A agência como elo de comunicação

A agência como elo de comunicação

Por Maira Manesco

Aqui no Blog da Race, já abordamos a importância da assessoria de imprensa e quais resultados são obtidos com este serviço. Agora, vamos mostrar o valioso trabalho das agências de relações públicas como intermédio entre clientes e jornalistas.

A palavra-chave da comunicação é o relacionamento, o que nos permite entender o início da relevância das agências. Já que parte das matérias e publicações são consequência do contato próximo dos assessores de imprensa com os jornalistas e veículos de comunicação.

Com o estreitamento desta relação, a imprensa tende a abrir as portas para os clientes – como são chamadas as empresas que contratam as agências de comunicação. Além disso, para os jornalistas a proximidade com o assessor auxilia durante a apuração de informações, tornando todo o processo mais ágil.

O convívio entre agência de relações públicas e veículos de comunicação precisa ser transparente, atuando como verdadeiros parceiros. Colaborando para isso, as empresas também precisam de um relacionamento saudável com a mídia. Facilitar a apuração das informações, por exemplo, ajuda a preservar uma imagem positiva com a imprensa.

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Comunicação interna nos tempos modernos

Nos últimos anos, a comunicação ganhou força dentro das empresas e se mostrou uma área estratégica que pode ajudar a alavancar os negócios.

Evelyn Spada

Sabia que o público interno é um público multiplicador?

No convívio profissional, social ou familiar, o funcionário é um porta-voz da empresa em que trabalha, seja de forma positiva ou negativa. Por isso, a comunicação interna é de extrema importância, pois ela permitirá que os colaboradores fiquem bem informados e se sintam parte da empresa.

Até pouco tempo atrás, a comunicação empresarial se resumia a jornais internos, jornal mural, comunicados etc. Com a evolução das tecnologias e a demanda da sociedade por mais informação e transparência, as empresas perceberam a importância de manter seus funcionários informados e motivados. A partir daí surgiram diversas ferramentas de comunicação interna como vídeos, murais digitais, intranet, TV corporativa, folhetos, revistas e painéis eletrônicos, por exemplo.

LEMBRE-SE: O mundo é digital e as tecnologias precisam ser levadas a sério!

 

Se os consumidores falam o que querem sobre uma marca nas redes sociais, os seus colaboradores têm a mesma postura neste ambiente. Afinal, eles também são clientes como todo mundo e possuem satisfações e insatisfações. Por isso, algumas corporações produzem manuais com códigos ou políticas de conduta específicas para as mídias sociais. O objetivo é estabelecer princípios que norteiem as manifestações de funcionários na internet. É importante ressaltar que sua empresa respeita o direito dos colaboradores em expor suas ideias e pensamentos, porém é necessário salientar que ações em desacordo com as recomendações descritas no manual e que violem políticas, normas, procedimentos, ou provoquem impacto negativo nas operações e/ou imagem da empresa serão sujeitas à análise dos departamentos competentes. Nestes casos, é recomendável apurar os fatos e definir medidas disciplinares cabíveis a cada situação.

Tudo isso faz parte do processo de reconhecimento de sua marca, ganhando confiança das pessoas, promovendo e sustentando a reputação da empresa. Então, se você precisa de comunicação interna, entre em contato com nossos especialistas e saiba como podemos ajuda-lo.

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Integração das redes sociais

Por Beatriz Benfatti

Há um tempo, não muito distante do que vivemos, a televisão era a first scream, ou primeira tela, da população mundial. A TV era o primeiro e mais utilizado meio de informação das pessoas. Atualmente os celulares são a first scream e nos aparelhos estão as redes sociais. As plataformas colaborativas estão entre as tecnologias mais revolucionárias dos últimos tempos e a tendência é afetar ainda mais o ambiente corporativo. A principal vantagem da utilização das redes sociais é atingir de forma mais precisa os stakeholders, também conhecidos como públicos de interesse.

