INSIGHTS

O que é speaker training?

Por Rogério Artoni

Imagine-se em cima de um palco, falando para centenas de pessoas. Medo é a primeira coisa que vem à mente de muitos. É justamente por isso que se faz necessário o Speaker Training. Este é um treinamento para quem almeja se tornar um orador e conseguir falar em público de forma clara e tranquila, passando todas as informações necessárias e que realmente impactem os públicos que se tem como objetivo.

Como aprender a conduzir um carro, sem nunca entrar em um? No Speaker Training, técnicas com o acompanhamento de profissionais da área da saúde podem ser aplicadas. Treinos de discursos, técnicas de oratória e outras possibilidades, que variam de acordo com cada pessoa, podem e devem ser empregados. Alguns pontos são muito importantes para que o Speaker training seja bem sucedido, tais como elaborar um discurso, imaginar quais serão as partes que serão faladas, onde estarão as pausas, por onde caminhar e quais materiais de apoio usar.

A Race Comunicação, juntamente com uma equipe multidisciplinar de profissionais altamente capacitados da área da comunicação e da saúde, desenvolveu o Speaker Training, treinamento direcionado para auxiliar profissionais a se prepararem para apresentações em público.

Se você sente que não fale bem em público, entre em contato com nossa equipe e saiba mais.

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O que é o Social Media Training?

Por Rogério Artoni

Todas as empresas e instituições podem ter muitos ou poucos porta-vozes, que atendam jornalistas e falem realmente em nome de um negócio. Contudo, muitas destas entidades e companhias ainda não se deram conta de que com as redes sociais, hoje qualquer funcionário é um potencial porta-voz – em uma dimensão menor, mas ainda sim, no mínimo um porta-voz “não-oficial”.

Sem o treinamento adequado, esse funcionário pode querer divulgar ações e informações a que tem acesso, mas sem pensar no alinhamento com a estratégia da empresa, no planejamento estratégico, na missão, nas visões ou mesmo nos valores da instituição. Treiná-los para falar com a imprensa e em mídias sociais pode ser uma solução viável e com um alto impacto positivo, capacitando esse profissional a se comunicar de forma mais alinhada com o que a empresa espera, promovendo a companhia e ele mesmo.

O grande ponto é se fazer perguntas como:

Por que o colaborador de minha empresa vai querer fazer um treinamento desses? Por que treinar o funcionário para falar pela empresa nas redes sociais? Qual é a vantagem de um treinamento de social media?

Respondo: Porque o funcionário ganha visibilidade no mercado, já que os recrutadores estão cada vez mais avaliando as redes sociais das pessoas. Porque ele colabora espalhando o conteúdo produzido pela empresa. Porque ele é um embaixador da sua marca e a opinião dele vale muito.

Vamos imaginar que você vai comprar um carro e uma amiga sua trabalha em uma grande montadora e diz barbaridades sobre a empresa, sobre o clima e sobre a forma como os carros são produzidos. Você vai mesmo comprar um carro desta marca? Fazendo esse mesmo exercício, só que pensando para o lado positivo, o comentário de um funcionário elogiando a empresa nas redes sociais pode trazer os melhores talentos, ajudar a vender mais e melhorar a imagem da empresa perante todos os públicos.

Por esse motivo, criamos aqui na Race Comunicação um treinamento, pioneiro no Brasil, direcionado para colaboradores que podem ou não ser porta-vozes, mas focado em redes sociais. Este exercício consiste em apresentar para os funcionários as funcionalidades das redes sociais, como se aproveitar das mais diversas plataformas e, desta forma, favorecer a empresa e também o próprio funcionário.

Neste treinamento de mídias sociais acontece a apresentação das principais redes, discussão de cases e exercícios práticos em durações que podem variar entre quatro e 16 horas, dependendo do tamanho da turma. Contudo, antes de iniciar esse treinamento ajudamos a empresa a criar uma política de posicionamento nas redes sociais, que irá balizar a atuação dessas pessoas nas redes.

Assim como em um media training (treinamento de imprensa) tradicional, os funcionários estão se tornando, cada dia mais, porta-vozes das empresas. Mesmo que não sejam autorizados a falar, uma declaração mal interpretada nas redes sociais pode acarretar em crises de imagem sem precedentes. Este treinamento visa explorar como a empresa e funcionários podem se beneficiar das redes sociais, o que postar e o que não postar, os cuidados com a própria imagem, etc.

