INSIGHTS

Quem é o seu público, empresário?

Por Lívia Caixeta

Ou melhor, com quem se deseja falar ao contratar uma assessoria de comunicação.

Entre os serviços que uma empresa pode contratar, dentro da comunicação interna, está o house organ, revista empresarial ou revista interna, que é o veículo de comunicação que circula dentro da companhia. É por este caminho que será possível divulgar informações importantes, muitas vezes até estratégicas e que, na maioria das vezes, não dizem respeito ao público externo.

O trabalho de produção de uma revista empresarial é muito parecido com o que acontece em uma revista de grande circulação, por exemplo. Existe um Conselho Editorial, formado por pessoas que sugerem as pautas (assuntos), ajudam a produzir as fotos e dão o direcionamento dos textos daquela edição. Cada número tem um tema central que, geralmente, compõe a chamada de capa da revista e é a partir dele que será definido o enfoque das reportagens de toda a publicação.

É interessante ainda estabelecer uma quantidade de páginas e algumas editorias (espaços ou colunas) fixas. Geralmente, estas editorias são destinadas às ações permanentes da companhia. A partir daí inicia-se a produção das reportagens e das imagens, que preferencialmente, devem ser feitas por um fotógrafo profissional para que tenham boa qualidade. Todo o planejamento também deve levar em conta os eventos estratégicos da empresa, para que a distribuição e leitura da revista seja eficiente.

A fase final, na produção de uma revista empresarial, é feita pela revisão, diagramação e edição. As páginas são “desenhadas” por um designer que garante a harmonia dos elementos título, subtítulo, texto principal, texto secundário (se houver) e imagens (fotos ou artes). A última etapa é a edição e, em seguida, aprovação pelo conselho editorial. Tudo isso, antes de ir para a gráfica e ser impressa.

É muito importante, em todo esse processo, estar atento aos prazos. Isso implica observar o calendário de eventos da companhia para que as expectativas da publicação sejam atendidas. Em média, uma revista de boa qualidade e com uma quantidade razoável de páginas, entre 24 e 32, precisa de 2 meses para ser produzida, aprovada e distribuída.

Outra dica interessante é fazer desta publicação um meio de comunicação que seja o mais próximo possível dos colaboradores e parceiros, para que haja uma boa aceitação da ferramenta. E, além disso, é fundamental, que todo esse processo seja supervisionado e tenha a participação direta de profissionais capacitados como os de uma agência de comunicação.

*Lívia Caixeta é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

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O que é um jornal mural?

Por Filipe Andrande

Dentro de uma empresa, os jornais murais são importantes ferramentas de comunicação interna, geralmente direcionadas a um maior número de colaboradores. Este veículo de comunicação é afixado em locais de grande movimentação de pessoas e leva, de forma dinâmica e eficiente, conteúdos de relevância para todos dentro de uma organização.

O jornal mural possui uma maior periodicidade em relação a outros meios de comunicação interna, como informativos via intranet e newsletters, mas pode ser adaptado de acordo com as necessidades da empresa. A publicação possui textos curtos, linguagem clara e adaptada ao público leitor e ainda um grande volume de fotos.

Considerado o mais tradicional veículo de comunicação interna, o jornal mural deve também estar atrativo aos olhares do público e, para isso, é fundamental um planejamento minucioso, que leve em conta aspectos como o perfil editorial e gráfico da publicação.

Mesmo sendo um veículo de comunicação tão tradicional, ele ainda é muito funcional e traz resultados bastante relevantes para a empresa, assim como também seus colaboradores. Para determinadas informações, ele ainda é a melhor opção para comunicação interna de companhia.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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O que é media training?

Alan Mariasch

O media training, também conhecido como treinamento de imprensa, é um processo de treinamento dos porta-vozes de determinada organização, com o objetivo de aperfeiçoar sua capacidade de se relacionar com os jornalistas, seja na hora das entrevistas, em eventos ou em encontros de relacionamento. O media training é essencial em qualquer estratégia de assessoria de imprensa, ou de relações públicas, planejada pela agência para seus clientes, antes que quaisquer ações proativas sejam executadas.

O media training pode ser ministrado durante um dia, parte de um dia ou media trainings mais completos duram idealmente três dias. O roteiro é basicamente: apresentação da equipe que irá aplicar o treinamento, entrevista surpresa com o porta-voz, feita por um jornalista experiente ou que esteja atuando em algum veículo, para uma avaliação inicial; palestras e dinâmicas com um assessor de comunicação experiente, que irá explicar sobre o funcionamento da imprensa e qual o caminho ideal para se relacionar com os jornalistas, além de focar nas key messages da empresa que deverão sempre ser mencionadas; por último, é feita uma segunda simulação de entrevista com o mesmo profissional de imprensa.

