A relação transparente entre assessor e cliente

A relação transparente entre assessor e cliente

Por Daniela Dálio

Uma das premissas básicas para o sucesso de um trabalho de comunicação com a imprensa é o bom relacionamento entre o assessor e seu cliente. É importante lembrar que os dois lados têm seus deveres a cumprir nesse caminho para atingir bons resultados.

Para começar com o assessor, é imprescindível que ele conheça a fundo o trabalho do seu cliente e entenda seus objetivos e metas. Para isso, uma imersão no cliente é essencial para ter conhecimento aprofundado de serviços, produtos, porta-vozes, etc. Com isso, o assessor terá uma visão geral do que precisa produzir para gerar resultados alinhados com a estratégia da companhia.

O bom relacionamento entre assessor e cliente também demanda transparência e confiança nas informações. O assessor deve adotar uma postura, muitas vezes, educativa e mostrar ao assessorado o que funciona ou não na imprensa, demonstrando quais os critérios utilizados por jornalistas para que uma pauta realmente vire notícia. Essa atitude transparente e honesta vai ajudar no entendimento do cliente a respeito da imprensa e, principalmente, ampliar a credibilidade do trabalho consultivo do assessor.

E, esta credibilidade, por sua vez é chave para que o cliente amplie sua confiança no assessor. Confiança que o cliente precisa ter para, cada vez mais, repassar informações importantes para serem trabalhadas com a imprensa da melhor maneira. E aqui entra o dever do cliente também nesse relacionamento: ser transparente nos seus dados e na sua comunicação com o assessor, auxiliando na composição de uma pauta interessante para a imprensa.

Portanto, um relacionamento franco, honesto e transparente entre as duas partes ampliam e muito as chances de atingir os objetivos propostos em uma estratégia de comunicação com a imprensa.

 

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Presença digital: por que é essencial construir um bom site?

Por Amanda Lima

Quando você está em busca de algum produto, solução ou serviço e não sabe por onde começar, imagino que um de seus pontos de partida seja realizar uma busca rápida no Google para checar se encontra uma ou mais empresas que possam resolver o seu problema. Para analisar os resultados, concordo que entre em jogo as nossas particularidades enquanto consumidores – pode ser que não escolhamos clicar e adquirir os produtos ou serviços da mesma empresa. Mas de uma coisa estou certa: buscamos as empresas cujo sites possuam maior credibilidade em meio a estes primeiros contatos virtuais.

Migrando um pouco da ótica do consumidor para analisar o ponto de vista das empresas, surge então o dilema: como fazer com que a minha organização salte aos olhos da audiência em um universo tão grande de concorrentes? A pergunta nada mais é do que um convite a refletir sobre quais estratégias de marketing digital são válidas para que uma empresa seja encontrada mais facilmente, com uma frequência maior e por muito mais pessoas. Hoje, decidi falar sobre o que representa, talvez, a mais fundamental delas: a importância de se construir um site institucional visualmente interessante, funcional e inteligente.

Um site pode ser considerado o seu “cartão de visita” virtual. Muitas vezes, este é o primeiro canal de contato entre o seu negócio e o seu público. E, como todos nós – comunicadores ou empresários – somos também consumidores, vale a análise: você já conheceu alguma marca de grande credibilidade e notoriedade que não possui um site? Por mais forte que seja a presença de microempresas nas redes sociais, como Facebook e Instagram, tenho certeza de que a resposta é majoritariamente negativa. Não ter um site significa não ser encontrado, como uma empresa que não constasse na lista telefônica – comparando com épocas em que ainda não estávamos conectados 24/7.

A primeira impressão é a que fica – e que fideliza o cliente

Como criar um site de modo que ele seja estratégico para o marketing de uma organização? Para exemplificar, trago o case da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), sociedade sem fins lucrativos que reúne 75% de toda a produção nacional de maçãs, 85% da comercialização no mercado interno e 95% das exportações. A Race foi responsável pela completa reformulação do site institucional da empresa.

Respeitando a trajetória e as necessidades do cliente, optamos por recriar do zero o layout do site da instituição para obtermos um visual responsivo, intuitivo e moderno:

Presença digital: por que é essencial construir um bom site?

Com isso, reforçamos a seriedade e a presença da empresa no ambiente digital – junto a um forte planejamento em redes sociais, assunto para um post futuro. A integração com as redes sociais é, inclusive, outro ponto positivo de um bom site: por meio de widgets e plugins, é possível concentrar neste “cartão de visita” digital todas as redes sociais em que a empresa está presente, o que permite capilarizar ainda mais o acesso do público à sua marca.

