INSIGHTS

Quem são os stakeholders?

Por Maira Manesco

Os stakeholders são os públicos de interesse de uma organização. São as partes interessadas e envolvidas voluntária ou involuntariamente com a mesma, onde há um objetivo específico de relacionamento, trazendo benefícios para ambas as partes.

Os públicos representam o objetivo maior no trabalho dos comunicadores, sejam eles relações-públicas, jornalistas ou publicitários, mas poucos desses profissionais dedicam-se à sua precisa categorização, explica Fábio França em seu livro Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica.

Para auxiliar no mapeamento dos públicos e no reconhecimento de cada um deles, do ponto de vista da área de comunicação, os stakeholders são divididos em três graus de influência sobre a empresa: grau de dependência, grau de participação e grau de interferência.

• Grau de dependência: onde são identificados os públicos pelos quais a organização possui necessidade e que interferem diretamente na sua sobrevivência. Neste grau estão o governo, os funcionários, os clientes e os fornecedores.

• Grau de participação: onde são identificados os públicos pelos quais não há dependência por parte da organização, porém colaboram para a melhoria e o crescimento da mesma. São eles: redes de consultoria, prestação de serviços promocionais, redes sindicais, redes setoriais de comunidade, comunidades nas proximidades da empresa, entre outros.

• Grau de interferência: onde são identificados os públicos que podem interferir positiva ou negativamente na imagem da organização, que podem ser classificados em dois subconjuntos: rede de concorrência – empresas que trabalham no mesmo segmento da organização, e rede de comunicação de massa – veículos de comunicação que podem influenciar os públicos a respeito da organização.

O mapeamento dos stakeholders permite reconhecer com quais públicos a empresa se relaciona, qual o tipo de relação e expectativas geradas permitindo identificar quais merecem uma aproximação estratégica. É muito importante conhecer os stakeholders, pois quando bem trabalhados podem ser a chave para o reconhecimento positivo de uma organização.

Se a sua empresa precisa mapear os públicos de interesse? Clique aqui e peça uma consultoria de comunicação para sua empresa

Quem são os stakeholders?

Gostou do artigo?

A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

Por André Ranieri

Um trabalho de comunicação corporativa (assessoria de imprensa, comunicação interna ou gerenciamento de redes sociais) pode ter sido bem feito, colhido bons resultados e atingido as metas desejadas, mas ao mesmo tempo pode não ser reconhecido como deveria. Como? Simples! Com um relatório de resultados deficiente.

A partir do momento em que a parceria entre a agência de comunicação e o cliente é firmada, uma série de etapas se inicia. Começam as reuniões para entender melhor os objetivos da empresa, para demarcar as estratégias que serão usadas, os veículos que serão visados, os porta-vozes que serão utilizados, qual será a linha editorial do jornal interno, o público-alvo nas redes sociais, etc. Todo esse processo é variável, às vezes dura apenas um dia, outras vezes dura anos. Mas independente de sua validade, um elemento irá comprovar, ou não, se o trabalho foi bem feito: o relatório final de resultados – que normalmente é entregue periodicamente.

Esse balanço deve apresentar, através de técnicas de mensuração, tudo que foi obtido na parceria e se as metas desejadas foram alcançadas. O cliente sempre busca resultados palpáveis, ele não quer simplesmente a quantidade de matérias publicadas, de newsletters enviados ou de publicações no Facebook. Ele quer mais. Ele quer saber quantas pessoas foram atingidas, o perfil delas, o que isso representa monetariamente, a repercussão, os pontos positivos, negativos. Quanto melhor e mais completo for o relatório, melhor será a impressão sobre o trabalho da agência de comunicação.

Um relatório de resultados bem feito, por exemplo, não é capaz de alavancar um trabalho mal feito. Por outro lado, um relatório mal feito consegue arruinar um trabalho bem feito. Por isso, é fundamental para a agência entender realmente o que o cliente está buscando, desenvolver uma estratégia de acordo com estes objetivos, e, ao final de tudo isso, conseguir MOSTRAR ao cliente que as metas foram alcançadas (ou – por que não? – superadas!).

