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Por que investir em mídia digital indoor?

 

Por Evelyn Spada

Todos sabem que a comunicação é a alma do negócio, certo? No mercado atual, todo dia parece final de campeonato, as empresas disputam a atenção do seu potencial cliente e, por consequência, as pessoas são bombardeadas por anúncios e informações.

 

Para que sua marca se destaque, é preciso analisar a forma mais apropriada de anunciar. Além dos tradicionais espaços como jornal, rádio, revista e TV, uma alternativa muito importante para garantir bons resultados é a mídia indoor digital ou TV indoor.

 

Na área externa, temos os outdoors que chamam atenção do público. Já com a mídia indoor digital, é possível divulgar promoções e informações em um espaço fechado. Essa ferramenta proporciona comunicação, entretenimento e publicidade por meio de players de mídia ligados a TVs, painéis de LED, telões ou outros equipamentos exibindo conteúdo em vídeo.

 

Como “alimentar” a mídia indoor digital?

Para gerar conteúdo de qualidade, é preciso checar as reais necessidades e objetivos da empresa, pois a mídia indoor digital pode assumir diversos formatos e conteúdos. Escolher o formato da sua mídia é o primeiro passo para levantar boas pautas e garantir material de interesse. Na programação, é possível utilizar notícias, previsão do tempo e outros assuntos de interesse geral.

 

Outro benefício do uso da ferramenta é a chance de misturar conteúdos diferentes, como fotos e vídeos, o que é impossível com material impresso fixo na parede.

 

Parcerias

O conteúdo pode ser corporativo e direcionado aos colaboradores e terceiros, como fornecedores e parceiros. No entanto, além da divulgação interna, é possível negociar a instalação da mídia indoor digital em outros estabelecimentos. Como por exemplo, instalar a TV com as informações de produtos esportivos em uma academia.

 

Outros locais, como lojas, supermercados e consultórios odontológicos podem ser parceiros potenciais.

 

A mídia indoor digital permite ajustes de acordo com o local e público-alvo por causa da facilidade de segmentação. Podemos afirmar que, com essa ferramenta, o anunciante paga para ser visto por uma clientela que tem afinidade com seu produto. Quer saber mais sobre os nossos serviços? Clique aqui e conheça.

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Streaming corporativo: o que é e como fazer

Por Filipe Andrade

Com uma comunicação corporativa cada vez mais voltada às múltiplas plataformas, a utilização de conteúdos de streaming tem se tornado um grande aliado na publicação de informações e relacionamento com os públicos.

 

Essa estratégia também se revela um desafio, já que sua popularização exige cada vez mais da organização a capacidade de inovar e se diferenciar. E o novo sempre sai na frente.

 

O Sebrae, que atualmente oferece consultoria para o desenvolvimento desse tipo de conteúdo, define serviços de streaming como “uma tecnologia inovadora que permite que usuários conectados à internet assistam ou ouçam áudios, ao vivo ou sob demanda. A transferência de dados é realizada pelo fluxo contínuo pela web, sem a necessidade de o usuário baixar (ou fazer o download) de um pacote de dados”. Representa, portanto, “uma nova abordagem corporativa para a produção de eventos”.

 

E as possibilidades e sites de streaming são inúmeros. Talvez o mais popular seja o YouTube, que, além de oferecer a opção de postagem de vídeos, possibilita a transmissão de vídeos ao vivo. Especificamente para o ambiente corporativo, a Microsoft, por exemplo, lançou, no ano passado, o Stream, que permite que os usuários postem e/ou compartilhem vídeos e áudios para o público interno da empresa.

 

Por outro lado, é indispensável estar atento a algumas dicas para garantir a qualidade do produto final, conquistar acessos e, consequentemente, fidelizar o público.

 

Planeje: seja específico sobre seu produto e sobre o público que deseja atingir. A informação deve ter um destino e um objetivo bem definido.

 

Profissionalismo é tudo: invista em equipamentos de qualidade. O produto (seja áudio ou vídeo) dependem não apenas do conteúdo, mas da forma como é produzido. E não se esqueça da qualidade da internet!

