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Marketing digital: como medir resultados de produção de conteúdo em redes sociais

Por: Filipe Andrade

A mensuração de resultados é o Tendão de Aquiles de qualquer estratégia de Marketing Digital. Sem ela, a organização não tem condições de verificar o quanto seus conteúdos são aceitos (ou não) nas redes sociais.

A boa notícia é que os principais sites de redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter, por exemplo) oferecem sistemas próprios de métricas de conteúdo. Para isso, são contabilizados os números de curtidas/reações a uma publicação, número de visualizações (seja em postagens ou em Stories, no caso do Facebook e Instagram), índice de curtidas na página e compartilhamento de postagens. Aqui você tem acesso ao guia do Facebook e Instagram e aqui você encontra o guia de mensuração do Twitter.

Por outro lado, é importante avaliar os investimentos feitos nas plataformas, comparando-os com os resultados de conteúdo. Uma das métricas, e talvez a mais conhecida, é o ROI (Return of Investment).

Segundo a Associação Brasileira de Marketing (ABEMD) de dados, “o ROI define a relação entre quanto a empresa ganhou ou perdeu em relação a um determinado investimento”. Clique aqui e conheças as fórmulas de mensuração.

Os motivos para calcular o ROI, de acordo com a ABEMD, são:

  1. Avaliar como as iniciativas de marketing contribuem para os resultados da empresa;
  2. Planejar as metas comerciais com base em resultados mais atingíveis;
  3. Identificar o prazo de retorno dos investimentos de marketing (cada canal tem uma curva de resposta específica);
  4. Contribuir com o comprometimento dos executivos com metas de longo prazo, não somente o resultado imediato;
  5. Viabilizar um processo mais objetivo de aprendizagem, fundamentado em números;
  6. Proporcionar aumento nas vendas e nos lucros.

Quer saber mais sobre mensuração de resultados em redes sociais? Então pergunte pra gente!

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4 formas de destacar sua empresa em eventos

Por Thamyris Barbosa

Feiras, congressos, festivais e convenções são excelentes oportunidades de destacar sua empresa e apresentar as novidades ao mercado. Não é à toa que muitos empresários se preparam durante meses. Não dá pra fazer feio nessas aparições. Mas, mesmo que sua empresa já tenha um bom desempenho nos eventos, a concorrência exige participações sempre melhores. E, quer saber? A comunicação pode ajudar muito nessa tarefa.

Além de uma preparação cuidadosa, um planejamento cirúrgico e uma execução impecável, acontecimentos tão marcantes como esses exigem estratégias certeiras de divulgação e gerenciamento de informações. Afinal, você não vai querer que sua empresa seja apenas mais uma no meio de tantas outras, não é mesmo? Então, veja abaixo quatro formas de se destacar em eventos por meio da comunicação:

Vamos falar de divulgação? Essa é uma das primeiras e mais importantes estratégias para atingir o público alvo e levá-lo ao seu estande. E, acredite, ter uma assessoria de imprensa encarregada de cuidar dessa parte fará realmente diferença. E o relacionamento com a mídia é fundamental para colocar sua marca em evidencia antes, durante e depois do evento.

Não dá pra fugir, redes sociais são um meio prático de manter seu cliente por dentro do que te interessa. Assim como é fundamental divulgar sua participação no evento por meio da mídia, da mesma forma, é preciso reforçar essas informações junto aos seus seguidores. Datas, horários e locais devem ser lembrados e relembrados periodicamente. Além disso, monitorar postagens durante esse período faz toda a diferença no balanço final.

Não é todo dia que dá para participar de uma entrevista e apresentar aos seus clientes os atributos da empresa. Mas quando isso acontece, é melhor estar preparado. E esse treinamento, chamado de mídia training, é o que garante boas performances em momentos cruciais. Por meio desse recurso é possível saber de que maneira será mais adequado se portar, como empostar a voz, para onde olhar e até o que dizer.

Quando o assunto é aparência, não dá pra escorregar: o estande precisa chamar atenção. Mas também não dá pra transformar a exposição dos produtos em um carnaval de cores e formas. A comunicação visual tem de ser precisa e eficaz. Ela poderá atrair ou afastar as pessoas da sua marca.

