Quando eu preciso de um media training?

Quando eu preciso de um media training?

Por Rogério Artoni

Media training ou treinamento de mídia é uma preparação de profissionais para saber como lidar com a imprensa e se tornarem porta-vozes de suas respectivas empresas. Este treinamento tem como finalidade, de uma forma geral, fazer com que o porta-voz evite erros durante entrevistas, entenda como funciona a mídia, os interesses dos jornalistas e como se aproveitar, de forma ética, desse contato com os profissionais de imprensa.

Um porta-voz precisa de um media training quando…

1- …ele conhece muito o assunto, mas não sabe como falar de forma clara e simples sobre o tema.

2- …uma empresa precisa de alguém para atender a imprensa, mas esse profissional nunca teve contato com a mídia.

3- …ele deu entrevista e a matéria foi publicada com várias informações equivocadas.

4- …o profissional concedeu uma entrevista e pediu para olhar o que o jornalista anotou.

5- …ele é muito técnico e não sabe explicar de forma simples o que ele faz.

6- …ele não quer atender a imprensa, porque acha que isso não é importante.

7- …ele não sabe a diferença entre publicidade e assessoria de imprensa.

8- …o profissional dá uma entrevista olhando para a câmera e quer segurar no microfone do repórter.

9- …numa situação de crise, ele e a empresa, acham que o melhor mesmo é dizer “nada a declarar”.

10- …ele acha que dar “off” é um bom negócio sempre.

11- …ele acredita que as matérias são compradas e que se pagar para o jornalista a publicação vai falar bem dele.

12- …ele acha que o cinegrafista ou o fotógrafo são profissionais de segundo escalão e não merecem a mínima atenção.

13- …ele acha que a assessoria de imprensa tem que blindar a empresa e não responder nada do que foi perguntado.

14- …ele acredita que pode revisar uma matéria antes dela ser publicada.

15- …ele acha que sabe como funciona a imprensa, mas não sabe a diferença entre artigo, coluna e matéria.

* Rogério Artoni é Diretor da Race Comunicação

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10 dicas para divulgar sua empresa no Facebook

Por Alan Mariasch

Uma plataforma online com mais de 1,5 bilhão de usuários de todas as idades e classes sociais, sendo 99 milhões de brasileiros (2º país do mundo em número de cadastrados). Índices crescentes de inclusão digital no Brasil, com 61% da população já possuindo smartphones e 105 milhões de pessoas que já tem acesso à internet.

Sabendo de tudo isso, é possível dizer que o potencial de comunicação e marketing do Facebook talvez não seja bem aproveitado pelo mundo corporativo. Mas como fazer para divulgar minha empresa nessa poderosa ferramenta chamada Facebook, e como me relacionar da forma mais adequada com meus stakeholders que estão por lá?

1- Fazer-se presente: Você compraria algo de uma empresa que não tem site? Pois algo parecido acontece com o Facebook, especialmente para organizações B2C (business-to-consumer, empresas que vendem diretamente ao consumidor final). Todas as grandes empresas, e aquelas que querem ser grandes, já têm suas fan pages. O que está esperando para criar a sua?

2- Agregar conteúdo: Com a overdose de informação a que somos expostos diariamente, fica difícil se destacar no Facebook com postagens meramente publicitárias, do tipo “Compre nosso produto, ele é ótimo!”. Elas provavelmente serão ignoradas ou ocultadas do feed dos usuários. Chegou a hora de oferecer algo a mais: um banner engraçado, um viral positivo, uma curiosidade, uma promoção, uma novidade, uma dica, um conteúdo mais interessante ou educativo etc…

3- Velocidade nas respostas: Esqueça a seção “Carta do leitor” dos jornais. Você não tem muito tempo para responder seus fãs no Facebook, ainda mais se for uma crítica ou reclamação. Caso você demore, ele pode compartilhá-la para seus amigos, o que pode fazer a bola de neve crescer exponencialmente, e você não quer que isso aconteça, não é?

4- Publicidade direcionada: O Facebook é uma das principais ferramentas online onde você pode fazer publicidade segmentando seu público por local, idade, sexo, interesses, etc, atingindo nichos específicos para captar curtidores para sua fan page e/ou patrocinar posts, aumentando sua viralização.

5- Use com moderação: OK, você entendeu a enorme importância do Facebook para sua empresa e vai começar a postar frequentemente. Ótimo! Só tome cuidado para não se tornar uma fan page com postagens a cada 10 minutos. Isso pode incomodar os usuários e corre-se o risco das informações importantes passarem batidas ou até mesmo de se tornar chatos demais. Acredito que você também não gosta de ver seu feed poluído com um único assunto!

