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Diversidade: a mudança que vem de dentro pra fora

A maioria das empresas já entendeu que demonstrar afinidade com temas relacionados à diversidade gera mais engajamento com os clientes. Pautas antirracistas, de diversidade sexual, feministas, anti gordofobia e inclusivas para deficientes, por exemplo, tem ganhado, cada vez mais, a adesão de grandes companhias.

Recentemente, o caso George Floyd (homem afro-americano que foi estrangulado por um policial em uma abordagem na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos) tomou proporções mundiais. Marcas de renome internacional, como Nike, Ben & Jerry’s e L’Oreal se posicionaram em protesto. Aqui também, no Brasil, muitas empresas levantaram a bandeira antirracista em suas contas do Instagram e Twitter – “não dá pra perder a oportunidade de mostrar que estamos alinhados nesse discurso”, pensam elas.

E não dá mesmo, se a empresa estiver REALMENTE alinhada com o discurso da diversidade. A Avon foi uma delas, como é possível ver no post abaixo.

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Há três dias a nossa timeline foi inundada de protestos em favor do movimento antirracista no Brasil e nos EUA, e ao invés de postar também, decidimos tirar três dias pra pensar em tudo o que fazemos e tudo que ainda queremos fazer na Avon. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nesses três dias, pensamos em tudo o que nos orgulhamos: dar voz às mulheres negras que estamparam todas as capas das nossas revistas de beleza esse ano, das protagonistas das nossas campanhas publicitárias, das influenciadoras que nos emprestam suas vozes e opiniões, da quantidade de mulheres no nosso ambiente de trabalho, do nosso reconhecimento pela segunda vez no Guia Exame de Diversidade (destaque na categoria gênero) entre diversas outras coisas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nesses três dias também pensamos em tudo o que precisamos melhorar. E decidimos que, ao invés de um post, melhor um compromisso. Então nos comprometemos a: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ – Aumentar a empregabilidade de pessoas negras e a sua presença em cargos de liderança; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ – Acelerar o processo de adequação das nossas cores de maquiagem, incluindo as bases de rosto para se adequar melhor às peles negras e sempre valorizar a beleza negra; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ -Continuar ampliando as vozes de mulheres negras em nossas redes, em nossas campanhas, em nossas discussões internas e em nossas decisões; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ -Buscar ativamente, dia após dia, ser antirracistas em todas as nossas ações cotidianas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Acreditamos no nosso propósito de Construir Vidas Mais Bonitas e de impulsionar a autonomia das mulheres negras, pra fortalecer uma sociedade na qual vale a pena viver. Não temos todas as respostas, mas também nos comprometemos a buscá-las junto com todos e todas vocês. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #VidasNegrasImportam #AvonAcessível #PraCegoVer: Imagem com fundo preto com texto em letras brancas no centro “O antirracismo está em pauta, mas ele também tem que estar na atitude”. No canto inferior direito três ilustrações de punhos fechados apontando para cima, de tamanhos diferentes.

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Mas o mês nem havia terminado e a empresa já se viu diante de uma saia justa que envolvia a diretora de marketing em uma acusação de manter a empregada doméstica negra e idosa em situação análoga à escravidão. A Avon tem culpa? Sim. Pode parecer injusto com a marca, mas a verdade é que grandes corporações devem se responsabilizar, sim, pelas atitudes de seus funcionários, principalmente do alto escalão.

Entenda: qual é a consistência de uma campanha de marketing com viés anti racista quando a própria diretora da área está sob acusação de trabalho escravo? Essa é uma conta que não fecha. Não é fácil, mas a empresa que quer se posicionar, precisa fazer a lição de casa, precisa conhecer muito bem as pessoas que estão na linha de frente.

Ainda seguindo este exemplo, há alguns meses a Rede Globo passou por uma situação constrangedora a partir de uma abordagem ao vivo do âncora do Bom Dia São Paulo, Rodrigo Bocardi. Durante uma entrevista mediada pelo repórter de rua sobre a superlotação do metrô, o jornalista do estúdio cometeu uma grande gafe.

Ao ver que o rapaz negro entrevistado vestia o uniforme de um dos clubes mais famosos (e caros) da cidade, logo presumiu que ele era um dos meninos que recolhiam as bolinhas de tênis espalhadas pelos jogadores. A surpresa veio quando descobriu que se tratava de um atleta profissional de polo aquático. Um caso clássico de racismo estrutural, em que pessoas brancas não conseguem ver pessoas de pele escura exercendo nenhuma outra função que não seja relacionada a servidão. Uma bola fora que a internet também não perdoou. Rodrigo foi acusado de racismo e o jogador, Leonel Diaz, pediu retratação do jornalista também ao vivo.

E não pense que esses casos se restringem à questão racial. No último fim de semana muitas empresas mudaram o logotipo nas redes sociais para as cores do arco-íris: Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

No feed do LinkedIn, por exemplo, tudo estava colorido. Mas, quantas empresas de fato puderam mostrar o relatório de profissionais contratados? Quantas podem dizer que discutem o tema recorrentemente com os colaboradores? A diretoria sabe de cor o que representa cada letra da sigla? Isso é cultura. É quando a mudança vem de dentro pra fora. Tem que educar, absorver o tema, tem que contratar mais pessoas diversas (principalmente para cargos de liderança), tem que viver o que fala. É difícil, exige trabalho e investimento. É uma desconstrução e reconstrução profunda.

Nenhuma empresa é obrigada a agir dessa forma, desde que não queira se posicionar publicamente a favor de causas sociais. Mas, os que se propõem a seguir a cartilha, certamente deixarão um grande legado para a marca e uma contribuição real para a sociedade.

 Por Thamyris Barbosa

 

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assessoria de imprensa

Você sabe a diferença entre assessoria de imprensa e relações públicas?

Confundir a assessoria de imprensa e relações públicas pode ser considerado até “normal”, afinal de contas elas estão intrinsecamente relacionadas.

No século XX, o jornalista Ivy Lee montou o primeiro escritório de relações públicas, até então conhecido pelo mundo.

Em uma tentativa assertiva, Lee institui um novo modelo de atividade comunicacional, a assessoria de imprensa. Seu objetivo era recuperar a imagem e a credibilidade do empresário John Davison Rockfeller – um dos milionários e mais destacados donos de empresas do período – acusado de agir inescrupulosamente para ter o controle e o monopólio do petróleo nos Estados Unidos.

Com um plano de comunicação bem estruturado, o jornalista passou a atuar como um agente informacional dos negócios de Rockfeller. Ele atrelou o fornecimento especializado de conteúdos de interesse público da empresa a serem divulgados jornalisticamente, concomitantemente com o serviço de reposicionamento da imagem institucional do empresário e de seus negócios.

Por meio de um trabalho dinâmico, Lee construiu um canal de comunicação entre a imprensa e a empresa do seu assessorado.

