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As lições das empresas de sucesso: A comunicação é estratégica

Por Ludmilla Gutierrez

A comunicação é diretamente impactada pelo surgimento de novas tecnologias, novos modelos de negócios e mudanças de comportamento dos consumidores. As empresas de comunicação estão promovendo mudanças no conteúdo, formato e linha editorial de produtos até então consagrados, tudo para não perder audiência. Por sua vez, as agências de comunicação precisam estar sempre atentas para antecipar as tendências e preparar seus clientes para integrar a estratégia de comunicação com as demandas do mercado.

 

Em muitos casos, o objetivo de imagem de uma empresa não corresponde à realidade de suas práticas. Nestas situações, a consultoria de comunicação deve ser acionada para propor ações, projetos, novos processos internos ou até eventos – tudo em função da avaliação de perfil do cliente – para atingir o público-alvo e promover maior identificação entre marca, colaborador e cliente. Ou seja, uma estratégia de comunicação assertiva atua como o motor de uma transformação para adequar a marca à nova realidade e demanda do mercado.

 

Muitas empresas que surgiram nos últimos anos, já nasceram com um mindset disruptivo, inovador, em sintonia com um novo cenário de consumo e comunicação instável e em constante mudança. Em grande parte são startups, empresas com estruturas mais enxutas, menos hierárquicas e voltadas para resultados no curto prazo e, por isso, conseguem atuar de forma ousada e criativa. Para elucidar, podemos comparar seu comportamento com o de um adolescente, que se recusa a seguir algumas regras e é contestador porque está descobrindo sua personalidade e para isso precisa testar novos caminhos.

 

O resultado dessa atitude que contesta e questiona antigos padrões nos dá um exemplo positivo e vencedor para a gestão da comunicação, porque humaniza a marca e a aproxima do público, de seus consumidores, parceiros e colaboradores. Atualmente, mesmo companhias grandes e consolidadas no mercado estão em busca dessa comunicação pautada pela inovação, criatividade, disrupção, busca de valores aspiracionais e incentivo ao desejo e orgulho de pertencer, seja para imprensa, redes sociais ou branded content.

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O que é a “Pós-Verdade”?

Por João Pedro Andrade

Todos os anos, a Oxford Dictionaries elege a “Palavra do Ano”, um termo de importância internacional que possa refletir de forma sucinta um determinado período de 12 meses. Em 2016, este termo foi “post-truth”, traduzido para o português como pós-verdade, escolhido num raro acordo do time americano da empresa com a equipe britânica.

 

Mas, o que isso significa? E qual a importância desse termo para o ano que passou? Pós-verdade é quando fatos objetivos possuem menos influência na formação da opinião pública do que aqueles que fizeram um apelo às emoções ou crenças pessoais.

 

O termo ganhou grande destaque na mídia internacional graças às eleições presidenciais norte-americanas e à saída do Reino Unido do grupo da União Europeia, conhecido pelo nome popular de “Brexit”. O uso do termo na mídia obteve um crescimento de 2.000% em comparação com o ano anterior.

 

O presidente norte-americano, durante sua campanha, afirmou que Hillary Clinton havia criado o Estado Islâmico e que Barack Obama era mulçumano – fatos que, comprovadamente, não eram verdadeiros. Outro exemplo se deu na Colômbia, onde o ex-presidente Álvaro Uribe declarou que, caso um acordo de paz fosse firmado com as Farc, Timochenko, líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, se tornaria presidente.

 

A escolha reflete um período de grande discordância política no mundo, fortemente abastecido pelo crescimento das redes sociais como fonte de informações e decrescente credibilidade oferecida por fontes oficiais – implicações que tornaram a verdade em si menos relevante.

 

O termo já foi adicionado ao www.oxforddictionaries.com e deverá ser monitorado no futuro para integrar a versão física de um dos maiores dicionários do mundo.