Caso queira saber mais sobre este treinamento, marque uma reunião com o nosso time de diretores e saiba como podemos ajudar a treinar os seus funcionários para falarem nas redes sociais.

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O que é Inbound Marketing?

Por Rodolfo Zanchin

 

Se você chegou a esse texto, provavelmente viu ou ouviu em algum lugar que inbound marketing está relacionado com produção de conteúdo online. Acertei? É mais ou menos por aí, mas vamos refletir um pouco e entender juntos onde está o ponto crucial da existência desse trabalho.

Tente lembrar como era realizada uma compra nos anos 60 a 90. De forma simples, o potencial cliente interessado no produto telefonava ou ia até uma loja e questionava o vendedor sobre as principais vantagens em adquirir o produto. Caso o vendedor tivesse boa desenvoltura e capacidade de convencer o cliente, a compra era efetuada.

Agora, pense quando você está interessado em adquirir um produto hoje em dia, o que você faz? Tenho certeza que, na maioria das vezes, você faz uma busca na internet sobre os diferentes tipos e qualidades do que deseja comprar, certo? É nesse ponto que o inbound marketing começa a fazer sentido, já que consiste na transmissão de conhecimento ao consumidor.

Para começar a entender o inbound marketing, precisamos entender a metodologia desse trabalho. Vejamos a figura abaixo:

Fonte: Hubspot

 

A metodologia inbound consiste em transformar um desconhecido em cliente e promotor da sua marca por meio do seu site. Para isso, ele precisa passar por alguns processos: de desconhecido para visitante do site, por meio de posts no blog e divulgação em redes sociais; de visitante para lead (conhecido), por meio do preenchimento de formulários para reter dados; de lead para cliente, por meio de e-mails personalizados para gerar afinidade; de cliente para divulgador, para que a sua marca tenha ótimas referências e gere novos clientes.

Tendo isso em mente, é preciso pensar nas etapas que um possível comprador precisa passar até efetuar a compra

Fonte: Hubspot

  1. Estágio de conscientização:

Essa etapa consiste na conscientização, por parte do comprador, do possível problema que ele possui. Usando um exemplo da área: o diretor de comunicação de uma grande empresa percebe que as vendas estão caindo e está em dúvida se o problema está na comunicação de sua equipe. Ele provavelmente tentará buscar na internet como a comunicação de equipe pode afetar as vendas. Concorda?

Nesse momento, cabe as empresas que fazem o serviço de comunicação interna, por exemplo, esclarecem o caso por meio de posts em blogs (que facilitam o acesso), sem tentar vender o seu produto logo de primeira, nessa fase o intuito é apenas nutrir o conhecimento do diretor e dar a certeza que este é o problema da sua equipe.

 

  1. Estágio de consideração:

No estágio de consideração, partimos do pressuposto que o diretor já tenha entendido que há um problema de comunicação da sua equipe e esteja procurando soluções para isso. Nessa fase, o intuito é apresentar por meio de e-books ou webinar – com o intuito de gerar lead – como o treinamento da equipe pode ser uma boa alternativa para aumentar a comunicação da equipe e potencializar resultados de vendas. Mais uma vez, sem apresentar produtos ou serviços. Como finalidade, esperamos que o diretor tenha certeza de que precisa implementar o treinamento.

 

  1. Estágio de decisão:

Após nutrir o conhecimento do possível cliente e indicar uma solução eficaz para o problema, chegou o momento de apresentar produtos ou serviços da sua empresa, como o trabalho de comunicação interna, jornal mural, intranet etc. A partir do momento que o diretor teve certeza do problema, entendeu as soluções e soube que você oferece esse serviço, ele estará apto a fechar negócio com a sua empresa.

 

Caso tenha interesse no trabalho de inbound marketing, entre em contato conosco.

contato@agenciarace.com.br
+55 (11) 2894-5607 / 2548-0720
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Damas da Comunicação

Por Maira Manesco

 

Hoje é comemorado o Dia Internacional da Mulher, data para lembrar das nossas mães, avós, tias, filhas… Enfim, de mulheres que nos inspiram na vida pessoal e profissional, que buscam igualdade e reconhecimento. Mulheres que com toda sua graciosidade e carinho conseguem ser fortes e determinadas para conquistar o que quiserem.

Na área da comunicação existem inúmeras mulheres que servem de inspiração para novos e já maduros profissionais. Mas, escolhemos contar brevemente a história de duas grandes profissionais: Vera Giangrande e Glória Maria, respectivamente relações-públicas e jornalista, que são verdadeiras damas do nosso mercado.

