Confira 3 dicas para a elaboração de um relatório de sustentabilidade

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Confira 3 dicas para a elaboração de um relatório de sustentabilidade

Um novo ciclo de relato da sustentabilidade vai surgindo com a aproximação dos últimos meses do ano de 2020.

Para empresas e organizações que nunca produziram um relatório de sustentabilidade abrangendo as dimensões sociais, ambientais e econômicas de forma integrada, seguindo ou não metodologias globais, como a GRI (Global Report Initiative) e a CDP (Carbon Disclosure Projetc) ou os indicadores do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) entre outros, o processo de construção de um documento deste tipo deve ser percebido como oportunidade de aprendizado organizacional na busca de melhorias, inovação e análise de oportunidades.

Confira mais detalhes sobre os nossos projetos customizados de comunicação:

Projetos customizados de comunicação

Mais do que uma publicação, o relatório ganha maior relevância exatamente no seu processo de edição e montagem.

Por isso, veja 3 dicas importantes para você desenvolver um relatório de sustentabilidade:

1: Comunicar sempre: a comunicação interna deste processo junto a todos os empregados e colaboradores deve ser feita desde o início do processo da busca, da análise e da reunião de dados e informações. Todos devem saber que a empresa iniciou uma jornada na qual a oportunidade de melhorias e a transparência das informações andam juntas e a produção do relatório vai simbolizar esse compromisso com a sustentabilidade;

2: Liberdade de escolha: independentemente da escolha de critérios ou metodologias, qualquer empresa ou organização pode iniciar esse trabalho de forma livre, através de um balanço socioambiental por exemplo, no qual a elaboração da publicação vai sendo aprimorada e evoluindo ao longo dos anos. As escolhas devem ser feitas à luz da maturidade organizacional, dos recursos disponíveis e dos objetivos das empresas;

3: Formatos variados: relatórios podem ser documentos impressos, eletrônicos, podem ser websites interativos, podem ser publicados em capítulos, ter versões segmentadas para diferentes públicos, utilizar podcast com narrativas gravadas. São muitas as opções de formatos e pensar a sustentabilidade como uma alavanca de inovação facilita a elaboração de canais capazes de servir como veículos para a prestação de contas e a transparência das informações publicadas.

Vamos falar mais sobre sustentabilidade? Procure a equipe da Race Comunicação para que possamos ajudar a sua empresa e seu negócio na elaboração de um relatório de qualidade.

Por Luiz Antônio Gaulia – Diretor da Race Comunicação no Rio de Janeiro

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5 pontos de atenção que a pandemia trouxe para seu negócio

Para além de todas as sérias preocupações em relação a saúde, a pandemia gerou uma revisão de muitos processos e até modelos de negócio. O isolamento social acelerou e ampliou tendências como o home office e o delivery e influenciou na construção de uma nova relação entre a empresa, seus colaboradores e seu público-alvo.

Listamos abaixo 5 pontos de comunicação para seu negócio, ainda mais importantes em tempos de pandemia.

1: Comunicação Interna

Com muitas empresas trabalhando integralmente remota, a cultura organizacional foi posta a prova – principalmente quando não feita de forma estruturada. Sem a dinâmica presencial do dia a dia, como conversas de corredor, encontros frequentes, comunicados e até happy hours, o isolamento físico tende a criar um distanciamento da relação dos profissionais com as empresas.

Assim, uma comunicação interna é essencial para manter a identidade da empresa e engajar as equipes para trabalharem como se tivessem um ao lado do outro.

2: RP Digital

Com a diminuição de circulação de pessoas por conta da pandemia, a presença no Digital se fez ainda mais necessária para “ser visto” e entregar as mensagens-chave do seu produto ou serviço. Aí entra o Relações Públicas Digital e todo seu portfólio de soluções, para criar novas estratégias para que as empresas se relacionem da forma mais adequada com o seu público-alvo e que não necessariamente envolvam apenas a imprensa.

Aqui entram estratégias como Marketing de Conteúdo, SEO e o uso de Influenciadores digitais

3: Omnichannel

Explorar novos canais é uma ótima solução para ampliar seu contato com o público-alvo. Isso não significa sair criando perfis em tudo quanto é rede social, mas pensar estrategicamente em uma comunicação 360º integrada.

Aqui na Race, usamos a metodologia PESO, desenvolvida pela Associação Internacional para Medição e Avaliação da Comunicação (AMEC), maior organização de inteligência e insights de mídia do mundo. É um avançado sistema para alinhar estratégias de comunicação às metas das organizações de forma clara e objetiva. Seu nome vem das iniciais dos quatro tipo de mídia: Paid (paga), Earned (conquistada), Shared (compartilhada) e Owned (própria).

4: Growth Hacking

Mais do que uma técnica com uma metodologia própria, o growth hacking é uma maneira ágil e eficaz de pensar e agir para aprimorar o crescimento da sua empresa. A partir da identificação do elo frágil de uma operação, os profissionais se debruçam sobre ele, propondo e testando processos ágeis. Vale lembrar que para ser considerada uma growth hacking, o sistema deve ser repetível e rentável.

Saiba mais abaixo:

Já ouviu falar em growth hacking?

5: SAC 2.0

A ampliação da presença da marca no digital e o e-commerce se tornaram necessidades básicas durante a pandemia, obrigando muitas empresas a acelerarem o processo de transformação digital. Atendimento via WhatsApp e vendas por Instagram salvaram muitos negócios de fechar. 

E nesse contexto entra o atendimento ao consumidor voltado para o digital, chamado de SAC 2.0. O grande desafio está em criar um fluxo viável e eficaz que consiga respeitar a agilidade dos canais digitais e manter uma experiência amigável com o consumidor, além de tangibilizar a persona da marca para essas pessoas.