O envio de informações verídicas garantia a publicação de notícias nos espaços editoriais (mídia espontânea), deixando de lado os anúncios ou publicações de cunho comercial.

Assessoria de imprensa e relações públicas: como diferenciar?

Fundamental para construção e manutenção de uma imagem positiva, a assessoria de imprensa é um instrumento pelo qual os profissionais formados em Jornalismo (especialmente aqui no Brasil), Relações Públicas e, em alguns casos, Propaganda e Publicidade, utilizam para construir e estreitar o relacionamento dos seus assessorados com a mídia e outros formadores de opinião, tendo como principal objetivo a divulgação de uma agenda positiva que impacte na reputação de um ente;  além de identificar e se antecipar a possíveis riscos e vulnerabilidades dos seus clientes que podem se tornar em crises de imagem.

Efetivamente, o trabalho da assessoria de imprensa consiste em entender, apurar e encontrar informações noticiosas (ou seja, de interesse público) de um ser empresarial propagando-as para os veículos de comunicação e formadores de opinião, visando com que essas sejam conhecidas a outros públicos estratégicos pleiteados pela organização. Quando necessário, os profissionais do segmento, ainda, minimizam os resultados negativos gerados por uma crise corporativa que se tornou pública.

Por meio de peças como o press-release, notas, sugestões de pautas e porta-vozes, além da elaboração e envio de press-kits, realização de encontros de relacionamento, coletivas de imprensa, press-tour e press-trips, e outras ações realizadas nos meios on e offline, os especialistas atuam diretamente na construção de um colchão reputacional da empresa e/ou organização.

Com um escopo mais amplo, as Relações Públicas dialogam com todos os stakeholders preteridos. Embora os RP´s possam atuar em assessorias de imprensa, seu papel é garantir um relacionamento achegado com a totalidade dos públicos de interesse de uma empresa, marca ou organização, salvaguardando e garantindo que a imagem desejada seja a mesma que a percebida.

Isso inclui pensar em ações estratégicas que impactem os acionistas, diretores, colaboradores, terceiros, clientes, Ong´s, órgãos públicos e governamentais etc.

Dentre as funções da área, estão a elaboração do planejamento estratégico de comunicação, a execução do plano tático, o levantamento dos resultados obtidos, e por fim, o entendimento e a avaliação das ações, tendo como finalidade de prossegui-las ou não; sempre levando como meta, os valores, objetivos e as ações da organização.

Resumindo, embora importante, a assessoria de imprensa é um braço estratégico de das Relações Públicas, que consiste em um olhar macro da organização.

Ficou interessado em saber como melhorar a sua comunicação atingindo resultados que impactarão seu negócio? Entre em contato! Nós atuamos tanto com assessoria de imprensa, quanto com todo o escopo de Relações Públicas.

Por Rodrigo Freitas

 

 

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briefing

Briefing: saiba como elaborar e quais perguntas ele precisa responder

Ter uma ótima ideia, mas receber um produto totalmente diferente das suas expectativas ou investir horas e muita energia em uma entrega, para ao final descobrir que não era nada daquilo que havia sido pedido é um cenário bastante comum na relação cliente-agência. A falta de alinhamento prévio pode causar muitos problemas no resultado final, mas que podem ser evitados com um bom e completo briefing.

Em poucas palavras, um briefing é um conjunto de instruções, um compilado de expectativas e um verdadeiro cronograma de um projeto. O resultado varia: post em rede social, relatório de evento, divulgação de pauta estratégica. Todo produto demandado de um profissional por outro precisa ter suas orientações claras e bem organizadas.

Os benefícios de um briefing bem elaborado e mantido atualizado são diversos e facilitam a vida das equipes envolvidas, tanto de um lado, como do outro. Resumidamente, temos que suas principais vantagens, são:

  • Alinhamento de expectativas entre cliente e agência: ambos ficam cientes da importância do projeto e seus objetivos;
  • Melhor coesão do time que executará o projeto: todos da equipe ficam na mesma página quanto ao que precisa ser feito e quando;
  • Mais facilidade na organização das tarefas: entregas bem definidas permitem a criação de um cronograma de atividades e a noção do que já foi feito e o que ainda precisa ser cumprido;
  • Auxílio na gestão e otimização do tempo ao longo do processo de criação: com base na definição do prazo e na quantidade de tarefas do processo, é possível saber quanto tempo cada atividade pode demandar;
  • Possibilidade de avaliação da entrega: o sucesso do produto final pode ser avaliado com base nas expectativas previamente estabelecidas e nos elementos de sua composição tidos como fundamentais.

Além de tudo isso, um bom briefing dado no começo de um projeto diminui potenciais ruídos de comunicação e dúvidas surgidos ao longo processo e permite que o dia-a-dia das equipes envolvidas seja mais tranquilo e sem estresses desnecessários.

Precisa de um projeto customizado de comunicação corporativa? Veja a nossa solução!

Como fazer um briefing?

Não existe um único modelo de briefing já pronto e aplicável a toda e qualquer situação. Pelo contrário, são diversas estruturas, adaptadas por cada empresa de modo que fiquem mais adequadas às suas necessidades. De todo modo, existem itens básicos que podem compor um briefing de modo a torná-lo completo e útil.

Antes de listarmos os componentes principais da check-list, é importante ressaltar que, aqui, estamos tratando de um exemplo em que os atores já se conhecem e a agência já sabe o histórico e área de atuação do cliente, assim como pontos sensíveis do setor. Se esse não for o seu caso, é importante acrescentar essas três questões no seu briefing.

Confira as 10 perguntas básicas que um briefing precisa responder:

  1. O que precisa ser feito: qual é o produto final?
  2. Qual o deadline?
  3. Haverá check points ao longo do período de produção? Quando?
  4. Qual o objetivo do produto?
  5. Que mensagem o produto deverá passar?
  6. Quais as expectativas do cliente em torno do produto?
  7. Quem é o público-alvo que o produto busca atingir?
  8. Qual é o orçamento para o projeto? Existe alguma distribuição de recursos já pré-definida?
  9. Objeções: o que o produto não pode conter de forma alguma?
  10. Existem materiais extras que podem ser compartilhados? Exemplo: modelos, edições anteriores do produto em questão, benchmarking de outros produtos que podem servir de inspiração, etc.

Essas são questões essenciais na elaboração do briefing e devem ser respondidas da forma mais clara e mais objetiva possível. É claro que se seu projeto demandar mais informações ou não contemplar alguma das perguntas colocadas, a lista não só pode, como deve ser editada. Um bom briefing é o que funciona para você, lembra?

Deve-se ressaltar, também, que mesmo em projetos com cronograma apertado, é importante que as duas equipes separem algumas horas para examinar e responder as questões. Esse investimento inicial de tempo e energia fará com que o restante do processo flua de forma muito mais ágil e sem sobressaltos no meio do caminho.

