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Jornalismo colaborativo: a nova face da internet

Por Rodolfo Zanchin

A ascensão da internet trouxe muitas mudanças para o jornalismo. Foi-se o tempo em que produzir conteúdo era tarefa de um pequeno nicho de pessoas, aquelas que recebiam e preocupavam-se em transmitir informações. A dinâmica mudou. Hoje o fluxo de notícias é plural e horizontal, ou seja, feito por muitas pessoas, de várias classes sociais e nichos específicos. Sem entrar em juízo de valores, atente-se que isso já é um fato e acontece todo tempo.

Eis que surge então, o jornalismo colaborativo, também conhecido como jornalismo cidadão, que consiste na ideia: “de todos para todos” e ganhou força com as ferramentas que a internet trouxe, como blogs, podcasts, vídeos ao vivo, etc.

Esse modo de fazer jornalismo se iniciou com mídias alternativas, como os Ninjas durante os protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo (2013), e se disseminou até chegar aos veículos tradicionais. Confira o exemplo abaixo, publicado no portal Estadão:

 

Fonte: Estadão

Confira a matéria, clicando aqui.

Com isso, pessoas comuns (cidadãos) deixam de ser apenas receptores de notícias e passam a ser fontes de pesquisa, produtores de reportagem, analistas e replicadores de informações. A nova era aponta para uma comunicação mais humanizada, com pessoas que vivem aquilo que está sendo reportado dividindo espaço com especialistas etc. Vale aguardar os próximos capítulos. Ainda estamos engatinhando no modo de fazer jornalismo aliado a todas as novas tecnologias.

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Entenda sobre o mercado regional de assessoria de imprensa

Por Mariana Morena

Para que o trabalho de assessoria de imprensa se destaque no mercado, seja de uma marca institucional ou profissional, é necessário desenvolver um trabalho customizado e propor ações personalizadas. Cada empresa possui uma realidade e consequentemente, necessidades diferentes. Para um trabalho efetivo, é preciso conhecer o cliente, seus públicos e compreender o mercado que está inserido. E é exatamente dessa forma que a Race Comunicação trabalha.

Já sabemos que em São Paulo e Rio de Janeiro tudo acontece. Com diversos produtos e serviços, a variedade oferecida explica o controle exercido por esses dois centros urbanos.

Porém, nota-se a diferença de como o trabalho de assessoria de imprensa é realizada em diferentes estados. Mas o que motiva as empresas a procurarem uma agência regional?

Em Goiás, as empresas acham a Race de duas formas: pelos investimentos em SEO ou por indicação e necessidade de ter um contato mais direto na empresa, além da proximidade física.

Lívia Caixeta, diretora da Race Goiás diz que o mercado Goiano é bem bairrista “A linha de frente das empresas é familiar, porém, agora estão migrando para a profissionalização dos departamentos. Quando se fala em Comunicação Corporativa, Produção de Conteúdo, as empresas preferem contratar agências regionais, principalmente para ter-se uma imersão na empresa e obter um trabalho regionalizado. Além disso, a Race tem uma vantagem de contar com o suporte do escritório de São Paulo e poder também trabalhar com a mídia nacional”, completa Lívia.

Em Salvador, por exemplo, existe uma grande demanda por agências que possam atender em outros estados da região nordeste. Salvador é uma “porta de entrada” para outros estados, como Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Fernanda Deiró, assessora de imprensa na Bahia, nos explica: “Aqui na região, temos mercados muito fortes do interior e clientes que tem uma capilaridade maior de negócios que chegam a essas regiões, como empreiteiras, redes de fast food e redes de lojas de varejo. Nesses interiores, a comunicação também funciona de uma outra forma. São lugares onde quase não há mídia impressa e que até muito pouco tempo atrás recebia notícias pelo carro de som da cidade. É um desafio conseguir levar os conceitos dos nossos clientes nessas praças.”

Sabemos que escolher uma agência de comunicação que tenha todas as características necessárias para atender a sua empresa é um grande desafio, mas não impossível. Conheça a agência, visite o local e peça referências. Conheça os nossos serviços em: www.racecomunicacao.com.br

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O que é planejamento estratégico?

Por Maira Manesco

 

Podemos afirmar que planejamento estratégico é a ação de desenvolver um plano de maneira pensada, ou seja, analisando o cenário e encontrando as melhores soluções para alcançar o objetivo final.