6- Planejamento é obrigatório: Antecipe-se. Faça cronogramas mensais, com programação especial em datas comemorativas e distribuindo as postagens de forma equilibrada durante cada semana, de modo que não fique muito tempo sem se comunicar com os usuários ou não abuse de postagens frequentes ou de postagens que falem apenas de datas comemorativas.

7- Invista em qualidade: Pesquisas do próprio Facebook indicam que o conteúdo visual é o que mais se destaca na rede, quando comparado àqueles com apenas texto. Portanto, se você não domina ferramentas de design, como Photoshop, Indesign, Illustrator, Corel não se aventure no Paint ou no Power Point: contrate um profissional para fazer seus banners e você verá os resultados (a Race pode fazer isso para você!). Também é possível criar vídeos para as redes e isso trará mais acessos ainda.

8- Estimule a viralização: Entenda seu público-alvo, isso é essencial para a produção de conteúdo. Ele gosta de um conteúdo mais complexo ou procura apenas diversão? Qual é sua faixa etária? A equação do post viral é complexa, mas passa por alguns fatores fundamentais: horário da postagem, originalidade, humor e sensibilização. Além do que, vídeos virais positivos são aqueles que trazem algo original ou de um forma diferente. Para se criar um conteúdo inovador é necessário muito mais preparação e estudo de mercado.

9- Benchmark: Estude como seus concorrentes usam o Facebook. Também é importante estar atento aos cases de sucesso da rede, mesmo aqueles que são de outros segmentos. É vital estar sempre atento às novas tendências da internet e às mudanças frequentes do Facebook, que constantemente agrega (e retira) ferramentas, muda layouts, atualiza regras, etc.

10- Meça os resultados: Todo esse trabalho só terá sentindo se você medir sua eficiência. Analise seus posts, excluindo do próximo cronograma aqueles com baixo retorno e investindo naqueles que tiveram sucesso. Estude atentamente as estatísticas fornecidas pelo Facebook: horários que os fãs que estão mais online, taxa de envolvimento dos posts, evolução do número de curtidores, etc. Estudos apontam que a comunicação deixou de ser subjetiva e que, sim, é possível estabelecer metas capazes de comprovar o planejamento estratégico.

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Assessoria de Imprensa versus Assessoria de Comunicação

Por Maira Manesco

Antes de qualquer outra informação… Sim, Assessoria de Imprensa e Assessoria de Comunicação são dois termos usados para diferentes atividades.

Apesar de possuírem denominação parecida, definem atividades distintas, por isso, costumam causar certa confusão aos leigos e também aos iniciantes profissionais da área. Em linhas gerais todos os assessores atuam administrando a informação entre empresa/cliente/produto e os seus stakeholders. Genericamente, tanto uma assessoria quanto a outra desempenham mais do que o simples papel de cuidar da imagem do seu assessorado.

A assessoria de imprensa é composta por jornalistas e relações-públicas, que têm como principal função ser o elo entre as organizações e os veículos de comunicação. Os assessores de imprensa devem conhecer as atividades, os projetos, as propostas e as ideias do cliente para, assim, elaborar estratégias de comunicação e sugerir pautas noticiáveis para a mídia. Devem ainda assessorar e divulgar eventos, montar os clippings de notícias com matérias sobre temas relevantes ao assessorado, e orientar sobre como executivos e colaboradores devem se relacionar com a imprensa, o famoso media training. O principal papel desempenhado por esta atividade é a divulgação.

Por outro lado, a assessoria de comunicação é formada por, pelo menos, um profissional de cada área da comunicação social, ou seja, jornalistas, publicitários e relações-públicas. O trabalho exercido por essa assessoria de comunicação é mais completo e aprofundado, por isso, o grupo de profissionais tende a formar o Departamento de Comunicação da empresa. Dentre outros itens, devem saber quais são os pontos negativos da organização e tentar apresentar meios para solucioná-los, além de criar um ambiente harmônico entre os colaboradores, desde o chão de fábrica até a alta administração.

Os assessores de comunicação precisam ainda ter conhecimento sobre as ações do Departamento de Recursos Humanos, saber direcionar as informações para os diversos públicos que abrange na comunicação interna e externa e ainda desenvolver campanhas e propagandas publicitárias.

Para estreitar o relacionamento com a mídia, em especial com os veículos-chave para a empresa, é importante contar sempre com o auxílio de uma agência de comunicação especializada em assessoria de imprensa.

