Monitoramento de redes sociais: 4 dicas para ficar atento

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Monitoramento de redes sociais: 4 dicas para ficar atento

Como é feito o monitoramento das redes sociais da sua marca?

Neste artigo mostro 4 dicas para se atentar e construir uma análise focada em resultados reais.

Vivemos em um mundo onde as notícias e opiniões circulam 24 horas por dia. Em um piscar de olhos, uma mesma informação pode percorrer o mundo todo e essa velocidade de informação não ocorre somente com notícias. Devido ao cenário pandêmico enfrentado pelo mundo em 2020, essas ações aumentaram e hoje em dia as pessoas acabam por comentar sobre tudo e todos. Isso inclui, filmes, séries, famosos, e é claro, marcas.

É necessário entender que, através dessas discussões online, muitas novas oportunidades de melhorar o seu negócio podem surgir.

Às vezes uma simples conversa entre duas pessoas no Twitter pode fazer com que você identifique um insight legal para a sua empresa, ou descobrir o que os seus consumidores estão ou não estão gostando de seus produtos ou mensagem-chave.

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Scrollytelling: o dinamismo por trás da narração de histórias

Assim como quase tudo que existe, a comunicação também tem suas fases e trago aqui uma nova tendência: o  scrollytelling.

Passamos anos entendendo que a maneira correta de comunicar acontecimentos era por meio de longas e minuciosa matérias, seja em veículos impressos ou na TV e no rádio. Com a chegada da internet, e o aumento de veículos on-line, as notícias ganharam um novo rumo, o tempo começou a ser mais escasso, havia pressa para informar os fatos, então, as matérias passaram a ser mais diretas.

E, as mudanças não pararam por aí. O Twitter, considerado hoje a rede social mais valiosa para jornalistas de todo o mundo – segundo a State of Journalism 2021, fez com que tralhássemos nosso poder de síntese: era preciso comunicar em apenas 140 caracteres (e depois em 280), pois ao postar muitos tweets sobre o mesma assunto, sua linha de raciocínio poderia ser perdida no feed dos usuários.

Hoje, muito por conta do aumento do uso de smartphones, ganha força uma nova maneira de publicar conteúdos no mundo virtual, o scrollytelling.

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Tradução de idiomas para empresas: a chave para bons negócios

A relevância do domínio das línguas estrangeiras e da tradução, foram a fonte inspiradora para escrever este artigo que procura destacar a importância do trabalho do tradutor no mundo corporativo.

Faz bastante tempo que vivemos num mundo globalizado. O planeta é, na verdade, uma aldeia global, pois as relações comerciais, diplomáticas e culturais terminam por aproximar ainda mais as nações. Podemos tomar, por exemplo, o Brasil, que consome produtos que vem de outros países do continente; recebe turistas de muitas partes do globo para o Carnaval e promove festivais de cinema em diversas cidades. Além disso, a rapidez das notícias de fatos ocorridos em outros continentes nos impactam quase que imediatamente, principalmente quando são relativos à economia, como as oscilações da bolsa de valores ou a queda de um líder político.

Contudo, a globalização nos impõe ainda alguns desafios. Um deles é o fator idiomático. A globalização não trouxe uma língua que unificasse ou auxiliasse nas relações comerciais. Aliás, é bom recordar que em meados do século XX, procurou-se criar e difundir um idioma que fosse global: o esperanto. Mas a difusão foi tímida e em pouco tempo ninguém mais levou essa iniciativa adiante. Assim, o que temos hoje é o trânsito de diferentes línguas em contratos, documentos, livros, revistas, dossiês etc. Naturalmente, alguns idiomas impõem-se devido à sua importância geográfica e econômico-político-social, como é o caso do inglês.

No Brasil, nas relações econômicas e culturais com outros países, é o inglês que mais domina. Em segundo lugar, temos o espanhol e, depois, o francês e o mandarim. Segundo a revista Exame (2016), o “inglês e espanhol, de longe, são os idiomas mais frequentes nos requisitos para oportunidades profissionais” e o “francês é a língua mais pedida, depois do inglês e do espanhol”.

A Race Comunicação conta com uma equipe de profissionais bilíngues para assessorar seus clientes, principalmente aqueles que têm filiais em outros países ou que precisam divulgar informações específicas em inglês ou espanhol.