 

Vera Giangrande

O início da vida profissional de Vera Giangrande foi marcado por vários percalços, até que em 1959, encontrou sua vocação na comunicação social, quando estreou na área de propaganda da Colgate-Palmolive. Aos 30 anos foi admitida como relações-públicas da Thompson, onde pode mostrar todo seu talento e responsabilidade. Após 15 anos e diversas empresas no currículo, Vera Giangrande fundou sua própria agência de comunicação, a Inform Consultoria de Relações Públicas. Por ser mulher foi discriminada diversas vezes, mas levantou a cabeça e, para a surpresa de muitos, mostrou que era mais do que competente. Em 1989, Giangrande se tornou a primeira mulher membro do Rotary Club do Brasil.

Em 1993, Vera Giangrande passou a ocupar o cargo de ombudsman do Grupo Pão de Açúcar a fim de reerguer os negócios da família Diniz. “A Vera Giangrande tem um apelido muito feio. É uma palavra muito difícil de pronunciar, mas quer dizer uma coisa muito importante: eu sou a representante de vocês na diretoria do Pão de Açúcar”, dizia ela ao se referir ao cargo que ocupava. Vera dava grande importância ao seu trabalho, pois era por meio do atendimento ao consumidor que a empresa melhoraria, conquistando credibilidade e respeito perante seus stakeholders.

Vera Giangrande faleceu inesperadamente aos 69 anos; foi guerreira, viveu intensamente e deixou suas marcas. Como pessoa foi inesquecível e como profissional, insubstituível.

 

Glória Maria

Glória Maria passou por uma série de dificuldades para se tornar conhecida na televisão. Aos 16 anos começou sua vida profissional como telefonista, o que lhe proporcionou pagar uma boa faculdade de jornalismo. Foi a primeira repórter negra da televisão brasileira, estreando na Rede Globo em 1971, durante a cobertura do desabamento do Elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. Depois disso, trabalhou nos telejornais: Hoje, Jornal das Sete, Bom Dia Rio e RJTV.

Glória, durante uma cobertura para o Jornal Nacional, foi a primeira repórter a entrar ao vivo na televisão brasileira. Assim, ficou mais do que evidente sua competência para assumir funções de extrema responsabilidade e desta forma, ficou incumbida de importantes missões. Como repórter realizou a cobertura da posse de Jimmy Carter, em Washington, sendo a primeira jornalista estrangeira a entrevistar o presidente norte-americano. E conseguiu antecipar o juramento olímpico do velocista Carl Lewis durante os jogos olímpicos de Los Angeles, antes mesmo da abertura oficial dos jogos.

Em 1986, Glória Maria passou a integrar a equipe do Fantástico, o que a tornou conhecida por praticamente todos os brasileiros. Em seu currículo, entrevistas com Michael Jackson, Freddie Mercury, Madonna e outras celebridades internacionais, além de reportagens especiais em destinos exóticos e diversas aventuras. O que lhe rendeu dez passaportes completamente preenchidos ao longo da vida profissional.

Após 35 anos de carreira, Glória se tornou repórter especial do programa Globo Repórter. E continua impressionando os telespectadores com sua principal característica: a descrição cuidadosa de sensações.

 

Referências: VOLPI, A. NA TRILHA DA EXCELÊNCIA: Vida de Vera Giangrande – uma lição de Relações Públicas e encantamento de clientes. São Paulo: Negócio Editora, 2002.

Glória Maria. Memória Globo. 2010. Disponível em: <http://memoriaglobo.globo.com/perfis/talentos/gloria-maria.htm>.

 

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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Como produzir um vídeo para sua empresa?

Por João Pedro Andrade

Antes de qualquer coisa, um brinde a você que, se procurou esse artigo, está buscando sair da zona de conforto. Mazel Tov! Criar um produto audiovisual para a sua empresa não precisa ser um processo caro ou muito complicado, desde que você tenha os equipamentos corretos e uma boa ideia na cachola.

E deixe-me dizer que você está tomando uma atitude muito acertada. Estudos mostram que potenciais compradores, que são expostos à materiais em vídeo, estão mais dispostos a finalizar a compra do produto ou serviço. Em redes sociais, como o Facebook, vídeos são compartilhados até dez vezes mais do que materiais em texto ou links externos. E, como eu já havia contado aqui, o YouTube foi comprado por uma empresa de tecnologia conhecida como Google (talvez você conheça) que, desde então, favorece sites que tenham links para a plataforma em sua ferramenta de buscas. Tem futuro esse tal de Google!

