Como gerar awareness com ações customizadas

Como gerar awareness com ações customizadas

Como gerar awareness com ações customizadas

Um negócio, seja de qualquer nicho, tem suas características únicas que serão base de seu destaque perante a concorrência. É preciso levar essas qualidades exclusivas da marca para conhecimento do público final, para que o cliente saiba exatamente por que prefere consumir desta empresa e não de outras. A pergunta é: sua marca sabe como construir a repercussão necessária sobre suas melhores qualidades? Vem com a gente pois hoje vamos mostrar como gerar awareness com ações customizadas e colocar a sua marca no topo.

Primeiro passo: planejamento!Clientes são o motor da dinamicidade dentro do mundo corporativo e fidelizar este consumidor deve ser prioridade no planejamento para que a marca garanta boas relações e prospecte resultados lucrativos para o novo ano.

Mas como passar uma mensagem forte para esse público?De acordo com o livro “Comunicação mercadológica: uma visão multidisciplinar”, de Daniel dos Santos Galindo, uma pessoa, ao receber uma mensagem, automaticamente relaciona o texto, produto ou marca envolvidos com significados de valor psicológicos e sociológicos selecionados por sua memória afetiva. Isso é: chamar a atenção de forma agradável, por meio de uma lembrança ou associação, trará uma boa sensação ao consumidor (ou possível consumidor) e fará com que os laços entre cliente-empresa sejam ainda mais fortificados, proporcionando maior confiança entre ambas as partes – sentimento que define o futuro das relações interpessoais e corporativas. Neste tipo de ação, a criatividade é o motor que irá tornar o conteúdo especial para o destinatário.

Para exemplificar a importância de trabalhar com a memória vamos pensar no seguinte produto: a turnê “Nossa História”, da dupla queridinha dos anos 90, Sandy e Júnior. Para comemorar os 30 anos de carreira dos irmãos, eles lançaram esta turnê exaltando os grandes clássicos da banda. Com esta abordagem, conseguiram a segunda maior bilheteria por show em 2019, segundo levantamento publicado pela Pollstar, arrecadando US$ 2,26 milhões por shows (cerca de R$ 9,36 milhões). A base deste produto? A nostalgia.

Dentre as alternativas para causar impacto, ações customizadas como eventos, press kits, press trips ou brindes são opções para demonstrar o carinho e a preocupação em manter o consumidor por perto – além de ser uma ótima alternativa para mostrar os diferenciais da marca.Aqui na Race, uma das principais ferramentas para e elaborar uma ação customizada que exalte os diferenciais da marca parte da realização de um grande brainstorm com toda equipe, trazendo assessores de diferentes atendimentos e formações profissionais – o que garante uma pluralidade de visões e ideias para construir o projeto ideal.

Foque no diferencial da marca para elaborar o projeto

É importante pensar cada brinde de forma individual e personalizada – de acordo com a personalidade de quem vai recebê-lo, gerando valor ao conteúdo. Ao mostrar preocupação em elaborar uma ação que seja a cara do cliente, ele se sentirá especial e, consequentemente, terá ainda mais garantia que fez a escolha certa pela marca.

Resumindo este planejamento de ações:

  1. Pense em um conteúdo que mostre o diferencial da marca;
  2. É interessante se conseguir gerar uma memória afetiva no consumidor;
  3. Elabore uma ação individual e personalizada, que fará o cliente se sentir valorizado.

Vamos conversar agora sobre as 2 principais ações customizadas deste tipo: press kit e press trip.

Press kit: ele está vivíssimo!

Quando se fala nesta ação, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a combinação de produtos e release. Usado normalmente para marcar um lançamento ou uma ação diferenciada, o recurso geralmente assegura bom retorno de visibilidade e ajuda também a estreitar a ligação com a imprensa.Outro fator crucial na elaboração de um press kit é fugir do padrão comum de presentes de final de ano ou lembrancinhas corporativas.

Seja estratégico e faça com que esta ação fale pela instituição e gere maior impacto informativo.Um bom conteúdo, atrelado a uma boa imagem, consolida a reputação da sua marca e a fidelização do seu cliente.

Um exemplo bacana de ação customizada é o case “Gosto Umami, dando sentido ao paladar”, criado pela Race em parecia com o Comitê Umami e que teve o intuito de aumentar o conhecimento de jornalistas, blogueiros, chefs de cozinha, escolas, universidades e profissionais de saúde sobre o assunto. O case foi vencedor do Prêmio Aberje 2017, na categoria Assessoria de Imprensa.A Race tinha a missão de aumentar o awareness a respeito do tema e, além de trabalhar de forma proativa (com releases, sugestões de fonte, sugestões de pauta para jornalistas, eventos para youtubers e blogueiros, além de encontros de relacionamento com jornalistas de diversas regiões do país), elaborou um kit customizado que trazia 5 alimentos, um representante de cada gosto, para que o receptor deste presente pudesse conhecer todo o universo  dar sentido ao seu paladar.Conheça alguns detalhes deste kit!

Lembre-se: tão importante quanto a mensagem geral do kit está o recado que irá junto ao brinde, pois ele dá sentido à ação. Ele também precisa estar ligado à comunicação que a sua marca deseja oferecer, uma vez que irá falar pela imagem da sua empresa e mostrar de que forma a sua marca agradece a parceria e estreita as relações entre ambos.

Press kits e brindes não são apenas um detalhe de final de ano. Este tipo de ação customizada é uma visão a longo prazo e uma estratégia pontual. Dessa forma, você aumenta sua competividade no mercado, aumenta suas chances de continuar com os clientes e garante a geração de ótimos resultados para a marca.

 

Além do press kit: que tal uma viagem de possibilidades?

O press kit contudo não é a única opção para cumprir o papel de gerar bom retorno e  visibilidade. A press trip, ou “viagem de imprensa”, é outra ferramenta poderosa para incrementar o relacionamento com jornalistas. Obviamente, sua realização demanda um budget bem mais alto e, por isso, sua execução deve ser estrategicamente elaborada.  