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crise de imagem

Crise de imagem: ter uma visão holística nunca é demais

Entenda como o episódio Aberfan, de The Crown, vai além da ficção e contribui para o repensar ou a reformulação das estratégias de comunicação de crise de imagem

A crise de imagem não tem dia e nem horário para hora para acontecer, tão pouco, também não avisa quando deve percorrer os campos das lembranças e das citações. Segundo João José Forni, professor e autor do livro Gestão de Crises e Comunicação, “a crise quase sempre representa também um passivo de imagem, um arranhão na reputação. Esse passivo significa uma mancha na imagem das empresas, dos governos ou das pessoas.

Dependendo da dimensão, mesmo em crises bem gerenciadas, o impacto negativo pode ser tão forte que afeta definitivamente a reputação”.

A correta definição de Forni retrata precisamente o que as crises de imagem têm a possibilidade de causar a uma instituição, marca ou empresa. Mesmo tendo passado mais de 50 anos, após o desastre de Aberfan, a tomada de decisão da coroa britânica é contestada na série, causando uma certa repulsa para quem assiste o episódio, além de colocar em xeque a já desgastada reputação da família real britânica e da monarquia.

O impacto negativo da produção de streaming na realeza é tamanho, principalmente a 4ª temporada, que segundo informações do jornal The Times, o príncipe William considerou a série “profundamente intrusiva” e que dá uma “visão perversa e nojenta dos membros mais importantes da família real britânica”.

O desastre de Aberfan aparece no episódio intitulado com o mesmo nome do vilarejo, na 3ª temporada de The Crown, na Netflix. Ele é baseado na história verídica que ocorreu em 1966, no País de Gales.

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o que é doomscrolling

Descubra o que é doomscrolling, uma das palavras do ano de 2020

Doomscrolling é uma destas palavras que nos mostram o quanto a linguagem é um reflexo vivo da sociedade: o termo, usado pela primeira vez em março de 2020 pelo jornalista Kevin Roose, faz referência à compulsão por ler más notícias em redes sociais ou sites de notícias. Doomscrolling foi eleita uma das Palavras do Ano em 2020 pelo Dicionário Oxford, junto com expressões como lockdown e “distanciamento social”. Uma tradução livre poderia ser a expressão “rolagem da desgraça”, um comportamento que muitas pessoas têm manifestado nestes tempos sem precedentes.

Com boa parte do mundo fechada em suas casas, convivendo com medos, incertezas, ansiedades, tédio e mais tempo disponível, procurar por informações e navegar mais nas redes ou sites de notícias pelo celular se tornou, naturalmente, uma válvula de escape.

A princípio, buscávamos notícias porque havia algo grandioso e assustador acontecendo sobre o qual não sabíamos quase nada. Procurar informações era uma forma de nos sentirmos mais seguros. O mecanismo psíquico é: “se eu souber o que está acontecendo, talvez consiga proteger melhor a mim e à minha família.” À medida em que fomos entendendo o tamanho do problema com o qual estávamos (e ainda estamos) lidando, a busca por informações que nos apontassem um caminho seguro para fora do caos foi se transformando em hábito e, depois, em compulsão. Se você se identificou com isso, é importante refletir sobre como isso pode estar impactando a sua saúde psíquica.

O ato de buscar informações é positivo e saudável, mas no doomscrolling este comportamento vai além do ponto em que podemos tirar valor das notícias.

Um exemplo disso seria, por exemplo, ler uma matéria ou post e depois seguir lendo os comentários, que em geral não agregam valor nenhum à discussão, pelo contrário – ativam nossos próprios gatilhos de emoções negativas, aumentando o mal-estar emocional. Além disso, existe um fator temporal: hoje as informações são atualizadas 24 horas por dia. Ou seja, sem autocontrole, podemos seguir nos abastecendo delas indefinidamente.

Contra o discurso do ódio, ativismo empresarial

A propósito, estudos conduzidos durante a pandemia mostraram uma clara correlação entre o aumento da ansiedade e da depressão ligadas ao consumo de notícias relacionadas à Covid-19 e maior tempo gasto em smartphones. As questões que se colocam são: se sabemos que isso não faz bem, porque fazemos isso? E como podemos quebrar este hábito?

Segundo Dean McKay, professor da Universidade de Fordham especializado em comportamentos compulsivos e transtornos de ansiedade, existe um componente evolucionário nisso. Os seres humanos se desenvolveram ao se adaptar aos desafios do ambiente, e isso pode explicar biologicamente a compulsão por informações.

