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Como obter sucesso na implantação de uma TV indoor

Por Filipe Andrade

Um dos grandes produtos da comunicação interna, a TV indoor, ou TV’s corporativas, são, talvez, a ferramenta menos utilizada dentro das organizações. Esse fato se deve, principalmente, ao custo de uma produção audiovisual, que em geral são mais caros que a grande maioria das ferramentas de comunicação.

Mas é fundamental ao gestor de comunicação considerar essa ferramenta, dado a grande demanda por conteúdos audiovisuais nos últimos anos. Uma demanda que tende a aumentar. Afinal, num vídeo a organização pode passar sua mensagem de forma clara, objetiva e com um impacto muito maior, em um tempo menor (em razão da rapidez que esse tipo de conteúdo exige).

Por outro lado, alguns aspectos devem ser considerados.

  1. O conteúdo e formato caminham juntos. A organização deve priorizar sempre uma linguagem específica a esse produto. Nada de aproveitar conteúdos de outros formatos, como texto de informativos impressos, memorandos, e-mails, etc.
  2. Para uma boa TV indoor não dá pra fugir do óbvio: qualidade do material. Isso requer investimento em produção, equipamentos e edição.
  3. Em um mundo cheio de imagens e conteúdos à exaustão, vale muito a pena diferenciar e sair na frente, fugindo sempre do óbvio.
  4. Imagem é tudo! Defina pautas levando em conta o princípio básico: “uma imagem vale por mil palavras”. Priorize boas imagens, que ilustrem bem e claramente aquilo que está sendo falado.
  5. Seja objetivo! Em audiovisual, dois minutos são quase uma eternidade. Sendo assim, utilize uma linguagem clara, de fácil compreensão e transmita sua mensagem sem rodeios.
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5 dicas para implantar ou aprimorar a comunicação na sua empresa

Por Thamyris Barbosa

Engana-se quem pensa que uma boa comunicação interna depende exclusivamente de normas técnicas, ações estratégicas e expertise da equipe para ser bem sucedida. Sem desmerecer essas práticas, é importante pontuar: a comunicação é bem mais do que isso. A boa notícia é que ela pode ser estabelecida de uma forma muito mais simples do que se imagina.

Mas, por que comunicar-se bem é tão importante no ambiente corporativo? A resposta é muito simples: o resultado vem no bolso. É o que comprova a renomada empresa global da indústria de relações públicas, Holmes Report. Segundo a publicação, empresas que se comunicam efetivamente conferem um retorno 47% maior aos acionistas. Além disso, possuem colaboradores mais engajados e menores índices de rotatividade.

Diante disso, a dúvida que fica é: como implantar ou aprimorar a cultura de comunicação dentro da minha empresa? Para ajudá-lo nessa empreitada, seguem cinco dicas básicas e legítimas para aprimorar a comunicação interna em seu ambiente de trabalho.

1 – Dê o exemplo
Uma comunicação clara e direta deve partir da liderança. Seja o primeiro a compartilhar informações, tecer comentários, dar feedbacks, fazer perguntas. Assim, os demais colaboradores se sentirão confortáveis e encorajados a fazer o mesmo.

2- Mantenha a missão e visão da empresa em primeiro plano
Se você deseja que os colaboradores estejam alinhados aos objetivos que você traçou para o negócio, é importante que todos saibam quais são esses objetivos. Mais do que isso, esses conceitos precisam ser internalizados. Ajudará muito se eles estiverem impressos em um lugar visível e acessíveis a todos.

3- Cuidado com as reuniões desnecessárias
Reuniões regulares podem ser úteis, mas hoje existem muitas ferramentas que podem alcançar o mesmo objetivo, sem precisar interromper a rotina de trabalho a todo o momento. Principalmente se for apenas para atualizar um projeto. Se a questão puder ser resolvida por e-mail ou em um comunicado, prefira.

4- Dissolva a hierarquia
Hierarquias produzem lacunas na comunicação. Já é uma tendência que muitas empresas optem por estruturas mais voltadas ao trabalho em grupo, devido à efetividade e eficiência desse modelo de gestão. Menos decisões arbitrárias e uma liderança acessível facilitam o fluxo de informação e o diálogo. Essa aproximação pode ser desafiadora, mas promete bons frutos.

5- Faça da comunicação um hábito
Estabeleça processos regulares de comunicação. Pode ser uma conferência, um boletim informativo ou comunicado semanal, quinzenal ou mensal. A comunicação sistemática evita que se perca tempo pesquisando informações que poderiam ter sido divulgadas previamente.