Além de todo o trabalho de reformulação da identidade visual, buscamos aproveitar ao máximo o potencial que esse canal poderia ter para que a ABPM se tornasse relevante na web e se comunicasse com seus públicos de interesse: produtores de maçã (em sua maioria associados à instituição), varejistas e, é claro, o consumidor final.

Produção de conteúdo relevante

Uma das principais estratégias para tornar um site relevante e, como consequência, obter mais acessos, é oferecer aos visitantes conteúdos de qualidade: o tal do inbound marketing. Construir blogs corporativos interessantes, além de ter um baixo investimento se comparado a outros modelos de campanhas publicitárias, consolida o relacionamento da empresa com o público e ainda aumenta a relevância do site nas buscas do Google – ser encontrado é o nosso objetivo, certo?

No exemplo da ABPM, alimentamos dois blogs distintos: um institucional, mais direcionado a produtores e profissionais do setor, e um de receitas, focado ao consumidor final. A partir destes dois canais, criamos uma “voz” para a marca e nos posicionamos à frente de iniciativas de outras associações de produtores ao redor do mundo.

Para conhecer mais sobre esse projeto, acesse: www.abpm.org.br.

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Briefing de assessoria de imprensa, fundamental no dia a dia

Por Gabriel Pedreschi

Para uma agência de assessoria de imprensa elaborar qualquer ação de comunicação, seja ela um release ou uma coletiva de imprensa para os grandes veículos da imprensa, o briefing deverá ser o pontapé inicial para, no final, ter o resultado e alcance esperado. Afinal, estar alinhado com o cliente, desde os primeiros passos, é essencial para o sucesso do trabalho. Mas, para isso, o briefing deve contar com algumas características importantes para auxiliar e ser um perfeito conjunto de informações sobre o assunto e/ou ação que será realizada.

O briefing é a base para um bom diagnóstico, mesmo que básico, do que acontecerá. Sem ele, não se tem ideia, informações, nem o essencial para que a comunicação aconteça de forma correta e chegue ao público de interesse.

Explicamos os principais detalhes para o seu briefing ter sucesso.

Detalhes do que será divulgado e objetivo

Cada briefing e divulgação são diferentes umas das outras. Afinal, um lançamento de produto é diferente de uma apresentação do balanço da empresa. Por isso, ter todos os detalhes e especificações do que o cliente pretende divulgar, mesmo que algumas coisas não sejam utilizadas posteriormente, ajudarão a agência a conseguir definir os próximos passos. O objetivo e o período de divulgação também devem ser explicados.

Público-alvo
Com o objetivo e os detalhes do que será divulgado em mãos, fica mais fácil decidir qual será o público-alvo daquela campanha. Mas é importante que se tenha um acordo com o cliente sobre qual deve ser o público-alvo daquela publicação. Por exemplo, se uma seguradora quer apresentar um novo tipo de apólice, realizando uma coletiva de imprensa, a assessoria de imprensa buscará os veículos ideais, como jornalistas do setor e veículos especializados em economia, que levarão a informação para o público final. Caso a ação seja uma divulgação de uma receita através de um release, os veículos gastronômicos serão os escolhidos.

Budget

Após traçar toda a estratégia, ter as informações dos produtos e do público-alvo, a assessoria de imprensa – ou agência de relacionamento com a mídia – e o cliente devem encontrar o melhor prazo de produção e custo (quando necessário e que não esteja incluso no fee da agência) para realizar aquela ação. Uma divulgação de release, geralmente, não demanda custo extra e tampouco muito tempo. Já um press kit terá um maior tempo de preparo e um gasto maior.

Metas

Será o ponto que marcará o sucesso daquela ação para a agência e para o cliente. Por exemplo, em uma divulgação pontual, dois veículos TIER 2 (média relevância), da editoria proposta, é um grande resultado. Em caso de grandes novidades, a meta deve ser o veículo Tier 1 (alta relevância).

Possíveis riscos

É raro. Mas, em algumas divulgações, a assessoria, junto com o cliente, deve calcular e montar um plano para evitar uma possível crise por conta do assunto que será divulgado.

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Você tem uma imagem a zelar?