 

Informe aquilo que é relevante: pode até ser redundante quanto ao primeiro ponto, mas é fundamental reafirmar, informe aquilo que é de interesse público (ou, neste caso, do seu público). Informação sem relevância, além de não atrair acessos ou visualizações, acabam desinformando e minando a credibilidade da organização, impedindo que, no futuro, as pessoas tenham interesses por outros conteúdos, por mais relevantes que sejam.

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4 curiosidades da assessoria de imprensa fora do Brasil

Por Bruno Uehara

Criada no início do século XX pelo jornalista americano Ivy Lee, a assessoria de imprensa pode ser considerada uma das profissões do mundo moderno. Surgiu em meados de 1906 por uma necessidade do empresário John D. Rockfeller, que precisava melhorar sua imagem e reputação diante da mídia. Desde então, o conceito se disseminou pelo mundo e evoluiu junto às transformações tecnológicas, levando comunicadores a adaptarem-se ao mercado e particularidades de cada região. Veja abaixo algumas curiosidades da assessoria de imprensa fora do Brasil:

  1. Influenciadores em alta

Influenciadores digitais são considerados stakeholders fundamentais em qualquer estratégia de comunicação. Entre os motivos estão resultados efetivos, alto engajamento de seguidores e menor investimento em comparação aos cachês milionários de celebridades. Nos Estados Unidos e Europa, blogueiros e youtubers estão em constante ascensão, provocando grandes mudanças no segmento e sendo cobiçados por diversas marcas. (Leia mais em texto publicado pelo PR Week, em inglês.)

  1. Tamanho é documento

Menos é mais? Não quando se trata de press releases enviados à imprensa estrangeira. Assessorias de empresas americanas costumam enviar materiais mais completos e detalhados. Além disso, para facilitar o acesso de jornalistas, grandes corporações oferecem em seus sites as salas de imprensa virtuais, que oferecem bancos de informação e arquivos multimídia, como vídeos e fotos.

  1. Jornalistas versus Relações-públicas

No Brasil, é comum encontrar jornalistas que atuam como assessores de imprensa. Pesquisa realizada em 2012, destacou inclusive que em cada dez jornalistas brasileiros, quatro exercem o trabalho de assessoria. O cenário se mostra diferente em países como os Estados Unidos, onde a função é exercida majoritariamente por profissionais formados em Relações Públicas.

  1. Equipes internas

Agências de comunicação são raridade no mercado internacional. Por isso, assessores de imprensa costumam trabalhar dentro das próprias empresas, que possuem equipes especializadas em assuntos internos e externos.

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Como conquistar a atenção de um jornalista?

Por Ana Carolina Lima

O grande desafio das assessorias de imprensa é chamar a atenção dos jornalistas e conseguir divulgar um serviço, produto ou empresa. O grande questionamento é: como? Uma imagem fantástica? Um textão dramático? Citações épicas?

Depois de conversar com alguns jornalistas, a resposta é simples: seja objetivo! Em uma redação as pessoas não estão esperando seu material chegar, ao contrário, são centenas de textos chegando todo dia. Seja criativo logo no título, mas seja direto e seu e-mail com release poderá ser aberto.

Como assim só aberto? Então, caprichou no título, mas tem problemas com o lead, provavelmente o jornalista não passará do primeiro parágrafo. A explicação é simples: tempo. A rotina da redação é extremamente agitada. Textos longos e mal estruturados perdem espaço facilmente para um texto curto, bem escrito, com um conteúdo de qualidade e objetivo.

Posso usar aquela foto incrível? Se for um release no Facebook, não só pode como deve. A imagem deve complementar o texto. Uma figura aleatória perde o sentido, e acaba não fazendo muita diferença para o jornalista quando acompanhada de um título ruim. Na verdade, grandes chances de não ser vista.

Em resumo, para o seu texto obter sucesso, é simples. Tenha um título interessante, e saiba organizar seu conteúdo com um lead bem estruturado; nada de escrever textão, seja direto e claro; e, para finalizar, anexe aquela imagem que complemente tudo que você escreveu. Pronto, só esperar a divulgação do seu material.