Por fim, um bom briefing deve ser de fácil acesso, de forma que esteja sempre à mão. Pensando nisso, convém evitar documentos muito longos e desorganizados cuja tendência é serem colocados e esquecidos naquela pasta, dentro daquela outra pasta, que faz parte da pasta “Documentos Gerais” do projeto.

Ficou com alguma dúvida? Quer saber mais sobre a importância do briefing e como adaptá-lo aos seus projetos? Entre em contato conosco para conversarmos mais sobre o tema!

Por Sofia Melazzo

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Como investir em novos formatos digitais

Como investir em novos formatos digitais: veja 3 tendências

Em tempos de forte tendência na área digital, decidir mostrar como investir em novos formatos digitais. Já faz um bom tempo que o ambiente digital deixou de ser um meio irreverente do qual apenas as marcas mais ousadas ou pioneiras faziam parte. Quando o processo de povoamento dos novos espaços online teve início, a concorrência era escassa e as primeiras empresas que enxergaram potencial nesse universo encontraram um solo bastante fértil para prosperar. Metáforas à parte, hoje a presença digital representa quase um pleonasmo para o reconhecimento no mercado. 

Grandes marcas tradicionais que se reinventaram e entenderam como arar e cultivar essa nova terra obtiveram sucesso, e nem preciso dizer que as novas empresas – pequenas, médias ou grandes – já vêm, ou deveriam vir, com o DNA digital de fábrica. Com esse processo de “digitalização corporativa” bastante consolidado, fica muito mais difícil se diferenciar. Por isso, o segredo está, claro, em explorar novos formatos digitais para fidelizar o público em tempos de volumes absurdos de informação (e de quarentena, mas isso é assunto para um outro post). Mas que formatos digitais podem ser esses?

No post de hoje, trago três fortes formatos digitais (e seus desafios) que a sua empresa pode – e deve – experimentar. 

  1. Podcasts

No ano passado, o consumo de podcasts no Brasil cresceu 67%, de acordo com uma pesquisa encomendada pela plataforma de streaming Deezer. Esse número, além de mostrar como os usuários estão se habituando rapidamente a esse novo veículo, mostra também que a cartela de opções dos usuários também cresceu, com opções de discussões e temas mais amplos e pulverizados.

O podcast tem a interessante vantagem de servir como um meio de comunicação que pode ter a cara da empresa (leia mais sobre inbound marketing aqui). A partir de seus programas, é possível produzir conteúdo relevante para o público externo – captação de leads, awareness e posicionamento de marca – e também para o público interno, como uma plataforma muito mais atrativa de se comunicar com os colaboradores se comparada às protocolares intranets.

  1. PR clássico e digital

De nada vale estar presente no online se o seu produto ou serviço não se mostra também nas mídias tradicionais, certo? Certo. Equilíbrio é tudo. O digital rompe muitas barreiras por atingir um público mais amplo ou ainda mais assertivo, a depender dos objetivos do negócio, mas é necessário saber dosar e engrenar diferentes ambientes, de modo que todos eles contribuam para a saúde do negócio.

Pensando nisso, aponto aqui como uma segunda tendência a construção de novas dinâmicas para ações de Relações Públicas (PR) – eventos internos e externos, relacionamento com a imprensa, press kits, entre outras – que estejam interseccionadas aos canais digitais da marca. Um exemplo publicitário: não é incrível quando você ganha um mimo de uma marca enquanto caminha pela rua, a respeito de um produto sobre o qual você já ouviu falar em um anúncio no Instagram, cujos detalhes foram apresentados a você em uma propaganda na televisão e sobre o qual você já viu um review no YouTube de um influenciador? Pois bem, integração é a chave.

  1. Audio blogs

Calma, mas isso não é o mesmo que podcast? Na verdade, não. Enquanto os podcasts são mais longos, ficam hospedados em plataformas de streaming próprias para esse tipo de conteúdo e giram em torno de entrevistas e discussões sobre um tema, os áudio blogs possuem, como o próprio nome denuncia, a mesma estrutura de um texto, mas em formato de áudio.

Além de garantirem maior interatividade e acessibilidade ao conteúdo produzido pela sua marca, os posts em áudio oferecem aos usuários novas maneiras de consumo de informação, sem que se perca a objetividade na transmissão da mensagem.

Isso porque o ouvinte aperta o play e, ao mesmo tempo, pode executar outras atividades.Com tanta informação disponível, o tempo para selecioná-las e consumi-las é mais escasso. Esses pontos são maneiras de subir na lista de prioridades do seu público.

Em terra de muito conteúdo, quem sabe traduzi-los de forma mais interessante é rei.

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lgpd

LGPD: veja o que fazer para se adequar

Faltando apenas alguns meses para o início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados(LGPD), que será válida a partir de agosto de 2020, muitas empresas ainda não sabem o que é,como ou por que se adequar às normas que regem a lei. Vem com a Race que hoje vamos mostrar o que fazer para se adequar à LGPD.

Em resumo, a LGPD vem para regularizar o uso e garantir a proteção de dados dos indivíduos.

Com ela, empresas precisarão angariar formas para proteger os dados pessoais que possuem,e só poderão armazená-los se houver autorização do titular.Se você tem dúvidas sobre o tema, aqui vai um resumo sobre o que muda com a entrada da legislação e quais as consequências para os negócios que não seguirem as novas regras:

• Quem precisa se adequar?

Se a sua empresa utiliza dados pessoais para fins comerciais, seja desde um pequeno negócio à grande empresa, esse artigo é para você. A lei tem como prisma a proteção da privacidade dos dados das pessoas, ou o que pode ser chamado de uma das formas de “empoderamento digital”, como sugere esse artigo divulgado pela Serpro.

Ou seja, não será mais possível manter banco de dados – como telefones, e-mails, números de documentos, endereços e outras informações de cunho pessoal – sem a autorização expressa dos titulares.Então, os consumidores, funcionários e usuários de empresas passarão a ter o controle sobre quem tem acesso aos seus respectivos dados pessoais, o que é feito com esses dados e como são utilizados. Portanto, as companhias mantenedoras destas informações precisam estar alinhadas aos interesses dos titulares, para não correr o risco de serem punidas por utilização indevida de dados pessoais.

• Como se adequar?

Planejamento é a palavra-chave para que a empresa não corra riscos de descumprir a LGPD. O primeiro passo é mapear as pessoas para saber quais dados estão em poder da empresa. Sim, mesmo as informações que foram obtidas antes do início da vigência da lei precisam estar nessa lista e, inclusive, a existência delas no banco de dados precisa ser justificada, com base legal.

Na impossibilidade de justificativa, será necessário deletar as informações, para evitar maiores problemas. Todos os dados que serão captados a partir de agosto precisam ser consentidos pelo titular, conforme orientações do artigo 7º da lei. Então os sistemas utilizados e os colaboradores da empresa também precisam estar alinhados. Atualizações de softwares e treinamento dos funcionários são essenciais para esse novo ciclo. Será necessário investir em proteção de dados, independentemente do porte da empresa, pois todos os mantenedores das informações podem ser responsabilizados por eventuais vazamentos.