Esses são apenas cinco exemplos de como se pode aprimorar a comunicação para tornar seu negócio mais rentável e conectar com seu público, interno ou externo, da melhor maneira possível. Existem outras frentes que podem ser exploradas para garantir uma comunicação saudável e rentável para seu negócio.

Aqui na Race, o processo com nossos clientes começa com um diagnóstico detalhado para mapearmos os principais pontos sensíveis e indicar a melhor estratégia.

Quer saber mais? Entre em contato com a gente! 

Por Pedro Couto

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Conheça 5 estratégias de comunicação em tempos de pandemia

“A propaganda é a alma do negócio”. Todo mundo já escutou essa frase pelo menos uma vez na vida e não por acaso. O que ela tem de simples, tem de verdadeira. Afinal, o primeiro passo para que alguém se interesse pelo seu produto, negócio ou serviço é saber que ele existe. Nesse período de pandemia muitos empreendedores passaram a ter um olhar mais atento sobre a importância das estratégias de comunicação para impulsionar o conhecimento de sua marca ou do seu serviço.

Esse ano, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) em conjunto com as Associações Nacionais de Anunciantes da América Latina filiadas à World Federation of Advertisers (WFA) produziram a pesquisa “A resposta das marcas à pandemia de Covid-19”. Os resultados foram divulgados em julho e alguns dados são muito significativos. Entre os consultados no levantamento, 41% dos respondentes consideraram o momento uma oportunidade para repensar estratégias de marketing. Além disso, na época da divulgação, 84% das empresas afirmaram já ter lançado campanhas especialmente elaboradas para responder  à pandemia.

Desde março, a sociedade tem enfrentado muitas incertezas, inclusive econômicas. Logicamente, isso teve reflexos no volume de negócios em praticamente todos os setores e um dos desafios desses tempos tem sido aprender a lidar com essa realidade. Saiu na frente quem percebeu que precisava se reinventar e buscar novas formas de se mostrar no mercado, aparecendo para seu público alvo como uma solução ou, pelo menos, um facilitador em meio às novas exigências de convívio social. Aliada às divulgações espontâneas, a adoção estratégica de mídia paga impulsionou resultados, divulgando ofertas, novos serviços e vantagens, contribuindo para fortalecer o reconhecimento de marcas e a fidelização a ela.

Ainda duvida disso? Pense bem. Nos últimos meses, em meio a todas as mudanças provocadas pela pandemia de Covid-19, um dos setores que conseguiu crescer foi o de serviços de delivery  e os segmentos que se atrelam a ele. É verdade que a entrega em domicílio sempre existiu. O fato relevante em meio a isso tudo foi a maneira como empresas e empreendedores usaram isso para se conectar com seu público.

O Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, tornou o seu serviço de entregas – que sempre existiu, é importante ressaltar -, em um ponto de destaque em sua estratégia de comunicação durante a pandemia. O primeiro passo foi readequar a realidade. A empresa mais do que dobrou o número de lojas físicas com a modalidade de entrega express e reforçou seu e-commerce. Se o cliente estava ficando em casa, o mercado passou a ir até ele de forma rápida, simples e segura.

Lançada em maio, a campanha #JuntosPodemosMais permitiu que o público tomasse conhecimento dessas e de outras iniciativas graças a uma ampla estratégia  de comunicação, incluindo ações nas redes sociais do Grupo e a divulgação de um filme de 90” em canais fechados de TV com imagens reais enviadas por clientes, registrando como a pandemia estava alterando seu cotidiano.

Mas não é preciso ficar restrito às grandes marcas para perceber que os bons resultados ficaram ao lado de quem adotou essa linha. Pequenos fornecedores tornaram a disponibilidade de entrega e a higienização de seus produtos carros-chefes entre seus diferenciais.

Com um bom plano comunicação, mesmo sem a possibilidade de investir grandes valores, a mídia paga é uma opção acessível a empresas de todos os tamanhos para valorizar sua marca. Afinal, como você usa o conteúdo pago é tão ou às vezes até mais relevante do que quanto você vai investir nele.

Conheça as nossas soluções em comunicação 360º

Como estruturar um plano de comunicação 360º

Agora que as vantagens da mídia paga ficaram claras, conheça cinco fatores que você precisa levar em consideração para investir bem nesse conteúdo em tempos de pandemia.

1 – Conheça seu público

Essa dica é aparentemente desnecessária, mas ainda há quem a ignore. O primeiro passo para qualquer tipo de campanha, paga ou não, é conhecer seu público. Ter a sensibilidade de identificar suas necessidades e os elementos que ele valoriza para atendê-las é fundamental.

2 – Defina seu objetivo

Sem saber qual meta deseja alcançar é muito mais difícil estabelecer o tipo de campanha mais adequado. Você quer gerar leads, aumentar o número de visitas em sua página, fidelizar seu público ou intensificar a interação dele em seus canais? O objetivo não precisa ser necessariamente numérico, pode ser comportamental, mas o fundamental é que ele esteja bem definido.

3 – Determine um prazo

Depois de definir o que você deseja alcançar, é necessário estabelecer em quanto tempo quer chegar lá. Campanhas de tiro curto podem demandar investimentos maiores.

4 – Estabeleça um orçamento

Saber o valor disponível para investir em mídia paga é essencial para traçar a estratégia a ser seguida. As ideias e opções de mídia precisam estar adequadas à realidade financeira do projeto, assim como os objetivos devem ser condizentes com esses recursos.

5 – Faça uma mensuração periódica dos resultados

Uma vez implantado um plano de mídia paga, é importante fazer uma avaliação periódica dos resultados alcançados. Isso possibilita ajustes de acordo com a realidade.

 Por Marta Teixeira

 

 

 

 

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Rebranding: 3 pontos a serem considerados em tempos de crise

Posicionar a marca no mercado é uma das tarefas mais difíceis de uma empresa. Para alcançar este cobiçado espaço na lembrança do consumidor é necessário um trabalho constante, ao longo de anos, para criar conexão com público-alvo e demarcar as principais características do negócio. Com o rebranding isso também acontece.

