Soluções práticas para gerenciamento de crise

Soluções práticas para gerenciamento de crise

Soluções práticas para gerenciamento de crise

Mensuração de resultados, planos estratégicos de comunicação entre outros: a assessoria de imprensa é responsável por trabalhar a imagem da marca em diversos segmentos. Dentre estes, é também responsável por antecipar possíveis crises que a empresa pode enfrentar e elaborar junto ao cliente soluções prévias com o objetivo de driblar qualquer mal-entendido do porta voz perante a imprensa ou outras organizações corporativas. Do diagnóstico a gestão de crise, o assessor vai trabalhar a marca e o porta-voz à título de fortalecer o “colchão reputacional” da empresa frente a imprensa, clientes ou concorrentes.

Quando a crise se apresenta por riscos calculados os processos de gestão estão estabelecidos. Mas, mesmo nos momentos de gestão do imprevisível, é possível prevenir maiores desgastes  com planejamentos e treinamento adequado de media, o famoso media training. Mas, a partir do momento em que a crise já foi instaurada, cabe ao profissional de comunicação elaborar um plano e rotina para acompanhar o desenrolar do caso. Isso implica monitorar constantemente a repercussão e realizar apontamentos que podem ser úteis para entregar resultados ao cliente.

5 motivos para investir em media training

Montar um time de gestão de crise pode ajudar a clarear as ideias e pensar com mais calma sobre o que está acontecendo, enxergando de forma racional todos os pontos que precisam ser realinhados.

Lembre-se: no momento da crise é essencial agilidade! Porém, cuidado com ações realizadas com pressa, que podem desencadear mais desdobramentos da crise.

O engajamento da equipe auxilia nas múltiplas formas de solucionar o problema de acordo com o seu perfil.  Por exemplo: se a crise foi causada após a transmissão de um vídeo, ou após a divulgação de uma ação de marketing, é importante responder de forma que atinja as mesmas pessoas que consumiram esse produto/serviço.

Logo, o ideal é elaborar uma resolução que tenha a mesma linguagem e narrativa, pois assim, da mesma forma que a empresa foi atingida, ela poderá ser reerguida e ter ainda mais engajamento do público. Outro ponto positivo que ajuda a proteger a imagem do cliente é manifestar-se o quanto antes sobre a situação. Ao se esconder, a instituição pode transmitir uma sensação de “pouco caso” sobre o ocorrido, perdendo a confiança perante a mídia e sociedade. Portanto, ser honesto e transparente demonstra preparo, agilidade, profissionalismo e cria uma reputação de seriedade diante do mercado e grupos institucionais.

Por fim, ter elaborado um planejamento de crise prévio, para que o cliente esteja ciente das ações que irão ser tomadas, assim como pequenas regras que devem ser tomadas e situações a evitar, é um passo fundamental e minimiza a possível futura crise. Pois, ao elaborar este briefing, já condiz a um pequeno treinamento que a organização terá em mente quando estiver diante de algum evento público ou corporativo. Assim, não só a imagem da empresa será protegida de maneira eficaz, mas a comunicação não terá ruído e cases de sucesso poderão surgir com simples atitudes do dia-a-dia.

Por Ana Luiza Antunes

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O release morreu?

O release morreu?

Se o jornalismo tradicional anda em crise, com demissões em massa e o fim de vários veículos, a assessoria de imprensa tal qual conhecemos também corre seus riscos. Afinal, são menos jornalistas com quem dividir pautas nos releases, além de profissionais muito mais sobrecarregados para dar conta de um número crescente de agências e assessores. Desde os meus tempos de faculdade decretam o jornalismo como morto ou, no mínimo, moribundo. A assessoria nunca sofreu o mesmo prenúncio, mas já que um depende do outro não seria imprudente nos preocuparmos.

Será que o release, ponto central do nosso ofício, está com seus dias contados?

A preocupação vem, a princípio, de uma observação empírica. Um: preparamos um release de forma estratégica, pensando em sua relevância jornalística, e o submetemos a um processo cuidadoso de ajustes e aprovações. Dois: divulgamos o material para um mailing conquistado “na unha” e apesar de toda a dificuldade de plataformas desatualizadas e o vaivém diário das redações. Três: partimos para um follow-up dificílimo se comparado há alguns anos, com conversas nem sempre simpáticas (também pudera, telefone tocando o dia todo não é algo que estimule nossa paz interior) e zero retornos por e-mail (também pudera², é muita pauta para pouca caixa de entrada).