Arcar com os custos de uma viagem de imprensa só se justifica quando é possível proporcionar uma verdadeira experiência ao participante, oferecendo oportunidades e informações que seriam bem mais difíceis, ou até mesmo impossíveis, para o jornalista obter da redação. Ter contato direto com o principal CEO de uma empresa ou conhecer as instalações de uma planta são exemplos de situações nem sempre viáveis todos os dias.

Mas com as redações cada vez mais enxutas, levar jornalistas em press trips está se tornando um processo cada vez mais delicado. A ideia de que a simples possibilidade de viajar é suficiente para assegurar a adesão da imprensa ao projeto é uma ilusão. Sendo assim, é fundamental que os convidados percebam a possibilidade de produzir conteúdos verdadeiramente interessantes para seus veículos.

Como não poderia deixar de ser, o planejamento é a base para uma press trip bem-sucedida. A seguir, a Race traz sete aspectos fundamentais para o sucesso desse tipo de ação, ressaltando porque desempenham um papel tão essencial na estratégia para o evento:

1 – Estabelecer objetivos claros é fundamental para saber se vale a pena arcar com as despesas necessárias para um evento desse tipo. Essas metas não precisam ser necessariamente quantitativas. Apresentar seu cliente como fonte de tecnologia ou conhecimento em determinada área, revelar nichos de sua atuação antes pouco explorados, aumentar o nível de conhecimento da imprensa sobre determinada área de interesse ou simplesmente melhorar o relacionamento da mídia com a empresa são outros objetivos que justificam o investimento em uma press trip; 

2 – Os conteúdos abordados devem ser condizentes com a finalidade da ação. Quando bem realizada, a seleção de temas trabalhados permite conduzir a experiência dos jornalistas de forma proveitosa para os dois lados. É importante que todos os envolvidos percebam que estão adquirindo conhecimento e obtendo informações que serão relevantes naquele momento ou em breve;

3 – Para que todos consigam tirar o máximo proveito das atividades e oportunidades, é fundamental oferecer materiais informativos sobre os temas abordados. Esses conteúdos podem ser disponibilizados via release, apresentações ou páginas na internet. Na medida do possível também é importante que os executivos envolvidos estejam acessíveis para tirar dúvidas ou desenvolver algum ponto mais específico que surja.

4 – O equilíbrio entre atividades obrigatórias – como visitas a instalações e coletivas com executivos – e momentos mais descontraídos – como almoços, jantares e cafés ou passeios também é muito importante. As do primeiro grupo servirão para focar os participantes nos pontos de interesse do cliente. As demais permitirão que cada convidado desenvolva pautas mais exclusivas.  E não se preocupe, no que diz respeito a relacionamento, ambas servem igualmente para estabelecer e fortalecer vínculos com os jornalistas.

5 – Atenção para não transformar seu convidado em refém. Tenha em mente que muitos jornalistas precisarão entregar seus conteúdos no mesmo dia. Alguns, em especial os de internet, terão de fazê-lo praticamente em tempo real. Assim, a programação precisa prever períodos livres para que os profissionais tenham condições tanto de produzir suas matérias quanto de descansar entre uma atividade e outra. 

6 – A seleção dos convidados é extremamente estratégica na definição do projeto. Dependendo do objetivo, restringir essa lista a veículos especializados pode ser a melhor opção. Em outras situações pode ser mais interessante trabalhar com perfis diversificados de publicações e/ou editorias. A vantagem nesse caso é ampliar as possibilidades de abordagem nas pautas e a variedade de tipos de publicações que podem aproveitar os materiais.  A inauguração de uma nova fábrica, por exemplo, pode interessar tanto editorias de cidades, negócios e investimentos como para a cobertura de marketing, recursos humanos ou até para segmentos de tecnologia, dependendo da situação. Além de jornalistas, blogueiros, influenciadores e representantes de associações ligadas ao setor são stakeholders em potencial.  

7 – Assegure-se de disponibilizar internet e pontos de energia pelo menos no hotel e nos locais em que sejam desenvolvidas atividades mais longas e específicas. Lembre-se que a press trip é acima de tudo uma estratégia de relacionamento e como tal deve proporcionar uma experiência positiva ao participante. Não adianta levar o profissional ao lugar mais fantástico do mundo se ao chegar lá ele não tem uma estrutura mínima de trabalho.

 

E aí, está pronto para levar o awareness da sua marca a outro nível?

Além destas, outras ações customizadas podem colaborar para destacar os diferenciais da empresa. Venha conversar com a Race e descobrir qual a melhor estratégia para a seu negócio.

 

Como gerar awareness com ações customizadas
Como gerar awareness com ações customizadas
Como gerar awareness com ações customizadas
Gostou do artigo?
Leia mais
5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa

5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa

Quando uma empresa procura uma assessoria de imprensa geralmente tem um objetivo bem específico: levar aos veículos de mídia as informações mais relevantes sobre seus negócios, serviços, produtos e/ou iniciativas. O desejo claro dessa ação é se fazer ouvir e compreender. Mas como garantir o sucesso da execução desta comunicação externa? Pensando nisso, hoje a Race traz 5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa e garantir muito mais resultados com a área.

Antes mesmo de começar, vamos alinhar o fator principal: relacionamento é uma via da mão dupla!

O que nem sempre está claro para muitos é o imperativo de reciprocidade desse processo. Quem quer ser ouvido também precisa saber ouvir e compreender os veículos de mídia. Isso tem implicações práticas no processo de comunicação e é fundamental que o processo seja bem entendido por todos os envolvidos para que o relacionamento seja equilibrado e satisfatório.

  1. Conheça seu interlocutor

Junto a equipe de assessoria, é preciso conhecer o perfil dos veículos que cobrem o segmento de atuação, pois este fator é determinante para o aumento no índice de divulgações bem-sucedidas.

Por exemplo: não adianta tentar emplacar dados estatísticos crus em uma publicação cujo forte é trabalhar conteúdos com viés humano. Isso não significa que as informações não têm chance de serem aproveitadas no veículo em questão. Porém, nesse caso, além de fornecer números será necessário ter cases e/ou personagens relacionados aos mesmos para sugerir como exemplos. Parece ingênuo tocar nessa orientação, mas apesar de ser simples e básica nem sempre essa regra recebe a devida atenção.