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Informação no ambiente corporativo

Por Livia Caixeta

Quanta informação existe em um ambiente corporativo? Talvez seja necessário um bom tempo para conseguirmos responder a esta pergunta com todas as implicações que ela pode provocar. Mas, o início da resposta pode encontrar-se na resposta de outra pergunta um pouco menos complexa: Quais são as fontes de informação da sua empresa? E ainda… Como a informação chega aos seus funcionários?

Já comentei em um Insight anterior – Funcionários: os primeiros porta-vozes de uma empresa – sobre a importância de manter funcionários bem informados. Por isso, pequenas, médias e grandes empresas precisam prospectar, elaborar e disseminar mensagens estratégicas ou não, e que influenciarão direta ou indiretamente nos resultados do seu negócio.

Um Treinamento bem orientado de Comunicação Interna é capaz de oferecer não apenas ferramentas, mas as melhores estratégias para engajar os funcionários de uma empresa.  Vamos tentar entender como isso acontece em 3 passos:

O passo número 1 é entender que Comunicação Interna é diferente de Endomarketing. Em linhas gerais, e sendo bem objetivo, podemos dizer que a Comunicação Interna são os processos comunicacionais, ou seja, a forma com que a empresa vai conversar com seu público interno; o Endomarketing por sua vez são as interações que acontecem entre a empresa e seus funcionários e está diretamente ligado à cultura organizacional

 

O passo número 2 exige um conhecimento do perfil dos funcionários de sua empresa. Isto será determinante para definir os discursos e as ferramentas mais eficazes para alcançar o objetivo; e nem sempre a solução estará em apenas uma ferramenta…

E o passo número 3 são os resultados! Como vamos mensurar a eficiência de todo esse planejamento? Números, gráficos, pesquisas… Qual a melhor forma de fazer isso? A melhor forma de encontrar os resultados de um bom trabalho de comunicação interna está na “individualidade” de cada empresa, pois cada realidade determinará a relevância dos indicadores escolhidos para este trabalho.

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Seis mitos ligados ao trabalho de assessoria de comunicação

Por Wilson Barros

A percepção sobre a importância da comunicação corporativa mudou bastante nos últimos 20 anos – em especial no passado recente, marcado pelo fim das atividades de jornais e revistas de renome e o fortalecimento das redes sociais.

Se no início dessas duas décadas muitas companhias aumentaram suas apostas no trabalho das agências de comunicação como forma alternativa para reforçar suas marcas em tempos de crise, é possível afirmar que os anos seguintes foram marcados pelo amadurecimento na relação “empresa/assessoria de comunicação/imprensa”.

Atualmente, restam poucas dúvidas em relação aos ótimos resultados que uma estratégia de comunicação bem elaborada pode alcançar. Porém, ainda existem mitos em torno do trabalho de uma “assessoria de imprensa”. Conheça os seis mais comuns:

 

1 – Contratei uma assessoria de imprensa, agora não preciso fazer mais nada

Este pensamento ainda é comum entre algumas empresas, especialmente nas de médio e pequeno portes. A ideia de que a agência fará todo o trabalho sozinha não só é equivocada como influencia negativamente nos resultados. O cliente precisa ter em mente que terá papel importante no processo, além de fornecer à assessoria de imprensa o acesso direto às informações mais relevantes da empresa, inclusive – eu diria, principalmente – àquelas mais sensíveis e passíveis de se transformarem em crise de imagem. Esta é a matéria-prima com a qual a assessoria de comunicação vai elaborar a estratégia, os planos de ação e estabelecer as formas de mensuração do trabalho.

 

2 – Vocês são amigos dos jornalistas? Se sim, resultado garantido

Na verdade, não é bem assim. Saber identificar jornalistas-chave para a empresa é um dos pontos fundamentais para que o trabalho de assessoria de imprensa seja eficiente, mas vale lembrar que editores e repórteres são profissionais que trabalham em veículos comprometidos em oferecer notícias relevantes para seus leitores. Em outras palavras, jornalistas precisam de notícia. Se o que uma empresa e agência têm para contar não é notícia, não adianta forçar a barra, mesmo que o assessor e repórter tenham se formando na mesma turma da faculdade ou dividido mesa por anos na mesma redação.

