Por Bárbara Christan
Estamos vivendo o boom do Instagram. O aplicativo vem ganhando forma nos últimos anos, aumentando sua base e chegando a outras faixas etárias – pais, tios e avós estão migrando para a rede. De repente, todos exercem o papel de fotógrafos, buscando o melhor clique, e de influenciadores, compartilhando hábitos de consumo, livros que gostaram, filmes que assistiram. Nesse canal, cada pessoa é um criador de conteúdo único, divulgando também opiniões sobre assuntos políticos e governamentais.
Com isso, a comunicação e o marketing digital pegam carona nesse crescimento e desenvolvem formas de obter e mensurar resultados. E é aí que entram as ferramentas de automação, ajudando influenciadores e vendedores a trilharem seu caminho na rede.
Atualmente existem diversas ferramentas que automatizam práticas que as pessoas fazem organicamente em suas redes, como seguir perfis e hashtags, curtir e comentar em publicações, programar Stories e enviar mensagens por direct. Com esse fluxo automatizado, o crescimento de perfis é acelerado, e a ferramenta executa todas essas ações. Com o aumento da base de seguidores, as demais métricas sobem consequentemente. Mas é necessário cautela nesse processo automático.
O fim da automação decretado pelo Facebook
Em 2016, o Facebook anunciou a depreciação da API do Instagram. A API – Interface de Programação de Aplicações – é um conjunto de recursos que permite a integração entre sistemas e aplicativos; elas padronizam e facilitam o processo de integração de dados. Ela permite o desenvolvimento de aplicativos que usem a estrutura do Instagram e forneça maneiras melhores de uso da plataforma.
Com isso, deixam de existir diversos recursos, como: seguir e parar de seguir, comentar automaticamente, likes e deslikes automáticos, seguir a lista de quem segue uma pessoa específica, entre outros.
Essa mudança já está ativa há três anos. As ferramentas de automação continuam funcionando normalmente, entretanto, são consideradas irregulares, segundo a política do Instagram. E, por isso, várias contas vêm sendo descobertas e derrubadas pela própria rede desde então.
E agora?
Mesmo com várias contas sendo deletadas, algumas pessoas e até marcas continuam utilizando os recursos automatizados – seja por acreditar que não serão “pegos” pela rede ou até por falta de conhecimento. Mas para quem deseja construir um trabalho sólido nas redes sociais, é preciso um planejamento cuidadoso e detalhado.
Conheça seu público, entenda suas dores e necessidades, crie conteúdos relevantes com um estilo próprio, e busque uma identidade visual de acordo com seu posicionamento e objetivos. E na hora de planejar e botar tudo em prática, contar com o serviço de uma agência de comunicação especializada é fundamental para chegar nos números desejados.
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