A maioria dos profissionais usa até quatro dispositivos eletrônicos para trabalhar. Para conciliar o mesmo conteúdo em todas, ou pelo menos três das principais redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram), é feito a crosmedia. Crosmedia nada mais é do que a junção do mesmo assunto em diferentes plataformas. O Instagram é mais utilizado para fotos, enquanto o Twitter é para pequenos textos, já o Facebook mescla os dois, tanto textos com mais caracteres quanto fotos, desse modo, trabalhando com múltiplas plataformas online. Contudo, devemos sempre lembrar do LinkedIn que tem um perfil corporativo e que tem sido muito usado por empresas e por profissionais de RH. Se você quiser se aprofundar nesse assunto, confira este texto do blog que explica cada uma das redes e suas principais características.

O fator de expansão acelerada das redes sociais é a colaboração. Cada vez mais pessoas entendem as vantagens de se conectar com clientes, funcionários e parceiros por meio de plataformas colaborativas, ou redes sociais. As organizações que pretendem melhorar o relacionamento com os clientes podem iniciar um trabalho em redes sociais, como o Facebook, LinkedIn, Instagram e o Twitter. As companhias também podem elaborar soluções pontuais, como a criação de blogs.

Tudo parece ser muito simples de ser feito, afinal, qualquer pessoa hoje em dia sabe “mexer” nas redes sociais. O problema é cometer erros comuns nessa área de comunicação. Empresas, como nós aqui da Race, criam conteúdos específicos e adaptados para cada rede social, para cada público específico e ainda com a linguagem da empresa, serviço, produto (respeitando guidelines). O objetivo é fazer com que os usuários conheçam e tenham interesse pelo seu negócio. Para que isso seja possível, um planejamento básico de conteúdo conta com: informações exclusivas, imagens atraentes, análise de público, análise de posicionamento, adaptação para cada uma das redes onde serão feitos os posts, links para outras páginas e integração entre os canais.  Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar a sua empresa a obter os melhores resultados para a sua empresa, produto ou serviço.

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Como é a produção de ghostwriter

Por Filipe Andrade

 

Um ghostwriter é aquele profissional responsável pela produção de livros e redação de textos em nome de determinada pessoa, sem levar créditos por aquela obra. Ou seja, atua simplesmente na função de redator.

“Por trás de toda pesquisa, apuração e redação, pode haver um ghostwriter”, explica Luma Pereira, em artigo para o portal Saraiva Conteúdo. Segundo ela, em muitas obras, o nome nos créditos de um livro pode não ser necessariamente de quem de fato o escreveu.

E muitos profissionais de comunicação atuam como ghostwriters. Grandes agências também oferecem esse tipo de serviço, para a escrita de obras literárias, discursos, artigos, etc. Muito do trabalho de produção de conteúdo tem a ver com o trabalho de ghostwriters, considerando que quando produzimos textos para os clientes, precisamos entender o mundo dele, o leitor e escrever sobre assuntos mais diversos.

Desta forma, para que esse trabalho seja produtivo é necessário haver uma sintonia entre o escritor de fato e a pessoa que assina a obra. Cabe ao profissional conhecer o “autor” do texto para que não haja uma distorção entre a personalidade de quem assina e a identidade do texto. “Um dos desafios nesta profissão é acertar seu estilo com o do contratante”, destaca Pereira.

O ghostwriter precisa ter ainda uma ampla visão de mundo, conhecendo o contexto em que o “autor” está inserido, afinal, cada nicho possui linguagens muito próprias. Aliado a tudo isso, precisa ter um grande domínio textual. Pode parecer óbvio, mas o indispensável a esse profissional é o domínio da linguagem e de suas variações.

As palavras de ordem para o êxito da produção de ghostwriter são, portanto, o feeling e a sintonia. Se você precisa de um ghostwriter para cuidar do conteúdo da sua empresa, entre em contato com o nosso time e conheça este serviço.

 

 

 

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9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Por Evelyn Spada

Uma boa campanha de marketing online exige presença profissional nas redes sociais. Toda esta ação não envolve apenas as ferramentas digitais, mas também outras etapas como criação de identidade visual e geração de conteúdo criativo.