• Punições

O propósito da LGPD é manter a privacidade dos dados, e a promessa é de rigor em relação ao cumprimento das normas. Para editá-las e fiscalizar o cumprimento dos procedimentos sobre proteção de dados, foi criada a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão federal, que também será responsável por aplicar punições em casos de descumprimentos da legislação. As penalidades vão de proibição total ou parcial das atividades que envolvam o tratamento de dados a multas de até 2% do faturamento total da empresa (o limite de cada multa é de R$ 50milhões).

As multas serão aplicadas por infração, ou seja, por cada dado pessoal vazado. Todo cuidado com vazamentos é pouco, tendo em vista que, em um acidente, inúmeras informações podem ser expostas.Mesmo que não haja vazamento, não se adequar às normas será passível de multa diária, atéque a empresa comprove que está seguindo a legislação.Ainda tem alguma dúvida sobre a LGPD? Fique tranquilo! Entre em contato conosco para conversarmos mais sobre o tema!

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Mídia programática: o acelerador que sua campanha de digital está procurando

Traçar um planejamento de conteúdo pago efetivo não é uma tarefa fácil. As equipes de digital já têm ciência da importância de trabalhar além do awareness orgânico para fazer a diferença para a marca. Agora a busca é por soluções digitais ainda mais eficientes, estratégicas e baratas para ações de mídia paga. Mas fique calmo, já temos um spoiler para você: o uso de Mídia Programática é o acelerador que sua campanha de digital está procurando. 

Ainda não conhece esse formato? Vem com a gente que hoje a Race vai explicar o que é este tipo de mídia, seus desdobramentos, como usá-la e a melhor forma de planejar sua campanha.

 

Afinal, o que é uma Mídia Programática?

 

Existem vários formatos de campanhas digitais pagas. A Mídia Programática é um tipo de publicidade que veio para transformar a forma de compra de mídia, pois oferece um anúncio com display e vídeo dentro dos meios tradicionais. Ou seja, agora é possível anunciar sua marca de uma forma automatizada, através de softwares, sem necessariamente entrar em contato com o dono do site no qual seu negócio quer estar presente.

E isso é feito de forma simples. Sites e portais oferecem, por meio de “leilões”, o espaço publicitário disponível para que os profissionais possam obter seu inventário de forma prática e rápida.

O grande diferencial da mídia programática se dá pela facilidade e automação da compra de mídia nos espaços publicitários, sem a necessidade de negociar com cada publiser, o que tomava muito tempo de trabalho, agora tornando mais fácil a compra de espaços em sites.

O resultado? O seu profissional de mídia tem assim uma otimização de tempo para trabalhar na parte estratégica de sua campanha, potencializando os resultados e, assim, poupando tempo e dinheiro do investimento em digital.

Para se familiarizar um pouco mais com esse universo, é importante compreender alguns termos:

 

 

Planeje sua campanha

Deixemos as terminologias e ferramentas de lado por um instante. Para trabalhar com Mídia Programática é preciso, em primeiro lugar, ter um planejamento estratégico bem definido.

Para iniciar um planejamento com este tipo de campanha é necessário um alinhamento bem detalhado entre agência de comunicação e a empresa, no qual será definido o cenário atual da marca e onde ela quer chegar com ação publicitária. Apenas com esses dois parâmetros pode-se traçar o plano correto.

Neste momento é essencial levantar informações sobre qual é o objetivo de utilização de cada formado de mídia paga, sempre visando conversão e engajamento. 

Este alinhamento é essencial pois cada canal de mídia programática vai demandar um planejamento específico, uma vez que falam com perfis de audiências diferentes.

Para definir qual canal e segmentação tem mais coerência com o seu objetivo e target, é importante fazer testes com diversos publisher. Analisando os resultados é possível otimizar a campanha e gerar grandes resultados.

E aí? Pronto para acelerar suas campanhas de digital com o uso de Mídia Programática? Este pode ser o caminho que sua marca precisa! 

Se ficou com alguma dúvida ou quiser conhecer mais sobre o tema entre em contato conosco! Vamos conversar sobre qual é a melhor campanha para sua estratégia de marketing.

Este conteúdo é uma colaboração da Letícia Marques

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RP Digital: como essa conexão gera resultados para a sua marca

RP Digital: como essa conexão gera resultados para a sua marca

Certamente você já deve ter ouvido falar sobre o RP Digital. Não é novidade que a atuação dos profissionais de Relações Públicas, e consequentemente as estratégias oferecidas no mercado, têm se transformado rapidamente. Se antes emplacar uma capa de revista ou jornal fazia “brilhar os olhos” do cliente, hoje essa conquista pode parecer não tão interessante assim, dependendo do foco a ser atingido pela marca. Por isso hoje vamos debater sobre RP Digital: como essa conexão gera resultados para a sua marca.

É claro que essa visibilidade ainda é muito importante, mas a forma como os diferentes públicos consomem informação mudou completamente, o que também não significa a mera transposição do off para o online.

Além disso, cada vez mais assistimos um “enxugamento” nas redações, abrindo espaço para veículos independentes como alternativa (blogs, podcasts, perfis de influenciadores).

Pensando na conexão entre esses dois mundos, existem diversas estratégias que podem (e devem) ser exploradas e somadas para que as empresas se relacionem da forma mais adequada com o seu público-alvo e que não necessariamente envolvem apenas a imprensa. Dentre as principais ações podemos destacar:

·         Marketing de conteúdo

·         SEO

·         Social media

·         Influenciadores digitais

 

Confira abaixo como a união entre o RP Digital pode alavancar os resultados da sua marca:

 

1. Marketing de Conteúdo

Oferecer um conteúdo digital relevante e aumentar a visibilidade online há tempos deixou de ser uma opção e passou a ser indispensável dentro de uma estratégia de comunicação de qualquer empresa, independentemente do tamanho.

Para se destacar diante de uma imensidão de informações disponíveis, cada vez mais o RP Digital busca criar um conteúdo que realmente converse com a persona da empresa, ou seja, que trará um benefício, esclarecerá uma dúvida ou buscará a solução de algum problema para este potencial cliente, não tendo apenas como foco principal a venda em si, o que dentro deste “funil” será uma consequência natural.

A ideia de abastecer o público-alvo com essas informações é justamente criar uma aproximação e posteriormente uma percepção positiva da marca, o que invariavelmente passa pelos pilares do Inbound Marketing.

Segundo dados da 5ª edição do Content Trends, da Rock Content, divulgado em junho do ano passado, 67,3% das 4.700 empresas ouvidas já adotam estratégias de marketing de conteúdo, enquanto 56,9% pretendem adotar e 15,5% já estão em fase de implementação.