Por Luiz Antônio Gaulia

World Press Photo of the Year 2018 premiou a foto de Ronaldo Schemidt , da AFP, de um manifestante em chamas nas ruas de Caracas, durante protestos contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Segundo a Canon, que patrocina a competição há 26 anos, foram mais de 73 mil imagens recebidas nesta edição. Milhares de fotógrafos de 125 países enviaram seus trabalhos. Uma pesquisa da própria Canon, em conjunto com a Fundação World Press Photo, apontou que a maioria dos fotógrafos inscritos desejava provocar novas percepções sobre diferentes assuntos através da captura de momentos preciosos da realidade do mundo.

É um fato inegável que a força de uma única imagem pode mudar nossa percepção sobre uma determinada situação, pessoa ou marca. Nossas reputações são construídas através de imagens e memórias acumuladas como arquivos de referência de alguma instituição, empresa, personagem ou evento. Essa memória pode ser boa ou ruim e servir como uma poupança de credibilidade. Se essa conta estiver no azul, com saldo positivo e bons rendimentos é muito provável que em caso de emergência a nossa tendência seja a de confiar no proprietário dessa poupança mesmo num momento de crise. Algo como continuar vendendo fiado para o freguês mesmo que ele tenha pisado na bola.

“O que os olhos não vêem o coração não sente”, não é assim o ditado popular? Então, a interpretação de uma imagem pode gerar críticas ou elogios, admiração ou repúdio, paixão ou ódio, e a fotografia do momento é a cara da qualidade de uma reputação naquele contexto. Como tudo pode mudar em dois minutos, de acordo com o slogan da Band News, ou talvez em dois segundos – o mundo está rápido demais -, eu me arrisco a dizer que vivemos tempos de reputações relativas, credibilidades mutantes, confiança em lista de espera ou em permanente exame de vistoria. Se a reputação é a soma de um conjunto de fatores, cujo valor pode crescer ou diminuir com o tempo eu posso afirmar que zelar pela nossa imagem é uma tarefa difícil, permanente e obrigatória. Não somente quando acontece uma crise, mas também de forma estratégica, preventiva, com foco no aprendizado e em treinamento principalmente para grandes marcas, sejam elas de empresas públicas ou privadas, de líderes políticos e seus partidos, atores, pop stars, ONGs e também veículos de comunicação, professores, associações etc. O universo é grande. No mundo dos negócios, a capacitação e o conhecimento em gestão da reputação, cuidados com a imagem desejada versus a percebida vai muito além do marketing, de um job de assessoria de imprensa ou agência de RP. Numa sociedade que vê muita coisa, mas enxerga pouco e cada vez mais costuma julgar e ser julgada no primeiro impacto de uma imagem é preciso estar preparado para surfar as ondas da opinião pública, nos dias de ressaca.

Quem não estiver preparado para navegar nesse mar midiático, cujas imagens reais agora também disputam espaço com imagens editadas, manipuladas ou fake images, além das fake news, precisa começar a aprender mais sobre a gestão da sua reputação, diretamente ligada a uma gestão do imaginário e do simbólico ligado a uma organização inteira. E se as organizações são feitas por pessoas, cada uma delas é responsável pelo todo. Um único mau exemplo pode contaminar todo o conjunto. Quantos colaboradores já não causaram prejuízos enormes em termos de valor depredado da imagem de uma marca? Lembrem-se do caso da Dominós, nos EUA, com dois funcionários filmando uma série de porcarias que faziam ao preparar as pizzas dos clientes ou de um funcionário da FedEx, também nos EUA, arremessando uma encomenda por cima de um muro sem o menor cuidado com o produto? Ou a célebre imagem de um funcionário dos Correios, aqui no Brasil, recebendo uma quantia em dinheiro e comprovando esquema de propina. Claro, as boas imagens também contam muito. Eu pessoalmente acredito que até de uma maneira muito mais valiosa pois a maioria das pessoas quer ver as coisas funcionando. A maioria de nós trabalha para fazer as coisas acontecerem da melhor forma possível. Queremos todos ser bem vistos e admirados.

As conhecidas universidades corporativas têm disciplinas técnicas voltadas ao operacional, aos modelos comerciais ou mesmo ao marketing, mas eu aposto que nem todas possuem aulas dedicadas para esta que seria a mais importante das lições corporativas e de liderança em tempos dominados pela imagem. Entender mais e saber como construir e fortalecer a reputação da empresa em momentos de bonança e também como gerenciar riscos potenciais ou fraquezas reputacionais deveria ser do conhecimento de administradores, advogados, gestores e CEOs. Mas quem ensina isso aos líderes e gerentes? Aos coordenadores ou mesmo aos empregados? Poucos.