Para resumir, a comunicação como um todo é peça chave no planejamento de eventos. Tanto na divulgação quanto na condução de todo o processo. Vale a pena investir em ações específicas para distinguir sua empresas entre as outras. Faça o teste, os resultados falarão por si só.

Quer saber sobre como utilizar eventos corporativos para networking? Clique aqui e veja mais! Mas se a ideia é promover um evento, temos outras dicas que podem te ajudar. Confira aqui.

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Elon Musk: visionário ou um grande case de marketing?

Por Amanda Lima

Em uma terça-feira de fevereiro deste ano, a imprensa internacional foi tomada pela notícia de que um carro elétrico havia sido lançado ao espaço por um foguete. O veículo era um Tesla Roadster, usado como carga do Falcon Heavy, foguete da empresa SpaceX. O CEO das duas empresas, Tesla e SpaceX, é Elon Musk, um empresário digno de estudos em diversas áreas: tecnologia, inovação, economia e, claro, comunicação.

Parei para pensar na construção da imagem deste homem que, logo após o feito, declarou: “É bobo e engraçado. Mas as coisas bobas e engraçadas são importantes”. Não sou mestre na arte dos foguetes, mas não me parece nada bobo, engraçado ou sem importância lançar ao espaço um veículo que, em seis meses, deve chegar à órbita de Marte e permanecer por aí durante milhões de anos.

Um pouco de contextualização não faz mal a ninguém

Há quem considere Musk um desses gênios visionários meio malucos e excêntricos que nos ajudam a traduzir e construir o futuro. Faz sentido: além da Tesla, montadora especializada em carros elétricos, e da SpaceX, empresa de transporte espacial, o bilionário é criador também do PayPal e da Boring Company, que planeja conquistar o subsolo.

Nos últimos cinco anos, o empresário estipulou planos e um cronograma com um objetivo: enviar humanos para colonizar Marte. No fim do ano passado, Musk afirmou que, em 2022, a SpaceX deve enviar uma missão de carregamento para estabelecer bases, seguido de uma missão tripulada em 2024. É aí que entra o storytelling de Musk: tudo nele vende o sonho de que será possível ao homem chegar a outro planeta!

O lançamento “bobo e engraçado” do Tesla Roadster recebeu cobertura massiva da mídia e tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Além do feito em si, alguns requintes de publicidade também permearam o evento:

  1. O tripulante do carro era um boneco vestido de astronauta apelidado de Starman, referência à música de David Bowie, que estaria tocando no rádio do carro se o som pudesse se propagar no espaço.
  2. Na tela do painel, aparecia uma mensagem de O Guia do Mochileiro das Galáxias: “Don’t panic” (não se desespere).
  3. Na placa de circuitos do Tesla Roadster, constava a mensagem: “Feito na Terra por humanos”.

“O arquiteto do amanhã” ou o marqueteiro espacial?

A jogada de Elon Musk mostrou a força da SpaceX e promoveu a Tesla, mas representou acima de tudo uma ação que nenhuma verba de mídia poderia adquirir, como analisou Fernando Murad no Meio & Mensagem. Na manchete de The New York Times, Musk seria “o empreendedor mais bem-sucedido e importante do mundo”. Pela Rolling Stone americana, “o arquiteto do amanhã”.

Que há nisso uma baita construção de imagem, não é uma novidade. Todos nós a praticamos – nossa conta pessoal no Instagram é um exemplo disso. A questão é que temos muito a aprender ao analisar o marketing em torno de Elon Musk. Trata-se de uma construção muito mais sofisticada e complexa.