Mas vamos ao que interessa e partir do princípio que você irá precisar de uma câmera. Nada de câmeras monstruosas e caras. Isso é coisa do passado. Hoje em dia, até mesmo smartphones podem oferecer excelente qualidade de gravação. Você nunca diria, mas o videoclipe abaixo, do Supla e seu irmão, João Suplicy, foi gravado inteiramente com um celular. Veja a qualidade:

Porém, é importante investir em duas coisas. Primeiramente, um tripé. Uma vez que as câmeras novas são bastantes leves, elas também acabam perdendo estabilidade facilmente. Experimente segurar seu celular para fazer uma gravação em vídeo, provavelmente, a imagem sairá mais tremida do que você gostaria. Tente fazer isso durante horas. Não vai dar certo. Mas um tripé simples pode solucionar esta questão.

É importante também investir na compra de um microfone, porque, apesar das câmeras apresentarem captações de imagem cada vez mais eficientes, o mesmo não ocorre na captação de áudio. Um microfone de lapela para smartphone não deverá custar mais de R$ 20,00 e trará muito mais qualidade para o seu material.

Depois da captação, você irá querer editar esse material. Tanto a Apple, com iMovie, quanto o PC, com o Movie Maker, poderão executar essa tarefa. No entanto, hoje em dia, a Adobe oferece o programa mais completo para essa incumbência com o Adobe Premiere, que com uma interface simples e intuitiva se tornou o programa de edição mais utilizado no mercado. Caso você tenha dificuldades com este processo, existem diversos tutoriais no YouTube que poderão te guiar pelo caminho das pedras.

No entanto, apesar de todas essas facilidades, vale lembrar que existem pessoas que dedicam sua carreira profissional para fazer esse tipo de trabalho e, caso você tenha verba disponível (há profissionais para todos os bolsos), poderão executar um trabalho de excelente qualidade e com zero dor de cabeça para você.

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Dicas para escrever artigos para a imprensa

 

Por Carlos Massarico

(Esse artigo é dividido em dua partes. Clique aqui para ler a parte I.)

Em função da gradual cobrança pela presença de porta-vozes e líderes das empresas no processo comunicativo, o formato de artigo jornalístico costuma ser o mais comum no contexto corporativo. Em um mercado muito competitivo, é preciso estar pronto para aproveitar estas oportunidades e garantir uma exposição na mídia que pode ser positiva para a carreira e os negócios. Selecionamos quatro dicas essenciais para que você atinja o máximo de sucesso neste processo. Confira:

 

1 – Não iluda seu leitor

O título é o primeiro contato que o público terá com seu texto. Ao mesmo tempo em que é interessante apostar em uma frase mais chamativa e de impacto, que estimule a curiosidade, é preciso muito cuidado para não enganar o seu leitor. Além de o tema do texto ser o que está presente no título, é necessário entregar de fato informações ou opiniões que colaborem com o assunto proposto. Para isso, uma boa dica é dividir o texto em blocos, elencando o conteúdo imprescindível para cada parágrafo, antes mesmo de começar a escrever. Essa técnica direciona os esforços da escrita para que você nunca fuja do tema principal.

 

2 – Expresse suas opiniões com parcimônia

Há quem imagine que por se tratar da expressão de uma opinião pessoal, o artigo é uma forma de comunicação livre de interferências – esta é uma visão bem polêmica. Quando o articulista representar ou envolver de algum modo a empresa para a qual trabalha, precisa levar em conta os valores, as missões e o código de conduta dela antes de proferir suas opiniões. Não importa o nível hierárquico em que você esteja, pois nesta circunstância inevitavelmente atuará como porta-voz de sua empresa.

 

3 – Faça uso de dados e pesquisas

Pessoas estão sempre interessadas em conhecer novidades, informações interessantes, boas histórias e em ouvir opiniões baseadas em fontes confiáveis. Dados de mercado e pesquisas são ótimos referenciais para comprovar as tendências e as opiniões que você defenderá em seu artigo. Quanto menos você se basear em impressões e palpites, e mais se cercar de dados, estudos e pesquisas, mais sua opinião ganhará relevância, força e confiança por parte de quem a ler.

 

4 – Evite temas amplos e textos longos

É quase impossível discutir certos temas em poucas palavras. É preciso ter em mente que, em sua essência, a leitura de um material jornalístico é mais dinâmica que a de um livro ou um estudo acadêmico. Artigos bem recebidos pelos leitores são aqueles que discutem temas pontuais em um texto o mais enxuto possível. Muito em função disso, não é recomendável adaptar trabalhos científicos mais extensos para o formato de texto jornalístico. Ser sucinto e direto é fundamental para um bom articulista.