* André Ranieri é assessor de imprensa na Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

O que é comunicação interna?

Por Lívia Caixeta

O nome é autoexplicativo. Mas, os processos pelo qual este tipo de comunicação acontece são inúmeros e muito importantes para uma empresa. O raciocínio que se deve ter é que tão importante quanto gerar mídia espontânea nos veículos de comunicação, uma companhia deve garantir que seus colaboradores também estejam informados e alinhados com o que é divulgado sobre o local em que trabalham.

Assim, é por meio da Comunicação Interna que circulam as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados e vice-versa; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Desta forma, e, em muitos casos, é esta ferramenta que vai evitar o aparecimento de uma situação de crise num caso de negociações ou outros remanejamentos em uma grande empresa, por exemplo.

Para a doutora em Ciências da Comunicação, Marlene Marchiori, que também é Membro do corpo de palestrantes da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), “a busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização. (..) É por meio da comunicação que uma organização recebe, oferece, canaliza informação e constrói conhecimento, tomando decisões mais acertadas”.

Um estudo recente, realizado pela Aberje, em parceria com o instituto DMR Consulting, para a pesquisa “Comunicação Interna 2012”, aponta que foi o tempo do jornal-mural, do boletim ou da revista impressa. Hoje, 50% das grandes empresas brasileiras apostam na intranet e no e-mail como as principais ferramentas de comunicação com seus colaboradores.  Em apenas cinco anos, a queda dos veículos tradicionais foi de espantosos 26%, em um segmento que tradicionalmente resiste a modismos. O estudo ainda mostra que 39% das companhias já contam com veículos de comunicação de periodicidade diária para seus colaboradores.

O compartilhamento e a circulação de informação, portanto, são atualmente aspectos importantes para o desenvolvimento de uma empresa. Por isso, o empresário precisa ter em mente que o principal foco gerador de riqueza não é mais o trabalho manual, e sim o intelectual.

Confira algumas das principais ferramentas de  comunicação interna:

– Comunicado: Pode ser impresso ou enviado por e-mail, sendo um recurso essencial para divulgações importantes

Jornal mural: Localizado em áreas estratégicas, o mural pode ser muito interessante para funcionários sem acesso a e-mails e que não tiveram tempo de ler os comunicados

– Revista: De periodicidade a ser definida pela empresa, é um dos meios de comunicação interna mais consagrados. É o espaço de divulgação de notícias da companhia e de valorização dos próprios colaboradores, que muitas vezes são as fontes das matérias

 – Intranet: Sistema online interno da empresa, com conteúdo multimídia e muito importante no engajamento dos colaboradores, que cada vez passam mais tempo trabalhando em computadores. Muitas empresas também contam com redes socias internas.

– Newsletter: Geralmente enviados por e-mail, os newsletters trazem as últimas novidades e anúncios da empresa aos colaboradores, além de informações externas relevantes.

* Lívia Caixeta é diretora da Race Comunicação

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

Ficou interessado sobre o assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

Assessoria de imprensa: o que é isso?

Por Treicy Keller

O que faz o assessor de imprensa? Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade? Se eu contratar os serviços de uma agência de comunicação, minha empresa conseguirá sair nos principais jornais do país? Muitas são as dúvidas em torno desta área e a nossa proposta é esclarecê-las.

Em linhas gerais, a principal função da assessoria de imprensa é servir como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação. Com isso, o assessorado (que pode ser uma pessoa física, empresa, ou instituição pública) conquista uma visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade. Ou, nas palavras de um profissional da comunicação: conquista um fortalecimento da sua imagem.

Então, você se pergunta: “E como isso acontece na prática?”.