Na prática: para facilitar o andamento deste processo é preciso ter confiança na equipe de assessoria que faz parceria com a sua empresa, pois ela trará o know-how  e garantirá um bom briefing do veículo para construção da pauta.

  1. Saiba o que interessa à imprensa sobre seu cliente

Caminhada esta primeira etapa do alinhamento empresa-assessoria-veículo, na qual a equipe de comunicação externa garantirá que esteja no canal certo, agora é fundamental compreender quais aspectos do seu negócio interessam à imprensa.Para isso, não basta verificar que tipo de matéria está sendo produzida pela mídia a respeito daquele setor, o mais importante é tentar antecipar tendências e pontos de interesse, alinhando isso com o assessor.

Este profissional da comunicação precisa estar sempre atento às pesquisas e estudos divulgados para, assim, colocar as suas key messagens nestas pautas. Assim como no quesito sobre o perfil do veículo para o qual está enviando determinados conteúdos, conhecer o que a imprensa quer saber sobre seu cliente favorece a sugestões de pautas mais focadas e dirigidas.

Na prática: ALINHAMENTOS! Sua assessoria cobrará de você uma série de alinhamentos de expectativas e dados para poder fornecer com precisão aos repórteres. Este é um momento crucial que a empresa precisa entrar em ação para fornecer o conteúdo. Sem isso a segunda parte atuante do relacionamento se quebra e a informação ficará travada.

Em tempos de marketing digital, por que investir em assessoria de imprensa?  

  1. Mantenha um olho na mídia e outro na métrica

Muitos relatórios chegarão até você e é possível que fique um pouco perdido em como medir a qualidade da informação que circula sobre sua marca.Quando o assunto é eficiência da comunicação, não ignore as métricas. Os famosos Key Performance Indicators (KPI) são aliados importantes para compreender se sua mensagem está sendo produzida e entregue da maneira ideal ao destinatário adequado. É sempre possível estabelecer uma personalização desses indicadores para obter interpretações de cenário cada vez mais individualizadas e, claro, atingir objetivos mais rapidamente.

Na prática: relatórios são parte importante da entrega da um produto, que, neste caso, é como está sendo entregue aos veículos de mídia as informações sobre sua marca. Mas relatórios frios e padronizados não trazem uma reflexão e análise de dados precisa sobre suas demandas. Neste momento estra a importância de um atendimento personalizado que construirá as KPIs de acordo com os objetivos estabelecidos por quem contratou a comunicação corporativa.

  1. Cultive o diálogo aberto e sincero

Por trás das câmeras, o que você possivelmente você não está acompanhando é o networking trabalhoso que a equipe de assessoria de imprensa mantém dia a dia com as equipes de mídia. Pode ser muito frustrante quando aquela pauta não dá certo ou quando uma fala do porta-voz da marca -que demorou 40 minutos para ser produzida – aparece por apenas 7 segundos.

Mas um aspecto fundamental para a saúde do relacionamento com a imprensa é manter a comunicação aberta sempre! Mesmo quando “a pauta cai” ou mesmo que o tema não seja o mais interessante. Aquela curta contribuição pontual sobre algum aspecto específico pode ser o suficiente para alimentar uma boa relação e criar oportunidades futuras de divulgação.

Em contrapartida, aquele bom alinhamento vai garantir que seu assessor não tenha medo de declinar um convite caso o assunto realmente fuja ao escopo – pois a recusa se fundamenta na falta de conexão entre o tema e a possível fonte e que o interesse de contribuir em matérias futuras permanece. Pode ser que outros clientes da agência de assessoria apareçam na pauta, e isso é ótimo! A contribuição à necessidade do repórter  é garantia de um bom networking entre todos os envolvidos no processo da comunicação.

Na prática:  colocar sua marca na mídia é trabalhoso e consome tempo de todas as partes envolvidas. A dica para essa relação ser duradora é ter calma e sempre abrir todas as expectativas e ansiedades pois, assim, a equipe de assessoria poderá trabalhar em cima disso e garantir o melhor cenário dentre as possibilidades que a imprensa oferece.

  1. Valorize a exclusividade

Exclusivas são um diferencial muito importante! Seu assessor trabalha arduamente por elas. Aqui vale mais uma vez entender a confiança que é preciso ter com a equipe que comunica a sua marca. Ela está trabalhando para a fortalecer a relação com os jornalistas e valorizar os conteúdos da empresa.

Na prática: muitas vezes esperar é a chave do negócio. Pode parecer uma ótima técnica divulgar uma novidade da marca em uma grande quantidade de veículos logo de cara, mas estabelecer a estratégica correta no momento de planejar as ações e estar no veículo certo por vezes é muito mais eficaz.Estas 5 dicas para ter sucesso com a sua assessoria de imprensa vão ajudar a sua empresa a alinhar expectativa x realidade no quando contratar uma equipe para cuidar desta área da comunicação. Lembre-se sempre: para um relacionamento ser duradouro nesse cenário ele precisa ser uma via de mão dupla e sempre uma contribuição mutua entre assessor e assessorado. Com essas dicas você está pronto pra entrar neste trato e acelerar sua marca frente as concorrentes!

 

5 dicas para ter sucesso com sua assessoria de imprensa
Gostou do artigo?
Leia mais
Guia rápido: como criar um diagnóstico de comunicação interna

Comunicação interna: guia rápido para criar um diagnóstico

Quando se pensa em comunicação corporativa, um erro grave é dar importância apenas com o público externo. O diálogo com o colaborador, através de comunicação interna, é fundamental para a saúde administrativa e até mesmo para o crescimento das empresas. Ficou para trás o tempo em que bastava um alerta no quadro de aviso para dar conta da situação. Por isso, hoje a Race traz um guia rápido de como criar um diagnóstico de comunicação interna para entender em que etapa a sua empresa está nesta área e elaborar um plano de ação.

Vem com a gente!


Hoje, uma comunicação interna eficiente exige que o colaborar receba a mesma atenção do cliente externo. Afinal, o funcionário também é um cliente e tem poder para construir ou destruir a reputação de uma empresa no mercado.