Será então que pecamos em insistir – como o jornalismo já fez – nas mesmas práticas? Apesar da observação pouco esperançosa acima, acredito que, do ponto de vista do método, o release segue vivo e possui uma importância fundamental: ele representa um material oficial, com informações claras, precisas e alinhadas entre empresa e assessoria. Serve de respaldo para todos os envolvidos em uma divulgação de imprensa. O problema é que a forma com que é comumente aplicado parte do princípio de que as redações são as mesmas de antes. Com isso, o material – que muitas vezes é sim relevante – não chega onde deve chegar e não atinge o resultado esperado.

A boa notícia é que jornalismo e release seguem vivos, mesmo que às vezes respirem com a ajuda de aparelhos. De um lado, o jornalismo se reinventa e explora novos formatos (oi, podcasts). De outro, resta à assessoria de imprensa acompanhar esse processo e propor novos caminhos para o release que não sejam o triste spam dos repórteres. Há mais perguntas que respostas nesse debate, mas o primeiro ponto que observo é que deixar de lado um disparador de releases para dar lugar a contatos específicos e pontuais representa uma das principais saídas – menos volume, mais qualidade.

Por outro lado, se o jornalismo explora recursos digitais, visuais e multiplataforma, por que o release não pode fazer o mesmo? Tornar as divulgações mais criativas e visuais me parece uma alternativa interessante e que chamará a atenção de uma imprensa já cansada de tantos caracteres. Infográficos, ilustrações ou vídeos podem atingir um resultado que você espera há tempos. Se comunicamos o que a marca precisa de forma alinhada às necessidades da imprensa e de um público muito mais exigente sobre o que lê ou consome, certamente estaremos prontos para encarar os novos formatos.

Por Amanda Lima

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Projetos data driven: a customização baseada em dados

Projetos data driven: a customização baseada em dados

A evolução de projetos customizados está passando por uma tendência que já há algum tempo podemos observar no mercado: a cultura data driven.

Quando pensamos em projetos de comunicação digital, há uma infinidade de possibilidades para customização: a facilidade com que se opera em redes sociais, a variedade de formatos e objetivos de anúncio e, principalmente, a assertividade nas segmentações de público têm permitido às agências criarem soluções tailor made cada vez mais eficazes.

Em todos os campos da comunicação, mas sobretudo no universo digital, as métricas têm guiado estratégias e tomadas de decisão. Há uma enorme gama de números e informações disponíveis para a concepção e o aprimoramento de projetos e, com isso, o bom uso dos relatórios para orientar soluções se tornou um grande diferencial competitivo.

Mas se engana quem pensa que a virada de chave passa apenas pela estruturação de um bom time de Business Intelligence. A cultura data driven deve ser implementada em um processo integrativo que considere todas as partes da agência, já que em cada área há dados disponíveis para orientar ações empiricamente – não apenas com base na intuição e nas experiências passadas.

Como a Race Comunicação implementa a cultura data driven?

Aqui na Race, criamos um grupo de estudos de Data Analytics. Juntamos colaboradores de diferentes áreas para analisar periodicamente os dados dos nossos clientes, comparar com períodos equivalentes, cruzar objetivos traçados com as métricas obtidas, contextualizar esses dados no cenário de cada setor e fazer reavaliações estratégicas que pautam nossas tomadas de decisão. A ideia é que a disponibilidade de números e informações seja aliada à expertise de cada colaborador para que a inteligência de dados faça sentido em cada área. Essa percepção multidisciplinar é fundamental para promover a cultura data driven para todos os profissionais da agência.

Projetos customizados

Mas como isso funciona, na prática? Quando recebemos um briefing, nosso time busca entender quais são os objetivos e metas da empresa, quais métricas são consideradas valiosas e quais tipos de ações de comunicação são esperadas no projeto. A partir dessa leitura inicial, entra em campo a equipe de Business Intelligence, que estuda o debrief, interpreta o histórico do cliente e analisa os dados disponíveis, as ações realizadas e o cenário do setor para traçar uma estratégia eficiente na busca de cumprir os KPIs esperados.

E é claro que não termina por aí. A ideia da cultura data driven, como o próprio nome diz, é orientar decisões e eventuais mudanças de rota com base na interpretação de dados. A customização, nesse caso, é contínua.

Ficou interessado? Mande um e-mail pra gente! Vamos conversar!