O trabalho do assessor de imprensa, que geralmente tem formação em jornalismo ou relações públicas, será conseguir que sejam divulgadas na imprensa notícias sobre o assessorado.

O assessor deve conhecer a fundo o cliente: histórico, fraquezas, pontos fortes, quais são seus concorrentes e como está o mercado de atuação. A partir disto, o profissional irá encontrar o potencial noticioso do assessorado, que gere interesse da mídia em publicar algo. Conheça algumas das ferramentas de trabalho que o assessor de imprensa utiliza para construir este relacionamento com a mídia:

  • Estratégias de comunicação: é a elaboração de um planejamento de trabalho que, dentre outras coisas, inclui quais serão os veículos-alvo, quais serão as editorias escolhidas (moda, gastronomia, economia, saúde etc) e quais assuntos poderão ser enviados para a imprensa. 
  • Press release, ou somente release: envio de informações em formato de texto, ou áudio quando enviado para rádio. Caso algum jornalista se interesse pelo assunto, ele utilizará o texto da assessoria em sua reportagem, ou irá agendar entrevista com a empresa.
  • Acompanhamento de entrevista: o assessor acompanha a conversa entre jornalista e cliente.
  • Follow up: trata-se de ligar para repórteres e editores com o objetivo de oferecer uma pauta (assunto); estabelecer contato com os jornalistas; confirmar se o jornalista recebeu um e-mail enviado.

Assessoria de imprensa não garante que qualquer instituição ou pessoa física aparecerá nos veículos de comunicação. Isso acontece porque a assessoria não compra espaços no jornal, este trabalho é o da publicidade.  A assessoria de imprensa conquista o espaço na mídia, sem envolver pagamentos ao jornal. Este alcance é muito mais influente e de mais credibilidade para o leitor e, portanto, pode trazer melhores resultados ao assessorado.

Com a vinda e fortalecimento do meio digital, as atividades do assessor de imprensa se expandiram. “Trabalhar a gestão de relacionamento com jornalistas ainda é importantíssimo! Mas atualmente, este profissional ainda deve ter em mente a força que o meio digital pode ter sobre a imagem de uma empresa ou personalidade. Hoje, nas agências de comunicação todos pensam como atingir também aquele blog ou rede social que está mais em alta”, alerta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa.

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
Leia mais

Um prêmio merecido

Por Rogério Artoni

Uma agência de assessoria de imprensa com 14 anos de muitos resultados não poderia ganhar melhor presente do que estar também entre as 50 maiores agências de comunicação corporativa do país. O mês de maio teve comemoração dupla para a Race Comunicação, que atua com assessoria de imprensa, gerenciamento de redes sociais, comunicação interna e media training: fizemos aniversário e fomos eleitos uma das 50 maiores agências do país pelo Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2013.

Atualmente o Brasil conta com mais de 3.000 agências de comunicação de vários portes, desde aquelas que possuem apenas o proprietário, até empresas com mais de 200 funcionários. No curso da história da Race Comunicação conseguimos um feito impressionante, subir cem posições em apenas um ano e hoje estamos na posição de número 44.

Gostaríamos de ter usado publicidade ou propaganda para conseguir subir ainda mais, mas nosso empenho neste momento é ainda em fazer a melhor comunicação possível para nossos clientes e essa estratégia de marketing é o que tem nos trazido mais clientes e também tem aberto mais portas.

Assim, agradecemos a todos aqueles que ajudaram a escrever esta história de sucesso. Desde aqueles que não estão mais por aqui, até aqueles que ainda virão à nossa agência, seja para uma consultoria, um café ou para trabalhar conosco.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Um prêmio merecido

Um prêmio merecido

Gostou do artigo?

O bom relacionamento profissional e a assessoria de imprensa em Goiás

Por Lívia Caixeta

Foi-se o tempo em que bastava ter um bom contato e relacionamento pessoal com os jornalistas das redações para facilitar a “venda” da pauta. Esta foi uma característica muito marcante no mercado de assessoria de imprensa em Goiânia, há até bem pouco tempo. O fato de existirem poucos veículos de imprensa na capital goiana viabilizava ainda mais esta prática.