O primeiro passo para formular o planejamento estratégico é determinar as metas e como será possível atingi-las. Com isso uma vez definido, é necessário então elaborar um documento bem didático que descreva a análise do cenário, os pontos positivos e os elementos que exijam mais atenção.

É também fundamental detalhar as ações a serem realizadas. Trata-se de um grupo de ideias que, quando implementadas, auxiliarão os profissionais comprometidos a obter os melhores resultados.

Revisar o planejamento estratégico também é essencial para que não haja grandes variações entre o que foi pensado inicialmente e o que será executado.

Como bem abordado no site do Sebrae, planejar estrategicamente significa compatibilizar as oportunidades oferecidas pelo ambiente externo às condições internas, favoráveis ou não, da empresa, de modo a satisfazer seus objetivos futuros.

O grande desafio do planejamento estratégico é garantir sua efetividade prática. Até que ponto os objetivos traçados são possíveis de serem alcançados? Elaborar estratégias que vão além da realidade pode ser frustrante para a equipe envolvida nos projetos.

 

* Maira Manesco é Assessora de Imprensa na Race Comunicação.

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4 ferramentas de comunicação corporativa

Por João Pedro Andrade

Sendo sua empresa uma startup ou uma mega corporação de 5 mil funcionários, existem ferramentas que são indispensáveis para que você aumente a eficiência e produtividade da sua empresa, aprimore o gerenciamento das suas atividades e estabeleça uma comunicação efetiva com seus colaboradores, clientes e prospectos – e, assim, tenha mais tempo para se dedicar à outras coisas importantes, como fazer seu negócio crescer, por exemplo.

  1. E-mail / Newsletter

Pode parecer óbvio, mas não é a toa que o e-mail é uma das ferramentas de comunicação corporativa mais utilizadas há mais de uma década. Em poucas palavras e um clique, é possível repassar informações para um grande número de pessoas de maneira simples e com custo zero.

Através do e-mail, é possível também enviar novidades para aqueles que assinaram sua newsletter, que poderá contar com assuntos diversos que interessem os stakeholders. O envio em massa é feito através de programas de e-mail marketing, que podem enviar mensagens instantâneas para milhares de endereços.

  1. Intranet

A internet interna é um modo eficiente e ágil de interligar informações entre diferentes setores de uma empresa e armazenar arquivos de modo econômico. É o portal onde todos os colaboradores poderão ter acesso a documentos, contratos e outras informações importantes.

Além de economizar muito em papel e espaço físico, evita a perda de informações dentro da dezena (ou centenas) de e-mails recebidos diariamente, além de aprimorar a comunicação entre departamentos e funcionários.

  1. Vlog

Conteúdo é determinante para o engajamento de funcionários. E para isso, o audiovisual pode ser um poderoso aliado. Treinamentos, tutoriais e mensagens da diretoria através da intranet podem resultar no aumento de interesse do colaborador pelos assuntos relacionados à empresa, além de serem um bom modo de espalhar ideias e experiências.

  1. Fóruns

Os fóruns, apesar de parecerem algo antiquado, podem ser um local onde seus funcionários, especialmente os novos, se sintam seguros para buscar mais informações junto aos veteranos e gerentes. É também um local para se discutir projetos e novas ideias e criar o sentimento de unidade dentro de um time.

É um local seguro onde todo e qualquer funcionário poderá ter voz para questionar e espalhar conhecimento aos colegas. Aos poucos, o fórum poderá servir como um grande arquivo de FAQ.

 

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Criação de identidade visual: garantia de credibilidade para a organização

Por Filipe Andrade

Que toda organização precisa de uma comunicação estruturada para transmitir sua mensagem a seus públicos de interesse isto é fato. É fato também que essa comunicação precisa ser padronizada, mesmo estando disponível em diferentes formatos e plataformas. Ou seja, considerando as variações de linguagem, que dependem do espaço utilizado para informar, a mensagem precisa ser inalterável – alinhada com os objetivos da organização.

Para manter essa estrutura de comunicação em sintonia com a instituição, cria-se uma identidade visual. Uma forma de identificar a organização. Um recurso visual, que permite ao público relacionar, num primeiro momento, mensagem e instituição. É, portanto, a marca da organização, aquilo que primeiramente vai dizer quem é o emissor de determinada mensagem.