 

 

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Relatório de Gestão: mapeando as ações

Por Livia Caixeta

Relatórios, indicadores e resultados são termos que ganham cada vez mais espaço na Comunicação Empresarial, principalmente pela necessidade de planejamento. É como um ciclo – virtuoso – já que o fim de uma ação é o “start” para a próxima e assim ciclicamente. Além disso, e não menos fundamental, as métricas são formas objetivas de mostrar aos diretores de uma empresa, por exemplo, como a comunicação – algo muito abstrato na maioria das vezes – pode ser objetiva e mensurada em números.

O primeiro passo para o sucesso na elaboração de um relatório é se fazer entender. A construção deste documento deve partir da definição dos aspectos relevantes que serão analisados e mensurados, de maneira que cada estratégia de comunicação adotada terá referências diferentes, ou seja, a Assessoria de Imprensa, o Content Marketing, a Comunicação Interna, a Comunicação Institucional serão analisados por diferentes pontos de vista e indicadores.

Definir parâmetros também é importante e ainda possibilita o autoconhecimento da organização, no sentido de identificar e entender os resultados de maneira mais clara. Em grandes empresas, de alcance multinacional por exemplo, também são adotados padrões e diretrizes para que os relatórios de cada departamento possam se complementar chegando a um resultado macro de todas as ações.

A fase de acabamento de um Relatório de Gestão está na apresentação. Vídeos, gráficos, infográficos, informações customizadas, tudo vale na hora de chamar a atenção para os resultados. Importante lembrar-se de que é daquele ponto que novas estratégias serão definidas e novos objetivos serão alcançados!

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As transformações da Assessoria de Imprensa no Brasil

Por Filipe Andrade

A Assessoria de Imprensa no Brasil mudou. Hoje, a convergência midiática (fenômeno que altera a relação entre as tecnologias da informação e comunicação e seus conteúdos) talvez seja a maior responsável por essa mudança, o que exige dos profissionais habilidade de se adequar e atuar em um mercado cada vez mais multimídia.

A comunicação, de forma geral, tem se tornado cada vez mais sem barreiras, com a democratização dos canais de comunicação, especialmente com a ascensão das redes sociais na internet. E isso exigiu da Assessoria de Imprensa uma reconfiguração, inserindo-a agora, de forma mais concreta, como mais uma atividade dentro da comunicação. Desta forma, a figura do assessor de imprensa se torna mais abrangente, tornando-o um profissional de comunicação.

Nesse conjunto, tem-se algumas alternativas e atividades que são traços dessas mudanças:

– A Assessoria de Imprensa não lida apenas com veículos noticiosos de grande alcance. Blogs especializados devem entrar na conta e possuem uma grande importância no processo de produção das informações;

– As redações estão cada vez mais enxutas e o repórter tem ganhado um papel de multimídia. Isso exige mais do assessor de imprensa. Aquele que enviar a sugestão de pauta com mais informações, de forma mais rápida, mais completa e, de preferência, explorando a comunicação multimídia, tem muito mais chance de conquistar espaço;

– O relacionamento entre assessor de imprensa e repórter não se limita apenas ao envio de releases. Hoje são comuns grupos no whatsapp e contatos via redes sociais para compartilhamento de informações. O Twitter, por exemplo, ganha uma nova função nesse processo, no compartilhamento de informações rápidas e conteúdos mais objetivos;

– O uso de recursos audiovisuais ganha ainda mais força. Segundo pesquisa do YouTube, em 2019, 80% do tráfego de internet será apenas de vídeos, 50% deles acessados através de smartphones. Tem-se, com isso, o fortalecimento dos vídeo releases, ferramenta ainda pouco explorada, mas com enorme potencial;

– O contexto de mudanças (redações mais enxutas, fluxo ainda mais rápido de informações) exige ainda mais das empresas o papel de produtoras de conteúdo. Os releases (em diferentes formatos e plataformas) mantém sua força nesse processo;

– Os chamados coletivos de mídia ganham ainda mais espaço e devem ser considerados como importante meio de veiculação de informações;

– Apesar do enorme peso que a mídia tradicional ainda exerce, os mecanismos de busca na internet são os tipos de mídia mais confiáveis, seguidos pela TV, pelas mídias sociais e por jornais, revistas e blogs, segundo pesquisa do Instituto Edelman, que entrevistou 33 mil pessoas em 28 países, publicado em 2016;

– Ainda assim, a grande mídia (os veículos noticiosos tradicionais) continua sendo a grande validadora dos conteúdos noticiosos.

