  

Falando em crises de imagem, nunca foi tão relevante considerar ações preventivas que minimizem ou contenham crises originadas nas redes sociais. Atualmente, grande parte delas acontecem no ambiente on-line. O profissional moderno deve sempre estar atento tanto aos conteúdos proprietários divulgados pela marca ou organização, quanto aos disseminados por seus diversos stakeholders.  

A análise dos dados também faz parte do trabalho do novo Digital PR. Saber classificar o que está se dito a respeito do assessorado é importante. Não adianta ter uma excelente estratégia de divulgação e coleta, se não tiver a análise dos conteúdos. Números por si só não representam nada!

As transformações digitais e sociais exigem um novo olhar sobre o desempenho do profissional de comunicação corporativa, que deve pensar fora da caixa e navegar por diversas áreas.

Por Rodrigo Freitas

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Soluções práticas para gerenciamento de crise

Soluções práticas para gerenciamento de crise

Mensuração de resultados, planos estratégicos de comunicação entre outros: a assessoria de imprensa é responsável por trabalhar a imagem da marca em diversos segmentos. Dentre estes, é também responsável por antecipar possíveis crises que a empresa pode enfrentar e elaborar junto ao cliente soluções prévias com o objetivo de driblar qualquer mal-entendido do porta voz perante a imprensa ou outras organizações corporativas. Do diagnóstico a gestão de crise, o assessor vai trabalhar a marca e o porta-voz à título de fortalecer o “colchão reputacional” da empresa frente a imprensa, clientes ou concorrentes.

Quando a crise se apresenta por riscos calculados os processos de gestão estão estabelecidos. Mas, mesmo nos momentos de gestão do imprevisível, é possível prevenir maiores desgastes  com planejamentos e treinamento adequado de media, o famoso media training. Mas, a partir do momento em que a crise já foi instaurada, cabe ao profissional de comunicação elaborar um plano e rotina para acompanhar o desenrolar do caso. Isso implica monitorar constantemente a repercussão e realizar apontamentos que podem ser úteis para entregar resultados ao cliente.

5 motivos para investir em media training

Montar um time de gestão de crise pode ajudar a clarear as ideias e pensar com mais calma sobre o que está acontecendo, enxergando de forma racional todos os pontos que precisam ser realinhados.

Lembre-se: no momento da crise é essencial agilidade! Porém, cuidado com ações realizadas com pressa, que podem desencadear mais desdobramentos da crise.

O engajamento da equipe auxilia nas múltiplas formas de solucionar o problema de acordo com o seu perfil.  Por exemplo: se a crise foi causada após a transmissão de um vídeo, ou após a divulgação de uma ação de marketing, é importante responder de forma que atinja as mesmas pessoas que consumiram esse produto/serviço.

Logo, o ideal é elaborar uma resolução que tenha a mesma linguagem e narrativa, pois assim, da mesma forma que a empresa foi atingida, ela poderá ser reerguida e ter ainda mais engajamento do público. Outro ponto positivo que ajuda a proteger a imagem do cliente é manifestar-se o quanto antes sobre a situação. Ao se esconder, a instituição pode transmitir uma sensação de “pouco caso” sobre o ocorrido, perdendo a confiança perante a mídia e sociedade. Portanto, ser honesto e transparente demonstra preparo, agilidade, profissionalismo e cria uma reputação de seriedade diante do mercado e grupos institucionais.

Por fim, ter elaborado um planejamento de crise prévio, para que o cliente esteja ciente das ações que irão ser tomadas, assim como pequenas regras que devem ser tomadas e situações a evitar, é um passo fundamental e minimiza a possível futura crise. Pois, ao elaborar este briefing, já condiz a um pequeno treinamento que a organização terá em mente quando estiver diante de algum evento público ou corporativo. Assim, não só a imagem da empresa será protegida de maneira eficaz, mas a comunicação não terá ruído e cases de sucesso poderão surgir com simples atitudes do dia-a-dia.

Por Ana Luiza Antunes

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