Por Felipe Vaitsman

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comunicação 360

Como estruturar um plano de comunicação 360º

Certamente você já deve ter ouvido falar sobre comunicação 360º. A comunicação é um segmento bastante mutável, com conceitos e estratégias significativamente efêmeros. Junto a isso, enfrentamos um processo em que agências especializadas em marketing, publicidade ou assessoria de imprensa ampliam o escopo para ganhar competitividade e passam a oferecer todos esses serviços de modo integrado.

Para isso, o plano estratégico tem a obrigação de ser integrado também, certo? Certo. É aí que surge este novo jargão (já não tão novo assim) que resolve a questão e fornece diretrizes de como desbravar esses novos caminhos de forma certeira: a comunicação 360º.

Às vezes fica difícil acompanhar o surgimento de tantos novos conceitos, plataformas e metodologias, mas esse parece ser mais perene e bastante útil para pensar em como as empresas devem se comunicar explorando as mídias certas. A comunicação 360º compreende estruturar ações mais completas e capilarizadas, sem que isso signifique aumentos de budget. O custo de uma única inserção publicitária em uma emissora de televisão de grande audiência pode ser substituído por diversas ações que atingirão públicos distintos de forma mais estratégica – e barata.

Sempre que dou início a um planejamento de comunicação 360º, parto da metodologia PESO.

Desenvolvida pela Associação Internacional para Medição e Avaliação da Comunicação (AMEC), maior organização de inteligência e insights de mídia do mundo, trata-se do mais avançado sistema utilizado para alinhar estratégias de comunicação às metas das organizações de forma clara e objetiva. A partir dele, é possível mapear onde se encaixa o escopo contratado pelo cliente e delinear outras ações no sentido de explorar ao máximo todos esses tipos de mídia: Paid (paga), Earned (conquistada), Shared (compartilhada) e Owned (própria).

 

Race_Comunicação_PESO

Essa imagem é bastante didática e funciona como uma espécie de “cardápio” de comunicação. Depois de imergir no segmento do cliente, definir quais são os objetivos do negócio e da comunicação, fica muito mais simples olhar para esse quadro e estruturar quais setores explorar. E, mesmo que o escopo compreenda apenas assessoria de imprensa (Earned), nada impede que o seu plano contemple também ações pontuais com influenciadores digitais (Earned/Shared) ou até mesmo branded content (Paid/Earned). Parta do pressuposto de que seu cliente quer se comunicar melhor, e nós somos os responsáveis por propor os caminhos para que isso aconteça.

Se o seu escopo compreender produção de conteúdo para blog, redes sociais, ação com influenciadores e assessoria de imprensa, voilà! Prato cheio. O planejamento pode – e deve – partir dessa metodologia para que as ações sejam pulverizadas e sigam as mesmas diretrizes, independente do tipo de mídia. É claro que cada meio terá os seus objetivos e públicos-alvo específicos, mas um pensamento 360º garante que os resultados de todas as ações tenham um ponto em comum: contribuir positivamente para as expectativas do negócio.

Por Amanda Lima

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Planejamento em comunicação: o que não fazer

Planejamento de comunicação: o que não fazer

Costumamos pensar muito sobre ações em comunicação. Mas sua empresa sabe o que não fazer no momento de estruturar essa área? Embora vivamos no século 21 e a sociedade tenha evoluído exponencialmente ainda existem confusões e dissociações a respeito da ideia de planejamento, principalmente pelo uso excessivo da palavra e seus respectivos conceitos.

Conforme o dicionário Aurélio, “planejamento” é o trabalho de preparação para a tomada de decisão, segundo roteiros e métodos determinados”. Já no dicionário Michaellis, “planejamento” é … determinação dos objetivos ou metas de um empreendimento, como também da coordenação de meios e recursos para atingi-los; planificação de serviços.

Pensando no sucesso do negócio, muitas organizações e marcas trabalham para incorporar em suas culturas atributos como excelência, efetividade, eficácia, desempenho, alcance, personalidade e autenticidade. Algumas afirmam ter um planejamento estratégico que guie seus negócios e resulte em ganhos e benefícios financeiros e de reputação. Mas será?

O que é planejamento?

Segundo Henry Mintzberg, um dois pais da Administração moderna e autor do livro “Planejamento e estratégia – Ascensão e queda do planejamento estratégico”, 1). Planejamento é pensar no futuro; 2). É controlar o futuro; 3). É a tomada de decisão; 4). Planejamento é a tomada de decisão integrada; e por fim 5). É um procedimento formal para produzir um resultado articulado, na forma de um sistema integrado de decisões.