Por meio dessas pequenas atitudes, é possível definir processos claros de comunicação e contribuir para que a equipe trabalhe de forma mais precisa e mantenha-se alinhada às prioridades do negócio. Mesmo que sua empresa tenha apenas duas pessoas, essas dicas certamente irão otimizar o tempo e proporcionar resultados mais eficientes, satisfatórios e lucrativos.

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Consultoria e Diagnóstico de Comunicação

Por Ana Carolina

“Na minha empresa temos vários programas de incentivo”, “É claro que minha equipe é motivada”. Será mesmo? Que tal contratar alguns especialistas no assunto para garantir que está tudo certo?

O bom relacionamento da empresa com seus colaboradores é considerado uma das ações mais importantes para o sucesso. Entretanto, algumas instituições acreditam que apenas comunicar informações a equipe é suficiente. No entanto, a comunicação interna precisa ser uma via de mão-dupla, onde ambos falam e ouvem.

O trabalho da consultoria consiste em analisar e avaliar a relação entre organização e público interno, fazendo um levantamento de informações e impressões relacionadas ao sentimento dos colaboradores sobre o ambiente de trabalho. Depois de pesquisar e analisar os dados coletados, é possível apontar as falhas e propor mudanças que promovam benefícios a todos.

Uma agência de comunicação, como a Race, será capaz de realizar uma consultoria de comunicação interna e apresentar desde o diagnóstico até o planejamento e supervisão de ações que dentro de um plano de comunicação garantam um bom relacionamento com o público interno.

A Consultoria e Diagnóstico de Comunicação também pode ser realizada com o público externo.  É possível criar e gerenciar programas e processos que promovam a imagem e o relacionamento de uma organização por meio de atividades de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, como: análise de redes sociais, contato com formadores de opinião, criação de eventos, pesquisas qualitativas e quantitativas com consumidores, entre outros.

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O que é Branding?

Por João Andrade

Para entendermos o  significado do conceito Branding, precisamos primeiro entender o que é marca (brand, em inglês). Marca é o conjunto de características que ancoram a necessidade de um consumidor a um produto; é aquilo que irá diferenciar um serviço de outro.

Uma marca pode ser uma bebida, uma roupa, um curso de línguas ou um hotel, por exemplo. Imagine você chegando em uma loja para comprar um celular, mas quando olha para os aparelhos não têm nada que os diferencie. Como escolher o seu favorito? É difícil imaginar o mundo sem as marcas.

Com um mercado cada vez mais acirrado, as empresas, em parceria com seus times de comunicação, enxergaram a necessidade de investir em algo a mais, e não só em produtos, mas sim em experiências.

Uma situação simples de compreender é quando estamos diante de um PC e um MAC. Eles oferecem o mesmo produto com características e configurações semelhantes. No entanto, haverá consumidores que irão consumir um e não o outro por motivos diversos, sejam eles objetivos ou subjetivos.

Logo, branding é o desenvolvimento daquilo que irá diferenciar uma empresa de outra. E isso vai além de um logo ou slogan. É a identidade, as crenças e o propósito pelo qual a empresa existe.  Branding é a percepção do consumidor quando ele vê o produto ou ouve o nome de sua marca. É a imagem mental que ele tem. São os valores pelos quais a empresa quer ser lembrada, mas não somente os valores que a marca tem. São os valores que marca aprecia. E todas as suas ações devem refletir esses valores.

Desenvolver o branding de uma marca pode ser uma ferramenta importante de comunicação, pois ele irá apontar os caminhos mais eficientes de atingir o stakeholder.

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Cases de sucesso em Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna

Por Filipe Andrade

Dois serviços oferecidos hoje pela Race Comunicação, entre muitos outros, são a Assessoria de Imprensa e ações de Comunicação Interna.

Aqui em Goiás, por exemplo, a Race foi a responsável pela implantação de ferramentas de comunicação interna no Laboratório Teuto, na Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego) e na Uniodonto Goiânia, cooperativa do ramo de planos odontológicos. Isto para citar apenas alguns exemplos.

No primeiro, a Race foi responsável pela implantação de um jornal mural quinzenal que já tem, hoje, 162 edições. Na Iquego, o mesmo formato foi adotado. Na Uniodonto Goiânia, uma newsletter, com mais de 100 edições, é enviada aos cooperados, padrão este que será aplicado, a partir dos próximos meses a outro público interno da cooperativa: os colaboradores.