Negligenciar esse fato pode acarretar problemas graves desde o surgimento de disse-me-disse, a famosa rádio corredor, conflitos internos e até a queda na qualidade da produção ou do atendimento a clientes. Mas como assegurar que o diálogo com os colaboradores atenda às necessidades da empresa?

O primeiro passo é definir qual o objetivo desejado

Saber o que se deseja atingir é fundamental para a elaboração de um plano de comunicação eficiente. A empresa pode querer reforçar as suas key messages, elevar o nível de engajamento dos colaboradores, dar fim a uma crise interna ou muitas outras que têm esbarrado em falhas comunicativas.

Siga com um diagnóstico imparcial

Definido o objetivo a ser atingido, o próximo passo é lógico: fazer um diagnóstico de comunicação interna real e imparcial da situação. Basicamente, as perguntas que deve responder são as seguintes:

1. Como seu colaborador se sente em relação à empresa?

2. Quais canais ele dispõe para se manifestar e receber informações confiáveis?

3. As informações chegam aos funcionários em volume adequado e de maneira clara?

4. A relação entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico é marcada pelo respeito ou pela intimidação?

5. O vínculo do seu colaborador com a empresa é apenas financeiro ou ele é estimulado a se sentir parte de um projeto?

As respostas a essas perguntas vão revelar os pontos fortes e fracos da estrutura de comunicação interna e permitir a escolha mais adequada das ferramentas e ações que podem ser adotadas para aperfeiçoar o sistema existente. Campanhas pontuais, jornais, folhetos internos, TV ou rádio corporativa, intranet, e-mails, newsletter, redes sociais corporativas e até o bom e velho mural são opções igualmente válidas. O fundamental é que a linguagem seja adequada e acessível ao interlocutor que se procura atingir.

Este diagnóstico realizado dentro da empresa, pela equipe de RH ou Comunicação Interna, é o ponto de partida para a elaboração e implementação de um bom plano de comunicação interna. Depois desse briefing o ideal é ter uma equipe especializada para realizar uma imersão, fazer um diagnóstico aprofundado, pesquisa e análise de dados, um planejamento estratégico e entrar em ação! Esta equipe vai começar o trabalho através de uma análise aprofundada do cenário em questão.

Analisar uma empresa não é tarefa simples. São necessárias várias horas de trabalho entendendo o que a empresa faz, como ela faz, para quem, quem são os públicos de interesse. Muitas perguntas devem ser respondidas antes de qualquer ação. Isso tudo faz parte do trabalho inicial de imersão na cultura, nos processos e nos produtos e serviços das empresas. Com esta análise será possível criar uma versão mais aprofundada do diagnóstico, que busca diminuir a diferença entre como a empresa quer ser vista e como as pessoas realmente a enxergam. Essa diferença deve ser a menor possível e neste momento é importante dar um diagnóstico que aponte quais atividades de comunicação devem ser tomadas para estreitar essa distância, além de propor ações que impactam diretamente no planejamento estratégico da empresa.

A partir daí o leque de opções para revigorar o relacionamento com seus colaboradores é vasto mas a recompensa é incrível! Entre em contato com a Race Comunicação e descubra quais soluções podem incrementar sua comunicação corporativa!

Comunicação interna: guia rápido para criar um diagnóstico
Gostou do artigo?
Leia mais

Uma década de comunicação e a construção de tendências digitais

O ano é 2010. Você precisa enviar uma mensagem rápida a um amigo então pega seu BlackBerry e manda um SMS (o WhatsApp, apesar de ter sido lançado em 2009, ainda não era muito popular – foi ganhar força apenas em 2012). Você gostaria de já ter um iPhone 4, mas ainda está receoso com o fato de não ter nenhuma tecla para escrever. Ou ainda gostaria de entender o que faz esse tal de iPad. Liga a televisão e tenta compreender as mudanças que estão por vir com a instalação da TV Digital. Ainda em busca do seu amigo, checa se ele já tem uma conta no Facebook – em 2012, essa viria a se tornar a rede social mais popular do mundo, com um bilhão de usuários. Também poderia buscar um grupo no Orkut, pois essa era a maior rede social daquele momento. 


Há quantos milênios foi 2010? 


Na última década, vimos nascer conceitos importantes e evoluções tecnológicas que nos obrigaram a adaptar a forma como nos  comunicamos. Também foi nesse período que a Geração Z, nascida nos anos 90, passou sua infância já imersa nos avanços de formas digitais e tecnológicas de se comunicar com o mundo, o que representou estreitamento de fronteiras, mas também criou barreiras e novos limites a serem compreendidos. Um reflexo desse processo foi a aprovação, , em 2014, do Marco Civíl da Internet – que regula o uso da internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. Essa geração, dentro dessa conjuntura, está ingressando no mercado de trabalho e moldando o futuro da comunicação.


Ao fim de tudo isso, o último ano da década trouxe mudanças interessantes para as formas de transmitir mensagens (sobre marcas ou pessoas). Testamos novos formatos, solidificamos e lapidamos os caminhos certeiros e, agora, podemos arriscar alguns palpites sobre o que há por vir em 2020. Já de cara trago um spoiler sobre este balanço do universo da comunicação: saber ouvir é a chave para seu negócio


1. Não adianta mais ser expectador. As pessoas querem participação!

No começo deste milênio, as pessoas se comportavam muito mais como receptoras passivas de informações vindas de uma tela fria na sala, ou de um papel impresso, nos quais a mínima interação caminhava na velocidade de uma carta postada nos Correios. Começamos os anos 2010 conhecendo a TV Digital e tateando o funcionamento das SmartTVs e aparelhos celulares mais responsivos, que nos colocariam em contato direto com o emissor das mensagens. 


A explosão das redes sociais, Facebook, WhatsApp, Instagram e tantos outros, colocaram esse mesmo espectador desta vez no centro da mensagem, no papel de emissor, comunicando o que bem entendesse para seu público cativo. No papel de detentor dos próprios canais, compartilhando seus gostos e estilos de vida, começaram então a influenciar uma legião de seguidores sobre seus gostos e estilos de vida. As marcas paulatinamente compreenderam a importância (e a oportunidade) de estarem presentes nesses novos ambientes virtuais e criaram contas oficiais em todos os canais possíveis para também compartilhar com seus clientes (e possíveis novos clientes) seus produtos e serviços.