Gerenciar uma crise ou gerenciar riscos?

Parece contraditório, mas não é. Uma analogia conhecida são as duas faces de uma mesma moeda, cara ou coroa. Um lado pode representar a vitória numa aposta e o outro lado pode ser a perda da aposta. Empresas e negócios são apostas no tabuleiro do mercado. Nossas carreiras e escolhas são apostas tanto como sociedade como quanto indivíduos. No entanto, os dois lados são inseparáveis do todo, do conjunto. Portanto, a oportunidade anda colada com a crise. Marcas vitoriosas gerenciam muito bem seu conjunto de símbolos, de valores percebidos, suas imagens e também a qualidade e a excelência de seus serviços e produtos dedicados aos clientes, bem como suas finanças, suas relações com múltiplos stakeholders e seus programas de sustentabilidade. Mas a imagem tem um peso muito grande. Não basta ser honesto é preciso parecer honesto diz um ditado popular. Discurso e prática ganham mais valor quando estão em sintonia com a forma e o conteúdo. As imagens povoam nosso imaginário e comprovam nosso discurso.

As labaredas de fogo no corpo do manifestante venezuelano assim como a mancha de lama marrom do desastre da mineradora Samarco inundando o mar do Espírito Santo ou o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia reforçam a crise e o abalo na reputação na mesma medida em que a imagem eternizada do nosso vitorioso Ayrton Senna consagra a disciplina, o mérito e a reputação impecável de um campeão. Uma boa imagem pode durar para sempre!

Riscos, crises e oportunidades.

Empresas, marcas, líderes e nós mesmos, ilustríssimos cidadãos comuns (conectados e com centenas ou milhares de curtidas na Babel das redes digitais), vivemos sob permanente influência de opiniões, comentários que se multiplicam nas redes sociais. Estamos em conexão com o planeta e nossas imagens circulam pelo mundo. Para o bem e para o mal.

Mas o que fazer diante de tanta imprevisibilidade? Como proteger negócios e investimentos milionários não só de notícias falsas, mas de potenciais riscos de reputação? Como cuidar da nossa imagem? A resposta é óbvia. Aprender com os erros e os acertos das outras marcas, estudar cases de gestão de riscos de imagem e reputação, estar preparado para quando os esqueletos caírem do armário e revelarem erros que aparentemente ninguém queria ou ninguém sabia que existiam. Compreender quais os maiores riscos que um negócio enfrenta, possui. Pensar comunicação, reputação e imagem como vitaminas e vacinas preventivas para as crises e treinar para enfrentar momentos difíceis, afinal, errar é humano. Mas essa não é uma boa desculpa. Pense nisso.

 

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Assessoria de imprensa para o mercado de alimentação

Por Bruno Uehara

Em 2017, a indústria de alimentos no Brasil retomou ritmo de crescimento e faturou mais de R$ 642 bilhões, segundo levantamento da ABIA (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação). O período atual é favorável para o segmento e, assim como nas gôndolas dos supermercados, há um cenário bastante disputado por marcas quando o assunto é espaço em veículos de imprensa e em publicações de influenciadores.

Leia também: – Assessoria de imprensa para o mercado de turismo
– Assessoria de imprensa para o mercado internacional

Neste contexto, a assessoria de comunicação se mostra tão estratégica quanto o planejamento de marketing de uma empresa. Para convencer consumidores de que seu produto é mais vantajoso que o outro da prateleira, não basta investir apenas em anúncios e comerciais de TV. É necessário se fazer presente também nos veículos de comunicação do setor e nas redes sociaisque abordam temas como alimentação e gastronomia, por exemplo, destacando mensagens espontâneas e que geram confiança do público.

Atualmente, o mercado oferece marcas que atendem aos perfis mais diversos: fitness, vegetarianos, celíacos, intolerantes a lactose ou até mesmo quem procura apenas por praticidade. A assessoria de comunicação não só identifica os veículos mais estratégicos para atingir potenciais consumidores, como também é capaz de identificar boas oportunidades de divulgação, seja em reportagens de revistas, jornais, rádio ou programas de TV.