Em todos os casos, o mais perceptível é o engajamento do público em torno dessas ferramentas. É comum os colaboradores, por exemplo, enviarem sugestões, pedirem alguma pauta ou, em alguma conversa informal, citar informações veiculadas nesses veículos.

Em Assessoria de Imprensa, a Race também tem obtido grandes resultados junto a seus clientes em Goiás. Este ano, o Teuto foi notícia em duas edições da Folha de S. Paulo, resultado da prospecção realizada pela Race. Foi também destaque, no último mês, no principal jornal do estado, o O Popular, em uma matéria de página inteira, numa edição de domingo. A estratégia, nesses dois casos, foi apresentar não apenas conteúdos ligados diretamente à organização, mas contextualizar a informação, com dados de mercado, por exemplo.

Além da visibilidade e credibilidade que confere à organização, esse trabalho cria um canal, um relacionamento sólido entre Race/cliente/imprensa/Race . Isso faz com que as redações se sintam ainda mais à vontade para entrar em contato com a assessoria de imprensa, na certeza de que será atendida com informações relevantes, e dá segurança aos clientes em informar conteúdos de grande interesse público. E quem ganha SEMPRE é o PÚBLICO.

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Como a comunicação interna pode ser estratégica?

Por Carlos Massarico

Engajamento é a palavra do momento dentro das empresas que olham para o futuro. Contar com equipes e funcionários de fato motivados e empenhados naquilo que fazem e produzem comprovadamente traz crescimento e excelentes resultados para os negócios. E dentro deste processo de renovação e inovação, ter bons fluxos de informação sobre o que acontece dentro de uma empresa é fundamental: isso é a comunicação interna em sua essência.

Em síntese, uma comunicação interna estratégica é aquela capaz de integrar cada colaborador aos processos, objetivos e metas traçados pela empresa na qual trabalham, por meio de fluxos de informação mais transparentes e acessíveis. Quando estes funcionários realmente sabem os rumos da companhia para a qual dedicam os seus esforços e acreditam em suas missões, valores e visões, este engajamento se torna mais natural e orgânico.

O grande desafio de hoje é entender como realizar esta integração. Se nas gerações passadas a estabilidade e a recompensa financeira eram os elementos centrais para motivar profissionais e equipes, hoje é possível notar que isso já mudou – e muito. As virtudes de um bom emprego, capaz de suprir as expectativas de gerações mais hiperativas, agora incluem novos aspectos, como tornar evidente que o trabalho e a atividade de cada profissional é capaz de ser relevante e gerar valor para os negócios.

Isso gera uma resposta muito clara: para agregar valor ao trabalho de cada colaborador dentro de uma companhia, é preciso integrá-lo – e para integrá-lo, é necessário unir departamentos e áreas em prol de objetivos mais amplos. Essa é a importância da boa comunicação interna, que reconhece o empenho de cada setor da empresa como parte de um organismo vivo e que atua em conjunto, e não separado de todo o contexto.

Nem sempre este processo de alinhamento entre as áreas é fácil, para que todos remem para a mesma direção e encontrem a satisfação pessoal que irá gerar o engajamento. O que é certo é que esta reconstrução é uma exigência nas empresas que almejam prosperar neste mercado cada vez mais dinâmico e concorrido.

Entre em contato conosco para saber como podemos ajudar seu negócio. A Race Comunicação tem expertise no gerenciamento de processos como este, treinando equipes e implementando mudanças em prol da comunicação interna de pequenas, médias e grandes empresas.

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A importância da comunicação não-verbal

Por Bruno Uehara

Saber como comportar-se em entrevistas com jornalistas é essencial para o porta-voz que representa uma organização ou empresa. Mais do que discursar de forma clara, é extremamente importante prestar atenção a pequenos gestos que podem transparecer desconforto ou falta de segurança, por exemplo. Além da oratória, a comunicação não-verbal é crucial e deve ser considerada quando o objetivo é alcançar resultados positivos na mídia.

 

Segundo teoria do psicólogo americano Albert Mehrabian, de 1967, a comunicação não-verbal representa 93% da efetividade do discurso –  baseada no conceito “7-38-55”, sendo 7% verbal, 38% do tom de voz e 55% visual ou facial. Apesar da discordância de especialistas modernos sobre o conceito, o fato é que a comunicação não se baseia exclusivamente na fala.