Neste fim de década, ver uma publicação compartilhada por outros ou uma simples propaganda s bombardeando a timeline não é suficiente. As pessoas querem ser protagonistas e viver experiências que as façam tirar as próprias conclusões. Este ano, pudemos acompanhar a criação de campanhas criativas em formatos diversos, por empresas que compreenderam bem esse processo. Só neste último semestre, grandes marcas como Globo, iFood e McDonald’s quebraram a cabeça para criar intimidade com o público e vender seus conceitos e experiências. 

Interação. É essa a palavra pra esse tipo de ação: colocar o receptor da mensagem como ponto focal e gerar nele experiências e memórias que serão mais efetivas que uma publicidade “fria”, focada apenas na venda, na imperatividade do “compre já”.


2. Assertividade

“Menos é mais” é a máxima das novas interações. No começo dos anos 2010, ao escavar a internet e descobrir as inúmeras possibilidades de presença digital, muitas marcas optaram por espalhar conteúdo por todos os lados. Em 2019 já temos um receptor mais seletivo e exigente sobre os conteúdos que consome, por isso não é mais importante estar presente em todos os canais, é preciso estar nos canais certos, falar com as pessoas certas e ouvir as demandas deste público que a marca conversa. 


Um exemplo disso é o case “No passo da diversidade” da Evidence Ballet, construído pela Race e finalista do Troféu Jatobá de 2019 na categoria Digital. 

 

CASE EVIDENCE BALLET

 

 

A Evidence Ballet é uma empresa que fabrica e comercializa produtos para dança através de e-commerce. Em 2017, a Race Comunicação foi procurada pela marca para estruturar as redes sociais e trabalhar ações com influenciadores. Em disputa com outras três grandes marcas do segmento a pergunta da Race durante o projeto foi: como se comunicar de forma inovadora e buscar a diversidade dentro de um ambiente clássico e tradicional? 


A resposta é tão simples quanto precisa: ouvindo os clientes. Além da produção de conteúdo e marketing de influência, um dos pilares da estratégia foi o Social Listening para identificar as necessidades dos consumidores por meio das interações, tanto de consumo quanto de conteúdo. E, a partir da escuta das demandas, a marca desenvolveu um produto inédito no Brasil: a sapatilha de ponta para bailarinas negras, Pirouette Misty. Com essa nova forma de se comunicar com os consumidores e transformando suas expectativas em produtos reais, as redes sociais da marca tiveram um aumento de 166% no número de seguidores e de 837% no número de comentários. 

A escuta constante das demandas dos consumidores deve incentivar que as marcas tomem posturas mais inclusivas e, com isso, atinjam e fidelizem públicos estratégicos que ainda não se viam identificados nas campanhas publicitárias.


Mas atenção: esse novo consumidor não quer apenas se ver identificado nas campanhas, mas também está atento se o discurso das empresas está alinhado às suas práticas. Essa é mais uma característica fundamental   nesta virada de década – nada passa despercebido e os consumidores cobram cada vez mais uma postura condizente entre mensagens e ações. Você pode ler um pouco mais sobre isso neste texto


Ainda sobre inclusão, o estudo Oldversity, que conversou com mais de duas mil pessoas pelo Brasil, identificou que 37% delas acreditam que a publicidade brasileira é racista. Além disso, 70% acreditam que as propagandas ainda não são genuínas quando abordam temas como diversidade.


Como é o caso da Empiricus (lembra da Betina?), do Extra, do Carrefour, Facebook, Uber entre outras marcas que batalharam para reverter a má reputação construída com  falhas de narrativa ou até condutas judiciais. 


3. Influenciar x evidenciar: qual o papel do influenciador do jogo da comunicação? 

Em 2012, quando Zuckerberg comprou o Instagram, esta era conhecida como uma simples rede social para fotógrafos amadores. Fechando a década, hoje é quase um bilhão de usuários ativos que desfrutam das diversas ferramentas da plataforma (stories, IGTV, feed), que vão muito além do gosto pela fotografia.


Quando falamos de Instagram, logo vêm à mente perfis compartilhando seus estilos de vida e #publiposts vendendo produtos e ideias. Mas nomear como “influenciador”, tomando o real sentido da palavra, o dono de uma conta com milhares de seguidores talvez não seja um termo tão exato. Segundo o estudo “O Futuro da Influência”, produzido pela consultoria YouPix, em parceria com a empresa de pesquisa de comportamento Box1824, “influência é a mudança de comportamento”. A influência é antes era apenas pelo alcance instantâneo. A perspectiva agora é traçar métricas sobre frequência de conteúdos, atenção às mensagens enviadas pelas marcas, engajamento do consumidor e impactos comerciais e de comportamento.


Em geral, personagens de grande número de followers têm pouca intimidade e potencial de alcance. Portanto, são mais “evidenciadores” da marca. Quem influencia realmente é aquele seu amigo, com mil seguidores, mas em quem você confia e tem intimidade. Você pode ler mais sobre neste outro artigo


O estudo traça ainda um panorama do que estamos vivendo, mas também dá algumas dicas do que podemos esperar nos próximos anos:


1. O consumidor cobrará cada vez mais consistência e frequência de conteúdos;
2. Mix entre as marcas terão cada vez mais sentido (como iFood e Globo, citados acima);
3. Inteligência Artificial estará cada vez mais presente customizando o conteúdo recebido (como fazem hoje Netflix e Spotify, por exemplo);
4. Influência Híbrida, isto é: se nessa década entramos de cabeça no mundo virtual, a tendência agora é trazer cada vez mais para o offline em uma ressaca do uso excessivo da internet e fim do deslumbre de seus poderes;
5. Backlash digital: recuo também dos evidenciadores e procura por um contato de influência mais “one to one”.