Por isso, é tão importante para o sucesso de uma estratégia de comunicação. Até porque não existe uma boa estratégia de comunicação sem pensar na identidade visual – logomarca, template do site, diagramação das house organs, imagens a serem inseridas nas páginas de redes sociais na internet, layout de press releases, etc.

Como primeira impressão de um produto informativo, a identidade visual vai determinar em que medida a comunicação será eficiente.

A criação dessa identidade visual fica por conta de um designer e o serviço é oferecido por grandes agências de comunicação. Para a formatação desse serviço, leva-se em conta a história, a estratégia e a visão da organização. Essa identidade também não pode ser estática, fechada, mas adaptável às diferentes plataformas (assim como a mensagem). A manutenção desse padrão, mesmo diante dessas ‘variações’, é determinada pelos manuais de utilização de marca, que são elaborados como forma de garantir que a identidade visual seja respeitada, de acordo, por exemplo, com a aplicação de cor, fundo, tamanho, etc.

Como resultado, tem-se uma estrutura comunicacional sólida, dinâmica e que demonstra o cuidado da organização com sua imagem e, consequentemente, gera credibilidade junto a seus públicos.

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O uso de vídeo no e-learning

Por Evelyn Spada

 

Aqui na Race sempre buscamos novos caminhos e maneiras de fazer bom uso dos vídeos na internet. Pensando nisso, falarei hoje sobre o e-learning, ou ensino eletrônico, que se refere a um formato totalmente online e acessível. Esse modelo capta rapidamente a atenção do público e auxilia a manter o foco dos envolvidos.

 

O e-learning pode ser utilizado em diversos casos, como em cursos, curtas-metragens, dicas de produtos e “faça você mesmo”, por exemplo. O vídeo facilita demonstrações e também o compartilhamento de informações aos participantes.

 

Segundo um estudo feito pela CISCO, os conteúdos em vídeos correspondem a 69% de todo tráfego registrado na internet. Este é um número muito significativo, quando ponderamos que em 2012 era de 57%. Ou seja, é hora de se adaptar.

 

A ideia é que os vídeos sejam curtos e diretos – estou falando de menos de cinco minutos, ok? Um desafio e tanto, não? Se você não consegue encurtar os vídeos, seja em função do conteúdo a ser veiculado ou de seu propósito com a produção, então a solução é a de torná-los mais interativos. Como fazer perguntas no meio do vídeo, uma boa ferramenta para desencadear debates.

 

Os vídeos podem ser muito úteis para apresentações do que “fazer” e do que “não fazer”. Ou seja, é uma excelente ferramenta de comunicação para ilustrar certas situações. Outro ponto diferencial de um vídeo neste modelo é utilizar os diversos ângulos de câmera – como os programas de TV praticam, já repararam? E porque não explorar esse estilo? Esse formato é ótimo para quebrar falas longas, por exemplo.

 

Por fim, mas não menos importante, tenha em mãos diferentes formatos para disponibilizar os seus vídeos. Produzir vídeos é algo que precisa ser pensado, planejado e desenvolvido. O ideal é que seja feito por uma empresa especializada na produção de vídeo profissional e com antecedência para se obter a qualidade desejada. Alguma dúvida? Fale conosco:

contato@agenciarace.com.br

+55 (11) 2894-5607 / 2548-0720

 

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Cinco projetos customizados de comunicação

 

Por Bruno Uehara

Estratégias de comunicação demandam análise criteriosa e alinhada às necessidades de cada empresa. Por isso, é importante avaliar quais são as melhores formas de se impactar o público de interesse, seja ele interno ou externo. As agências de comunicação podem direcionar e gerenciar o tipo de divulgação mais adequado para cada caso. Veja abaixo cinco projetos customizados de comunicação:

 

  • Press kit

O press kit é uma forma diferenciada para impactar jornalistas e influenciadores digitais com brindes customizados, incluindo amostras de produtos e folders informativos. O material pode reforçar uma ação de lançamento e facilita o relacionamento com profissionais da área de interesse. Esta ação deve contar com análise criteriosa de mailing, sendo uma oportunidade de divulgação nas redes sociais, como Instagram, YouTube e Snapchat.