Na verdade, o doomscrolling acontece com tanta força nestes tempos porque ele é uma resposta e uma tentativa não só de controlar o medo, mas também de tentar prever o que está por vir. Junto com as más notícias – que, infelizmente, são maioria neste momento -, nas redes e nos portais também está a esperança de encontrar algum alento: talvez alguma nova vacina esteja chegando, talvez tenham descoberto algum medicamento, talvez o número de óbitos e internações já esteja diminuindo… a tentativa de manter o otimismo e conseguir prever o futuro também ajuda a explicar este comportamento.

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dia internacional da mulher

No Dia Internacional da Mulher ofereça valorização

Flores são lindas e iluminam o coração. Bombons adoçam a vida. No Dia Internacional da Mulher, que tal substituir as tradicionais rosas, ramalhetes, bombons e similares nas celebrações por um “buquê” imenso de valorização?

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável na agenda 2030 das Nações Unidas, a igualdade de gênero é um assunto que precisa estar sempre na pauta de qualquer empresa, seja na comunicação interna ou externa. Aliás, melhor. Mais do que pauta de comunicação, igualdade de gênero deve integrar o projeto de geração de valor de qualquer empresa e estar inserida nos processos do dia a dia.

Porém, não basta garantir uma estatística positiva para constar em dados de relatórios de sustentabilidade ou para ostentar em uma postagem nas redes sociais. Incentivar a valorização feminina e a igualdade entre gêneros nas empresas é um avanço rumo ao desenvolvimento social que não deve se limitar às reflexões pelo Dia Internacional da Mulher.

Lançado no fim do último mês de fevereiro, o relatório Mulheres, Empresas e o Direito realizado pelo Banco Mundial reúne dados de 190 países e avalia como a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus afetou as mulheres no trabalho e em casa. Pelo sistema de classificação do estudo, o Brasil soma 85 pontos de 100 possíveis no levantamento. Não está no fim da lista, mas ainda há muito a ser feito, e as mudanças mais importantes começam sempre com situações da vida cotidiana.

Segundo a ONU, a média mundial de diferença salarial entre homens e mulheres é de 16%, ou seja, em geral, as mulheres ganham apenas 84% do valor pago a um homem para ocupar o mesmo cargo, desempenhando funções iguais. No atual ritmo, serão necessários 257 anos para alcançar a igualdade econômica de gênero.

Mas, afinal, por que essa tal equidade é importante para o mundo? Estudo realizado pela Organização Mundial do Trabalho (OMT) indicou que, se houvesse uma redução de 25% da diferença de participação entre homens e mulheres no mercado de trabalho até 2025, seriam injetados US$ 5,8 trilhões no PIB mundial.

O levantamento corresponde a dados de 2018, mas projetando para um futuro pós-pandemia, esses números tendem a ser ainda mais expressivos. Considerando os aspectos de uma agenda ESG (Ambiental, Social e Governança em português), a participação das empresas na reconstrução do equilíbrio social nesta próxima fase fará toda a diferença.

Mais do que somente salário

Além da questão econômica evidente, é fundamental considerar o papel social que as empresas desempenham na contribuição para mudanças positivas da sociedade. Neste aspecto, ações simples podem fazer muita diferença.

A Race Comunicação, por exemplo, tem como tradição a valorização feminina independentemente do Dia Internacional da Mulher.

No quadro atual de funcionários, 60% da equipe é composta por mulheres, sendo 55% em cargos de chefia. O time de atendimento é formado 62% por mulheres.

No último ano, para marcar o Dia Internacional da Mulher, a empresa promoveu um encontro com Maíra da Rosa, vocalista da banda Samba de Dandara e batalhadora incansável pelos direitos das mulheres, e distribuiu a seus funcionários um exemplar do livro “Sejamos Todos Feministas”, de Chimamanda Ngozi Adiche (aliás, leitura altamente recomendada para começar a pensar as questões de gênero na sociedade).

E a Race não está sozinha nesta caminhada. Nos últimos anos, estimuladas pelas demandas de ESG ou não, as empresas assumiram uma postura muito mais ativa nas ações relacionadas à questão de gênero.