Mas existem situações em que o antigo posicionamento pode precisar de uma readequação (por vários motivos e com vários objetivos). É o que chamamos de reposicionamento de marca ou rebranding – termo que tem se tornado cada vez mais popular devido às mudanças recentes no cenário mundial.

Neste período de transição, muitas empresas tem sido obrigadas, de certa forma, a buscar estratégias inovadoras de enfrentamento aos novos tempos de crise por conta da pandemia do Covid-19. 

Dentro dessas estratégias, está o reposicionamento de marca ou rebranding, que pode ser utilizado de forma a amenizar o desgaste da marca, aumentar (ou modificar o seu público-alvo) ou recuperar a imagem da empresa quando uma situação ruim afeta a percepção dos clientes sobre a marca.

Esta nova estratégia pode acontecer de diversas formas, desde a troca do logotipo, até uma mudança mais profunda dentro de seus valores.

Um fator importante desse reposicionamento é saber qual é o verdadeiro problema a ser combatido, fundamentado em uma análise completa, que inclui a descoberta da questão, os prós e contras dessa mudança, seus riscos, o público a ser atingido e a forma como o rebranding será implementado. 

É preciso ter em mente que uma mudança como esta serve para trazer um frescor de identidade ao negócio, modernizando sua posição aos novos tempos. Além disso, esse reposicionamento pode servir para comunicar de forma mais assertiva, de forma que a atração de novos clientes seja uma consequência.   

Novos tempos

Não há como negar que vivemos em um novo momento na sociedade e a comunicação desempenha um papel fundamental nesse contexto. Questões sociais como racismo, homofobia e feminismo, felizmente ganham cada vez mais espaço dentro das empresas, por isso o reposicionamento de marca também é um caminho para rever conceitos na comunicação empresarial. 

Confira os nossos projetos customizados

Projetos customizados de comunicação corporativa

Essa recondução da marca tem grandes possibilidades de impedir equívocos, que podem levar uma empresa ao centro de uma crise, pois para que o discurso seja colocado em prática, é importante que seja feito todo um estudo para direcionar os rumos a serem adotados. A partir desse mapa, é possível identificar e criar ações que conversem com o novo posicionamento da marca.

Um exemplo prático (e muito bem sucedido) de como o reposicionamento de marca pode causar um efeito positivo para combater problemas sociais é a ação que foi realizada pela Magazine Luiza. A empresa habilitou permanentemente um botão no app Magalu para receber denúncias de violência contra mulher.

O serviço permite que qualquer pessoa ligue diretamente para o 180, número da Central de Atendimento à Mulher criada em 2005 pelo governo federal.

Quando a crise chega: 3 pontos a se considerar no rebranding

É possível que não haja uma empresa sequer que não tenha passado por momentos difíceis, afinal crises acontecem o tempo todo e geralmente de maneira inesperada, conforme estamos vivenciando desde o início de março. 

Durante esse período, o rebranding se tornou um ponto muito importante, pois é justamente durante a crise que o cliente passa a ficar mais atento e cauteloso. Mas isso não significa que não seja possível passar por ela sem grandes prejuízos aos negócios. Para dar aquela ajuda no fortalecimento da sua marca durante um período de crise, aí vão 3 dicas de ações para colocar em prática imediatamente:

1: Entenda o seu cliente: um reposicionamento de marca, e até mesmo o reforço de um posicionamento, só é possível quando a empresa conhece a fundo os clientes e consumidores. Para obter uma análise neste sentido, o branding é fundamental para saber detalhadamente qual é o perfil da ser atingido, ou seja, analisar o comportamento do público-alvo e ir ao encontro destas necessidades. 

Durante uma crise, esse entendimento precisa ser ainda mais apurado, pois conhecendo a fundo o seu cliente, é possível prever e se antecipar a problemas que podem surgir. Por exemplo: você sabe se o seu cliente não renunciaria em utilizar o seu produto de nenhuma forma, mesmo precisando economizar? Como ele poderia continuar consumindo mesmo em dificuldades? Responder perguntas como essas podem ajudar no processo de reposicionamento de marca. 

2: Fidelização em destaque: você já deve ter ouvido a famosa frase “São muitos anos para construir uma reputação, mas apenas alguns segundos para destruí-la”. Pois saiba que, em momentos de crise, ela faz ainda mais sentido. Isso porque durante períodos de incerteza, a tendência dos clientes é manter-se fiel a marcas, produtos/serviços que já conhecem. Pensando nisso, manter uma relação sólida com a base de clientes já construída é essencial para atravessar uma crise, independentemente de quão longa ela seja. 

3: Engajamento da equipe: quando falamos em reposicionamento de marca, esse processo também deve acontecer internamente, ou seja, todo o trabalho realizado também deve conversar diretamente com a área de gestão, fazendo com que a equipe se sinta motivada e engajada para estar em sintonia com uma nova linguagem e/ou cultura organizacional da empresa. Quando o quadro de funcionários não está alinhado com reposicionamento, é possível que a crise se agrave mais ainda, portanto fique atento! 

Por Maurício Valentin

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Race Comunicação: 21 anos de sucesso

A Race Comunicação surgiu inicialmente com o propósito de ser uma agência de notícias voltada para o automobilismo. Desse projeto embrionário de empresa, formada ainda no período de faculdade em parceria com o jornalista Carlos Lima, comecei a fazer coberturas jornalísticas de provas do automobilismo brasileiro. Stock Car e as antigas Fórmula 3 e Fórmula Truck, eram o foco desse início e do que se tornaria futuramente uma agência de comunicação.