Abaixo listamos os principais pontos para ativar uma campanha de sucesso nas redes sociais:

1. Planeje sua ação: Nessa fase é necessário delimitar os objetivos e ações da campanha. O tempo dedicado ao planejamento é fundamental para seguir os próximos passos com sucesso.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Também é preciso decidir o período da ativação da campanha, mas isso pode variar de acordo com a quantidade de ações a serem realizadas.

2. Defina as mídias sociais a serem utilizadas:

Onde meu público está conectado? Esse é o desafio!

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Quando falamos em ‘campanhas de marketing em redes sociais’ não estamos dizendo para atuar no maior número possível, mas sim estar presente naquelas que os stakeholders estão e são mais ativos e engajados. Nessa etapa criam-se os canais (Twitter, Facebook, Snapchat, LinkedIn etc.), os já existentes são customizados e damos início ao Social Media Optimization (SMO) dos perfis.

3. Defina a linha editorial e linguagem utilizada na campanha e na comunicação: Avalie o seu público-alvo e identifique a linha editorial e a linguagem que serão utilizadas. Qual o comportamento desse público e quais redes sociais utilizam?

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

É imprescindível conhecer o perfil do usuário para definir a linguagem que será utilizada na campanha. Ela vai ser formal ou informal? Mais pessoal ou institucional?.

4. Criar identidade visual e layout para perfis nas redes sociais: Considerando o público-alvo e a linha editorial aprovada, chegou a hora de desenvolver o layout para os conteúdos da campanha – imagens e vídeos, por exemplo.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Quando falamos de campanhas de marketing nas redes sociais, o visual é um dos principais atrativos ou talvez a parte primordial para sustentação da ação. Então, abuse da criatividade!

5. Ofereça conteúdo com boa frequência: Além do visual, outro item que engaja os consumidores é o conteúdo compartilhado. Uma pesquisa realizada em 2014 pela Content Marketing Institute concluiu que as empresas B2C – aquelas que voltam seu produto direto para o consumidor final – estão produzindo 70% mais conteúdo do que nos anos anteriores e 90% usam as redes sociais como uma tática de marketing de conteúdo. Na mesma pesquisa, constatou-se que 90% dos clientes esperam que as empresas compartilhem histórias da marca.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação da marca com o público, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Mas, é claro, sempre teste e faça sua programação!

6. Monitoramento das menções à marca nas redes sociais: Uma campanha de marketing digital sem monitoramento não existe. Hoje todos se tornaram formadores de opinião, os usuários utilizam as redes sociais para criticar, elogiar e sanar dúvidas sobre as marcas que consomem. Por isso, as empresas devem planejar sua comunicação a partir do monitoramento das menções à marca nas redes sociais e ouvir o que o seu público está dizendo.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

É importante que os envolvidos no plano tenham conhecimento de que o marketing nas redes sociais é baseado em relacionamento e isso leva tempo até começarem a aparecer os primeiros resultados.

7. Interação com usuários – SAC 2.0: Os clientes anseiam pelo atendimento imediato e as empresas precisam estar cientes de que as redes sociais não são parte de um modismo ou passatempo. Nesta comunicação, a conversa não é mais particular. Os consumidores aproveitam a vitrine para compartilhar problemas, críticas e experiências com os serviços e produtos da marca, sem ligar para censuras e sabendo que sua voz será ouvida – se não pela empresa, por demais internautas.

É possível notar que o consumidor não fica satisfeito com processos engessados e respostas automáticas das empresas. É preciso se adequar à linguagem e ao tempo dos usuários, sem perder a qualidade no atendimento.9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

A era digital força as marcas a adquirirem intimidade com seus usuários. Este relacionamento deve ser transparente, verdadeiro e com respostas imediatas. Para que isso ocorra, a empresa deve estar atenta ao seu público-alvo e definir a persona da sua marca com senso de humor, humildade e honestidade. A característica principal do atendimento 2.0 é a instantaneidade na troca de mensagens.