O ativismo empresarial é cada vez mais presente nas gestões com responsabilidade e compromisso social e abarca diversos temas fundamentais, incluindo entre eles a igualdade de gênero. O resultado é o enriquecimento do debate em múltiplos níveis e uma soma de esforços pela transformação de realidades.

Você já pensou como a comunicação interna e externa da sua empresa – seja com assessoria de imprensa, relações públicas ou gestão de mídias sociais – pode contribuir para mudanças positivas neste sentido?

Por Marta Teixeira

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sustentabilidade

Confira 3 dicas para a elaboração de um relatório de sustentabilidade

Um novo ciclo de relato da sustentabilidade vai surgindo com a aproximação dos últimos meses do ano de 2020.

Para empresas e organizações que nunca produziram um relatório de sustentabilidade abrangendo as dimensões sociais, ambientais e econômicas de forma integrada, seguindo ou não metodologias globais, como a GRI (Global Report Initiative) e a CDP (Carbon Disclosure Projetc) ou os indicadores do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) entre outros, o processo de construção de um documento deste tipo deve ser percebido como oportunidade de aprendizado organizacional na busca de melhorias, inovação e análise de oportunidades.

Confira mais detalhes sobre os nossos projetos customizados de comunicação:

Projetos customizados de comunicação

Mais do que uma publicação, o relatório ganha maior relevância exatamente no seu processo de edição e montagem.

Por isso, veja 3 dicas importantes para você desenvolver um relatório de sustentabilidade:

1: Comunicar sempre: a comunicação interna deste processo junto a todos os empregados e colaboradores deve ser feita desde o início do processo da busca, da análise e da reunião de dados e informações. Todos devem saber que a empresa iniciou uma jornada na qual a oportunidade de melhorias e a transparência das informações andam juntas e a produção do relatório vai simbolizar esse compromisso com a sustentabilidade;

2: Liberdade de escolha: independentemente da escolha de critérios ou metodologias, qualquer empresa ou organização pode iniciar esse trabalho de forma livre, através de um balanço socioambiental por exemplo, no qual a elaboração da publicação vai sendo aprimorada e evoluindo ao longo dos anos. As escolhas devem ser feitas à luz da maturidade organizacional, dos recursos disponíveis e dos objetivos das empresas;

3: Formatos variados: relatórios podem ser documentos impressos, eletrônicos, podem ser websites interativos, podem ser publicados em capítulos, ter versões segmentadas para diferentes públicos, utilizar podcast com narrativas gravadas. São muitas as opções de formatos e pensar a sustentabilidade como uma alavanca de inovação facilita a elaboração de canais capazes de servir como veículos para a prestação de contas e a transparência das informações publicadas.

Vamos falar mais sobre sustentabilidade? Procure a equipe da Race Comunicação para que possamos ajudar a sua empresa e seu negócio na elaboração de um relatório de qualidade.

Por Luiz Antônio Gaulia – Diretor da Race Comunicação no Rio de Janeiro

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pandemia

5 pontos de atenção que a pandemia trouxe para seu negócio

Para além de todas as sérias preocupações em relação a saúde, a pandemia gerou uma revisão de muitos processos e até modelos de negócio. O isolamento social acelerou e ampliou tendências como o home office e o delivery e influenciou na construção de uma nova relação entre a empresa, seus colaboradores e seu público-alvo.

Listamos abaixo 5 pontos de comunicação para seu negócio, ainda mais importantes em tempos de pandemia.

1: Comunicação Interna

Com muitas empresas trabalhando integralmente remota, a cultura organizacional foi posta a prova – principalmente quando não feita de forma estruturada. Sem a dinâmica presencial do dia a dia, como conversas de corredor, encontros frequentes, comunicados e até happy hours, o isolamento físico tende a criar um distanciamento da relação dos profissionais com as empresas.

Assim, uma comunicação interna é essencial para manter a identidade da empresa e engajar as equipes para trabalharem como se tivessem um ao lado do outro.

2: RP Digital

Com a diminuição de circulação de pessoas por conta da pandemia, a presença no Digital se fez ainda mais necessária para “ser visto” e entregar as mensagens-chave do seu produto ou serviço. Aí entra o Relações Públicas Digital e todo seu portfólio de soluções, para criar novas estratégias para que as empresas se relacionem da forma mais adequada com o seu público-alvo e que não necessariamente envolvam apenas a imprensa.