Os números comprovam que a estratégia é de fato uma realidade e as empresas que a adotam conquistam grandes resultados: de acordo com a pesquisa, empresas que fazem marketing de conteúdo têm 1,3 vezes mais visitas e 1,4 vezes mais leads gerados, o que consequentemente pode gerar bons negócios, desde que trabalhados da maneira correta.

Tenha um conteúdo de qualidade que conversa com o seu público

 

2. SEO

Pense nas vezes em que você fez uma busca na internet e foi até a segunda página de resultados. Raramente, não é mesmo? Entrar no radar do Google, especificamente, é fundamental, afinal aparecer na segunda página do maior buscador do mundo, atualmente, já é como se a empresa praticamente nem existisse.

É por isso que, mesmo não sendo uma estratégia nova, aplicar técnicas de SEO ainda é apontada como uma tendência nas empresas para 2020. É o que mostra a pesquisa Perspectivas – Mercado Digital 2020, realizada pela MLabs em parceria com a Social Media Week. De acordo com o levantamento, um bom posicionamento nos sites de busca será prioridade para 69% das empresas, seguido de Branded Content (67%) e Content e Social Ads (60%).

Mas apenas aplicar técnicas de SEO já não é suficiente, uma vez que os sites precisam seguir o conceito de mobile first, ou seja, serem programados pensando na visualização em dispositivos móveis (smartphones, tablets).

A resposta para isso é simples: o Google anunciou, lá em 2018, que o ranqueamento e indexação dos sites seria pautada na priorização do conceito mobile first, isso também pelo fato do acesso à internet por dispositivos móveis já ter ultrapassado o dos computadores há tempos.

Portanto, ser referência nos sites de busca depende de diversos fatores a serem explorados pelo RP Digital, que passa por conteúdo de qualidade, ser totalmente amigável para dispositivos móveis e, é claro, seguir os conceitos de SEO, atualizados constantemente para se adequar às rápidas mudanças dos motores de busca. Mas não se engane: para alcançar um bom posicionamento com relevância, o conteúdo também deve ser agradável ao leitor ao mesmo tempo.

Conquiste o melhor posicionamento nos buscadores com a Race!

 

3. Social Media

Se hospedar um site não é suficiente para um bom posicionamento nos mecanismos de busca, apenas criar perfis nas redes sociais também não significa a conquista de resultados.

Assim como em toda a estratégia realizada pelo RP Digital, falar a mesma língua do público-alvo nas redes sociais é ainda mais necessário. Isso significa estudar a melhor forma de abordar os assuntos para esse público, ou seja, a linguagem dos conteúdos fará toda a diferença para conquistar engajamento nas redes.

Falando em engajamento, esse deve ser o principal objetivo a ser conquistado, independentemente da plataforma utilizada, isso porque as famosas “métricas da vaidade”, onde a avaliação é feita apenas pela quantidade de likes recebidos, nunca foram sinal de sucesso de um bom social media, afinal é possível ter muitas curtidas rapidamente com conteúdo patrocinado.

Pensando nisso, escolher em quais redes estar presente também deve ser um ponto importante a ser levado em consideração. Será que o seu potencial cliente utiliza todas elas?

Além disso, cada uma possui uma linguagem e objetivos diferentes, o que exige a adequação nos formatos das mensagens. Falar com o público do Linkedin, por exemplo, não é o mesmo que falar com os usuários do Twitter, portanto verifique onde cada rede se encaixa dentro da sua estratégia para não ter perfis abandonados e sem sentido.

Serão muitas as tendências das redes sociais para 2020, o que renderia um novo texto, mas talvez a mais importante delas seja a utilização de vídeos. Cada vez mais esse recurso passa a ser primordial para qualquer estratégia de comunicação.

Segundo o estudo Visual Networking Index, divulgado pela Cisco Systems, com previsões até 2022, 75% de todo o conteúdo consumido pelo tráfego móvel neste ano será através de vídeos. Considerando que o número de dispositivos móveis conectados já ultrapassou a população mundial (11,6 bilhões, segundo o mesmo estudo), é mais do que certo utilizar vídeos para se comunicar com o seu público.

Veja como o time de social media da Race pode te ajudar!

 

4. Influenciadores digitais

Mesmo que o frisson inicial pareça ter diminuído, criar parcerias com influenciadores digitais ainda pode ser uma ótima estratégia para as marcas. De acordo com uma matéria divulgada pela agência de notícias britânica Reuters em fevereiro, até mesmo os candidatos à presidência dos Estados Unidos estão buscando apoio de micro influenciadores para alavancar suas campanhas.

Como o próprio nome diz, essas pessoas têm grande poder de influência para tomada de decisões entre os mais diferentes públicos, tanto para o consumo quanto para questões relacionadas ao estilo de vida.

Os números comprovam que os influenciadores estão cada vez mais em alta. Segundo o relatório Influencer Marketing, divulgado em dezembro de 2019 pelo  Business Insider Intelligence, as marcas devem gastar cerca de 15 bilhões de dólares em marketing de influência até 2022.

Isso significa que as pessoas querem ouvir o que os influenciadores estão dizendo, portanto ter uma aproximação com eles pode ser mais vantajoso do que apostar em anúncios, por exemplo.

Essa estratégia pode trazer maior credibilidade e confiança para a sua marca, uma vez que 92% dos consumidores acreditam mais em recomendações feitas por pessoas do que por empresas.

A atuação com influenciadores pode ser feita de diversas formas: collabs no Youtube, participação em eventos, posts patrocinados, palestras, anúncios, entre outros, desde que o influenciador em questão tenha afinidade com o seu público-alvo, é claro.

Por fim, é preciso entender que existem diversos tipos e “tamanhos” de influenciadores, portanto a escolha irá depender do objetivo a ser traçado no planejamento estratégico de determinada ação.

Confira as nossas estratégias entre influenciadores e marcas

 

Conquiste o seu espaço

A atuação do RP Digital se torna cada vez mais ampla e ao mesmo tempo essencial dentro das empresas, pois o ritmo acelerado do surgimento de novas ferramentas exige atenção e foco. Saber utilizá-las da maneira mais adequada fará toda a diferença nos resultados, posicionando a sua marca no primeiro lugar do pódio desta corrida!

 

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Como gerar awareness com ações customizadas

Como gerar awareness com ações customizadas

Um negócio, seja de qualquer nicho, tem suas características únicas que serão base de seu destaque perante a concorrência. É preciso levar essas qualidades exclusivas da marca para conhecimento do público final, para que o cliente saiba exatamente por que prefere consumir desta empresa e não de outras. A pergunta é: sua marca sabe como construir a repercussão necessária sobre suas melhores qualidades? Vem com a gente pois hoje vamos mostrar como gerar awareness com ações customizadas e colocar a sua marca no topo.

Primeiro passo: planejamento! Clientes são o motor da dinamicidade dentro do mundo corporativo e fidelizar este consumidor deve ser prioridade no planejamento para que a marca garanta boas relações e prospecte resultados lucrativos para o novo ano.