Contudo, a profissionalização e a expansão do mercado fizeram com que muito mudasse. O assessor de imprensa assumiu uma função estratégica dentro de algumas empresas. Ao mesmo tempo em que os veículos de comunicação também cresceram e passaram a observar outros aspectos da sociedade. A prática do jornalismo também mudou devido, principalmente, à visibilidade que Goiás passou a ter no âmbito nacional.

A cordialidade de um grande empresário, ou socialite, ou de qualquer outra pessoa com algum destaque social já não era suficiente para que o assunto divulgado ganhasse relevância. Agora, a sugestão de pauta deve conter os preceitos básicos que são estudados nas aulas de Teorias da Comunicação e Produção de Texto Jornalístico, nos tempos da faculdade. A relevância social do assunto sugerido tornou-se aspecto primordial nesta relação.

Hoje, temos telejornais e jornais bastante preocupados em denunciar os deslizes e falhas das políticas sociais e econômicas. Por todos os cantos do Brasil, existem revistas especializadas em temas diferentes. A internet fez com que a informação circulasse mais rápido. E, tudo isso, exige que o profissional da assessoria de comunicação, e não mais apenas “imprensa”, se inteirasse dos assuntos da atualidade e que seja capaz de relacioná-los, em seus diversos aspectos, com temas de seu assessorado.

O coleguismo e a amizade ainda valem. Mas, já não são mais decisivos neste processo. É bom estarmos sempre alerta e por dentro do que acontece a nossa volta para não sermos pegos de “calças curtas”.

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Afinal, o que é agenciar?

Por Rogério Artoni

Atualmente, no país, qualquer mercado tem suas grandes empresas que atuam de forma completa. Essas grandes companhias têm seus nomes tatuados nas mentes de seus potenciais consumidores. Já para empresas menores, que querem também um lugar na memória destes aspirantes a clientes, algumas atitudes são essenciais, como por exemplo, o relacionamento e a união de forças. Manter um bom relacionamento é de extrema importância e encontrar parceiros de negócios que queiram andar juntos pode ser um atalho para a conquista de novos clientes.

Não existe fórmula mágica, mas buscar parcerias com empresas que complementam o seu trabalho pode ser um ótimo caminho. Muitas vezes em reuniões com clientes vemos que aquilo que ele precisa, uma agência parceira pode executar. Nosso trabalho é apontar soluções para nossos clientes, mesmo que elas não sejam da nossa área. Então, o que fazer? Indicar um parceiro de negócios.

Muitas vezes o cliente pode precisar de um novo site, um fornecedor de brindes ou até de uma reforma arquitetônica no escritório. Já houve casos de indicarmos um cliente para o outro e aí agradar dois clientes encontrando solução para ambos. Acredito que este é um dos papéis de uma agência. Não só prestar assessoria de imprensa, comunicação interna ou redes sociais, mas sim achar soluções para os clientes. Segundo o dicionário Houaiss, o verbo agenciar significa “servir de agente ou intermediário de (algo)”. Sendo assim, intermediamos o contato entre cliente e imprensa, cliente e stakeholders, cliente e cliente e, portanto, problema e solução.

Obviamente que cada empresa tem seu core business, mas a indicação leva à retribuição de outra indicação que pode trazer mais clientes. Na pirâmide corporativa, apenas pouquíssimas empresas figuram no topo, e é uma escalada difícil. Então, porque não dar as mãos a uma empresa parceira e um ajudar o outro?

Assim, através destas parcerias entre empresas, nascem grupos, entidades colaborativas, cooperativas e outras instituições que agregam empresas e seus pares, juntando forças para crescer. No mercado de assessoria de imprensa, por exemplo, existem várias entidades como estas onde as empresas se afiliam e buscam ampliar mercado.