Aqui entram estratégias como Marketing de Conteúdo, SEO e o uso de Influenciadores digitais

3: Omnichannel

Explorar novos canais é uma ótima solução para ampliar seu contato com o público-alvo. Isso não significa sair criando perfis em tudo quanto é rede social, mas pensar estrategicamente em uma comunicação 360º integrada.

Aqui na Race, usamos a metodologia PESO, desenvolvida pela Associação Internacional para Medição e Avaliação da Comunicação (AMEC), maior organização de inteligência e insights de mídia do mundo. É um avançado sistema para alinhar estratégias de comunicação às metas das organizações de forma clara e objetiva. Seu nome vem das iniciais dos quatro tipo de mídia: Paid (paga), Earned (conquistada), Shared (compartilhada) e Owned (própria).

4: Growth Hacking

Mais do que uma técnica com uma metodologia própria, o growth hacking é uma maneira ágil e eficaz de pensar e agir para aprimorar o crescimento da sua empresa. A partir da identificação do elo frágil de uma operação, os profissionais se debruçam sobre ele, propondo e testando processos ágeis. Vale lembrar que para ser considerada uma growth hacking, o sistema deve ser repetível e rentável.

Saiba mais abaixo:

Já ouviu falar em growth hacking?

5: SAC 2.0

A ampliação da presença da marca no digital e o e-commerce se tornaram necessidades básicas durante a pandemia, obrigando muitas empresas a acelerarem o processo de transformação digital. Atendimento via WhatsApp e vendas por Instagram salvaram muitos negócios de fechar. 

E nesse contexto entra o atendimento ao consumidor voltado para o digital, chamado de SAC 2.0. O grande desafio está em criar um fluxo viável e eficaz que consiga respeitar a agilidade dos canais digitais e manter uma experiência amigável com o consumidor, além de tangibilizar a persona da marca para essas pessoas.

Esses são apenas cinco exemplos de como se pode aprimorar a comunicação para tornar seu negócio mais rentável e conectar com seu público, interno ou externo, da melhor maneira possível. Existem outras frentes que podem ser exploradas para garantir uma comunicação saudável e rentável para seu negócio.

Aqui na Race, o processo com nossos clientes começa com um diagnóstico detalhado para mapearmos os principais pontos sensíveis e indicar a melhor estratégia.

Quer saber mais? Entre em contato com a gente! 

Por Pedro Couto

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pandemia

Conheça 5 estratégias de comunicação em tempos de pandemia

“A propaganda é a alma do negócio”. Todo mundo já escutou essa frase pelo menos uma vez na vida e não por acaso. O que ela tem de simples, tem de verdadeira. Afinal, o primeiro passo para que alguém se interesse pelo seu produto, negócio ou serviço é saber que ele existe. Nesse período de pandemia muitos empreendedores passaram a ter um olhar mais atento sobre a importância das estratégias de comunicação para impulsionar o conhecimento de sua marca ou do seu serviço.

Esse ano, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) em conjunto com as Associações Nacionais de Anunciantes da América Latina filiadas à World Federation of Advertisers (WFA) produziram a pesquisa “A resposta das marcas à pandemia de Covid-19”. Os resultados foram divulgados em julho e alguns dados são muito significativos. Entre os consultados no levantamento, 41% dos respondentes consideraram o momento uma oportunidade para repensar estratégias de marketing. Além disso, na época da divulgação, 84% das empresas afirmaram já ter lançado campanhas especialmente elaboradas para responder  à pandemia.

Desde março, a sociedade tem enfrentado muitas incertezas, inclusive econômicas. Logicamente, isso teve reflexos no volume de negócios em praticamente todos os setores e um dos desafios desses tempos tem sido aprender a lidar com essa realidade. Saiu na frente quem percebeu que precisava se reinventar e buscar novas formas de se mostrar no mercado, aparecendo para seu público alvo como uma solução ou, pelo menos, um facilitador em meio às novas exigências de convívio social. Aliada às divulgações espontâneas, a adoção estratégica de mídia paga impulsionou resultados, divulgando ofertas, novos serviços e vantagens, contribuindo para fortalecer o reconhecimento de marcas e a fidelização a ela.

Ainda duvida disso? Pense bem. Nos últimos meses, em meio a todas as mudanças provocadas pela pandemia de Covid-19, um dos setores que conseguiu crescer foi o de serviços de delivery  e os segmentos que se atrelam a ele. É verdade que a entrega em domicílio sempre existiu. O fato relevante em meio a isso tudo foi a maneira como empresas e empreendedores usaram isso para se conectar com seu público.

O Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, tornou o seu serviço de entregas – que sempre existiu, é importante ressaltar -, em um ponto de destaque em sua estratégia de comunicação durante a pandemia. O primeiro passo foi readequar a realidade. A empresa mais do que dobrou o número de lojas físicas com a modalidade de entrega express e reforçou seu e-commerce. Se o cliente estava ficando em casa, o mercado passou a ir até ele de forma rápida, simples e segura.

Lançada em maio, a campanha #JuntosPodemosMais permitiu que o público tomasse conhecimento dessas e de outras iniciativas graças a uma ampla estratégia  de comunicação, incluindo ações nas redes sociais do Grupo e a divulgação de um filme de 90” em canais fechados de TV com imagens reais enviadas por clientes, registrando como a pandemia estava alterando seu cotidiano.

Mas não é preciso ficar restrito às grandes marcas para perceber que os bons resultados ficaram ao lado de quem adotou essa linha. Pequenos fornecedores tornaram a disponibilidade de entrega e a higienização de seus produtos carros-chefes entre seus diferenciais.

Com um bom plano comunicação, mesmo sem a possibilidade de investir grandes valores, a mídia paga é uma opção acessível a empresas de todos os tamanhos para valorizar sua marca. Afinal, como você usa o conteúdo pago é tão ou às vezes até mais relevante do que quanto você vai investir nele.

Conheça as nossas soluções em comunicação 360º

Como estruturar um plano de comunicação 360º

Agora que as vantagens da mídia paga ficaram claras, conheça cinco fatores que você precisa levar em consideração para investir bem nesse conteúdo em tempos de pandemia.

1 – Conheça seu público

Essa dica é aparentemente desnecessária, mas ainda há quem a ignore. O primeiro passo para qualquer tipo de campanha, paga ou não, é conhecer seu público. Ter a sensibilidade de identificar suas necessidades e os elementos que ele valoriza para atendê-las é fundamental.

2 – Defina seu objetivo

Sem saber qual meta deseja alcançar é muito mais difícil estabelecer o tipo de campanha mais adequado. Você quer gerar leads, aumentar o número de visitas em sua página, fidelizar seu público ou intensificar a interação dele em seus canais? O objetivo não precisa ser necessariamente numérico, pode ser comportamental, mas o fundamental é que ele esteja bem definido.

3 – Determine um prazo

Depois de definir o que você deseja alcançar, é necessário estabelecer em quanto tempo quer chegar lá. Campanhas de tiro curto podem demandar investimentos maiores.

4 – Estabeleça um orçamento

Saber o valor disponível para investir em mídia paga é essencial para traçar a estratégia a ser seguida. As ideias e opções de mídia precisam estar adequadas à realidade financeira do projeto, assim como os objetivos devem ser condizentes com esses recursos.

5 – Faça uma mensuração periódica dos resultados

Uma vez implantado um plano de mídia paga, é importante fazer uma avaliação periódica dos resultados alcançados. Isso possibilita ajustes de acordo com a realidade.

 Por Marta Teixeira

 

 

 

 

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Rebranding: 3 pontos a serem considerados em tempos de crise

Posicionar a marca no mercado é uma das tarefas mais difíceis de uma empresa. Para alcançar este cobiçado espaço na lembrança do consumidor é necessário um trabalho constante, ao longo de anos, para criar conexão com público-alvo e demarcar as principais características do negócio. Com o rebranding isso também acontece.

Mas existem situações em que o antigo posicionamento pode precisar de uma readequação (por vários motivos e com vários objetivos). É o que chamamos de reposicionamento de marca ou rebranding – termo que tem se tornado cada vez mais popular devido às mudanças recentes no cenário mundial.

Neste período de transição, muitas empresas tem sido obrigadas, de certa forma, a buscar estratégias inovadoras de enfrentamento aos novos tempos de crise por conta da pandemia do Covid-19. 

Dentro dessas estratégias, está o reposicionamento de marca ou rebranding, que pode ser utilizado de forma a amenizar o desgaste da marca, aumentar (ou modificar o seu público-alvo) ou recuperar a imagem da empresa quando uma situação ruim afeta a percepção dos clientes sobre a marca.