 

Um dos maiores desafios para o porta-voz é transmitir naturalidade nos trejeitos e na fala, sem parecer um texto ensaiado com as mensagens importantes – também conhecidas como key messages. Em entrevistas realizadas pessoalmente com jornalistas, a linguagem corporal está diretamente ligada ao discurso, por isso postura e gesticulação devem ser alinhadas para evitar frustrações.

 

Para que o porta-voz esteja preparado em qualquer situação – seja com entrevistas para revistas, jornais, rádio ou TV –, é importante que o profissional passe pelo media training, que simula situações reais diante de crises e abordagens de jornalistas. O serviço, oferecido por agências de comunicação, aponta eventuais melhorias com dicas e orientações detalhadas por especialistas, incluindo profissionais da mídia e fonoaudiólogos.

 

Gostaria de solicitar um orçamento? Clique aqui e veja mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela Race Comunicação.

 

 

 

 

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Primeiros passos em gerenciamento da comunicação interna

Por Ana Carolina

A comunicação interna é fundamental para o bom desenvolvimento de uma organização. Há vários aspectos importantes que devem ser geridos com cuidado para assegurar que a mesma cumpra de fato seu papel, sendo o principal deles, o diálogo entre liderança e liderados.

Primeiramente, é preciso estabelecer a importância dos gestores no processo de endocomunicação. Eles são os responsáveis por implementar uma gestão cada vez mais próxima e humanizada, que favoreça a participação e a troca de ideias.

A qualidade da comunicação interna também depende muito da abrangência dos canais utilizados, ou seja, é fundamental entender quais ferramentas são mais eficientes de acordo com o funcionamento da organização. Assim, é importante avaliar e aperfeiçoar os meios atuais, atento ao bem-estar do público e, se possível. apostando em soluções modernas e práticas.

Outro ponto a ser analisado é a adequação da linguagem para cada público específico, garantindo que a mensagem seja compreendida claramente e respeitando o sigilo de algumas informações. O conteúdo também precisa ser útil e de fácil absorção. Além disso, a frequência, o formato e o objetivo de cada divulgação devem ser observados, evitando a divulgação de conteúdos desnecessários.

A endocomunicação funciona também como um complemento às atividades de endomarketing, treinamento e desenvolvimento profissional. Por meio dos canais corporativos de comunicação é possível garantir que todos os colaboradores conheçam as oportunidades dentro da organização o que contribui positivamente no clima organizacional, incentivando a criatividade e o aprendizado.

Sendo assim, é fácil perceber a importância de uma comunicação interna dinâmica e bem planejada com o objetivo de eliminar barreiras, conectar colaboradores e garantir o desenvolvimento da organização.

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Marketing Digital: a importância das cores

Por Rodolfo Zanchim

Você já pensou em quantos fatores são necessários para posicionar uma marca em um ambiente digital? Muitos, como o conteúdo, a linguagem, o formato – texto, vídeo, áudio –, entre outros. E junto a isso, há mais uma coisa que precisa ser levada em consideração: as cores!

Caso você esteja “correndo” a sua timeline no Facebook, por exemplo, e passa por uma imagem de uma família sentada na mesa de jantar com muitos elementos vermelhos, você instintivamente deve se lembrar da Coca-Cola. Preste atenção na próxima vez! Praticamente todas as marcas seguem um padrão de cores, como o Itaú e a cor laranja, o Starbucks e o verde, o Facebook e a Nasa e o azul, etc.

 

Psicologia das Cores x Marketing Digital

Há estudos que demonstram de que forma as cores são interpretadas pelo cérebro humano e qual a sensação que cada uma proporciona, esta é a Psicologia das Cores, como o branco e a sensação de tranquilidade e higiene, o preto que representa força e o vermelho que além da paixão, pode ser relacionado à fome.

Em estudo realizado pela Quick Sprout, 85% dos compradores afirmam que a cor é o principal motivo para comprar um determinado produto. Além disso, a cor aumenta o reconhecimento da marca em até 80% – fato que está estritamente ligado à confiança do consumidor.

Confira abaixo a relação de cores e suas percepções, e algumas marcas que as utilizam:

Caso precise de ajuda para identificar quais as melhores cores para a sua marca, a nossa equipe de Marketing Digital está pronta para te ajudar. Entre em contato conosco.