Mas como passar uma mensagem forte para esse público?De acordo com o livro “Comunicação mercadológica: uma visão multidisciplinar”, de Daniel dos Santos Galindo, uma pessoa, ao receber uma mensagem, automaticamente relaciona o texto, produto ou marca envolvidos com significados de valor psicológicos e sociológicos selecionados por sua memória afetiva. Isso é: chamar a atenção de forma agradável, por meio de uma lembrança ou associação, trará uma boa sensação ao consumidor (ou possível consumidor) e fará com que os laços entre cliente-empresa sejam ainda mais fortificados, proporcionando maior confiança entre ambas as partes – sentimento que define o futuro das relações interpessoais e corporativas. Neste tipo de ação, a criatividade é o motor que irá tornar o conteúdo especial para o destinatário.

Para exemplificar a importância de trabalhar com a memória vamos pensar no seguinte produto: a turnê “Nossa História”, da dupla queridinha dos anos 90, Sandy e Júnior. Para comemorar os 30 anos de carreira dos irmãos, eles lançaram esta turnê exaltando os grandes clássicos da banda. Com esta abordagem, conseguiram a segunda maior bilheteria por show em 2019, segundo levantamento publicado pela Pollstar, arrecadando US$ 2,26 milhões por shows (cerca de R$ 9,36 milhões). A base deste produto? A nostalgia.

Dentre as alternativas para causar impacto, ações customizadas como eventos, press kits, press trips ou brindes são opções para demonstrar o carinho e a preocupação em manter o consumidor por perto – além de ser uma ótima alternativa para mostrar os diferenciais da marca.Aqui na Race, uma das principais ferramentas para e elaborar uma ação customizada que exalte os diferenciais da marca parte da realização de um grande brainstorm com toda equipe, trazendo assessores de diferentes atendimentos e formações profissionais – o que garante uma pluralidade de visões e ideias para construir o projeto ideal.

Foque no diferencial da marca para elaborar o projeto e gerar awareness

É importante pensar cada brinde de forma individual e personalizada – de acordo com a personalidade de quem vai recebê-lo, gerando valor ao conteúdo. Ao mostrar preocupação em elaborar uma ação que seja a cara do cliente, ele se sentirá especial e, consequentemente, terá ainda mais garantia que fez a escolha certa pela marca.

Resumindo este planejamento de ações:

  1. Pense em um conteúdo que mostre o diferencial da marca;
  2. É interessante se conseguir gerar uma memória afetiva no consumidor;
  3. Elabore uma ação individual e personalizada, que fará o cliente se sentir valorizado.

Vamos conversar agora sobre as 2 principais ações customizadas deste tipo: press kit e press trip.

Press kit: ele está vivíssimo!

Quando se fala nesta ação, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a combinação de produtos e release. Usado normalmente para marcar um lançamento ou uma ação diferenciada, o recurso geralmente assegura bom retorno de visibilidade e ajuda também a estreitar a ligação com a imprensa.Outro fator crucial na elaboração de um press kit é fugir do padrão comum de presentes de final de ano ou lembrancinhas corporativas.

Seja estratégico e faça com que esta ação fale pela instituição e gere maior impacto informativo.Um bom conteúdo, atrelado a uma boa imagem, consolida a reputação da sua marca e a fidelização do seu cliente.

Um exemplo bacana de ação customizada é o case “Gosto Umami, dando sentido ao paladar”, criado pela Race em parecia com o Comitê Umami e que teve o intuito de aumentar o conhecimento de jornalistas, blogueiros, chefs de cozinha, escolas, universidades e profissionais de saúde sobre o assunto. O case foi vencedor do Prêmio Aberje 2017, na categoria Assessoria de Imprensa.

A Race tinha a missão de aumentar e gerar awareness a respeito do tema e, além de trabalhar de forma proativa (com releases, sugestões de fonte, sugestões de pauta para jornalistas, eventos para youtubers e blogueiros, além de encontros de relacionamento com jornalistas de diversas regiões do país), elaborou um kit customizado que trazia 5 alimentos, um representante de cada gosto, para que o receptor deste presente pudesse conhecer todo o universo  dar sentido ao seu paladar.Conheça alguns detalhes deste kit!

Lembre-se: tão importante quanto a mensagem geral do kit está o recado que irá junto ao brinde, pois ele dá sentido à ação. Ele também precisa estar ligado à comunicação que a sua marca deseja oferecer, uma vez que irá falar pela imagem da sua empresa e mostrar de que forma a sua marca agradece a parceria e estreita as relações entre ambos.

Press kits e brindes não são apenas um detalhe de final de ano. Este tipo de ação customizada é uma visão a longo prazo e uma estratégia pontual. Dessa forma, você aumenta sua competividade no mercado, aumenta suas chances de continuar com os clientes e garante a geração de ótimos resultados para a marca.

 

Além do press kit: que tal uma viagem de possibilidades?

O press kit contudo não é a única opção para cumprir o papel de gerar bom retorno e  visibilidade. A press trip, ou “viagem de imprensa”, é outra ferramenta poderosa para incrementar o relacionamento com jornalistas. Obviamente, sua realização demanda um budget bem mais alto e, por isso, sua execução deve ser estrategicamente elaborada.  

Arcar com os custos de uma viagem de imprensa só se justifica quando é possível proporcionar uma verdadeira experiência ao participante, oferecendo oportunidades e informações que seriam bem mais difíceis, ou até mesmo impossíveis, para o jornalista obter da redação. Ter contato direto com o principal CEO de uma empresa ou conhecer as instalações de uma planta são exemplos de situações nem sempre viáveis todos os dias.

Mas com as redações cada vez mais enxutas, levar jornalistas em press trips está se tornando um processo cada vez mais delicado. A ideia de que a simples possibilidade de viajar é suficiente para assegurar a adesão da imprensa ao projeto é uma ilusão. Sendo assim, é fundamental que os convidados percebam a possibilidade de produzir conteúdos verdadeiramente interessantes para seus veículos.

Como não poderia deixar de ser, o planejamento é a base para uma press trip bem-sucedida. A seguir, a Race traz sete aspectos fundamentais para o sucesso desse tipo de ação, ressaltando porque desempenham um papel tão essencial na estratégia para o evento:

1 – Estabelecer objetivos claros é fundamental para saber se vale a pena arcar com as despesas necessárias para um evento desse tipo. Essas metas não precisam ser necessariamente quantitativas. Apresentar seu cliente como fonte de tecnologia ou conhecimento em determinada área, revelar nichos de sua atuação antes pouco explorados, aumentar o nível de conhecimento da imprensa sobre determinada área de interesse ou simplesmente melhorar o relacionamento da mídia com a empresa são outros objetivos que justificam o investimento em uma press trip; 

2 – Os conteúdos abordados devem ser condizentes com a finalidade da ação. Quando bem realizada, a seleção de temas trabalhados permite conduzir a experiência dos jornalistas de forma proveitosa para os dois lados. É importante que todos os envolvidos percebam que estão adquirindo conhecimento e obtendo informações que serão relevantes naquele momento ou em breve;

3 – Para que todos consigam tirar o máximo proveito das atividades e oportunidades, é fundamental oferecer materiais informativos sobre os temas abordados. Esses conteúdos podem ser disponibilizados via release, apresentações ou páginas na internet. Na medida do possível também é importante que os executivos envolvidos estejam acessíveis para tirar dúvidas ou desenvolver algum ponto mais específico que surja.