O trabalho com microinfluenciadores também se mostra uma maneira eficiente para divulgar um produto, além de oferecer a possibilidade de experimentação por meio do envio de press kits. Além de resultar em posts nas redes sociais, a ação possibilita o engajamento de seguidores, gerando conhecimento de marca ou o famoso “marketing de boca a boca”.

Veja mais: – Gerenciamento de crises nas redes sociais
– O poder dos influenciadores online além da internet

Se você precisa de assessoria de imprensa para uma marca ou produto do mercado alimentício, entre em contato com a Race Comunicação e solicite um orçamento.

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O papel da assessoria de imprensa no mercado de franquias

Por Evelyn Spada

O mercado de franquias cresceu 5,1% no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Mas, no meio desse mercado em expansão, como se destacar e atrair consumidores que se identificam com o propósito da marca?

Essa pode ser uma dúvida recorrente de novos empreendedores. Quem investe em franquia sabe que o negócio já está pronto para operar, mas talvez não tenha em seu plano inicial investir em estratégias para se diferenciar frente a concorrência e ganhar espaço. Para gerar credibilidade, se consolidar no mercado e tornar a marca cada vez mais conhecida, é preciso investir em posicionamento com iniciativas distintas e efetivas de comunicação.

Com o trabalho de assessoria de imprensa é possível fortalecer a marca tanto nos meios de comunicação de massa quanto nos veículos especializados no setor. Aparecer de forma espontânea na imprensa pode alavancar a geração de leads, tornar a franquia mais conhecida e, consequentemente, a mais lembrada pelos consumidores, que podem ser novos franqueados.

Com a comunicação ativa trabalhada junto à imprensa é possível gerar valores que a marca preza. Com as redes de franquia, o trabalho pode operar em diferentes frentes para conquistar o sucesso do negócio, como por exemplo, fortalecer a imagem da franquia ou até mesmo gerar a visibilidade necessária para atrair o consumidor final e potenciais investidores. É preciso comunicar com clareza o modelo de negócio, diferenciais, além de apresentar novidades e histórias de empreendedorismo. Ações planejadas e boas narrativas estreitam o relacionamento dos consumidores, por isso não poupe esforços para estabelecer um bom relacionamento com seu público-alvo.

Lembre-se: a comunicação é peça imprescindível para as redes de franquias, afinal de contas quem não é visto não é lembrado!

Ficou interessado sobre como a assessoria de imprensa pode ajudar na expansão da sua franquia? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

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E-commerce e opinião pública: uma questão de relacionamento

Por Thamyris Barbosa

Encontros com jornalistas especializados podem alavancar a reputação das empresas e interferir nas vendas

Chegar a uma loja, apertar a mão do vendedor, passar o cartão. Essa é uma rotina que tem feito cada vez menos parte dos hábitos de consumo da população brasileira. A facilidade, conveniência, preços atrativos e possibilidade de checar avaliações sobre o produto, tem feito o comprador se aliar ao mundo do e-commerce.

Para quem representa uma empresa online, reputação é a palavra-chave, que irá atrair ou afastar um potencial cliente. Afinal, quem nunca pesquisou em sites especializados antes de comprar um novo smartphone? Ou procurou por referências sobre aquela marca recém-chegada no Brasil para saber se os produtos são de qualidade? Aliás, não há nada pior para um e-commerce do que a ausência de informações sobre os produtos já comercializados.

O e-commerce não tem um rosto, nem envolve o nome de um vendedor. E se de um lado isso agiliza as negociações, de outro pode não oferecer a credibilidade necessária para fechar vendas. É nessa hora que a opinião de terceiros se faz tão importante. Se essa análise partir de um especialista na área, melhor ainda. Daí surge a necessidade de se manter um contato próximo com jornalistas e formadores de opinião do setor. Para isso existem algumas técnicas na área da comunicação. E uma das mais eficientes é conhecida encontro de relacionamento.

Como o próprio nome diz, o encontro de relacionamento busca aproximar a marca do jornalista especializado. Por meio de almoços, jantares ou mesmo uma visita à empresa, o representante poderá levantar pontos como solidez da marca, qualidade dos produtos, diferenciais e muitas outras questões que interessem a ambos. O jornalista também terá a oportunidade de fazer perguntas e entender melhor os processos.