Falar sobre toda uma década e tecer comentários sobre as expectativas da próxima pode se estender por linhas e linhas a fio. Aqui a tentativa foi trazer um panorama geral sobre o que vem se moldando no universo da comunicação e, como dito no começo, é essencial trazer para dentro do negócio o que se ouve fora. A grande tendência para a próxima década é ouvir e criar para quem está se comunicando com você tanto quanto para quem ainda não está. 


Reserve um tempo do seu planejamento de comunicação de 2020 para realizar essa escuta. As respostas estratégicas para alavancar seu negócio podem estar nesse pilar da comunicação.


Por Nathalie Portela

 

Uma década de comunicação e a construção de tendências digitais
Gostou do artigo?
Leia mais

Em tempos de marketing digital, por que investir em assessoria de imprensa?  

Um dos pilares de maior importância dentro de uma empresa, que acelera a sua marca na frente das concorrentes é, certamente, a comunicação. Porém, em tempos de digital, o que importa hoje não é somente quem se comunica primeiro, mas o que e como se comunica. Não basta apenas marcar presença nas redes sociais ou na imprensa, é preciso ter uma boa história para contar. Para vender mais, é preciso ser visto por seu público de uma maneira positiva.

Hoje pessoas compram porque se identificam com o produto, sua origem, seu processo de produção e a marca. Todas as métricas que são importantes e que levam à conversão do usuário envolvem conteúdo relevante e de qualidade, disponível nas redes sociais ou materiais ricos como e-books e webinars.

No entanto, o trabalho de assessoria de imprensa vai muito além de alavancar números da noite para o dia. Aliás, é fundamental tirar essa ideia da cabeça ao buscar esse tipo de serviço, ou tentar medir os resultados obtidos com a assessoria de imprensa com a mesma régua do marketing digital – ambos os serviços são essenciais para uma comunicação e marketing estruturados e alinhados com os propósitos do negócio, mas contribuem de maneiras diferentes para os resultados da empresa.

A assessoria vai além de leads e conversões; ela busca solidificar a comunicação institucional do cliente, fazendo com que seja visto pela mídia e estabelecendo relacionamento com jornalistas para que seja criada uma reputação e imagem positiva. Para isso, é necessário conhecer a companhia a fundo, pontos fortes e fracos, histórico, concorrentes, objetivos e ideias, e principalmente, entender qual a real situação do mercado de atuação do negócio.

Além disso, a gestão de crise é uma das ferramentas que a assessoria de imprensa usa para controlar ao máximo, e em alguns casos, reverter situações delicadas a favor do cliente. Para isso existe o media training, elaborados especialmente que gestores e porta-vozes saibam quando e como se posicionar frente à imprensa em casos extremos.

Todos esses esforços exigem tempo, conhecimento e experiência dos profissionais, por isso, os resultados de assessoria de imprensa vêm à médio-longo prazo. É um trabalho minucioso, que precisa de tempo, jogo de cintura e resiliência em épocas de instabilidade e visão estratégica para aproveitar os bons ventos a favor do seu cliente.

Agora que você entendeu a importância do serviço de assessoria de imprensa para sua empresa, confira outros conteúdos sobre comunicação corporativa e a atuação da Race Comunicação!

Por Bárbara Christan

Gostou do artigo?
Leia mais

Como melhorar os resultados na comunicação em 2020?

Ações simples facilitam o dia a dia, otimizam tempo e ajudam a atingir os objetivos de Ano Novo

O Ano Novo já bate à porta e, dentro das corporações, as resoluções de 2020 também começam a tomar forma. Vendas, aquisições, investimentos: seja qual for o objetivo da empresa, a comunicação precisa estar bem estruturada e alinhada às tendências do mercado. Isso poderá garantir que essas metas saiam do papel e sejam bem-sucedidas.

Antes de tudo, é importante estudar os resultados do ano anterior e estabelecer um planejamento consistente para o próximo ano. É fundamental fazer uma análise do que deu certo e o que precisa ser melhorado. Além disso, é necessário verificar se as metas de 2019 ainda fazem sentido para o negócio. Feito esse diagnóstico, vale a pena observar com atenção os pontos abaixo:

Burocracia nos processos

Aprovação da direção interna, do gerente da filial, visto do representante na matriz, três orçamentos, parecer financeiro… Ao final desse processo, a ação já estará, no mínimo, atrasada (quando não ultrapassada). Sabemos que é importante respeitar o passo-a-passo de cada área, mas também não podemos ignorar o dinamismo da comunicação. Se possível, reveja os processos e diminua ao máximo esse vaivém de coisas.

Planejamento orçamentário

Um dos pontos que podem contribuir para a otimização de tempo e energia da equipe de comunicação é o planejamento de gastos para todo o ano. Com os valores já pré-estabelecidos, fica mais fácil propor ações viáveis para cada projeto. Principalmente quando se refere a produção de press kits e eventos.

Tendências

Busque se antecipar às práticas que serão tendência nos próximos meses. Leia, informe-se e peça ajuda a sua equipe. O importante é estar sempre em sintonia com o que existe de mais inovador em marketing, RP, publicidade e jornalismo. Se não puder se antecipar, garanta que, ao menos, poderá acompanhar as novidades. Só assim é possível impactar sua rede e alcançar os melhores resultados.

Oportunidades

Uma dica para aproveitar ao máximo as oportunidades de destacar a empresa em 2020 é mapear o calendário. Verifique as datas comemorativas mais significativas para seu negócio, os feriados e afins. Assim será possível planejar com antecedência ações específicas para cada momento. Além disso, atente-se às chances de pegar carona em assuntos que surgem inesperadamente. Um meme que bombou na internet, um desafio de influenciadores ou mesmo um assunto que estourou na imprensa.

Comunicação interna

Mesmo que o foco das empresas seja a comunicação externa, não se pode deixar de lado o público interno. Por mais simples que seja, invista em projetos para se comunicar com os colaboradores. Garanta que eles sejam os primeiros a saber dos objetivos de Ano Novo, das dificuldades a serem enfrentadas e das conquistas do ano passado. Se eles estiverem em sintonia com a direção, qualquer trabalho de comunicação externa será mais consistente.