 

  • Media training

O media training é uma forma de preparar um porta-voz para entrevistas com a imprensa, especialmente em rádio e TV, que costumam gerar mais nervosismos. O treinamento simula uma situação real e avalia questões como comportamento e postura. O projeto pode incluir profissionais de apoio como fonoaudiólogos e analisa pontos que devem ser aprimorados.

 

  • Coletiva de imprensa

Realizadas em anúncios de grande interesse, as coletivas de imprensa são voltadas a jornalistas de todas as mídias, desde veículos online até TV. Podem ser convocadas para comunicados em caráter de urgência ou que necessitam de múltiplos porta-vozes. Devido à quantidade limitada de profissionais nas redações – e conseqüente dificuldade para convidá-los a eventos externos –, essa tem se tornado uma opção cada vez mais restrita, pois demanda investimento em equipamentos, locação de espaço, serviço de buffet etc.

 

  • Newsletter

O newsletter é uma ferramenta eficiente que oferece as principais notícias de uma empresa a seus funcionários e públicos de interesse. O boletim informativo é enviado por e-mail e seu layout e periodicidade podem ser adaptados às necessidades do cliente. Pode oferecer novidades do departamento de recursos humanos, reportagens na mídia, além de curiosidades e convites para eventos especiais.

 

  • TV Corporativa

Utilizada por muitas empresas, geralmente de grande porte, a TV corporativa oferece notícias de forma dinâmica e atraente. Funciona como um painel informativo que pode ser instalado em regiões de grande fluxo de pessoas, como recepção e elevadores. Assim como a newsletter, é um canal que pode destacar informações de interesse dos colaboradores, podendo incluir também notícias em geral e previsão do tempo.

 

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Pulverização dos Públicos

Por Ana Carolina Lima

A comunicação institucional é uma parte fundamental para a sobrevivência das organizações tanto no mercado quanto internamente. Poder contar com uma agência de comunicação que saiba trabalhar um conteúdo e direcioná-lo corretamente aos mais diversos segmentos, é parte essencial para o sucesso.

Como complemento ao lado de difusor de informações sobre a organização, pode ser destacado o conceito abordado por Kunsch (2003) que trata a comunicação institucional como a responsável pela construção da imagem e identidade corporativa positiva de uma instituição, de modo que sua personalidade seja vista com crédito perante a opinião de seus públicos. Esta comunicação tem o objetivo de estabelecer uma compreensão do significado da organização.

Um exemplo interessante dessa segmentação de conteúdo aconteceu com um dos nossos clientes na campanha ‘Outubro Rosa’. A empresa que tem um público interno feminino maior que o masculino abraçou a causa e promoveu uma campanha de conscientização interna e externa.

Os posts nas redes sociais com informações sobre a doença e o diagnóstico precoce teve como principal foco levar mais conhecimento aos mais de 400 mil seguidores da organização na internet.

Internamente, os colaboradores também abraçaram a causa e vestidos de rosa posaram para fotos, reforçando em cada um dos setores da indústria a importância do auto-exame e do diagnóstico precoce.

Resultados para empresa, externamente, mais seguidores e uma atenção do público que percebe que a organização também está atenta ao bem-estar e não somente a negociações. Internamente, mais engajamento, fruto do sentimento de valorização dos colaboradores que foram destaque nas redes sociais.

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Funcionários: os primeiros porta-vozes de uma empresa

Por Lívia Caixeta

Ter funcionários engajados e comprometidos com os projetos da empresa é o desejo de muitos – se não todos – os gestores e/ou líderes de pequenas, médias ou grandes empresas; e a comunicação interna é um caminho eficiente para alcançar esta meta. Informar sobre os rumos, metas e novidades é tão ou mais importante que manter um contato efetivo com stakeholders externos de um negócio.

Diversos são os meios que podem ser utilizados para levar uma informação ao funcionário. Na era da geração de conteúdo, mais importante que deter a notícia é saber como levar a mensagem adiante, e mais, como engajar o receptor. Assim, a comunicação interna deve preocupar-se em transmitir mensagens claras, objetivas e pelas mídias corretas de acordo com o perfil dos colaboradores da companhia.