  1. O “beabá” do storytelling: Musk cria nas pessoas um sonho excêntrico difícil de ser alcançado e até pouco tempo intangível, o de levar o homem a outro planeta. Isso cria uma fantasia em torno de sua imagem, o que naturalmente desperta grande interesse.
  2. Primeira pessoa: apesar de contar com uma grande equipe de profissionais certamente excepcionais, Musk é sempre a cara à frente das inovações empregadas por suas empresas. Esse é mais um fator com cheiro de estratégia de marketing. Ele representa um “herói”, o bilionário genial que se envolve em ações sociais. Esse tipo de figura pública é construído passo a passo, aproveitando oportunidades de mercado.
  3. Interesses mercadológicos: Musk é projetado como um visionário e certamente conta com uma equipe de PR para isso também por interesses de mercado. As empresas de Musk trabalham com riscos altíssimos e precisam sempre contar com investidores – depois do lançamento do carro ao espaço, a Tesla divulgou um prejuízo recorde no 4º trimestre de 2017.

Louco ou visionário, o fato é que, por trás do empresário, existe uma estratégia de marketing tão inovadora quanto os produtos das empresas Tesla e SpaceX. Vale ficarmos atentos!

Foto: Aaron P. Bernstein/Reuters

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Assessoria de imprensa para o mercado de turismo

Por Rogerio Artoni

Imagine um local paradisíaco, um hotel incrível, com várias piscinas, atendimento impecável, café da manhã cheio de opções, uma cama super confortável, lençóis cheirosos. Tudo isso em uma cidade com muitos pontos turísticos, muitos museus. Poderíamos estar em Sevilha, Nova York, Londres, Paris, São Luiz do Paraitinga (SP), Patary (RJ), Salvador (BA) ou Fortaleza (CE). Quando se pensa em comunicação e em divulgação, como podemos fazer com que as pessoas se interessem por determinados pontos turísticos? Como fazer com que elas se hospedem neste ou naquele hotel? Por que elas optam por visitar este ou aquele ponto turístico?

O trabalho de assessoria de imprensa para turismo ou para empresas no mercado turístico é uma forma imprescindível de chegar ao público de interesse. Muitas vezes as pessoas buscam por um determinado tipo de hotel, por um apartamento alugado ou um hostel através de ferramentas como Airbnb, Hoteis.com ou Booking. Mas, por várias vezes, estas mesmas pessoas leram artigos nos veículos de comunicação que tratam do assunto e, na maioria das vezes, decidem primeiro pelo destino e depois pela hospedagem.

Aparecer em um blog de relevância, estar numa revista importante, numa matéria de televisão, rádio ou site ajuda – e muito – a fazer o ponto turístico ou o hotel a conquistar mais clientes, e essa é a função da assessoria de imprensa para o setor turístico: fazer com que os turistas leiam matérias e se interessem em viajar para aquele local.

Contudo, não é só através do release que esse resultado acontecerá. Também não será através de publicações em qualquer lugar, com ferramentas automáticas que publica textos em vários sites ao mesmo tempo, mas que ninguém acessa. O correto, e o que trará mais turistas é ter resultados na imprensa, mas nos veículos de comunicação que façam sentido com o tipo de local, de assunto e, principalmente, com o tipo de público. Se o assunto é surf, não faz muito sentido sair em veículos de comunicação que falam de mercado farmacêutico e assim por diante.

O trabalho do assessor de imprensa deve ser sob medida para o cliente, com foco nos resultados de qualidade. Além disso, ter em mente que levar jornalistas e blogueiros para press trips e fam press pode trazer resultados muito bons, mas isso tem custos. Além disso, nem sempre uma boa fam press será suficiente para que esse resultado aconteça. Muitas vezes o atendimento a este jornalista não é o mais adequado, o local não tem atrativos suficientes para gerar publicações, etc.

Para se obter resultados melhores deve-se sempre ter em mente algumas perguntas:

– Qual o público-alvo que se quer atingir?
– Quais pautas podemos propor com o local ou os locais?
– Os porta-vozes estão preparados para falar com a imprensa?
– O local está adequado ao público que irá visitar?
– A equipe está preparada para atender jornalistas e blogueiros?
– A avaliação nas plataformas online está positiva?

Se as respostas a estas perguntas não são as melhores ou não estão muito claras, talvez ainda não seja a hora de contratar uma assessoria de imprensa e sim de investir em treinamento dos funcionários, melhorar a estrutura, preparar porta-vozes. É importante se colocar no lugar do jornalista e do blogueiro e se perguntar questões básicas sobre o seu próprio local.