Por Thamyris Barbora

Gostou do artigo?
Leia mais
A importância da gestão no plano de comunicação

A importância da gestão no plano de comunicação

Ter um plano estratégico de comunicação é fundamental para que as empresas estabeleçam vínculos efetivos com os stakeholders, certo? Certíssimo. Isso é fundamental para assegurar que sua missão, visão e valores estejam presentes de maneira clara em suas ações comunicativas, aumentando, por exemplo, a possibilidade de engajamento com suas key messages. A questão é que tão fundamental quanto ter um plano de comunicação é fazer uma gestão eficiente do mesmo. Afinal, boas ideias se esvaem no vento na ausência de boas ações.

Qual o significado disso? Isso quer dizer que depois da elaboração daquele super planejamento para atingir objetivos verdadeiramente significativos, é fundamental que os envolvidos no processo estejam suficientemente comprometidos com as responsabilidades e atribuições que lhes cabem. Caso contrário, cada um desses personagens pode impactar de maneira negativa no planejamento.

Em outras palavras, uma vez aprovado o plano, não se pode travar seu andamento a cada etapa seja pela ausência de condições técnicas, despreparo das equipes envolvidas ou mudanças de opinião sem embasamento real.  Afinal, antes da elaboração de um planejamento sério foi feito um diagnóstico realista, foram identificados os cenários interno e externo no qual o plano será implementado e levadas em consideração as condições concretas para sua execução. A partir desse contexto foram estabelecidas as metas a serem atingidas.

Isso não significa que esses planos são inalteráveis. Afinal, os processos comunicativos são dinâmicos. Sendo assim, se uma conjuntura macro se altera de tal forma que o projeto inicialmente idealizado não dá mais conta da realidade, é preciso fazer ajustes. Ajustar, porém, é diferente de passar por cima de todo o trabalho previamente elaborado, adotando linhas e ações aleatórias. Fazer isso equivale a jogar tempo e dinheiro fora.

Mas perceber a necessidade ou não de correção de rotas nem sempre é fácil. Por vezes, corre-se o risco de tomar um simples contratempo como questão estrutural ou o contrário. Ter a percepção clara dessa situação evita que um bom plano de comunicação deixe de surtir os efeitos desejados e expertise é fundamental para isso.

Entre em contato com a Race para saber como fazer uma gestão eficiente da sua comunicação.

Por Marta Teixeira

Gostou do artigo?
Leia mais
6 ações para ajudar no engajamento interno

6 ações para ajudar no engajamento interno

“Quem não comunica, se trumbica”. A frase dita por Chacrinha, um dos ícones da televisão brasileira, há décadas, permanece mais atual que nunca. A comunicação é o ponto chave das relações humanas, sejam em âmbito social ou profissional. Expressar de maneira clara pensamentos e sentimentos pode amenizar ou até evitar aborrecimentos futuros, principalmente no trabalho. Por isso separamos hoje para você 6 ações que refletem como a comunicação pode ajudar no engajamento interno.

É comum que existam períodos de desmotivação entre profissionais de uma empresa, que podem não estar relacionados ao ambiente profissional em si, mas por questões pessoais. Em ambos os casos, é importante existir um canal de comunicação sincero e direto entre gestores e colaboradores, pois a comunicação precisa ser uma ferramenta de engajamento e de solução de problemas dentro das empresas.

E, além de servir como um termômetro de conflitos, mas também para buscar soluções. Para isso, a comunicação interna e o endomarketing (marketing interno) são tão valorizado: eles são pontes entre a gestão e a operação, uma ligação essencial para clima organizacional e os resultados, afinal, funcionários engajados têm mais motivação para novos desafios e metas.

Abaixo, veja como a comunicação interna e o endomarketing podem ajudar na motivação dos colaboradores em 6 ações:

Veículos internos

Manter a equipe atualizada dos acontecimentos da empresa é o primeiro passo para a comunicação interna. Jornais, murais, newsletter ou revistas internas cumprem bem esse papel. Além de anunciar novas regras, listas de aniversários e feriados ao longo do ano, é possível investir em conteúdos ricos com dicas de saúdes, eventos na cidade e notícias importantes que impactem no negócio.

Eventos internos

Quem não adora aquele happy hour depois de um dia cansativo de trabalho? Esses eventos e confraternizações são ótimas oportunidades de sair da rotina e conhecer os colegas de trabalho de uma nova perspectiva. Todos estão mais descontraídos e dispostos a mostrar um lado que muitas vezes fica escondido pela rotina e demandas de trabalho. Também vale trazer a família dos funcionários em datas especiais como Dia das Mães, dos Pais ou das Crianças, promovendo um clima de integração.

Comunicação corporativa na era digital

Integração

A integração entre a equipe não precisa acontecer somente em ambiente de festa e comemoração: é possível promover ações internas para aproximar as pessoas, com projetos especiais, desafios e dinâmicas em grupo. Assim, gestores e colaboradores podem se conhecer melhor, entender os desafios e papel de cada um na empresa.

Cursos de capacitação

Oferecer a possibilidade de cursos e especializações é uma ótima maneira de melhorar habilidades técnicas, estratégicas, a confiança e autoestima dos profissionais. Conhecimento nunca é demais, e sempre será usado a favor do negócio, capacitando colaboradores e estimulando resultados positivos.

Sorteios e concursos

Quem não gosta de um brinde? Presentes são uma das maneiras de demonstrar afeto e carinho para as pessoas, desde um day off até uma viagem de fim de semana para os ganhadores. Sorteios e concursos podem ser oferecidos como prêmio para novas ideias e projetos importantes dentro da organização, motivando o funcionário a se engajar e propor coisas novas em sua área de atuação.

Retenção e motivação de talentos

A etapa de contratar um novo talento não acaba na admissão. Após a entrada e período de experiência, é imprescindível manter os profissionais motivados. Estabeleça um plano de carreira para eles, deixando claro as oportunidades de crescimento e oferecendo ferramentas para que adquiram as habilidades e conhecimento necessário nessa ascensão profissional. Além de deixar sempre claro expectativas, pontos fortes e pontos a serem melhorados de tempos em tempos.

Com essas ideias, o clima organizacional pode melhorar muito. Aposte na comunicação para virar a chave e estabelecer um ambiente cada vez mais agradável e condizente com as expectativas de gestores e colaboradores.