A agência finalmente prepara um vídeo com as entrevistas, avalia detalhadamente os porta-vozes e envia um relatório analítico ao executivo, destacando quais são seus pontos positivos e analisando em que ele deve melhorar. É importante que o media training seja adequado a cada cliente, de acordo com a quantidade de porta-vozes, o segmento em que a empresa atua e a necessidade imediata.

Existem treinamentos mais específicos como media training de crise, speaker training ou até mesmo, social media training. Cada um desses para simular uma situação. O media training de crise, como o próprio nome já diz, simula situação de crise em que os executivos são colocados em uma sala e recebem algumas informações relativas a um suposto problema e tem que lidar com ele e ao mesmo tempo atender imprensa.

O speaker training é mais voltado para a preparação de um porta-voz para falar em público ou para melhorar sua apresentação com a imprensa. Normalmente é dado juntamente com o media training como sendo parte integrante do treinamento.

O social media training, algo bastante inovador, é um treinamento de como os funcionários devem lidar com as redes sociais, já que praticamente cada colaborador de uma empresa é um porta-voz nas redes sociais. Esse treinamento voltado para empresas que querem qualificar melhor seus colaboradores de forma a evitar problemas nas redes sociais.

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O que é media training?

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O que é mailing de imprensa?

Por Núbia Neves

Tão importante quanto o release, o mailing de imprensa é uma ferramenta indispensável para o trabalho de assessoria de imprensa. Nele contém os dados dos jornalistas que desejamos atingir, como, por exemplo: nome, veículo, editoria, telefone, e-mail e etc. Com um mailing apurado e selecionado é possível obter resultados de forma muito mais efetiva.

Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, explica que o mailing é essencial na hora de trabalhar um release. “Selecionando os jornalistas, entendemos bem sobre o nosso target e direcionamos nossos trabalhos de forma muito mais eficiente”, explica.

De nada adianta preencher um material de informações interessantes e porta-vozes significativos, se não enviarmos essas informações para os jornalistas certos. Por isso, é importante dedicar-se para adaptar os mailings para cada cliente e necessidade. Além disso, estude os jornalistas, nem sempre os editores ou chefes de redação são as melhores soluções. Um bom mailing deixará sua notícia sempre na frente.

* Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é uma entrevista exclusiva?

Por Alan Mariasch

A assessoria de imprensa é responsável por gerenciar o relacionamento entre a fonte (empresas ou pessoas) e o jornalista. Sendo assim, ela dispõe de inúmeras ferramentas na hora de apresentar seu cliente para uma possível entrevista: convocar uma coletiva de imprensa, enviar uma sugestão de fonte para o seu mailing de contatos ou sugerir uma entrevista exclusiva.

A entrevista exclusiva é melhor opção quando o porta-voz tem uma informação relevante e exclusiva. Sendo assim, negocia-se com os principais veículos quem teria interesse em entrevista-lo e dar a notícia em primeira mão.

É essencial alinhar essa estratégia com o porta-voz, para que a informação exclusiva não vaze antes de ser publicada. Caso a fonte não cumpra o acordo de exclusividade, ela pode comprometer seu relacionamento com esse jornalista estratégico, prejudicando futuras iniciativas de assessoria de imprensa com ele.

* Alan Mariasch é Assessor de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é boilerplate?

Por Maira Manesco

Os profissionais de comunicação costumam utilizar uma espécie de linguagem própria para tratar alguns termos da área, o que muitas vezes confunde os leigos no assunto. Um destes termos é o boilerplate, o tema do nosso post de hoje.

Criado no Século XVII, o termo fazia alusão às chapas de aço utilizadas na fabricação de caldeiras a vapor para navios e para a identificação da empresa que as havia produzido.

Hoje, o termo ficou conhecido como “sobre a empresa”, um parágrafo único que reúne as principais informações sobre determinada empresa, como informações sobre sua história, breve explicação do negócio, principais produtos e serviços, número de funcionários e conquista de prêmios e certificados.

O boilerplate é reproduzido sempre após um release ou uma notícia sobre a empresa, por isso, deve ser bem elaborado para apresentar a essência da organização sem rodeios.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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O que é um press release?