Pensando nos conceitos de Mintzberg e as definições encontradas nos dicionários, o que não fazer em um planejamento de comunicação?

Embora pareça óbvio, não ter uma estratégia definida, ou seja, deixar “ao deus dará”, é um grande erro que pode comprometer a imagem da organização ou marca e até afetar o negócio como um todo.  Diversas crises estruturais e de comunicação são resultantes da falta de planejamento e de um olhar crítico, que culmine em uma visão holística.

Pensar apenas no presente também é um grande defeito. Sem embasamento e estratégias pré-definidas não é possível ter um ganho maior. Ao fazer ações decentralizadas, não se agrega valor.

Apenas para elucidar, imaginemos que uma marca elabore uma grande ativação e convide influenciadores para participar. A ação ocorre com sucesso, tem grande repercussão nas mídias sociais e na imprensa, por alguns dias gera buzz, mas depois logo desaparece. Embora tenha repercutido, sem continuidade ou apartada de uma estratégia, que dê sentido e resulte em ganho futuro, não será suficiente para que as pessoas se lembrem positivamente da marca.

Só para se ter uma ideia, de acordo com a “Curva do Esquecimento”, estudo de Hermann Ebbinghaus, psicólogo e filósofo, em apenas dois dias uma pessoa esquece cerca de 70% do que aprendeu. Em um período de 30 dias, chega a 80%. A construção da reputação deve ser contínua. Já parou para pensar porque ainda hoje, mesmo com sua história de sucesso a Coca-Cola continua a se projetar?

Planejamento 360: a comunicação não é prateleira

 

Ir na direção errada também é fatal. Ao construir o planejamento de comunicação deve-se ter em mente os rumos da organização. Muitos comunicadores erram neste quesito, ao elaborar um plano sem conhecer ou entender o planejamento estratégico da empresa ou cliente. Para ser assertivo, o planejamento de comunicação deve se ancorar no planejamento macro da empresa, ou seja, ele dever ser parte de uma estratégia maior.

Não ter um planejamento de comunicação integrada também consiste numa enorme falha. Nada adianta se ele contemplar apenas parte dos stakeholders. Pensar em ações com um dos públicos, como diz a expressão popular “é um tiro no pé”.

Muitas organizações tendem a priorizar a comunicação com os clientes finais, esquecendo-se que além deste público, existem outros tão quão importantes, que são cruciais na formação da reputação, como por exemplo, os colaboradores, comunidades, fornecedores, parceiros, órgãos reguladores, prospects, candidatos à postos de trabalho, dentre outros.

É importante lembrar-se que a reputação é resultante da imagem projetada, somada as percepções advindas das esferas cognitivas e racionais de um ser ou grupo. E que ela será construída, a partir de um planejamento sólido que dialogue com os interesses da organização, mas também que faça sentido para os públicos envolvidos.

Outro erro recorrente é a falta de formalização do projeto e de objetivos claros. Muitas organizações até tem um planejamento, mas fica engavetado, “escondido”, restrito apenas a alguns membros de um determinado departamento ou a alta gestão. Em alguns casos os objetivos não são coesos ou entendíveis. Isso não quer dizer que as estratégias da empresa devem ser públicas e expostas para qualquer um ou a concorrência, mas, que todos os envolvidos devem entender os rumos da organização, lógico respeitando hierarquia e suas reais necessidades de informação.

Assim ao pensar no planejamento de comunicação é importante o pensar consciente, a procura de um bem-estar comum e unificado que tenha sentido, com objetivos bem definidos e formalizados, que não torne a comunicação rígida ou burocrática, a ponto de não enxergar e prever as complexidades, vulnerabilidades e partes que formam o todo de uma organização, mas em uma conjectura específica e uma visão estratégica, que olhe o todo sem precedentes.

Por Rodrigo Freitas

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Plano de Comunicação Interna

Plano de comunicação interna: 5 itens essenciais

Confira 5 etapas imprescindíveis para construir um Plano de Comunicação Interna de sucesso e contribuir para que o negócio cresça de maneira sustentável.