Isso provoca uma otimização do fluxo de comunicação entre empresa e colaborador, que por sua vez será um multiplicador do posicionamento e reputação organizacionais. O resultado de um trabalho bem feito de comunicação interna pode ser percebido em um ambiente de trabalho mais estável e com maior capacidade de autogestão além de aumento da produtividade e eficácia da companhia.

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Como criar um newsletter de qualidade

Por Carlos Massarico

Que o e-mail é nossa nova caixa de correios, isso já é um fato. Hoje mais da metade da população brasileira acessa a internet em suas casas – e quando levamos esta discussão para o campo dos celulares, há mais linhas móveis que pessoas no Brasil. Esta realidade virtual transforma a newsletter em uma ferramenta de comunicação muito poderosa e que, caso seja bem sucedida, pode ser a solução ideal para os negócios.

Para começo de conversa, um newsletter é um boletim informativo, direcionado a um público mais específico: podem ser clientes, associados de uma entidade ou até mesmo interessados em determinado tema que seja o foco de atuação de uma empresa. Este é um documento que pode ter os mais variados formatos, objetivos e temas. Hoje o mais comum é que sejam elaboradas listas de contatos e que o envio do material seja feito por e-mail. É uma opção prática e efetiva, se bem usada.

Acontece que quando se fala sobre o envio de qualquer conteúdo por e-mail, é preciso ter um grande cuidado com a qualidade. Newsletters mal feitos ou direcionados para as pessoas erradas geralmente são tratados como “lixo eletrônico” por quem os recebe. Na maioria das vezes eles acabam descartados quase que automaticamente, o que vai contra o principal objetivo deste trabalho: informar assinantes qualificados sobre um assunto a respeito de novidades, notícias e ações que os interessem.

Atenção com os textos
O primeiro passo para elaborar um newsletter de qualidade é ter atenção especial nos textos que serão compartilhados. Por mais bonitos que sejam estes materiais, o carro-chefe ainda é o conteúdo a ser transmitido. Informações mais interessantes e que sejam relevantes aos leitores sempre devem ser priorizadas e quanto mais os assuntos estejam relacionados às áreas de negócio ou ação de quem publica, mais os leitores tendem a se tornarem receptivos a este formato de comunicação.

As imagens devem ser boas
Outro problema de comunicação relativamente comum neste processo, e que pode ser crucial para o insucesso de um projeto de newsletter, são as imagens. É preciso contar com fotografias ou ilustrações de qualidade e que casem bem com os textos. Ter acesso a um banco de imagens é uma boa alternativa a um custo relativamente baixo. Recorrer frequentemente ao uso de imagens com baixa resolução, tremidas ou com problemas de iluminação pode passar a impressão de que esta empresa, pessoa ou negócio é amadora. Vale a pena um grande cuidado com esta imagem.

Direcionar bem a mensagem
Ainda que estejam prontos e estejam impecáveis do ponto de vista técnico, newsletters podem encontrar um grande obstáculo: para quem ele deve ser enviado? Faz parte do processo de qualidade de um newsletter construir uma “carteira de contatos”, com base em um público qualificado. Para garimpar estes e-mails e atrair assinantes que tenham tudo a ver com suas mensagens, é possível seguir dois caminhos: inserir formulários em páginas da web com conteúdo direcionado para este público e coletar e-mails durante eventos que atraiam interessados em temas de sua área de atuação.

Newsletter não é panfleto
Justamente por ter como princípio maior o caráter de informar, estes boletins não podem ser confundidos com uma mala direta. Newsletters que pensam apenas em vender por vender podem ser comparados a folhetos de promoção – podem ser muito interessantes para uma pequena parcela de quem os lê, mas geralmente são descartados pela maioria. Além de incomodar e gerar um efeito negativo, ele pode ser um investimento perdido e que não irá gerar os resultados esperados.

Portanto, ainda que seja importante trabalhar em um design criativo e que converse bem com o público ao qual é direcionado, um newsletter deve ter como seu protagonista a informação relevante. As imagens têm o papel essencial de cativar os leitores e evitar que este boletim seja visto como um “spam”. Se esse boletim alcançar seu destinatário final, sua garantia de sucesso é muito maior.

Se você ou sua empresa está em  busca de estruturar uma newsletter, entre em contato com nossa equipe e saiba como podemos ajudá-lo.

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