 

3 – Somente menções em grande imprensa valem

Uma empresa de pequeno porte – com atuação em uma área muito específica e abrangência geográfica muito limitada – é citada em matéria de jornal de grande circulação nacional. Quando os resultados desta menção são analisados considerando apenas a frieza que só a estatística permite, é muito difícil não se de deixar levar pelos vultosos números de leitores potencialmente impactados e concluir que o trabalho não poderia ser melhor. Mas, em termos de eficiência, essa afirmação pode ser parcialmente verdadeira. Muitas vezes, figurar com frequência e maior consistência em jornais e revistas especializadas no negócio do cliente (o chamado “veículos do trade”) pode ser uma estratégia muito mais eficiente para atingir o público-alvo da companhia e gerar vendas.

 

4 – Sou muito pequeno para ter uma assessoria

Este também é um mito bastante comum entre pequenas e médias empresas, acreditando que seus produtos/serviços nunca receberão atenção da chamada grande imprensa. Por esta ótica, eles até podem ter certa razão, já que os veículos de maior circulação e alcance mantém uma linha editorial que, obviamente, prioriza notícias cujos desdobramentos impactam no dia a dia de grande parte da população nacional. Mas, aqui também vale lembrar que o mercado editorial brasileiro é formado atualmente por mais 10 mil jornais e revistas, além de aproximadamente 1,5 milhão de portais, cobrindo praticamente todos os segmentos com um trade muito bem estruturado. Ou seja, existem diversas formas de se falar com o público-alvo, sem deixar de considerar o papel estratégico desempenhado pela imprensa. A mídia especializada é uma ótima alternativa, e saber como se relacionar com ela, de forma estruturada e eficiente, é fundamental.

 

5 – Meu produto é o melhor do mercado. Por que a assessoria não consegue matérias sobre ele?

A maioria das empresas acha que seus produtos/serviços sejam as melhores opções em seus respectivos mercados – e muitas vezes são mesmo. Mas, quando se trata de imprensa, este fato isolado não é suficiente para uma reportagem. A queda recente no número de jornais e revistas tem feito com que a guerra por espaços editoriais se tornasse ainda mais acirrada entre empresas e suas marcas. Mais do que nunca, uma boa pauta precisa apresentar informações relevantes, ser atual e, principalmente, impactar de alguma forma um grande número de pessoas. Se a sugestão de pauta não cumpre esses requisitos – e o cliente não pode ou não está disposto a contribuir com dados expressivos, análises etc –, é bem provável que a conversa com o repórter não evolua.

 

6 – Mandar vários releases por semana para os jornalistas aumentam as chances de inserção

Empresas que têm o hábito de semanalmente encher as caixas de entrada dos jornalistas com histórias pouco atraentes correm o grande risco de entrarem para a lista dos “chatos” ou “daqueles que não têm nada para dizer”. Como ocorre com qualquer outro stakeholder, o relacionamento com a mídia deve fazer parte de um plano abrangente de comunicação e considerar os momentos-chave de interação com esse público. Quantidade nem sempre é sinônimo de qualidade. Essa máxima vale também para o relacionamento com a imprensa.

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Como o filme institucional pode ajudar sua empresa?

Por João Pedro Andrade

O vídeo institucional é a utilização do audiovisual em prol de uma empresa ou organização. Seu uso pode ser tão amplo quanto a imaginação permitir: treinamentos, apresentações em eventos, transmissões ao vivo ou qualquer outro tipo de material em vídeo que promova uma marca, produto ou empresa.

No entanto, o vídeo institucional não deve ser confundido com o filme publicitário, pois enquanto esse é voltado para o público em geral, o primeiro busca atingir um público específico, o stakeholder. Ele pode apresentar resultados financeiros a investidores, além de novas iniciativas da empresa ao seu público, vídeos-aula, seminários aos seus funcionários etc.

Nos últimos dez anos, o crescente acesso à tecnologia somado à proliferação de plataformas de vídeo na web transformaram um processo caro, trabalhoso e pouco eficiente, em um elemento acessível e valioso a qualquer empresa que tenha uma mensagem e uma boa ideia.