A comunicação interna, quando bem aplicada, é capaz de garantir diversas melhorias para a empresa. E para que isso aconteça é necessário traçar um plano de estruturado para essa área, que terá responsabilidade de criar objetivos,  elaborar um cronograma e executar as estratégias. Para elucidar esse cenário e desvendar como conectar os colaboradores da empresa, reunimos cinco etapas que são imprescindíveis para criação do plano de comunicação interna e que garantirão que a sua aplicação seja um sucesso, contribuindo para que o negócio cresça de maneira sustentável e harmônica. Aproveite as dicas no post de hoje para planejar seu próximo ano!

1: Analise seu cenário

Foi dada a largada! Esta primeira etapa reúne uma avaliação de desempenho interno. O ideal é checar o histórico de anos anteriores e ver quais meios já foram utilizados nas ações de comunicação com o público interno.

Essa análise será fundamental para verificar quais formatos efetivamente alcançam o público e os modelos que mais chamaram atenção. Mas, ainda mais importante que isso, é essencial conferir os meios que apresentaram ruídos ou até mesmo conflito interno.

Lembre-se: o plano de comunicação interna deve ser feito de maneira cuidadosa, pois ela pode ter consequência direta na colaboração de todos na empresa.

Aproveite esse momento para determinar os recursos que serão deixados para trás, o que será mantido e o que será aperfeiçoado para garantir sucesso nesse projeto.

2: Conheça seu público

Entender seu público vai ajudar na hora de escolher os meios de comunicação. Existe uma necessidade real de analisar os perfis e entender, por exemplo, quais são as preferências e como consomem informações. Além disso, busque entender como o público interno enxerga a empresa e a maneira que ela se comunica até o presente momento.

Essa etapa coletará informações de campo e norteará o plano de comunicação interna, permitindo, futuramente, que as áreas responsáveis adotem canais mais adequados para comunicar os diferentes públicos dentro da empresa.

3: Defina seus objetivos

O próximo passo é estabelecer metas e objetivos. Assim, o plano fechará a lacuna entre as ações atuais e o resultado desejado. Este é o momento no qual a empresa define os tipos de comunicação que melhor transmitirão sua mensagem ao seu público-alvo.

É possível incluir boletins semanais, postagens em blog, vídeos, mídias sociais, podcasts, videoconferência, entre outros. Qual é o melhor formato para se comunicar com os colaboradores da sua empresa?

4: Crie seu plano e seu calendário

Até aqui foi possível compreender cenários, conhecer melhor os colaboradores e suas demandas e traçar objetivos do plano de comunicação interna. Portanto, se a empresa já está ciente de onde deseja chegar, é hora de definir as datas em que as ações serão executadas e o custo de cada uma delas. Mantenha sempre a alta gestão ciente dos investimentos e resultados que a ação trará para o negócio.

Para uma execução mais eficaz, detalhe as ações no cronograma para que todos os participantes estejam informados do tempo de cada uma delas. Aproveite aplicativos como Trello, que pode criar um gerenciamento de projeto de forma simples e intuitiva, para estipular prazos e acompanhar o andamento das atividades.

5: Mensure o resultado

Projeto em andamento é hora de analisar feedbacks!

A mensuração de resultado é indispensável para entender se todo o planejamento gerou o resultado esperado. Crie indicadores que evidenciarão os efeitos das ações executadas, sendo positiva ou não. Com isso, se houver falhas, a área responsável irá detectá-las e corrigi-las imediatamente.

Além da aplicação de pesquisa interna, indicadores como redução de turnover, interação nos canais oficiais de comunicação e aumento da produtividade podem ser definir o sucesso de todo o trabalho.

Esse post reúne somente algumas formas de elaborar um plano de comunicação. Para mais informações sobre comunicação clique aqui.

Por Evelyn Spada

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Planejamento 360 a comunicação não é prateleira

Planejamento 360: a comunicação não é prateleira

A complexidade do mundo pós-digital se espelha em diversas esferas da sociedade. Uma das relações mais impactadas por estas transformações são as das empresas com seus públicos, uma vez que eles podem ser acessados por meio de diversos canais.

Os stakeholders de uma companhia a cercam por todos os lados, carregando suas impressões e perspectivas sobre a marca, produtos, serviços e atendimento. Por este motivo, devem estar contemplados num plano de comunicação eficiente, que contenha estratégias capazes de levar a mensagem adequada para cada uma dessas pontas.

Neste cenário, entra a importância de um planejamento 360 que, como o nome sugere, deve considerar todas as ferramentas online e offline para estabelecer a comunicação desejada. Associando conteúdos próprios, divulgação e relacionamento, seu objetivo principal é alcançar os mais diversos públicos: interno, imprensa, mercado, comunidade, órgãos de governo, entidades e quantos mais forem necessários.