O acrônimo era uma mistura de Rogério Artoni, Antonio Carlos (Lima) e o E poderia ser interpretado como esporte. Depois de alguns meses, notamos que o formato não seria rentável e nada promissor, pois ninguém estaria interessado em comprar notícias de uma agência que cobriria apenas o automobilismo nacional. A sociedade com Carlos Lima foi desfeita, mas o nome se manteve.

Então, já em 2005, surgiu a oportunidade de trabalhar como assessor de imprensa do piloto goiano José Maria Reis, que competia na Fórmula Truck. Logo nesse início, veio a necessidade de formalizar o negócio com empresa aberta e tudo funcionando corretamente. Nesse período, minha vida se dividia entre as provas de automobilismo nos finais de semana, um trabalho, durante horário comercial, de balconista numa empresa da família e a música, cantando numa banda de Disco, Funk e Soul, em algumas noites da semana. Foi justamente da vida noturna na música que veio a oportunidade de oficializar a empresa.

Um dos colegas de palco, o jornalista (e saxofonista de mão cheia) Igor Thomaz, estava migrando do jornalismo para trabalhar apenas com música, caminho oposto ao meu. Ele gostaria de fechar sua empresa, a Em Pauta Comunicação, que havia fundado em 1999. Numa conversa veio a sugestão: “ao invés de abrir um novo CNPJ, porque não transferimos a minha empresa para você e dividimos essa despesa?”, sugeriu o Igor, ex-repórter do Jornal do Carro.

Assim, em 2005, transferimos a empresa e mudei o nome para Agência Race de Comunicação. A ideia então nesse momento, seria modificar o sentido do acrônimo para Rogério Artoni Comunicação para o Esporte. Dessa forma, segui atuando como assessor de imprensa no automobilismo, sozinho, no velho modelo de freelancer, mas com contratos interessantes, expandindo os clientes para categorias como Stock Car, Rally dos Sertões e outras competições para além da Fórmula Truck.

Tudo ia bem até o ano de 2008, quando minha filha Isabela nasceu e no afã de parar de trabalhar aos finais de semana, abri mão de atuar como assessor de imprensa e abracei outro projeto: o de editor-chefe da Editora M3, uma pequena empresa com projetos de revistas incríveis, todos voltados ao mercado automotivos e no automobilismo. A empresa, após cerca de seis meses de existência, quebrou, deixando todos os funcionários sem receber.

Sem clientes no automobilismo e sem emprego de editor pensei em formas de migrar oficialmente para o mercado corporativo e comecei com um ex-colega da falida editora, Marcelo Poyares, um projeto de ter uma agência voltada para o mercado corporativo oferecendo assessoria de imprensa e marketing esportivo.

Nesse momento, novembro de 2008, começava oficialmente o que viria a ser a Race Comunicação.

Em 2009, veio o primeiro grande cliente, o Laboratório Teuto, uma das maiores indústrias de medicamento genérico do país. Após dois anos atuando nas duas frentes, marketing esportivo e assessoria de imprensa, poucos projetos com viés esportivo vingaram. No ano de 2011, a parceria com Marcelo Poyares (que também era meu cunhado) foi desfeita e o foco total era em atuar com clientes corporativos.

Laboratório Teuto | Assessoria de Imprensa

Novamente veio a questão do acrônimo: “se alguém me perguntar por que Race, o que eu vou dizer?” – eu pensava. Então, Race virou Rogério Artoni Comunicação Empresarial. Após, algum tempo, a Race Comunicação já estava atendendo empresas de todos os tipos, áreas, mercados, clientes estrangeiros (sem nem escritórios no Brasil), expandimos os serviços para atuar também no mercado digital, gestão de redes sociais, comunicação interna e media training. Era também o momento de criar alguns pilares da cultura da empresa: ótimo clima de trabalho, diversidade e equidade.

Neste mesmo ano de 2011, conquistamos um cliente importantíssimo: parte da conta de assessoria de imprensa da Ajinomoto do Brasil. A partir daí abrimos o primeiro escritório fora de São Paulo, com a jornalista Lívia Caixeta, assumindo não só o Laboratório Teuto, mas outros clientes que havíamos conquistado na região de Goiás, estado do primeiro cliente de automobilismo da minha carreira de freelancer.

Clientes

Em novembro de 2013 conquistamos outro importante cliente, a Arup, uma das maiores empresas de engenharia do mundo. No princípio do ano de 2015, fechamos uma parceria super importante com a Navigate Response, rede global de agências focadas em gerenciamento de crise.

Mas um dos pontos culminantes daquele período foi que o trabalho árduo com a multinacional japonesa Ajinomoto nos rendeu a oportunidade participar de uma concorrência ainda maior, a conta toda, que chegou na agência em 2015. Neste mesmo ano, ainda com oito funcionários, contratamos o jornalista Wilson Barros, que depois de pouco menos de um ano se tornou diretor de atendimento.

O ano de 2016 ficou marcado também pela inclusão do meu nome pela PRWeek, principal revista do mercado de relações-públicas do mundo, no PRWeek Global Power Book, que elencava os 350 mais influentes e importantes profissionais do mercado de comunicação do mundo. O feito se repetiu em 2017, colocando o meu nome e o nome da Race Comunicação em evidência para o mercado nacional.

O ano de 2017 foi marcado também pelo primeiro prêmio da agência, o Prêmio Aberje, na categoria relacionamento com a imprensa, justamente com a Ajinomoto do Brasil. Em 2018, outro troféu, o Prêmio Jatobá PR na categoria digital e redes sociais, com o cliente ABPM – Associação Brasileira dos Produtores de Maçã. Ainda neste ano ficamos entre os finalistas do PRWeek Global Awards, na categoria LATAM, com o mesmo case vencedor do Aberje de 2017. Para fechar o ano de 2018, abrimos no Rio de Janeiro a segunda filial da agência, em parceria com o jornalista Luiz Gaulia.

