Na guerra pela influência, não erre o alvo

Por Luiz Gaulia

Todo mundo ganhou voz e poder de opinião através da internet, não é mesmo?

Uma geração inteira cujos pais e avós nem sequer imaginavam ter fotos suas ou ter textos publicados em jornais e revistas, convivem agora com filhos e netos interconectados com o mundo. Publicando suas imagens, suas fotos e falando sobre todos os tipos de assuntos. A aldeia global quintuplicou seus habitantes e as diversas tribos agora tagarelam freneticamente nesse espaço virtual. Por certo, muito barulho e dispersão estão no ar e muita coisa se perde. Mas podemos dizer que vivemos uma verdadeira guerra de influência.

Neste tempo cibernético e digital, os “formadores de opinião” ganharam um novo nome na web: influenciadores digitais. Pessoas, como eu e como você, leitor (a), que, assim como qualquer um que saiba usar as plataformas digitais, tornam-se celebridades, ganhando fama, audiência e poder.

Essas celebridades digitais são capazes de influenciar comportamentos, modelos de consumo e estilos de vida. Suas opiniões e seus conteúdos atingem milhões de pessoas de forma rápida via YouTube, Twitter, Instagram, Snapchat e mais um grande número de apps, blogs e redes. Além de canais impressos como jornais e revistas que divulgam e reforçam a imagem dos influenciadores, num turbilhão midiático fascinante.  

O fato que essa turma está no auge. Neste momento, marcas, empresas, pequenos e grandes negócios querem que esses influenciadores falem – bem -, de seus produtos, serviços e lançamentos. Os custos para investir neles e nelas pode variar bastante, dependendo do número de seguidores que cada influenciador possui, seu segmento de atuação, relevância, impacto. Neste universo on line, não há limites. Assim como a economia, a cultura, a educação e a economia, a política também está sob a frequente influência dos tais…influenciadores! Basta lembrar das últimas eleições. É preciso engajar, é preciso interagir, gerar leads, gerar conversa, contato, negócios. A propaganda ganhou um aliado que não dorme, está 24 horas conectado e as agências de RP precisam ajudar seus clientes a entender, a navegar e se beneficiar desse mundo imprevisível que reúne facilidade tecnológica e alcance global. Mas precisa de planejamento, coerência e inteligência.

Na guerra pela influência, cuidado para não errar o alvo e ao invés de formar opinião, sua marca acabar sendo deformada e perder o rumo. Um tagarela pode parecer influente, mas muitas vezes ele não tem absolutamente nada a dizer.

Pense nisso e venha tomar um cafézinho com a equipe Race Comunicação.

Gostou do artigo?