Para isso, deve identificar as personas corretas, propondo narrativas customizadas e efetivas. A finalidade é que o cliente, o colaborador, os influenciadores do setor etc., tornem-se promotores da marca, replicando as experiências positivas que vivenciaram. Ou seja, seu enfoque não é em produtos ou serviços, mas sim nas necessidades e demandas dos stakeholders.

O planejamento de comunicação não é prateleira

Para realizar um planejamento 360 diversos mecanismos podem ser ativados, como relações públicas, assessoria de imprensa, as mais distintas redes sociais, branded content, site, blog com conteúdo próprio, entre outros. São inúmeras as possibilidades e combinações possíveis para dialogar com as personas estipuladas.

No entanto, é muito importante entender que a comunicação não pode ser de prateleira. Ou seja, não se deve acionar todas as ferramentas a todo momento e para todos os públicos, um erro comumente cometido por quem se aventura sem experiência na área.

Utilizadas de forma eficiente e profissional, são excelentes aliadas. Coordenadas de maneira amadora, podem resultar em grandes desastres, com potencial de prejudicar reputações e afastar quem deveria estar próximo.

Deste modo, é essencial que o planejamento 360 seja bem estruturado, o que significa que deve conversar com os objetivos e metas da empresa. Ao menos deve ser capaz de responder o porquê da estratégia, para quem é endereçada, como executar as ações e quando fazê-lo.

Atendendo a esses critérios, utilizando corretamente os mecanismos de comunicação, identificando as personas apropriadas, ajustando os objetivos sempre que necessário e sensibilizando os públicos pretendidos com mensagens e experiências corretas, as chances de sucesso são grandes.

Por Thiago Eid

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estratégia digital

Estratégia digital e construção da persona

Na elaboração dessa estratégia digital a construção da persona é item fundamental. Construir uma reputação de marca, tanto online quanto offline, é um dos objetivos principais de comunicação corporativa.

Uma vez que a empresa conquista uma percepção positiva por parte de seu público-alvo, é possível alcançar também os objetivos do negócio, seja ele voltado para o varejo ou prestação de serviços, B2B ou B2C.

Com o avanço da internet, o marketing digital tornou-se uma das maiores ferramentas de vendas e reconhecimento de marca, com novos conceitos e fórmulas para atingir cada vez mais, e com mais precisão, a audiência desejada – o famoso público-alvo, ou target. E, a partir desse conceito, surgiu a persona: uma representação fictícia do cliente ideal de um negócio.

Muito além de público-alvo, a persona é baseada em dados demográficos e de comportamento reais, e leva em consideração a história pessoal dos clientes, seus hábitos, interesses, profissão, objetivos, desafios e frustrações.

Persona x público-alvo

O ponto mais importante para saber a diferença entre persona e público-alvo é partir do ponto que ambos não são sinônimos. Enquanto o público-alvo abrange uma grande parcela da população, para quem os produtos ou serviços são destinados, a persona representa o cliente ideal de forma personalizada e humanizada. Veja abaixo a diferença entre ambos:

  • Público-alvo

Mulheres de 18 a 35 anos, residentes em São Paulo/SP, interessadas em balé clássico e jazz, com renda mensal a partir de R$3.000,00. Procuram produtos e artigos para a dança de qualidade.

  • Persona

Maria Eduarda tem 24 anos é bailarina do Teatro Municipal de São Paulo e professora de ballet para crianças de 6 a 11 anos. Está no começo da carreira e um dia sonha em ser a solista da companhia em que dança. Busca produtos de qualidade, tecnologia e valor compatíveis ao seu poder aquisitivo.

A partir da base de clientes, é possível investigar qual ou quais seriam as personas do negócio, e desenvolver estratégias de vendas mais assertivas para atingir esses potenciais consumidores.

Busque entender como seu produto ou serviço é percebido no mercado, pontos fortes e fracos e como a definição da persona pode ajudar nessa virada estratégica.

A importância de definir uma persona na estratégia digital 

Sabe-se que o objetivo final da criação da persona é, com toda certeza, vender mais – seja um produto, serviço ou reputação. No entanto, no meio do caminho, há muitas etapas importantes até a conversão dos potenciais clientes.

Para construir a presença digital de uma marca é imprescindível investir na produção de conteúdo para blog e redes sociais. A persona ajuda a determinar o melhor conteúdo para atingir esses objetivos, o tom de voz, temas, e estilo das postagens.