Em 2019 foi a vez de mudarmos a sede em São Paulo para uma estrutura maior que comportasse a franca expansão da agência que já ocupava a 19ª posição no ranking das agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa. Neste mesmo ano, além de ficarmos novamente entre os finalistas do PRWeek Global Awards, com o cliente Zurich Seguros, vencemos o Prêmio Jatobá PR, na categoria relacionamento com imprensa, com o cliente Global Teacher Prize, cliente conduzido com nossos parceiros da Apollo Strategic Communication, de Londres.

A Race Comunicação dobrava de tamanho a cada dois anos, desde 2014, e no ano de 2020, quando completa oficialmente 21 anos, conseguiu o feito de subir para a nona posição do ranking de agências boutiques do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa, com um crescimento de faturamento de quase 70%.

Mesmo num ano difícil, com pandemia, crise de saúde, política e econômica a previsão é de fecharmos 2020 com a meta de sempre crescer acima de 10%. Contudo, a história da agência não é feita apenas de números e crescimento. É feita de pessoas, colegas de profissão que com um empenho incrível e muita parceria conseguiu trazer a agência até aqui e vai levá-la ainda mais longe.

A agência não é feita apenas de diretores. É feita de clientes, jornalistas, influenciadores, comunicólogos, estagiários, relações-públicas, profissionais de marketing, publicitários, administradores, parceiros e sobretudo de gente que ama o que faz, de gente que quer fazer o melhor, entregar o melhor e ter o melhor lugar para trabalhar. Essa é a história da Race Comunicação que segue sendo escrita a cada dia.

Por Rogério Artoni

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Contra o discurso do ódio, ativismo empresarial

Na obra clássica de gestão “Feitas para durar”, Jim Collins descreve como as empresas visionárias existem para algo além de apenas dar lucros. Estas empresas são regidas por um sistema de ideias e valores que lhes serve de força impulsionadora, um ativismo capaz de inspirar as pessoas que trabalham nela. Ou seja: para estas empresas, o lucro não é um fim em si mesmo, mas um meio de atingir objetivos mais importantes. 

Ao lado dos governos, as empresas continuam a ser um dos maiores agentes de mudança na sociedade. Elas são responsáveis por uma parte muito significativa do bem estar que podemos alcançar – seja por criarem e comercializarem produtos e serviços que melhoram vida das pessoas de alguma forma, seja por gerarem empregos e renda que possibilitam o consumo destes produtos e serviços. 

Algo óbvio, mas que nem sempre é lembrado quando pensamos em uma empresa, é que elas são formadas por pessoas. Uma empresa assume seus contornos visíveis pelo conjunto de ações tomadas a partir das decisões de seus líderes e membros – muitas vezes munidos de dados de mercado e planos de crescimento ambiciosos, sim – mas fundamentalmente “gente como a gente”, pessoas que querem uma vida saudável, segura e cheia de realizações para si e para aqueles que amam. 

Recentemente, grandes empresas (e as pessoas por trás delas) se uniram em alguns movimentos que nos lembraram de que sua capacidade de promover mudanças positivas vai além de seus produtos: sua atuação e poder como anunciantes também pode se traduzir como uma ferramenta de ativismo social. 

O crescimento da influência do Sleeping Giants, uma plataforma que alerta empresas de que anúncios adquiridos por meio de mídia programática estavam financiando conteúdos falsos e sites extremistas, foi uma “sacudida” recente para todo o mercado de veículos de comunicação e anunciantes. 

Quer saber mais sobre gerenciamento nas mídias sociais? Confira as nossas soluções:

Gerenciamento de Redes Sociais

Em seguida, grandes anunciantes voltaram sua atenção para o Facebook e suas plataformas, como o Instagram. Hoje, o Facebook é o segundo maior veículo global de mídia, perdendo apenas para o Google. Há tempos, a rede social vinha sendo advertida de que seus esforços para excluir de suas plataformas conteúdos ligados a fake news e discurso do ódio contra minorias estavam sendo ineficazes.

Para pressioná-lo para um maior comprometimento com este objetivo, empresas como Unilever, Coca-Cola e Starbucks suspenderam temporariamente contratos de publicidade com a rede.

Outras grandes empresas, como Heineken e Adidas, foram se unindo ao movimento. Ao todo, o mercado estima que cerca de 400 empresas aderiram à causa, suspendendo ou cancelando investimentos na plataforma durante o mês de julho/2020.

Ativismo contra fake news

Embora um pouco resistente, o Facebook anunciou que irá tomar novas medidas para combater a disseminação de notícias falsas e ataques a minorias em suas plataformas. Os impactos deste gesto tiveram impacto financeiro sobre o Facebook – a empresa perdeu 8% de seu valor de mercado em apenas um dia – e embora já tenha recuperado uma parte deste valor, a repercussão simbólica deste boicote terá longa duração.

As empresas são parte e fruto da sociedade, e por isso é justo que utilizem sua enorme influência, financeira e no âmbito das ideias, para dar voz e promover mudanças positivas, que venham ao encontro dos desejos e necessidades das pessoas que as fazem existir.

É muito natural que empresas que gastam milhões de dólares no gerenciamento de sua imagem e reputação não queiram aparecer associadas a postagens e conteúdo que, por exemplo, pregam valores ligados à ideologia de extrema direita e ao preconceito contra minorias.

O papel social das empresas vai além de ter uma área dedicada a projetos sociais ou preocupação com causas. Esse ativismo vai além, também, de ter boas políticas de recursos humanos para quem trabalha nela. Empresas que pretendam estar em pé e lucrativas pelas próximas décadas precisam se atentar ao amadurecimento de conceitos de justiça social entre seus consumidores, e evoluir com eles.

Por Michele Colombo 

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Diversidade: a mudança que vem de dentro pra fora

A maioria das empresas já entendeu que demonstrar afinidade com temas relacionados à diversidade gera mais engajamento com os clientes. Pautas antirracistas, de diversidade sexual, feministas, anti gordofobia e inclusivas para deficientes, por exemplo, tem ganhado, cada vez mais, a adesão de grandes companhias.