De acordo com uma recente pesquisa, 96% das empresas B2B utilizam vídeos em suas ações e 73% dizem que a produção afetou positivamente seus resultados.

E a razão para esse rápido crescimento da criação de filmes institucionais vai além da acessibilidade financeira. Ter vídeos no site de uma empresa pode aumentar não somente o número de visitantes, como também o valor e resultado de cada visita. Isso acontece porque, desde a compra do YouTube em 2006, o Google criou “grande apreço” pelos vídeos e tem uma aba de busca específica para eles, o que duplica a chance da empresa ser encontrada.

A produção também auxilia no engajamento do público, que passa mais tempo em sites que contém material audiovisual. Vídeos também podem comprimir um grande número de informações em um curto período de tempo, o que facilita a compreensão de processos ou produtos complicados.

Ainda assim, é importante lembrar que vídeos institucionais podem ser incrivelmente chatos e ineficientes se não forem feitos por produtoras de vídeo que tenham um trabalho sério. A empresa contratada deverá ter a habilidade de transformar a mensagem de seu cliente em um produto interessante e único.

A produção audiovisual é uma área em constante expansão tecnológica. Novos equipamentos e plataformas estão sendo desenvolvidas e distribuídas a todo tempo, criando assim meios cada vez mais inovadores de comunicação entre empresas e stakeholders. YouTube, Facebook e Twitter foram, nos últimos anos, veículos de divulgação e (mais importante) viralização de personagens, campanhas e produtos. Inovações como câmeras que filmam em 360º e a VR (Realidade Virtual) fazem ainda promessas de um futuro avassalador para o audiovisual. E tudo isso pode ser convertido em novas oportunidades para empresas que tenham interesse em inovar e impactar.

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Como escrever artigos para a imprensa

Por Carlos Massarico

Os artigos são formatos de comunicação muito valorizados pelos principais veículos jornalísticos. É por meio deles que presidentes, diretores, porta-vozes, especialistas, influenciadores e demais profissionais dos mais variados segmentos têm espaço para transmitir seus conhecimentos de forma livre e aberta. Neste guia, que será dividido em duas partes, daremos dicas de como organizar o processo de escrita de artigos jornalísticos, a fim de torná-los mais completos e atraentes para seus leitores.

 

Primeiramente, é preciso compreender bem a diferença entre algumas modalidades de texto no jornalismo. Ao contrário de matérias, reportagens e artigos acadêmicos, onde o texto deve ser impessoal e restrito às informações, fatos e novidades de certo tema, os artigos jornalísticos oferecem maior liberdade de expressão para quem os escreve. É neste formato de texto em que é permitida a escrita em “1ª pessoa”, como também transmitir opiniões mais pessoais. Veja abaixo exemplos para compreender melhor a diferença entre reportagens e artigos:

 

– Exemplo de reportagem:

Desde o começo de 2016, a empresa registrou um crescimento de 30%, superando a marca de R$ 50 milhões em faturamento no período. Isso se deve à grande procura por vários serviços ligados à área de eficiência empresarial em um ano marcado pela recessão econômica, que gera necessidade de corte de gastos. Os dados evidenciam o quão aquecido está o mercado de inovação.

 

– Exemplo de artigo jornalístico:

Não há dúvidas de que o investimento em tecnologia tem sido o motor da recuperação econômica que vivemos no Brasil. Pude notar que o mercado está bastante aquecido para a inovação e muitos já perceberam esta nova realidade. Desde janeiro até aqui, atingimos o crescimento de 30% e superamos os R$ 50 milhões de faturamento no período. Isso se deve muito em função da grande procura por nossos serviços.

 

Note que no primeiro exemplo, em uma reportagem redigida por um jornalista, não há marcas de pessoalidade. O jornalista deve transmitir as informações de um modo isento, sem juízos próprios de valores. Já no artigo jornalístico, o articulista tem mais espaço para “conversar” com seu leitor, ainda que não perca a obrigação de reforçar seus pontos de vista com dados e provas.