Por André Ranieri

O press release é uma das principais ferramentas de uma assessoria de imprensa quando o assunto é comunicação externa. Ele consiste basicamente em um texto, de cunho jornalístico, sobre um cliente específico ou sobre o tema do cliente. O press release não é enviado ao público em geral, mas, sim, diretamente ao jornalista, via e-mail. Justamente por isso, o material deve ser pensado para chamar a atenção logo no título, entre outras ações para otimizar essa ferramenta.

Pontos positivos

Muitas vezes o release é publicado integralmente pelos veículos de comunicação, isso geralmente acontece com mídias de pequena e média relevância. Nos veículos de grande relevância, o principal objetivo é chamar a atenção dos jornalistas ao tema em questão e despertar o interesse deles em falar sobre o assunto. Nestes casos, o redator entra em contato com a assessoria de imprensa buscando um  porta-voz da empresa ou mais informações.

Pontos negativos

O press release é uma ferramenta utilizada por praticamente todas as assessorias de imprensa, o que torna a concorrência grande. Vale lembrar que todos os dias, as caixas de e-mail dos jornalistas são bombardeadas por textos neste formato. Por isso, é fundamental enviar releases apenas quando os temas forem realmente relevantes, pois desta forma as chances de eles serem enviados para as caixas de spam dos jornalistas é reduzida.

Disparo de release

Ao invés de disparar o release para um mailing geral, com vários jornalistas, uma boa alternativa é oferecer o material com exclusividade para veículos estratégicos. Enviar um release para um mailing gigantesco é considerado não efetivo e a chance dos veículos mais importantes perderem o interesse, depois de saberem que ele foi enviado para outros jornalistas, é grande.

*André Ranieri é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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Quando a minha empresa necessita de comunicação interna?

Por Filipe Andrade

Independente do tamanho, toda empresa precisa de uma boa comunicação interna. Esta ação, dinâmica e dialógica, permite que diretores e gestores estejam mais próximos da equipe em torno de um objetivo comum, ou, nesse caso, o negócio de uma organização.

A comunicação interna é, antes de tudo, uma atividade informacional e nas pequenas empresas pode ser realizada pelos próprios diretores, ao transmitirem à equipe as atividades da instituição. Isso acontece porque nessas organizações o contato gestor-colaborador é bem mais próximo.

Por outro lado, nas médias e grandes empresas, essa proximidade é impossibilitada pelo próprio tamanho da companhia e por uma maior hierarquização. Nesses casos, a comunicação interna é levada a outro nível e, com o auxílio de profissionais de comunicação, como relações públicas ou jornalistas, a empresa utiliza de diversas plataformas que atuarão como mediadoras dentro da organização.

Entre os meios de comunicação interna estão os informativos via intranet, como boletins e newsletters, os jornais murais, as revistas ou house organ e as rádios e tevês corporativas. O uso de cada plataforma é definido de acordo com o conteúdo, o público, e a periodicidade. Por exemplo, um treinamento que vai acontecer em um mês pode ser divulgado em um jornal mural que é fechado quinzenalmente. No entanto, quando esse mesmo evento acontece em dois dias, o melhor meio de divulgação é o informativo via intranet, por sua instantaneidade. Após sua realização, esse fato pode ser noticiado na revista, que possui uma maior periodicidade, e, como uma ação contínua da empresa, apresentada nas rádios e tevês corporativas com o intuito de divulgar o programa de treinamentos daquela organização.

Os veículos também são definidos ao se levar em conta o público receptor da mensagem. Em uma grande indústria, por exemplo, o número de pessoas que tem acesso aos conteúdos via intranet em geral é bem inferior à quantidade de colaboradores que, diariamente, podem ler os jornais murais.  As rádios e tevês corporativas e revistas, por outro lado, abrangem um número ainda maior de pessoas e seu conteúdo deve atender toda a equipe.

Como qualquer outra forma de comunicação, a interna pressupõe uma interação com seu público e a empresa deve também estar aberta e atenta a esse retorno. Para isso, são fundamentais as ações de relacionamento com a equipe, que visam uma maior aproximação entre os gestores e colaboradores, além de promover um maior envolvimento na filosofia da organização.

A comunicação interna é, portanto, essencial para o desenvolvimento de uma empresa dinâmica, independente do tamanho, com uma equipe focada, atenta e, consequentemente, empenhada quanto aos objetivos da organização, possibilitando resultados cada vez mais positivos.

*Filipe Andrade é Assessor de Imprensa na Race Comunicação

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Quando uma empresa precisa de assessoria de imprensa?