Recentemente, o caso George Floyd (homem afro-americano que foi estrangulado por um policial em uma abordagem na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos) tomou proporções mundiais. Marcas de renome internacional, como Nike, Ben & Jerry’s e L’Oreal se posicionaram em protesto. Aqui também, no Brasil, muitas empresas levantaram a bandeira antirracista em suas contas do Instagram e Twitter – “não dá pra perder a oportunidade de mostrar que estamos alinhados nesse discurso”, pensam elas.

E não dá mesmo, se a empresa estiver REALMENTE alinhada com o discurso da diversidade. A Avon foi uma delas, como é possível ver no post abaixo.

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Há três dias a nossa timeline foi inundada de protestos em favor do movimento antirracista no Brasil e nos EUA, e ao invés de postar também, decidimos tirar três dias pra pensar em tudo o que fazemos e tudo que ainda queremos fazer na Avon. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nesses três dias, pensamos em tudo o que nos orgulhamos: dar voz às mulheres negras que estamparam todas as capas das nossas revistas de beleza esse ano, das protagonistas das nossas campanhas publicitárias, das influenciadoras que nos emprestam suas vozes e opiniões, da quantidade de mulheres no nosso ambiente de trabalho, do nosso reconhecimento pela segunda vez no Guia Exame de Diversidade (destaque na categoria gênero) entre diversas outras coisas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nesses três dias também pensamos em tudo o que precisamos melhorar. E decidimos que, ao invés de um post, melhor um compromisso. Então nos comprometemos a: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ – Aumentar a empregabilidade de pessoas negras e a sua presença em cargos de liderança; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ – Acelerar o processo de adequação das nossas cores de maquiagem, incluindo as bases de rosto para se adequar melhor às peles negras e sempre valorizar a beleza negra; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ -Continuar ampliando as vozes de mulheres negras em nossas redes, em nossas campanhas, em nossas discussões internas e em nossas decisões; ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ -Buscar ativamente, dia após dia, ser antirracistas em todas as nossas ações cotidianas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Acreditamos no nosso propósito de Construir Vidas Mais Bonitas e de impulsionar a autonomia das mulheres negras, pra fortalecer uma sociedade na qual vale a pena viver. Não temos todas as respostas, mas também nos comprometemos a buscá-las junto com todos e todas vocês. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #VidasNegrasImportam #AvonAcessível #PraCegoVer: Imagem com fundo preto com texto em letras brancas no centro “O antirracismo está em pauta, mas ele também tem que estar na atitude”. No canto inferior direito três ilustrações de punhos fechados apontando para cima, de tamanhos diferentes.

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Mas o mês nem havia terminado e a empresa já se viu diante de uma saia justa que envolvia a diretora de marketing em uma acusação de manter a empregada doméstica negra e idosa em situação análoga à escravidão. A Avon tem culpa? Sim. Pode parecer injusto com a marca, mas a verdade é que grandes corporações devem se responsabilizar, sim, pelas atitudes de seus funcionários, principalmente do alto escalão.

Entenda: qual é a consistência de uma campanha de marketing com viés anti racista quando a própria diretora da área está sob acusação de trabalho escravo? Essa é uma conta que não fecha. Não é fácil, mas a empresa que quer se posicionar, precisa fazer a lição de casa, precisa conhecer muito bem as pessoas que estão na linha de frente.

Ainda seguindo este exemplo, há alguns meses a Rede Globo passou por uma situação constrangedora a partir de uma abordagem ao vivo do âncora do Bom Dia São Paulo, Rodrigo Bocardi. Durante uma entrevista mediada pelo repórter de rua sobre a superlotação do metrô, o jornalista do estúdio cometeu uma grande gafe.

Ao ver que o rapaz negro entrevistado vestia o uniforme de um dos clubes mais famosos (e caros) da cidade, logo presumiu que ele era um dos meninos que recolhiam as bolinhas de tênis espalhadas pelos jogadores. A surpresa veio quando descobriu que se tratava de um atleta profissional de polo aquático. Um caso clássico de racismo estrutural, em que pessoas brancas não conseguem ver pessoas de pele escura exercendo nenhuma outra função que não seja relacionada a servidão. Uma bola fora que a internet também não perdoou. Rodrigo foi acusado de racismo e o jogador, Leonel Diaz, pediu retratação do jornalista também ao vivo.

E não pense que esses casos se restringem à questão racial. No último fim de semana muitas empresas mudaram o logotipo nas redes sociais para as cores do arco-íris: Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

No feed do LinkedIn, por exemplo, tudo estava colorido. Mas, quantas empresas de fato puderam mostrar o relatório de profissionais contratados? Quantas podem dizer que discutem o tema recorrentemente com os colaboradores? A diretoria sabe de cor o que representa cada letra da sigla? Isso é cultura. É quando a mudança vem de dentro pra fora. Tem que educar, absorver o tema, tem que contratar mais pessoas diversas (principalmente para cargos de liderança), tem que viver o que fala. É difícil, exige trabalho e investimento. É uma desconstrução e reconstrução profunda.

Nenhuma empresa é obrigada a agir dessa forma, desde que não queira se posicionar publicamente a favor de causas sociais. Mas, os que se propõem a seguir a cartilha, certamente deixarão um grande legado para a marca e uma contribuição real para a sociedade.

 Por Thamyris Barbosa

 

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Comunicação interna: o que é

Tempos velozes, home office, incertezas e altos níveis de ansiedade. Nossa realidade nos surpreende a cada novo dia e no universo das empresas e do mercado, não poderia ser diferente. A comunicação interna ganha maior pressão por entregas cada vez mais urgentes. O tempo se acelera e tudo parece ser igualmente importante. Tudo ao mesmo tempo agora.