Além disso, a persona ajuda a entender como o potencial consumidor busca, recebe e consome informações, e a forma mais certeira desenhar uma estratégia digital de marketing para esse cliente ideal. É uma ferramenta chave para alavancar a presença digital, o reconhecimento de marca e as vendas de produtos e serviços.

Por Bárbara Christan

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ações de endomarketing

Ações de endomarketing para gerar engajamento

Atingir bons resultados não depende apenas de estratégias voltadas para promover o engajamento externo de sua empresa. Ações de endomarketing podem gerar engajamento e é fundamental pensar na melhor maneira de promover a capacitação de sua equipe e trabalhar a comunicação interna entre todos.

O endomarketing é essencial na atual realidade dinâmica em que estamos inseridos, visto que a praticidade na resolução de problemas e desafios são destaques nos serviços oferecidos. Ao optar por ele, a imagem da empresa tende a crescer no mercado e se destacar pela composição de equipe.

Como aplicar o endomarketing?

Para implementar esse novo sistema, é preciso ter em mente que o endomarketing não se restringe apenas às ações publicitárias internas, mas também conta com o engajamento do RH, com o papel de oferecer melhores condições aos funcionários e atender as suas demandas. Dessa forma, a proatividade encontrará um espaço mais saudável e equilibrado para desenvolver suas estratégias e planos de comunicação com os clientes.

Neste tipo de implementação, é com foco na percepção dos colaboradores sobre a empresa e de que forma os aproximar da organização que fará a diferença. Isso inclui traçar um plano que mostre que eles são essenciais para o desenvolvimento da empresa e crescimento no mercado, gerando maior motivação e gosto pela área de atuação.

Outro ponto é oferecer constantemente espaço para que seus funcionários se expressem e tenham voz dentro do ambiente de trabalho. A exposição de ideias e possíveis discussões sobre a dinâmica de trabalho geram frutos promissores para a empresa, de forma a refletir nos resultados positivos, como prospectar um cliente a mais ou tornar fiéis os que já são parceiros.

Aliado a isso, um aspecto que diferencia uma empresa de sucesso com as demais, é o investimento no todo. Propor atividades e oferecer palestras e cursos de atualização na área de trabalho demonstra a preocupação da organização em lapidar suas fontes de crescimento. O treinamento aumenta a qualificação e promove maior engajamento e construção de futuros líderes.

Ao aplicar essa política mais aberta e responsável, é preciso que haja pesquisas de satisfação para identificar quais pontos precisam ser melhorados e quais atingiu-se um ápice maior de produtividade. Essa análise permite que novas estratégias sejam formadas e calcular o índice de crescimento da empresa em alguns meses.

Aplicando essas estratégias não só seus colaboradores se sentirão motivados, como também irá criar confiança entre funcionário-empresa. Dessa forma, será possível notar uma melhora do clima corporativo e otimizar os resultados alcançados.

Por Ana Luiza Antunes

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podcasts

Guia básico para criar o podcast da sua empresa

O formato podcast é algo que pode parecer uma novidade para muitos, mas já possui mais de uma década de história. Essa espécie de audioblog (ou canal do YouTube sem imagem, como alguns gostam de explicar) se consolida mais e mais como uma nova oportunidade para a criação de conteúdo e, consequentemente, como uma excelente ferramenta de inbound marketing. Por isso separamos aqui 4 passos para criar o podcast da sua empresa.

Nos Estados Unidos, onde o modelo já é estabelecido, os podcasts cruzaram a linha entre nicho e grande público com a publicação de Serial, de 2014, um documentário em áudio da jornalista Sarah Koenig sobre o assassinato de Hae Min Lee, uma estudante americana filha de coreanos.

No Brasil, o formato ainda tem um longo caminho pela frente, mas já conquista um espaço precioso com milhões de downloads semanais de podcasts como Nerdcast, voltado à cultura pop, Mamilos Pod, que debate temas polêmicos com a promessa de construção de pontes entre os diversos lados de uma discussão, e Projeto Humanos, que segue a linha investigativa semelhante àquela utilizada por Koenig em Serial.

Apesar da crescente popularidade, com adaptações para TV e cinema, livros, eventos e publicidade, os podcasts ainda estão sendo “descobertos” pelas empresas. O já esperado clima de desconfiança pode ser compensado pela facilidade e acessibilidade com que esses produtos de comunicação podem ser desenvolvidos.