Enfim, todas as organizações e profissionais devem estar cientes das diferenças entre as assessorias de imprensa e de comunicação, devem também saber da importância de ambas para o desenvolvimento da empresa em prol do sucesso.

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Quem são os stakeholders?

Por Maira Manesco

Os stakeholders são os públicos de interesse de uma organização. São as partes interessadas e envolvidas voluntária ou involuntariamente com a mesma, onde há um objetivo específico de relacionamento, trazendo benefícios para ambas as partes.

Os públicos representam o objetivo maior no trabalho dos comunicadores, sejam eles relações-públicas, jornalistas ou publicitários, mas poucos desses profissionais dedicam-se à sua precisa categorização, explica Fábio França em seu livro Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica.

Para auxiliar no mapeamento dos públicos e no reconhecimento de cada um deles, do ponto de vista da área de comunicação, os stakeholders são divididos em três graus de influência sobre a empresa: grau de dependência, grau de participação e grau de interferência.

• Grau de dependência: onde são identificados os públicos pelos quais a organização possui necessidade e que interferem diretamente na sua sobrevivência. Neste grau estão o governo, os funcionários, os clientes e os fornecedores.

• Grau de participação: onde são identificados os públicos pelos quais não há dependência por parte da organização, porém colaboram para a melhoria e o crescimento da mesma. São eles: redes de consultoria, prestação de serviços promocionais, redes sindicais, redes setoriais de comunidade, comunidades nas proximidades da empresa, entre outros.

• Grau de interferência: onde são identificados os públicos que podem interferir positiva ou negativamente na imagem da organização, que podem ser classificados em dois subconjuntos: rede de concorrência – empresas que trabalham no mesmo segmento da organização, e rede de comunicação de massa – veículos de comunicação que podem influenciar os públicos a respeito da organização.

O mapeamento dos stakeholders permite reconhecer com quais públicos a empresa se relaciona, qual o tipo de relação e expectativas geradas permitindo identificar quais merecem uma aproximação estratégica. É muito importante conhecer os stakeholders, pois quando bem trabalhados podem ser a chave para o reconhecimento positivo de uma organização.

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Quem são os stakeholders?

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A importância da mensuração no trabalho de comunicação empresarial

Por André Ranieri

Um trabalho de comunicação corporativa (assessoria de imprensa, comunicação interna ou gerenciamento de redes sociais) pode ter sido bem feito, colhido bons resultados e atingido as metas desejadas, mas ao mesmo tempo pode não ser reconhecido como deveria. Como? Simples! Com um relatório de resultados deficiente.

A partir do momento em que a parceria entre a agência de comunicação e o cliente é firmada, uma série de etapas se inicia. Começam as reuniões para entender melhor os objetivos da empresa, para demarcar as estratégias que serão usadas, os veículos que serão visados, os porta-vozes que serão utilizados, qual será a linha editorial do jornal interno, o público-alvo nas redes sociais, etc. Todo esse processo é variável, às vezes dura apenas um dia, outras vezes dura anos. Mas independente de sua validade, um elemento irá comprovar, ou não, se o trabalho foi bem feito: o relatório final de resultados – que normalmente é entregue periodicamente.

Esse balanço deve apresentar, através de técnicas de mensuração, tudo que foi obtido na parceria e se as metas desejadas foram alcançadas. O cliente sempre busca resultados palpáveis, ele não quer simplesmente a quantidade de matérias publicadas, de newsletters enviados ou de publicações no Facebook. Ele quer mais. Ele quer saber quantas pessoas foram atingidas, o perfil delas, o que isso representa monetariamente, a repercussão, os pontos positivos, negativos. Quanto melhor e mais completo for o relatório, melhor será a impressão sobre o trabalho da agência de comunicação.

Um relatório de resultados bem feito, por exemplo, não é capaz de alavancar um trabalho mal feito. Por outro lado, um relatório mal feito consegue arruinar um trabalho bem feito. Por isso, é fundamental para a agência entender realmente o que o cliente está buscando, desenvolver uma estratégia de acordo com estes objetivos, e, ao final de tudo isso, conseguir MOSTRAR ao cliente que as metas foram alcançadas (ou – por que não? – superadas!).

* André Ranieri é assessor de imprensa na Race Comunicação

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O que é comunicação interna?

Por Lívia Caixeta

O nome é autoexplicativo. Mas, os processos pelo qual este tipo de comunicação acontece são inúmeros e muito importantes para uma empresa. O raciocínio que se deve ter é que tão importante quanto gerar mídia espontânea nos veículos de comunicação, uma companhia deve garantir que seus colaboradores também estejam informados e alinhados com o que é divulgado sobre o local em que trabalham.