4 – O equilíbrio entre atividades obrigatórias – como visitas a instalações e coletivas com executivos – e momentos mais descontraídos – como almoços, jantares e cafés ou passeios também é muito importante. As do primeiro grupo servirão para focar os participantes nos pontos de interesse do cliente. As demais permitirão que cada convidado desenvolva pautas mais exclusivas.  E não se preocupe, no que diz respeito a relacionamento, ambas servem igualmente para estabelecer e fortalecer vínculos com os jornalistas.

5 – Atenção para não transformar seu convidado em refém. Tenha em mente que muitos jornalistas precisarão entregar seus conteúdos no mesmo dia. Alguns, em especial os de internet, terão de fazê-lo praticamente em tempo real. Assim, a programação precisa prever períodos livres para que os profissionais tenham condições tanto de produzir suas matérias quanto de descansar entre uma atividade e outra. 

6 – A seleção dos convidados é extremamente estratégica na definição do projeto. Dependendo do objetivo, restringir essa lista a veículos especializados pode ser a melhor opção. Em outras situações pode ser mais interessante trabalhar com perfis diversificados de publicações e/ou editorias. A vantagem nesse caso é ampliar as possibilidades de abordagem nas pautas e a variedade de tipos de publicações que podem aproveitar os materiais.  A inauguração de uma nova fábrica, por exemplo, pode interessar tanto editorias de cidades, negócios e investimentos como para a cobertura de marketing, recursos humanos ou até para segmentos de tecnologia, dependendo da situação. Além de jornalistas, blogueiros, influenciadores e representantes de associações ligadas ao setor são stakeholders em potencial.  

7 – Assegure-se de disponibilizar internet e pontos de energia pelo menos no hotel e nos locais em que sejam desenvolvidas atividades mais longas e específicas. Lembre-se que a press trip é acima de tudo uma estratégia de relacionamento e como tal deve proporcionar uma experiência positiva ao participante. Não adianta levar o profissional ao lugar mais fantástico do mundo se ao chegar lá ele não tem uma estrutura mínima de trabalho.

 

E aí, está pronto para gerar awareness da sua marca e elevá-lo a outro nível?

Além destas, outras ações customizadas podem colaborar para destacar os diferenciais da empresa. Venha conversar com a Race e descobrir qual a melhor estratégia para a seu negócio.

 

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5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa

5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa

Quando uma empresa procura uma assessoria de imprensa geralmente tem um objetivo bem específico: levar aos veículos de mídia as informações mais relevantes sobre seus negócios, serviços, produtos e/ou iniciativas. O desejo claro dessa ação é se fazer ouvir e compreender. Mas como garantir o sucesso da execução desta comunicação externa?

Pensando nisso, hoje a Race traz 5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa e garantir muito mais resultados com a área.

Antes mesmo de começar, vamos alinhar o fator principal: relacionamento é uma via da mão dupla!

O que nem sempre está claro para muitos é o imperativo de reciprocidade desse processo. Quem quer ser ouvido também precisa saber ouvir e compreender os veículos de mídia. Isso tem implicações práticas no processo de comunicação e é fundamental que o processo seja bem entendido por todos os envolvidos para que o relacionamento seja equilibrado e satisfatório.

  1. Conheça seu interlocutor

Junto a equipe de assessoria, é preciso conhecer o perfil dos veículos que cobrem o segmento de atuação, pois este fator é determinante para o aumento no índice de divulgações bem-sucedidas.

Por exemplo: não adianta tentar emplacar dados estatísticos crus em uma publicação cujo forte é trabalhar conteúdos com viés humano. Isso não significa que as informações não têm chance de serem aproveitadas no veículo em questão. Porém, nesse caso, além de fornecer números será necessário ter cases e/ou personagens relacionados aos mesmos para sugerir como exemplos. Parece ingênuo tocar nessa orientação, mas apesar de ser simples e básica nem sempre essa regra recebe a devida atenção.

Na prática: para facilitar o andamento deste processo é preciso ter confiança na equipe de assessoria que faz parceria com a sua empresa, pois ela trará o know-how  e garantirá um bom briefing do veículo para construção da pauta.

  1. Saiba o que interessa à imprensa sobre seu cliente

Caminhada esta primeira etapa do alinhamento empresa-assessoria-veículo, na qual a equipe de comunicação externa garantirá que esteja no canal certo, agora é fundamental compreender quais aspectos do seu negócio interessam à imprensa.Para isso, não basta verificar que tipo de matéria está sendo produzida pela mídia a respeito daquele setor, o mais importante é tentar antecipar tendências e pontos de interesse, alinhando isso com o assessor.

Este profissional da comunicação precisa estar sempre atento às pesquisas e estudos divulgados para, assim, colocar as suas key messages nestas pautas. Assim como no quesito sobre o perfil do veículo para o qual está enviando determinados conteúdos, conhecer o que a imprensa quer saber sobre seu cliente favorece a sugestões de pautas mais focadas e dirigidas.

Na prática: ALINHAMENTOS! Sua assessoria de imprensa cobrará de você uma série de alinhamentos de expectativas e dados para poder fornecer com precisão aos repórteres. Este é um momento crucial que a empresa precisa entrar em ação para fornecer o conteúdo. Sem isso a segunda parte atuante do relacionamento se quebra e a informação ficará travada.

Em tempos de marketing digital, por que investir em assessoria de imprensa?  

  1. Mantenha um olho na mídia e outro na métrica

Muitos relatórios chegarão até você e é possível que fique um pouco perdido em como medir a qualidade da informação que circula sobre sua marca.Quando o assunto é eficiência da comunicação, não ignore as métricas. Os famosos Key Performance Indicators (KPI) são aliados importantes para compreender se sua mensagem está sendo produzida e entregue da maneira ideal ao destinatário adequado. É sempre possível estabelecer uma personalização desses indicadores para obter interpretações de cenário cada vez mais individualizadas e, claro, atingir objetivos mais rapidamente.

Na prática: relatórios são parte importante da entrega da um produto, que, neste caso, é como está sendo entregue aos veículos de mídia as informações sobre sua marca. Mas relatórios frios e padronizados não trazem uma reflexão e análise de dados precisa sobre suas demandas. Neste momento estra a importância de um atendimento personalizado que construirá as KPIs de acordo com os objetivos estabelecidos por quem contratou a comunicação corporativa.