Ou seja, é necessário estar atento às mudanças, se preparar e modernizar para as diferentes atribuições exigidas do assessor de imprensa, mas sem esquecer-se do tradicional e óbvio: a Assessoria de Imprensa cuida das relações entre imprensa e organização. São (e continuarão sendo) imprescindíveis uma à outra.

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Dicas para melhorar perfis corporativos no Instagram

Carlos Massarico

 

Estar presente nas redes sociais é uma demanda pesada e trabalhosa, mas fundamental para o sucesso da comunicação de qualquer empresa. No entanto, diferente de mídias como o Facebook e o Twitter, mais baseadas no conjunto da mensagem texto e imagem, o Instagram é uma rede para compartilhar fotos e, portanto, considerada bem mais privativa por parte de seus usuários. Para conseguir entrar neste espaço de forma mais natural e ser admirado por seus stakeholders, veja abaixo algumas dicas para melhorar perfis corporativos no Instagram:

 

1) Mantenha uma frequência nas postagens

É preciso ter equilíbrio entre muitas e poucas postagens ao tratar de perfis corporativos de Instagram. Uma presença maciva na rede pode ser tratada por seus seguidores como spam. Por outro lado, poucos posts podem dar a impressão de que esta rede é desprezada por sua empresa ou que o perfil não é interessante o suficiente para ser seguido. Por isso, se faz necessário ter um direcionamento claro sobre o que você visa atingir com esta mídia, analisando seu público e o conteúdo. A partir disso é possível mensurar qual a frequência de postagens que trará melhores resultados.

2) Tenha foco em seu público-alvo

Qualquer mídia social que, frequentemente, apresente conteúdos muito abrangentes e que não tenha um padrão, corre o risco de não agradar a ninguém. Por exemplo, caso sua intenção com o perfil corporativo seja a de fortalecer o posicionamento institucional de seu negócio nas redes sociais e angariar seguidores mais engajados, é preciso dar destaque a conteúdos que enriqueçam discussões sobre temas centrais de sua área de atuação. Caso queira atrair mais consumidores diretos, é recomendado postar ações ou campanhas dos produtos. Mesclar muitos objetivos e linguagens distintas em um mesmo perfil gerará confusão nos seguidores.

3) Preze pela qualidade das imagens

Bom senso quanto à qualidade das fotos que serão postadas é um ponto básico, porém algumas dicas são preciosas. Os celulares mais atuais têm câmeras eficazes, principalmente para fotos de ambientes abertos e com boa iluminação natural. Ambientes fechados são mais difíceis por conta da iluminação artificial. Sempre procure por janelas ou locais em que a luz, ainda que artificial, ilumine bem o que se deseja mostrar. O zoom também deve ser evitado ao máximo. Desloque-se até o que se deseja fotografar e use a câmera sem o zoom. Flashes de câmeras de celulares também ainda não costumam corresponder às expectativas.

4) Esteja por dentro das hashtags

Nas redes sociais esta é uma das melhores formas para propagar uma imagem de conteúdo relevante a um público direcionado. Isso porque, por meio das hashtags, muitos usuários realizam buscas nas redes por termos específicos. Por exemplo: uma pessoa está na praia de Ipanema e quer ver algumas fotos do local no Instagram. Ela pode abrir o aplicativo e realizar uma busca pela hashtag #ipanema ou #praiadeipanema. Desta forma ela poderá encontrar as imagens mais recentes de perfis que usaram estas hashtags. Se ela se interessar por esta página ou perfil da rede social, é bem mais possível que ela se torne uma seguidora. Além de atrair novos seguidores, esta é uma boa estratégia para atrair o público-alvo que você deseja de uma forma orgânica, gerando mais engajamento.