8. Relacionamento com influenciadores do setor: No plano também é possível avaliar a necessidade de relacionamento com formadores de opinião, celebridades, blogueiros e influenciadores. Esses usuários se especializam em um assunto e engajam e entusiasmam seus seguidores. No entanto, eles também esperam das marcas exposição e credibilidade.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

As mídias sociais se tornaram fundamentais para alavancar um negócio e para quem quer ganhar visibilidade e estreitar o relacionamento com o público. Ações opcionais – promoções, relacionamento, vídeos – geralmente demandam um budget extra.

9. Análise de resultados

A análise de resultados é dedicada ao diagnóstico das ações cumpridas e da produção de relatórios. Aqui podemos identificar e planejar novas práticas com base nos resultados obtidos, consolidar o posicionamento da empresa nas redes sociais e criar um novo ponto de contato e relacionamento dos consumidores com a marca.

9 passos para planejar a sua campanha nas redes sociais

Analisar o resultado de toda campanha possibilita checar o alcance dos objetivos pretendidos, geração de leads, vendas online, tráfego para o site e fidelização do público-alvo.

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A tecnologia a favor da comunicação

Por Ana Carolina

A evolução dos meios de comunicação trouxe novas possibilidades de contato com o público interno e externo das organizações. Um discurso bem elaborado e divulgação adequada é a combinação perfeita para o sucesso. É importante, acima de tudo, que haja fluidez e transparência, características que reforçam a imagem que a empresa deseja transmitir.

Os tradicionais jornais mural e interno possuem uma aceitação positiva. Porém, a comodidade oferecida pela Intranet – rede local de computadores –, em uma empresa onde os colaboradores estão geograficamente distantes, oferece uma otimização do processo comunicacional. É uma opção de alto custo, mas é um meio eficaz para avisar funcionários e gestores de alterações de estratégias ou políticas da empresa, por exemplo. Porém, não substitui a importância da newsletter ou e-mails, alternativas econômicas e igualmente rápidas para a difusão de informações.

Distribuir uma newsletter é uma excelente forma de manter a equipe bem informada. O material pode incluir testemunhos e satisfação dos clientes em relação aos seus produtos, histórias de sucesso dos empregados e objetivos alcançados, notícias sobre a empresa, assim como ocorrência de futuros eventos e estratégias planejadas.

Para o público externo, a evolução dos meios de comunicação trouxe as mídias sociais. Graças a versatilidade oferecida pela web 2.0, por meio de redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter, mais do que receber informações, o consumidor pode expressar sua opinião, há uma possibilidade real de diálogo, uma verdadeira revolução no relacionamento pela internet entre a organização e seus seguidores.

Mesmo com o desenvolvimento dessas ferramentas, alguns outros meios nunca ‘saem de moda’. A mala direta ou o e-mail marketing também são excelentes formas de comunicar com clientes e parceiros. Enviar um material exclusivamente para uma pessoa possui um grande apelo emocional que provoca um efeito positivo na imagem da organização.

Conheça seu público e saiba qual ferramenta é mais adequada para garantir que a comunicação seja efetiva. Ser flexível, dinâmico, transparente, claro e criativo serão habilidades importantes para garantir que, independente do recurso utilizado, será possível estabelecer um diálogo entre empresa e público interno ou externo, além de consolidar uma imagem positiva.

Se a sua empresa precisa de um gerenciamento de plataformas e ferramentas de comunicação, entre em contato com a Race. Nós podemos te ajudar

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10 erros comuns na comunicação das empresas

Por Rogério Artoni

Normalmente, os empresários acreditam que uma boa gestão está baseada em planejamento, controle e pessoas. Que o trabalho intenso ajuda nos negócios, que se dedicar muitas horas por dia será bom para a empresa, que funcionários que chegam no horário são competentes e daí por diante. Sem dúvidas, esses pontos podem ser realmente válidos para uma boa gestão dos negócios.

Por vezes, no dia a dia do trabalho intenso, a comunicação, que deve ser pensada de forma estratégica, é deixada de lado e muitos erros são cometidos pelos executivos. Confira alguns desses erros em relação à comunicação:

DEIXAR O SITE PARA O “SOBRINHO” FAZER

Muitas pessoas devem ter sobrinhos competentes na criação de websites. Mas esse é um erro bastante comum que gestores cometem. No desejo de “economizar” algum dinheiro, contratam aquele conhecido que “faz sites”. Mas, o melhor mesmo, é ter uma empresa especializada para construir isso. Você ganha em qualidade, agilidade e, o mais importante, na experiência em prestar esse serviço. Com isso, a empresa que você contratar pode dizer exatamente o que funciona para a sua necessidade e entregar o melhor que o seu dinheiro pode pagar.