Assim, é por meio da Comunicação Interna que circulam as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados e vice-versa; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Desta forma, e, em muitos casos, é esta ferramenta que vai evitar o aparecimento de uma situação de crise num caso de negociações ou outros remanejamentos em uma grande empresa, por exemplo.

Para a doutora em Ciências da Comunicação, Marlene Marchiori, que também é Membro do corpo de palestrantes da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), “a busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização. (..) É por meio da comunicação que uma organização recebe, oferece, canaliza informação e constrói conhecimento, tomando decisões mais acertadas”.

Um estudo recente, realizado pela Aberje, em parceria com o instituto DMR Consulting, para a pesquisa “Comunicação Interna 2012”, aponta que foi o tempo do jornal-mural, do boletim ou da revista impressa. Hoje, 50% das grandes empresas brasileiras apostam na intranet e no e-mail como as principais ferramentas de comunicação com seus colaboradores.  Em apenas cinco anos, a queda dos veículos tradicionais foi de espantosos 26%, em um segmento que tradicionalmente resiste a modismos. O estudo ainda mostra que 39% das companhias já contam com veículos de comunicação de periodicidade diária para seus colaboradores.

O compartilhamento e a circulação de informação, portanto, são atualmente aspectos importantes para o desenvolvimento de uma empresa. Por isso, o empresário precisa ter em mente que o principal foco gerador de riqueza não é mais o trabalho manual, e sim o intelectual.

Confira algumas das principais ferramentas de  comunicação interna:

– Comunicado: Pode ser impresso ou enviado por e-mail, sendo um recurso essencial para divulgações importantes

Jornal mural: Localizado em áreas estratégicas, o mural pode ser muito interessante para funcionários sem acesso a e-mails e que não tiveram tempo de ler os comunicados

– Revista: De periodicidade a ser definida pela empresa, é um dos meios de comunicação interna mais consagrados. É o espaço de divulgação de notícias da companhia e de valorização dos próprios colaboradores, que muitas vezes são as fontes das matérias

 – Intranet: Sistema online interno da empresa, com conteúdo multimídia e muito importante no engajamento dos colaboradores, que cada vez passam mais tempo trabalhando em computadores. Muitas empresas também contam com redes socias internas.

– Newsletter: Geralmente enviados por e-mail, os newsletters trazem as últimas novidades e anúncios da empresa aos colaboradores, além de informações externas relevantes.

* Lívia Caixeta é diretora da Race Comunicação

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A importância da comunicação para as empresas

Por Maira Manesco

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2015.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação. Ter uma comunicação empresarial feita de forma profissional pode ajudar nos negócios!

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Assessoria de imprensa: o que é isso?

Por Treicy Keller

O que faz o assessor de imprensa? Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade? Se eu contratar os serviços de uma agência de comunicação, minha empresa conseguirá sair nos principais jornais do país? Muitas são as dúvidas em torno desta área e a nossa proposta é esclarecê-las.

Em linhas gerais, a principal função da assessoria de imprensa é servir como ponte entre o cliente atendido e os veículos de comunicação. Com isso, o assessorado (que pode ser uma pessoa física, empresa, ou instituição pública) conquista uma visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade. Ou, nas palavras de um profissional da comunicação: conquista um fortalecimento da sua imagem.

Então, você se pergunta: “E como isso acontece na prática?”.

O trabalho do assessor de imprensa, que geralmente tem formação em jornalismo ou relações públicas, será conseguir que sejam divulgadas na imprensa notícias sobre o assessorado.

O assessor deve conhecer a fundo o cliente: histórico, fraquezas, pontos fortes, quais são seus concorrentes e como está o mercado de atuação. A partir disto, o profissional irá encontrar o potencial noticioso do assessorado, que gere interesse da mídia em publicar algo. Conheça algumas das ferramentas de trabalho que o assessor de imprensa utiliza para construir este relacionamento com a mídia:

  • Estratégias de comunicação: é a elaboração de um planejamento de trabalho que, dentre outras coisas, inclui quais serão os veículos-alvo, quais serão as editorias escolhidas (moda, gastronomia, economia, saúde etc) e quais assuntos poderão ser enviados para a imprensa. 
  • Press release, ou somente release: envio de informações em formato de texto, ou áudio quando enviado para rádio. Caso algum jornalista se interesse pelo assunto, ele utilizará o texto da assessoria em sua reportagem, ou irá agendar entrevista com a empresa.
  • Acompanhamento de entrevista: o assessor acompanha a conversa entre jornalista e cliente.
  • Follow up: trata-se de ligar para repórteres e editores com o objetivo de oferecer uma pauta (assunto); estabelecer contato com os jornalistas; confirmar se o jornalista recebeu um e-mail enviado.