Por Bárbara Christan

 

Gostou do artigo?
Leia mais
Comunicação corporativa na era digital

Comunicação corporativa na era digital

O ambiente corporativo atual passou por intensas rupturas nas últimas décadas devido ao boom da era digital e das novas possibilidades de criação e de relacionamento empresarial que foram desenvolvidas. Novas maneiras de comunicação foram estabelecidas e, agora, o que rege o fluxo de trabalho de uma instituição é a forma como nos adaptamos e nos comunicamos diante deste novo ecossistema. Os olhos corporativos estão agora voltados para a mais diversas perspectivas que o ambiente virtual pode proporcionar.

Com o desenvolvimento de novas ferramentas e a apresentação deste novo cenário de era digital, a comunicação corporativa recebeu um destaque ainda maior no planejamento estratégico de negócio.  O motivo dessa ênfase é a inovação no modo de se relacionar, prospectando audiência e fazendo com que futuros clientes tenham interesse em conhecer aquele mercado que se destacou e arriscou apostar em uma tecnologia diferenciada.

Comunicações digitais

Além disso, manter uma comunicação corporativa de qualidade é uma das principais maneiras de fazer com que sua marca cresça no mercado empresarial e se destaque pela sua boa reputação. Para isso, as redes sociais – tanto pessoais quanto corporativas – são peças chave para que a sua identidade seja trabalhada de acordo com determinado aplicativo, atinja um público focal e seja lembrada da maneira correta.

É preciso também sempre estar atento às mudanças sociais que podem afetar o fluxo de trabalho da instituição e se manter alerta diante dos comportamentos de seus clientes, pois são eles que irão ditar qual a tecnologia da vez e o que eles estão esperando dela para que seja usada com mais frequência.

Storytelling: a grande ferramenta estratégica

O que o seu público espera de você na era digital? Mais ousadia? Mais criatividade? Mais atitude? Qual a reputação que você deseja passar para quem acompanha as redes no qual você alimenta?

Essas são perguntas iniciais para se fazer ao iniciar uma carreira digital, pois a comunicação corporativa quando bem trabalhada virtualmente, pode fazer muito barulho na imprensa – ou mesmo no ambiente corporativo -, mas quando mal planejada, pode ser fatal para alavancar sua marca.

Diante disso, é importante saber que as histórias também vendem. Ao estabelecer um formato de comunicação, a narrativa precisa ser bem elaborada para cativar o público que se deseja alcançar. Criar um conteúdo relevante é o que dá força para as estratégias digitais.  Atrair a audiência por meio de palavras que façam sentido e causem empatia é a tática para chamar atenção. Portanto, relacionamento de vendas neste momento de intenso fluxo de informações correndo pela internet é indispensável para alavancar sua marca e sua empresa.

Por Ana Luiza Antunes

 

 

 

Gostou do artigo?
Leia mais
7 piores erros de quem não tem um media training

7 piores erros de quem não tem media training

Toca o telefone. Do outro lado da linha o jornalista pergunta se poderia agendar uma entrevista. E agora?

Esta pode ser a oportunidade de ouro para “crescer e aparecer” no mercado ou até para reforçar uma mensagem estratégica. Mas, o que é um sonho pode virar um grande pesadelo em questão de minutos. Isso porque, caso o porta-voz da empresa não esteja preparado para atender a esta demanda de imprensa, o efeito pode ser reverso e fazer os negócios despencarem.

Mas não há motivo para pânico. A palavra de ordem para que os resultados de uma entrevista sejam positivos é preparação. Com um media training, é possível saber o que fazer e, principalmente, o que NÃO fazer diante de um repórter. Abaixo seguem alguns dos piores (e mais comuns) erros cometidos nessa hora:

  • Não levar em conta a aparência

É muito importante cuidar da forma como irá se apresentar em uma entrevista, especialmente se for para programas de TV. Mas, mais do que investir em um vestuário chique, é preciso que a aparência acompanhe a pauta. Se for falar sobre solidez e tradição, invista em peças que transpareçam essa ideia. Mas se o assunto abordado for inovação, vale apostar em um visual mais moderno.

  • Falta de expressividade

Não existe nada pior do que conversar com uma pessoa monótona, que não demonstra emoções e nem muda a expressão facial na hora da conversa. Os gestos e as oscilações na voz são imprescindíveis na hora de passar uma mensagem. Lembre-se que apenas 7% da comunicação são as palavras.

  • Levantar assuntos polêmicos

Todos temos opiniões sobre questões políticas, religiosas, comportamentos sociais, futebol etc. Mas isso não significa que elas precisem ser expressas, especialmente fora de contexto e diante de um jornalista. Por isso, evite assuntos polêmicos, pois eles podem virar o tema principal da conversa e estampar a manchete do jornal.

  • Esconder o problema

Algo deu errado nas operações da empresa? É melhor não tentar esconder ou minimizar o problema. Além de demonstrar falta de sensibilidade, o jornalista irá perceber que este é um ponto fraco e explorar ao máximo. Enfrente a situação da forma mais clara e estratégica possível.

  • Entrar em um batalha com o repórter

Embora seja necessário tomar cuidado com o que se fala diante das câmeras ou de um gravador, isso não significa que o repórter seja seu inimigo. Um entrevista não é uma batalha e não existe a necessidade de se armar para isso. O recomendado é que o porta-voz seja gentil e forneça as informações necessárias, sem expor confidencialidades e incluindo as mensagens-chave.

  • Ser prolixo

Seja claro e objetivo. Além de ser enfadonho conversar com uma pessoa que se repete muito, isso transparece despreparo e falta de informação.

  • Pedir para conferir a matéria antes da publicação

Esta é uma das dicas mais importantes. Em hipótese alguma peça para ver o que foi escrito ou produzido antes da matéria ir ao ar. Isso desrespeita o trabalho do jornalista e pode ser interpretado como uma tentativa de controlar o que será divulgado. O ideal é fazer o melhor possível durante a entrevista, pois quando ela terminar, nada mais poderá ser feito.

Por Thamyris Barbosa

Gostou do artigo?
Leia mais