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Jornalismo colaborativo: a nova face da internet

Por Rodolfo Zanchin

A ascensão da internet trouxe muitas mudanças para o jornalismo. Foi-se o tempo em que produzir conteúdo era tarefa de um pequeno nicho de pessoas, aquelas que recebiam e preocupavam-se em transmitir informações. A dinâmica mudou. Hoje o fluxo de notícias é plural e horizontal, ou seja, feito por muitas pessoas, de várias classes sociais e nichos específicos. Sem entrar em juízo de valores, atente-se que isso já é um fato e acontece todo tempo.

Eis que surge então, o jornalismo colaborativo, também conhecido como jornalismo cidadão, que consiste na ideia: “de todos para todos” e ganhou força com as ferramentas que a internet trouxe, como blogs, podcasts, vídeos ao vivo, etc.

Esse modo de fazer jornalismo se iniciou com mídias alternativas, como os Ninjas durante os protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo (2013), e se disseminou até chegar aos veículos tradicionais. Confira o exemplo abaixo, publicado no portal Estadão:

 

Fonte: Estadão

Confira a matéria, clicando aqui.

Com isso, pessoas comuns (cidadãos) deixam de ser apenas receptores de notícias e passam a ser fontes de pesquisa, produtores de reportagem, analistas e replicadores de informações. A nova era aponta para uma comunicação mais humanizada, com pessoas que vivem aquilo que está sendo reportado dividindo espaço com especialistas etc. Vale aguardar os próximos capítulos. Ainda estamos engatinhando no modo de fazer jornalismo aliado a todas as novas tecnologias.

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Entenda sobre o mercado regional de assessoria de imprensa

Por Mariana Morena

Para que o trabalho de assessoria de imprensa se destaque no mercado, seja de uma marca institucional ou profissional, é necessário desenvolver um trabalho customizado e propor ações personalizadas. Cada empresa possui uma realidade e consequentemente, necessidades diferentes. Para um trabalho efetivo, é preciso conhecer o cliente, seus públicos e compreender o mercado que está inserido. E é exatamente dessa forma que a Race Comunicação trabalha.

Já sabemos que em São Paulo e Rio de Janeiro tudo acontece. Com diversos produtos e serviços, a variedade oferecida explica o controle exercido por esses dois centros urbanos.

Porém, nota-se a diferença de como o trabalho de assessoria de imprensa é realizada em diferentes estados. Mas o que motiva as empresas a procurarem uma agência regional?

Em Goiás, as empresas acham a Race de duas formas: pelos investimentos em SEO ou por indicação e necessidade de ter um contato mais direto na empresa, além da proximidade física.

Lívia Caixeta, diretora da Race Goiás diz que o mercado Goiano é bem bairrista “A linha de frente das empresas é familiar, porém, agora estão migrando para a profissionalização dos departamentos. Quando se fala em Comunicação Corporativa, Produção de Conteúdo, as empresas preferem contratar agências regionais, principalmente para ter-se uma imersão na empresa e obter um trabalho regionalizado. Além disso, a Race tem uma vantagem de contar com o suporte do escritório de São Paulo e poder também trabalhar com a mídia nacional”, completa Lívia.

Em Salvador, por exemplo, existe uma grande demanda por agências que possam atender em outros estados da região nordeste. Salvador é uma “porta de entrada” para outros estados, como Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Fernanda Deiró, assessora de imprensa na Bahia, nos explica: “Aqui na região, temos mercados muito fortes do interior e clientes que tem uma capilaridade maior de negócios que chegam a essas regiões, como empreiteiras, redes de fast food e redes de lojas de varejo. Nesses interiores, a comunicação também funciona de uma outra forma. São lugares onde quase não há mídia impressa e que até muito pouco tempo atrás recebia notícias pelo carro de som da cidade. É um desafio conseguir levar os conceitos dos nossos clientes nessas praças.”

Sabemos que escolher uma agência de comunicação que tenha todas as características necessárias para atender a sua empresa é um grande desafio, mas não impossível. Conheça a agência, visite o local e peça referências. Conheça os nossos serviços em: www.racecomunicacao.com.br

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