Além disso, é importante ter sempre um planejamento de médio a longo prazo com esses públicos. Montar um cronograma de atividades de imprensa, criar um plano de comunicação com esses públicos e que esteja alinhado com o marketing, com o site, com as redes sociais, com tudo! Vale lembrar que um trabalho de curto prazo não é muito efetivo e, talvez, não consiga obter os melhores resultados.

Se você precisa de assessoria de imprensa para um hotel ou um ponto turístico, entre em contato com a nossa equipe e peça um orçamento.

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Gerenciamento de crises nas redes sociais

Por Luiz Gaulia

É melhor prevenir do que remediar.

A sedução das mídias sociais é avassaladora. Muitos profissionais navegam e compartilham fatos, fotos e opiniões nesse universo em expansão, participando de diferentes comunidades, assim como muitas empresas e marcas de diferentes serviços e produtos. Para os gestores de verbas curtas e budgets enxutos, o universo das redes sociais parece campo perfeito para gerar resultados no curto prazo, alavancar vendas e ativar potenciais consumidores. O fato é que muitas cabeças ainda pensam de forma totalmente analógica sem perceber que a dinâmica interativa é outra. Principalmente quando o modelo mental carrega a falsa ideia de garantir o comando e o controle de mensagens.

A web é um ambiente caótico para quem não tem um planejamento ou não sabe direito o que deseja. Ela cresce em milhares de terabytes de informação, conexão e cada post ganha múltiplas percepções. Para o comunicador empresarial dedicado a defender a reputação da empresa e da marca para qual trabalha, o desafio é hercúleo. Neste ambiente ninguém dorme, pois ele palpita 24 horas, sete dias por semana sem descanso nos domingos ou nos feriados.

Gerenciar as redes sociais de uma organização demanda dessa forma uma estratégia alinhada aos objetivos da comunicação corporativa e esta, aos objetivos do negócio. Ou seja, precisamos saber exatamente o que a empresa pensa fazer ao participar de uma rede social e como essa interatividade se alinha ao planejamento de comunicação institucional, ao plano de marketing e mais, ao jeito de ser da organização. Essa missão exige também o monitoramento permanente de discussões e de trending topics além de muita sensibilidade ao conversar com as pessoas. Sim, as redes sociais são redes de conversas antes de serem ferramentas de captação de lead ou alavanca de vendas. Vamos lembrar sempre que estamos nos relacionando com clientes, admiradores, prospects, ex-clientes magoados com alguma quebra de promessa ou insatisfeitos com erros, funcionários do governo, profissionais da imprensa, professores fazendo pesquisas, nossos empregados e nossos concorrentes numa vasta galeria de stakeholders que misturam seus perfis pois um jornalista pode, por exemplo, ser um cliente feliz com a marca ou ser um ex-consumidor insatisfeito. Portanto, atenção gestores! Para todos que desejam “blindar” suas marcas contra crises e buscam controlar opiniões, lembro que as crises acontecem no mundo real, no off line, mas é nas redes sociais, no on line, all the time, que a batalha pela influência acontece. Muitas vezes sem regras, sem limites. Isso assusta, mas é o mercado funcionando em alto e bom som, gritaria e paixão. Oportunidades…

Assim, quando a crise chegar é bom que o time de comunicação esteja preparado e os empregados saibam como defender a marca para a qual trabalham e sua reputação bem como o futuro da empresa.

Então, deu para perceber que a gestão dos riscos de reputação nas redes sociais é uma atitude preventiva para quem estiver com os radares ligados? Por isso, treinar equipes é fundamental. Prevenir é muito melhor do que remediar.

Ligue agora para a RACE Comunicação e saiba mais como nós podemos capacitar seu pessoal para atuarem nas redes sociais em prol de sua marca.