NÃO ALINHAR A COMUNICAÇÃO AO PÚBLICO

Imagine que seu público de interesse, também conhecido como stakeholder, é formado por mulheres, de idade entre 18 e 22 anos e da classe A, porém, a comunicação da sua empresa ao invés de ser colorida, com linguagem jovial, com uso intensivo de redes sociais e influenciadores digitais; utiliza comunicação com cores escuras, linguagem rebuscada e mais voltada para o público masculino acima de 50 anos. Como isso trará resultados para o seu negócio? Alinhar a comunicação ao público é essencial. Pense em uma criança de seis anos de idade lendo esse texto, será que ela entenderia tudo que você leu até aqui?

NÃO ATUALIZAR A COMUNICAÇÃO

Quando as empresas são fundadas, normalmente o próprio dono é quem cria o nome da companhia e dos produtos, desenha os logos, faz o slogan, pensa nas cores etc. São milhares os exemplos de que isso dá certo, mas são milhões os exemplos de que pode dar errado. Contrate quem sabe do assunto para modernizar seu logo, pensar nas cores do seu negócio ou mesmo na embalagem do seu produto. Assuma que a comunicação que você criou há quase 20 anos já não serve mais.

ESQUECER O PÚBLICO INTERNO

O público interno é fundamental para o bom funcionamento de uma empresa, mas nem todo mundo sabe disso (aliás, parece que alguns empresários nem lembram da importância dos funcionários). Se você tem um problema, uma conquista ou uma mudança, o público interno deve ser o primeiro a saber. Mesmo que você vá comunicar a notícia junto a imprensa, avise os funcionários, no mínimo, praticamente ao mesmo tempo. Se não sabe como fazer isso, de que formas isso pode ser mais efetivo ou, ainda, como fazer isso de forma a trazer o melhor resultado, contrate um especialista no assunto.

NÃO DAR VALOR ÀS REDES SOCIAIS

Muitas, mas muitas empresas ainda acreditam que as redes sociais não são importantes ou não trazem negócios. Às vezes, algumas redes sociais realmente não fazem sentido para determinados negócios. Se a empresa está mais focada em B2B, o Facebook pode não ser a melhor opção, mas talvez o LinkedIn seja. Pense nas redes sociais como um complemento do seu site. É algo necessário e se usado da forma correta pode trazer resultados muito bons para a sua empresa. Vale lembrar que separar parte da verba para a publicidade nas redes sociais é importante para atingir maior número de pessoas.

NUMA CRISE, COMUNICAR COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ

Durante a crise, o empresário é a pessoa que mais precisa de apoio de profissionais de comunicação. Muitas crises pioraram quando o dono se colocou a frente de tudo e foi escrever a resposta ao usuário no Facebook ou mesmo foi dar a entrevista sem ter feito ao menos um media training, por exemplo. Se existe uma crise, pense, respire, peça para alguém (isento de sentimento pela empresa) revisar o que está fazendo ou, melhor ainda, contrate uma empresa para te ajudar nessa missão.

PENSAR QUE COMUNICAÇÃO É GASTO DESNECESSÁRIO

Está aí uma frase que eu particularmente não gosto. Não investir em comunicação é como ter uma linda loja montada, com o melhor produto, com o melhor preço, no melhor ponto comercial da cidade, com os melhores funcionários e não abrir as portas. Comunicação é um INVESTIMENTO necessário, ela traz resultados que são mensuráveis. Tenha uma verba para a área de comunicação e marketing, saiba como usá-la da melhor forma possível e isso certamente trará mais negócios para a sua empresa.