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Boa comunicação pode garantir o sucesso do e-commerce

Por Evelyn Spada

Vivemos em uma era de aceleradas mudanças. A tecnologia, a todo instante, apresenta novas formas e opções para realizar as mais distintas tarefas, de maneira mais produtiva e cômoda. Uma loja virtual de sucesso não surge do dia pra noite, é necessário acompanhar as transformações e corresponder à expectativa de seu usuário.

Não é só de preço competitivo que vive uma loja. É necessário ter uma plataforma otimizada, produtos com claras descrições e fácil navegabilidade. Garantir que o visitante da loja realize tarefas com menor esforço gera uma experiência agradável, a interação produtiva entre o usuário e o sistema pode conquistar o usuário já na primeira visita, ou seja, é preciso investir na usabilidade.

Produtos e informações já surgem antiquados, com data e hora marcada para desaparecer. Ampliar as opções de pagamento, apostar no frete grátis, garantir produtos no estoque e não atrasar entregas são maneiras de agradar o cliente.

É muito importante que a empresa tenha conhecimento do mercado que vai atuar, dos concorrentes e principalmente do público que quer atingir. Um benchmark bem feito é capaz de auxiliar no sucesso e prevenir prejuízos no futuro.

Para conquistar o sucesso da loja virtual é necessário observar todos os números que as ferramentas podem oferecer. A taxa de conversão, por exemplo, é a métrica utilizada para gerenciar o desenvolvimento das campanhas. Em linhas gerais, é a relação entre o número de visitantes no site dividido pelo número de compras realizadas no mesmo período, e por fim, multiplica-lo por 100 para ter a taxa em percentual. A taxa de conversão pode dizer muito sobre a performance da loja. É possível identificar qual campanha gerou mais vendas em relação ao tráfego gerado.

Boa comunicação

Para garantir uma boa comunicação é necessário conhecer o usuário da loja virtual. Após análise do público, adequar o nível de linguagem é requisito básico. O leitor deve compreender de maneira fácil e imediata as informações registradas na loja. Semelhante à escolha da linguagem, está a formalização dos elementos visuais, que também devem estar de acordo com o usuário que frequenta.

Principais pontos de atenção

Com o crescimento do comércio eletrônico brasileiro e o aumento da concorrência, investir em marketing digital se tornou essencial.  Para conquistar o sucesso, a loja deve se atentar em alguns pontos.

Para se comunicar com o usuário, a loja deve utilizar diferentes meios. O e-mail marketing segmentado para sua base de contatos é uma excelente opção para atingir o cliente. Outras atitudes a serem tomadas é a otimização da plataforma para dispositivos móveis, utilização do remarketing para visitantes que abandonarem o carrinho, investir em links patrocinados e anúncios, estar presente nas redes sociais e investir em parcerias com blogueiros.

Escolhendo a comunicação certa para diferentes plataformas, cria-se a oportunidade de atrair pessoas para o site e aumentar as chances de vendas. Ter atenção nos números da página é de suma importância. Taxa de Conversão e o número de page views podem ser grandes influenciadores para os futuros planejamentos.

Estratégia de SEO

A estratégia de SEO (Search Engine Optimization), ou “otimização para motores de busca”, é o conjunto de práticas capaz de conquistar um melhor posicionamento da loja virtual nos resultados orgânicos. As técnicas de SEO podem gerar aumento nas visitas, conversões da loja virtual e melhorar o posicionamento na busca orgânica.

Algumas atitudes para trabalhar SEO é estruturar um site organizado e claro. Escrever títulos dos produtos corretamente, criar boas descrições, evitar sites em flash e utilizar palavras-chaves podem auxiliar no sucesso desta estratégia.

Outro ponto importante é a criação de conteúdo exclusivo. O Google leva em consideração diversos critérios para classificar os resultados em uma busca, como por exemplo, o tempo que o visitante fica online na página online, por isso a loja deve ser funcional. A prática de SEO faz com que seja possível diminuir o investimento em marketing e, assim, a empresa garante acréscimo no faturamento.

Links patrocinado

Investir em Link Patrocinado, ou SEM (Search Ending Marketing), é o método de publicidade online mais utilizado nos últimos tempos. A pesquisa paga consegue gerar tráfego imediato para loja virtual. As ações dos anúncios na internet podem interferir na decisão de uma compra, o que faz aumentar a expectativa de uma visita, se concretizar em uma venda.

O Google disponibiliza gratuitamente o Google Adwords, um planejador de palavras-chave. Nesta ferramenta é possível procurar palavras-chave e grupos de anúncios, observar a possível performance de uma lista de palavras-chave e criar uma nova lista de palavras-chave. O Google AdWords também pode ajudar a loja virtual na escolha de lances e orçamentos competitivos para utilizar nas campanhas.