A comunicação interna, é uma ferramenta estratégica que as empresas utilizam para comunicar aos funcionários, mas não só isso, é também a forma mais completa de ter um alinhamento entre como a empresa quer ser vista e como o colaborador ajuda nesse cenário. É por meio dela que a empresa chega a todas as pessoas que atuam numa empresa. É com ela que as informações circulam e faz com que evite a famosa rádio-corredor.

Contudo, para ter uma boa comunicação interna, deve-se começar com um diagnóstico e fazer com que toda essa comunicação ajude no planejamento estratégico da empresa, leve propósito aos funcionários e efetivamente sane as dores de comunicação dentro da empresa.

COMO FAZER UM BRIEFING DE COMUNICAÇÃO INTERNA

Nesse contexto, a importância de um bom briefing se faz relevante. O briefing é um documento que facilita a entrega certeira dos pedidos de comunicação dos clientes por parte das agências de comunicação. Mas nem todo mundo sabe o que deve ter o briefing ou pior não considera essa etapa uma parte importante do trabalho da comunicação interna.

Atropelados pela pressa e por cobranças muitas vezes exigem peças sem sentido e sem prazo exequível. Justificativas à parte, quero aqui orientar minimamente os interessados em construir uma relação saudável e prática entre agência, comunicadores e áreas clientes.

Na comunicação interna, percebo que há maior confusão e repetitivas mudanças nos trabalhos, nos textos e nas imagens produzidas. Tal fato acontece porque múltiplas áreas se envolvem nas ações de comunicação com os empregados tendo um emaranhado de aprovações dentro da hierarquia que prejudica a criatividade e a celeridade eficiente da comunicação. Claro, quando o trabalho sai errado a culpa sempre será da equipe de comunicação ou da própria agência prestadora do serviço.

O design é uma parte muito importante dentro da comunicação. Veja nossas soluções em diagramação, infográficos, press kits e materiais gráficos! 

Para reduzir esses ruídos e organizar esse meio de campo, sugiro algumas perguntas básicas sobre os trabalhos, mesmo que sejam pedidos aparentemente simples como um banner para a parede do refeitório da fábrica ou uma post a ser enviado pelo WhatsApp corporativo.

Veja 7 perguntas básicas a serem respondidas em um briefing de comunicação interna:

1: Qual o projeto, evento ou ação a ser realizada?

Neste campo é ideal termos o nome do projeto, o nome do evento a ser realizado ou a ação específica de forma detalhada.

2: Qual a área responsável pela demanda e qual a área que vai aprovar o material?

Neste campo é ideal termos a área cliente ou solicitante e também o aprovador do material a fim de evitar que diferentes pessoas, na ânsia de contribuir, façam alterações ao longo do processo, alterando o briefing inicial. A permanente alteração de textos, imagens, logos, cores e até formatos impacta na qualidade do serviço prestado.

 3: Qual o prazo e a verba disponível?

É ideal termos aqui a verba disponível e o prazo de entrega de forma clara a fim de direcionar tempo e investimento de comunicação de forma clara., evitando expectativas altas com verbas reduzidas. Nesse item podemos já inserir o tipo de material a ser usado ou mesmo formatos de arquivos.

4: Qual o objetivo da comunicação?

Pergunta simples, resposta difícil. Mas é necessário que a área solicitante aponte um objetivo a ser alcançado.

 5: O que as pessoas deverão fazer ou perceber após essa comunicação?

Essa pergunta complementa a anterior e demanda do solicitante uma ação prática ou uma percepção valiosa a respeito daquilo que se quer comunicar.

 6: Qual a mensagem-informação principal que que não pode faltar no material?

Aqui podemos inserir e-mail de contato, telefone, logomarcas ou mesmo algum dado específico sobre aquilo que se comunica.

7: Existe algum material anexo, como fotos e textos?

Item importantíssimo, uma vez que muitas áreas ou gestores já possuem uma ideia na cabeça e que gostariam de implantar (na verdade copiar e diminuir risco de erro). Fotos e imagens de referência devem ser vistos e aprovados antes da apresentação de lay outs e drafts de criação. É o cliente quem deveria apontar o que deseja e como deseja. Mas caso ele não saiba e permita a criação livre de opções e propostas

De uma maneira a prevenir mal-entendidos e alinhar expectativas, ao se elaborar um briefing – que funciona como espécie de roteiro do trabalho – se organiza melhor o pedido e coloca o cliente e a área solicitante como responsável pelo material a ser apresentado. O documento serve também como um guia, um minicontrato entre comunicadores e clientes.

Assim, evitamos riscos e retrabalhos, reduzimos stress e também custos. Fica a dica.

Por Luiz Antônio Gaulia 

Se você está buscando uma agência de comunicação interna para a sua empresa, entre em contato com o nosso time comercial e veja como podemos te ajudar. 

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growth hacking

Já ouviu falar em growth hacking?

Um dos novos processos que têm se destacado dentro do marketing digital é o Growth Hacking. As ferramentas tradicionais têm se mostrado inviáveis, tanto pelo custo quanto pela eficácia da operação. Por isso, as marcas buscam novas formas de entender e aplicar a comunicação em seus negócios.

Apesar do nome um pouco incomum, o conceito é uma releitura e uma adaptação aos novos formatos digitais de métodos utilizados em pesquisas acadêmicas e de mercado.

Com as inegáveis transformações da tecnologia, da forma de se comunicar e do comportamento dos consumidores, as antigas metodologias utilizadas pelo marketing ficam cada vez mais distantes dos resultados que as empresas esperam.

Afinal, o que é growth hacking?

O growth hacking é uma estratégia para identificar os pontos sensíveis da comunicação mercadológica de um negócio e, a partir deles, estimular um crescimento maciço, no menor tempo possível e com o menor gasto possível.