 

Justamente por serem mais pessoais, os artigos aproximam o leitor do autor e, quando bem escritos, têm enorme potencial de gerar interesse e repercussão ao redor de um assunto. Por outro lado, matérias e reportagens transmitem maior credibilidade sobre o conteúdo de um texto, uma vez que o papel do jornalista é o de apurar informações, ouvir autoridades e especialistas, e escrever de forma isenta com base nesta pesquisa. Independente do formato, converse com seus leitores. Esta é uma ótima maneira de transmitir conhecimento e melhorar os resultados de um negócio.

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Por que investir em mídia digital indoor?

 

Por Evelyn Spada

Todos sabem que a comunicação é a alma do negócio, certo? No mercado atual, todo dia parece final de campeonato, as empresas disputam a atenção do seu potencial cliente e, por consequência, as pessoas são bombardeadas por anúncios e informações.

 

Para que sua marca se destaque, é preciso analisar a forma mais apropriada de anunciar. Além dos tradicionais espaços como jornal, rádio, revista e TV, uma alternativa muito importante para garantir bons resultados é a mídia indoor digital ou TV indoor.

 

Na área externa, temos os outdoors que chamam atenção do público. Já com a mídia indoor digital, é possível divulgar promoções e informações em um espaço fechado. Essa ferramenta proporciona comunicação, entretenimento e publicidade por meio de players de mídia ligados a TVs, painéis de LED, telões ou outros equipamentos exibindo conteúdo em vídeo.

 

Como “alimentar” a mídia indoor digital?

Para gerar conteúdo de qualidade, é preciso checar as reais necessidades e objetivos da empresa, pois a mídia indoor digital pode assumir diversos formatos e conteúdos. Escolher o formato da sua mídia é o primeiro passo para levantar boas pautas e garantir material de interesse. Na programação, é possível utilizar notícias, previsão do tempo e outros assuntos de interesse geral.

 

Outro benefício do uso da ferramenta é a chance de misturar conteúdos diferentes, como fotos e vídeos, o que é impossível com material impresso fixo na parede.

 

Parcerias

O conteúdo pode ser corporativo e direcionado aos colaboradores e terceiros, como fornecedores e parceiros. No entanto, além da divulgação interna, é possível negociar a instalação da mídia indoor digital em outros estabelecimentos. Como por exemplo, instalar a TV com as informações de produtos esportivos em uma academia.

 

Outros locais, como lojas, supermercados e consultórios odontológicos podem ser parceiros potenciais.

 

A mídia indoor digital permite ajustes de acordo com o local e público-alvo por causa da facilidade de segmentação. Podemos afirmar que, com essa ferramenta, o anunciante paga para ser visto por uma clientela que tem afinidade com seu produto. Quer saber mais sobre os nossos serviços? Clique aqui e conheça.

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Streaming corporativo: o que é e como fazer

Por Filipe Andrade

Com uma comunicação corporativa cada vez mais voltada às múltiplas plataformas, a utilização de conteúdos de streaming tem se tornado um grande aliado na publicação de informações e relacionamento com os públicos.

 

Essa estratégia também se revela um desafio, já que sua popularização exige cada vez mais da organização a capacidade de inovar e se diferenciar. E o novo sempre sai na frente.

 

O Sebrae, que atualmente oferece consultoria para o desenvolvimento desse tipo de conteúdo, define serviços de streaming como “uma tecnologia inovadora que permite que usuários conectados à internet assistam ou ouçam áudios, ao vivo ou sob demanda. A transferência de dados é realizada pelo fluxo contínuo pela web, sem a necessidade de o usuário baixar (ou fazer o download) de um pacote de dados”. Representa, portanto, “uma nova abordagem corporativa para a produção de eventos”.

 

E as possibilidades e sites de streaming são inúmeros. Talvez o mais popular seja o YouTube, que, além de oferecer a opção de postagem de vídeos, possibilita a transmissão de vídeos ao vivo. Especificamente para o ambiente corporativo, a Microsoft, por exemplo, lançou, no ano passado, o Stream, que permite que os usuários postem e/ou compartilhem vídeos e áudios para o público interno da empresa.

 

Por outro lado, é indispensável estar atento a algumas dicas para garantir a qualidade do produto final, conquistar acessos e, consequentemente, fidelizar o público.