O marketing na internet tem por finalidade promover visibilidade. A campanha é indexada a um conjunto de palavras-chave previamente selecionadas. Quando um usuário busca por uma dessas palavras, o link do anúncio é publicado nas páginas de resultados (SERPs), como uma das primeiras opções da pesquisa.

Ferramentas do Google

O Google oferece diversas plataformas online para intensificar as ações de marketing digital, as ferramentas permitem que o dono de um e-commerce acompanhe por meio de métricas o comportamento dos consumidores e suas conversões de vendas. Com isso, a marca consegue testar uma campanha e, se conquistar o resultado almejado, investir mais tempo e dinheiro em outros meios, ou do contrário, descartá-lo.

Por meio de gráficos, o Google Trends apresenta o volume de pesquisas de palavras-chave por país e região. Além disso, permite comparar diversos termos em um único gráfico. Para um e-commerce, esta ferramenta pode ser muito útil em duas situações: pesquisando tendências de produtos/serviços e analisar o termo mais utilizado pelos usuários para localizar um produto específico no Google.

Outra função do Google é o Google Suggest. Essa ação está disponível no campo de busca do Google. Não é possível “comprar” no Google Suggest, o sistema funciona 100% baseado em históricos de buscas. Em quanto o usuário digita a palavra no campo de busca, automaticamente, aparecem sugestões para completá-la. Ou seja, o Google sempre indica os termos mais buscados e as combinações de palavras mais utilizadas. Localidade, linguagem, popularidade e assuntos recentes influenciam nas sugestões. O Google Suggest também atua nos casos de URL, indicando os endereços usados recentemente, e em casos de palavras digitadas com erro ortográfico.

Já o Google Keyword Planner, antigo Google Keyword Tool, exibe o número de buscas por palavras relevantes e o valor aproximado do custo por clique (CPC). Caso a marca não seja anunciante do Google Adwords, esta ferramenta auxilia na busca das palavras mais valiosas para o e-commerce em termos de volume de buscas e valor de clique. É uma excelente ferramenta para testar se os internautas estão buscando por algum produto que está planejando inserir no portfólio da loja.

O Google Analytics é uma ferramenta gratuita de monitoramento de tráfego e pode ser instalado em qualquer site, blog ou loja virtual. Para a loja virtual, essa ferramenta é essencial. Com base nas informações que ele oferece é possível analisar o comportamento dos visitantes da loja, como por exemplo, localidade, tipo de navegador utilizado, palavra-chave que o trouxe até a loja e tempo de permanência. Entre os diversos recursos, o Google Analytics também mostra taxa de rejeição e categorias mais visitadas. As informações auxiliam no entendimento da interação dos usuários com a loja. Para o comércio eletrônico, a ferramenta é utilizada como um medidor de resultados. Por meio das informações que oferece é possível analisar o comportamento de vendas de cada produto na loja virtual.

Blogs e redes sociais

Por falta de contato físico, a lojas online deve investir em diversos meios para garantir a comunicação com o cliente final. Os blogs e as redes sociais são excelentes canais para intensificar as ações de marketing digital e gerar tráfego orgânico.

É possível trabalhar com blogs de duas maneiras. A primeira é firmar parceria com um blog que seja relacionado ao mercado em que a loja virtual atua e inserir um banner da loja. A segunda opção é a criação de um blog da marca que ofereça conteúdo de relevância para o público, como por exemplo, dicas de uso dos produtos, deixando de lado a impressão de catálogo virtual. O blog deve ter uma periodicidade para ser alimentado e é capaz de trabalhar SEO com forte potencial para geração de tráfego orgânico.

Com o conceito web 2.0, o uso das redes sociais permite que a loja converse diretamente com os clientes e que os usuários manifestem e compartilhem opiniões sobre a empresa. É preciso planejar e oferecer conteúdo relevante e de qualidade para que a loja virtual caia no gosto dos internautas. Em alguns casos é preciso avaliar qual rede social gera mais interação entre a loja e o público. Além disso, muitos usuários gostam de compartilhar informações através de seus perfis nas redes sociais. É importante que a loja virtual disponibilize ferramentas de fácil acesso para o direcionamento dessas informações.

Saiba como a Race Comunicação pode te ajudar. Acesse: Gerenciamento de Redes Sociais e Produção de conteúdo

 

 

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