Assessoria de imprensa não garante que qualquer instituição ou pessoa física aparecerá nos veículos de comunicação. Isso acontece porque a assessoria não compra espaços no jornal, este trabalho é o da publicidade.  A assessoria de imprensa conquista o espaço na mídia, sem envolver pagamentos ao jornal. Este alcance é muito mais influente e de mais credibilidade para o leitor e, portanto, pode trazer melhores resultados ao assessorado.

Com a vinda e fortalecimento do meio digital, as atividades do assessor de imprensa se expandiram. “Trabalhar a gestão de relacionamento com jornalistas ainda é importantíssimo! Mas atualmente, este profissional ainda deve ter em mente a força que o meio digital pode ter sobre a imagem de uma empresa ou personalidade. Hoje, nas agências de comunicação todos pensam como atingir também aquele blog ou rede social que está mais em alta”, alerta Rogério Artoni, diretor da Race Comunicação, agência especializada em assessoria de imprensa.

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Um prêmio merecido

Por Rogério Artoni

Uma agência de assessoria de imprensa com 14 anos de muitos resultados não poderia ganhar melhor presente do que estar também entre as 50 maiores agências de comunicação corporativa do país. O mês de maio teve comemoração dupla para a Race Comunicação, que atua com assessoria de imprensa, gerenciamento de redes sociais, comunicação interna e media training: fizemos aniversário e fomos eleitos uma das 50 maiores agências do país pelo Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2013.

Atualmente o Brasil conta com mais de 3.000 agências de comunicação de vários portes, desde aquelas que possuem apenas o proprietário, até empresas com mais de 200 funcionários. No curso da história da Race Comunicação conseguimos um feito impressionante, subir cem posições em apenas um ano e hoje estamos na posição de número 44.

Gostaríamos de ter usado publicidade ou propaganda para conseguir subir ainda mais, mas nosso empenho neste momento é ainda em fazer a melhor comunicação possível para nossos clientes e essa estratégia de marketing é o que tem nos trazido mais clientes e também tem aberto mais portas.

Assim, agradecemos a todos aqueles que ajudaram a escrever esta história de sucesso. Desde aqueles que não estão mais por aqui, até aqueles que ainda virão à nossa agência, seja para uma consultoria, um café ou para trabalhar conosco.

* Rogério Artoni é diretor da Race Comunicação

Um prêmio merecido

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Race Comunicação é a assessoria de imprensa da Power3 Esportes

Parceria tem como objetivo potencializar o apoio ao esporte por meio do patrocínio de triatletas de ponta e, popularizar a prática esportiva como meio de desenvolvimento da cidadania

Goiânia, 20 de Maio de 2013 – A Power3 Esportes, empresa que importa e distribui produtos exclusivos para natação, corrida e ciclismo, inicia suas atividades de assessoria de imprensa em parceria firmada com a Race Comunicação. O objetivo da união das duas empresas é ampliar a divulgação das ações da Power3 Esportes em sua missão de apoiar o esporte em geral.

A Power3 foi fundada em 2008, mas iniciou suas operações em 2010, durante a maior prova de triatlo do Brasil, o Ironman Brasil. Os objetivos do negócio são importar e distribuir produtos de alta qualidade com preços competitivos para o mercado brasileiro e fomentar a prática esportiva como fator de mudança social.

“Acreditamos que o esporte fomenta e desenvolve a cidadania plena. A Power3 acredita que a educação, a prática esportiva e o meio ambiente (ecologia) estão intimamente ligados no desenvolvimento de uma sociedade avançada. Nossa idéia é fortalecer esse conceito com ações práticas em essas três disciplinas”, afirma um dos sócios da empresa, e triatleta amador, André Maule.

Race Comunicação 
A Race é uma agência de jornalismo, que atua no mercado de comunicação corporativa e de eventos, em todo o Brasil. A empresa dos sócios Rogério Artoni (fundador) e Lívia Caixeta tem escritórios em São Paulo e Goiânia, prima pela agilidade, exclusividade e credibilidade das informações e excelência no atendimento aos jornalistas, parceiros, colaboradores e fornecedores de seus assessorados.

Site da Race Comunicação
Site da Power3 Esportes
Facebook da Race Comunicação

Informações para a Imprensa: 
Race Comunicação
(62) 3085-2923

Lívia Caixeta – liviacaixeta@agenciarace.com.br

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