 

Planeje: seja específico sobre seu produto e sobre o público que deseja atingir. A informação deve ter um destino e um objetivo bem definido.

 

Profissionalismo é tudo: invista em equipamentos de qualidade. O produto (seja áudio ou vídeo) dependem não apenas do conteúdo, mas da forma como é produzido. E não se esqueça da qualidade da internet!

 

Informe aquilo que é relevante: pode até ser redundante quanto ao primeiro ponto, mas é fundamental reafirmar, informe aquilo que é de interesse público (ou, neste caso, do seu público). Informação sem relevância, além de não atrair acessos ou visualizações, acabam desinformando e minando a credibilidade da organização, impedindo que, no futuro, as pessoas tenham interesses por outros conteúdos, por mais relevantes que sejam.

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4 curiosidades da assessoria de imprensa fora do Brasil

Por Bruno Uehara

Criada no início do século XX pelo jornalista americano Ivy Lee, a assessoria de imprensa pode ser considerada uma das profissões do mundo moderno. Surgiu em meados de 1906 por uma necessidade do empresário John D. Rockfeller, que precisava melhorar sua imagem e reputação diante da mídia. Desde então, o conceito se disseminou pelo mundo e evoluiu junto às transformações tecnológicas, levando comunicadores a adaptarem-se ao mercado e particularidades de cada região. Veja abaixo algumas curiosidades da assessoria de imprensa fora do Brasil:

  1. Influenciadores em alta

Influenciadores digitais são considerados stakeholders fundamentais em qualquer estratégia de comunicação. Entre os motivos estão resultados efetivos, alto engajamento de seguidores e menor investimento em comparação aos cachês milionários de celebridades. Nos Estados Unidos e Europa, blogueiros e youtubers estão em constante ascensão, provocando grandes mudanças no segmento e sendo cobiçados por diversas marcas. (Leia mais em texto publicado pelo PR Week, em inglês.)

  1. Tamanho é documento

Menos é mais? Não quando se trata de press releases enviados à imprensa estrangeira. Assessorias de empresas americanas costumam enviar materiais mais completos e detalhados. Além disso, para facilitar o acesso de jornalistas, grandes corporações oferecem em seus sites as salas de imprensa virtuais, que oferecem bancos de informação e arquivos multimídia, como vídeos e fotos.

  1. Jornalistas versus Relações-públicas

No Brasil, é comum encontrar jornalistas que atuam como assessores de imprensa. Pesquisa realizada em 2012, destacou inclusive que em cada dez jornalistas brasileiros, quatro exercem o trabalho de assessoria. O cenário se mostra diferente em países como os Estados Unidos, onde a função é exercida majoritariamente por profissionais formados em Relações Públicas.

  1. Equipes internas

Agências de comunicação são raridade no mercado internacional. Por isso, assessores de imprensa costumam trabalhar dentro das próprias empresas, que possuem equipes especializadas em assuntos internos e externos.

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Como conquistar a atenção de um jornalista?

Por Ana Carolina Lima

O grande desafio das assessorias de imprensa é chamar a atenção dos jornalistas e conseguir divulgar um serviço, produto ou empresa. O grande questionamento é: como? Uma imagem fantástica? Um textão dramático? Citações épicas?

Depois de conversar com alguns jornalistas, a resposta é simples: seja objetivo! Em uma redação as pessoas não estão esperando seu material chegar, ao contrário, são centenas de textos chegando todo dia. Seja criativo logo no título, mas seja direto e seu e-mail com release poderá ser aberto.

Como assim só aberto? Então, caprichou no título, mas tem problemas com o lead, provavelmente o jornalista não passará do primeiro parágrafo. A explicação é simples: tempo. A rotina da redação é extremamente agitada. Textos longos e mal estruturados perdem espaço facilmente para um texto curto, bem escrito, com um conteúdo de qualidade e objetivo.

Posso usar aquela foto incrível? Se for um release no Facebook, não só pode como deve. A imagem deve complementar o texto. Uma figura aleatória perde o sentido, e acaba não fazendo muita diferença para o jornalista quando acompanhada de um título ruim. Na verdade, grandes chances de não ser vista.

Em resumo, para o seu texto obter sucesso, é simples. Tenha um título interessante, e saiba organizar seu conteúdo com um lead bem estruturado; nada de escrever textão, seja direto e claro; e, para finalizar, anexe aquela imagem que complemente tudo que você escreveu. Pronto, só esperar a divulgação do seu material.

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