Esta nova estratégia pode acontecer de diversas formas, desde a troca do logotipo, até uma mudança mais profunda dentro de seus valores.

Um fator importante desse reposicionamento é saber qual é o verdadeiro problema a ser combatido, fundamentado em uma análise completa, que inclui a descoberta da questão, os prós e contras dessa mudança, seus riscos, o público a ser atingido e a forma como o rebranding será implementado. 

É preciso ter em mente que uma mudança como esta serve para trazer um frescor de identidade ao negócio, modernizando sua posição aos novos tempos. Além disso, esse reposicionamento pode servir para comunicar de forma mais assertiva, de forma que a atração de novos clientes seja uma consequência.   

Novos tempos

Não há como negar que vivemos em um novo momento na sociedade e a comunicação desempenha um papel fundamental nesse contexto. Questões sociais como racismo, homofobia e feminismo, felizmente ganham cada vez mais espaço dentro das empresas, por isso o reposicionamento de marca também é um caminho para rever conceitos na comunicação empresarial. 

Confira os nossos projetos customizados

Projetos customizados de comunicação corporativa

Essa recondução da marca tem grandes possibilidades de impedir equívocos, que podem levar uma empresa ao centro de uma crise, pois para que o discurso seja colocado em prática, é importante que seja feito todo um estudo para direcionar os rumos a serem adotados. A partir desse mapa, é possível identificar e criar ações que conversem com o novo posicionamento da marca.

Um exemplo prático (e muito bem sucedido) de como o reposicionamento de marca pode causar um efeito positivo para combater problemas sociais é a ação que foi realizada pela Magazine Luiza. A empresa habilitou permanentemente um botão no app Magalu para receber denúncias de violência contra mulher.

O serviço permite que qualquer pessoa ligue diretamente para o 180, número da Central de Atendimento à Mulher criada em 2005 pelo governo federal.

Quando a crise chega: 3 pontos a se considerar no rebranding

É possível que não haja uma empresa sequer que não tenha passado por momentos difíceis, afinal crises acontecem o tempo todo e geralmente de maneira inesperada, conforme estamos vivenciando desde o início de março. 

Durante esse período, o rebranding se tornou um ponto muito importante, pois é justamente durante a crise que o cliente passa a ficar mais atento e cauteloso. Mas isso não significa que não seja possível passar por ela sem grandes prejuízos aos negócios. Para dar aquela ajuda no fortalecimento da sua marca durante um período de crise, aí vão 3 dicas de ações para colocar em prática imediatamente:

1: Entenda o seu cliente: um reposicionamento de marca, e até mesmo o reforço de um posicionamento, só é possível quando a empresa conhece a fundo os clientes e consumidores. Para obter uma análise neste sentido, o branding é fundamental para saber detalhadamente qual é o perfil da ser atingido, ou seja, analisar o comportamento do público-alvo e ir ao encontro destas necessidades. 

Durante uma crise, esse entendimento precisa ser ainda mais apurado, pois conhecendo a fundo o seu cliente, é possível prever e se antecipar a problemas que podem surgir. Por exemplo: você sabe se o seu cliente não renunciaria em utilizar o seu produto de nenhuma forma, mesmo precisando economizar? Como ele poderia continuar consumindo mesmo em dificuldades? Responder perguntas como essas podem ajudar no processo de reposicionamento de marca. 

2: Fidelização em destaque: você já deve ter ouvido a famosa frase “São muitos anos para construir uma reputação, mas apenas alguns segundos para destruí-la”. Pois saiba que, em momentos de crise, ela faz ainda mais sentido. Isso porque durante períodos de incerteza, a tendência dos clientes é manter-se fiel a marcas, produtos/serviços que já conhecem. Pensando nisso, manter uma relação sólida com a base de clientes já construída é essencial para atravessar uma crise, independentemente de quão longa ela seja. 

3: Engajamento da equipe: quando falamos em reposicionamento de marca, esse processo também deve acontecer internamente, ou seja, todo o trabalho realizado também deve conversar diretamente com a área de gestão, fazendo com que a equipe se sinta motivada e engajada para estar em sintonia com uma nova linguagem e/ou cultura organizacional da empresa. Quando o quadro de funcionários não está alinhado com reposicionamento, é possível que a crise se agrave mais ainda, portanto fique atento! 

Por Maurício Valentin

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