Mas é preciso estar preparado. Embora a estratégia seja positiva, o porta-voz da empresa irá precisar de um treinamento para reforçar os pontos fortes da empresa e responder com segurança os questionamentos que surgirem. Principalmente porque um encontro mal conduzido pode ter efeito reverso e manchar o nome da marca por muitos anos. Por isso é fundamental buscar profissionais de comunicação que estejam habituados a lidar com a imprensa para orientações especializadas. O encontro de relacionamento pode ser uma arma muito poderosa na hora de construir ou firmar uma imagem, mas é importante ficar atento ao passo a passo dessa técnica para não fechar as portas e afastar seus potencias clientes.

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A indústria 4.0 exigirá maior habilidade de comunicação

Por Luiz Antônio Gaulia

Internet das coisas, robôs, drones, inteligência artificial, big data, pesquisas sobre o cérebro e a união do digital com o físico e o biológico numa velocidade estonteante. Isso não é uma ficção, é uma realidade avassaladora percorrendo o universo empresarial e transformando a sociedade. De acordo com Klaus Schwab, presidente executivo do Fórum Econômico Mundial e autor do livro A Quarta Revolução Industrial, muita gente ainda não está enxergando as implicações de todos estes movimentos transformadores e revolucionários que a tecnologia está potencializando. O mercado de trabalho nunca mais será o mesmo e as dificuldades das organizações para contratar e capacitar pessoas para esse admirável mundo novo já são igualmente desafiadoras.

A promessa da chamada indústria 4.0 será de maior autonomia para as máquinas inteligentes, capazes de aprender sozinhas e se comunicarem entre si, liberando seus operadores humanos a controles remotos e maior tempo livre para se dedicarem a outros trabalhos ou para terem mais tempo livre com suas famílias. As cidades e os espaços físicos serão inteligentes e completamente interconectados a bancos de informações, imagens e dados capazes de identificar num piscar de olhos os interesses de um cliente ou até mesmo as intenções de um cidadão. Robôs humanizados e programados para a empatia substituirão telefonistas estressados nos call centers; drones farão o delivery das pizzas sem pedir gorjetas; em dias de chuva poderemos moldar nossas galochas de borracha em casa, nas nossas impressoras 3D, rapidamente, antes de sairmos para a rua encharcada; smart offices farão grupos de profissionais trabalharem à distância através de reuniões virtuais holográficas acabando com viagens internacionais ou evitando deslocamentos no trânsito; consumidores poderão vivenciar emoções e sensações através de gadgets instalados em seus dedos e sobre seus olhos antes de comprarem produtos ou serviços, testando a compra por completo e assim, dezenas de milhares de hábitos e comportamentos deverão mudar por completo pela força dessas inovações.

Mas para que tudo isso aconteça como imaginado pelos cientistas e pelos visionários empreendedores globais, tamanha revolução demanda não somente conhecimentos técnicos por parte dos profissionais, mas de habilidades pessoais preciosas. As empresas precisam de gente com a paixão por aprender, desaprender e reaprender; capacidade colaborativa sob pressão e de trabalho em rede; capacidade de trabalhar em ambientes ambíguos e sob constante processo de mudança; flexibilidade e inteligência emocional para lidar com conflitos e capacidade para prever, entender e resolver problemas. Todos eles, no meu entender, baseados unicamente na habilidade de comunicação intrapessoal e interpessoal. Na base de tudo, a comunicação é chave de processos e projetos vitoriosos.

A indústria 4.0 exigirá maior habilidade de comunicação e poucos apps ou plataformas digitais serão capazes de dar conta do lado emocional das relações humanas. Este desafio existe desde a produção industrial mecanizada – a primeira revolução industrial-, e passou pelas mudanças trazidas pela eletricidade, a manufatura em massa e também com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações. As inovações tecnológicas avançam, mas a dificuldade de conversar permanece. Ou não? E no meu entender, assim permanecerá. Se robôs com reações humanizadas substituirão as pessoas em determinados locais de trabalho ou no atendimento ao público, as interlocuções presenciais continuarão conflitantes pois as novas disputas por poder, reconhecimento do mérito, competitividade entre departamentos, egos e vaidades, iniciativa e estilos de liderança continuarão existindo dentro das empresas afetando diretamente as relações humanas e prejudicando o diálogo.

A comunicação 4.0 vai ganhar mais apetrechos digitais, repletos de cores e luzes inebriantes mas precisará ganhar também em qualidade de relacionamentos, empatia e abertura para o diálogo. Um desafio que nos acompanha desde o tempo das cavernas.