Por fim, não tenha vergonha de analisar sua concorrência. Apesar de ser uma tarefa muitas vezes ingrata e penosa, ela é extremamente necessária. Saiba o que o mercado faz, não para repetir, mas para descobrir novas alternativas e inovar em seu contato com o público. Este será um grande diferencial para seu negócio, capaz de impulsionar sua marca.

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O uso do social commerce nos negócios

Por Evelyn Spada

Você já ouviu falar do social commerce? O social commerce, conhecido também como conceito do comércio social, é a conexão das mídias sociais com o e-commerce, criando a possibilidade de vender e comprar um produto ou serviço por uma mídia social. Hoje em dia, esse conceito é viável e já faz parte do momento atual dos negócios.

 

As empresas estão enxergando essa oportunidade e investindo cada vez mais na integração das redes sociais aos canais de vendas. Permitir que os consumidores compartilhem suas compras online em seus perfis, expondo conselhos e conhecimentos sobre produtos e preferências de consumo, ajudam as empresas a alavancarem vendas e auxiliam outros usuários na tomada de decisão na hora da compra. Além de transformar as redes sociais em verdadeiras vitrines, os comerciantes conseguem pesquisar opiniões ou recomendações de seus próprios produtos.

 

Por meio das redes sociais, os usuários recebem recomendações e dicas sobre produtos e serviços de amigos e parentes.  De acordo com estudo da Nielsen (2016), 70% dos consumidores globais confiam em resenhas de produtos online e especialistas na indústria acreditam que esse número ainda vai aumentar.  Além disso, os usuários gostam de receber ofertas exclusivas por meio de mídias sociais e disseminam a informação de interesse. No social commerce, as empresas estão mais próximas de seus consumidores e segmentam de maneira assertiva campanhas e ações de vendas, além disso, aproveitam essa compra por impulso.

 

Ainda que tenha todas essas vantagens, o social commerce requer muita atenção dos comerciantes. As marcas precisam entender como utilizar o formato a seu favor. É preciso interagir com os consumidores da mesma maneira como se estivessem pessoalmente, dando todo suporte necessário. O sucesso – ou não – deste comércio está completamente ligado ao gerenciamento deste relacionamento e não descarta a base do social commerce. Isso pode ser, na verdade, um grande desafio.

 

Quer saber mais sobre o gerenciamento de rede social? Clique aqui.

 

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Primeiros passos em gerenciamento de media training

Por Ana Carolina

Primeiramente, se você se interessou por media training, saiba que você já está à frente dos seus concorrentes. Muitas pessoas não entendem que o principal benefício desse serviço é fortalecer a imagem de uma organização, ou seja garantir mais credibilidade.

Se você já atrai ou deseja atrair a atenção da imprensa, é importante saber como fazer isso oferecendo entrevistas melhores. É importante ter alguém na empresa que fale bem e evite possíveis falhas de comunicação, garantindo que as reportagens sejam mais assertivas e, em alguns casos, mais frequentes.

É preciso entender que o porta-voz de uma organização deve estar preparado para responder perguntas rotineiras, como assuntos institucionais ou até mesmo opiniões de mercado, e situações de crise ou temas que devem ser tratados com mais delicadeza.

Antes de conseguir a entrevista perfeita, empresas como a Race Comunicação oferecem o treinamento de media training. De forma geral, neste treinamento, é analisado o perfil do porta-voz, e apresentado algumas informações sobre as táticas dos jornalistas.

O media training bem feito confere as ferramentas necessárias para que o porta-voz consiga trabalhar, com eficácia, as informações de que dispõe e quais delas serão divulgadas. Lembrando sempre que é fundamental o aprendizado sobre o que não deve ser falado na mídia.

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O que é speaker training?

Por Rogério Artoni

Imagine-se em cima de um palco, falando para centenas de pessoas. Medo é a primeira coisa que vem à mente de muitos. É justamente por isso que se faz necessário o Speaker Training. Este é um treinamento para quem almeja se tornar um orador e conseguir falar em público de forma clara e tranquila, passando todas as informações necessárias e que realmente impactem os públicos que se tem como objetivo.