  1. Cultive o diálogo aberto e sincero

Por trás das câmeras, o que você possivelmente você não está acompanhando é o networking trabalhoso que a equipe de assessoria de imprensa mantém dia a dia com as equipes de mídia. Pode ser muito frustrante quando aquela pauta não dá certo ou quando uma fala do porta-voz da marca -que demorou 40 minutos para ser produzida – aparece por apenas 7 segundos.

Mas um aspecto fundamental para a saúde do relacionamento com a imprensa é manter a comunicação aberta sempre! Mesmo quando “a pauta cai” ou mesmo que o tema não seja o mais interessante. Aquela curta contribuição pontual sobre algum aspecto específico pode ser o suficiente para alimentar uma boa relação e criar oportunidades futuras de divulgação.

Em contrapartida, aquele bom alinhamento vai garantir que seu assessor não tenha medo de declinar um convite caso o assunto realmente fuja ao escopo – pois a recusa se fundamenta na falta de conexão entre o tema e a possível fonte e que o interesse de contribuir em matérias futuras permanece. Pode ser que outros clientes da agência de assessoria apareçam na pauta, e isso é ótimo! A contribuição à necessidade do repórter  é garantia de um bom networking entre todos os envolvidos no processo da comunicação.

Na prática:  colocar sua marca na mídia é trabalhoso e consome tempo de todas as partes envolvidas. A dica para essa relação ser duradora é ter calma e sempre abrir todas as expectativas e ansiedades pois, assim, a equipe de assessoria de imprensa poderá trabalhar em cima disso e garantir o melhor cenário dentre as possibilidades que a imprensa oferece.

  1. Valorize a exclusividade

Exclusivas são um diferencial muito importante! Seu assessor trabalha arduamente por elas. Aqui vale mais uma vez entender a confiança que é preciso ter com a equipe que comunica a sua marca. Ela está trabalhando para a fortalecer a relação com os jornalistas e valorizar os conteúdos da empresa.

Na prática: muitas vezes esperar é a chave do negócio. Pode parecer uma ótima técnica divulgar uma novidade da marca em uma grande quantidade de veículos logo de cara, mas estabelecer a estratégica correta no momento de planejar as ações e estar no veículo certo por vezes é muito mais eficaz.[

Estas 5 dicas para ter sucesso com a sua assessoria de imprensa vão ajudar a sua empresa a alinhar expectativa x realidade no quando contratar uma equipe para cuidar desta área da comunicação. Lembre-se sempre: para um relacionamento ser duradouro nesse cenário ele precisa ser uma via de mão dupla e sempre uma contribuição mutua entre assessor e assessorado. Com essas dicas você está pronto pra entrar neste trato e acelerar sua marca frente as concorrentes!

 

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Guia rápido: como criar um diagnóstico de comunicação interna

Comunicação interna: guia rápido para criar um diagnóstico

Quando se pensa em comunicação corporativa, um erro grave é dar importância apenas com o público externo. O diálogo com o colaborador, através de comunicação interna, é fundamental para a saúde administrativa e até mesmo para o crescimento das empresas. Ficou para trás o tempo em que bastava um alerta no quadro de aviso para dar conta da situação. Por isso, hoje a Race traz um guia rápido de como criar um diagnóstico de comunicação interna para entender em que etapa a sua empresa está nesta área e elaborar um plano de ação.

Vem com a gente!


Hoje, uma comunicação interna eficiente exige que o colaborar receba a mesma atenção do cliente externo. Afinal, o funcionário também é um cliente e tem poder para construir ou destruir a reputação de uma empresa no mercado.

Negligenciar esse fato pode acarretar problemas graves desde o surgimento de disse-me-disse, a famosa rádio corredor, conflitos internos e até a queda na qualidade da produção ou do atendimento a clientes. Mas como assegurar que o diálogo com os colaboradores atenda às necessidades da empresa?

O primeiro passo é definir qual o objetivo desejado com a comunicação interna

Saber o que se deseja atingir é fundamental para a elaboração de um plano de comunicação eficiente. A empresa pode querer reforçar as suas key messages, elevar o nível de engajamento dos colaboradores, dar fim a uma crise interna ou muitas outras que têm esbarrado em falhas comunicativas.

Siga com um diagnóstico imparcial

Definido o objetivo a ser atingido, o próximo passo é lógico: fazer um diagnóstico de comunicação interna real e imparcial da situação. Basicamente, as perguntas que deve responder são as seguintes:

1. Como seu colaborador se sente em relação à empresa?

2. Quais canais ele dispõe para se manifestar e receber informações confiáveis?

3. As informações chegam aos funcionários em volume adequado e de maneira clara?

4. A relação entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico é marcada pelo respeito ou pela intimidação?

5. O vínculo do seu colaborador com a empresa é apenas financeiro ou ele é estimulado a se sentir parte de um projeto?

As respostas a essas perguntas vão revelar os pontos fortes e fracos da estrutura de comunicação interna e permitir a escolha mais adequada das ferramentas e ações que podem ser adotadas para aperfeiçoar o sistema existente. Campanhas pontuais, jornais, folhetos internos, TV ou rádio corporativa, intranet, e-mails, newsletter, redes sociais corporativas e até o bom e velho mural são opções igualmente válidas. O fundamental é que a linguagem seja adequada e acessível ao interlocutor que se procura atingir.

Este diagnóstico realizado dentro da empresa, pela equipe de RH ou Comunicação Interna, é o ponto de partida para a elaboração e implementação de um bom plano de comunicação interna. Depois desse briefing o ideal é ter uma equipe especializada para realizar uma imersão, fazer um diagnóstico aprofundado, pesquisa e análise de dados, um planejamento estratégico e entrar em ação! Esta equipe vai começar o trabalho através de uma análise aprofundada do cenário em questão.

Analisar uma empresa não é tarefa simples. São necessárias várias horas de trabalho entendendo o que a empresa faz, como ela faz, para quem, quem são os públicos de interesse. Muitas perguntas devem ser respondidas antes de qualquer ação. Isso tudo faz parte do trabalho inicial de imersão na cultura, nos processos e nos produtos e serviços das empresas.

Com esta análise será possível criar uma versão mais aprofundada do diagnóstico, que busca diminuir a diferença entre como a empresa quer ser vista e como as pessoas realmente a enxergam. Essa diferença deve ser a menor possível e neste momento é importante dar um diagnóstico que aponte quais atividades de comunicação devem ser tomadas para estreitar essa distância, além de propor ações que impactam diretamente no planejamento estratégico da empresa.

A partir daí o leque de opções para revigorar o relacionamento com seus colaboradores é vasto mas a recompensa é incrível! Entre em contato com a Race Comunicação e descubra quais soluções podem incrementar sua comunicação corporativa!

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