Confira algumas instituições nacionais e internacionais que agregam agências de assessoria de imprensa:

Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

www.aberje.com.br

Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação

www.abracom.org.br

Public Relations Society of America (PRSA)

www.prsa.org

International Public Relations Association (IPRA)

www.ipra.org

Public Relations Consultants Association (PRCA)

www.prca.org.uk

GlobalCom PR-Network

www.gcpr.net

Public Relations Global Network (PRGN)

www.prgn.com

The Network One

www.thenetworkone.com

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?
A importância da assessoria de imprensa para micro e pequenas empresas

A importância da assessoria de imprensa para micro e pequenas empresas

Por Stephanie Gomes

A maioria das empresas de grande porte possui assessoria de imprensa e é fácil entender por que ela é tão necessária para o desenvolvimento de um grande negócio. É comum vermos notícias veiculadas na mídia em que uma empresa precisa responder a alguma acusação ou esclarecer um caso que envolva o seu nome ou seus funcionários.

Mas o trabalho do assessor de imprensa não se resume a gerenciar crises e ajudar seu cliente a manter a credibilidade diante da imprensa. Dentre as suas tarefas está também a responsabilidade de criar um vínculo com os jornalistas e apresentar o cliente como uma possível boa fonte para as matérias que escrevem. E é por isso que ter uma assessoria de imprensa é vantajoso, também, para empresas menores.

É raro ser divulgado na mídia um escândalo envolvendo uma companhia de pequeno porte, mas ter o nome do seu produto, serviço ou instituição em uma matéria jornalística possui grande valor e confere boa visibilidade à marca. Dependendo do caso, consegue um efeito muito maior do que um anúncio publicitário poderia proporcionar. A matéria escrita por um jornalista passa muito mais credibilidade para o leitor do que um anúncio, já que, no caso da propaganda, trata-se da empresa falando de si mesma.

Além disso, a assessoria de imprensa é uma estratégia de comunicação muito mais acessível que a publicidade. Empresas menores geralmente possuem menos verba para investir e, nesses casos, a assessoria pode trazer bons resultados e acelerar o crescimento do negócio, cobrando um valor muitas vezes menor que a publicidade. Então, quem acha que é necessário um grande investimento para ver o nome da sua marca em jornais, revistas e grandes portais da internet, ainda não conhece o trabalho de uma assessoria.

Dependendo do objetivo do cliente, a agência consegue traçar uma estratégia e, assim, pensar e planejar quais veículos pretende atingir. Para uma empresa de saúde, por exemplo, a prioridade geralmente é sair em mídias especializadas no seu segmento, mas a assessoria de imprensa também pode incluir no planejamento pautas direcionadas a veículos voltados para o meio corporativo e assim fazer o nome da empresa ficar conhecido entre interessados em ampliar o negócio ou abrir novas franquias. “Procurei o trabalho de assessoria da Race Comunicação para que a empresa tivesse uma maior visibilidade na imprensa, atingisse o publico de outras regiões e estados e também para participar de pautas diferenciadas, assuntos mais abrangentes sobre o negócio”, conta Rachel Cuocolo, dona da Officina do Brigadeiro, empresa que produz lembranças personalizadas. “A visibilidade aumentou muito em todos os estados, e consequentemente o volume de vendas”, completa.

Os micro e pequenos empreendedores ocupam uma grande parcela da economia e seus produtos e serviços também enfrentam concorrência e competitividade no mercado. A comunicação em geral tem o poder de mostrar, destacar, ampliar e auxiliar na consolidação e desenvolvimento de uma marca, por isso, aquilo que a pequena empresa oferece necessita ser divulgado tanto quanto o que é oferecido pelas grandes instituições.