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Comunicação B2B: a importância da imprensa na construção de uma marca forte

Por Wilson Barros

Entender as particularidades da comunicação entre empresas é o primeiro passo para fazê-la de forma mais eficiente. Quando o assunto é a elaboração de um planejamento específico de relacionamento com a mídia, o conhecimento aprofundado das relações B2B (business to business) torna-se ainda mais necessário, pois é ele quem pautará a definição dos veículos estratégicos e dos temas a serem trabalhados.

Como ponto de partida, é preciso ter em mente que, apesar de o negócio ser feito entre companhias, os contratos são assinados entre pessoas – profissionais em horário comercial, mas seres humanos em “carne e osso”, com sentimentos, emoções e dúvidas em tempo integral.

Este mix de sentimentos – que quase sempre tem como pano de fundo negociações que envolvem grandes investimentos e expectativas de retorno – geralmente faz com que compradores B2B sintam-se um tanto inseguros na hora de tomar decisões. As escolhas invariavelmente são feitas com base em algum tipo de razão, seja ela qual for – preço, atendimento pós-venda, qualidade percebida etc.

É neste momento que a força de uma marca faz toda a diferença, contribuindo para os bons resultados na relação B2B. Apostar na imparcialidade da imprensa é uma das formas mais eficazes de atingir esse objetivo aparentemente intangível. Aqui, vale a máxima: “em termos de credibilidade, é mais eficiente alguém falar coisas boas sobre minha marca, do que eu mesmo fazê-lo”.

Como aponta Philip Kotler, referência no mundo dos negócios, em “Gestão de Marcas em Mercados B2B”, livro escrito em parceria com professor Waldemar Pfoertsch, marcas são poderosos meios de diferenciação em mercados extremamente competitivos. Quando reconhecidamente fortes, criam uma relação de lealdade com o cliente, contribuem com aumento de vendas, possibilitam que preços mais altos sejam cobrados por produtos e serviços, dentre outros benefícios.

Quando tratamos do relacionamento com a imprensa, após definir o perfil de comunicação da empresa (como ela quer ser vista?), elencar as ações e oferecer conteúdo relevante aos veículos de imprensa estratégicos é fundamental. O jornalista, personificação da mídia, desempenha papel-chave nesse relacionamento, pois é este profissional quem fará as análises imparciais em seus respectivos jornais, rádios, revistas etc.

Entretanto, a mensuração das ações em assessoria de imprensa para o mercado B2B pode não ser uma tarefa fácil. Ao contrário do que ocorre nas atividades B2C (business to consumer), os resultados podem levar meses até serem percebidos. Porém, quando associados a outros pontos importante para os clientes – como qualidade, status ou outro atributo –, podem ser bastante consistentes e lucrativos.

E que atire a primeira pedra quem nunca escolheu um produto em detrimento a outro (mesmo pagando mais caro por isso), apenas por reconhecer na marca uma garantia de que você estará adquirindo exatamente o que procura.

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Assessoria de imprensa para o mercado internacional

Por João Pedro Andrade

Por mais experiência que tenha um assessor, realizar um trabalho em outro país é um grande desafio. Os veículos mais relevantes ainda são desconhecidos, assim como a cultura – o que influencia na maneira de produzir press releases, abordar jornalistas para possíveis encontros de relacionamento e outras atividades inerentes à profissão.

No entanto, existem algumas diretrizes que, aliadas a um plano de comunicação sólido, podem auxiliar esse processo e produzir resultados positivos para o cliente, para os veículos locais e para a própria agência – que expande seus horizontes, eleva sua reputação e ganha muito em experiências.

Primeiramente, é preciso fazer a lição de casa e estudar sobre o local aonde se pretende atuar. Conhecimentos sobre a cultura local, regulamentos, economia, política e hábitos de consumo são cruciais antes mesmo de se iniciar o trabalho. Isso irá ajudar a estruturar os próximos passos e mostrará ao cliente e/ou jornalista local que o assessor se importa com sua realidade.

Flexibilidade também é outro fator importante. É preciso lembrar que trabalhar com estrangeiros pode ser muito diferente de trabalhar com brasileiros. Não é melhor ou pior, mas muitas vezes diferenças culturais podem causar conflitos. Por isso, é importante ser maleável e compreensivo para que o trabalho seja realizado de forma harmoniosa, de modo que haja equilíbrio entre o que é importante para a agência e para o cliente.