Termo cunhado há 10 anos pelo empresário e investidor anjo Sean Ellis, começou a ser aplicado recentemente pelo mercado, sobretudo com o despontamento das startups. Em essência, busca alternativas ao marketing tradicional, por meio do uso de mídias sociais, marketing de conteúdo, publicidade direcionada, entre outros.

Para tanto, é imprescindível que o growth hacking seja aplicado de acordo com os KPIs das empresas. Por exemplo, se uma companhia está concentrada em vender produtos, seus KPIs devem estar mais focados em tráfego e geração de leads. Se o foco é ganhar seguidores em uma rede social, então o mais importante é atração e engajamento. Ou seja, a estratégia deve estar afinada às especificidades do negócio.

Como aplicar o growth hacking?

Identificado o elo frágil da operação, os profissionais devem se debruçar sobre ele, propondo e testando processos ágeis. Mas não qualquer um.

Para ser considerada uma growth hacking, a metodologia deve ser sistematizada, repetível e rentável. Se não se enquadrar nessas características, não pode ser considerada como tal.

Após identificar as vulnerabilidades e brechas do negócio, o próximo passo é levantar hipóteses de como as etapas problemáticas poderiam ser repensadas em novos formatos e procedimentos.

Utilizando ferramentas de teste, análise e automação é possível averiguar, aplicando a grupos-alvo predeterminados, a eficácia de determinadas condutas. Aos poucos, é possível fazer as modificações necessárias para otimizar os KPIs alcançar resultados mais rápidos e baratos (se você quiser saber mais sobre mensuração de resultados em comunicação, clique neste link).

Por fim, o segredo é tornar o processo orgânico ao ponto de transformar os próprios consumidores em propagadores da marca. A tarefa não é simples e deve ser performada por profissionais experientes, pois o primordial é pensar fora da caixa, propor soluções disruptivas e estabelecer métodos eficientes.

Por Thiago Eid 

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assessoria de imprensa

Você sabe a diferença entre assessoria de imprensa e relações públicas?

Confundir a assessoria de imprensa e relações públicas pode ser considerado até “normal”, afinal de contas elas estão intrinsecamente relacionadas.

No século XX, o jornalista Ivy Lee montou o primeiro escritório de relações públicas, até então conhecido pelo mundo.

Em uma tentativa assertiva, Lee institui um novo modelo de atividade comunicacional, a assessoria de imprensa. Seu objetivo era recuperar a imagem e a credibilidade do empresário John Davison Rockfeller – um dos milionários e mais destacados donos de empresas do período – acusado de agir inescrupulosamente para ter o controle e o monopólio do petróleo nos Estados Unidos.

Com um plano de comunicação bem estruturado, o jornalista passou a atuar como um agente informacional dos negócios de Rockfeller. Ele atrelou o fornecimento especializado de conteúdos de interesse público da empresa a serem divulgados jornalisticamente, concomitantemente com o serviço de reposicionamento da imagem institucional do empresário e de seus negócios.

Por meio de um trabalho dinâmico, Lee construiu um canal de comunicação entre a imprensa e a empresa do seu assessorado.

O envio de informações verídicas garantia a publicação de notícias nos espaços editoriais (mídia espontânea), deixando de lado os anúncios ou publicações de cunho comercial.

Assessoria de imprensa e relações públicas: como diferenciar?

Fundamental para construção e manutenção de uma imagem positiva, a assessoria de imprensa é um instrumento pelo qual os profissionais formados em Jornalismo (especialmente aqui no Brasil), Relações Públicas e, em alguns casos, Propaganda e Publicidade, utilizam para construir e estreitar o relacionamento dos seus assessorados com a mídia e outros formadores de opinião, tendo como principal objetivo a divulgação de uma agenda positiva que impacte na reputação de um ente;  além de identificar e se antecipar a possíveis riscos e vulnerabilidades dos seus clientes que podem se tornar em crises de imagem.

Efetivamente, o trabalho da assessoria de imprensa consiste em entender, apurar e encontrar informações noticiosas (ou seja, de interesse público) de um ser empresarial propagando-as para os veículos de comunicação e formadores de opinião, visando com que essas sejam conhecidas a outros públicos estratégicos pleiteados pela organização. Quando necessário, os profissionais do segmento, ainda, minimizam os resultados negativos gerados por uma crise corporativa que se tornou pública.

Por meio de peças como o press-release, notas, sugestões de pautas e porta-vozes, além da elaboração e envio de press-kits, realização de encontros de relacionamento, coletivas de imprensa, press-tour e press-trips, e outras ações realizadas nos meios on e offline, os especialistas atuam diretamente na construção de um colchão reputacional da empresa e/ou organização.

Com um escopo mais amplo, as Relações Públicas dialogam com todos os stakeholders preteridos. Embora os RP´s possam atuar em assessorias de imprensa, seu papel é garantir um relacionamento achegado com a totalidade dos públicos de interesse de uma empresa, marca ou organização, salvaguardando e garantindo que a imagem desejada seja a mesma que a percebida.

Isso inclui pensar em ações estratégicas que impactem os acionistas, diretores, colaboradores, terceiros, clientes, Ong´s, órgãos públicos e governamentais etc.

Dentre as funções da área, estão a elaboração do planejamento estratégico de comunicação, a execução do plano tático, o levantamento dos resultados obtidos, e por fim, o entendimento e a avaliação das ações, tendo como finalidade de prossegui-las ou não; sempre levando como meta, os valores, objetivos e as ações da organização.

Resumindo, embora importante, a assessoria de imprensa é um braço estratégico de das Relações Públicas, que consiste em um olhar macro da organização.

Ficou interessado em saber como melhorar a sua comunicação atingindo resultados que impactarão seu negócio? Entre em contato! Nós atuamos tanto com assessoria de imprensa, quanto com todo o escopo de Relações Públicas.

Por Rodrigo Freitas

 

 

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