Para o mercado competitivo que os empresários enfrentam não basta criar o melhor produto ou oferecer o melhor serviço. Apresentar-se ao mercado, tornar sua marca conhecida e conquistar novos clientes são ações necessárias e também os principais motivos que levam um pequeno empresário a procurar uma assessoria de imprensa. Luiz Miyajima, quiropraxista e diretor da clínica QuiroVida, acredita que essa é uma das formas mais eficientes de divulgar e conseguir reconhecimento para a marca. “O trabalho da assessoria tem trazido pouco a pouco o reconhecimento da marca QuiroVida, assim como uma demanda muito boa de pacientes. Além disso, também ajuda na divulgação da quiropraxia, profissão ainda nova no Brasil”, relata Luiz.

Stephanie Gomes é assessora de imprensa da Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?

Na dúvida entre publicidade ou assessoria de imprensa? Escolha os dois

Por Rogério Artoni

Sim, assessoria de imprensa e publicidade são coisas completamente distintas e em muitos casos complementares. Contudo, muitos clientes quando contratam uma empresa de assessoria de imprensa não compreendem muito bem essas diferenças. Com este artigo, não tenho a pretensão de criar um guia ou mesmo de colocar um ponto final nas discussões sobre as distinções, mas sim mostrar 5 diferenças do que cada uma dessas áreas tem a oferecer.

1-      Diferenças entre as empresas:

Uma empresa que trabalha com Assessoria de Imprensa busca informações de interesse coletivo dentro dos seus clientes e seus respectivos produtos, divulgando esses assuntos para os jornalistas dos veículos de comunicação. Assim, amplia a disseminação do cliente com seu público alvo. Neste caso o contato é sempre com a equipe editorial dos veículos.

Já uma agência de Publicidade trabalha também com público alvo, busca também informações dentro dos clientes e seus produtos. Porém, monta uma campanha publicitária, que geralmente envolve muito mais dinheiro, e trata direto com o departamento comercial dos veículos, publicando esta campanha e gerando demanda para o cliente.

2-      Espaço nas publicações:

A Assessoria de Imprensa conquista, sem pagar ao veículo, o espaço editorial para o cliente. Este espaço é muito mais influente para o leitor. Portanto, pode trazer melhores resultados, dependendo da área do cliente.

A Publicidade garante, através da compra, o espaço publicitário e para alguns casos como o varejo traz resultados expressivos nas vendas.

3-      Controle da informação:

Quando um cliente dá uma entrevista, o conteúdo falado ou enviado ao jornalista é agora uma informação deste profissional e partir daí a Assessoria de Imprensa não consegue controlar o que será publicado.

Já na Publicidade o controle do que será publicado é total. O cliente pode, por exemplo, anunciar um carro por R$ 1,00 (desde que isso não transgrida os regulamentos da área) e isso gerar uma enxurrada de pessoas querendo comprar este produto.

4-      Decisão do que publicar:

A decisão de o que publicar dentro da área editorial dos veículos e como publicar é total e única do veículo de comunicação. Portanto, a Assessoria de Imprensa e o cliente não conseguem e nem podem decidir o que será publicado.

Assim como no hipotético caso acima, do carro a R$ 1,00, quando é feita uma Publicidade a decisão do que será publicado é totalmente feita pelo cliente e a agência.

5-      Credibilidade:

Quando um porta-voz dá uma entrevista e esta é publicada em um veículo muito relevante, a credibilidade é muito alta. A Assessoria de imprensa busca exatamente por esses veículos com credibilidade para aumentar e melhorar a divulgação do seu respectivo cliente.

Na Publicidade a credibilidade pode ser um pouco abalada, já que a pessoa que vê esta publicidade sabe que aquilo é uma informação direta da empresa e não há um filtro como no caso da informação editorial. Mas como afirmei acima, em muitos casos este tipo de trabalho pode ser altamente recomendado.

Na dúvida entre publicidade ou assessoria de imprensa? Escolha os dois

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Interessado nesse assunto? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

Gostou do artigo?