Outro ponto importante de pesquisa é fazer o mapeamento dos veículos locais mais relevantes para, em seguida, buscar contato com jornalistas. O foco aqui é se apresentar, apresentar o cliente, seu produto e criar laços. Levar o cliente para uma visita à redação ou um almoço de relacionamento pode ser um caminho interessante. E vale lembrar que nada disso será possível sem o domínio de, no mínimo, um idioma estrangeiro e boa habilidade em se comunicar de modo geral – em outras palavras: simpatia.

Para o caso de países de dimensões continentais, como EUA, Rússia e China, é importante ter em mente que dentro do próprio país podem haver regionalismos. No Brasil, por exemplo, fazer uma divulgação para São Luís do Maranhão pode ser completamente da abordagem feita para um veículo em Curitiba. Isso ocorre em outros países também e vale aprofundar a pesquisa para não cair em estereótipos culturais.

Para concluir, é importante ter em mente que trabalhos internacionais não caem no colo, por isso é preciso antes de tudo ser reconhecido dentro do próprio país por um trabalho de excelência. É preciso estar disposto a marcar reuniões no exterior, fazer muitos telefonemas e mandar diversos e-mails. Assim como no Brasil, trabalhos no exterior são imprevisíveis e jamais haverá duas experiências idênticas.

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Como promover uma empresa através de assessoria de imprensa

Por Lívia Caixeta

Em tempos de redes sociais e fake news o trabalho de assessoria de imprensa é fundamental na construção e reforço de posicionamento de marcas e empresas. O assessor de imprensa torna-se um grande articulador entre as redações e as fontes que detém a informação oficial; e se bem realizado estreita o relacionamento entre as duas pontas de maneira que o receptor final, ou o público, ou ainda a população, será o grande beneficiado.

Mas, como chegar a este resultado?

O caminho pode ser indicado seguindo quatro passos

1. Diagnóstico: identificar e entender as situações que podem ser pauta para a redação de maneira os requisitos de uma notícia jornalística; como já coloquei há algum tempo atrás no artigo “Que tipo de informação pode virar notícia“.

2. Planejamento: conhecer a imprensa é fundamental para avançar deste para o próximo passo, pois é aqui que se determina o valor que a notícia vai agregar à sua marca ou empresa. Não basta estar na imprensa; ter uma informação publicada em um veículo de credibilidade e que converse com seus públicos de interesse sim, isso é relevante.

3. Articulação: as assessorias de imprensa precisam saber lidar – com rapidez e eficiência – com as variáveis. Por isso, é preciso contextualizar a informação de maneira que ela seja interessante a imprensa e ao público que irá “consumir” a notícia.

4. Divulgação: o bom canal de divulgação da informação que vai agregar valor à sua marca ou empresa não está restrito à imprensa oficial. O melhor canal, na verdade, é aquele que conversa com o seu público, como já colocamos aqui no nosso blog no artigo “Assessoria de Imprensa e Content Marketing: como as redes sociais podem pautar a imprensa“.

É um trabalho de construção que muitas vezes demanda tempo, paciência e persistência. Por isso, acima de uma boa estratégia deve haver uma boa agência de assessoria de imprensa. E para saber como unir tudo isso, deixo aqui dicas valiosas do nosso diretor Rogério Artoni para contratar este serviço: 10 regras para contratar uma agência de Assessoria de Imprensa. Não deixe de conferir!

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Dicas de assessoria de imprensa para o mercado B2C

Por Daniela Dálio

A importância de uma assessoria de imprensa para o negócio de uma empresa independe se seu público é o consumidor final (B2C) ou outra empresa (B2B), mas a estratégia de comunicação acaba passando por algumas diferenças e cuidados. E é justamente aqui que entra a atuação de um profissional especializado em relacionamento com a imprensa.

Focando apenas em um negócio B2C, há alguns fatores que devem ser levados em conta. Um deles é seu público-alvo e a sua consequente segmentação. A audiência do segmento B2C geralmente é muito ampla, já que a mídia preferida deste público vai depender de fatores como idade, renda, gênero, localização.