ACHAR QUE ENTENDE DE COMUNICAÇÃO

“Comunicação é como futebol, todo mundo entende um pouco”. Eu, por exemplo, não sei a menor diferença entre um centroavante e um volante, mas conheço muito de comunicação. Um dos maiores problemas das empresas é que muitos empresários acham que entendem um pouco de comunicação. Contudo, mesmo os próprios comunicadores são especializados em alguma área. Assim, o especialista em branding possivelmente não vai querer dirigir um vídeo ou aquele profissional que trabalha na imprensa, não deve conhecer muito de comunicação interna. Por isso, deixe cada profissional trabalhar na sua área.

NÃO SABER A DIFERENÇA ENTRE ASSESSORIA DE IMPRENSA E PUBLICIDADE

Muitas vezes as pessoas procuram uma assessoria de imprensa achando que ela faz publicidade e vice-versa. Na verdade, são duas coisas distintas e na maioria das vezes as empresas precisam dos dois. O ideal é entender a diferença entre esses dois serviços e contratar aquilo que você precisa.

ERRAR NO PORTUGUÊS

Ter proficiência no seu idioma-mãe é algo essencial se você quer se comunicar. Nem precisamos dizer que “escorregar” no português (ou na língua que se está comunicando) é um erro primário, mas fulminante no ato de errar. Muitas empresas fazem a comunicação em outros idiomas (algumas vezes via Google Tradutor), mas esquecem de contratar um bom revisor. Erro fatal.

Não quer mais errar na comunicação da sua empresa? Entre em contato com o nosso time de profissionais e saiba como podemos ajudar a resolver seus problemas de comunicação.

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Mídia especializada versus grande imprensa: qual a melhor opção?

Por Filipe Andrade

A esperança e a expectativa de ter sua organização sendo assunto de forma positiva nos meios de comunicação são os fatores que reforçam o argumento de muitas instituições para contratarem uma assessoria de imprensa.

Mas assessoria de imprensa não é só isso. Ainda bem. É preciso conhecer bem cada assunto que será enviado para se fazer a chamada “ativação de mídia ou de imprensa”. Até porque audiência, visualizações, acessos e números de assinantes não são a melhor forma de definir o veículo mais adequado para o envio de um press release.

O motivo? Muitas vezes há assuntos bem específicos, que passariam despercebidos pelas equipes de grandes veículos por não estarem dentro do perfil desses meios de comunicação. Por outro lado, veículos segmentados, ou, como são mais conhecidos, a mídia especializada, podem se interessar por aquele assunto e, consequentemente, gerar uma repercussão muito maior por meio de sua publicação.

O lançamento de um novo produto por parte de uma empresa pode interessar sempre a veículos especializados na divulgação desses produtos. Desta forma, a informação chega com mais eficiência aos stakeholders. Se a expectativa é fazer o produto conhecidos pelos fornecedores, por exemplo, esta é a melhor opção.

No entanto, veículos da grande mídia podem também se interessar pelo tema à medida que aquele produto gere impactos visíveis, seja no aspecto social, econômico, etc. Assim, o grande público poderá conhecer também as novidades da organização. Isso tudo, claro, analisando a questão a grosso modo.

Em resumo: cabe ao assessor de imprensa conhecer os veículos de comunicação regionais e nacionais, segmentados ou não, sua própria organização e os assuntos a serem abordados. Além disso, precisa entender quem é o público de interesse, ou também conhecido como stakeholders, que o cliente tem como objetivo e quer atingir. Assim, poderá definir a estratégia mais eficaz e direcionar melhor cada informação para o público correto, aumentando a assertividade e a repercussão dos temas ligados à organização.

Se você não sabe ainda qual o tipo de mídia é ideal para o seu negócio, entre em contato com o time da Race Comunicação que poderemos ajudar você a direcionar melhor e mais estrategicamente as suas ações de assessoria de imprensa.

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Como fazer o E-commerce por meio das redes sociais?

Por Rodolfo Zanchin

Vivemos em uma época em que a maioria das pessoas vive conectada à internet 24 horas por dia. Faça o teste: Quantas pessoas você conhece que não acessam redes sociais pelo menos uma vez ao dia? Se a resposta for uma, o número já estará alto!