Como aprender a conduzir um carro, sem nunca entrar em um? No Speaker Training, técnicas com o acompanhamento de profissionais da área da saúde podem ser aplicadas. Treinos de discursos, técnicas de oratória e outras possibilidades, que variam de acordo com cada pessoa, podem e devem ser empregados. Alguns pontos são muito importantes para que o Speaker training seja bem sucedido, tais como elaborar um discurso, imaginar quais serão as partes que serão faladas, onde estarão as pausas, por onde caminhar e quais materiais de apoio usar.

A Race Comunicação, juntamente com uma equipe multidisciplinar de profissionais altamente capacitados da área da comunicação e da saúde, desenvolveu o Speaker Training, treinamento direcionado para auxiliar profissionais a se prepararem para apresentações em público.

Se você sente que não fale bem em público, entre em contato com nossa equipe e saiba mais.

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O que é o Social Media Training?

Por Rogério Artoni

Todas as empresas e instituições podem ter muitos ou poucos porta-vozes, que atendam jornalistas e falem realmente em nome de um negócio. Contudo, muitas destas entidades e companhias ainda não se deram conta de que com as redes sociais, hoje qualquer funcionário é um potencial porta-voz – em uma dimensão menor, mas ainda sim, no mínimo um porta-voz “não-oficial”.

Sem o treinamento adequado, esse funcionário pode querer divulgar ações e informações a que tem acesso, mas sem pensar no alinhamento com a estratégia da empresa, no planejamento estratégico, na missão, nas visões ou mesmo nos valores da instituição. Treiná-los para falar com a imprensa e em mídias sociais pode ser uma solução viável e com um alto impacto positivo, capacitando esse profissional a se comunicar de forma mais alinhada com o que a empresa espera, promovendo a companhia e ele mesmo.

O grande ponto é se fazer perguntas como:

Por que o colaborador de minha empresa vai querer fazer um treinamento desses? Por que treinar o funcionário para falar pela empresa nas redes sociais? Qual é a vantagem de um treinamento de social media?

Respondo: Porque o funcionário ganha visibilidade no mercado, já que os recrutadores estão cada vez mais avaliando as redes sociais das pessoas. Porque ele colabora espalhando o conteúdo produzido pela empresa. Porque ele é um embaixador da sua marca e a opinião dele vale muito.

Vamos imaginar que você vai comprar um carro e uma amiga sua trabalha em uma grande montadora e diz barbaridades sobre a empresa, sobre o clima e sobre a forma como os carros são produzidos. Você vai mesmo comprar um carro desta marca? Fazendo esse mesmo exercício, só que pensando para o lado positivo, o comentário de um funcionário elogiando a empresa nas redes sociais pode trazer os melhores talentos, ajudar a vender mais e melhorar a imagem da empresa perante todos os públicos.

Por esse motivo, criamos aqui na Race Comunicação um treinamento, pioneiro no Brasil, direcionado para colaboradores que podem ou não ser porta-vozes, mas focado em redes sociais. Este exercício consiste em apresentar para os funcionários as funcionalidades das redes sociais, como se aproveitar das mais diversas plataformas e, desta forma, favorecer a empresa e também o próprio funcionário.

Neste treinamento de mídias sociais acontece a apresentação das principais redes, discussão de cases e exercícios práticos em durações que podem variar entre quatro e 16 horas, dependendo do tamanho da turma. Contudo, antes de iniciar esse treinamento ajudamos a empresa a criar uma política de posicionamento nas redes sociais, que irá balizar a atuação dessas pessoas nas redes.

Assim como em um media training (treinamento de imprensa) tradicional, os funcionários estão se tornando, cada dia mais, porta-vozes das empresas. Mesmo que não sejam autorizados a falar, uma declaração mal interpretada nas redes sociais pode acarretar em crises de imagem sem precedentes. Este treinamento visa explorar como a empresa e funcionários podem se beneficiar das redes sociais, o que postar e o que não postar, os cuidados com a própria imagem, etc.