Por Núbia Neves

Pequeno, médio ou grande, não importa o tamanho do seu empreendimento, o importante é entender como a assessoria de imprensa pode ajudar a impulsionar seu negócio. É comum encontrarmos companhias que recorrem a essa ferramenta apenas na hora da crise, e o cuidado com a imagem da empresa nesse momento delicado é, realmente, imprescindível. Porém, se a empresa criar uma cultura que valoriza a comunicação, o gerenciamento de uma possível crise será ainda mais fácil.

Empresas de pequeno e médio porte, por exemplo, possuem muito potencial para trabalhar com a mídia, isso porque tem, em sua maioria, maior disponibilidade para atender a imprensa, além de um grande potencial para ser explorado. No início do trabalho, a assessoria de imprensa pode ajudar a alavancar os negócios, divulgar um produto ou serviço, através de matérias publicadas nos veículos certos, que atingem todos seus stakeholders. Além disso, o crescimento da empresa e a comunicação com seus públicos através da imprensa ajudam a construir uma marca sólida e confiável. O que poderá atrair consumidores, parceiros e investidores.

Empresas grandes, que possuem uma exposição espontânea, devem procurar uma assessoria de imprensa de preferência desde o começo de sua ascensão. Isso porque essa ferramenta ajudará a traçar planos de comunicação com todos os seus públicos, direcionando as informações certas para os públicos certos. “Grandes empresas influenciam o mercado, porém, essa informação é importante para investidores, assim como a eficiência do produto é relevante para o consumidor final. Por esse motivo, é importante que as empresas entendam o que é notícia e para qual veículo deve ser direcionada”, aponta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação.

Além disso, grandes companhias são centros de especialistas e potenciais fontes para a imprensa. É essencial utilizar essa mão de obra em benefício da empresa e, nesse ponto, a assessoria de imprensa também pode ajudar. Uma boa assessoria cria oportunidades para o cliente que atende e, consequentemente, para os porta-vozes explorarem o que a empresa pode oferecer.

Porém, é importante entender que, para estar na mídia, o investimento em novidade é permanente. É essencial que haja busca constante por bons profissionais e por melhorias para seu negócio. Apesar de não serem todas as empresas que possuem facilidade em ser notícia, todas tem potencial para tanto. Para isso, é importante que exista o cuidado da empresa em relação às novidades, transparência e flexibilidade para oferecer informações e atender os jornalistas.

*Núbia Neves é Assessora de Imprensa na Race Comunicação

A assessoria de imprensa faz o intermédio entre a empresa e a imprensa. Se você deseja saber mais sobre esse assunto, clique aqui.

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Quando eu preciso de um media training?

Por Rogério Artoni

Media training ou treinamento de mídia é uma preparação de profissionais para saber como lidar com a imprensa e se tornarem porta-vozes de suas respectivas empresas. Este treinamento tem como finalidade, de uma forma geral, fazer com que o porta-voz evite erros durante entrevistas, entenda como funciona a mídia, os interesses dos jornalistas e como se aproveitar, de forma ética, desse contato com os profissionais de imprensa.

Um porta-voz precisa de um media training quando…

1- …ele conhece muito o assunto, mas não sabe como falar de forma clara e simples sobre o tema.

2- …uma empresa precisa de alguém para atender a imprensa, mas esse profissional nunca teve contato com a mídia.

3- …ele deu entrevista e a matéria foi publicada com várias informações equivocadas.

4- …o profissional concedeu uma entrevista e pediu para olhar o que o jornalista anotou.

5- …ele é muito técnico e não sabe explicar de forma simples o que ele faz.

6- …ele não quer atender a imprensa, porque acha que isso não é importante.

7- …ele não sabe a diferença entre publicidade e assessoria de imprensa.

8- …o profissional dá uma entrevista olhando para a câmera e quer segurar no microfone do repórter.

9- …numa situação de crise, ele e a empresa, acham que o melhor mesmo é dizer “nada a declarar”.

10- …ele acha que dar “off” é um bom negócio sempre.

11- …ele acredita que as matérias são compradas e que se pagar para o jornalista a publicação vai falar bem dele.

12- …ele acha que o cinegrafista ou o fotógrafo são profissionais de segundo escalão e não merecem a mínima atenção.

13- …ele acha que a assessoria de imprensa tem que blindar a empresa e não responder nada do que foi perguntado.

14- …ele acredita que pode revisar uma matéria antes dela ser publicada.

15- …ele acha que sabe como funciona a imprensa, mas não sabe a diferença entre artigo, coluna e matéria.

* Rogério Artoni é Diretor da Race Comunicação

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