As principais redes sociais, como o Facebook, Instagram, Snapchat, LinkedIn e Twitter são grandes replicadores de conteúdo. Sabendo disso, o E-commerce pode pegar uma carona e transformar as redes sociais em uma grande “vitrine” online, com muitos fatores positivos, como o alto impacto em todas as regiões do país ou até o mundo, o compartilhamento, o direcionamento de público, feedback instantâneo, entre outros.

Porém, a grande dificuldade é: como levar as pessoas até a sua loja virtual?

A Race separou alguns passos:

  1. Público de interesse

Antes de se aventurar no comércio eletrônico, tente mapear qual é o público que mais se interessa pelo seu produto. Após isso, identifique em quais redes sociais ele está presente e aposte nela.

  1. Faça o direcionamento de público

Em várias redes, principalmente o Facebook e o LinkedIn, você consegue filtrar o impacto do material disponibilizado, por meio de sexo, idade, área, interesses etc. Por isso, torna-se muito importante o mapeamento de público bem feito.

  1. Reserve verba para publicidade

Posts patrocinados são ótimos aliados para alavancar a sua loja. Faça um bom cálculo de quando deseja investir nas redes sociais e faça a divisão desse valor por mês. Com o tempo, você consegue saber quais os dias que possuem maior engajamento e possibilita maior efetividade no lançamento de promoções etc. Além disso, é possível mensurar, através da instalação de pixels no seu site, qual campanha está performando melhor, de qual rede está vindo os clientes que realmente compram, onde eles param a compra etc.

  1. Faça (ou contrate!) posts de qualidade

A qualidade dos posts também é um ponto muito importante. Imagens bem elaboradas são as boas-vindas para o cliente. Quando os usuários estão navegando no Facebook, por exemplo, apenas imagens interessantes o fazem parar e conferir o conteúdo. Se não puder fazer, contrate uma empresa que o faça.

  1. Conteúdo

Para que o seu produto ganhe visibilidade, é necessário uma grande estratégia de marketing “por trás”. Invista em um conteúdo bacana que apresente o conceito e funcionalidade daquele produto, por meio de texto bem elaborado e sucinto, de acordo com o seu público de interesse. Importante lembrar que a função desse conteúdo deve ser informar e não ser um texto “vendedor” (este texto mesmo é um exemplo disso!).

  1. Uma ação para cada rede

Entender qual o público que “consome” o seu produto, melhora a sua assertividade na escolha da rede. Por exemplo, se o negócio é B2B, a melhor aposta é o LinkedIn, se é focado no consumidor final, recomenda-se o Facebook, mas se o assunto for moda ou conteúdo para público jovem, os mais indicados são o Instagram e o Snapchat.

  1. SAC 2.0

Facilitar a comunicação do cliente com você é um grande atrativo. A criação de um Serviço ao Consumidor online, onde ele possa ter uma resposta imediata e customizada, é um bom diferencial, sem fazê-lo perder horas no telefone.

  1. Loja no Facebook

A funcionalidade vem se popularizando de 2015 para cá. A loja é um app onde a grande vantagem é que o usuário não precisa sair da rede e ser direcionado para um site, a compra é feita “dentro” do Facebook. Além disso, é um bom aliado para divulgação da loja, já que o cliente pode compartilhar e sugerir os produtos para os amigos.

  1. Instagram x empresas

Neste segundo semestre de 2016, o Instagram começou a liberar contas corporativas. Os perfis Business Tools permitem analisar o desempenho, engajamento e alcance de postagens.  Com o tempo, será possível mapear o público de interesse, identificar tendências e, claro, utilizar todos esses dados na estratégia de marketing da empresa.

  1. Snapchat para empresas

Embora ainda pouco utilizado, o Snapchat corporativo é uma grande tendência que vem sendo inserida aos poucos no meio dos negócios. Ele pode ser utilizado tanto para comunicação interna como externa, e garante uma aproximação mais humanizada com o cliente. Fazer vídeos sobre momentos de descontração, promoções etc, são boas iniciativas para o app. Mas não se esqueça de popularizá-lo! Uma dica é fazer promoções que incentivem o cliente a adicionar o perfil da empresa no aplicativo.