Caso queira saber mais sobre este treinamento, marque uma reunião com o nosso time de diretores e saiba como podemos ajudar a treinar os seus funcionários para falarem nas redes sociais.

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O que é Inbound Marketing?

Por Rodolfo Zanchin

 

Se você chegou a esse texto, provavelmente viu ou ouviu em algum lugar que inbound marketing está relacionado com produção de conteúdo online. Acertei? É mais ou menos por aí, mas vamos refletir um pouco e entender juntos onde está o ponto crucial da existência desse trabalho.

Tente lembrar como era realizada uma compra nos anos 60 a 90. De forma simples, o potencial cliente interessado no produto telefonava ou ia até uma loja e questionava o vendedor sobre as principais vantagens em adquirir o produto. Caso o vendedor tivesse boa desenvoltura e capacidade de convencer o cliente, a compra era efetuada.

Agora, pense quando você está interessado em adquirir um produto hoje em dia, o que você faz? Tenho certeza que, na maioria das vezes, você faz uma busca na internet sobre os diferentes tipos e qualidades do que deseja comprar, certo? É nesse ponto que o inbound marketing começa a fazer sentido, já que consiste na transmissão de conhecimento ao consumidor.

Para começar a entender o inbound marketing, precisamos entender a metodologia desse trabalho. Vejamos a figura abaixo:

Fonte: Hubspot

 

A metodologia inbound consiste em transformar um desconhecido em cliente e promotor da sua marca por meio do seu site. Para isso, ele precisa passar por alguns processos: de desconhecido para visitante do site, por meio de posts no blog e divulgação em redes sociais; de visitante para lead (conhecido), por meio do preenchimento de formulários para reter dados; de lead para cliente, por meio de e-mails personalizados para gerar afinidade; de cliente para divulgador, para que a sua marca tenha ótimas referências e gere novos clientes.

Tendo isso em mente, é preciso pensar nas etapas que um possível comprador precisa passar até efetuar a compra

Fonte: Hubspot

  1. Estágio de conscientização:

Essa etapa consiste na conscientização, por parte do comprador, do possível problema que ele possui. Usando um exemplo da área: o diretor de comunicação de uma grande empresa percebe que as vendas estão caindo e está em dúvida se o problema está na comunicação de sua equipe. Ele provavelmente tentará buscar na internet como a comunicação de equipe pode afetar as vendas. Concorda?

Nesse momento, cabe as empresas que fazem o serviço de comunicação interna, por exemplo, esclarecem o caso por meio de posts em blogs (que facilitam o acesso), sem tentar vender o seu produto logo de primeira, nessa fase o intuito é apenas nutrir o conhecimento do diretor e dar a certeza que este é o problema da sua equipe.

 

  1. Estágio de consideração:

No estágio de consideração, partimos do pressuposto que o diretor já tenha entendido que há um problema de comunicação da sua equipe e esteja procurando soluções para isso. Nessa fase, o intuito é apresentar por meio de e-books ou webinar – com o intuito de gerar lead – como o treinamento da equipe pode ser uma boa alternativa para aumentar a comunicação da equipe e potencializar resultados de vendas. Mais uma vez, sem apresentar produtos ou serviços. Como finalidade, esperamos que o diretor tenha certeza de que precisa implementar o treinamento.

 

  1. Estágio de decisão:

Após nutrir o conhecimento do possível cliente e indicar uma solução eficaz para o problema, chegou o momento de apresentar produtos ou serviços da sua empresa, como o trabalho de comunicação interna, jornal mural, intranet etc. A partir do momento que o diretor teve certeza do problema, entendeu as soluções e soube que você oferece esse serviço, ele estará apto a fechar negócio com a sua empresa.

 

Caso tenha interesse no trabalho de inbound marketing, entre em contato conosco.

contato@agenciarace.com.br
+55 (11) 2894-5607 / 2548-0720
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