Outro ponto para o sucesso dessa comunicação é a mensagem a ser levada para o seu público. Acredita-se que consumidores geralmente são afetados pela emoção. Portanto, é fundamental transmitir valor com o produto ou serviço.

Cabe aos profissionais de comunicação juntamente com a empresa definirem quais públicos atingir com uma mídia espontânea e por meio de quais canais – redes sociais e imprensa em geral. É fundamental que as mensagens a todos esses canais e os demais – marketing e publicidade – precisam estar alinhadas, mesmo que sejam agências diferentes.

Com os novos formatos de mídia, após a revolução digital, a comunicação do negócio B2C ficou ainda mais delicada quando se pensa em exposição. Os jornalistas utilizam a web para encontrar histórias interessantes, pessoas e empresas que possam se transformar em fontes para matérias e pautas diversas. Além disso, uma exposição negativa em uma rede social pode gerar uma pauta em um grande jornal ou revista.

Portanto, novamente, a estratégia de comunicação deve ser de pleno conhecimento de todos os envolvidos com essa exposição: assessorias de imprensa, redes sociais, marketing digital, publicidade, entre outros.

Aliada às ações de marketing, por exemplo, as atividades da assessoria de imprensa trazem resultados excelentes. Unir a experiência de um jornalista ou relações públicas ao direcionamento estratégico da empresa resulta em espaço qualificado na imprensa e marca sempre em evidência.

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Medindo resultados em consultoria de comunicação

Por Rogério Artoni

Encarar mudanças é sempre muito difícil, mais ainda para as companhias. Considerar que uma empresa está indo no rumo errado já é um primeiro passo para essa mudança. Normalmente as áreas de comunicação institucional ou empresarial das empresas apostam alto numa troca de posicionamento. Essa alteração, na forma como uma companhia se comunica com seus públicos, normalmente é feita por uma consultoria de comunicação ou uma consultoria de marketing, mas sempre em parceria com a própria empresa.

Essas consultorias (como a própria Race Comunicação) são as responsáveis pela elaboração de um plano que traça esse novo caminho. Normalmente um plano de comunicação determina, através de pesquisas e análises quais são os públicos-alvo, objetivos de comunicação, social e buyer personas, determina como se comunicar com esses públicos, de que forma, em que tom, determina metas, traça estratégias, refaz o brand book, repensa toda a comunicação da empresa, seja ela direcionada para o público interno ou externo.

Fazer uma comunicação integrada é fundamental e uma consultoria de comunicação pode ajudar muito a integrar o marketing digital e o inbound marketing, o endomarketing, as ações de marketing, a comunicação interna, a gestão das redes sociais e a assessoria de imprensa de uma empresa. Mas tudo isso precisa ser mensurado e uma consultoria de comunicação também precisa ser medida. Então, entender se uma consultoria trouxe mesmo os resultados esperados é um caminho necessário para poder comprovar a eficácia e a eficiência das mudanças.

O trabalho de consultoria pode se apoiar nas métricas de cada uma das ferramentas já utilizadas. Ou seja, se a assessoria de imprensa já tem suas métricas, ela será uma base para medir a mudança sugerida pela consultoria. Se inbound já tem suas formas de medir, elas serão usadas também na consultoria. Porém, acima de tudo, pesquisas podem ser o melhor caminho para se medir os trabalhos de consultorias, mas para se ter parâmetros se faz é necessário elaborar pesquisas prévias ou ter dados antes de iniciar o trabalho de consultoria e ter dados para uma possível comparação entre o “antes” e o “depois”.

Fazer pesquisas de clima, avaliação de desempenho da comunicação da empresa, focus group, pesquisas de profundidade, avaliação os veículos de comunicação da empresa, media audit, existem várias formas de se analisar se a consultoria de comunicação está sendo eficaz e trazendo os resultados que se espera.

Caso sua empresa esteja precisando de uma consultoria de comunicação ou mesmo medir os resultados em comunicação, entre em contato com nossa equipe e saiba como podemos ajudar.

 

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