O blog da Race já contou em um texto anterior qual é o estilo de cada rede social, confira clicando aqui. Dessa forma, você pode adequar a sua estratégia de impacto com a linguagem de cada uma. Se você quiser contratar uma empresa para produzir conteúdo ou gerenciar sua campanha nas redes sociais, entre em contato com nossa equipe.

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Como criar personas para sua estratégia de comunicação

Por Carlos Massarico

Todo planejamento de marketing e publicidade eficiente deve estar vinculado a um objetivo. E quando se fala em um trabalho que exija uma estratégia direcionada a um público mais específico, é fundamental saber como transmitir uma mensagem clara e convincente. Este desafio pode ser atenuado caso você já conheça o perfil do cliente a ser atingido. Porém, mesmo que este não seja o caso, é possível traçar características, necessidades e comportamentos deste potencial consumidor, ainda que você não o conheça: esta é a meta ao criar uma persona.

Diferentemente do conceito de público-alvo; no qual clientes são divididos de forma mais genérica e divididos em grupos abrangentes, tais como faixa etária, idade, sexo e escolaridade; a persona é um personagem fictício, com um nome, características e reações próprias, ideologias e costumes. Desta forma, ele é, tratado de uma maneira muito mais pessoal, o mais próximo possível de uma pessoa real. Vejamos um exemplo:

Alessandro tem 36 anos, é solteiro e professor universitário na área de Tecnologia da Informação. Até então não demonstrou preocupações quanto ao seu aspecto físico. Por conta de recentes problemas de saúde, tem pensado em frequentar uma academia, ao menos uma vez por semana, para criar o hábito de se exercitar. Não deseja comprometer muito sua renda com essa mudança por acreditar que não necessita mudar seu estilo de vida. Tem muito tempo livre no período da tarde.

Seguindo esta persona, uma academia pode, por exemplo, desenvolver campanhas focadas neste personagem, trazendo mais clientes, sem sobrecarregar sua estrutura em horários de pico, além de cobrir eventuais “vazios” em sua grade no horário da tarde. Quanto à eficácia do marketing, ter esta persona como seu alvo é fundamental para que campanhas sejam mais direcionadas e prendam a atenção do consumidor em potencial de forma eficiente e orgânica.

O processo de coleta de dados para gerar uma persona varia de caso a caso, mas há caminhos certeiros:

  1. Caso você já conheça seus clientes: É necessário entrar em contato com eles e identificar suas satisfações e insatisfações com os serviços já ofertados. Este primeiro passo é importantíssimo, pois definirá os objetivos que cada cliente já tem ao contratar determinados serviços ou produtos, e evidenciará muito bem os gargalos e demandas de seu negócio. Esta prática é capaz de mostrar o que está certo e o que deve melhorar. Entrevistas e contato frequente com clientes nas mídias sociais são bons caminhos para montar a sua persona.
  2.  Caso você seja novo no mercado: Analisar seus concorrentes sempre é uma fonte interessante para conseguir montar as suas personas – e já saiba de antemão que seus concorrentes farão o mesmo. Veja o perfil destes clientes para saber onde você dever focar sua estratégia de marketing e comunicação. Saiba que o ideal é desenvolver várias personas dependendo de seu segmento de negócio ou do produto que será divulgado.

Independente da situação, jamais esqueça que nunca se deve criar uma persona com base em “achismos”. Os dados gerados e as informações garimpadas são essenciais para que você, no final do processo de divulgação, encontre as pessoas reais, que de fato serão impactadas por todo este planejamento.

Lembre também que além de melhorar a qualidade da divulgação, a identificação de personas a serem atingidas também é fundamental em um momento anterior ao da venda: o da criação de serviços e produtos. Gerar soluções ou mercadorias que não tenham um mercado que as sustentem é um erro mais comum do que se imagina – e que poderia ser muito bem evitado através da elaboração de personas.

Ficou interessado sobre este assunto? Clique aqui e saiba como podemos integrar a comunicação de seu negócio e amplificar seus resultados.

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