 

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Como promover uma empresa nas redes sociais

Por Lívia Caixeta

Marcar presença, ser visto e ser lembrado.

Esses três aspectos, extremamente importantes para uma empresa – pequena, média ou grande -, são a base para promover sua marca nas redes sociais. Essas ferramentas, se bem utilizadas, avançam e crescem em um ritmo intenso e são capazes de gerar alto impacto. Falando em impacto, há alguns anos já falávamos sobre isso por aqui no post que comenta a respeito dessas novas mídias.

Dados estatísticos do statista, por exemplo, apontam que, até julho deste ano o Facebook é o líder no segmento com 63,76% dos acessos, seguido pelo Twitter com 14,89% dos acessos. Completam as primeiras posições o Pinterest, com 10,38% dos acessos, em quarto lugar o Instagram (também do Facebook) com 3,23%, em quinto o Tumblr com 1,81%.

Outro aspecto, desta vez levantado pelo Sebrae SP por meio da pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, mostram que micro e pequenas empresas investem em informatização e que o Whatsapp e o Facebook são as redes sociais mais utilizadas por esta fatia de mercado. Essas duas ferramentas cumprem funções operacionais importantes semelhantes a um SAC e ainda geram conteúdo que pode ser compartilhado por seus clientes.

Como promover uma empresa nas redes sociais

Conteúdo x Engajamento

Mas qual será o segredo para se destacar nas redes sociais, esse mundo tão vasto?

  1. Identifique o perfil do seu público: as redes sociais podem ser utilizadas tanto como suporte na comunicação interna quanto para conversar com seus consumidores/clientes;
  2. Utilize as redes sociais adequadas para o perfil da sua empresa e para o conteúdo que deseja divulgar;
  3. Gere conteúdo e não apenas “anúncios”: quanto mais informações relevantes você produzir nas suas redes sociais maior será seu alcance. Entenda um pouco mais sobre isso no post que escrevi sobre o Negative SEO;
  4. Faça impulsionamentos e promoções quando necessário;
  5. Planeje e monitore: uma rede social “abandonada” pode ser um tiro no pé!
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Comunicação integrada: redundância do século XXI

Por Filipe Andrade

Certo dia ouvi de um professor de comunicação que “comunicação integrada é redundância”. Por incrível que pareça, a afirmação reflete a atual dinâmica do mercado e a forma de se fazer comunicação.

Em pleno século XXI, era da informação e da ascensão das redes sociais na internet, uma organização não faz (ou menos pelo menos não pode fazer) apenas comunicação interna ou somente assessoria de imprensa, por exemplo. As empresas, do presente e do futuro, precisam desenvolver, acima de tudo, comunicação no sentido mais abrangente do termo.

Ou seja, a comunicação integrada deve fazer parte do dia a dia de qualquer organização na atualidade. E, conforme aponta Marcelia Lupetti, autora do livro “Gestão estratégica de comunicação mercadológica”, “planejar a comunicação [integrada] exige interação, unificação de mensagem, instruções, boa vontade e envolvimento de todos os colaboradores”.

É importante ressaltar ainda que não se trata apenas de replicar um conteúdo para diferentes públicos e em diversos meios, mas trabalhar uma única mensagem através de ferramentas diversas, utilizando linguagens adequadas à cada meio.

Vamos partir do pressuposto que, em uma empresa, todos os indivíduos que a compõem são também seus porta-vozes. Nesse sentido, se uma empresa direciona seus esforços apenas à comunicação interna, ela ainda terá sua imagem repercutida externamente, seja nas redes sociais ou em rodas de amigos no dia a dia. Um exemplo é a Campanha da Always, “Like a girl”, de 2015.

Por outro lado, se ela resolve trabalhar apenas com assessoria de imprensa, ela corre o sério risco de não ter sua imagem referendada pelos seus colaboradores, por exemplo, pelo simples fato de eles não conhecerem as estratégicas e objetivos daquela empresa, pois esse cenário não foi trabalhado internamente.

Não faz sentido também investir em marketing digital, ações com influenciadores digitais, se sua imagem interna, seu clima organizacional, não reflete aquilo que é trabalhado externamente.

Desta forma, mais que um diferencial, a comunicação integrada torna-se um dever de qualquer organização cujo objetivo é transmitir de forma eficiente sua mensagem a diferentes públicos e reforçar sua imagem junto à sociedade.

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