Partindo do princípio que você vai precisar gravar seus episódios com um equipamento de áudio e um computador, e que terá que realizar o upload desse material em um host, confira o guia básico de como dar o pontapé inicial ao podcast da sua empresa.

  1. Quais são os equipamentos?

Essa é a pergunta que todo mundo se faz logo que considera criar um podcast, então já vamos tirar isso da frente. Como qualquer outra coisa, existem equipamentos mais sofisticados e aqueles mais simples e acessíveis. Eles possuem qualidade diferentes, mas digamos que você não precisa de uma Ferrari 458 Itália para te levar para o escritório todos os dias.

Você vai precisar de um microfone. Não precisa ser o melhor, mas ele não pode captar muito do som ambiente a sua volta, então aquele do seu notebook não deve ser o mais recomendável.

Você também vai precisar de uma interface de áudio, um aparelho que permite que você conecte seus microfones diretamente ao computador. Existem versões bem sofisticadas no mercado, mas não se assuste. Elas são normalmente voltadas para músicos. Uma interface simples dará conta do seu podcast.

Fones de ouvido também são altamente recomendados, apesar de não serem essenciais. Eles são importantes para saber se o seu equipamento está entregando uma boa qualidade de áudio, se há chiados, barulhos muito altos de som ambiente, além de te dar um feedback de como a sua própria voz soa na gravação, de modo que você não fale muito alto ou muito perto do microfone, por exemplo. Aqui, é importante que eles sejam confortáveis, afinal você vai usá-los durante muito tempo.

Por último, mas não menos importante, você vai precisar de um software de edição de áudio. O Audacity é o mais popular entre iniciantes. Além de ser fácil de aprender a utilizá-lo, seu download é gratuito. Mas existem diversas opções (pessoalmente, eu gosto de editar com Adobe Premiere, apesar da sua principal função ser edição audiovisual).

  1. Qual é o formato?

Existem diversos formatos que você pode se apropriar para criar o podcast da sua empresa. Você pode fazer um solo, em que somente o apresentador fala; formato de entrevistas; narrativas estilo storytelling, como utilizam os já citados Serial e Projeto Humanos; ou ainda o formato mesa-redonda, que conta com diversos hosts – provavelmente o tipo de formato mais comum entre os podcasts brasileiros.

  1. Não esqueça da criatividade

Depois de ter dado conta de todo o equipamento e formato, é hora de abusar da sua criatividade. Faça uma lista de assuntos que você poderá tratar de acordo com o nicho que você está querendo atingir com seu podcast. Só siga em frente se você conseguir fazer uma boa lista, afinal o seu programa vai precisar ser alimentado.

O podcast também precisa de um nome, ele não pode se chamar somente “podcast”! É o seu primeiro cartão de visita para as pessoas baixarem. É ideal que seja um nome fácil e que represente o que seu podcast está propondo a fazer. Pense em Nerdcast – só pode ser um podcast sobre assuntos que interessam os nerds!

Talvez seja bom ter um designer disponível para criar a sua arte de capa. No meio de tantos podcasts, uma capa bonita também pode ajudar a atrair inscritos. E o nome do podcast tem que estar legível, não esqueça.

É praxe adicionar uma descrição ao seu podcast, afinal do que se trata o Projeto Humanos? Sim, nem sempre o nome do podcast é o bastante para que o público entenda exatamente o que eles irão encontrar. Um pequeno resumo objetivo é mais do que o bastante.

  1. O que eu faço com isso agora?

Bom, o seu podcast já foi planejado, gravado, editado, nomeado e desenhado. E agora? Você vai precisar encontrar um host de podcasts para subir seu material. Caso não tenha ficado claro, seria mesma coisa que criar um canal e subir um vídeo no YouTube ou criar um blog no Blogger.

Busque um host confiável, se informe em fóruns e comunidades sobre o tema. Um host de baixa qualidade pode dificultar que seu podcast seja encontrado pelo seu público. Serviços como os oferecidos pelo Soundcloud costumam ser de excelente qualidade, desde que se opte pela versão paga da plataforma.

Pronto. Agora seu podcast está disponível para seu público. Não deixe de atualizá-lo com frequência. Os podcasts mais acessados costumam ter uma atualização semanal de programas de 1h30m em média. Mas desde que você não esqueça do seu público e não deixe de criar programas de qualidade com regularidade, não existem regras.  Abuse da criatividade e boa sorte.

Por João Pedro Andrade

 

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